COBRE CABOS DE TELECOMUNICAÇÕES
CABOS DE TELECOMUNICAÇÕES
ÍNDICE 5 I INTRODUÇÃO 12 22 23 25 29 30 II DADOS TÉCNICOS 1 Introdução 2 Tipos de instalação e aspectos construtivos 3 Conceitos de transmissão 4 Condições de Instalação 5 Sistema de designações III CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS TE1HE TE1HEAV TE1HEAE 31 32 T1EG1HE T1EG1HEAE ÍNDICE 33 35 38 39 42 43 45 48 49 50 53 54 54 57 58 61 TE1HES IV CABOS DE QUADRAS PARA REDES REGIONAIS TE1HE V CABOS MIC TE2HES T1EG2HE VI CABOS PARA A REDE DE ASSINANTES TVV TVHV TVD TV VII CABOS PARA A REDE DE ACESSO DE DISTRIBUIÇÃO (CAT. 3) TE1GE TE1SE VIII CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS CAT.5 CAT.5E 3 65 IX CABOS COM COMPORTAMENTO MELHORADO AO FOGO
INTRODUÇÃO GERAL DA EMPRESA A origem da Cabelte remonta ao ano de 1938. Actualmente é líder do mercado nacional e um dos mais conceituados fabricantes da indústria de cabos de energia e de telecomunicações, a nível internacional. O programa de desenvolvimento e modernização, iniciado em 1974 com a mudança de instalações para a nova unidade fabril em Arcozelo, prossegue hoje com o constante esforço de investimento em novas tecnologias, na optimização da capacidade de produção e na formação permanente dos recursos humanos. A Cabelte tem ao seu dispor uma completa gama de produtos com uma excelente relação custo/benefício/qualidade: Cabos de baixa tensão em cobre e alumínio; Cabos de média tensão em cobre e alumínio, até 30 kv; Cabos de telecomunicações em cobre e fibra óptica; Cabos OPGW e ADSS; Cabos nus para linhas aéreas; Cabos para aplicações especiais; Acessórios de montagem de cabos de baixa e média tensão; INTRODUÇÃO Acessórios para montagem de fibras ópticas e equipamento de soldadura. Como fornecedor completo que pretende ser, a Cabelte tem ao seu dispor uma estrutura montada que, para além de desenhar e conceber soluções à medida do cliente, permite-lhe supervisionar a instalação dos cabos e executar projectos chave na mão. 5
GAMA DE CABOS DE TELECOMUNICAÇÕES Em resposta ás transformações verificadas no domínio das telecomunicações e grande dinamismo patenteado pela indústria fornecedora de hardware, a Cabelte tem-se evidenciado na procura das melhores e mais eficientes soluções de fabrico. Para uma adequada resposta aos requisitos e especificações dos seus clientes são apresentadas alternativas de construção de acordo com diversas normas nacionais e internacionais aplicáveis como por exemplo: Portugal Telecom - ET 2.029 - Cabos da rede exterior local TE1HE, TE1HES e T1EG1H2 - Generalidades e requisitos técnicos Portugal Telecom - ET 2.030 - Cabos especiais para PCM - TE2HES e T1EG2HE Portugal Telecom - ET 2.281 - Cabo TE1HE (Quadras regionais) INTRODUÇÃO Portugal Telecom - ET 2.031 - Cabos TVHV Telefonica (Espanha) - ER.f5.058 - Cables de pares de instalacion interior para el acceso basico de la RDSI Telefonica (Espanha) - 634.004 - Hilo con cubierta de plastico para repartidor ISO/IEC 11801 - Information Technology - Generic cabling for customer premises ANSI/TIA/EIA-568-A - Commercial Building Telecommunications Cabling Standard EN 50173 - Information Technology - Generic cabling systems CEI 60708 - Low-frequency cables with polyolefin insulation and moisture barrier polyolenfin sheath Para além de toda a gama standard apresentada neste catálogo, a Cabelte tem capacidade para desenvolver as mais 6 diversas propostas técnicas de modo a obedecer aos mais exigentes requisitos solicitados pelos clientes. É o caso dos cabos com comportamento melhorado ao fogo ou cabos com requisitos ambientais específicos.
PRODUÇÃO Todo o processo de fabrico, executado nas instalações da empresa, utiliza tecnologia própria que permite assegurar a concepção e produção de cabos de telecomunicações satisfazendo os mais elevados requisitos de funcionamento de fiabilidade e segurança exigidos por estes produtos. No fabrico da isolação, usam-se dois métodos: isolação sólida e celular (também designada por foam-skin). Esta última consiste na aplicação simultânea de duas camadas com o objectivo de obter uma permitividade dieléctrica menor do que com isolação sólida. Os parâmetros dimensionais assim como os parâmetros eléctricos, como por exemplo a capacidade do fio, são controlados em curso e têm tolerâncias muito apertadas. O cumprimento destas tolerâncias é INTRODUÇÃO importante, pois as características de transmissão do cabo estarão directamente relacionadas com estes parâmetros. 7
CONTROLO DE QUALIDADE Todo o processo de fabrico está sujeito a um rigoroso controlo de qualidade iniciado na qualificação e classificação de fornecedores de matérias-primas, com a consequente homologação dos seus materiais, passando pelo controlo de recepção dos mesmos, pelo controlo em curso e pelo controlo final à saída de fábrica. Dos diversos ensaios para os quais a Cabelte está dotada dos meios necessários, ressaltam os ensaios de características de transmissão: Medida de Impedância Característica (Zc) Medida de Atenuação Medida de Diafonias (paradiafonia NEXT e telediafonia-fext) INTRODUÇÃO Medida de Return Loss Medida de Structural Return Loss Medida ACR (attenuation Crosstalk Ratio) Medida do PSACR (Power Sum ACR) Medida do ELFEXT (Equal Level FEXT) Medida do PSNEXT (Power Sum NEXT) Medida de Delay Skew 8 SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE Como suporte de todo os processos, nomeadamente, concepção, fabrico e ensaio está implementado, desde 1995, o Sistema de Garantia da Qualidade cumprindo as orientações da norma NP EN ISO 9001. Desta forma é assegurada a qualidade a todos os níveis do processo industrial.
