U.E.F.S DEPARTAMENTO: SAÚDE PROGRAMA DE DISCIPLINA CÓDIGO DISCIPLINA ------------- ------------------------------------------------------- SAU 254 TERAPÊUTICAS NÃO CONVENCIONAIS CARGA HORÁRIA CRÉDITOS REQUISITOS T 30 02 P 30 01 E 00 00 TOT 60 03 EMENTA Concepções e práticas de homeopatia, massagem terapêucica, flo- rais de Bach e DO-IN. OBJETIVOS COGNITIVOS: - Reconhecer a doença como caminho pela qual o ser humano pode se- guir rumo à cura; - Identificar as necessidades psico-espirituais do cliente, visan- do a intervenção de enfermagem através das terapêuticas não conven- cionais; - Conhecer as terapêuticas não convencionais, que ajudam o cliente a vencer a rigidez amendrontada, levando a um processo de transforma- ção. PSICOMOTORES: - Reconhecer e aplicar os princípios científicos que envolvem as terapêuticas não convencionais; - Executar as Terapêuticas não convencionais fundamentada na opor- tunidade de ensino-aprendizagem. AFETIVOS: - Detectar o significado das doenças com base na idéia de que todo o sistema é um alerta da alma para uma carência essencial; - Reconhecer o profissional de enfermagem como parceiro terapêuti- co do cliente, integrada e preocupado com o indivíduo como um todo. METODOLOGIA - Planejamento e avaliação da disciplina; - Preleção; - Técnica de entrosamento/relaxamento; - Dinâmicas de grupo; - Mostra de Vídeos/discussão de temas; - Apresentação e demonstração de técnicas.
AVALIAÇÃO - Trabalho individual; - Trabalho grupal; - Avaliação prática; - Auto-avaliação; - Trabalho final. HOMEOPATIA. 1. Evolução da medicina homeopática. 2. Diferentes Sistemas Terapêuticos: 2.1. Mecanismo de ação terapêutica dos diversos sistemas médi- cos: - Ação primária. - Ação secundária. 3. Origem. 4. Princípios: - Lei dos semelhantes. - Experimentação do Homem São. - Medicamento Único. - Doses mínimas dinamizadas. 5. Homeopatia e seus aspectos preventivos e de tratamento. 6. Os limites para a terapêutica homeopática: - Os obstáculos à cura. 7. Semiologia na Homeopatia: - Classificação dos Sintomas. - Individualização Terapêutica. 8. Matéria e Energia: Aspectos Vibracional. 9. Água: Propriedades Energéticas. 10. Medicamentos Vibracionais: - Escala de Dinamizações. - Baixos e altas dinamizações. - Preparação dos medicamentos homeopáticos. -DO-IN. 1. Teoria: - Definição. - Origem. - Função como auxiliar na manutenção da saúde. - DO-IN no princípio único. O TAO, a relação com os elementos da natureza.
- As vias de circulação da energia. O estudo específico de cer- tos pontos. Sua utilidade. - Métodos de estimulação, utilizando os dedos das mãos. 2. Vivência: - Requisitos para uma boa prática. - O horário. - As contra-indicações. - O valor da seqüência. - A prática em si. - Prática completa. - Prática rápida. MASSAGEM TERAPÊUTICA. 1. Massoterapia: - Definições. - Histórico. - Conhecimentos básicos para a massagem. - Comportamento cliente/massoterapeuta: - Para quem recebe a massagem. - Para quem massageia. - Relação massatorapeutica/cliente. - Materiais usados em uma massagem. - Ambiente para a prática da massagem. - Passos para a massagem. - Lembretes. - Indicações. - Contra-indicações. - Cuidados: Gestantes/Idosos. 2. Manobras da Massagem. - Movimentos respiratórios. - Efeitos. - Direção. - Sentido. - Velocidade. - Ritmo. - Intensidade. - Importância das pressões na dissolução das couraças e tensões - Profundidade das pressões. - Partes do corpo utilizada para exercer as pressões: - Hipotenar. - Dedos. - Polegar. - Cotovelo, antebraço e joelho. - Outras partes do corpo. - Ação de massagem: reflexa, mecânica e psíquica. - Formas técnicas de exercer as manobras. - Deslizamento. - Fricções. - Percussão. - Vibração.
3. Massagem prática: - Costas. - Membros superiores. - Membros inferiores. - Abdomem e tórax. - Cabeça e pescoço. FLORAIS DE BACH. 1. Dr. Edward Bach uma história de vida. 2. Filosofia do Dr. Bach. 3. A medicina floral métodos de cura baseados na simplicidade. 4. A descoberta das essências. 5. Os tipos psicológicos descritos por Dr. Bach. 6. Os conflitos fundamentais: medo, incerteza, falta de interesse nas circunstâncias presentes, solidão, hipersensibilidade a influências e idéias, desespero ou desânimo, excesso de preocu- pação pelo bem estar dos outros. 7. Os remédios florais: sistematização por grupo. 7.1. Grupo: para os que sentem MEDO. - Rock Rose Mimulus Cherry Plum Red Chestnut. 7.2. Grupo: para os que sofrem INSEGURANÇA. - Cerato, Scleranthus Gentian Gorse Hornbeam - Wild Oat. 7.3. Grupo: falta de interesse pelas circunstâncias atauis. - Clematis Honeysuckle Wild rose Olive White Ches- tnut Mustard Chestnut Bud. 7.4. Grupo: para a SOLIDÃO. - Water violet impatiens Heather. 7.5. Grupo: para os que tem sensibilidade excessiva a influên- cia e opiniões. - Agrimony Centaury Walnut - Holly. 7.6. Grupo: para o desalento ou desespero. - Larch Pine LEM Sweet Chetnut Star of Bethlehem - Willow Oak Crab apple. 7.7. Grupo: excessiva preocupação com o bem-estar dos outros. - Chicory Vervain Vine Beech Rock water. 8. Rescue Remedy uma visão profunda de Rescue Remedy e suas aplicações. 9. Métodos de preparação dos florais. 10. Escolhendo e usando os florais de Bach. Esclarecendo sua esco- lha. - Encontrando a causa problema. 11. Formas de administração. Reações. 12. Os florais de Bach e seus usos.
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