DOENÇAS PREVENÍVEIS NA INFÂNCIA.
Calendário de Vacinação da CRIANÇA Comentários numerados Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações devem ser consultados. (SBIm) - 2014/2015 CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2014/2015 BCG ID Hepatite B VACINAS Tríplice bacteriana (DTPw ou DTPa) Haemophilus tipo b Poliomielite (vírus inativados) Rotavírus Pneumocócica conjugada Meningocócica conjugada Poliomielite oral (vírus vivos atenuados) Ao nascer Dose única 1ª dose 1 mês 2 3 4 DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS DE IDADE 5 6 2ª dose (C) 3ª 1ª dose (C) 2ª dose (C) 3ª 1ª dose (C) 2ª dose (C) 3ª 7 8 9 12 15 18 24 DOS 2 AOS 10 ANOS 4 anos 5 anos VARICELA,19,20 Doença causada por um vírus que causa o aparecimento de lesões em pele e coceira, sendo geralmente benigna em crianças e mais grave DISPONIBILIZAÇÃO em adultos. Crianças que adquirem a varicela DAS VACINAS antes de completar um ano 6 de idade 9 a 10 são mais Postos suscetíveis públicos a complicações. Clínicas privadas anos anos de vacinação vacinação As complicações mais comuns decorrentes da varicela são causadas por bactérias que infectam o doente, podendo causar infecções da pele, pneumonia, otite e sinusite. 9 A transmissão da doença ocorre por meio do contato com o doente com lesões na pele ou mesmo por via respiratória. dose (C) dose (C) REFORÇO (C) REFORÇO (C) DTPw DTPa Deve-se lavar as mãos primeiras após doses tocar nas lesões causadas pela doença. Pacientes, VIP para as duas internados devem ser primeiras doses e submetidos ao isolamento. VOP nos maiores de A vacinação também é uma 6 medida de controle da doença. dose (C) REFORÇO (C), para as três 1ª dose (C) 2ª dose (C) 3ª dose (C) REFORÇO (C) REFORÇO (C) Duas ou três doses, de acordo com o fabricante 1ª dose 2ª dose 3ª dose REFORÇO, vacina monovalente HPV, vacina monovalente e pentavalente O que é: Os papilomavírus humanos VPC10 (HPV) são VPC10 vírus e VPC13 capazes de provocar lesões de pele ou mucosa, sendo, menc mais e comum menacwy 1, 21 na região genital (vagina, colo do útero, pênis e ânus). As infecções por HPV podem regredir espontaneamente ou causar câncer no colo do útero, vagina, pênis ou ânus. 22 Todo câncer do colo do útero é originado a partir de uma infecção causada por HPV. 23 1ª dose 2ª dose REFORÇO REFORÇO, menc até 2 anos Dose anual. Duas doses na primovacinação antes dos 9 anos de idade., até 5 anos DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO NÃO Meios de transmissão: 24 O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo Dose sexo única oral) para e por via sanguínea, de crianças de 12 mãe para filho na hora do parto. Febre amarela 1ª dose 2 a dose Hepatite A 1 a dose 2 a dose Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) até 23 e 29 dias Como prevenir: 21 O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitar totalmente) e por isso é recomendado Dose única o seu aos uso em qualquer tipo de relação sexual, mesmo 15 naquela entre casais estáveis. Há outros fatores que. Vacina aumentam o potencial de HPV6,11,16,18 para desenvolvimento Três doses meninas do câncer menores de genital em mulheres infectadas pelo HPV: 13 anos número 11 elevado e de gestações, uso 29 dias de contraceptivos orais, tabagismo, infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (como herpes e clamídia). A vacinação também é adotada como forma de prevenção contra o vírus. 1ª dose (C) 2ª dose (C) Varicela (catapora) 1ª dose (C) 2ª dose (C) HPV (C) = vacina combinada disponível. Adaptado a partir da referência 25. Para mais detalhes sobre as indicações e restrições das vacinas, favor consultar o calendário completo. 25 1/9/2014 Preferir vacinas combinadas Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação especial. Consulte o Guia de vacinação SBIm pacientes especiais. CRIANÇA
