www.ferca.t Pré-esforço
Princíios O sistema T TM tension technology de ré-esforço or ós-tensão foi originalmente desenvolvido ara fazer face aos vãos existentes nas obras de arte, no entanto a sua alicação e os rincíios subjacentes têm sido gradualmente integrados em obras de construção civil. Por definição o ré-esforço é um artifício que consiste em introduzir, numa estrutura, um estado révio de tensões, de modo a melhorar a sua resistência ou comortamento, resultando da sua alicação estruturas de melhor qualidade e durabilidade. A utilização de ré-esforço ermite a realização de vãos de maior dimensão, com lajes mais esbeltas e mais económicas concretizando as asirações de arquitectos, romotores e engenheiros. UM SISTEMA ACTIVO Comosto or cordões de aço de alta resistência, os cabos de ré-esforço são instalados no interior da laje e fixos nas extremidades em ancoragens sendo osteriormente tensionados com equiamento hidráulico desenvolvido ara o efeito, graças à sua curvatura em alçado e lanta a alicação de forças nos cabos ermite transmitir à secção da laje acções contrárias aos efeitos das cargas gravíticas. As cargas equivalentes assim criadas asseguram o equilíbrio arcial das solicitações de cálculo e criam uma comressão generalizada da secção da laje que ermite a redução de armaduras assivas, a eliminação de juntas e um maior contributo da secção de betão ara a resistência global da laje. Cargas Permanentes Transferência de cargas ara os aoios Eixo neutro Comressão da Secção Cabos de ré-esforço Cargas equivalentes do ré-esforço Características Os sistemas de ré-esforço indicados ara alicação em elementos esbeltos, como as lajes na construção de edifícios, são o monocordão auto-embainhado e o multicordão em bainha lana sendo a rincial distinção conferida ela resectiva aderência à secção de betão. Monocordão Multicordão Sistema [-] Não Aderente Aderente Ancoragem [-] 1F15 1F15 4F15 4F15 Aço [MPa] 1860 1860 1860 1860 O monocordão auto-embainhado é um sistema não aderente onde os cabos de ré-esforço são constituídos or um único cordão revestido or uma bainha de olietileno reenchida com um roduto lubrificante. Este sistema ermite maiores excentricidades, menores erdas or atrito e maior flexibilidade dos traçados. O multi-cordão em bainha lana ou circular é um sistema aderente onde os cabos de ré-esforço são constituídos or vários cordões não revestidos e introduzidos numa bainha metálica osteriormente injectada com uma calda de cimento aroriada ara o efeito. Este sistema ermite mobilizar no Estado Limite Último a resistência máxima do aço de ré-esforço. Ancoragem TTM 1E15 Ancoragem TTM 4L15 Diâmetro do cordão [mm] 15,3 15,7 15,3 15,7 Área do cordão [mm²] 140 150 140 150 Nº Cordões [un.] 1 1 4 4 Área do cabo [mm²] 140 150 560 600 Bainha [mm] Φ 18 75 x 21 Fk [kn] 260 279 1040 1116 F0.1% [kn] 229 246 916 984 Fo [kn] 206 221 824 886 E [kn/ mm2] 195 ± 10 Nota: Para mais informações consulte o nosso site www.ferca.t
Vantagens COMPORTAMENTO Aumento dos vãos livres; Redução do número de ilares; Redução do eso rório da estrutura; Diminuição de esessuras de lajes; Maior controlo da deformabilidade; Eliminação da fissuração; Melhoria da resistência ao unçoamento; Redução ou eliminação de juntas; Melhoria do comortamento sísmico; Melhoria do comortamento à retracção. Solução Estrutural Utilização Carga l/e Laje maciça Vãos similares nas duas direcções com cargas correntes em edifícios de habitação, escritórios, hotéis, etc. Vãos de 6 a 12 metros 3 36 Laje maciça com caitéis Vãos similares nas duas direcções com cargas correntes em edifícios de escritórios, hotéis, escolas, arques de estacionamento, etc. Vãos de 7 a 12 metros 5 40 Laje aligeirada bidireccional Vãos similares nas duas direcções com cargas elevadas em áreas comerciais, escritórios, arques de estacionamento, etc. Vãos de 7 a 16 metros 5 32 Laje maciça com bandas numa direcção Vãos reonderantes numa direcção com cargas moderadas em áreas comerciais, escritórios, auditórios, arques de estacionamento, etc. Vãos de 7 a 16 metros 10 25/40 Laje aligeirada unidireccional Vãos reonderantes numa direcção com cargas elevadas em áreas comerciais, auditórios, armazéns, arquivos, etc. Vãos de 8 a 20 metros 10 25/32 ECONOMIA Redução do consumo de betão e aço; Economias nos elementos verticais e fundações; Valorização comercial dos amlos esaços criados; Aumento do nº de lugares de estacionamento or m 2; Redução dos custos ós-venda SUSTENTABILIDADE Redução da emissão de CO2; Maior eficiência na utilização de recursos naturais; Projecto Em resultado da exeriência acumulada em 30 anos de alicação de sistemas de ré-esforço em edifícios, a Ferca disõe dos meios, de software esecializado e dos técnicos necessários ara restar total aoio aos rojectistas nas fases de conceção, cálculo e ormenorização de lajes ostensionadas. CONTACTE-NOS! Nota: As relações indicadas são meramente orientativas, ara mais informação consulte-nos! Certificação ETA - TTM Prof. Julio Aleton em Interesses e Vantagens da Alicação de ré-esforço em edifícios, 1999
