Estatuto do C.A. Oceanografia UFES
|
|
|
- Marcelo Fonseca
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Estatuto do C.A. Oceanografia UFES Capítulo I - Da Entidade Art. 1º O Centro Acadêmico de Oceanografia, sociedade civil, sem fins lucrativos, apartidária, com sede e foro na cidade de Vitória ES, é o órgão de representação estudantil do curso de Oceanografia da Parágrafo Primeiro - O Centro Acadêmico de Oceanografia, a seguir denominado de C.A., reconhece o Diretório Central dos Estudantes (DCE)*,a União Estadual dos Estudantes de Vitória e a União Nacional dos Estudantes (UNE), como entidades legítimas de representação dos estudantes, nos seus respectivos níveis de atuação, reservando, face a elas, sua autonomia. Parágrafo Segundo - Toda ação efetuada em nome deste Estatuto e de conformidade com suas cláusulas provém do poder delegado pelos estudantes e em seu nome será exercido. Art. 2º O C.A. tem por objetivos: Reconhecer, estimular e levar adiante a luta dos estudantes do curso de de Oceanografia da a. Luta pela ampliação da participação da representação estudantil nos órgãos colegiado. b. Organizar e orientar a luta dos estudantes, ao lado do povo, para a construção de uma sociedade livre, democrática e sem exploração. c. Estimular e defender qualquer tipo de movimento ou organização democrática autônoma que estejam orientados no sentido dos objetivos que constam deste estatuto. d. Organizar os estudantes de Oceanografia na luta por uma Faculdade/ Universidade crítica, autônoma e democrática. Capítulo II - Dos Elementos da Entidade Art. 3º - São elementos do C.A.: I - Seus patrimônios II - Seus sócios Seção I - Do Patrimônio. Art. 4º - O patrimônio da entidade é constituído pelos bens que
2 possui e por outros que venha a adquirir, cujos rendimentos serão aplicados na satisfação dos seus encargos. Art. 5º - A receita da entidade é constituída por: Dividendos a. Auxílios e subvenções b. Doações e legados c. Renda auferida em seus Empreendimentos* caso haja Seção II - Dos sócios. Art. 6º - São sócios do C.A. todos os alunos regularmente matriculados no curso de graduação de de Oceanografia da Art. 7º - São direitos dos sócios: a. Votar e ser votado, conforme as disposições do presente estatuto. b. Participar de todas as atividades promovidas pelo C.A. c. Reunir-se, associar-se e manifestar-se nas dependências do C.A., bem como utilizar-se seu patrimônio para realizar e desenvolver qualquer atividade que não contrarie o presente estatuto. d. Ter acesso aos livros e documentos do C.A. Art. 8º - São deveres dos sócios: a. Cumprir e fazer cumprir o estabelecimento no presente estatuto, bem como as deliberações das instâncias do C.A. b. Lutar pelo fortalecimento da entidade. c. Zelar pelo patrimônio moral e material da entidade. d. Exercer com dedicação e espírito de luta a função de que tenham sido investidos. Capítulo III - Da organização e do funcionamento da entidade. Art.9º São instâncias do C.A. a. Assembléia Geral
3 b. Diretoria Seção I Da Assembléia Geral Art. 10º - A Assembléia Geral é a instância máxima de deliberação da entidade Art. 11º - A Assembléia Geral realiza-se: a. Por iniciativa de, no mínimo, 3 membros da diretoria b. Por requerimento de 1/10 (um décimo) de sócios à Diretoria, que deve proceder imediatamente a convocação. Parágrafo Único - Toda Assembléia Geral será convocada através de Edital afixado na sede do C.A. e no recinto da Faculdade, o qual mencionará data, horário, local e pauta. Art. 12º - A assembléia Geral se realiza e delibera com a presença mínima de 1/10 dos sócios. Art. 13º - São atribuições da Assembléia Geral: a. Aprovar seu regimento interno b. Aprovar reforma dos Estatutos, pelo voto de 50% 1 (cinqüenta por cento mais um) dos presentes c. Aprovar e alterar o regulamento eleitoral d. Criar sobre medidas de interesses dos sócios e. Deliberar sobre casos omissos do presente Estatuto Seção II Da Diretoria. Art. 14º - A Diretoria é a instância responsável pelo encaminhamento e execução das atividades cotidianas das entidades. Art. 15º - Compete à Diretoria: a. Representar os estudantes do curso de de Oceanografia da b. Cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto, bem como divulgá-lo entre os sócios. c. Respeitar e encaminhar as decisões do C.A. d. Planejar e viabilizar a vida econômica da entidade.
