6 ENCONTRO DIOCESANO

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Transcrição:

DIOCESE DE AMPARO-SP. 6 ENCONTRO DIOCESANO DE CANTO LITÚRGICO - CANTANDO A PARTIR DOS TEMPOS LITÚRGICOS - CANTOS NA CELEBRAÇÃO DA PALAVRA - LIVRO DE CANTOS DA DIOCESE DE AMPARO OUTUBRO 2016

SUMÁRIO 1. TEMPO LITÚRGICO: EXPRESSÃO DA GRAÇA DE DEUS (KAIRÓS)... 02 2. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO DO ADVENTO... 02 3. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO DO NATAL... 03 4. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO QUARESMAL... 04 5. CANTO LITÚRGICO NA SEMANA SANTA E TRÍDUO PASCAL... 04 6. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO PASCAL... 05 7. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO COMUM... 06 8. CANTOS NA CELEBRAÇÃO DA PALAVRA... 06 9. LIVRO DE CANTOS DA DIOCESE DE AMPARO... 07

Texto elaborado pelo Seminarista Rafael Spagiari Giron, Assessor Diocesano da Pastoral Litúrgica, com base em: CNBB. A música litúrgica no Brasil (Documento de Estudos n. 79); ALCALDE, Antonio. Canto e música na liturgia: reflexões e sugestões. São Paulo: Paulinas, 1998. (coleção Liturgia e Participação). Contato: liturgia@diocesedeamparo.org.br 2 1. TEMPO LITÚRGICO: EXPRESSÃO DA GRAÇA DE DEUS (KAIRÓS) Diferentemente de Deus, o ser humano está inserido na realidade temporal. Essa realidade está impregnada em toda a vida humana e, mesmo não nos dando conta de sua existência, ela aí está. A realidade temporal faz-nos com que organizemos nossas atividades diárias e, até mesmo, ajuda-nos em nosso crescimento e desenvolvimento corporal até o momento do declínio corporal e da morte. Tudo está dentro dessa realidade humana da qual chamamos de Tempo. Deus, em Jesus Cristo, também se submete ao tempo cronológico e experimenta essa realidade (encarnação, nascimento, crescimento-desenvolvimento, morte). Porém, Jesus faznos dar um salto para a realidade kairológica do tempo, ou seja, com Jesus, o Tempo se transforma em momento de manifestação da Graça e da Salvação de Deus (ressurreição). Agora a entrega de Jesus, pela humanidade, ultrapassa o tempo cronológico (acontecimento dado há 2.000 anos), para chegar até nós (Tempo Kairológico) e nos fazer também participantes de Sua Ressurreição. Unindo o tempo cronológico com o tempo kairológico, chegamos ao Tempo Litúrgico, momento único da manifestação de Deus em nossas vidas através das celebrações que participamos. Por meio do tempo kairológico, Deus se faz presente em nossa realidade cronológica e quer nos transformar por Sua Graça. As celebrações litúrgicas devem acompanhar esse tempo com suas mais diversificadas características, capazes de nos levar ao encontro do Mistério divino. Os tempos litúrgicos são divididos em: Tempo do Advento, Tempo do Natal, Tempo Quaresmal, Tempo Pascal e Tempo Comum. Vejamos, de forma breve, a relação de cada um com a música litúrgica. 2. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO DO ADVENTO O ADVENTO é um tempo curto, constituído de quatro semanas (domingos) que antecedem o natal (25 de Dezembro). É um Tempo de certa sobriedade que deve se contrastar com a ornamentação festiva do Natal (que virá na sequência). Também o canto deve expressar essa sobriedade, de modo que, utilize dos instrumentos musicais de forma moderada. Lembre-se que, neste Tempo, suprime-se o Hino de Louvor (Glória), justamente para entoá-lo do Natal (dando ao Tempo do Natal um caráter mais solene do que o Tempo do Advento).

