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Transcrição:

02.04.2007 1/6 1. OBJETIVO Esta especificação padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas de concreto armado destinadas ao suporte de condutores das redes aéreas de distribuição da Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Conforme NBR s 5732/1991, 5733/1991, 5738/1994, 5739/1994, 6118/1980 e 2003, 6124/1980, 7211/1983, 7480/1996, 8453/1984 e 8454/1984 ou outras normas que assegurem igual ou superior qualidade. 3. AMPLITUDE Esta especificação aplica-se externamente aos fabricantes, comerciantes, projetistas e empreiteiras e internamente às áreas encarregadas de projetar, construir e inspecionar obras de rede de distribuição de energia elétrica. 4. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO O cumprimento desta especificação está sob a responsabilidade das Agências e das Divisões. 5. CONDIÇÕES GERAIS O fornecedor deve providenciar materiais que assegurem o bom desempenho das cruzetas de concreto armado para serem instaladas em condições tropicais, temperaturas entre 5 C e 40 C, umidade relativa de até 100%, exposição ao sol e poluentes urbanos industriais. 5.1 Identificação As cruzetas devem apresentar a seguinte identificação gravada no concreto de forma legível e indelével: - nome ou marca comercial do fornecedor; - data (dia, mês e ano) de fabricação; - resistência nominal (dan); - número de série; - código ABNT do tipo de cimento utilizado. Esta identificação deve ser apresentada numa mesma face da cruzeta com fácil visualização da base do poste quando a cruzeta estiver instalada. A gravação deve ter profundidade não inferior a 1mm e nem superior a 3mm e altura de no mínimo 30mm. 5.2 Condições de Utilização As cruzetas de concreto objeto desta padronização são próprias para as montagens padronizadas nas normas de montagens de redes de distribuição. 5.3 Dimensões e Furações As cruzetas de concreto devem atender as dimensões e furações estabelecidas no desenho-01. Todos os furos das faces A e B, devem ter diâmetro de 18+3-1mm. 5.4 Acabamento As cruzetas devem apresentar superfície lisa contínua e uniforme sem fendas ou fraturas, (exceto pequenas trincas capilares não orientadas segundo o comprimento da peça, inerentes ao próprio material) e sem armadura aparente, não sendo permitida qualquer pintura ou outra imperfeição que impeça a sua condição de utilização.

02.04.2007 2/6 5.5 Furos Os furos devem ter eixo perpendicular ao plano que contém a face de concreto armado e dimensões estabelecidas no desenho-01. Os furos devem ser cilíndricos ou ligeiramente tronco-cônicos, permitindose o arremate na saída dos mesmos para garantir a obtenção de uma superfície tal que não dificulte a colocação das ferragens. Os furos devem ser totalmente desobstruídos. 5.6 Materiais Os componentes das cruzetas devem seguir as prescrições das seguintes normas: a) cimento - conforme NBR's 5732 e 5733; b) agregados - conforme NBR 7211; c) água - conforme NBR 6118; d) aço - conforme NBR 7480. e) concreto - para controle de resistência à compressão do concreto devem ser obedecidas às NBRs 5738 e 5739. A resistência de ruptura a compressão do concreto não deve ser menor do que 25 MPa. 5.7 Características Técnicas 5.7.1 Características geométricas e dimensionais: conforme desenho-01. 5.7.2 Características mecânicas a) Ambas as faces da cruzeta quando ensaiadas mecanicamente conforme Tabela 2, devem atender os valores de flechas, medidas nas extremidades para as cargas nominais (de trabalho), máxima excepcional, além de atender a carga mínima de ruptura, conforme as Tabelas 1 e 2. Em cada face ensaiada devem ser aplicados simultaneamente 2 (dois) esforços iguais, e as flechas medidas em ambas as extremidades da cruzeta. b) Ensaio lateral: a cruzeta deve suportar os esforços lateral direito Ld e lateral esquerdo Le, sendo Ld=Le de 150 dan aplicados não simultaneamente no isolador pilar de NBI 170 kv sem apresentar deformação permanente (o surgimento de trincas capilares é admissível, desde que na retirada do esforço as mesmas desapareçam) e 300 dan sem ocorrer a ruptura. Obs.: o surgimento de trincas capilares é admissível desde que estas desapareçam após a retirada do esforço. c) Ensaio no isolador ( conforme desenho-02-c ): a cruzeta deve suportar aos esforços F simultaneamente aplicados nas extremidades dos isoladores pilar. Os valores especificados, bem como a flecha máxima admissível, encontram-se na tabela dada a seguir. TIPO DE ISOLADOR PILAR 110Kv 170kV ESFORÇO MECÂNICO CONDIÇÃO DE ACEITAÇÃO F 100 Flecha máxima permitida 13mm 140 Flecha residual máxima permitida 3mm 200 Não deve ocorrer ruptura 50 Flecha máxima permitida 13mm 70 Flecha residual máxima permitida 3mm 100 Não deve ocorrer ruptura 5.7.3 Armadura a) Cobrimento: O cobrimento de concreto sobre a armadura em qualquer ponto deve ser no mínimo igual a 10 mm de espessura, exceção feita às paredes dos furos que deve ser no mínimo 5 mm.