DADOS TÉCNICOS
DADOS TÉCNICOS 1 INTRODUÇÃO Os cabos de telecomunicações são cada vez mais usados não só pelos grandes operadores de telecomunicações mas também em redes privadas de telecomunicações, em sistemas ferroviários, instalações militares, indústrias, hospitais e bancos. Nas escolas, hotéis, superfícies comerciais são também implementados sistemas de sinalização, alarmes ou sistemas de controlo. Para o cliente a importância destas infra-estruturas é similar a outras tão fundamentais como iluminação, fornecimento de energia, água ou gás. Tal como nestes serviços as interrupções podem ter consequências gravosas. A fraca qualidade do serviço devido a um mau desenho das redes, uso de componentes desapropriados, instalação incorrecta, DADOS TÉCNICOS má administração do sistema ou uma manutenção deficiente poderão ameaçar a eficiência duma organização. Historicamente as redes de comunicação eram projectadas de forma a servirem funções de cariz específico ou de âmbito multifuncional. A normalização crescente neste domínio a nível internacional permite uma migração controlada para conceitos genéricos de redes, proporcionando aos clientes um sistema de cablagem: - independente e um mercado aberto em termos de componentes; - flexível na medida em que as alterações são mais fáceis e económicas; - que suporta as aplicações actuais e proporciona uma base para desenvolvimentos futuros. 2 TIPOS DE INSTALAÇÃO E ASPECTOS CONSTRUTIVOS As aplicações que o cabo terá que suportar assim como o tipo de instalação em que este será utilizado são os factores principais que determinam o tipo de cabo a utilizar. Estes factores originam uma série de requisitos eléctricos, mecânicos, químicos e de transmissão que condicionam o dimensionamento do cabo e a escolha dos materiais. Os cabos segundo o tipo de instalação dividem-se geralmente nas seguintes categorias: - cabos armados para serem directamente enterrados ou submarinos; - cabos aéreos cabos instalados ao ar livre, suspensos; - cabos de interior para utilizar dentro dos edifícios; - cabos de conduta para utilizar em tubagens ou em condutas; Os cabos telefónicos são normalmente constituídos por fios de cobre recozido de um determinado diâmetro, isolados e envolvidos por uma bainha de protecção. O material da isolação é um componente importante no cabo e deve cumprir vários requisitos dos quais podemos destacar: flexibilidade, resistência mecânica, resistência ao calor, estabilidade, larga duração e as propriedades dieléctricas. Os materiais de isolação mais frequentes são o PVC (policloreto de vinilo), PE (polietileno) e o PP (polipropileno).
O PVC tem como principais características uma grande dureza e resistência à humidade, ácidos, bases e óleos. O PE apresenta melhores propriedades eléctricas e excelente resistência à humidade. É classificado quanto à densidade como de baixa (PEBD) ou alta (PEHD). O valor da permitividade da isolação usando este material pode ser diferente do valor típico para o PE (PE sólido) usando PE celular recoberto por uma fina camada de PE sólido (foam-skin). O PE celular tem uma permitividade menor e pode ser obtido através de um processo químico ou físico. As características eléctricas do PE fazem com que seja ideal em cabos para altas frequências. A identificação dos condutores é realizada ou por coloração ou por outros meios, tais como anéis. Os condutores isolados são torcidos entre si para formar um par ou uma quadra estrela usando-se diferentes passos de cableamento para minimizar o acoplamento eléctrico. 2b 1a 1b 1a 1b 2a Par Quadra estrela Os pares e as quadras são cableadas em camadas concêntricas ou em sub-unidades (parte do número total de DADOS TÉCNICOS elementos que constituem o núcleo do cabo, geralmente com ou 25 elementos) e unidades. Por núcleo do cabo entende-se o conjunto que será posteriormente embainhado ou enfitado. A enfitagem consiste tipicamente em fitas plásticas ou hidroexpansivas. A sua principal função é a de prover protecção mecânica, térmica e eléctrica. As fitas hidroexpansivas, por sua vez, constituem também um bloqueio para a não propagação da água no interior do cabo. Em alguns cabos telefónicos isolados a polietileno é usual exigir-se que sejam estanques. Isso pode ser conseguido 11 através do uso de elementos hidroexpansivos ou pelo uso de geleias que vão preencher os interstícios entre os condutores. A escolha de materiais para bainhas é condicionada pela aplicação dos cabos. Nos cabos de interior o material de bainha mais vulgar é o PVC. Para este tipo de aplicações, mas para zonas de maior risco é exigida a utilização de compostos com bom comportamento ao fogo e com baixo teor de halogéneos. Nos cabos para o exterior geralmente é utilizado o polietileno que possui uma melhor resistência à acção dos agentes atmosféricos e aos raios ultravioleta (pela adição de negro de fumo). Do núcleo do cabo até à bainha exterior, além de bainhas intermédias, poderemos ter várias camadas e elementos com funções diversas. Como exemplo desses componentes temos: Blindagens: A necessidade do uso de blindagens em cabos de telecomunicações depende da sensibilidade do sinal que queremos transmitir e do nível de interferências que podem surgir do meio envolvente. Em certos casos são previstas blindagens individuais dos elementos do cabo para evitar diafonias entre eles.
