ESTATUTO DA IGREJA BATISTA DO PANTANAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO E FINALIDADES Artigo 1º A Igreja Batista do Pantanal, com sede na Avenida Deputado Antônio Edú Vieira, 670, Pantanal e foro na cidade de Florianópolis, estado de Santa Catarina, doravante denominada Igreja, é uma sociedade civil de natureza religiosa sem fins lucrativos, fundada em 04 de abril de 1970, por tempo indeterminado e número ilimitado de membros. Artigo 2º A Igreja reconhece e proclama Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor, aceita a Bíblia sagrada como única regra de fé e prática e adota a declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira. Artigo 3º A Igreja tem as seguintes finalidades: I. reunir-se, regularmente, para prestar culto a Deus e proclamar a mensagem do evangelho de Jesus Cristo; II. estudar as sagradas escrituras, visando ao doutrinamento e à edificação espiritual de seus membros; III. promover por meios adequados, a causa da ação social cristã; IV. cooperar com a Convenção Batista Catarinense, doravante denominada Convenção, e com a convenção Batista Brasileira, na realização dos seus fins; V. promover, por todos os meios ao seu alcance, o estabelecimento do reino de Deus no mundo. VI. cultivar a comunhão e a fraternidade entre os membros associados bem como a cooperação com as igrejas da mesma fé e ordem e com as de outras denominações evangélicas, sem prejuízo dos princípios batistas; Parágrafo Único Para melhor realizar os fins definidos nessas alíneas, a igreja poderá manter relações de cooperação com outras entidades batistas, ou outras reconhecidamente evangélicas, até onde não for ferido o princípio batista da autonomia da igreja e a fiel interpretação da Bíblia, podendo estabelecer convênios através de contratos bilaterais. Artigo 4º A Igreja é autônoma e soberana em suas decisões, não estando sujeita a qualquer outra Igreja, instituição ou autoridade denominacional. Artigo 5º A Igreja poderá criar associações a ela vinculada, com personalidade jurídica própria, para desenvolver atividades específicas, dentro do seu programa de trabalho. CAPÍTULO II DOS MEMBROS DA IGREJA, ADMISSÃO, TRANSFERÊNCIA E DESLIGAMENTO Artigo 6º A Igreja é constituída de pessoas que professam a sua fé em Jesus Cristo, como único Salvador e Senhor, e aceitam as doutrinas bíblicas por ela defendidas e ensinadas. Artigo 7º São considerados membros da Igreja, sem distinção de raça, sexo, profissão ou nacionalidade, as pessoas recebidas por decisão da Assembléia Geral, da forma que segue: I. pública profissão de fé, seguida de batismo por imersão; II. carta de transferência de outras Igrejas da mesma fé e ordem;
III. reconciliação, devidamente solicitada; IV. as que tendo sido membros de outras igrejas evangélicas sejam aceitas por testemunho ou aclamação desde que batizadas por imersão e concordes com as doutrinas batistas. 1.º - Em todos os casos, a recepção se dará por maioria dos votos apurados em Assembléia Geral. 2.º - O pretendente deverá estar presente para que possa efetivar-se sua recepção, salvo impedimento de força maior, a critério do plenário. Artigo 8º desligamento. Os membros estão sujeitos à admoestação, suspensão de direitos em cargos e I. quando os membros procederem na sua vida prática ou particular, contrariamente aos ensinos, princípios e moral do evangelho; II. quando de qualquer modo prejudicarem os trabalhos do culto religioso, e contrapuserem-se às suas doutrinas. Parágrafo Único - As sanções mais leves como suspensão de pequenos direitos e prerrogativas, poderão ser aplicadas pelo Conselho de Líderes. Artigo 9º Perderá a condição de membro da Igreja aquele que for desligado, por decisão da Assembléia Geral, nas seguintes hipóteses: I. infringir princípios éticos, morais e de boa conduta, defendidos pela Igreja, com fundamento nas Sagradas Escrituras; II. defender e professar doutrinas ou práticas que contrariem a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira; III. ausentar-se dos cultos e deixar de participar das atividades eclesiásticas, caracterizando abandono e desinteresse pela Igreja e a obra que realiza; IV. solicitar desligamento; V. transferir-se para outra Igreja. 