Todo o espírito do Tempo do Advento está voltado para a espera do Senhor e o convite que nós fazemos para sua vinda. Por isso, o maranathá ( Vem, Senhor Jesus ) é uma expressão forte que não deverá ser esquecida na seleção dos cantos. Como expressão visual da aproximação do Natal (conforme as quatro semanas vão se passando), usamos a coroa do Advento, constituída de quatro velas que serão acesas uma a uma no início de cada semana. Elas são sinais de espera e esperança. O acendimento das velas se faz mediante um canto apropriado que nos insere em sua significação. No Tempo do Advento também nos deparamos, fortemente, com a presença de Maria, a Mãe de Jesus que dá seu sim a Deus. O Papa Paulo VI (no documento Marialis cultus) sugeriu que o Tempo do Advento fosse, por excelência, um tempo mariano, principalmente no quarto domingo do Advento, no qual Maria é vista como ícone da Igreja. Por isso, como sugestão, as celebrações poderão ser concluídas com um canto à Virgem Maria. 3 3. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO DO NATAL O Tempo do NATAL é um tempo repleto de festividades; inicia-se com as vésperas do dia 24 de dezembro e se estende até a Celebração do Batismo do Senhor. É um tempo em que nós fazemos memória da vinda do Senhor como cumprimento de Sua promessa (no Antigo Testamento). É interessante recordarmos que a Igreja sempre celebra o Natal à luz da Ressurreição (Páscoa de Jesus). Neste sentido, o Natal torna-se o início da redenção salvífica de Deus. O espírito que perpassa todo esse Tempo do Natal é o Emmanuel ( Deus conosco ). A partir de agora Deus não está distante, mas junto com seu povo e, mais ainda, assume a forma de seu povo (faz-se humano). Por isso, cantamos o mistério de Deus que se faz humano pela encarnação de Jesus; um mistério que nos enche de alegria (sentimento essencial do Natal). O Hino de Louvor (Glória) constitui o grande canto litúrgico do Natal. Ele é um hino e deve ser cantado, por todos, como tal (seguindo sua letra). O Santo faz eco neste tempo de alegria em que os anjos de Deus se rejubilam pelo nascimento de Jesus. A Aclamação memorial ( Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição, vinde Senhor Jesus! ) coloca-nos em relação com o nascimento do Senhor e com o mistério pascal de Cristo (morte e ressurreição). Também há outros cantos, no decorrer do Tempo do Natal, que podem nos ajudar a melhor rezar e meditar o mistério da encarnação e nascimento de Jesus; são eles: Calendas (anúncio do Natal, cantado na noite do natal em substituição ao Ato Penitencial); Te Deum (cantado no dia 31 de dezembro, após a comunhão, em ação de graças pelos benefícios recebidos durante o ano); Veni, creator Spiritus (cantado nas celebrações ao começar o novo ano no calendário civil).

4 4. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO QUARESMAL O Tempo da QUARESMA, assim como o Tempo do Advento, também é um Tempo de preparação para o momento seguinte (no caso da Quaresma, a Páscoa). É um Tempo no qual os fieis, pelas leituras e convite à oração e penitência, buscam aproximar mais do Mistério da Paixão e Morte de Jesus. O Tempo Quaresmal tem seu início com a celebração da quarta-feira de cinzas e se estende até a quinta-feira santa antes da missa da Ceia do Senhor. Lembrando que, a Celebração das Cinzas nos insere, fortemente, no contexto do sentimento de humildade e do reconhecimento da Criação de Deus. Não podemos nos esquecer de que o Tempo Quaresmal é um convite à penitência; por isso, a manifestação visível de uma liturgia mais sóbria é essencial (sem flores, sem expressões de alegrias). Os cantos também seguem esse esquema: deverão estar mais voltados para a interiorização e à reflexão da vida. Aqui os instrumentos musicais deverão ser usados de forma moderada. Como forma de reflexão sobre a vida, o silêncio litúrgico deve ser praticado. Ele nos ajuda a compreendermos o Mistério de Deus quando as palavras não mais são suficientes. O silêncio deverá estar entre as leituras, após a homilia e também após a comunhão. Sendo assim, não é necessário o canto intitulado de canto pós-comunhão. De forma geral, a Quaresma deve destacar: a misericórdia divina (perdão), a escuta à Palavra, o reconhecimento do pecado humano, o perdão para com as pessoas, a solidariedade, a conversão etc. Todos eles nos demonstram o sentido da Quaresma e nos indica a direção pela qual o canto deverá seguir. Lembrando que, nesse Tempo também não se canta o Hino de Louvor (Glória) e nem se pronuncia a palavra Aleluia durante os cantos (principalmente na Aclamação ao Evangelho). Somente no 4 Domingo da Quaresma se canta o Hino de Louvor como visualização da aproximação do dia da Páscoa. 5. CANTO LITÚRGICO NA SEMANA SANTA E TRÍDUO PASCAL A SEMANA SANTA tem seu início dentro do Tempo Quaresmal e seu término no Tempo Pascal. Inicia-se com o Domingo de Ramos e se estende até antes da Vigília Pascal. No final da Semana Santa temos o TRÍDUO PASCAL, momento de maior expressão e centralidade de nossa fé (coração de todo o Ano Litúrgico); uma vez que, se Cristo não ressuscitou, vã é nossa fé (1 Cor 15, 14). O Domingo de Ramos quer nos recordar a entrada do Senhor Jesus em Jerusalém; nessa entrada, Jesus foi aclamado como Rei e Senhor. Por isso, nosso canto utiliza essa linguagem; revivemos esse momento histórico na vida de Jesus. Aqui vale nossa atenção redobrada para os cantos escolhidos para que fiquem em harmonia com a celebração (Cantos de Entrada, Aclamação e comunhão).

