Jugurta Lisboa Filho



Documentos relacionados
Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

ArgoCASEGEO + TerraLib = bancos de dados geográficos para aplicações Small GIS

Modelagem e Projeto de Bancos de Dados Geográficos com Características Temporais

Banco de Dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG)

Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos

GeoProfile UM PERFIL UML PARA MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCOS DE DADOS GEOGRÁFICOS

ArgoCASEGEO - Uma Ferramenta CASE de Código-Aberto para o Modelo UML-GeoFrame

Modelagem de Dados com o Perfil UML GeoProfile e Transformações MDA na Ferramenta Enterprise Architect

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Concepção e Elaboração

Banco de Dados I. 1. Conceitos de Banco de Dados

Prof.: Clayton Maciel Costa

1. Visual Paradigm for UML

MODELAGEM DE DADOS MODELAGEM DE DADOS. rafaeldiasribeiro.com.br. Aula 3. Prof. Rafael Dias Ribeiro.

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Modelo Entidade-Relacionamento

PROJETO DE BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

Modelagem de dados e uso do SGBD MySQL

Fase 1: Engenharia de Produto

Etapas da Elaboração de um Projeto de Banco de Dados

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

Curso Superior de Tecnologia em BD

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais

MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

MODELAGEM DE DADOS GEOGRÁFICOS: APLICAÇÃO NA GESTÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE

MODELAGEM DE DADOS. Unidade II Arquiteturas do SGBD

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. DCC-IME-USP

Metodologia para Representação da Estruturação de Dados Geoespacial Vetorial (EDGV) em Bancos de Dados Geográficos Relacionais

BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS E WEBMAPPING -MODELAGEM DE BD GEOGRÁFICOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PROJETO DE BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

UML - Unified Modeling Language

ESTENDENDO A UML PARA REPRESENTAR RESTRIÇÕES DE INTEGRIDADE

Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo?

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC DCC Departamento de Ciência da Computação Joinville-SC

Franklin Ramalho Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Disciplina de Banco de Dados Parte V

Modelagem de Dados Usando o Modelo Entidade-Relacionamento

Aula 3 SBD Modelo Entidade Relacionamento Parte 1. Profa. Elaine Faria UFU

Modelos de Armazenamento de dados. Prof. Guilherme Tomaschewski Netto

Análise e Projeto de Sistemas

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados.

Modelagem de Dados Usando o Modelo Entidade-Relacionamento

Histórico da Orientação a Objetos Ciclo de vida de Desenvolvimento de SW

1. IBM Rational Software Modeler

Model-Driven Engineering Geração de modelos de software e especificações usando a plataforma IBM

20/05/2013. Sistemas de Arquivos Sistemas de arquivos. Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) Banco de Dados. Estrutura de um BD SGBD

MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS

Conteúdo. Disciplina: INF Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos. Centro Tecnológico. Universidade Federal do Espírito Santo

Conceitos básicos. Aplicações de banco de dados. Conceitos básicos (cont.) Dado: Um fato, alguma coisa sobre a qual uma inferência é baseada.

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Módulo de Integração de Padrões de Análise com Ontologias de Domínio da ferramenta ArgoCASEGEO

MODELAGEM DE DADOS. Banco de Dados I. O uso da análise e do projeto Orientados a Objetos atenuou a separação! Unidade I

Introdução a INGENIAS:

MIG - Metadados para Informação Geográfica

Análise e Projeto de Sistemas. O que é modelagem. O que é modelagem. Tripé de apoio ao desenvolvimento. Notação: UML. Ferramenta: Rational Rose.

MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.

Roteiro. Modelagem de Dados: Usando o Modelo Entidade-Relacionamento. BCC321 - Banco de Dados I. Processo de Projeto de Banco de Dados.

O Modelo de Entidade Relacionamento (ER ou MER) Parte 1

Padrões. Projeto (Design) de Software

O Catálogo de Padrões de Análise da Ferramenta ArgoCASEGEO

Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira

Disciplina: Unidade II: Prof.: Período:

1) O QUE NÃO É BANCO DE DADOS?

Modelando Banco de Dados Relacionais e Geográficos Utilizando a Ferramenta GenDBM Tool

INTRODUÇÃO. Enfoque abstrato. Enfoque Intermediário

GEE051 - Banco de Dados (BD) Plano de Curso. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br UFU/FACOM /2

DISCIPLINAS DO CURSO INFORMÁTICA ÊNFASE GESTÃO DE NEGÓCIOS. PROFESSOR: DOUGLAS DUARTE DISCIPLINA: BDA1-3º SEMESTRE. Modelagem de Dados

Administração de Bancos de Dados

O modelo Entidade-Relacionamento. Agenda: -Modelagem de dados utilizando O Modelo Entidade-Relacionamento

Desenvolvimento estruturado versus orientado a objetos.

