Alterações à PROPOSTA DE PLANO de INSOLVÊNCIA (Artº 192º e seguintes do CIRE) POLITROFA Indústria de Plásticos Reforçados, Lda Processo nº 3926/10.0TJVNF 4º Juízo Cível
4.1 Créditos do Estado Fazenda Nacional e Instituto de Gestão Financeira e créditos privilegiados dos trabalhadores 4.1.1 Créditos Privilegiados dos trabalhadores Pagamento da totalidade do crédito reclamado, em 60 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique a sentença de homologação do plano de insolvência, com perdão da totalidade dos juros vincendos. 4.1.2- Créditos do Estado - Fazenda Nacional - Créditos já reconhecidos sem sujeição a qualquer condição 54.471,15 euros - Créditos com origem no Regime de dedução do IVA a que se refere o artigo 78º, nº 11, ex-vi nºs 7 e 8 alínea d), do CIVA Trata-se de créditos sob condição que se reconhecem ao Estado Fazenda Pública por terem a sua origem no direito à dedução ou reembolso que os credores venham a realizar nos termos do artigo 78º do CIVA. Assim, fica acometida à Administração Fiscal a elaboração e comunicação à devedora de plano prestacional que se enquadre nos termos do quadro legal acima mencionado.
Propõe-se o pagamento da totalidade do capital juros vencidos incluídos, em 150 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique o trânsito em julgado da sentença de homologação do Plano de Insolvência. A taxa de juro aplicável aos juros vincendos é de 4%. A garantia a constituir, na proporção dos créditos da Fazenda Pública e do Instituto da Segurança Social, terá por objecto os bens móveis da insolvente, que a devedora, a Administração Fiscal e o IGFSS vierem a considerar idóneos e bastantes para os fins em causa. 4.1.3 Créditos do Instituto da Segurança Social Revogado o DL 411/91, a administração da devedora cumprirá o enquadramento legal, actualmente, previsto e regulado, no Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, aprovado pela Lei nº110/2009 de 16 de Setembro e actualizado com as Leis nºs 119/2009 de 30/12 55-A/2010 e legislação complementar Dec. Reg. nº 1-A/2011 de 03/01. Assim, fica acometida ao IGFSS a elaboração e comunicação à devedora de plano prestacional que se enquadre nos termos do quadro legal acima mencionado. Propõe-se o pagamento da totalidade do capital, juros vencidos inclusive, em 150 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique o trânsito em julgado da sentença de homologação do Plano de Insolvência.
A taxa de juro aplicável aos juros vincendos é de 4%. A garantia a constituir terá por objecto os bens móveis da insolvente, que a devedora e o IGFSS vierem a considerar idóneos e bastantes para os fins em causa. 4.2.3 Instituições Bancárias e Financeiras Pagamento da totalidade do capital em divida, incluindo-se assim os juros vencidos, em 96 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique o trânsito em julgado da sentença homologatória do plano de insolvência. Propõe-se que a taxa de juro máxima a aplicar aos juros vincendos, seja calculada com base na Euribor a 6 meses, acrescida de um spread máximo de 4%. Ponto 4.2.4 - passa a ter a seguinte redacção 4.2.4 Credores em relação de grupo, com responsabilização solidária dos sócios da insolvente e da sociedade do grupo Adolfo Sá, Lda A insolvente, no exercício da sua actividade comercial, obteve crédito das sociedades Metecno Espanha SA, Metecno Portugal, SA e Metarch Architec Panels, SA em condições preferenciais, pelas relações estabelecidas entre estas sociedades e pelo facto de os representantes legais serem comuns.
As referidas sociedades, dispõe de diversas garantias, fiança e obrigação de pagamento, com responsabilização solidária da divida global, dos sócios da aqui insolvente, a própria insolvente e da sociedade Adolfo Sá, Lda Metecno Espanha, SA, tem hipoteca voluntária sobre prédio pessoal dos sócios, instalações que estão a ser ocupadas pela sociedade Adolfo Sá, Lda em regime de comodato, sociedade que se dedica à comercialização, entre outros, de materiais da aqui insolvente. Metecno Espanha, SA, o seu crédito tem natureza de GARANTIDO, no processo de insolvência de Adolfo Sá, Lda Por outro lado, prevê o presente plano a fusão da insolvente e da sociedade Adolfo Sá, Lda. Os referidos credores, são também credores na sociedade Adolfo Sá, Lda. Ora, a execução dos sócios/avalistas e das sociedades solidárias, o voto contra dos referidos credores inviabiliza aplicação de ambos os planos de insolvência, já que o sentido de voto será o mesmo em ambos os processos de insolvência, pelo que, o projecto de fusão e a continuidade de laboração da insolvente poderão estar em perigo. Acresce ainda que, as referidas sociedades, dada a sua dimensão, permitem que a insolvente adquira matérias primas a menor custo, com melhor condições de pagamento, o que facilita a recuperação da insolvente.
Plano de Regularização Metecno Portugal SA: Pagamento da totalidade do capital em divida, com inclusão dos juros vencidos, em 96 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique a sentença de homologação do plano de insolvência. Plano de Regularização Metecno Espanha SA (crédito garantido): Pagamento da totalidade do capital em divida, com inclusão dos juros vencidos, em 96 prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no último dia útil do mês seguinte àquele em que se verifique a sentença de homologação do plano de insolvência. Propõe-se que a taxa de juro máxima a aplicar aos juros vincendos, seja calculada com base na Euribor a 6 meses, acrescida de um spread máximo de 4%.