4 e. Convocar a Assembléia Geral. f. Convocar as eleições para a Diretoria do C.A. g. Apresentar relatório de suas atividades e balanço ao término do mandato. Art. 16º - Das atribuições de cada Diretoria DIRETORIA GERAL À Diretoria Geral compete planejar e coordenar a dinâmica da execução das atividades administrativas que serão realizadas pelas Diretorias específicas, bem como validar documentos através de assinaturas, mediar reuniões e ser o representante legal do Centro Acadêmico. É composta por um presidente e um vice- presidente. a. Presidir as eleições da Diretoria b. Presidir as sessões de Assembléia Geral e da Diretoria II - Do Vice- Presidente c. Substituir, com as mesmas atribuições do Presidente, nos casos de ausência ou impedimento d. Auxiliar o Presidente na coordenação das sessões da Diretoria e da Assembléia Geral III e. Secretariar as Assembléias suplentes, variável de 1 a 3 membros. DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO Buscar mecanismos e documentos para viabilizar as realizações do Centro Acadêmico. DIRETORIA FINANCEIRA Responsável pela administração do patrimônio do Centro Acadêmico. DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO Diretoria paralela a todas, com função de executar a propagação das informações de forma clara e objetiva. Promover sob diversas abordagens e meios de comunicação as realizações e os eventos do Centro Acadêmico. Ter a função de enviar as pautas das reuniões para todas as turmas de forma cautelosa e objetiva.
5 DIRETORIA DE MOVIMENTOS SOCIAIS E POLÍTICAS EDUCACIONAIS Promover a consciência estudantil, realizar atividades de caráter educativo para alunos, professores e sociedade. Divulgar eventos, movimentos e/ou cursos que acrescentem aos alunos de Oceanografia. Estar atualizado aos programas sociais realizados pela UFES destinado aos alunos. Além disso, promover e organizar eventos de cunho festivo, a fim de integrar os alunos da Oceanografia e viabilizar obtenção de renda para o Centro Acadêmico de Oceanografia. Parágrafo Primeiro O membro repesentante das diretorias que se ausentar em três reuniões durante o sementre, sem se justificar, estará automaticamente excluído do corpo gestor do C.A. de Oceanografia. Parágrafo Segundo Caso um dos membros representantes do C.A. de Oceanografia desajar abrir mão de seu cargo ou função dentro do corpo gestor, deve apresentar por meio de carta formal, encaminhada aos outros membros,seu pedido de afastamento. Parágrafo Terceiro Durante o período de gestão, os membros das diretorias podem trocar de funções, desde que registrem em ATA, encaminhada aos outros sócios do C.A. Oceanografia. Art. 17º - São responsabilidades específicas: a - Do Presidente - representar pública e juridicamente as reuniões de Diretoria b. Lavrar as atas das Assembléias Gerais e assiná-la com o Presidente c. Secretariar as eleições da Diretoria IV - Do Tesoureiro Geral d. Executar o planejamento econômico aprovado pela Diretoria e. Movimentar, conjuntamente com o Tesoureiro, as contas bancárias da entidade f. Apresentar balancete da entidade g. Rubricar os livros contábeis* pode-se acrescentar outros cargos de acordo com a necessidade do C.A. Capítulo IV - Da eleição da Diretoria *.