1.º - A Assembléia deliberará sobre o desligamento de qualquer membro, mediante parecer, devidamente fundamentado pelo Conselho de Líderes. 2.º - Quando, de qualquer modo, o membro da Igreja se julgar injustiçado, terá amplo direito de defesa, podendo impetrar recurso, em primeira e última instância, à Assembléia Geral, desde que comunique ao Conselho de Líderes no prazo máximo de 15 (quinze dias) após tomada ciência da punição. 3.º - Sob qualquer alegação, nenhum direito, inclusive patrimonial e/ou financeiro, poderá ser reivindicado por aquele que deixar de ser membro da Igreja. CAPÍTULO III DOS DIREITOS E DEVERES DOS MEMBROS Artigo 10º São direitos dos membros: I. participar das atividades da Igreja; II. participar da Assembléia Geral, com direito ao uso da palavra e ao exercício do voto; III. participar dos cultos, celebrações, eventos e demais atividades promovidas pela Igreja; IV. votar e, desde que possua 1 (um) ano de membresia, ser votado para quaisquer cargos ou funções. Quando se tratar de ser votado para Diretoria
e/ou Conselho de Líderes, será observada a maioridade civil e o tempo de arrolamento como membro, que deverá ser equivalente ou superior a 2 (dois) anos; V. o Pastor Titular e/ou os Pastores Auxiliares e suas respectivas famílias, que assumirem esta igreja, não estarão enquadrados no inciso IV do artigo 10º ; VI. receber assistência espiritual. 1 O - Quando a decisão envolver aspectos legais, os votos dos membros civilmente incapazes não serão computados, exigida orientação prévia do presidente. 2 o - A qualidade de membro da Igreja é intransferível, sob qualquer alegação. Artigo 11º São deveres dos membros: I. manter uma conduta compatível com os princípios éticos, morais e espirituais de acordo com o ensino da Bíblia Sagrada; II. exercitar os dons e talentos de que são dotados, para que a Igreja atinja seus objetivos e cumpra sua missão; III. exercer, com zelo e dedicação, os cargos para os quais forem eleitos; IV. freqüentar com assiduidade os trabalhos da Igreja; V. observar o presente estatuto e zelar pelo seu cumprimento. CAPÍTULO IV DA LIDERANÇA ESPIRITUAL Artigo 12º A Igreja terá um pastor, ministro do culto, líder e guia espiritual, o qual será eleito, sempre, em assembléia extraordinária, para este fim convocada, por escrutínio secreto, com mandato por tempo indeterminado. Ficará a Igreja no direito de a qualquer tempo, e desde que haja desídia no trato do Ministério Pastoral, bem como a ocorrência dos casos previstos nos incisos I, II, III, do artigo 9 e outros, a cassar o referido mandato. Artigo 13º É atribuição do pastor da Igreja exercer as funções espirituais que o Novo Testamento estabelece para pastores, bispos e presbíteros, tais como pregar a Palavra, instruir, administrar o geral, doutrinar, visitar, exortar, aconselhar, evangelizar, ser responsável, enfim, por toda parte cultual da Igreja dentro dos princípios bíblicos. Artigo 14º O pastor da Igreja será remunerado apenas pelas funções pastorais que exerce e nunca pela função de Presidente. Artigo 15º Poderá haver ministros auxiliares, remunerados ou não, líderes de áreas específicas do ministério, coadjuvantes do ministério pastoral, trabalhando em cooperação e harmonia com este sob sua liderança. Artigo 16º A eleição e destituição do pastor obrigatoriamente realizar-se-á em Assembléia Geral Extraordinária, a qual observará: I. a convocação publicada no boletim da IGREJA constando motivação expressamente declarada com antecedência mínima de quinze (15) dias; II. presença de, no mínimo, cinqüenta por cento (50%) do número de membros da IGREJA cooperantes na sede, em primeira convocação; III. havendo a 2.ª convocação a Assembléia será realizada com trinta por cento (30%) do número de membros cooperantes na sede, após 30 minutos; IV. a decisão favorável pela maioria absoluta do quorum acima exigido será válida.
