ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

Documentos relacionados
Associação Miacis Protecção e Integração Animal. Estatutos. CAPÍTULO I (Denominação, duração, natureza, sede e fins)

REGULAMENTO INTERNO 1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS DOS CORREIOS DE VILA DO CONDE. Capítulo I.

Esta Associação de desenvolvimento rege-se pelos presentes estatutos e pela legislação em vigor.

Estatutos da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Raça Merina. Capítulo Primeiro. (Designação, sede e afins)

Portal da Justiça A Justiça ao serviço do cidadão e das empresas

ESTATUTOS. 1º Denominação, Natureza e princípios

Regulamento Interno da Sociedade de Emergência e Urgência Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria EuSPP

Capítulo I Natureza e fins. Artigo 1.º Denominação e duração

Estatutos do Clube Bonsai do Algarve CAPITULO I

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES

ESTATUTOS DO CORAL INFANTIL DE SETÚBAL CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA JURÍDICA E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Estatutos da Associação HighScope Portugal CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito, duração, objecto e princípios ARTIGO 1.º

ESTATUTOS DA A.P.M.I.

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE CULTURA MUSICAL DE LOUSADA

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DENOMINADA CNIG CONSELHO NACIONAL DA INDUSTRIA DO GOLFE

ESTATUTOS CLUBE DE CAMPO DA AROEIRA

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio Salesianos do Porto ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da denominação, natureza e fins

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVEMEDIA

ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ARTES DE LISBOA. Estatutos. Capítulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º. Capítulo II. (Objectivos) Artigo 4º

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DE ALUNOS DO AGRUPAMENTO DA ESCOLA DR. JÚLIO MARTINS. Estatutos. Capitulo I Da natureza e fins

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA EB1 O LEÃO DE ARROIOS

Autoria JMGA. Estatutos aprovados em Assembleia de Fundadores, 12 de Dezembro de 2001: CAPÍTULO PRIMEIRO. (Da denominação, sede, objecto e fins)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO

Exemplo de Estatutos. "Nome do Clube" ESTATUTOS. Artigo 1.º NOME E SEDE

A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de

REGULAMENTO INTERNO DA APCTA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA UM DE CAMPO. Capítulo Primeiro Da denominação, natureza e fins

ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Sede, Natureza e Objetivos

ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E OBJECTO

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SARDOAL

ESTATUTOS ESPAÇO E MEMÓRIA ASSOCIAÇÃO CULTURAL OEIRAS

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos. Associação de Preservação da Identidade da Freguesia de Campos

ESTATUTOS. sirvam para a realização do estipulado no artigo 3º; CAPÍTULO I

Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral

Estatutos da Musikarisma Associaça o

ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS. Artigo 1.º NOME E SEDE

ESTATUTOS DO CENTRO EQUESTRE DE SANTO ANDRÉ (CESA) Estatutos do Centro Equestre de Santo André Área de Sines (CESA-AS)

ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS. Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem

Estatutos do Núcleo de Estudantes de Criminologia do ISMAI. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo 1º Denominação, Sede, Sigla e Logótipo

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO AOS ESTATUTOS DA A.F. LEIRIA

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Oncologia CAPÍTULO I. Da Designação, Natureza, Âmbito e Finalidades

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO MATOSO CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA (ALUMNI)

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º - Denominação e regime jurídico

APH ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE HARPA

ESTATUTOS DA ATSGS. Página 1

Estatutos APM. Associação Portugal Moçambique CAPITULO I. Da denominação, sede, fins, âmbito de acção. Artigo 1o

Transcrição:

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação do concelho). Artigo 2º - Duração A Associação constitui-se por tempo indeterminado, a contar da data da sua constituição. Artigo 3º - Objecto A Associação tem por objecto (descrição sintética do objecto da Associação). Artigo 4º - Meios (Descrição dos meios com vista à concretização do objecto) CAPÍTULO II Receitas e Despesas Artigo 5º - Receitas e Despesas 1. Entre outras, são receitas da Associação as quotas e jóias dos associados, as liberalidades e subvenções que lhe sejam atribuídas e os rendimentos de bens próprios. 2. Constitui despesas todos os gastos necessários para a realização das actividades da Associação, devendo serem efectuadas mediante a movimentação das respectivas receitas. Artigo 6º - Património Constitui património da Associação tudo o que adquirir ou lhe for oferecido, devendo elaborar, anualmente, um inventário com vista a ser, nomeadamente, publicitado na Assembleia Geral dos associados da Associação.

