ELETRICIDADE: Cuba Eletrolítica Mapeando Campos Elétricos

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Transcrição:

FÍSICA 8 ELETRICIDADE: Cuba Eletrolítica Mapeando Campos Elétricos NOME ESCOLA EQUIPE SÉRIE PERÍODO DATA OBJETIVOS Obter superfícies equipotenciais em uma cuba eletrolítica. Mapear o campo elétrico a partir das superfícies equipotenciais. Desenvolver os conceitos de potencial e campo. Familiarizar-se com o campo para diversas distribuições de carga. INTRODUÇÃO O vetor campo elétrico (E) em um ponto do espaço é definido como a relação entre a força que uma carga sente se for colocada naquele ponto e o valor da carga. Isto é, se colocarmos uma carga q em um ponto em que o campo é E, a força sobre esta carga será: e F = q E (1.1) E = F/q (1.2) Medir o campo elétrico, então, pode ser feito medindo a força que age sobre uma carga conhecida. Uma forma alternativa, e mais prática, de se medir o campo elétrico é a partir do potencial elétrico. Quando uma carga q é deslocada de um ponto com potencial V A para outro ponto com potencial V B o campo elétrico realiza sobre ela um trabalho q (V A V B ). Como o trabalho é a força multiplicada pela distância, a força média pode ser calculada se conhecemos o potencial e a distância. Conhecendo a força e a carga também podemos calcular o campo: Substituindo 1.2 em 1.3: F d = q (V A V B ) F / q = (V A V B ) /d (.3) E = (V A V B ) /d (1.4) Se conhecermos duas superfícies nas quais o potencial elétrico é constante as equipotenciais podemos calcular o campo elétrico médio entre elas lembrando que o campo é sempre perpendicular às equipotenciais e usando a fórmula acima para calcular seu valor. Infelizmente é muito difícil medir os campos eletrostáticos diretamente. As cargas envolvidas, em geral, são muito pequenas e podem ser alteradas no processo de medição. Neste experimento substituímos o dielétrico que normalmente separa as cargas (vácuo ou dielétrico) por uma solução que seja condutora. Deste modo as cargas fluem dentro da solução e devem ser rapidamente substituídas de modo a manter o campo constante. Isto se consegue com o uso de uma bateria ou de uma fonte de tensão constante. Como veremos, o potencial elétrico dentro da solução pode ser facilmente medido e a partir dele podemos calcular o campo elétrico. Um conceito bastante útil na visualização de um campo elétrico é o de linha de força. Uma linha de força é uma linha que é paralela ao campo elétrico em qualquer ponto. Assim quando desenhamos uma linha de força temos uma idéia bastante clara da forma do campo elétrico. Na figura 1 o campo elétrico é representado por linhas de força e por equipotenciais em duas situações simples. Uma propriedade importante das linhas de força é que elas são sempre perpendiculares às equipotenciais.

(a) carga positiva isolada (b) Duas cargas positivas Figura 1 - Linhas de força e equipotenciais. Observe que as linhas de força (linhas cheias) sempre são perpendiculares às equipotenciais (linhas tracejadas). As linhas de força têm a mesma orientação que o campo elétrico, assim elas saem das cargas positivas e entram nas cargas negativas. Observe como as linhas de força na figura 1b se dobram para fora sugerindo visualmente a repulsão que acontece entre as duas cargas. Como seriam as linhas de força se todas as cargas positivas da figura 1b fossem substituídas por cargas negativas? E se apenas uma delas fosse substituída por uma carga negativa? Uma limitação da figura é que ela representa as equipotenciais e as linhas de força apenas no plano do desenho, mas o campo eletrostático ocupa todo o espaço em torno das cargas. Assim, as equipotenciais não são curvas, são superfícies e existem linhas de força que saem dos dois lados do papel, mas que não conseguimos reproduzir neste tipo de figura. UNIDADES DE CARGA ELÉTRICA, CAMPO ELÉTRICO E POTENCIAL ELÉTRICO - SI As unidades que usaremos em nossos experimentos são: carga elétrica q coulomb (C) campo elétrico E newton por coulomb (N/C) ou volts por metro (V/m) potencial elétrico V volt (V) Você sabe transformar newtons por coulomb em volts por metro? Antes de iniciar o experimento procure imaginar como será o campo elétrico. Como são as linhas de força que partem de um eletrodo? MATERIAL Cuba eletrolítica: - bacia de isopor - placa de acrílico com fórmica - 2 eletrodos cilíndricos - ponta de prova - água (~ 300 ml) Potenciômetro Fonte de tensão regulável de 2 V a 10 V Multímetro 3 cabos banana-banana 3 cabos banana-jacaré Régua PROCEDIMENTO Montando a cuba eletrolítica 1. Sobre uma superfície horizontal, coloque a placa de acrílico na bacia de isopor com a fórmica para cima. Coloque os eletrodos conforme a figura 2. Os eletrodos devem ficar a uma distância de aproximadamente 10 cm. Marque as posições dos eletrodos sobre a placa de fórmica utilizando a ponta de prova (lapiseira). Durante o experimento os eletrodos devem sempre manter a mesma posição. 2. Coloque 300 ml de água na bacia. Deve haver aproximadamente 0,5 cm de líquido sobre a placa de fórmica.

