CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de FRIO E CLIMATIZAÇÃO PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Desenho Técnico Escolas Proponentes / Autores E P Amar Terra Verde E P e Artística da Marinha Grande Eng. Norton de Matos (Coordenador) Eng. Luís Santos Eng. José Lameiras Direcção-Geral de Formação Vocacional 2005
Parte I Orgânica Geral Índice: Página 1. Caracterização da Disciplina.. 2 2. Visão Geral do Programa.... 2 3. Competências a Desenvolver... 3 4. Orientações Metodológicas / Avaliação. 3 5. Elenco Modular...... 4 6. Bibliografia... 5 1
1. Caracterização da Disciplina A disciplina de Desenho Técnico faz parte da Componente de Formação Técnica do Curso Profissional de Técnico de Frio e Climatização e constitui uma base comum da família profissional de mecânica. Com a disciplina de Desenho Técnico pretende-se proporcionar ao aluno um harmonioso desenvolvimento de capacidades inerentes à natureza específica de uma linguagem de representação gráfica e comunicação universal, desempenhando um papel fundamental na formação de Técnicos de Frio e Climatização. O Desenho Técnico, associado à normalização, é um eficaz veículo de comunicação de ideias e ordenações técnicas e operacionais, para além de fomentar o ambiente criativo e o sentido da qualidade que emana de uma boa representação nos trabalhos realizados. A associação desta disciplina com as restantes da Componente Técnica, nomeadamente as de Tecnologia e Processos e de Práticas Oficinais, permite congregar uma variedade de saberes que se complementam e que, com recurso às novas tecnologias de informação, proporcionam uma intervenção expressiva na área da concepção e/ou modificação de peças, bem como na montagem e manutenção de equipamentos de Frio e Climatização.. 2. Visão Geral do Programa O elenco modular da disciplina constitui um percurso de ensino/aprendizagem orientado para a sequência lógica e progressiva, assumindo a característica de aprofundamento, nos casos em que isso o justifique e de complementarização e inovação nos restantes casos. Desta forma, esta disciplina contribuirá para a formação de um indivíduo autónomo e completo, com espírito crítico e capacidade de iniciativa adequado ao seu enquadramento profissional e social. Noções básicas de Desenho Técnico CAD Desenho Assistido por Computador Aplicações com Desenho Esquemático e Desenho de Projecto 2
3. Competências a Desenvolver Pretende-se que o aluno adquira e desenvolva, de uma forma geral, hábitos de asseio e organização, e de obediência a Normas e regulamentos específicos no âmbito do Frio e Climatização, com a finalidade de: Utilizar a Geometria Descritiva em situações de comunicação e registo; Aplicar as normas de Desenho Técnico; Reconhecer e aplicar normas específicas de Frio e Climatização; Fazer uma leitura e interpretação correcta de um documento técnico ou Desenho Técnico, especifico da área de Frio e Climatização; Seleccionar e utilizar os equipamentos e documentos técnicos base necessários para a execução de determinado Desenho Técnico; Realizar a produção de Desenhos Técnicos no âmbito da sua actividade profissional; Seleccionar e executar as projecções adequadas à representação de uma peça, em conformidade com a finalidade do desenho; Executar planificações de elementos simples isolados ou combinados; Executar desenhos de peças e de conjuntos mecânicos, em projecções ortogonais e em perspectivas, utilizando a representação em esboço ou rigorosa e com recurso ao desenho assistido por computador; Ler e interpretar esquemas e projectos de AVAC. 4. Orientações Metodológicas / Avaliação Esta disciplina deve, mais do que o simples adestramento numa forma de representação normalizada, desenvolver capacidades de análise conceptual, pelo que a necessidade de estimular o esboço, permitirá uma significativa economia de tempo na execução, maior vivência na aprendizagem e adaptação mais aproximada ao trabalho de desenho previsível, quer em gabinete, como estudo prévio para desenho em CAD, quer em locais de produção, montagem, manutenção, reparação, etc. embora a importância da representação rigorosa manual tenha decrescido imenso com o aparecimento das aplicações de CAD, ela deve ser utilizada, sobretudo no início da leccionação, pois continua a revelar-se como o melhor modo de iniciação e sensibilização dos alunos para as formas de representação normalizada; em complemento, também o desenho assistido por computador constitui um pilar forte da disciplina e de avanço indispensável nas tecnologias de informação. O CAD introduzir-se-á nos últimos dois anos do curso; O docente da disciplina deve desenvolver os conteúdos modulares recorrendo sempre que possível a trabalhos em peças que se identifiquem com os equipamentos de Frio e Climatização de modo a: Evidenciar a aplicabilidade dos conceitos, Motivar o aluno para a pesquisa documental. 3