Os materiais mais vulgares são fitas de alumínio ou de cobre que podem ser comlementadas com fios de cobre. Para cabos mais flexíveis é vulgar o uso de tranças. As fitas podem ser aplicadas helicoidalmente ou longitudinalmente. As fitas longitudinais podem ser corrugadas para que o cabo mantenha a flexibilidade. A blindagem estanque, é um caso particular. Constituída por uma fita de alumínio com uma ou ambas as faces recobertas com polietileno é aplicada longitudinalmente e aderente à face interna duma bainha de polietileno; além da protecção electrostática proporciona uma protecção à penetração transversal da água e humidade. Armaduras: Conferem protecção mecânica e/ou electromagnética constituída por fios ou fita de aço e/ou alumínio aplicados de DADOS TÉCNICOS forma helicoidal. Tal como nas blindagens, as fitas de aço podem ser aplicadas helicoidalmente ou longitudinalmente (fitas corrugadas); Tensores: Para cabos aéreos é usual incluir na bainha exterior um cabo de aço que permite que o cabo fique suspenso, vencendo vãos de grandeza variável (cabos em figura de oito). Em alternativa a este tipo de tensores mais tradicionais, os tensores poderão ser totalmente dieléctricos, conferindo maior leveza podendo os cabos tomar formas totalmente circulares (diminuindo assim a resistência à acção do vento). 3 CONCEITOS DE TRANSMISSÃO 12 Do ponto de vista da transmissão o cabo pode ser caracterizado por quatro grandezas eléctricas, designadas por parâmetros primários do cabo. Um segundo conjunto de grandezas pode ser derivado destes - parâmetros secundários. 3 1 Parâmetros Primários R = resistência óhmica por unidade de comprimento L = indutância por unidade de comprimento G = condutância por unidade de comprimento C = capacidade por unidade de comprimento Resistência óhmica - R A resistência óhmica em corrente continua (dc) - R 0 - do par de condutores de cobre com resistividade ρ=17.241ω.mm 2 /km e diâmetro de cada condutor - d(mm) é dada pela expressão: R 0 = 8ρ 44.0 πd 2 d 2 Ω/Km
No cabo, pelo facto de os condutores serem torcidos entre si, o valor acima calculado terá que ser aumentado por um valor que pode atingir 2%. Este acréscimo deve-se ao factor de cableamento e depende dos passos de formação do par e do passo de cableamento destes no núcleo. Com a temperatura a variação da resistência é de cerca de +0,4% por ºC para o cobre. Em corrente alternada (ac) a existência de vários condutores activos próximos uns dos outros pode traduzir-se num aumento das perdas. A este fenómeno dá-se o nome de efeito de proximidade. Outro aspecto que faz variar a resistência em corrente alternada é o efeito pelicular que se traduz pela concentração da corrente na proximidade da superfície do condutor à medida que a frequência aumenta. Como exemplo, a frequências de transmissão de voz (até 3.4kHz), poderemos desprezar o efeito pelicular (R= R 0 ), no entanto a 0MHz a profundidade de penetração é de 7µm, resultando daí um acréscimo na resistência, contribuindo assim para o aumento da atenuação a frequências mais altas. A equação da profundidade de penetração é a seguinte: υ = 50 π em que, ρ f DADOS TÉCNICOS ρ - resistividade do condutor f - frequência A profundidade de penetração traduz a distância à superfície do condutor onde a densidade de corrente diminui de um factor de 1/e =1/2.72 (37.6%) em relação à densidade à superfície. 13 Na análise corrente geralmente recorre-se a um parâmetro adimensional u, que estabelece a relação da frequência com o diâmetro, resistividade e permeabilidade magnética: u = d 2 µ µ ω r 0 ρ µ 0 - permeabilidade magnética do vazio; µ r - permeabilidade magnética relativa; ω - frequência angular (2πf) Para condutores não magnéticos µ=1. Com d em mm,f em khz e ρ em Ω.mm 2 /km, vem: u = 1.405d f ρ
A resistência em corrente alternada poderá ser então obtida de forma exacta por recurso a funções de Bessel ou de forma aproximada pela formula empírica seguinte obtida por A. Levasseur: R = 1 ( 4 1 + 6 36 + 8u 6 )R 0 Indutância - L Está relacionada com o campo magnético criado por uma determinada corrente no condutor. Indica-nos qual o efeito indutivo que têm entre si os condutores de um par. No caso de uma repartição uniforme da corrente por toda a secção dos condutores temos a seguinte expressão aproximada para a indutância num par: DADOS TÉCNICOS L = b + 0.92 log 2.a d em que : d - é o diâmetro do condutor em mm; a - a distância entre os centros dos condutores em mm; b - 0.1 para frequências de voz (até 3.4kHz). O primeiro termo, é a auto-indução dos condutores, derivado do campo magnético existente no interior dos condutores. Este campo é provocado pela distribuição de corrente na secção do condutor. O segundo termo é a indução mútua resultante do campo magnético existente entre os condutores. Para altas frequências o cálculo é mais complexo e esta fórmula deixa de ser válida. Nesse caso, a corrente concentra-se 14 na superfície dos condutores pelo efeito pelicular. Por outro lado acentua-se o efeito de proximidade, reduzindo ainda mais a área útil condutora de corrente. A conjugação destes vários efeitos é a diminuição da auto-indução à medida que a frequência aumenta. Condutância - G A condutância da isolação, isto é, as fugas através da isolação, não tem praticamente significado do ponto de vista da transmissão. A análise deste parâmetro é no entanto realizada com algum cuidado pois permite avaliar o bom funcionamento dos circuitos. As fugas mais importantes para a transmissão são as causadas por perdas dieléctricas. Para estas perdas temos: G = ω.c.tanδ Com: δ - angulo de perdas; ω = 2πf rad/s; C - capacidade em µf/km No caso de tanδ ser independente da frequência, G será proporcional à frequência.
