ZOOLOGIA - REINO MONERA
REINO MONERA Unicelulares Procariontes Isoladas ou Colônias Ausência de estruturas membranosas Autótrofos ou Heterótrofos Obrigatórios ou facultativos Aeróbico / Anaeróbico Bactéria e Arqueobactérias
Cocos e Diplococos Cocos e Estafilococos Bacilos Espirilos
CLASSIFICAÇÃO Atualmente há indícios que as arqueas são evolutivamente mais relacionadas com eucariotos do que com bactérias http://grubial.blogspot.com/2010/07/el-dominio-bacteria-la-clasificacion-de.html
CITOLOGIA BACTERIANA http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u24.jhtm ESTRUTURAS ESSENCIAIS Membrana Plasmática Parede celular Mesossomas Ribossomos Cromossomo (DNA e RNA) ESTRUTURAS ACESSÓRIAS Cápsula Bacteriana Flagelo / Fímbrias Esporos Plasmídeos
CITOLOGIA BACTERIANA Parede Celular Estrutura rígida com função de revestimento e é indispensável à sobrevivência e a reprodução bacteriana. Constituída por peptidoglicano, difere as gram + das gram - Mesossomos Atua na respiração celular; na síntese e secreção de substâncias e na divisão celular; http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u24.jhtm
CITOLOGIA BACTERIANA Cápsula Envoltório acessório mais externo que atua na proteção da célula bacteriana e permite a fixação da bactéria em várias superfícies. Relaciona-se também à virulência da bactéria. Píli (Fímbria) Filamentos não móveis que atuam na aderência celular e no processo de conjugação bacteriana. http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u24.jhtm Flagelos Estrutura especial de locomoção constituída pela proteína flagelina.
CITOLOGIA BACTERIANA http://pathmicro.med.sc.edu/portuguese/chapter_1_bp.htm Esporos Bacterianos Formas com pouca ou nenhuma atividade metabólica que permite a sobrevivência da célula bacteriana em condições adversas e extremas. Consequências Maior transmissibilidade de doenças
CITOLOGIA BACTERIANA PLASMÍDEOS BACTERIANOS http://users.med.up.pt/med05009/bcm/vectores_frame.htm Não são essenciais à sobrevivência; Podem conferir resistência à antibióticos e a metais pesados; Utilizados em processos de clonagem como vectores;
CITOLOGIA BACTERIANA http://www.ufv.br/dfp/virologia/fip704_teor_files/semanas_3_e_4_dna_recombinante.pdf
METODOLOGIA GRAM Método de coloração bacterianobactérias Gram (+) / Gram (-); Critério utilizado na taxonomia das bactérias; Ocorre devido à diferenças químicas e estrutural da parede celular; Gram (+) Coloração roxa capacidade de reter a cor roxa várias camadas de peptidoglicano; Gram (-) Coloração vermelha não retém o corante camada simples de peptidoglicanopresença de membrana externa
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METODOLOGIA GRAM Gram (+) Camada de peptidoglicano mais espessa e ausência de lipopolissacarídeos (LPS) Gram (-) Camada de peptidoglicano mais fina e presença de lipopolissacarídeos (LPS)
http://pathmicro.med.sc.edu/portuguese/grampos2000-port.jpg
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PATOGENICIDADE Qual delas possui um grau maior de virulência? Devido à presença da endotoxina (LPS) na membrana externa, as bactérias GRAM (-) possuem a propriedade de patogenicidade, ou seja, são mais virulentas; Exemplos: Escherichia coli; Salmonella; Pseudomonas http://www.infoescola.com/reino-monera/salmonella/ http://microbewiki.kenyon.edu/index.php/escherichia_coli
REPRODUÇÃO BACTERIANA SOMENTE REPRODUÇÃO ASSEXUADA MECANISMOS DE RECOMBINAÇÃO Bipartição Esporulação
REPRODUÇÃO BACTERIANA Reprodução mais comum havendo a atuação dos mesossomos. Processo extremamente rápido
REPRODUÇÃO BACTERIANA Esporulação bacteriana: Ocorre a desidratação de um esporo (estrutura bacteriana que sobrevive em condições adversas), seguida pela duplicação do cromossomos e formando um novo esporo. Em ambiente propício, o esporo se reidrata, reconstituindo uma nova bactéria, que passa a reproduzir-se por reprodução binária.
RECOMBINAÇÃO BACTERIANA Conjugação bacteriana 1ºAproximação das bactérias (doadora F + e receptora F - ); 2ºFormação do tubo protéico (pili) conexão estrutural 3º Replicação do plasmídeo F; 4ºTransferência do DNA da bactéria F + para a F - )
Fonte: http://www.uni-regensburg.de/fakultaeten/nat_fak_iii/zoologie/schneuwly/explab/plasiso.htm)
Óh, pequeno rebento... Sabemos que a presença do plasmídeo F confere ás bactérias a capacidade de doar o DNA que, é quase sempre o plasmídeo F Meu anjo, responda-me: Qual a importância do Plasmídeo F?