3. Ligue os terminais do multímetro à saída da fonte usando dois cabos banana-banana e ajuste a tensão para 10 V. Cuidado para não alterar esta tensão durante os experimentos. Se o indicador de curto-circuito acender durante o experimento, desligue a fonte imediatamente (IMPORTANTE!) e verifique o que está errado em seu circuito. Só religue a fonte depois de corrigir o engano. Figura 2 - (a) Cuba Eletrolítica com dois eletrodos planos (b) Diagrama da cuba eletrolítica Determinando as equipotenciais Há duas maneiras de se determinar o potencial em um ponto: usando o potenciômetro ou diretamente com o multímetro. Com o uso do potenciômetro as medidas são mais precisas, do outro modo são mais simples e fáceis de fazer. Escolha uma delas. Usando o potenciômetro Faça as conexões dos eletrodos até o potenciômetro (cabos banana-jacaré) e do potenciômetro até a fonte (cabos banana-banana), conforme o diagrama. Confira a polaridade dos eletrodos, ela será muito importante na determinação da direção do campo. Conecte o terminal positivo do multímetro ao conector central do potenciômetro usando um cabo banana-banana e o conector negativo na ponta de prova com grafite (lapiseira). Toque a ponta de prova no eletrodo negativo e ajuste o potenciômetro até medir a tensão de 2,00 V. Mergulhe a ponta de prova verticalmente na solução e marque, sobre a placa de fórmica, os pontos em que o multímetro indicar 0,00 V. O resultado será mais preciso se a ponta de prova for mantida na vertical. O número de pontos marcados deve ser suficiente para que você possa determinar a curva eqüipotencial. Anote o valor da tensão (2,00 V) para esta curva (figura 4). Evite fazer marcações muito fortes ou contínuas; o grafite também é condutor e pode alterar o campo se for usado em excesso. Reajuste o potenciômetro e repita os passos 3 e 4 para 4,00 V, 5,00 V, 6,00 V e 8,00 V. (a) Figura 3 - Ligações para medir o potencial elétrico na cuba eletrolítica. As setas indicam as garras-jacaré. (a) Com uso do potenciômetro (b) Diretamente com o multímetro. Observe a inversão nos pólos do multímetro (b)

Diretamente com o multímetro Faça as conexões dos eletrodos até a fonte (cabos banana-banana), conforme o diagrama. Confira a polaridade dos eletrodos, ela será muito importante na determinação da direção do campo. Conecte o terminal negativo do multímetro ao eletrodo negativo e o conector positivo na ponta de prova com grafite (lapiseira), usando cabos banana-jacaré. Mergulhe a ponta de prova verticalmente na solução e marque, com o grafite, o fundo para os pontos em que o multímetro indicar 2,00 V. O resultado será mais preciso se a ponta de prova for mantida na vertical. O número de pontos marcados deve ser suficiente para que você possa determinar a curva eqüipotencial. Anote o valor da tensão (2,00 V) para esta curva (figura 4). Evite fazer marcações muito fortes ou contínuas; o grafite também é condutor e pode alterar o campo se for usado em excesso. Repita o passo 3 para os pontos em que o multímetro indicar 4,00 V, 5,00 V, 6,00 V e 8,00 V. Figura 4 - Exemplo de marcação de pontos As curvas que você vai obter não são, necessariamente, parecidas com o exemplo da figura 4. Transferindo para uma folha de papel Desligue a fonte, retire os eletrodos, devolva a solução para o frasco e retire a placa de acrílico com os pontos marcados. Seque a placa com cuidado para não apagar os pontos. Transfira estes pontos para uma folha de papel (colocando uma folha sobre a placa e copiando). Não esqueça de transferir também a posição dos eletrodos. Apague os pontos da placa de fórmica utilizando uma borracha. Análise dos dados e questões 1) Una os pontos obtidos para uma mesma tensão de modo a obter uma eqüipotencial para cada tensão. 2) Trace pelo menos cinco linhas de força que partam do eletrodo positivo e cheguem ao eletrodo negativo. Para isso lembre-se de que as linhas de força são sempre perpendiculares às equipotenciais. Olhe novamente a figura 1 e compare com o seu resultado. 3) Estime o campo elétrico (intensidade, direção e sentido) no ponto médio entre os eletrodos. 4) Calcule a força devida ao campo elétrico que atua sobre um elétron no centro da cuba Esta força seria diferente em outros pontos? Carga do elétron =1, 6 10 19 C. 5) Calcule a aceleração que este elétron sofreria se a força elétrica fosse a única que atuasse sobre ele. Massa do elétron =9, 1 10 31 kg. 6) Qual é o trabalho realizado pela força elétrica sobre um elétron que parte do eletrodo negativo até o momento em que ele atinge o eletrodo positivo? 7) Qual seria a velocidade com que um elétron atingiria o eletrodo positivo se ele saísse com velocidade nula do eletrodo negativo e não encontrasse nenhuma resistência pelo caminho? 8) Qual seria o efeito sobre o campo elétrico se invertêssemos a polarização dos eletrodos? 9) Este experimento simula o campo criado por duas cargas pontuais. No entanto os cilindros são muito maiores do que qualquer carga pontual. Por que o resultado obtido é tão parecido com o que seria obtido se os dois eletrodos que tivessem raio muito pequeno? Lembre-se que um material condutor define uma superfície equipotencial.

OUTRAS CONFIGURAÇÕES A seguir são apresentadas algumas configurações de eletrodos alternativas. Tente responder às perguntas antes de realizar o experimento e depois compare suas previsões com os resultados obtidos. Placas planas paralelas 1) Como será o campo entre estas placas? 2) O que acontecerá com o campo se as placas forem colocadas mais próximas? 3) Você espera que a forma do campo mude? 4) Calcule o campo sobre alguns pontos da linha que une o centro das duas placas. O que você observa? Placas perpendiculares 1) Como você espera que seja o campo em torno da ponta central? 2) Depois de realizar o mapeamento calcule o campo em alguns pontos na linha que une o centro da placa da esquerda com a ponta da placa da direita o que você observa? 3) Que dispositivo prático utiliza este resultado? Placa e cilindro 1) Como será o campo em torno da carga pontual? 2) As linhas de campo que partem do cilindro se curvam em que direção? Por quê?