Capacidade mútua - C Exprime a capacidade de a isolação que separa os dois condutores de um par de armazenar energia sob a forma de um campo eléctrico quando exista uma diferença de potencial entre os ditos condutores. A capacidade efectiva de um par é medida com todos os outros condutores do cabo reunidos entre si e ligados, juntamente com a blindagem, à terra. Ela resulta da combinação de diferentes capacidades parciais dos condutores considerados, em relação aos outros condutores, à blindagem e à terra. A qualidade da transmissão é tanto melhor quanto menor for: - o valor da capacidade mútua; - a diferença entre as capacidades dos diferentes circuitos; - os desequilíbrios capacitivos. A fórmula empírica seguinte é utilizada para o cálculo da capacidade mútua entre dois fios cilíndricos isolados: C = em que: 00ε r 36ln(2a D d ) nf/km DADOS TÉCNICOS a = 2 para pares e 2.42 em quadras estrela; D, diâmetro fio isolado; d, diâmetro do fio de cobre; ε r, permitividade relativa do material de isolação. Para PE sólido tem o valor de 2,3 e para PE celular varia normalmente entre 1,3 e 1,8. Para PVC está entre 5 e 7. 15 Associada ao conceito de capacidade mútua existem geralmente outras noções que reflectem imperfeições e desigualdades construtivas ao longo do cabo os desequilíbrios capacitivos. No caso de um cabo de pares podemos ter dois tipos de desequilíbrios: - variação do valor das capacidades mútuas entre os diferentes pares; - desequilíbrio capacitivo à terra dentro de cada par. O desequilíbrio à terra, define-se pela diferença: C u = C ag - C bg, para sistemas simétricos; C u = C 1 - C 2, para sistemas assimétricos; com C 1 e C 2 representando a capacidade entre os condutores a e b (do par), com respectivamente o condutor b e o condutor a ligados a todos os outros condutores do cabo e estes à terra.
De acordo com a figura: C 1 = C ab + C ag e C 2 = C ab + C bg a b C ab C ag C bg No caso de cabos com quadras estrela há a considerar vários desequilíbrios dentro da quadra: DADOS TÉCNICOS C d0 d C ad a C a0 C ab b C b0 C cd C bc C ac c C db C c0 16 O circuito 1 é constituído pelos condutores a e c e o circuito 2 constituído pelos condutores b e d; Os circuitos 1 e 2 designam-se por circuitos reais. Com estes dois circuitos podemos formar um terceiro circuito circuito fantasma. Uma forma de estabelecer as ligações entre os circuitos reais para formar o circuito fantasma é por intermédio de transformadores. A figura seguinte representa essa situação, com f1 e f2 funcionando como os terminais do circuito fantasma. a c f1 f2 b d Corrente nos circuitos reais Corrente no circuito fantasma
Alguns exemplos dos desequilíbrios definidos são: Entre circuitos: Entre o circuito 1 e 2: K 1 = C ab + C cd (C ad + C bc ) Entre o circuito 1 e o fantasma: K 2 = C ab + C ad (C bc + C cd ) + 1 2 E 1 Entre o circuito 2 e o fantasma: K 3 = C ab + C bc (C ad + C cd ) + 1 2 E 2 Entre circuitos e a terra: Entre o circuito 1 e terra: E 1 = C a0 C c 0 Entre o circuito 2 e terra: E 2 = C b0 C d0 Entre e o circuito fantasma e a terra: E 3 = C a0 + C c 0 (C b0 + C d0 ) Os desequilíbrios capacitivos são geralmente referenciados a um determinado comprimento L ref. No caso de desequilíbrios medidos para um comprimento L m diferente de L ref é usual corrigir o valor medido para L ref. No caso de uma correcção semiquadrática a fórmula a aplicar é: DADOS TÉCNICOS 1 C u = C um 1 L m 2 L ref + Lm L ref pf/l ref C u - desequilíbrio para L ref ; 17 C um - desequilíbrio medido para L m. 3.2 Parâmetros Secundários A partir dos quatro parâmetros primários é possível calcular um novo conjunto de parâmetros que na prática, podem descrever melhor o comportamento do cabo: Z c impedância característica do cabo; γ = α + jβ, constante complexa de propagação no cabo; com, α, constante de atenuação; β, constante de fase.