5 Na Quinta-feira Santa há duas celebrações importantes: Missa do Crisma e Missa da Ceia do Senhor (Lava-pés). A missa do Crisma está voltada para a bênção e consagração dos óleos (catecúmenos, crisma, enfermos) e também para a visualização da comunhão do bispo com o seu presbitério (padres). Os cantos apropriados para essa missa são os que falam de comunhão, unidade, o ser povo sacerdotal, a pertença à Igreja, e a vida sacramental da Igreja. Inicia-se o Tríduo Pascal com a Celebração da Ceia do Senhor e se estenderá até antes da Vigília Pascal. A Celebração da Ceia do Senhor (ou Lava-pés) celebra a entrega de Jesus (seu Corpo e Sangue por nós) através do serviço aos irmãos e irmãs. O canto precisa nos recordar desta dimensão de entrega e de serviço. O canto do Hino de Louvor também é festivo (enquanto se cantam, tocam-se as sinetas) uma vez que, depois desse momento o Hino de Louvor e os sinos só voltarão a serem cantados e tocados na Vigília Pascal. Ao final da celebração acontece o Translado do Santíssimo dando à celebração já o caráter de recolhimento e meditação sobre a Paixão e Morte de Jesus. Na Sexta-feira Santa tudo se torna centralizado na Cruz de Jesus. A comunidade cristã proclama a Paixão do Senhor e exerce a função sacerdotal orando por toda a humanidade (Oração Universal), adorando a cruz e comungando da reserva eucarística do dia anterior. Nesse dia os instrumentos devem ser, ao máximo, tocados de forma discretos. A Celebração inicia-se no silêncio. Enquanto se adora a cruz cantam-se cantos apropriados para este momento. No Sábado Santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua Paixão e Morte, sua descida aos infernos, esperando sua Ressurreição na oração e no jejum. É dia de silêncio, cheio de oração, esperança e expectativa. Dia de serenidade, recolhimento, sossego e sobriedade. Se a sexta-feira Santa é a hora de Cristo, o sábado santo é a hora da Igreja, que viveu a prova suprema da fé e a união com o Deus redentor. 6. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO PASCAL O Tempo PASCAL inicia-se com a Vigília Pascal e se estende até o Domingo de Pentecostes. Por ser a festa central de nossa fé, o Tempo Pascal está marcado pela alegria e pelo canto festivo daqueles que se encontram com o Senhor Ressuscitado. Não se pode cantar qualquer canto, mas sim os cantos da páscoa. A palavra chave nesse Tempo é o Aleluia. Volta-se, também o canto do Hino de Louvor. Não se pode correr o risco de preparar muito bem a Quaresma e, o Tempo Pascal ser privado de boa preparação por conta do cansaço físico. Assim como a igreja passa a ser melhor enfeitada e decorada no Tempo Pascal, também o canto deverá passar por esse processo através de escolhas que nos dê o caráter de algo festivo, majestoso, triunfante, e de vitória.

