TERMO DE ACORDO DE PARCELAMENTO JUDICIAL IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO: Nome: Endereço: CNPJ: Inscrição Estadual: Aos...dias do mês de... de 20..., compareceu à Procuradoria-Geral do Estado o representante legal do sujeito passivo identificado acima, doravante denominado CONTRIBUINTE, para firmar o presente acordo de parcelamento com o Estado de Goiás, pessoa jurídica de direito público interno, CNPJ 01.409.655/0001-80, neste ato representado pelo Procurador do Estado ao final identificado em razão de delegação que lhe foi conferida pelo Procurador-Geral do Estado de Goiás através da Portaria nº. 328/2009- GAB, editada nos com fundamento no art. 40, 1º, inciso VI, da Constituição Estadual e art. 5º, incisos XVI e XIX, da Lei Complementar nº 58, de 04 de julho de 2006, com endereço profissional na Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira, nº. 26, Setor Central, que será regido pela Lei nº. 16.675, de 28 de julho de 2009 e pelas seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA: O presente acordo, depois de deferido e ainda que não ocorra o pagamento da primeira parcela, importa definitivamente em:
I confissão irretratável do(s) débito (s), nos termos dos artigos 348, 353 e 354 do Código de Processo Civil (Conforme Termo anexo), relativo(s) ao(s) processo(s) administrativo(s) discriminados na CLÁUSULA TERCEIRA, o que não implica em novação. II renúncia a qualquer defesa ou recurso tendentes a discutir o crédito tributário objeto do presente acordo; III desistência de impugnação ou recurso interposto; Parágrafo único - Ao formalizar o pedido de parcelamento de crédito tributário em execução, no qual o representante legal do sujeito passivo tenha sido arrolado como solidário quando do lançamento do crédito tributário, a renúncia ao direito de defesa e a confissão irretratável de dívida alcançam ambas as pessoas. CLÁUSULA SEGUNDA: O CONTRIBUINTE concorda que os pagamentos efetuados em razão deste parcelamento sejam utilizados para a extinção do crédito tributário de forma proporcional a cada processo administrativo a ele inerente. CLÁUSULA TERCEIRA : O presente termo de acordo de parcelamento judicial tem por objeto o(s) crédito(s) tributário(s) oriundo(s) do(s) seguinte(s) processo(s) administrativos em cobrança por meio da ação de execução fiscal protocolizada sob o nº e em trâmite na comarca de. CLÁUSULA QUARTA:
O valor devido a título de honorários advocatícios, no percentual de 10 % (dez por cento) aplicado sobre o crédito tributário consolidado, integrará o presente acordo e receberá o mesmo tratamento conferido à dívida parcelada, nos termos do art. 56 da Lei complementar Estadual nº 58/2006. Parágrafo único Não se incluem neste acordo os honorários advocatícios decorrentes de embargos, ações autônomas de impugnação e os demais incidentes da ação judicial de execução fiscal. CLÁUSULA QUINTA: O vencimento das parcelas ocorrerá no dia 25 (vinte e cinco) de cada mês, excetuada a primeira parcela que deve ser paga dentro do prazo de validade do cálculo constante do documento de arrecadação (DARE 2.1), com o acréscimo de juros pré-fixados de 0,5% (cinco décimos por cento) ao mês e atualização monetária mensal pelo Índice Geral de preços ao consumidor Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas, conforme dispõe o CTE, para as parcelas pagas até o vencimento. 1º Em caso de atraso no pagamento da parcela, o valor será acrescido dos seguintes encargos: multa moratória de 2% (dois por cento) ao mês, limitada a 6% (seis por cento) ao ano e juros de mora de 0,75 % (setenta e cinco centésimos por cento) ao mês, calculados pro rata dia. 2º A falta de pagamento de qualquer parcela por prazo superior a 60 (sessenta) dias acarretará a denúncia do acordo de parcelamento judicial e o imediato prosseguimento da ação de execução fiscal. CLÁUSULA SEXTA:
O CONTRIBUINTE fica ciente que a parcela somente poderá ser paga através de DARE 2.1. emitido pelo sistema informatizado da SEFAZ ou pela Internet em qualquer situação, desde que o parcelamento esteja na condição de ativo, sendo que este documento de arrecadação somente poderá ser pago nas seguintes instituições bancárias: Bancos do Brasil, Bradesco e Itaú. CLÁUSULA SÉTIMA: A execução fiscal retomará seu curso, sendo desconsiderada a remissão de que se beneficiou o contribuinte, mas assegurado o abatimento dos valores do eventual pagamento do montante do crédito em cobrança, se for constatada que era vedada a transação judicial em razão da existência de penhora de dinheiro, veículos automotores, bens de raiz, navios e aviões nos autos da ação executiva fiscal, suficientes para cobrir 75% (setenta e cinco por cento) do crédito tributário, em avaliação feita em período não superior a 180 (cento e oitenta) dias (art. 14, 1º, da Lei nº. 16.675/2009). 1º - A execução fiscal também retomará seu curso, com desconsideração das remissões de que se beneficiou o contribuinte, nas hipóteses em que os créditos tributários constantes do presente acordo já tenham sido objeto de parcelamento administrativo ou judicial denunciados a partir da publicação da Lei 16.675/2009. 2º - A concessão de parcelamento não gera direito adquirido e será cassada de ofício, sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. CLÁUSULA OITAVA:
A celebração do presente acordo não importa em levantamento de eventuais penhoras, que serão mantidas até o seu completo adimplemento. CLÁUSULA NONA: Fica eleito o foro da Comarca de Goiânia para dirimir eventuais questões emergentes deste Termo. Goiânia, de de 20... CONTRIBUINTE ESTADO DE GOIÁS