Deve o docente, sempre que possível, complementar os conteúdos com recurso à discussão, aberta a toda a turma sobre os trabalhos de cada aluno com menção das principais dificuldades que foram ultrapassadas. Deverá sempre valorizar-se a participação do aluno nas actividades. A avaliação deverá ser contínua e feita com base na organização e método dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, incluindo uma componente respeitante aos conhecimentos técnicos adquiridos na pesquisa documental efectuada no decorrer das sessões. O processo de avaliação constituirá uma vertente importante para o sucesso na aprendizagem dos alunos; assim, é da máxima conveniência atribuir-lhe uma cuidada metodologia. Uma avaliação diagnóstica no início do 1º ano, poderá favorecer o interesse dos alunos pela disciplina e permitir detectar eventuais insuficiências no conhecimento destes sobre as representações gráficas antes estudadas (construções geométricas, por exemplo), de forma a melhor definir estratégias na planificação sequente. Será de efectuar uma avaliação formativa e contínua, através dos trabalhos realizados e corrigidos, muitas vezes durante a própria execução, num ensino que se pretende, o mais possível, individualizado. O professor deve servir-se de grelhas de observação, onde recolha elementos referentes à atitude, capacidade, conhecimento e rigor que o aluno vai demonstrando. A escolha de alguns trabalhos realizados, para apreciação conjunta da turma, deverá servir, além de uma hetero e autoavaliação, para exemplificar qualidades, identificar objectivos e promover a motivação e a auto-estima dos alunos. 5. Elenco Modular Número Designação Duração de referência (horas) 1 Normalização e Desenho Geométrico 20 2 Geometria Descritiva 30 3 Projecções 20 4 Perspectivas 20 5 Cotagem 20 6 Cortes, Secções e Planificações 20 7 CAD (Desenho Assistido por Computador) 20 8 Elementos de Ligação e Desenho de Conjunto 30 9 Desenho Esquemático 30 10 Desenho 3D Construção Civil 25 11 Projecto de Frio e Climatização 35 4
6. Bibliografia A. Frank d Souza. Design of Control Systems. Prentice-Hall International Editions. Autodesk Civil 3D. Micrograf Billy C. Lengley. Control Systems for Air Conditioning and Refrigeration. Prentice-Hall International Editions. C. F. Mc Quinston. Heating, Ventilating and Air Conditioning. Jerald D. Parker. Carreira, António. Compêndio de Desenho. Livraria Sá da Costa Comando numérico CNC, Técnica Operacional CNC, Curso Básico. Dinalivro. Cunha, Veiga da. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian Lisboa Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza H. Ângelo, J. Carrolo, R. Beira. Introdução ao Solid Works. IST. J. Dias. Desenho Assistido por Computador com Modelação de Sólidos a 3D usando Solid Edge. AEIST J. Garcia e P. Neto. Autocad 2002 Depressa e bem. FCA Editora. J. Santos. Autocad 2002 3D Curso Completo. FCA Editora. K. A. R. Ismail. Bancos de Gelo: Fundamentos e Modelagem. Ed. do Autor. L. Sousa. Introdução ao Mechanical Desktop. AEIST Lauro Salles Cunha. Manual Prático do Mecânico. Dinalivro Manuel S. Antunes. Elementos para Construções Metalomecânicas. Porto Editora MasterCam Manuals Mateus, A. Gracia. Tolerâncias e Ajustes. Editora Polígono, SA SP Brasil Morais, Simões. Desenho de Construções Mecânicas Vol 2 e 3. Porto Editora. Ornelas, Alberto; Ribeiro, José; Silva, Manuel. Desenho e Geometria Descritiva. Desenho Técnico. Edições ASA, S.A. Porto R. Rivero. Arquitetura e Clima: Acondicionamento Térmico Natural. Editora D. C. Luzzato. R. W. Haines. Control Systems for Heating, Ventilating and Air Conditioning. Van Nostrand Reinhold. Ránky P. Computer Integrated Manufacturing. Prentice Hall. Santana, Stella; Gomes, Berta. Desenho e Geometria Descritiva. 10º Ano Porto Editora. Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho Técnico Moderno. LIDEL - Edições Técnicas Lda Soares, Óscar; Carvalho, Luís. Desenho e Geometria Descritiva. 12º Ano Texto Editora. Teles, Pedro C. Silva. Tubulações Industriais. Plátano Editora Vítor Freitas, Pedro Martins, João Ribeiro, João Silva. Mechanical Desktop 4.0- Curso Completo. FCA Editora. 5