CAPÍTULO V DOS ÓRGÃOS DA IGREJA BATISTA DO PANTANAL E SUA ADMINISTRAÇÃO Artigo 17º São órgãos da Igreja Batista do Pantanal: I A Assembléia Geral; II A Diretoria da Igreja; II.a O conselho de Líderes; III A Comissão de Finanças. Artigo 18º Ressalvadas a competência e as prerrogativas da Assembléia Geral, como poder soberano que o é, a administração da Igreja será exercida por uma Diretoria composta: Presidente; Primeiro Vice-presidente; Segundo Vice-presidente; Primeiro Secretário; Segundo Secretário; Primeiro Tesoureiro e Segundo Tesoureiro. Artigo 19º O mandato da Diretoria é de um ano, exceto o cargo de Presidente que será exercido pelo Pastor, por tempo indeterminado, a juízo da Assembléia Geral. Artigo 20º As datas para eleições e posse da Diretoria, bem como dos diretores de outros órgãos existentes, serão fixados no calendário anual da Igreja. Artigo 21º Compete ao Presidente: I. superintender e supervisionar as atividades da Igreja; II. convocar e presidir a assembléia geral; III. representar a Igreja, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente; IV. participar das reuniões de qualquer ministério ou órgão da Igreja, na qualidade de membro ex-ofício; V. assinar, com o secretário, as atas da Assembléia Geral e do conselho administrativo; VI. abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, juntamente com o Tesoureiro ou mediante procuração a ele outorgada; VII. apresentar à assembléia Geral relatório periódico e anual das atividades da Igreja; VIII. tomar decisões, juntamente com o Conselho de Líderes, nos casos excepcionais ou de extrema urgência, ad-referendum da Assembléia Geral; IX. cumprir e fazer cumprir este estatuto. X. Exercer o direito de voto de Minerva para desempate nas votações. Parágrafo Único - no caso de impedimento ou conveniência interna a IGREJA poderá designar, em sessão, outros nomes de membros da IGREJA responsáveis para a movimentação de contas bancárias sempre com assinaturas duplas não solidárias; Artigo 22º Compete ao Primeiro Vice-Presidente substituir o presidente, nos seus impedimentos e ausências. Como também, compete ao Segundo Vice-presidente, substituir o Primeiro Vice-presidente, nos seus impedimentos e ausências. Artigo 23º Compete ao Primeiro Secretário: I. lavrar e assinar as atas da Assembléia Geral e do Conselho de Líderes; II. manter em ordem os arquivos, livros, cadastros e o fichário do rol de membros da Igreja. Parágrafo Único - Ressalvada a hipótese do inciso I, os demais encargos poderão ser exercidos por empregados remunerados pela Igreja.
Artigo 24º Compete ao Segundo Secretário, sem prejuízo de outras responsabilidades que lhe forem atribuídas, substituir o Primeiro Secretário nos seus impedimentos e eventuais ausências. Artigo 25º Compete ao Primeiro Tesoureiro: I. receber e escriturar as contribuições financeiras destinadas à Igreja; II. fazer os pagamentos autorizados pela Igreja; III. abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, juntamente com o Presidente ou mediante procuração por este outorgada; IV. elaborar e apresentar relatórios periódicos e anuais à Assembléia Geral. Artigo 26º Compete ao Segundo Tesoureiro auxiliar o Primeiro Tesoureiro, na execução do seu trabalho e substituí-lo nos seus impedimentos e ausências. Artigo 27º Nenhum membro da diretoria receberá salário pelas atividades exercidas. Artigo 28º A IGREJA poderá, em qualquer tempo, suprir lugares vagos que ocorram na Diretoria e/ou Conselho de Líderes. Artigo 29º A Igreja poderá adotar um Manual Eclesiástico em que serão definidos a estrutura, os objetivos e funcionamento dos diferentes ministérios, do Conselho de Líderes e demais órgãos existentes. CAPÍTULO VI DO CONSELHO DE LÍDERES Artigo 30º A Igreja contará com um Conselho de Líderes, constituído pela Diretoria da Igreja, líderes de ministérios e/ou outros membros a critério da Assembléia Geral. 