CAPÍTULO III Dos Sócios Artigo 7º - Categorias de Sócios Os associados são de três categorias: efectivos, honorários e institucionais. Artigo 8º - Sócios Efectivos 1. São sócios efectivos as pessoas singulares que, a seu pedido, venham a ser admitidos como tal; 2. O pedido de admissão deverá ser deliberado pela Direcção sob proposta de, pelo menos, dois sócios efectivos; 3. Os associados que intervierem no acto de constituição da Associação, bem como os associados que venham a inscrever-se no prazo de sessenta dias a contar da presente data, são considerados sócios efectivos fundadores. Artigo 9º - Sócios Honorários 1. São sócios honorários as pessoas singulares ou colectivas que tenham revelado mérito excepcional no âmbito (da intervenção da Associação) ou que à Associação tenham prestado relevante colaboração; 2. A admissão de sócios honorários depende de proposta nesse sentido, apresentada pela Direcção ou por um mínimo de (número) associados efectivos, à Assembleia Geral e da sua aprovação por esta por maioria de dois terços dos sócios presentes. Artigo 10º - Sócios Institucionais São sócios institucionais as pessoas colectivas com sede na RAM., ou no território continental português, ou no estrangeiro que, a seu pedido, venham a ser admitidos. Artigo 11º - Direitos dos Sócios Efectivos 1. São direitos dos sócios efectivos, além de outros previstos na lei ou no Regulamento Interno, tomar parte nas Assembleias Gerais, eleger e ser eleito para os Órgãos da Associação. 2. Não podem votar nem ser eleitos: a) Os sócios efectivos com mais de seis meses de quotas em atraso; b) Os associados de outras categorias podendo, no entanto, os sócios honorários assistir às Assembleias Gerais. Artigo 12º - Deveres dos Sócios Efectivos

São deveres dos sócios efectivos cumprir as disposições dos presentes Estatutos, dos Regulamentos que venham a ser aprovados em Assembleia Geral e desempenhar os cargos para que forem eleitos, salvo escusa legítima. Artigo 13º - Exclusão dos Sócios 1. Será excluído de sócio: a) Todo aquele que infrinja reiterada e gravemente as disposições dos Estatutos e dos Regulamentos Internos ou que, pela sua conduta, se torne indigno de pertencer à Associação; b) O que, durante doze meses consecutivos, não pagar as suas quotas, se após aviso da Direcção, não liquidar o seu débito dentro de sessenta dias. 1. A pena de exclusão será aplicada pela Direcção e comunicada ao sócio, por meio de carta registada com aviso de recepção, com indicação dos fundamentos; 2. Da decisão cabe recurso para a Assembleia Geral, a convocar extraordinariamente. Artigo 14º - Exoneração Os associados podem exonerar-se a qualquer momento, desde que liquidem as suas dívidas para com a colectividade. Artigo 15º - Quotas 1. Todos os sócios efectivos devem pagar uma quota, além da jóia de inscrição, a serem afixadas pela Assembleia Geral, sob proposta da Direcção. 2. O atraso no pagamento das quotas por período superior a (número de meses ou dias), determina a suspensão de todos os direitos associativos; 3. A pena de exclusão será aplicada pela Direcção devendo a deliberação ser comunicada ao associado por carta registada com aviso de recepção. CAPÍTULO IV Dos Órgãos Artigo 16º - Órgãos 1. São Órgãos da Associação, os seguintes: a) Assembleia Geral; b) Direcção; c) Conselho Fiscal.