Impedância Característica Zc A impedância característica duma linha homogénea é a impedância de entrada duma linha supostamente infinita. É também a impedância duma linha de comprimento finito terminada na sua extremidade por esta mesma impedância Zc. Deduz-se destas duas definições que em qualquer ponto duma linha infinita ou de uma linha finita terminada na sua extremidade pela sua impedância característica a impedância de entrada é igual à impedância característica. Nesta situação a impedância característica não depende do comprimento da linha mas sim da sua constituição elementar. O valor da impedância característica em função dos parâmetros primários, a uma dada frequência é calculado pela expressão: DADOS TÉCNICOS Z c = R + jωl G + jωc Ω Na generalidade dos casos Zc é complexa, isto é, composta por uma componente resistiva e uma reactiva. A baixas frequências, o termo jωl pode ser desprezado relativamente a R e o termo G desprezado relativamente a jωc, de maneira que obtemos: Z c = R R = (1 j) jωc 2ωC Ω 18 Às altas frequências R pode ser desprezado e G também desde que a isolação seja de qualidade. Neste caso teremos: Z c = jωl jωc = L C Ω Como conclusão podemos observar que para altas frequências a impedância é real enquanto que para baixas - π 4 frequências a impedância tem um ângulo de fase de. Atenuação e desfasamento do sinal Um sinal eléctrico transmitido numa linha de telecomunicações sofre uma atenuação e um desfasamento. A atenuação corresponde a um enfraquecimento do sinal e é o resultado das perdas resistivas e dieléctricas na linha. O desfasamento representa o angulo de rotação que a fase do sinal transmitido vai sofrendo à medida que se propaga no comprimento do par. As variações da atenuação e do desfasamento com a frequência traduzem-se na distorsão do sinal transmitido se este for composto por ondas de diferentes frequências.
A atenuação e o desfasamento são calculados a partir da constante de atenuação (α) e da constante de fase (β), respectivamente a parte real e imaginária da constante de propagação na linha (γ). Esta pode ser relacionada com os parâmetros primários da linha pela expressão: γ = α + jβ = (R + jωl)(g + jωc) Evidenciando a constante de atenuação, vem: α = R GRe( Zc) + 2Re(Zc) 2 Zc 2 Re(Zc) - parte real de Zc Zc - módulo de Zc Nesta forma fica evidenciada a atenuação resistiva e a atenuação devida às perdas dieléctricas. Para baixas frequências em que as perdas dieléctricas são desprezáveis, a expressão de cálculo da atenuação DADOS TÉCNICOS pode ser simplificada. Neste caso vem: α = ωrc 2 Np/km (1Np = 8.686dB) A atenuação torna-se proporcional à. A altas frequências a atenuação também é proporcional à a f f (há uma zona de transição desta razão de proporcionalidade entre -0kHz). f, mas neste caso, pelo facto de R ser proporcional 19 Para frequências na ordem dos MHz as perdas dieléctricas deixam de ser negligenciáveis e o cálculo torna-se mais complexo. 3.3 Perturbações nos circuitos 3.3.1 Diafonias (Crosstalk) As diafonias são fenómenos não desejáveis numa transmissão e representam as interferências dum circuito em circuitos adjacentes. Estas interferências podem originar: conversas cruzadas, ruído na transmissão ou erros nos dados transmitidos. Apesar de todas as precauções que se possam tomar tanto ao nível da especificação do cabo como no seu fabrico para assegurar a maior simetria possível, subsistem sempre desequilíbrios residuais entre os parâmetros primários dos diferentes circuitos, em particular nas capacidades e nas resistências. De facto é possível que uma pequena
parte da energia transportada por um circuito, possa ser transmitida a outro por via: - electrostática acoplamentos capacitivos que dependem das tensões envolvidas; - electromagnética proporcional às intensidades transportadas e cujos acoplamentos são na generalidade mais fracos que os anteriores. Em função dos tipos de interferências entre circuitos é normal estabelecer dois tipos de diafonias: - paradiafonia ou NEXT (near end crosstalk) com o emissor de um circuito e o receptor doutro circuito na mesma terminação do cabo; - telediafonia ou FEXT (far end crosstalk) com o emissor de um circuito e o receptor doutro circuito em terminações opostas do cabo; DADOS TÉCNICOS Graficamente podem ser representadas da seguinte forma: a b T 1 R NEXT FEXT R 2 R 20 A baixas frequências os acoplamentos de origem electrostática ou capacitivos são dominantes e resultam dos desequilíbrios capacitivos entre os circuitos. A altas frequências os acoplamentos electromagnéticos ou indutivos assumem maior importância. Neste caso assumem também maior importância as influências externas. É importante manter num nível baixo tanto os acoplamentos indutivos como os desequilíbrios capacitivos à terra. 3.3.2 Blindagem Se apesar de termos projectado e fabricado um cabo com todo o rigor e cuidado, os níveis de diafonia ou as interferências do e para o meio envolvente se tornarem problemáticas então poderá ser necessário utilizar uma blindagem ou uma camada metálica. A eficácia da blindagem depende de vários factores: - do efeito pelicular, especialmente às altas frequências; - do tipo de blindagem (fitas, tranças, fios); - do material utilizado (cobre, alumínio);