VARICELA,19,20 Doença causada por um vírus que causa o aparecimento de lesões em pele e coceira, sendo geralmente benigna em crianças e mais grave em adultos. DISPONIBILIZAÇÃO Crianças que adquirem a varicela DAS antes VACINAS de completar um ano de 6idade são 9 a 10 mais suscetíveis Postos públicos a complicações. Clínicas privadas anos anos de vacinação de vacinação As complicações mais comuns decorrentes da varicela são causadas por bactérias que infectam o doente, podendo causar infecções da pele, pneumonia, otite e sinusite. 2 AOS 10 ANOS 5 anos REFORÇO (C) DTPw DTPa REFORÇO (C) 9 A transmissão da doença ocorre por meio do contato com o doente com lesões na pele ou mesmo por via respiratória., para as três Deve-se lavar as mãos após primeiras tocar dosesnas lesões causadas pela doença. Pacientes, VIP para internados as duas devem ser primeiras doses e submetidos ao isolamento. VOP nos maiores de A vacinação também é uma medida 6 de controle da doença. O que é:, vacina monovalente HPV, vacina monovalente e pentavalente Os papilomavírus humanos VPC10 (HPV) são vírus VPC10 capazes e VPC13 de provocar lesões de pele ou mucosa, sendo, mais menc comum e, menc até 2 anos menacwy 1, 21 na região genital (vagina, colo do útero, pênis e ânus). As infecções por HPV podem regredir espontaneamente, até 5 anos ou causar câncer no colo do útero, vagina, pênis ou ânus. 22 Todo câncer do colo do útero é originado a partir de REFORÇO uma infecção causada por HPV. 23 Dose única para crianças de 12 até 23 e 29 dias NÃO Meios de transmissão: 24 O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo sexo oral) e por via sanguínea, de mãe para filho na hora do parto. Como prevenir: 21 O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitar totalmente) e por isso é recomendado Dose o seu única uso aos em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela 15 entre casais estáveis. Há outros fatores que. aumentam Vacina o potencial de HPV6,11,16,18 para desenvolvimento Três doses do meninas câncer menores genital de em mulheres infectadas pelo HPV: número 13 anos 11 elevado e de gestações, uso 29 dias de contraceptivos orais, tabagismo, infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (como herpes e clamídia). A vacinação também é adotada como forma de prevenção contra o vírus. CRIANÇA
TUBERCULOSE Doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge principalmente o pulmão. Quando a doença atinge os pulmões, o indivíduo pode apresentar dor torácica e tosse produtiva, acompanhada ou não de escarros. A tosse produtiva é o sintoma mais frequente da forma pulmonar. De pessoa para pessoa através da tosse, fala ou espirro. Diagnóstico e tratamento precoce dos pacientes infectados para controle da doença e vacinação. HEPATITE B,2 Doença viral que pode variar em quadros clínicos com ou sem sintomas. As crianças com idade inferior a 10 anos desenvolvem, geralmente, infecções desacompanhadas de sintomas. Os sintomas na fase aguda da doença, quando presentes, são: anorexia, náuseas, dor abdominal, vômitos e icterícia, que em geral é o que determina a procura pelo atendimento médico. Meios de transmissão: 3 A transmissão da Hepatite B se dá, principalmente, através de relação sexual, via transmissão parenteral (por contato sanguíneo) ou vertical (quando a mãe transmite para o filho. Deve ser feita a triagem obrigatória nos doadores de sangue, não compartilhar ou reutilizar seringas e agulhas. A vacinação também é uma forma de prevenção contra a doença. DIFTERIA Doença transmissível aguda, causada por uma bactéria produtora de toxina que frequentemente se aloja nas amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. Os sintomas mais comuns são placas brancoacinzentadas nas amígdalas, podendo invadir também a faringe, laringe e fossas nasais, prostração, palidez, dor de garganta discreta e febre normalmente não muito elevada. Nos casos mais graves há intenso inchaço do pescoço, podendo ocorrer asfixia. Contato direto da pessoa doente ou do portador da doença com pessoa suscetível (gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou ao falar). A transmissão por objetos recém-contaminados com secreções do doente ou de lesões em outras localizações é pouco frequente. O paciente crônico, quando não tratado, pode transmitir a infecção por seis ou mais. Deve ser realizado o isolamento do paciente infectado e recomenda-se a lavagem de mãos. A vacinação pode ser adotada como medida de prevenção. TÉTANO O que é: 4 Doença infecciosa, não