RECOMBINAÇÃO BACTERIANA Transformação Bacteriana Adaptado de: http://biologia-cell.blogspot.com/2010/09/celula.html
RECOMBINAÇÃO BACTERIANA Transformação Bacteriana Adaptado de: http://biologia-cell.blogspot.com/2010/09/celula.html
RECOMBINAÇÃO BACTERIANA Transdução Bacteriana Adaptado de: http://biologia-cell.blogspot.com/2010/09/celula.html
CRESCIMENTO BACTERIANO Crescimento teórico Condições ideais como suprimento ilimitado de nutrientes e ambiente inalterável Crescimento exponencial ou logarítmico Exemplo E. coli Em condições ideais chega a 5 x 10 9 células por ml em 15 horas, aproximadamente http://professor.ucg.br/sitedocente/admin/arquivosupload/3909/material/crescimento%20populacional%20de%20bact%c3%a9rias.pdf
CRESCIMENTO BACTERIANO Crescimento real Condições de suprimento limitado de nutrientes e ambiente alterável Crescimento variável Lag fase de adaptação metabólica ao ambiente não há aumento de indivíduos; Exponencial Crescimento de células por tempo limitado; Estacionária Queda no crescimento devido às condições limitantes; Declínio Perda da capacidade de divisão http://professor.ucg.br/sitedocente/admin/arquivosupload/3909/material/crescimento%20populacional%20de%20bact%c3%a9rias.pdf
NUTRIÇÃO AUTOTRÓFICA BACTERIANA Bactérias Autotróficas Fotossintetizantes Produzem glicose a partir de gás carbônico, sulfeto e de uma clorofila especial denominada bacterioclorofila ENERGIA LUMINOSA CO 2 + H 2 S ----------------------- C 6 H 12 O 6 + H 2 O + S 2 bacterioclorofila Bactérias Autotróficas Quimiossintetizantes Participam ativamente do processo de fixação biológica de nitrogênio atuando na conversão de amônia em nitrito (nitrossomas) e, de nitrito em nitrato (nitrobacter) NH 3 + O 2 NO 2- (nitrito) + Energia / 6 CO 2 + 6 H 2 O + Energia C 6 H 12 O 6 + 6 O 2 NO 2 - + O 2 NO 3- (nitrato) + Energia / 6 CO 2 + 6 H 2 O + Energia C 6 H 12 O 6 + 6 O 2
DOENÇAS BACTERIANAS
Doença Agente causador Transmissão Tratamento Profilaxia Tuberculose Hanseníase (lepra) Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Kock) Mycobacterium leprae Vias respiratórias, saliva ou secreções nasais Botulismo Clostridium botulinum Intoxicação alimentar Cólera Vibrio cholerae; Ingestão de água e alimentos Tétano Clostridium tetani Através de ferimentos na pele Ar, saliva Uso de antibióticos Vacina BCG Uso de antibióticos Muitos são resistentes Uso de soro específico Reidratação; repouso Aplicação de soro Cuidado enlatados com Higiene alimentar Vacinação Sífilis (cancro duro) Treponema pallidum Via sexual Uso de antibióticos (Penicilina) Contraceptivos Gonorréia Neisseria gonorrheage Via sexual Uso de antibióticos Contraceptivos Coqueluche Bordetela pertussis Vias respiratórias e saliva Descanso; antibióticos Vacina Meningite Meningococo Vias respiratórias Medicamentoso Vacinas
microbiologyspring2010.wikispaces.com microbiologyspring2010.wikispaces.com http://bepast.org/dataman.pl?c=lib&dir=docs/photos/botulinum/ www.papodeestudante.com
IMPORTÂNCIA Na manipulação genética Utilização de enzimas de restrição retiradas de bactérias; Produção de plantas transgênicas utilização de plasmídeos; No processo de Biorremediação uso de bactérias na limpeza de ambientes contaminados; Na agriculturabactérias fixadoras de Nitrogênio Na digestão Mutualismo no intestino humano
BIBLIOGRAFIA Professor Marcos Morris AMABIS, J. MARIANO & MARTHO, Gilberto Rodrigues - Biologia das células. Volume 1. Ed moderna 3º edição 2009 Raven, P. H.; Johnson, G. Biology. 6ed. McGraw Hill: Nova Iorque, 2002. www.unicamp.br www.ciagri.usp.br www.biologia.arizona.edu www.libertaria.pro.br/antibioticos_intro.htm http://vsites.unb.br/ib/cel/microbiologia/divisao/divisao.html Demais sites mencionados nos slides