- das dimensões (espessura, número e forma das fitas); - da sua utilização em conjunto com materiais magnéticos (aço); - da existência de pequenos defeitos assim como da assimetria da blindagem e da sua aplicação; - das resistências de ligação à terra. A eficácia na diminuição das interferências que resultam de acoplamentos indutivos está relacionada com a condutividade do material da bainha e/ou blindagem. As interferências resultantes de acoplamentos capacitivos e de baixa frequência podem ser eliminadas pelo uso de uma blindagem metálica fina. Caso particular das linhas de transporte de energia Os cabos de telecomunicações nas proximidades destas linhas podem sofrer perturbações importantes por via electrostática, indução electromagnética ou acoplamento galvânico. Com uma blindagem ligada à terra o cabo é protegido eficazmente contra as perturbações electrostáticas. No entanto tal poderá não ser suficiente para os outros tipos de perturbações. Com efeito os acoplamentos electromagnéticos e galvânicos podem causar para além de erros e interferências nas transmissões, a subida da diferença potencial entre os condutores ou entre estes e a terra, podendo atingir níveis perigosos para a instalação ou o pessoal de DADOS TÉCNICOS intervenção. Estes fenómenos são ainda mais importantes quando a linha prevê um retorno de corrente pelo solo como no caso de linhas de tracção ou em linhas trifásicas em funcionamento desequilibrado, especialmente no caso de curto-circuito homopolar. Pela criação de fluxos compensatórios nos revestimentos metálicos dos cabos e nas massas metálicas vizinhas é possível reduzir a tensão induzida. O factor redutor representa a razão entre a tensão induzida e aquela que existiria na ausência de fluxos compensatórios. 21 Os factores redutores correspondentes a diferentes elementos compensadores multiplicam-se entre si. No caso da existência de um revestimento metálico no cabo de telecomunicações, ligado à terra, o factor redutor introduzido é: k = onde: 1 1 + Lω Re 2 R e é a resistência do circuito da blindagem ohm/km, (incluindo as resistências de ligação à terra); L = L t + L a L t indutância do circuito formado pelo revestimento metálico e o retorno pela terra; L a indutância suplementar devido à presença eventual duma armadura em metal magnético (por exemplo aço), em torno da parte condutora do revestimento; ω frequência angular (2πf);
Verificámos que quanto menor for R e e maior for L, menor é o factor redutor, diminuindo assim as influências externas. Em termos práticos para reduzir k e uma vez que se torna difícil baixar as resistências de ligação à terra, é mais indicado procurar aumentar L através de uma armadura no cabo. Em geral quando for necessário ter em conta os efeitos das linhas de energia num cabo de telecomunicações, é preciso prever para este: - uma especificação que tenha em conta a importância dos efeitos indutores e das suas consequências; - a equilibragem dos circuitos; - dimensionamento do revestimento metálico; - a necessidade de sobre-isolamento Devem também ser tidas em conta as condições de instalação e de exploração apropriadas : o traçado, disposição DADOS TÉCNICOS relativamente às linhas de energia ou as ligações à terra. 4. CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO 4.1 Raios mínimos de curvatura para instalações fixas e permanentes 22 Tipo de cabo Armado com fitas e não armado Armado com fios de aço Blindagem em fios de alumínio Auto-suportado (figura de 8) D - diâmetro exterior do cabo em mm; D* - largura do cabo Raio mínimo curvatura (mm) 8 D 15 D 13 D 13 D* 4.2 Esforços máximos de tracção Nº de condutores no cabo 1 a 11 a 20 >20 Esforço de tracção máximo admissível por mm 2 de metal condutor (dan) 7 6 5