1 o - A direção do Conselho de Líderes será exercida pelo Presidente da Igreja. 2 o - O Conselho de Líderes reunir-se-á, periodicamente, para tratar e deliberar sobre assuntos rotineiros, planejamento geral, supervisionar os diversos órgãos da Igreja, preparar a pauta da Assembléia Geral, além de outras atividades. CAPÍTULO VII DA ASSEMBLÉIA GERAL Artigo 31º A Assembléia Geral, constituída pelos membros da Igreja, é o seu poder soberano, cabendo- lhe as seguintes atribuições: I. eleger e exonerar o Pastor Titular e/ou Pastores Auxiliares; II. eleger e exonerar os membros da diretoria e do Conselho de Líderes, bem como os diretores de outros órgãos da Igreja; III. aprovar o orçamento anual; IV. apreciar os relatórios periódicos e anuais da diretoria e demais órgãos administrativos; V. alienar por venda ou de outra forma, bem como onerar total ou parcial o patrimônio da Igreja; VI. aceitar doações e legados; VII. transferir a sede da Igreja; VIII. decidir sobre a mudança do nome da Igreja;
IX. reformar o estatuto; X. deliberar sobre a dissolução da Igreja; XI. tomar outras decisões, que envolvem aspectos administrativos, eclesiásticos e doutrinários; XII. resolver os casos omissos neste estatuto. Artigo 32º A Assembléia Geral reunir-se-á ordinariamente e extraordinariamente. Artigo 33º A periodicidade da Assembléia Geral Ordinária será fixada no calendário da Igreja, sendo a Extraordinária convocada, quando se fizer necessário. Artigo 34º A Assembléia Geral será convocada pelo Presidente ou seu substituto, com antecedência mínima de 7 ( sete ) dias. Artigo 35º A Assembléia Geral será realizada com o quorum 1/3 ( um terço ) dos membros da Igreja, em primeira convocação e de qualquer número, em segunda convocação, 15 (quinze) minutos após, sendo as decisões tomadas pelo voto favorável da maioria absoluta, exceto nas situações especiais previstas neste estatuto. 1 o - Nos casos de eleição e exoneração do Pastor Titular e/ou Pastores Auxiliares, dos membros da Diretoria e Conselho Fiscal, alienação da sede e reforma do presente estatuto, o quorum será de 2/3 (dois terços), dos membros da Igreja, em primeira convocação, da metade e mais um, em segunda convocação, 7 (sete) dias após, e de 1/3 (um terço) em terceira convocação, também 7 (sete) dias após. 2 o - As decisões sobre os assuntos a que se refere o parágrafo 1 o serão tomadas pelo voto favorável de 2/3 (dois terços), dos presentes à Assembléia Geral; 3 o - Para deliberar sobre a dissolução da Igreja será necessário o voto favorável de 80% (oitenta por cento) dos seus membros, em 2 (duas) Assembléias Gerais, realizadas com intervalo de 3 (três) meses, devendo a convocação ser feita, expressamente para esse fim, com ampla publicidade, observada a antecedência de 30 (trinta) dias para a convocação. 4 o - Em qualquer deliberação, o resultado final da votação deverá ser fiel e integralmente registrado em ata. 5 o - Na apreciação dos assuntos levados ao plenário da Assembléia Geral, a Igreja adotará as regras Parlamentares da Convenção Batista Brasileira, podendo adaptá-la à sua realidade, se julgar necessário fazê-lo. Artigo 36º O Conselho de Líderes deverá acolher representação que lhe seja dirigida por um mínimo de 1/5 (um quinto) dos membros da Igreja solicitando a convocação da Assembléia Geral, para apreciar assuntos expressos na representação. CAPÍTULO VIII DA COMISSÃO DE FINANÇAS Artigo 37º A Igreja elegerá, anualmente, em Assembléia Geral, uma Comissão de Finanças, constituída de 5 (cinco) membros, com as seguintes atribuições: I. examinar e dar parecer sobre relatórios periódicos, não excedendo a 3 (três) meses, e anuais, elaborados pela tesouraria; II. acompanhar a evolução financeira e o registro contábil; III. examinar, periodicamente, os relatórios financeiros, os lançamentos de todas as contas da Igreja, recolhimentos legais, oferecendo o competente parecer para apreciação da Assembléia Geral;