02.04.2007 3/6 b) Afastamento: A posição e seção dos ferros da armadura devem ser tais que permitam, em função da forma e dimensão das peças, suportar as resistências nominais estabelecidas e os ensaios previstos nesta especificação. 5.7.4 Absorção de água O teor de absorção de água deve ser menor do que: - 6% para a média das amostras; ou - 7,5% para o corpo de prova, individualmente. 6. PROCEDIMENTOS 6.1 Transporte e instalação As cruzetas somente poderão ser transportadas e instaladas 28 dias após a sua fabricação. 6.2 Inspeção Os ensaios e métodos de ensaios, amostragem e critérios de aceitação ou rejeição devem estar de acordo com as normas e/ou documentos complementares citados no item 2 desta especificação. 6.3 Ensaios a serem realizados a) Inspeção geral (inclusive verificação do item 5.1); b) Verificação dimensional; c) Resistência mecânica, ensaiado conforme desenho-02 e atendendo o item 5.7.2; d) Verificação do cobrimento, ensaiado conforme NBR 6124 e atendendo ao item 5.7.3; e) Ensaio de absorção de água, ensaiado conforme NBR 6124 e atendendo ao item 5.7.4. Para fornecimento à CELPA as cruzetas de concreto armado devem ter sido aprovadas em todos os ensaios acima citados. 7. APROVAÇÃO Engº Elet. Luiz Eugênio Machado de Souza Diretor de Técnico NOTA: O documento original assinado encontra-se a disposição dos usuários na DEN.

02.04.2007 4/6 DESENHO-01 FURAÇÃO DA CRUZETA DE CONCRETO 2 metros 250daN OBS: 1 Dimensões em milímetros(mm) 2 Os furos são de 18mm

02.04.2007 5/6 DESENHO-02 L e A I s o l a d o r P i l a r C Ó D 5 7 6 0 0 0 7 5 4 1 8 C Ó D 5 7 6 0 0 0 7 6 2 7 9 ~ 1 5 0 F i x a ç ã o L d 1 0 0 V e V d M ã o f r a n c e s a N T R 5 7 3 5 0 0 1 6 7 0 5 B 1 5 0 ~ 1 5 0 H e F H d Esforço perpendicular ao eixo da cruzeta F C

02.04.2007 6/6 TABELA 1 CÓDIGO CEA TIPO RESISTÊNCIA NOMINAL (dan) MÁXIMA CARGA EXCEPCIONAL (dan) MÌNIMA CARGA DE (dan) 5780007905-7 Retangular 250 350 500 TABELA 2 DETALHES DE ENSAIOS DE ELASTICIDADE E APLICAÇÁO DAS CARGAS CONDIÇÕES 250 dan 350 dan 500 dan Da face B DESENHO-02 A Vê = Vd SIMULTÂNEOS FLECHA MÁXIMA PERMITIDA 13mm FLECHA RESIDUAL MÁXIMA PERMITIDA 3mm NÃO DEVE OCORRER Ld = Lê NÃO SIMULTÂNEOS VER ITEM 5.7.2 b) (ensaio lateral) Vê = Vd NÃO SIMULTÂNEOS NÃO DEVE OCORRER - - Da face A DESENHO-02 B He = Hd SIMULTÂNEOS FLECHA MÁXIMA PERMITIDA 13mm FLECHA RESIDUAL MÁXIMA PERMITIDA 3mm NÃO DEVE OCORRER OBS.: 1 - Medidas em milímetros. 2 - Ângulo não superior a sete graus. 3 - Convenções : V - vertical; H - horizontal; L - lateral d - direito; e - esquerdo.