Um Framework para definição de processos de testes de software que atenda ao nível 3 do TMM-e

Banco de Dados Capítulo 1: Introdução. Especialização em Informática DEINF/UFMA Cláudio Baptista

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO

Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos

BANCO DE DADOS I AULA 3. Willamys Araújo

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com

Padrões de projeto 1

PLANO DE ENSINO. PRÉ-REQUISITO: Modelagem e Programação Orientada a Objetos. PROFESSOR RESPONSÁVEL : Josino Rodrigues Neto

Projeto de Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados I José Antônio da Cunha

Introdução Banco de Dados

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

SPRING Apresentação

Curso de Gestão em SI MODELAGEM DE DADOS. Rodrigo da Silva Gomes. (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC)

Frameworks. Pasteur Ottoni de Miranda Junior

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no

UML 01. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan

Análise e Projeto Orientados a Objeto

Modelagem de dados geográficos utilizando um perfil UML alinhado a padrões internacionais e à abordagem MDA

BANCO DE DADOS PROFESSOR MAURÍCIO - MAURICIO.MELLO@PUCPR.BR AULA 02. O Modelo Entidade-Relacionamento ( MER )

Transformando Modelos da MDA com o apoio de Componentes de Software

Computadores e Sistemas de Informação. Bases de Dados Relacionais (linguagem SQL)

Processo de Desenvolvimento Unificado

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

Transcrição:

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012 29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil SEMINÁRIO QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS Modelagem e integração de dados espaciais e não espaciais Projeto CASEGeo/UFV Jugurta Lisboa Filho Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática

Modelagem de BD ~ Projeto arquitetônico de uma casa BD criado de forma incremental pode virar Puxadinho! Falta de dados e relacionamentos não previstos Limitação de consultas futuras MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 2

Conceitos Fundamentais Histórico de Modelos Conceituais para BDGeo Evolução de Modelos... Modelo UML-GeoFrame + Ferramenta ArgoCaseGeo Perfil UML GeoProfile e MDA (Model Driven Architecture) Conclusões MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 3

Mini-Mundo (Elmasri & Navathe, 2010) Análise de Requisitos Requisitos de BD independente de software dependente de software Projeto Conceitual Projeto Lógico Esquema Conceitual (ex.: Mod. E-R) Esquema Lógico (ex.: Mod. Relacional) Projeto Físico Esquema Físico (Mod. Implement.) MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 4

ISO (2002) Geographic information Reference model. ISO 19101:2002. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 5

Mundo Real Mini-mundo compatibilidade Formalismo Conceitual Técnicas Formais de Descrição Linguagem Léxica Notação Gráfica fornece regras para fornece gramática para Modelagem Modelagem Conceitual Apresentação Esquema Conceitual ISO (2002) Geographic information Reference model. ISO 19101:2002. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 6

Mundo Real Mini-mundo Formalismo Conceitual fornece regras para Modelagem compatibilidade Técnicas Formais de Descrição fornece gramática para Apresentação Modelagem conceitual Linguagem Léxica Notação Gráfica Esquema Conceitual ISO (2002) Geographic information Reference model. ISO 19101:2002. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 7

prefixo horas-vôo ano-fabr tipo numassentos Principais formalismos Aeronave pertence é_de classifica Tipo Aeronave podepilotar Modelo Entidade-Relacionamento (E-R) Modelos Orientados a Objetos (OO) possui Companhia Aérea Piloto habilitado idca nome país idpiloto nome dat-nasc Principais linguagens E-R Peter Chen James Martin (eng. informações) IDEF1X 1 n OO OOA OMT UML N 1 1 MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 8

Modelos Conceituais para BD Geo MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 9

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 10

UML-GeoFrame [Lisboa Filho] Modelo da Perceptory[Bédard] OMT-G (Object Modeling Technique for Geographic Applications) [Borges] GeoOOA (Geo Object-Oriented Analysis) [Kosters] MADS (Modeling of Application Data with Spatio-temporal features) [Parent]

Conceito de framework na Engenharia de Software Um projeto genérico que é útil como um molde para construção de sistemas. Mecanismo de reutilização. GeoFrame Um framework projetado para modelagem conceitual de BD geográficos. Expressa a ideia de um esquema conceitual inicial para uma família de aplicações geográficas. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 13

Nível Planejamento Nome Tema retrata 1 RegiãoGeográfica descrição ObjetoConvencional FenômenoGeográfico Nível Metamodelo CampoGeográfico Objetogeográfico 1 1 Nível Representação espacial representa RepresentaçãoCampo representa ObjetoEspacial 2..n Ponto Linha Polígono ObjEspacialComplexo GradeDe Células Polígonos Adjacentes Isolinhas GradePontos TIN PontosIrregulares 14

Nível Planejamento Nome Tema retrata 1 RegiãoGeográfica descrição ObjetoConvencional FenômenoGeográfico Nível Metamodelo Nível Representação espacial CampoGeográfico representa RepresentaçãoCampo 1 Nível Planejamento Ponto Linha Objetogeográfico representa 1 ObjetoEspacial 2..n Polígono ObjEspacialComplexo GradeDe Células Polígonos Adjacentes Isolinhas GradePontos TIN PontosIrregulares 15