IV. recomendar as medidas administrativas necessárias à manutenção do equilíbrio financeiro. CAPÍTULO IX DO PATRIMÔNIO E DA RECEITA Artigo 38º A receita e o patrimônio da IGREJA constituem-se de: I. A receita financeira da IGREJA compõe-se de dízimos, ofertas, e contribuições de seus membros, entregues voluntariamente, bem como ofertas especiais de qualquer outra pessoa física ou jurídica, e somente serão reembolsáveis na hipótese de, comprovadamente, ser o doador pessoa incapaz nos termos da lei; II. O patrimônio compõe-se de bens móveis e imóveis, semoventes e utensílios adquiridos por compra, permuta, doação ou legado em dinheiro ou títulos, que serão registrados no nome da IGREJA e, assim como sua receita, serão aplicados integralmente na consecução de seus fins; Parágrafo Único Nem o pastor, nem a diretoria, nem os membros da igreja, nem seus usuários, sob hipótese alguma, jamais participam da receita e do patrimônio da igreja, nem recebem qualquer benefício, direto ou indireto, oriundo das fontes da igreja, não restando nenhum direito à restituição de qualquer tipo de donativos; nem respondem, mesmo que subsidiariamente, pelas obrigações da igreja. Artigo 39º Somente a Assembléia Geral poderá autorizar o reconhecimento de donativos e legados à IGREJA e somente esta também poderá autorizar à Diretoria a alienar e gravar qualquer bem pertencente à IGREJA. Artigo 40º A IGREJA não concederá avais ou fianças, nem assumirá quaisquer obrigações estranhas às suas finalidades, ficando, inclusive, o Pastor da IGREJA impedido de conceder fianças em nome da IGREJA. CAPÍTULO X DAS DIVERGÊNCIAS DOUTRINÁRIAS Artigo 41º Ocorrendo divergências entre os membros da Igreja, no tocante às doutrinas Batistas, como expostas na Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, que causem divisões, os bens patrimoniais ficarão na posse, domínio e administração do grupo que permanecer na Igreja e fiel às mencionadas doutrinas, mesmo que seja constituída pela minoria, podendo ser nomeado um concílio de arbitramento composto de 8 (oito) pastores em exercício no pastorado de Igrejas filiadas à Convenção Batista Catarinense, tendo cada parte o direito de indicar 4 (quatro) componentes do Concílio, considerando-se vencida a parte que a isto se opuser. CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E DISSOLUÇÃO DA IGREJA Artigo 42º Os membros da Igreja não respondem, individual, solidária ou subsidiariamente, pelas obrigações por ela contraídas, bem como, reciprocamente, a Igreja não responde pelas obrigações assumidas por seus membros. Parágrafo Único - Não haverá solidariedade da Igreja quanto às obrigações contraídas por outras igrejas ou instituições denominacionais. Artigo 43º A Igreja só poderá ser dissolvida pela Assembléia Geral quando não estiver cumprindo, reconhecidamente, as suas finalidades, observando o disposto nos artigos 2 o e 3 o deste estatuto.
Parágrafo Único O voto em contrário de três de seus membros associados bastará para que a Igreja não seja dissolvida. Artigo 44º Na hipótese de dissolução da Igreja, o patrimônio líquido será destinado à Convenção Batista Catarinense, e, na sua falta, à Convenção Batista Brasileira ou outra associação denominacional que venha sucedê-la. Artigo 45º Este estatuto só poderá ser reformado em Assembléia Geral e extraordinária, convocada para este fim, observadas as condições e exigências previstas no artigo 34 o, parágrafo 1 o e parágrafo 2 o, sendo irreformáveis o presente artigo, bem como os artigos 2 o ;3 o ; 34 o 3 o ; 40 o ; 43 o e 44 o. Artigo 46º Este estatuto entrará em vigor após o seu registro no cartório (Ofício) de Títulos e Documentos e das Pessoas Jurídicas. O presente estatuto reforma o anterior, sendo este aprovado em Assembléia Extraordinária realizada no dia... de julho de 2011, seguindo as regras do Código Civil de 2002.