5. SISTEMA CORRENTE DE DESIGNAÇÕES T1EG2HE 26x2x0,6 Tipo de Cabo Cabo de Telecomunicações T Material dos condutores Cobre macio Nenhuma letra Cobre duro ou semi duro K Policloreto de vinilo V Material da isolação Polietileno E Polietileno celular ou foam skin 1E Material para tornar Geleia G o cabo estanque Fita hidroexpansiva 1G Comum não estanque H Blindagem Elementos para abaixamento do factor de redução Material de acabamento e reforço mecânico Estanque Transversal + estanque Fio de alumínio Fitas de alumínio Trança de cobre Trança aço galvanizado Armadura de 2 fitas de aço 1H 2H 1R 1A Q 1Q A DADOS TÉCNICOS Armadura de fios de aço R Armadura de fita de aço corrugada 2A Policloreto de vinilo V Material de bainha Polietileno E Ignifugo LS0H G Condutores dispostos paralelamente D Indicações diversas Cabos auto suportados tensor metálico Cabos auto suportados tensor não metálico S 1S 23 Composição: Número de pares de diâmetro d Número de quadras de diâmetro d nx2xd nx4xd Os cabos para sistemas de redes estruturados não têm nenhum sistema de designações regulamentado daí que se usem as designações comerciais mais vulgares e segundo a terminologia inglesa: UTP (Unshielded Twisted Pair) S-UTP (Shielded UTP) ou FTP (Foil Screened Twisted Pair)
CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS
APLICAÇÃO Ligação dos assinantes às respectivas centrais locais. Ligação entre centrais. Ligações telefónicas particulares. CONSTITUIÇÃO CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS O cabo local é constituído por condutores de cobre macio e nu, de diâmetros nominais 0,4 / 0,5 / 0,6 ou 0,9 mm, isolados com uma camada de polietileno com a espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos. A isolação é realizada em polietileno sólido nos cabos secos e em polietileno celular nos cabos com enchimento a geleia. Sobre a isolação celular é ainda aplicada uma camada muito fina de polietileno sólido, designando-se habitualmente o conjunto como isolação foam-skin. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores) e agrupados em sub-unidades de. As sub-unidades de pares são reunidas em unidades de 50 e 0 pares segundo a formação indicada no quadro 1. A identificação dos condutores é feita através da coloração da isolação e das cores das fitas de guipagem dos agrupamentos dos pares, segundo o código de cores indicado no quadro 3. 26 O núcleo do cabo é constituído pelas sub-unidades e unidades cableadas em camadas concêntricas e é cintado por uma ou mais fitas plásticas ou de outros materiais adequados. Possui uma blindagem electrostática constituída por uma fita de alumínio, revestida a polímero numa das faces, sobre a qual é extrudida uma bainha de polietileno que adere à mesma formando um tubo. Este tubo constitui uma barreira à penetração transversal da água, pelo que esta blindagem é também designada de blindagem estanque. Para diferentes aplicações são utilizadas diferentes construções a que correspondem os tipos TE1HE, TE1HEAV, T1EG1HE e TE1HES. (especificações base: Portugal Telecom ET 2.029 e 85 CL)
Quadro 1 Formação do Cabo Quadro 2 Pares de reserva Diâmetro do condutor (mm) Nº de pares* Centro 1ª Camada 2ª Camada 0,4 0,5 0,6 0,9 1x 0 0 0 0 20 4x5 20 0 0 0 0 30 3x 30 0 0 0 0 50 1x 4x 50 0 0 0 0 0 3x 7x 0 2 0 0 0 150 3x50 150 2 2 0 0 200 4x50 200 2 2 0 0 300 1x50 5x50 400 1x0 6x50 600 1x0 5x0 800 4x50 6x0 900 4x50 7x0 00 3x0 7x0 1200 4x0 8x0 1600 1x0 5x0 1800 4x50 6x0 2000 4x50 6x0 2400 4x0 8x0 * não inclui pares de reserva Quadro 3 Código de cores x0 x0 12x0 12x0 300 400 600 800 900 00 1200 1600 1800 2000 2400 5 5 5 5 5 2 5 5 5 5 5 2 2 2 2 2 5 1 CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS Pares Sub-unidades Unidades Condutor a Branco Branco Branco Branco Branco Vermelho Vermelho Vermelho Vermelho Vermelho Condutor b Azul Laranja Verde Castanho Cinzento Azul Laranja Verde Castanho Cinzento Número 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Cor da guipagem Azul Laranja Verde Castanho Cinzento Branco Vermelho Preto Amarelo Violeta Cor da guipagem Piloto / Vermelho Referência Verde 27
CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C 0,4 0,5 0,6 0,9 Resistência do condutor (Ω/km) Capacidade mútua, 800 Hz (nf/km) Desequilíbrios resistivos (%) Máximo individual Média máxima Média máxima (1) Máximo individual Máximo individual 150 144 55 64 2,5 95,9 92,1 55 64 2,5 66,6 63,9 55 64 2,5 29 27,8 55 64 2 Desequilíbrios capacitivos (pf,00m) Mínimo individual 400 400 400 270 CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS Rigidez dieléctrica (kv) Resistência de isolamento mín. (MΩ/km) (1) para cabos de mais de 20 pares. Mínima Maciço Celular Maciço Celular Cond./Cond. Cond./Cond. 3s 2 1 60s 1 0,5 3s 6 2 60s 3 1 5000 000 28
TE1HE INSTALAÇÃO Em esteira ou conduta. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno sólido. Cintagem: Fitas. Fio de Rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha Exterior: Polietileno. Cor preta. Protecção U.V. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS Diâmetro do condutor (mm) 0,4 0,5 0,6 0,9 CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS nº pares Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) 20 9 11 80 130 12 0 160 11 14 130 2 15 19 240 420 29 30 12 170 14 220 16 290 22 600 50 14 250 17 330 19 450 28 950 0 19 430 22 600 26 800 38 1750 150 22 600 27 850 31 1200 46 2600 200 26 800 30 10 35 1550 53 3450 300 30 1150 36 1650 42 2300 64 50 400 35 1500 41 2150 49 3050 600 41 2150 50 3150 59 4450 800 47 2850 57 4150 67 5900 900 50 3200 60 4650 71 6600 00 52 3550 63 50 74 7300 1200 57 4200 69 60 1600 65 5600 1800 69 6200 2000 72 6900 2400 79 8200