Artigo 17º - Assembleia Geral 1. A Assembleia Geral é constituída por todos os sócios efectivos no gozo dos seus direitos; 2. A Assembleia Geral não poderá funcionar legalmente sem a presença ou representação de metade dos referidos sócios. Na falta de quorum reunirá com qualquer número de sócios, trinta minutos depois, desde que assim conste do aviso convocatório. Artigo 18º - Competências da Assembleia Geral 1. A competência e forma de funcionamento da Assembleia Geral são as prescritas nas disposições legais aplicáveis, nomeadamente nos artigos cento e setenta a cento e setenta e nove do Código Civil; 2. As Assembleias Gerais são convocadas pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, a pedido da Direcção ou do Conselho Fiscal, ou ainda de um número de sócios efectivos não inferior a (número), que se encontrem no gozo dos seus direitos. Artigo 19º - Composição da Mesa da Assembleia Geral 1. A Mesa da Assembleia Geral é composta por um presidente, um vice-presidente e um secretário. (número ímpar) 2. Nas suas faltas ou impedimentos, o presidente será substituído pelo vice-presidente. 3. Compete ao presidente da Mesa ou a quem o substitua, abrir, suspender e encerrar as sessões, dirigir os trabalhos e assinar as actas. 4. Compete ao secretário coadjuvar o presidente e redigir as actas. Artigo 20º - Composição da Direcção 1. A Direcção é constituída por um presidente, um vice-presidente, um secretário, um tesoureiro e três vogais. (número ímpar) 2. Nas suas faltas ou impedimentos, o presidente será substituído pelo vice-presidente. 3. No caso de vacatura da maioria dos lugares da Direcção, a Assembleia Geral elegerá novos membros que completarão o mandato iniciado. Artigo 21º - Competências da Direcção Compete à Direcção administrar e representar a Associação e, em especial: a) Deliberar sobre a admissão e suspensão de associados; b) Elaborar e submeter à Assembleia Geral o programa anual de actividades; c) Apresentar à Assembleia Geral o relatório e contas do exercício anterior; d) Dirigir os serviços que a Associação venha a criar; e) Deliberar sobre a exclusão de sócios; f) Dinamizar e incentivar as actividades estatuárias. Artigo 22º - Funcionamento da Direcção

1. A Direcção reunirá, pelo menos uma vez por mês, mediante a convocação do presidente ou a pedido de dois dos seus membros. 2. A Direcção não pode deliberar sem que esteja presente a maioria dos seus membros. 3. As deliberações são tomadas por maioria de votos dos presentes, tendo o presidente voto de desempate. 4. As deliberações devem constar de um livro de actas. 5. A Associação obriga-se pela assinatura conjunta do tesoureiro, do presidente ou doutro membro da Direcção, devendo a assinatura do primeiro ser obrigatória. Artigo 23º - Composição do Conselho Fiscal 1. O Conselho Fiscal é composto por um presidente, um vice-presidente e um secretário. (número ímpar) 2. Nas suas faltas ou impedimentos o presidente será substituído pelo vice-presidente. Artigo 24º - Competências do Conselho Fiscal Compete ao Conselho Fiscal: a) Zelar pelo cumprimento da lei e dos Estatutos; b) Resolver os conflitos que lhe sejam submetidos pelos demais Órgãos da Associação ou pelos associados; c) Fiscalizar as contas bem como verificar a caixa e os bens da Associação; d) Dar parecer sobre o relatório e contas do exercício apresentado pela Direcção; e) Assistir às reuniões da Direcção, através do seu Presidente, sempre que o entender ou quando para tal for convocado. Artigo 25º - Funcionamento do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal reunirá, pelo menos uma vez por trimestre, por convocação do seu presidente, podendo deliberar por maioria de votos, desde que esteja presente a maioria dos seus membros. 1. Das suas reuniões serão sempre lavradas actas. CAPÍTULO V Disposições Genéricas Artigo 26º - Duração do Mandato Os membros da Mesa da Assembleia Geral, da Direcção e do Conselho Fiscal serão eleitos por períodos de (número de anos), sendo permitida a reeleição por uma ou mais vezes e manter-se-ão nos seus cargos até à eleição e posse de novos membros.

Artigo 27º - Norma Transitória Sem prejuízo do disposto em lei imperativa, até ao preenchimento dos órgãos associativos para o primeiro triénio que deverá efectuar-se no prazo de sessenta dias a contar da data desta escritura, o funcionamento da Associação será assegurado por uma comissão instaladora, constituída por quatro elementos a nomear entre os sócios fundadores, à qual competirá designadamente: a) Admitir sócios que solicitem a sua inscrição, com dispensa de proponentes; b) Fixar o valor da jóia e da quota; c) Promover as eleições para os titulares dos órgãos sociais para o primeiro triénio, de acordo com Regulamento Eleitoral apropriado; d) Representar a Associação perante terceiros. Artigo 28º - Casos Omissos No que estes Estatutos sejam omissos e sem prejuízo do disposto em lei geral, rege o Regulamento Geral Interno, cuja aprovação e alterações são da competência da Assembleia Geral.