Na Vigília Pascal, considerada a mãe de todas as vigílias, a boa preparação e organização é essencial; uma vez que diversos são os elementos que a constituem e formam o rito: Lucernário (a invocação e a resposta deverá ser cantada); Anúncio da Páscoa (deverá ser cantado de modo que o cantos saiba seu conteúdo para melhor expressá-lo); Salmos; Aleluia (logo após a leitura da epístola uma vez entoado se repete durante todo o Tempo Pascal). Durante todo o Tempo Pascal também podemos dar destaque a alguns cantos das celebrações: Canto de Entrada; Aspersão da Água; Hino de Louvor; e o Credo, além dos demais que já são cantados nas demais celebrações. 6 7. CANTO LITÚRGICO NO TEMPO COMUM O Tempo COMUM é o maior tempo, em período de domingos, que a Igreja possui. Nele recordamos as diversas situações que Jesus viveu no decorrer de sua vida. São ao todo 34 domingos que se estendem ao longo do ano. Ele é interrompido pelo Tempo da Quaresma e Páscoa e retorna após o domingo de Pentecostes seguindo até a Solenidade de Cristo Rei (um domingo antes do Advento). Como são diversos domingos, cabe ao grupo de cantos a busca de cantos diversos para que não se cante os mesmos em toda celebração. O melhor seria estar atento ao tema de cada evangelho e procurar músicas que se adaptassem um pouco a eles. 8. CANTOS NA CELEBRAÇÃO DA PALAVRA Celebrar a Palavra de Deus é também uma forma de viver a experiência de fé em Jesus. Ela não precisa ser celebrada somente quando não há possibilidade de Celebrar a Eucaristia, mas pode ser celebrada em diversos momentos e situações. Sabemos que a Palavra de Deus é sempre viva pela ação do Espírito Santo. Ela nunca deixa de ser eficaz, porque contém, realiza e manifesta a aliança que Deus firmou com o seu povo. A Palavra de Deus é celebrada porque traz em seu conteúdo a ação de Deus em favor de seu Povo; traz a história de vida de um povo que viveu seguindo a vontade de Deus. O sentido litúrgico, portanto, está no fato de que quando celebramos a Palavra de Deus celebramos nossa própria existência. Para que os fiéis possam ter acesso ao mesmo conteúdo das leituras da Celebração Eucarística, para a Celebração da Palavra, tomam-se as leituras do dia, conforme o Lecionário (inclusive o Salmo). Vale recordar que a Celebração da Palavra com Distribuição da Sagrada Comunhão Eucarística, presidida por um ministro leigo, não é uma espécie de mini-missa, ou seja, como se fosse uma Celebração Eucarística que somente dispense o momento da consagração. Por isso, vale a atenção das equipes de Canto no que se refere à seleção das músicas, uma vez que, as letras não deverão fazer referência à Celebração Eucarística. A atenção deve redobrar no que se refere às músicas de Entrada, Oferendas e Comunhão que, geralmente, fazem alusão à dimensão de sacrifício eucarístico da Missa. Na

Celebração da Palavra há o momento da partilha, porém, não a atualização memorial do que ocorreu com Jesus Cristo (Paixão, Morte e Ressurreição). O canto das Oferendas, em numa Celebração da Palavra, não existe. Uma vez que, não se apresentam Pão e Vinho para serem consagrados. Se houver coleta fraterna poderá haver um canto que faça referência à doação de vida, porém, nunca ao pão e vinho. (exemplo de cantos que poderão ser usados: Sabes Senhor ; Bendito sejas, ó Rei da glória ; Um coração para amar etc). 7 9. LIVRO DE CANTOS DA DIOCESE DE AMPARO Desde 30 de março de 2015 a se reúne mensalmente, através de uma Comissão montada por membros das equipes de canto das cinco foranias que compõem a nossa Diocese, para a elaboração do Livro de Cantos da Diocese de Amparo. O trabalho foi grande porque não partiu-se de livros de cantos já montados, como temos nas diferentes editoras católicas. Houve um levantamento das músicas que os grupos de canto cantam nas diferentes paróquias da Diocese. Desse material a equipe fez a seleção dos cantos (que são litúrgicos) e a organização nos diferentes Tempos Litúrgicos. Também se fez os devidos acréscimos de outros cantos que contemplem os diferentes seguimentos de ser Igreja. Juntamente com essa seleção e organização, há duas outras equipes trabalhando para a confecção das partituras e cifras que também serão disponibilizadas junto com o material. Cifras e Partituras serão organizadas em livros à parte das letras e entregues aos grupos de cantos da Diocese (portanto, ao final, serão 3 livros: letra, partitura e cifra). A previsão de entrega do livro, com as letras das músicas, está agendada para o primeiro semestre de 2017. Nas páginas seguintes você poderá conferir um pouco da divisão que pensamos para o livro. Partimos um pouco da divisão do Lecionário (com os tempos litúrgicos, festas e solenidades).