contagiosa, causada por uma bactéria encontrada na natureza, que produz uma toxina que causa diversos sintomas neuromusculares, como: dificuldade de deglutição, rigidez da nuca e rigidez muscular. O tétano pode acontecer em recém-nascidos (tétano neonatal), que vão apresentar inicialmente dificuldades para mamar e choro excessivo, podendo evoluir para os sintomas citados acima. Existem duas maneiras de contágio: o tétano acidental e o neonatal. No tétano acidental a pessoa se infecta com a bactéria através de um ferimento. No tétano neonatal a contaminação se dá por falta de cuidado e higiene com o cordão umbilical do recém-nascido. Deve-se ter cuidado adequado com ferimentos comuns, como lavá-los com água e sabão. A vacinação também é uma medida de prevenção contra o tétano. COQUELUCHE,5 A coqueluche é uma doença infecciosa aguda que compromete especificamente o aparelho respiratório (traqueia e brônquios) e se caracteriza por uma tosse seca. A doença evolui em três fases sucessivas: Fase Catarral: Tem duração de uma a duas semanas.os pacientes apresentam sintomas de infecções respiratórias
leves, febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, progredindo para acessos intensos de tosse. Fase Paroxística: Observa-se aumento da intensidade e da gravidade da tosse, acompanhada, algumas vezes, por vômito. A febre é ausente ou mínima. Fase de Convalescença: Os sintomas diminuem gradualmente. Ocorre de pessoa para pessoa através do contato direto com secreções eliminadas na tosse, espirro ou ao falar de um indivíduo contaminado. A transmissão por objetos recém-contaminados com secreções do doente é rara. Como prevenir: 6 Recomenda-se a lavagem das mãos, uso de óculos e luvas, quando em contato com o paciente infectado. Outra forma de prevenção contra a coqueluche é a vacinação. Haemophilus influenzae tipo b (Hib) O que é: 7,8 O Haemophilus influenzae tipo b (Hib) é uma bactéria que é responsável por causar infecções, como otite, sinusite e meningite. Os pacientes que sobrevivem à meningite podem sofrer sequelas neurológicas, como perda auditiva parcial e atraso no desenvolvimento da linguagem. Meios de transmissão: 7 A transmissão do Hib se dá por via aérea ou por contato direto com secreções e objetos contaminados. Como prevenir: 7, 8 O leite materno é uma das melhores formas de prevenção para crianças menores de seis de idade. A outra forma de prevenir o Hib é a vacinação. POLIOMIELITE A Poliomielite é uma doença viral aguda que se manifesta de várias formas diferentes, como infecções inaparentes, quadro febril inespecífico e formas paralíticas. Apenas a forma paralítica possui características típicas: súbita deficiência motora, acompanhada de febre e diminuição ou ausência de reflexos na área paralisada. A paralisia dos músculos respiratórios e da deglutição implica em risco de vida para o paciente. Principalmente por contato direto pessoa a pessoa, pelas vias fecal-oral (a principal) ou oral-oral., 9 A forma de prevenção da Poliomielite é a vacinação. ROTAVÍRUS 0 O rotavírus é considerado um dos mais importantes vírus causador da diarreia aguda grave, destruindo as células do intestino de adultos e crianças. Os recém- -nascidos geralmente não apresentam sintomas, mas crianças a partir de 3 apresentam vômitos, diarreia e febre. 0 A transmissão ocorre principalmente por via fecal-oral.,10 Melhoria da qualidade da água, destino adequado do lixo, além de higiene pessoal e alimentar são medidas adotadas como prevenção. A vacinação contra rotavírus também é adotada como medida de prevenção. PNEUMOCOCO 1 O Pneumococo é uma bactéria que causa diversas doenças, como: otite média, pneumonia, meningite, bacteremia febril e sinusite. 1 A transmissão de um indivíduo para o outro se dá por via respiratória ou contato íntimo. A transmissão pode aumentar em aglomerações ou ambientes com ventilação precária (creche, presídio, quartéis e abrigos). 1 A cessação do tabagismo, principalmente para aqueles que já apresentaram pneumonia, representa uma estratégia importante, bem como a vacinação contra o pneumococo. MENINGOCOCO,6 O Meningococo é uma bactéria que causa a meningite meningocócica e doença meningocócica.
A meningite é uma inflamação nas membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença é mais comum na infância e os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, rigidez na nuca e até mesmo coma.,26 Ocorre de pessoa para pessoa através das vias respiratórias, por gotículas e secreções da nasofaringe, havendo necessidade de contato íntimo (residente na mesma casa, colega de dormitório ou alojamento, namorado) ou contato direto com as secreções do paciente. Devem ser adotas medidas de higiene e desinfecção de todo material contaminado por um paciente já infectado. Pessoas com contato íntimo com um doente são acionadas pela Vigilância Epidemiológica local para receber a quimioprofilaxia (antibiótico específico para evitar casos secundários). A vacinação também é uma forma de prevenção contra a doença. INFLUENZA,12 A Influenza ou gripe é uma infecção viral aguda que ocorre nas vias respiratórias e possui um elevado grau de transmissão entre os indivíduos, sendo mais frequente durante a infância. A gripe inicia-se abruptamente com sinais e sintomas sistêmicos, como dor de cabeça, febre, mal-estar, calafrios e outros sintomas respiratórios, como: tosse e dor de garganta. 2 A transmissão ocorre por meio de secreções respiratórias (tosse, espirro e mãos contaminadas) de indivíduos que apresentam a doença aguda. 3 As pessoas infectadas devem cobrir as mãos e o nariz ao tossir e lavar as mãos regularmente. Outra forma de prevenção é a vacinação. FEBRE AMARELA Doença aguda, causada por um vírus e de curta duração (no máximo 12 dias). A febre amarela pode se apresentar de maneira leve, grave ou até fatal, sendo os primeiros sintomas a febre alta, calafrios, dores de cabeça intensa, náusea e vômito, que duram até três dias. Após três dias observa-se a melhora na febre e nos outros sintomas por até dois dias, evoluindo para cura ou para forma grave, que se apresenta com o aumento da febre, diarreia e vômitos com aspecto de borra de café. A transmissão se dá através da picada do mosquito infectado com o vírus. Deve ser feito o controle do mosquito que transmite a doença e realizada a vigilância sanitária de portos, aeroportos e passagem de fronteira. A vacinação também é uma medida de controle para a doença. HEPATITE A,14,15 A hepatite A é causada por um vírus e em geral é benigna, entretanto, podem ocorrer complicações durante a doença. Nos primeiros sete dias os pacientes costumam apresentar mal-estar, vômito, dor de cabeça e febre baixa. A doença é mais leve em crianças do que em adultos e a recuperação é completa após um a dois. 15 Meios de transmissão: A hepatite A é transmitida por água e alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra (transmissão fecal-oral). 1, 15 Como prevenir: Durante a fase aguda da enfermidade as pessoas infectadas devem evitar ao máximo o contato com os outros indivíduos, lavar bem as mãos antes das refeições e evitar o preparo de alimentos. A vacinação também é uma medida de prevenção. SARAMPO Doença viral altamente contagiosa, caracterizada pelo aparecimento de manchas vermelhas na pele. Os sintomas ocorridos nos portadores da doença são: febre, tosse, corrimento no nariz, conjuntivite, sensação de sensibilidade ou aversão a qualquer tipo de luz e prostração. O sarampo pode apresentar complicações como: infecções respiratórias, pneumonia, encefalite, otite média, laringite e diarreia.