TTM/FERCA Um sistema integrado A introdução de ré-esforço em edifícios reresenta hoje um acréscimo de exigência e qualidade no rocesso construtivo, a ar da certificação exigida em termos de materiais e equiamentos que constituem um sistema de ré-esforço, o método de execução assume hoje um ael relevante face á celeridade e controlo de qualidade dos trabalhos. UM SISTEMA O AÇO de ré-esforço é constituído or cordões de 7 fios e caracterizado or elevados valores de resistência e baixos coeficientes de relaxação, na generalidade os aços de ré-esforço designam-se or normais, suer e comacto a que corresondem secções de 140, 150 e 165 mm2 resectivamente. Para mais informações consulte a norma euroeia EN10138. Designação do Aço Diâmetro nominal Secção nominal Peso nominal Peso autoembainhado Tensão de rotura f k Tensão f 0,1 Força Max. de uxe F 0 Módulo de Elasticidade Relaxação a 1000h (Cl2) mm mm 2 Kg/m Kg/m kn kn kn GPa % Y1860 S7 0.6 N 15.3 140 1.10 1.23 260 229 206 195 ± 10 2.5% Y1860 S7 0.6 S 15.7 150 1.18 1.28 279 246 221 195 ± 10 2.5% Y1860 S7G 0.6 C 15.2 165 1.30 1.40 307 270 243 195 ± 10 2.5% Nota: Os valores indicados decorrem da norma EN10138, do Eurocódigo EC2 e de documentação dos fornecedores. As ANCORAGENS são resonsáveis ela absorção das forças alicadas e ela sua transmissão á secção de betão elo se constituem como elemento fulcral do sistema de ré-esforço, motivo elo qual a sua rodução é hoje alvo de exigentes rocessos de certificação ela EOTA -Euroean Organization for Technical Arovals. O sistema T TM - tension technology disõe de certificação desta organização de acordo com o documento ETA-09/0012 e ETA-09/0013. A x B E F A x B F Tio A B C D E F mm mm mm mm mm mm TTM 1E15 76 148 43 70 80 Φ18 TTM 4L15 120 350 350 105-75 x 21 D C D C As BAINHAS em sistemas aderentes garantem a continuidade de esforços entre o seu interior e a secção de betão em toda a sua extensão, sendo constituídas or folhas metálicas corrugadas de forma circular ou lana. No sistema não aderente a bainha é de olietileno e colocada sobre o aço na trefilaria com reenchimento de uma massa lubrificante que ermite o livre deslocamento do cordão. O EQUIPAMENTO utilizado na alicação de monocordão não aderente constitui-se como uma das vantagens do sistema uma vez que disensa meios esados na alicação das forças envolvidas e não tem injecção das bainhas, os macacos hidráulicos ara este efeito são equiamentos ligeiros transortáveis e manejáveis or um homem disensando o aoio de grua ara esta oeração. A T TM disõe de equiamentos com dimensões entre os 350 e os 950mm ara execução de trabalhos em nichos ou locais de difícil acesso. UM MÉTODO A alicação de ré-esforço em obra executa-se em sintonia com as demais actividades inerentes ao rocesso construtivo não constituindo qualquer óbice ao cumrimento de razos ré-estabelecidos. Acreditando que a rearação é a melhor forma de reduzir os temos de execução, a Ferca elabora ormenorizados rojectos de alicação com detalhe dos traçados e das armaduras de reforço das ancoragens e cálculo das erdas e alongamentos, em obra o essoal da Ferca segue o Manual de Procedimentos, Qualidade e Segurança da emresa de forma a ermitir o registo das oerações, o rastreio dos materiais alicados em cada fase e a verificação da geometria e dos alongamentos.
Art s Business Center Exoland Teixeira Duarte, SA Lisboa Parque das Nações JSJ Consultoria e Projectos de Engenharia, Lda 80.000 m 2 180 ton. Amliação do Oceanário de Lisboa Parque Exo, SA ACF, SA Lisboa Betar Estudos e Projectos de Estabilidade, Lda 6.000 m 2 12 ton. Torre Ambiente - Luanda R.C. ROCA, Lda Soc. Const. Soares da Costa, SA Luanda - Angola Pecnon, lda 70.000 m 2 150 ton. Universidade Rey Juan Carlos Madrid Universidad Rey Juan Carlos Ferrovial Madrid - Esanha Pecnon, lda 26.000m 2 40 ton.