8 CANTOS DE ENTRADA ATO PENITENCIAL Tempo do Advento Tempo do Natal Sagrada Família de Jesus, Maria e José Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria Epifania do Senhor Batismo do Senhor Tempo da Quaresma Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Tríduo Pascal Quinta Feira Santa (Ceia do Senhor) Tempo Pascal Ascensão do Senhor Domingo de Pentecostes Tempo Comum Solenidade da Santíssima Trindade Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo Diversos Comum de Nossa Senhora Festa Apresentação do Senhor Festa Transfiguração do Senhor Santos (Mártires, Pastores, Doutores da Igreja e Virgens) Comemoração dos Fieis Defuntos Vocação / Missão Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência. CANTOS PARA ASPERSÃO Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência com algumas indicações específicas junto ao título da letra. HINO DE LOUVOR Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência com algumas indicações específicas junto ao título da letra.

9 CANTOS DAS OFERENDAS Tempo do Advento Tempo do Natal Sagrada Família de Jesus, Maria e José Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria Epifania do Senhor Batismo do Senhor Tempo da Quaresma Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Tríduo Pascal Quinta Feira Santa (Ceia do Senhor) Tempo Pascal Ascensão do Senhor Domingo de Pentecostes SANTO Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência. Tempo Comum Solenidade da Santíssima Trindade Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo Diversos Comum de Nossa Senhora Festa Apresentação do Senhor Festa Transfiguração do Senhor Santos (Mártires, Pastores, Doutores da Igreja e Virgens) Comemoração dos Fieis Defuntos Vocação / Missão

10 CANTOS DE COMUNHÃO Tempo do Advento Tempo do Natal Sagrada Família de Jesus, Maria e José Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria Epifania do Senhor Batismo do Senhor Tempo da Quaresma Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Tríduo Pascal Quinta Feira Santa (Ceia do Senhor) Sexta Feira da Paixão Tempo Pascal Ascensão do Senhor Domingo de Pentecostes Tempo Comum Solenidade da Santíssima Trindade Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo CANTOS DE PÓS-COMUNHÃO Não haverá divisão por Tempo Litúrgico, seguirão todos na sequência. Diversos Comum de Nossa Senhora Festa Apresentação do Senhor Festa Transfiguração do Senhor Santos (Mártires, Pastores, Doutores da Igreja e Virgens) Comemoração dos Fieis Defuntos Vocação / Missão

11 CANTOS FINAIS HINOS DOS PADROEIROS Tempo do Advento Tempo do Natal Sagrada Família de Jesus, Maria e José Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria Epifania do Senhor Batismo do Senhor Aqui terão os Hinos dos Padroeiros das Paróquias que compõem a Diocese de Amparo. Tempo da Quaresma Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Tríduo Pascal Quinta Feira Santa (Ceia do Senhor) Sexta Feira da Paixão Tempo Pascal Ascensão do Senhor Domingo de Pentecostes REFRÕES ORANTES Haverá sugestão de refrões para o início da Celebração e antes da leitura da Palavra de Deus. Tempo Comum Solenidade da Santíssima Trindade Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo Diversos Comum de Nossa Senhora Festa Apresentação do Senhor Festa Transfiguração do Senhor Santos (Mártires, Pastores, Doutores da Igreja e Virgens) Comemoração dos Fieis Defuntos Vocação / Missão MÚSICAS PARA PROCISSÃO Diversas músicas para procissões em geral.