Nível Planejamento Nome Tema retrata 1 RegiãoGeográfica descrição ObjetoConvencional FenômenoGeográfico Nível Metamodelo CampoGeográfico Objetogeográfico 1 1 Nível Representação espacial representa RepresentaçãoCampo Nível Metamodelo Ponto Linha representa ObjetoEspacial 2..n Polígono ObjEspacialComplexo GradeDe Células Polígonos Adjacentes Isolinhas GradePontos TIN PontosIrregulares 16

Nível Planejamento Nome Tema retrata 1 RegiãoGeográfica descrição ObjetoConvencional FenômenoGeográfico Nível Metamodelo CampoGeográfico Objetogeográfico 1 1 Nível Representação espacial representa RepresentaçãoCampo representa ObjetoEspacial 2..n Ponto Linha Polígono ObjEspacialComplexo GradeDe Células Polígonos Adjacentes Isolinhas GradePontos TIN PontosIrregulares 17

Passo 1: Identificar temas (e sub-temas) para cada área geográfica. Passo 2: Para cada tema, elaborar o diagrama de classes. Associar classes de diferentes temas. Passo 3: Análise e modelagem do componente espacial de cada fenômeno geográfico (campos e objetos). Passo 4: Análise e modelagem dos relacionamentos espaciais. Passo 5: Análise e modelagem dos aspectos temporais. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 18

Estereótipo: mecanismo de extensão da UML Ex.: Classes UML-GeoFrame MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 19

Ferramenta CASE ArgoCaseGeo (DPI/UFV, 2004) MGAs para Shapefile, TerraLib e Oracle Spatial suporte para Padrões de Análise http://www.dpi.ufv.br/projetos/argocasegeo

ArgoCASEGEO An Infrastructure Oriented for Cataloging Services and Reuse of Analysis Patterns 21

ArgoCASEGEO An Infrastructure Oriented for Cataloging Services and Reuse of Analysis Patterns 22

Exemplo: Estudo de Caso Desenvolver um SIG para auxiliar no planejamento da divisão de terras: Requisitos de dados (descrição do minimundo): Cada família de trabalhador rural recebe um lote, que pode variar de tamanho, conforme existência de: benfeitorias, áreas cultivadas, pastagens, estradas vicinais, galpões, habitações ou ainda nascentes, riachos, represas, vegetação nativa, etc. Outros fatores importantes: relevo, solo e vegetação. Por último, devem ser consideradas leis ambientais, como APP (topo de morro), áreas com grande declividade ou próximas a recursos hídricos (lagos e rios). MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 23

Estudo de Caso: Passo 1: Identificar temas (e sub-temas) para cada área geográfica. Municipio: RegiaoGeografica MeioAmbiente Propriedades Clima Hidrografia Armazens AreasCultivo Relevo Vegetacao Solo ViasDe Acesso Leis Ambientais MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 24

Estudo de Caso: Passo 2: Para cada tema, elaborar o diagrama de classes MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 25

Estudo de Caso: Passo 2: (cont.) Para cada tema, elaborar o diagrama de classes MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 26

Estudo de Caso: Reforma Agrária Diagrama Final

Perfil UML Principais características UML 2.0 Independe de Ferramenta CASE Abordagem MDA

Permite a extensão e adaptação da linguagem UML a diversas finalidades. Isso inclui a capacidade de adequá-la a diferentes domínios. Mecanismos de extensão: Estereótipos; Tagged values; Constraints. Perfil UML: É o conjunto dos mecanismos de extensão da UML agrupados em um pacote UML estereotipado como <<profile>>. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 29

Passos para definição de um Perfil UML: 1. Definir o Metamodelo; 2. Criar os Estereótipos; 3. Especificar as Restrições. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 30

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 31

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 32

Exemplo usando UML-GeoFrame CASE RSM (Rational Software Modeler 2010) by IBM. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 33

Exemplo usando UML-GeoFrame CASE RSM (Rational Software Modeler 2010) by IBM. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 34

Exemplo usando OMT-G Modelo OMT-G (Borges 2001) MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 35 By Filipe Nalon

By Filipe Nalon

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 37

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 38

Modelos conceituais específicos para um domínio serão naturalmente estendidos com o uso de Perfil UML. Projetistas ficam livres da ditadura das ferramentas CASE. Interoperabilidade entre esquemas conceituais. Cada equipe pode ver o esquema com o modelo que preferir. Transformações Conceitual-Lógico via MDA. MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012-29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil 39

MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012 29 a 31 de Maio São Paulo (SP) Brasil SEMINÁRIO QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS Modelagem e integração de dados espaciais e não espaciais Jugurta Lisboa Filho jugurta@ufv.br http://www.dpi.ufv.br/~jugurta Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática