Sistema Cardiovascular

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Transcrição:

Sistema Cardiovascular

SISTEMA CARDIOVASCULAR Profª Drª. SILVANA CÂMARA TORQUATO

O sistema cardiovascular apresenta como função: o transporte de substâncias (gases, nutrientes, resíduos metabólicos, hormônios) e calor, o intercâmbio de materiais, a distribuição de mecanismos de defesa e a coagulação sanguínea.

O sistema cardiovascular é composto por três componentes: o coração, os vasos sanguíneos (as artérias, as veias e os capilares) e o sangue.

ANATOMIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

CORAÇÃO Formato piramidal Musculatura estriada cardíaca Apresenta discos intercalares Possui característica de sincício

O coração é um órgão muscular oco com quatro cavidades, situado entre os pulmões, numa região chamada de mediastino médio. Aproximadamente dois terços de sua massa está à esquerda da linha mediana desta região. Ele tem um volume de cerca do tamanho da mão fechada e em um homem normal pesa cerca de 300g.

As estruturas do coração incluem: o pericárdio, as válvulas e as artérias, as quais suprem de sangue o músculo cardíaco.

Os vasos sanguíneos. Há três tipos de vasos - artérias e arteríolas que levam o sangue para fora do coração; capilares que trocam materiais com os tecidos; vênulas e veias que trazem o sangue de volta ao coração.

A parede do coração é formada por três camadas distintas: o epicárdio (camada externa), o miocárdio (camada Muscular) e o endocárdio (camada interna de endotélio).

O Coração e o Sistema Cardiovascular

O coração - órgão muscular, de forma cónica ou de pirâmide triangular, castanho-avermelhado, com cavidades, protegido e envolvido pelo pericárdio - está dividido em duas partes por um septo estanque. Cada uma das partes é constituída por uma aurícula e um ventrículo. Na metade direita circula sangue venoso e na metade esquerda sangue arterial. As aurículas comunicam com os ventrículos por meio de valvas: aurículo-ventricular, mitral ou bicúspide do lado esquerdo e tricúspide do lado direito. Ao coração estão ligadas as artérias e as veias.

CÂMARAS DO CORAÇÃO Átrios bombas de reforço Ventrículos bombeiam o sangue com mais força; possui paredes mais espessas.

BOMBEIA SANGUE PARA OS PULMÕES CORAÇÃO DIREITO ÁTRIO DIREITO

VENTRÍCULO DIREITO CORAÇÃO DIREITO

CORAÇÃO ESQUERDO BOMBEIA SANGUE PARA OS TECIDOS ÁTRIO ESQUERDO

CORAÇÃO ESQUERDO Ventrículo Esquerdo Parede três vezes mais espessa Pressão sanguínea seis vezes maior

Sangue O sangue transporta todas as substâncias (nutrientes, oxigénio, etc.) e todas as excreções que as células produzem. A função dos glóbulos é captar e transportar o oxigênio gasoso, que não se dissolve bem na água, para poder ser transportado pelo plasma. As hemácias possuem hemoglobina, uma proteína que se desenvolve em volta de um átomo de ferro. É o ferro da hemoglobina que se combina com o oxigênio. A hemoglobina é de cor vermelha brilhante quando combinada com o oxigênio e é escura quando não está combinada com ele. As hemácias maduras não possuem núcleo, possibilitando assim mais espaço para a hemoglobina. Sem núcleo, as células não podem sintetizar proteínas e não podem ter uma vida longa. A vida útil de uma hemácia é de cerca de quatro meses. As hemácias são substituídas constantemente; são continuamente destruídas no fígado e no baço e formadas na medula vermelha dos ossos. Em cada segundo da nossa vida, aproximadamente 2,5 milhões de novas células são formadas e igual número é destruído.

Os glóbulos brancos ou leucócitos são em menor número que os glóbulos vermelhos, não representando mais que 0,1% do volume do sangue. Os leucócitos defendem o organismo contra microrganismos estranhos, destruindo ou englobando os seus corpos. Os leucócitos têm, também, uma função de engenharia sanitária, eliminando as células mortas e restos de tecidos que se podiam acumular e obstruir os vasos sanguíneos.

São conhecidos cinco tipos de leucócitos: os neutrófilos, eosinófilos e basófilos são caracterizado pelo seu citoplasma granuloso e protegem o organismo fagocitando as partículas e os micróbios estranhos; os monócitos são leucócitos não granulares que atuam nos locais onde ocorre inflamação por meios fagocitários; os linfócitos são os leucócitos não granulares e não fagocitários que estão na base do sistema imunitário (podendo o número e tipo de leucócitos no sangue dar indicações sobre o estado de saúde dos indivíduos).

As plaquetas sanguíneas Não representam mais que 0,01% do volume do sangue. O plasma contém predominantemente três proteínas plasmáticas: a albumina, que ajuda a manter as condições osmóticas, as globulinas, tais como as gama-globulinas que contribuem para a defesa imunológica, e o fibrinogénio, proteína necessária à coagulação do sangue. Sais, vitaminas, hormonas, gases dissolvidos, açúcares e outros nutrientes constituem cerca de 1% do volume do plasma.

FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

AÇÃO DO CORAÇÃO Bomba muscular Potencial de ação (Platô) Acoplamento Excitação- Contração Ciclo cardíaco Diástole Sístole

Para bombear todo o sangue necessário à circulação sanguínea, os músculos cardíacos têm de se contrair - sístole - e de se relaxar - diástole - ritmadamente. Estes batimentos do coração ocorrem, normalmente, 70 vezes por minuto.

Sistema Cardiovascular A CONTRAÇÃO ATRIAL E VENTRICULAR Um batimento cardíaco completo é chamado ciclo cardíaco. O ciclo cardíaco: Vai do final de uma contração cardíaca até o final da contração seguinte; Inclui quatro eventos mecânicos principais: 1) contração atrial ou sístole atrial; 2) relaxamento atrial ou diástole atrial; 3) contração ventricular ou sístole ventricular; 4) Relaxamento ventricular ou diástole ventricular.

Ciclo Cardíaco

CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA Dupla Fechada Completa Pequena circulação Pulmonar Grande circulação Sistêmica

O sistema cardiovascular inclui dois circuitos: O pulmonar, que se inicia no ventrículo direito e impulsiona o sangue venoso, para a artéria pulmonar, na direção dos pulmões, local onde se dá a hematose. Depois, o sangue arterial regressa ao coração, pelas veias pulmonares, entrando pela aurícula esquerda. O sistêmico, que se inicia no ventrículo esquerdo, impulsiona o sangue para a artéria aorta e, através de várias ramificações, conduz o sangue para todo o corpo. Depois, o sangue, vindo da veia cava superior, que recolhe o sangue da cabeça, dos braços e do peito, e da veia cava inferior, que recolhe o sangue do resto do corpo, entra no coração, através da aurícula direita.

O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue. Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de CIRCULAÇÃO. Andar sobre as duas pernas criou um sério problema para a circulação: o coração fica bem distante dos pés e das pernas. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. E este esforço é desenvolvido contra a força da gravidade. Esta tarefa de retorno venoso é executada pelas veias. Por isto a natureza lança mão de alguns mecanismos para facilitar o retorno do sangue das pernas até o coração:

Válvulas venosas - a natureza municiou as veias dos membros inferiores com estruturas muito delicadas, porém resistentes, chamadas de válvulas venosas. Estas válvulas servem para direcionar o sangue para cima. E este trabalho tem que ser feito permanentemente, por anos e anos. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne. Esta atividade se torna mais fácil quando estamos deitados ou com as pernas elevadas. Em algumas pessoas, com o passar do tempo, vários fatores podem determinar ou provocar um mau funcionamento destas válvulas. Com a idade, ou devido a fatores hereditários, as veias podem perder a sua elasticidade. Essas veias começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.

Algumas pessoas têm veias mais fracas e menos resistentes a este trabalho contínuo de promover o retorno venoso. Esta característica tem um importante componente hereditário. Por esta razão existem muitas pessoas com varizes dentro de uma mesma família. - A bomba plantar - cada vez que pisamos o sangue acumulado nos pés é bombeado para cima. Por isto é tão importante caminhar. - A bomba muscular da panturrilha - a contração dos músculos da batata da perna também serve de bomba para o retorno venoso. Mais uma vez se confirma a importância de andar. É preciso que estes mecanismos que ajudam no retorno venoso funcionem perfeitamente; o mau funcionamento das válvulas venosas está entre as principais causas para a formação das varizes.

Débito Cardíaco. Quantidade de sangue bombeada pelo coração ( 5 litros/min repouso). Capacidade de aumento com exercícios físicos. Distribuição desigual do sangue para diversos órgãos

Debito Cardíaco É a intensidade com que o coração bombeia sangue. Em adulto deitado é cerca de 5 litros/min. Em adulto andando é cerca de 7 litros/min. Em exercícios pode chegar até 20 a 25 litros/min.

Regulação do Débito Cardíaco 1 A eficácia do bombeamento do próprio coração. 2 Facilidade com que o sangue pode fluir pelo corpo e voltar ao coração.

O sistema renina-angiotensina, é um conjunto de peptídeos, enzimas e receptores envolvidos em especial no controle do volume de líquido extracelular e na pressão arterial. AUMENTO DA ATIVIDADE DO SISTEMA RENINA- ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA SRAA (sistema hormonal) Angiotensinogênio (tecidos e circulação) Renina (Enzima proteolítica liberada na circulação ) HIPOVOLEMIA E/OU HIPOTENSÃO Angiotensina I ECA (Enzima conversora da angiotensina) Angiotensina II Vasoconstrição ( resitência periférica) Aldosterona O PROBLEMA: HIPERATIVIDADE CONTINUADA DO SRAA PA Retenção sódio e água

O nodo sinoatrial é, normalmente, o marcapasso cardíaco porque: sua frequência de despolarização é maior do que qualquer outra parte do coração.

Lei do Coração A quantidade de sangue que é bombeada pelo coração é, normalmente, determinada pela quantidade de sangue que chega ao átrio direito, trazido pelas grandes veias.

Pressão Sanguínea Força que o sangue exerce contra as paredes do vaso (distensão do vaso) Importante para o movimento sanguíneo. Pressão arterial pulsátil (PA= débito cardíaco x resistência periférica total).

variação da velocidade e da pressão sanguínea ao longo de diferentes vasos

A pressão arterial O aparelho para medir a pressão arterial, chamado esfigmomanômetro, com auxilio do estetoscópio, usado para ouvir o barulho do fluxo do sangue.

1. Bombeamento de sangue em pequena quantidade por batimento cardíaco. 2. Pressão aumenta durante a sístole e diminui na diástole. A. A pressão máxima = sistólica 120 mmhg B. A pressão mínima = diastólica 80 mmhg C. Variam com a idade (aumento com idade)

Pressão Arterial A pressão arterial é pulsátil o coração bombeia uma pequena quantidade de sangue a cada batimento. Com isso a pressão aumenta durante a sístole e diminui na diástole. A pressão arterial - pressão que o sangue exerce contra as paredes das artérias - num adulto apresenta, normalmente, valores de 120 mm Hg e de 80 mm Hg para a pressão sistólica e diastólica respectivamente.

Sistema Cardiovascular SÍSTOLE E DIÁSTOLE X ELETROCARDIOGRAMA ELETROCARDIOGRAMA Instrumento importante para avaliação da capacidade do coração para transmissão do impulso cardíaco. Impulso Coração P. ação Voltagens elétricas geradas podem ser registradas eletródios Sistema de registro

Sistema Cardiovascular ELETROCARDIOGRAMA NORMAL (P) IMPULSO ( ÁTRIOS) (T) P.R.( ventrículos) (Q,R,S) IMPULSO ( ventrículos)

O eletrocardiograma (ECG) é um exame de saúde na área de cardiologia no qual é feito o registro da variação dos potenciais elétricos gerados pela atividade elétrica do coração. O exame é habitualmente efetuado e interpretado por técnicos de cardiopneumologia e revisto por médicos. O coração apresenta atividade elétrica por variação na quantidade relativa de íons de sódio presentes dentro e fora das células do miocárdio. Esta variação cíclica gera diferença de concentração dos referidos íons na periferia do corpo. Eletrodos sensíveis colocados em pontos específicos do corpo registram esta diferença elétrica. O exame electrocardiográfico pode ser utilizado em situações de urgência e emergência cardiovascular O aparelho que registra o eletrocardiograma é o eletrocardiógrafo.

Onda P Corresponde à despolarização atrial, sendo a sua primeira componente relativa à aurícula direita e a segunda relativa à aurícula esquerda, a sobreposição das suas componentes gera a morfologia tipicamente arredondada, e sua amplitude máxima é de 0,25 mv. A Hipertrofia atrial causa um aumento na altura e/ou duração da Onda P. Complexo QRS Corresponde a despolarização ventricular. É maior que a onda P pois a massa muscular dos ventrículos é maior que a dos átrios, os sinais gerados pela despolarização ventricular são mais fortes do quê os sinais gerados pela repolarização atrial. Anormalidades no sistema de condução geram complexos QRS alargados. Onda T Corresponde a repolarização ventricular. Normalmente é perpendicular e arredondada. A inversão da onda T indica processo isquêmico.

Onda U A repolarização atrial não costuma ser registrada, pois é encoberta pela despolarização ventricular, evento elétrico concomitante e mais potente.a onda U é oposta à onda P. Intervalo PR É o intervalo entre o início da onda P e início do complexo QRS. É um indicativo da velocidade de condução entre os átrios e os ventrículos e corresponde ao tempo de condução do impulso elétrico desde o nódo atrio-ventricular até aos ventrículos. Período PP É o intervalo entre o início de duas ondas P. Corresponde a freqüência de despolarização atrial, ou simplesmente freqüência atrial. Período RR Ou Intervalo RR, ou Ciclo RR. É o intervalo entre duas ondas R. Corresponde a frequência de despolarização ventricular, ou simplesmente frequência ventricular.

FIM