Normas Portuguesas sobre Desenho Técnico. IPQ Lisboa Normas CETOP sobre Simbologia Pneumática e Hidráulica. IPQ Lisboa Normas CEI sobre Simbologia Eléctrica e Electrónica. IPQ Lisboa Normas DIN sobre Simbologia Pneumática e Hidráulica. IPQ Lisboa Portaria nº. 268/93, de 12 de Março. Sobre emissão de poluentes. Portaria nº. 1058/94, de 2 de Dezembro. Sobre emissão de poluentes. Decreto-Lei nº 28/2003, de 2 de Dezembro. Etiquetagem energética: Aparelhos domésticos: Ar condicionado. http://www.ipq.pt IPQ (Instituto Português da Qualidade). http://www.isq.pt ISQ (Instituto de Soldadura e Qualidade). http://www.dge.pt DGGE (Direcção Geral de Geologia e Energia) http://www.efriarc.pt EFRIARC (Associação Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado). http://www.climanet.pt Portal na área da Climatização. 6
Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Normalização e Desenho Geométrico 8 Módulo 2 Geometria Descritiva 10 Módulo 3 Projecções 13 Módulo 4 Perspectivas 15 Módulo 5 Cotagem 17 Módulo 6 Cortes, Secções e Planificações 19 Módulo 7 CAD (Desenho Assistido por Computador) 21 Módulo 8 Elementos de Ligação e Desenho de Conjunto 23 Módulo 9 Desenho Esquemático 25 Módulo 10 Desenho 3D - Construção Civil 26 Módulo 11 Projecto de Frio e Climatização 27 7
MÓDULO 1 Normalização e Desenho Geométrico Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação Neste módulo pretende-se sensibilizar o aluno para a importância da normalização aplicada no Desenho Técnico, e assim como, através do Desenho Geométrico, desenvolver práticas de utilização das ferramentas necessárias às principais construções geométricas. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Conhecer as Normas fundamentais do Desenho Técnico, Nacionais e Internacionais; Entender a importância da normalização e dos produtos normalizados; Conhecer os Organismos Nacionais e Internacionais de Normalização; Compreender a diferença entre Normas e Especificações; Conhecer a terminologia específica do Desenho Técnico; Reconhecer a necessidade de aprender Desenho Técnico como forma de comunicação; Distinguir o Desenho Técnico do Desenho Artístico; Identificar as diferentes formas de Desenho Técnico, quanto à sua natureza e função; Conhecer e utilizar os equipamentos, utensílios e materiais necessários à execução do Desenho Técnico; Utilizar correctamente os elementos de desenho (formatos, esquadrias, dobragem, linhas, legendas); Traçar construções geométricas: Bissectrizes, perpendiculares e paralelas; Desenho de polígonos; Circunferências e tangências; Oval e óvulo; Curvas espiraladas e envolvente; Curvas cíclicas; Curvas cónica;. Transposição, ampliação e redução de desenhos; Utilizar escalas. 8
3. Âmbito dos Conteúdos Módulo 1: Normalização e Desenho Geométrico 1. NORMAS DE DESENHO.1 - Normas portuguesas NP.2 - Normas europeias EN.3 - Normas ISO.4 - Outras Normas 2. DESENHO GEOMÉTRICO.1 - Bissectrizes, perpendiculares e paralelas.2 - Desenho de polígonos.3 - Circunferências e tangências.4 - Oval e óvulo.5 - Curvas espiraladas e envolvente.6 - Curvas cíclicas.7 - Curvas cónicas.8 - Transposição, ampliação e redução de desenhos 4. Bibliografia / Outros Recursos Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís Desenho Técnico Moderno LIDEL - Edições técnicas Lda. Cunha, Veiga da. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza Normas Portuguesas sobre Desenho Técnico IPQ Lisboa Ornelas, Alberto; Ribeiro, José; Silva, Manuel Desenho e Geometria Descritiva. Desenho Técnico Edições ASA, S.A. Porto www.ipq.pt IPQ (Instituto Português da Qualidade) 9
MÓDULO 2 Geometria Descritiva Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação O módulo de Geometria Descritiva permitirá construir as bases de suporte do desenvolvimento do Desenho Técnico, tornando-se uma ferramenta essencial na representação e compreensão espacial, e contribuirá para o desenvolvimento equilibrado dos módulos seguintes. Neste módulo, pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos básicos de Geometria Descritiva, sendo feita uma abordagem a figuras geométricas elementares, tais como os pontos, as linhas e as superfícies, sendo fundamental o entendimento das noções de ponto, recta e plano. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Conhecer e identificar o espaço diédrico e triédrico; Representar o ponto no espaço diédrico e triédrico; Resolver problemas de representação de pontos, rectas e planos no espaço diédrico; Representar a recta através das suas projecções e averiguar se um determinado ponto lhe pertence; Indicar a designação de uma recta e as suas características principais consoante a sua posição relativa aos principais planos de projecção; Determinar os traços de uma recta; Determinar a intersecção de uma recta com os planos bissectores; Indicar a designação de um dado plano em relação aos principais planos de projecção; Identificar os casos notáveis de representação de rectas nos planos de projecção; Adquirir critérios de rigor gráfico; Adquirir vocabulário específico da geometria descritiva. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. ESPAÇO DIÉDRICO E TRIÉDRICO.1 - Planos de projecção.2 - Planos bissectores.3 - Diedros e octantes.4 - Triedros 10
Módulo 2: Geometria Descritiva 2. O PONTO.1 - Representação do ponto no espaço diédrico.2 - Representação no espaço triédrico.3 - Localização de pontos 3. A RECTA.1 - Definição de recta.2 - Condição para que um ponto pertença a uma recta.3 - Alfabeto da recta.1- Recta de nível.2 - Recta de frente.3 - Recta de topo.4 - Recta vertical.5 - Recta fronto-horizontal.6 - Recta de perfil.7 - Recta obliqua.4 - Traços da recta.1 - Intersecção com o plano horizontal de projecção.2 - Intersecção com o plano frontal de projecção.5 - Intersecção de recta com os planos bissectores 4. O PLANO.1 - Definição de plano.2 - Planos definidos por duas rectas.3 - Planos definidos pelos seus traços.4 - Alfabeto do plano.1 - Plano de nível.2 - Plano de frente.3 - Plano de topo.4 - Plano vertical.5 - Plano de rampa.6 - Plano de perfil.7 - Plano obliquo.5 - Rectas notáveis do plano.1 - Recta de maior declive.2 - Recta de maior inclinação 11
Módulo 2: Geometria Descritiva 4. Bibliografia / Outros Recursos Carreira, António Compêndio de Desenho Livraria Sá da Costa. Santana, Stella; Gomes, Berta Desenho e Geometria Descritiva 10º Ano Porto Editora. Soares, Óscar; Carvalho, Luís Desenho e Geometria Descritiva 12º Ano Texto Editora. 12
MÓDULO 3 Projecções Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação O módulo desenvolve-se por apresentação e aplicação dos sistemas de projecção, como metodologia e técnica de representação de peças em Desenho Técnico. Após a distinção dos métodos (Europeu e Americano) utiliza-se e pratica-se o método Europeu de Projecção. Aborda-se a correcta representação da forma e dimensão das peças. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Conhecer e diferenciar os diferentes tipos de projecção; Diferenciar o método de representação ortogonal europeu do método americano, quer através de símbolos, quer através da análise de vistas; Escolher as vistas mais convenientes; Representar peças, por projecção ortogonal, utilizando o método europeu; Utilizar os planos auxiliares de projecção na representação de faces oblíquas; Interpretar formas e simbologias correntes de desenho simplificado. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. CONCEITO DE PROJECÇÃO. TIPOS DE PROJECÇÕES 2. PROJECÇÕES ORTOGONAIS.1 - Métodos de representação de Projecções Ortogonais.1 - Europeu ou do primeiro diedro.2 - Americano ou do terceiro diedro.2 - Significado das linhas.3 - Representações convencionais e representações simbólicas.4 - Vistas necessárias para representar um objecto.5 - Tipos de vistas.1 - Parciais.2 - Locais.3 - Interrompidas.4 - Auxiliares 13
Módulo 3: Projecções 4. Bibliografia / Outros Recursos Morais, Simões - Desenho de Construções Mecânicas Vol 2 e 3 - Porto Editora, Porto Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís - Desenho Técnico Moderno -LIDEL - Edições técnicas Lda Cunha, Veiga da. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza 14
MÓDULO 4 Perspectivas Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação O módulo de Perspectivas é desenvolvido em Desenho Técnico de modo a permitir uma representação gráfica que forneça uma imagem mais próxima da que é apreendida pelo observador na realidade. A perspectiva é a representação gráfica de estrema utilidade, para uma visão espacial rápida. Actualmente é fácil a sua obtenção através do sistema CAD-3D que permite a visualização das peças de diversos ângulos. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Diferenciar os diferentes tipos de perspectiva e relacioná-los com a posição do objecto; Desenhar peças prismáticas e de revolução nos vários tipos de perspectiva: cavaleira, isométrica e dimétrica; Representar planos inclinados e círculos em perspectivas isométricas; Desenhar rigorosamente a perspectiva ou projecção obliqua de qualquer objecto; Desenhar a perspectiva de uma peça partindo da sua representação em vistas múltiplas e projecções ortogonais; Definir a representação mais conveniente à representação do objecto. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. PERSPECTIVAS.1 - Classificação das perspectivas.2 - Perspectiva Isométrica.3 - Perspectiva Cavaleira.4 - Perspectiva Dimétrica 2. DESENHO DE PERSPECTIVAS RÁPIDAS.1 - Escolha da posição.2 - Métodos de construção.3 - Perspectiva de linhas curvas.4 - Perspectiva da circunferência 15
Módulo 4: Perspectivas.5 - Traçado de elipses.6 - Perspectiva de sólidos de revolução.7 - Representação de linhas 3. PERSPECTIVAS EXPLODIDAS 4. Bibliografia / Outros Recursos Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda Morais, Simões. Desenho de Construções Mecânicas Vol 2 e 3. Porto Editora, Porto Cunha, Veiga. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbeankian Lisboa Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza 16
MÓDULO 5 Cotagem Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação Este módulo permite completar a representação da forma, com as dimensões e posições dos diferentes elementos das peças. Saber cotar, é muito mais do que saber colocar as dimensões dos desenhos pois requer o conhecimento das Normas técnicas do desenho, assim como dos princípios a elas associados. O conhecimento dos processos e tecnologias de fabrico e os aspectos funcionais das peças ou de alguns dos seus elementos, é condição nuclear da cotagem. Neste módulo pretende-se dotar o aluno de conhecimentos e técnicas que lhe permitam fazer uma cotagem correcta dos desenhos técnicos, sendo este um factor determinante para uma boa interpretação de desenhos e projectos. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Usar a cotagem para indicar a forma e localização dos elementos de uma peça; Cotar desenhos com representações e aplicações diversas tais como: vistas múltiplas; desenhos de conjunto e perspectivas; Seleccionar criteriosamente as cotas a inscrever no desenho, tendo em conta as funções da peça e das tecnologias ou processos de fabrico; Aplicar as técnicas da cotagem de acordo com as Normas técnicas, de modo a garantir a legibilidade, simplicidade e clareza do desenho. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. GENERALIDADES 2. ELEMENTOS DA COTAGEM.1 - Escalas.2 - Linhas de chamada e linhas de cota.3 - Seta.4 - Cota.5 - Símbolos 3. INSCRIÇÃO DAS COTAS NO DESENHO 4. COTAGEM DOS ELEMENTOS 17
Módulo 5: Cotagem.1 - Cotagem de forma.2 - Cotagem de posição.3 - Boleados e concordâncias 5. CRITÉRIOS DE COTAGEM.1 - Cotagem em série.2 - Cotagem em paralelo.3 - Cotagem em paralelo com linhas de cota sobrepostas.4 - Cotagem por coordenadas.5 - Cotagem de elementos equidistantes.6 - Cotagem de elementos repetidos.7 - Cotagem de chanfros e furos escareados.8 - Cotas fora de escala.9 - Cotas para inspecção 6. COTAGEM DE REPRESENTAÇÕES ESPECIAIS.1 - Cotagem de meias vistas.2 - Cotagem de vistas parciais e interrompidas.3 - Cotagem de contornos invisíveis.4 - Cotagem de desenhos de conjunto.5 - Cotagem de perspectivas.6 - Cotagem de ajustamentos ou montagens.7 - Linhas de referência e anotações 7. COTAGEM FUNCIONAL.1 - Generalidades.2 - Tolerâncias.3 - Ajustamentos 4. Bibliografia / Outros Recursos Morais, Simões - Desenho de Construções Mecânicas Vol. 2 e 3 Porto Editora, Porto Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís Desenho técnico Moderno -LIDEL - Edições técnicas Lda Normas Portuguesas - LIDEL - Edições técnicas Lda. Cunha, Veiga. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbeankian Lisboa Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza 18
MÓDULO 6 Cortes, Secções e Planificações Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação Este módulo permite a utilização de simbologia adequada, possibilitando apresentar os vários modos de efectuar um corte ou uma secção num desenho. O recurso a cortes e secções no desenho técnico, faz-se em geral quando se pretende clarificar alguns pormenores importantes, que não estão claramente definidos nas projecções ortogonais. A planificação de sólidos simples, utiliza-se na construção metálica e caldeiraria. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Saber optar entre um corte e uma secção; Saber decidir sobre a necessidade de recorrer a cortes ou secções para representar claramente uma peça em projecções ortogonais; Efectuar correctamente a representação gráfica de cortes e secções no respeito das Normas de desenho aplicáveis; Efectuar planificação de sólidos simples e sua intersecção com diferentes planos previamente definidos. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. CORTES.1 - Tipos de cortes.1 - Corte total.2 - Meio corte.3 - Corte por planos paralelos.4 - Corte por planos concorrentes.5 - Corte local.2 - Selecção das zonas de corte.3 - Regras gerais em cortes.4 - Elementos que não são cortados e representações convencionais.5 - Cortes em desenhos de conjuntos de peças 2. SECÇÕES 19
Módulo 6: Cortes, Secções e Planificações.1 - Secções sucessivas.1 - Secções deslocadas.2 - Secções rebatidas 3. PLANIFICAÇÕES 4. INTERSECÇÕES 4. Bibliografia / Outros Recursos Morais, Simões. Desenho de Construções Mecânicas Vol. 2 e 3. Porto Editora, Porto Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho Técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda Cunha, Veiga. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbeankian Lisboa Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza Manuel S. Antunes. Elementos para Construções Metalomecânicas. Porto Editora 20
MÓDULO 7 CAD (Desenho Assistido por Computador) Duração de Referência: 20 horas 1. Apresentação Neste módulo, o aluno vai ter oportunidade de aprender novas tecnologias, utilizadas no desenho técnico, que lhe vão permitir executar desenhos com maior rigor. A utilização de um computador para modelar um objecto em duas ou três dimensões, juntar as partes e executar uma montagem rigorosa é uma realidade indiscutível com programas de CAD. Com estes programas também será possível optimizar recursos e tempo. De um modo sucinto, um Sistema CAD, consiste num Software que apresenta um conjunto de comandos específicos para elaborar um desenho. Estes comandos estabelecem com o utilizador um interface directo e de fácil domínio da computação gráfica relacionando aspectos da Matemática, da Geometria e da Ciência Computacional. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Identificar os componentes de um sistema CAD, em função das suas necessidades; Compreender a relação entre módulos de um sistema de CAD integrado; Conhecer e trabalhar com os comandos básicos do CAD; Identificar as necessidades de software e hardware de um equipamento informático de CAD; Fazer a representação de peças em desenho rigoroso e respectiva cotagem, Executar desenhos de conjunto simples. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. INTRODUÇÃO AO CAD 2. EQUIPAMENTOS DE UM SISTEMA DE CAD 3. O AUTOCAD. COMANDOS FUNDAMENTAIS 2D 4. DESENHO TÉCNICO EM AMBIENTE CAD 5. ARQUIVO E REPRODUÇÃO DE DESENHOS 4. Bibliografia / Outros Recursos Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho Técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda. 21
Módulo 7: CAD (Desenho Assistido por Computador) Cunha, V. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian. L. Sousa. Introdução ao Mechanical Desktop. AEIST J. Dias. Desenho Assistido por Computador com Modelação de Sólidos a 3D usando Solid Edge. AEIST H. Ângelo, J. Carrolo, R. Beira. Introdução ao Solid Works. IST. J. Santos. Autocad 2002 3D Curso Completo. FCA Editora. J. Garcia e P. Neto. Autocad 2002 Depressa e bem. FCA Editora. Vítor Freitas, Pedro Martins, João Ribeiro, João Silva. Mechanical Desktop 4.0- Curso Completo. FCA Editora. 22
MÓDULO 8 Elementos de Ligação e Desenho de Conjunto Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação Neste módulo é feita a descrição dos elementos de ligação referindo nomeadamente a sua aplicação e representação nos desenhos de conjunto. Na disciplina de Tecnologia e Processos, são identificados os principais elementos de ligação e órgãos de máquinas como componentes fundamentais à realização de um projecto de Engenharia Mecânica. Com este módulo pretende-se dotar o aluno de conhecimentos e técnicas que permitam executar e interpretar desenhos de conjunto e esquemas funcionais. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Compreender a representação dos elementos normalizados; Distinguir e compreender formas de ligação; Representar, cotar e referenciar elementos de máquinas; Distinguir os elementos normalizados na representação de conjuntos num desenho; Ler e interpretar o funcionamento de equipamentos mecânicos utilizando desenhos de conjunto; Executar desenhos de definição e de conjunto com listas de peças de equipamentos mecânicos; Consultar tabelas técnicas de elementos de ligação e outros elementos constituintes do esquema funcional; Interpretar e executar esquemas funcionais. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. ELEMENTOS DE LIGAÇÃO.1 - Permanentes.2 - Desmontáveis 2. LIGAÇÕES ROSCADAS.1 - Parafusos.2 - Porcas.3 - Pernos.4 - Furo cego..5 - Furo passante 23
Módulo 8: Elementos de Ligação e Desenho de Conjunto.6 - Tipos de rosca 3. RODAS DENTADAS 4. ANILHAS, CHAVETAS, CAVILHAS E TROÇOS 5. REBITES 6. MOLAS 7. RODAS DENTADAS 8. OUTROS ELEMENTOS DE LIGAÇÃO 9. DESENHO DE CONJUNTO 4. Bibliografia / Outros Recursos Morais, Simões. Desenho de Construções Mecânicas Vol. 2 e 3. Porto Editora, Porto Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda Lauro Salles Cunha. Manual Prático do Mecânico. Dinalivro Manuel S. Antunes. Elementos para Construções Metalomecânicas. Porto Editora Normas de Desenho Técnico Cunha, Veiga. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbeankian Lisboa Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza Tabelas Técnicas de Elementos de Máquinas 24
MÓDULO 9 Desenho Esquemático Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação Neste módulo são abordados esquemas funcionais necessários a ter em consideração numa montagem a realizar em Electricidade, Pneumática, Óleo-hidráulica e Tubagens, entre outras, na qual utilizam-se sinais gráficos Normalizados, identificando o percurso e a funcionalidade, dos aparelhos de controlo e a ligação entre os diversos elementos constituintes. Os esquemas funcionais são fundamentais para a interpretação de quaisquer sistemas. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Saber identificar e utilizar as Normas Portuguesas, CEI, CENELEC e outras consideradas fundamentais para a interpretação de esquemas; Saber analisar e interpretar circuitos de tubagens; Saber analisar e identificar os componentes de um esquema ou circuito Pneumático, Óleohidráulico, Tubagens, Eléctrico, Electrónico e outros circuitos, assim como a sua funcionalidade. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS 2. ELECTRÓNICA 3. REDES DE GÁS E DE VAPOR 4. CIRCUITOS PNEUMÁTICOS E HIDRÁULICOS 5. OUTROS ESQUEMAS FUNCIONAIS 4. Bibliografia / Outros Recursos Silva, Arlindo. Ribeiro, Tavares. Dias, João Sousa, Luís. Desenho técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda. Cunha, V. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian. Francesco Provenza. Desenhista de Máquinas. Editora F. Provenza Francesco Provenza. Projectista de Máquinas. Editora F. Provenza Blanes, Octávio. Manual de Instalações Contra Incêndios. Plátano Editora, Lisboa Silva, F. Roseiro, A. Desenho de Esquemas Eléctricos. Porto Editora Lda. 25
MÓDULO 10 Desenho 3D Construção Civil Duração de Referência: 25 horas 1.Apresentação Para a correcta instalação de equipamentos de Frio e Climatização é necessário conhecer as plantas de arquitectura e estabilidade do edifício, pelo que, a análise detalhada de desenhos de Construção Civil torna-se fundamental no desempenho dos Técnicos de Frio e Climatização. 2.Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Interpretar, definir e executar desenhos de projectos de instalações; Interpretar, conceber e representar desenhos de redes de Frio e Climatização, em estudos e projectos de Engenharia Civil e sua articulação com desenhos de projectos de outras instalações técnicas. 3. Âmbito dos Conteúdos 1. INTRODUÇÃO 2. DESENHO DE CONJUNTOS.1 - Plantas.2 - Alçados.3 - Cortes 3. DESENHO DE INSTALAÇÕES.1 - Eléctricas.2 - Fluidos.3 - Outras instalações 4. Bibliografia / Outros Recursos Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho Técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda. Cunha, V. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian. J. Santos. Autocad 2002 3D Curso Completo. FCA Editora. J. Garcia e P. Neto. Autocad 2002 Depressa e bem. FCA Editora. Autodesk Civil 3D. Micrograf 26
MÓDULO 11 Projecto de Frio e Climatização Duração de Referência: 35 horas 1. Apresentação Pretende-se com este módulo que o aluno aplique em contexto prático, os conhecimentos adquiridos nas disciplinas da Componente Técnica, ao longo do curso, de forma a possibilitar o desenvolvimento de um projecto de Frio e Climatização. Neste módulo consegue-se uma abordagem específica ao projecto de frio e climatização que permite ao aluno um desenvolvimento da sua capacidade de inovação sempre no respeito pelas técnicas de representação, contribuindo para a melhoria da sua motivação na vida profissional. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: Estabelecer os pressupostos de um projecto a desenvolver; Organizar um processo de um Projecto, organizando a estrutura documental, nomeadamente: Apresentação/objectivos do projecto; Problemas funcionais e sua solução; Disposições construtivas; Desenhos e esquemas funcionais; Teste de verificação final; Recolher a informação técnica indicada para o trabalho a desenvolver; Organizar de forma correcta a informação técnica recolhida; Preparar e programar o trabalho a desenvolver; Desenvolver todo o projecto executando todos os esquemas e desenhos necessários; Utilizar conhecimentos e técnicas, adquiridos nas disciplinas curriculares do curso. 3. Âmbito dos Conteúdos A definir de acordo com a especificidade de cada projecto, devendo ser de natureza concreta, visando a aplicação, de preferência multidisciplinar, das matérias leccionadas. Relativamente ao Desenho Técnico, o Projecto deverá ser desenvolvido pelo aluno em ambiente CAD no âmbito do Frio e/ou Climatização. 27
4. Bibliografia / Outros Recursos Módulo 11: Projecto de Frio e Climatização Teles, Pedro C. Silva. Tubulações Industriais. Plátano Editora Silva, Arlindo - Ribeiro, Tavares Dias, João Sousa, Luís. Desenho Técnico Moderno. LIDEL - Edições técnicas Lda. Cunha, V. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian. J. Santos. Autocad 2002 3D Curso Completo. FCA Editora. J. Garcia e P. Neto. Autocad 2002 Depressa e bem. FCA Editora. Autodesk Civil 3D. Micrograf C. F. Mc Quinston. Heating, Ventilating and Air Conditioning. Jerald D. Parker. K. A. R. Ismail. Bancos de Gelo: Fundamentos e Modelagem. Ed. do Autor. R. Rivero. Arquitetura e Clima: Acondicionamento Térmico Natural. Editora D. C. Luzzato. A. Frank d Souza. Design of Control Systems. Prentice-Hall International Editions. Billy C. Lengley. Control Systems for Air Conditioning and Refrigeration. Prentice-Hall International Editions. R. W. Haines. Control Systems for Heating, Ventilating and Air Conditioning. Van Nostrand Reinhold. Portaria nº. 268/93, de 12 de Março. Sobre emissão de poluentes. Portaria nº. 1058/94, de 2 de Dezembro. Sobre emissão de poluentes. Decreto-Lei nº 28/2003, de 2 de Dezembro. Etiquetagem energética: Aparelhos domésticos: Ar condicionado. http://www.efriarc.pt EFRIARC (Associação Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado). http://www.climanet.pt Portal na área da Climatização. http://www.dge.pt DGGE (Direcção Geral de Geologia e Energia). http://www.ipq.pt IPQ (Instituto Português da Qualidade). http://www.isq.pt ISQ (Instituto de Soldadura e Qualidade). 28