É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O isolamento domiciliar ou hospitalar dos pacientes pode diminuir o risco de transmissão. Deve-se evitar, principalmente, a frequência a escolas ou creches, agrupamentos, ou qualquer contato com pessoas suscetíveis. A vacinação também é uma forma de prevenção da doença. CAXUMBA 6 Infecção aguda causada por um vírus, podendo levar ao aumento das glândulas do pescoço e febre. 6 A transmissão se dá através do ar, pela saliva ou urina de pessoas infectadas. Como prevenir: 6 Evitar contato dos suscetíveis com doentes e a vacinação também é uma medida de prevenção. RUBÉOLA 1, 17 O que é: Doença aguda causada por um vírus, que se manifesta com manchas avermelhadas na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para o tronco e membros. Além do exantema, a rubéola também pode causar febre baixa e aumento dos gânglios no pescoço. 1, 18 Meios de transmissão: Por contato com as secreções das pessoas infectadas. A transmissão por objetos contaminados é pouco frequente. A mulher grávida contaminada por rubéola pode passar a doença para o bebê através da placenta. Essas crianças, que adquirem a chamada rubéola congênita, eliminam o vírus pela urina e por secreções nasofaríngeas, por um período de mais de um ano, sendo esta eliminação maior nos primeiros de vida. O isolamento de pacientes infectados pode diminuir o contágio. Deve-se evitar, principalmente, a frequência a escolas ou creches. A vacinação também é uma medida de prevenção.
Referências: 1. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Guia de Bolso. 8a edição revista. Brasília-DF, 2010. 2. FERREIRA, C. et al. Hepatite B. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. p 363. 3. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In:. Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 476-479. 4. ROCHA, M. et al. Tétano. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2008. p 253-258. 5. CARVALHO, L. et al. Coqueluche. In: FA- RHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. 5º ed. São Paulo: Atheneu, 2008. p 265-266. 6. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7a edição revista. Brasília-DF, 2009. 7. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. 5º edição. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 509-510. 8. FREIRE, H. Haemophilus Influenza B. In: Imunizações: fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2008. p 374-377. 9. WECKX, L. Poliomelite. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. 5º ed. São Paulo: Atheneu, 2008. p 289. 10. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In. Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 493-494. 11. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 512-514. 12. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 524-526. 13. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Influenza (Seasonal). 2009. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/index.html>. Acesso em: 04 dez. 2014. 14. FERRAZ,M. et al. Hepatite A. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2008. p 347. 15. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 549-551. 16. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. 5º ed. p 537-538. 17. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 539. 18. SATO, H. Rubéola. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2008. p 324.19. CUNHA, J. et al. Doenças imunopreveníveis, vacinas e imunoglobulinas. In: Vacinas e imunoglobulinas: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2009. p 543-544. 20. BRICKS, L. Varicela. In: FARHAT, C. et al. Imunizações: fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2008. p 415. 21. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dicas em saúde. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/117hpv.html>. Acesso em: 04 dez. 2014. 22. NATIONAL CANCER INSTITUTE. Human papillomavirus (HPV) vaccines. Disponível em: <http://www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/prevention/ HPV-vaccine>. Acesso em: 04 dez. 2014. 23. BOSCH, FX. et al. The causal relation between human papillomavirus and cervical cancer. J Clin Pathol, 55(4): 244-65, 2002. 24. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portal da Saúde. Disponível em: <http://portal.saude.gov. br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=22444>. Acesso em: 04 dez. 2014. 25. ASSO- CIAÇÃO BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança. 2014. Disponível em: < http://www.sbim.org.br/wp-content/uploads/2014/09/calendsbim- -crianca-2014-15-140908-a.pdf>. Acesso em: 07 nov. 2014. 26. RIO DE JANEIRO. Secretaria de Saúde. Rio com Saúde. Doenças de A a Z: meningite. Disponível em: <http:// www.riocomsaude.rj.gov.br/site/conteudo/ficha.aspx?c=48>. Acesso em: 11 dez. 2014. Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico. BR/VAC/0052/14 1474620 - Dezembro/2014