6 Art. 18º - A Diretoria se elege por maioria simples, dentro da chapa representante através do sufrágio universal, direto e secreto, para mandato de um (1) ano. Parágrafo Primeiro - A eleição deverá ser convocada com, no mínimo, um (1) mês de antecedência. Parágrafo Segundo - O prazo máximo para inscrição de chapas é de 48 (quarenta e oito) horas antes da realização das eleições. Parágrafo Terceiro - As chapas devem apresentar, no ato de sua inscrição, os nomes de seus membros efetivos e seus cargos suplentes. Parágrafo Quarto - Sendo a eleição por chapa, não é permitido o voto nominal para cada cargo. Art. 19º - A chapa vencedora tomará posse até, no máximo, 15 (quinze) dias após a apuração dos votos. Capítulo V - Das disposições Gerais e Transitórias. Art. 20º - O presente Estatuto somente poderá ser reformado, total ou parcialmente, se assim for requerido por 1/3 (um terço) dos sócios. Art. 21º - A reforma total do Estatuto deverá ser aprovada em Assembléia Geral, convocada especificamente para este fim e com "quorum" mínimo de 50% 1 (cinqüenta por cento mais um) dos sócios. Art. 22º - Os sócios não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações contraídas em nome do C.A. Art. 23º - Os diretores não são pessoalmente responsáveis pelas obrigações contraídas em nome do C.A., em virtude de ato regular de gestão. Art. 24º - Não é admitido o voto por procuração. Art. 25º - O presente Estatuto entra em vigor no dia 1 de Abrlil de 2011, data de sua aprovação em Assembléia Geral. Miguel Chaves Saldanha, Diretor Geral da gestão 2010/2011
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO CENTRO ACADÊMICO
Estatuto do Centro Acadêmico do Curso de PEDAGOGIA Capítulo I - Da Entidade Art. 1º O Centro Acadêmico, é o órgão de representação estudantil do curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Espírito
UNEMAT - UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAEPA - CENTRO ACADÊMICO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL
UNEMAT - UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAEPA - CENTRO ACADÊMICO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL ESTATUTO CAPÍTULO I DA ENTIDADE ART. 1º. O Centro Acadêmico de Engenharia de Produção Agroindustrial,
Estatuto do Centro Acadêmico do Curso de Zootecnia
1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Campus Jataí Unidade Coordenadoria do Curso de Graduação em Zootecnia Estatuto do Centro Acadêmico do Curso de Zootecnia Estatuto do Centro Acadêmico
Estatuto do Centro Acadêmico de Engenharia Química da UFPB (CAEQ)
Estatuto do Centro Acadêmico de Engenharia Química da UFPB (CAEQ) Capítulo I - Da Entidade, sede, fins e foro. Artigo 1º - O Centro Acadêmico de Engenharia Química da Universidade Federal da Paraíba CAEQ
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA FATEC CARAPICUÍBA
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA FATEC CARAPICUÍBA CAPÍTULO I - Da Entidade Art. 1º: O Centro Acadêmico do curso
Estatuto do Diretório Acadêmico do Instituto de Ciência, Engenharia e Tecnologia da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri DA
Estatuto do Diretório Acadêmico do Instituto de Ciência, Engenharia e Tecnologia da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri DA CAPÍTULO I DA ENTIDADE Art. 1º. O Diretório Acadêmico do
DO CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA CAPÍTULO I
DO CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA CAPÍTULO I Da Entidade Art. 1º O Centro Acadêmico de Economia (CAE) fundado em 05-12-2013, constitui-se em sociedade civil sem fins lucrativos, apartidária, e é o órgão
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CAMPUS CANOAS TÍTULO I
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CAMPUS CANOAS TÍTULO I DO CENTRO ACADÊMICO DO SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE Art. 1 O Centro
CENTRO ACADÊMICO XI DE AGOSTO ESTATUTO SOCIAL
CENTRO ACADÊMICO XI DE AGOSTO C.N.P.J.: 53.286.548/0001-06 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA ENTIDADE Artigo 1º O Centro Acadêmico "XI de Agosto", fundado em 1903, associação civil sem fins lucrativos, apartidária,
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art.1 - O GRUPO DO LEITE, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), entidade civil, apartidária, sem fins lucrativos,
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE FÍSICA
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE FÍSICA CAPÍTULO I - Da Entidade. Art. 1 O Diretório Acadêmico de Física, sociedade civil, sem fins lucrativos, apartidária, com sede e foro na cidade de Barreiras, Bahia,
ESTATUTO DO GRÊMIO LIVRE
ESTATUTO DO GRÊMIO LIVRE CAPÍTULO I Da denominação, sede, fins e duração. Art.1º- O grêmio estudantil À DECIDIR do Instituto Federal de educação, ciência e tecnologia de Santa Catarina, Campus Chapecó
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS CHAPECÓ GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL ESTATUTO DO GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS CHAPECÓ GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL ESTATUTO DO GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL ESTATUTO APROVADO EM 18 DE JUNHO DE 2012 CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração.
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DA AGRONOMIA 2016 ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - O Diretório Acadêmico do curso de Agronomia das Faculdades
Sociedade Brasileira de História da Ciência. Estatuto
Sociedade Brasileira de História da Ciência Estatuto Art. 1 A SOCIEDADE BRASILEIRA DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA (SBHC), fundada na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, em 16 de dezembro de 1983, é uma associação
NÚCLEO DE ESTUDOS EM LINGUAGENS, LEITURA E ESCRITA
NÚCLEO DE ESTUDOS EM LINGUAGENS, LEITURA E ESCRITA CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA SEDE E DOS OBJETIVOS Art. 1 O Núcleo de Estudos em Linguagens, Leitura e Escrita, também identificado pela sigla NELLE, entidade
ESTATUTO CONSELHO REGIONAL DOS SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DA AMSOP MICROREGIÃO DE FRANCISCO BELTRÃO CAPITULO I
1 ESTATUTO CONSELHO REGIONAL DOS SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DA AMSOP MICROREGIÃO DE FRANCISCO BELTRÃO CAPITULO I Da Denominação, Sede, Duração e Área de atuação Artigo 1º. A organização denominada
COOPERATIVA DE ENSINO DE OURINHOS COLÉGIO PÓLIS
ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL A Lei Federal nº 7.398 de 04/11/85, assegura a organização de Grêmios Estudantis nas Escolas, com as finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais. Grêmio
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE CIÊNCIA POLÍTICA DA UFPE
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE CIÊNCIA POLÍTICA DA UFPE CAPÍTULO I DAS ATRIBUIÇÕES ART. 1º - São atribuições do DA de Ciência Política: a) Representar os estudantes de Ciência Política da UFPE, mantendo
Estatuto Hemodinâmica
Estatuto Hemodinâmica CAPÍTULO I Do Departamento, sua organização e finalidade Art. 1º - O Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SBC/RS),
CAPÍTULO I Princípios Gerais. ARTIGO 1.º Denominação, âmbito e sede
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR FRANCISCO FERNANDES LOPES ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais ARTIGO 1.º Denominação, âmbito e sede 1 - A Associação de Estudantes do Agrupamento
REGIME TO ELEITORAL DO SI DICATO DOS SERVIDORES MU ICIPAIS DE CA ELA - RS TÍTULO I. Da Comissão Eleitoral. Capítulo I Das Generalidades
REGIME TO ELEITORAL DO SI DICATO DOS SERVIDORES MU ICIPAIS DE CA ELA - RS TÍTULO I Da Comissão Eleitoral Das Generalidades Art. 1º - A Comissão Eleitoral do Sindicato dos Servidores Municipais de Canela
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS. Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015.
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015 Página 1 de 15 CAPÍTULO I Princípios Gerais ARTIGO 1.º (Denominação, âmbito, sede, sigla
ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.
ESTATUTO DA AAPCEU TÍTULO I - DA ENTIDADE Capítulo Único - Da Denominação, Sede e Objeto ART. 1º - A Associação dos Aposentados e Pensionistas da Caixa dos Empregados da Usiminas, doravante denominada
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFPEL
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFPEL CAPÍTULO I Da natureza e dos fins do Centro Acadêmico Art. 1º O Centro Acadêmico dos Cursos de Ciências Biológicas da Universidade
CENTRO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CAMPUS BACANGA CAPED/UFMA
CENTRO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CAMPUS BACANGA CAPED/UFMA ESTATUTO CAPÍTULO I DA ENTIDADE Art. 1º. O Centro Acadêmico de Pedagogia é a entidade máxima de representação
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM 2009 SUMÁRIO TÍTULO I Da denominação, caráter, duração, sede, foro e finalidades... 3 Capítulo I Da denominação,
ESTATUTO CDL JOVEM SALVADOR. Capítulo I Da Constituição e Finalidade
ESTATUTO CDL JOVEM SALVADOR Capítulo I Da Constituição e Finalidade Art. 1º- A Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Salvador é um departamento oriundo e órgão estrutural da Câmara de Dirigentes Lojistas
Estatuto do Centro Acadêmico do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia CACIS UFU TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO CAPÍTULO I
Estatuto do Centro Acadêmico do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia CACIS UFU TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO CAPÍTULO I DO CACIS E SEUS FINS Art. 1º - O Centro Acadêmico do curso de
Estatuto da Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná
1 Estatuto da Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná Capítulo I A Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná e seus Fins Artigo 1º. A Associação
ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DO IFSC CÂMPUS ARARANGUÁ (Aprovado em Assembleia Geral realizada no dia 25 de setembro de 2013)
ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DO IFSC CÂMPUS ARARANGUÁ (Aprovado em Assembleia Geral realizada no dia 25 de setembro de 2013) CAPÍTULO I Da denominação, sede, fins e duração Art.1 - O Grêmio Estudantil
REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES
REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DO LEVANTE DA MAIA ESTATUTOS
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DO LEVANTE DA MAIA ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1.º Denominação, âmbito e sede 1. A Associação de Estudantes da Escola Básica e Secundária
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
1 ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DA FORMAÇÃO Art. 1 O CENTRO ACADÊMICO DE PSICOLOGIA (CAP-UFPR) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, único
CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO
- ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE - Arroio do Tigre/RS. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO Artigo 1 - A ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE, fundada
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO PROF. MORAES JUNIOR CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO PROF. MORAES JUNIOR CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Art. 1º. O DIRETÓRIO ACADÊMICO DOS ALUNOS da FACULDADE PRESBITERIANA MACKENZIE RIO é entidade máxima de representação dos estudantes
PROPOSTA DE ESTATUTO DA NAPA CPII
PROPOSTA DE ESTATUTO DA NAPA CPII ESTATTUTO DA NOVA ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MÃES E RESPONSÁVEIS DE ALUNOS E ALUNAS DO COLÉGIO PEDRO II -CAMPI SÃO CRISTÓVÃO - NAPA CPII CAPÍTULOI Da Denominação, da Natureza,da
Art. 4 - Os associados do Centro Acadêmico classificam-se em categorias: A) fundadores; B) honorários; C) efetivos.
CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E DA SEDE Art. 1 - O Centro Acadêmico Prof. André Franco Montoro, órgão legítimo de representação discente, autônomo, apartidário, filiado à UNE (União Nacional dos Estudantes),
ESTATUTO FUNDAÇÃO CULTURA ARTÍSTICA DE LONDRINA
ESTATUTO FUNDAÇÃO CULTURA ARTÍSTICA DE LONDRINA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO E FINALIDADES Art. 1º - Fundação Cultura Artística de Londrina, Funcart, com sede e foro na cidade de Londrina,
ESTATUTO FENEC CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO
ESTATUTO FENEC CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Artigo 1º - A Federação Nacional dos Estudantes de Engenharia Civil, doravante denominada FENEC, fundada em 10 de Abril de 2015, na cidade de Gramado,
ESTATUTO DO CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES- GERAIS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DOS ESTADOS E DA UNIÃO CNCGMP
ESTATUTO DO CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES- GERAIS DO CNCGMP Conforme 103ª Reunião Ordinária do dia 05 de agosto de 2016, à unanimidade, o CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES-GERAIS DO aprovou a redação
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO LUPE COTRIM. CAPÍTULO I Da Entidade, da Denominação, da Duração, da Sede, do Foro e da Formalidade
1 ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO LUPE COTRIM CAPÍTULO I Da Entidade, da Denominação, da Duração, da Sede, do Foro e da Formalidade Artigo 1º O Centro Acadêmico Lupe Cotrim, neste estatuto denominado simplesmente
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG COLEGIADO DA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 38, DE 16 DE MAIO DE 2017
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Pró-Reitoria de Graduação Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700 - Alfenas/MG - CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1329 Fax: (35) 3299-1078 [email protected]
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS REGULAMENTO CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, AREA DE AÇÃO E UTILIZAÇÃO ART. 1º - Fica instituído,
Estatuto do Centro Acadêmico de História - UDESC
Estatuto do Centro Acadêmico de História - UDESC Título I - Disposições Preliminares Art. 1º - O Centro Acadêmico de História, associação civil sem fins econômicos, com duração indeterminada, é a entidade
FACULDADE MACHADO DE ASSIS PORTARIA N 1.190, DE 16 DE OUTUBRO DE 1998
FACULDADE MACHADO DE ASSIS PORTARIA N 1.190, DE 16 DE OUTUBRO DE 1998 REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE MACHADO DE ASSIS SEÇÃO I Do Conceito do Colegiado de Curso Art. 1º
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - O Centro Acadêmico do curso de Tecnologia de Alimentos Campus Barbacena, do Instituto Federal do Sudeste de Minas
ESTATUTO CENTRO ACADÊMICO DE TEATRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CAT-UNIFAP
ESTATUTO CENTRO ACADÊMICO DE TEATRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CAT-UNIFAP MACAPÁ, 29 DE ABRIL DE 2016 ESTATUTO SOCIAL CENTRO ACADÊMICO DE TEATRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CAT- UNIFAP CAPÍTULO 1
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PÓS-GRADUANDOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PÓS-GRADUANDOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA CAPÍTULO I - DA FINALIDADE E DA DEFINIÇÃO Artigo 1º - A Associação de Pós-graduandos da Universidade de Brasília, fundada em 06 de julho
REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO MEDICINA. Seção I Do Colegiado e seus fins
REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO MEDICINA Seção I Do Colegiado e seus fins Art. 01. O Colegiado do Curso de Graduação em Medicina do IMS/UFBA é regido por este Regimento, observadas as disposições
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CAPÍTULO I - Da denominação, Natureza, Foro e Duração: Art. 1º O CAPE, é o CAPE dos Estudantes de Pedagogia da UEPA, denominado
Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio Salesianos do Porto ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da denominação, natureza e fins
CAPÍTULO I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º A, (adiante designada por Associação), congrega e representa Pais e Encarregados de Educação do Colégio Salesianos do Porto, abaixo designado por Colégio.
ESTATUTO DO SINAGÊNCIAS Sindicato Nacional dos Servidores e Demais Agentes Públicos das Agências Nacionais de Regulação
ESTATUTO DO SINAGÊNCIAS Sindicato Nacional dos Servidores e Demais Agentes Públicos das Agências Nacionais de Regulação (Aprovado em 22 de dezembro de 2004, em Brasília-DF) Capítulo I Do Sindicato e seus
Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP
CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, âmbito e sede 1. A Associação de Estudantes adiante designada por Associação, é a organização representativa dos alunos da (ETPZP). 2. A presente Associação,
ESTATUTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM OLERICULTURA-NEOL. Capítulo I. Da Natureza e Finalidade
ESTATUTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM OLERICULTURA-NEOL Capítulo I Da Natureza e Finalidade ART. 1º - O NEOL é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão da da Universidade José
ESTATUTO DO CENTRO DE ESTUDOS DA IMAGINÁRIA BRASILEIRA CEIB
ESTATUTO DO CENTRO DE ESTUDOS DA IMAGINÁRIA BRASILEIRA CEIB CAPÍTULO I Da Sociedade e suas Finalidades Art. 1 o. O Centro de estudos da Imaginária Brasileira - CEIB, fundado em 29 de outubro de 1996, é
REGIMENTO DAS ELEIÇÕES PARA A ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ACADÊMICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA CAMPUS PIRACICABA
REGIMENTO DAS ELEIÇÕES PARA A ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ACADÊMICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA CAMPUS PIRACICABA CAPÍTULO I DO REGIMENTO ELEITORAL Art. 1º Este Regimento Eleitoral,
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA BÍBLICA (ABIB)
1 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA BÍBLICA (ABIB) TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1 A Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB) é uma associação de direito privado, de