TE1HEAV TE1HEAE INSTALAÇÃO Directamente enterrado. Protecção mecânica adicional (armadura de fitas de aço). CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS Isolação: Polietileno sólido. Cintagem: Fitas. Fio de rasgar. Blindagem estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha interior: Polietileno. Armadura: Fitas de aço. Bainha exterior: PVC (V) ou Polietileno (E). Cor preta. Protecção U.V. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS 30 Diâmetro do condutor (mm) 0,4 0,5 0,6 0,9 nº pares Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) 14 250 15 290 16 340 20 500 20 16 320 17 380 19 450 24 750 30 17 380 19 470 21 580 28 50 50 19 500 22 630 24 780 35 1750 0 24 750 27 970 33 1600 45 2900 150 27 00 34 1650 38 20 54 4050 200 31 1300 37 2000 43 2650 61 50 300 37 2050 44 2750 50 3600 72 7200 400 42 2600 49 3400 57 4550 600 49 3450 58 4700 67 6400 800 55 4350 65 6000 900 58 4800 68 6600 00 60 5200 71 7200 1200 66 60 1600 76 8500
T1EG1HE INSTALAÇÃO Instalação em conduta. Estanqueidade longitudinal. (interstícios entre os condutores do núcleo preenchidos com geleia de petróleo) CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno celular (foam-skin). Enchimento: Geleia. Cintagem: Fitas. Fio de Rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha Exterior: Polietileno. Cor preta. Protecção U.V. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS nº pares 20 30 50 0 150 200 300 400 600 800 900 00 1200 1600 1800 2000 2400 Diâmetro (mm) 9 12 14 18 22 25 29 34 40 46 49 51 56 64 68 71 78 0,4 0,5 0,6 0,9 Peso (Kg/Km) 80 120 160 250 450 650 850 1250 1650 2400 3150 3500 3900 4650 60 6900 7600 90 Diâmetro (mm) 11 13 16 21 25 28 36 40 49 56 58 61 67 76 79 Diâmetro do condutor (mm) Peso (Kg/Km) 0 160 220 340 600 900 1200 1750 2300 3400 4500 5000 5600 6600 8800 9800 Diâmetro (mm) 11 14 16 19 25 31 35 44 50 60 68 72 75 Peso (Kg/Km) 140 220 300 450 850 1300 1750 2600 3400 5000 6600 7400 8200 Diâmetro (mm) 14 17 21 25 35 42 48 60 Peso (Kg/Km) 240 420 600 950 1800 2750 3600 5350 31
T1EG1HEAE INSTALAÇÃO Em conduta ou directamente enterrado. Estanqueidade longitudinal. (interstícios entre os condutores do núcleo preenchidos com geleia de petróleo) Protecção mecânica adicional (armadura de fitas de aço) CONSTRUÇÃO CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno sólido (foam-skin). Enchimento: Geleia Cintagem: Fitas. Fio de rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha Interior: Polietileno. Armadura: Fitas de aço. Bainha Exterior: Polietileno; Cor preta; Protecção U.V. 32 CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS Diâmetro do condutor (mm) 0,4 0,5 0,6 0,9 nº pares Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) 14 2 15 240 16 290 19 430 20 15 270 16 320 19 4 22 650 30 17 330 18 400 21 550 26 900 50 19 440 21 550 24 750 32 1600 0 23 700 26 900 32 1500 42 2700 150 27 950 32 1550 38 20 200 30 1200 35 1900 43 2650 300 36 1950 43 2700 51 3700 400 42 2500 48 3350 58 4700 600 48 3400 57 4650 68 6600 800 54 4350 64 5950 900 57 4800 66 6550 00 59 5200 70 7150 1200 65 6150 1600 75 8550
TE1HES INSTALAÇÃO Instalação aérea - auto-suportado. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno sólido. Cintagem: Fitas. Fio de Rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha Exterior: Polietileno envolvendo simultâneamente o cabo e o tensor metálico e formando a figura de um "oito"; Cor preta; Protecção U.V. Tensor: Cabo de aço galvanizado, multifilar. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS Diâmetro do condutor (mm) nº pares Diâmetro (mm) C T 0,4 Septo (mm) H L Peso (Kg/Km) Tipo 33 9 6 2,5 2,5 150 0 20 11 6 2,5 2,5 190 0 30 12 6 2,5 2,5 230 0 50 14 7 3,0 2,5 370 1 0 19 7 3,0 2,5 560 1 150 22 7 3,0 2,5 750 1 200 26 8 3,0 2,9 940 1 300 30 4,0 2,9 1400 2 400 35 4,0 3,1 1800 2 C - cabo; T - tensor; H - altura; L - largura
Diâmetro do condutor (mm) 0,5 nº pares Diâmetro (mm) C T Septo (mm) H L Peso (Kg/Km) Tipo 6 2,5 2,5 170 0 20 12 6 2,5 2,5 230 0 30 14 7 3,0 2,5 350 1 50 17 7 3,0 2,5 460 1 0 22 7 3,0 2,5 720 1 150 27 4,0 2,9 1150 2 200 30 4,0 2,9 1400 2 CABOS DE PARES PARA REDES LOCAIS 300 36 C - cabo; T - tensor; H - altura; L - largura Diâmetro (mm) nº pares 20 30 50 0 150 200 C 11 14 16 19 26 31 35 T 6 7 7 7 4,0 3,1 Diâmetro do condutor (mm) 0,6 Septo (mm) H L 2,5 2,5 3,0 2,5 3,0 2,5 3,0 2,5 4,0 2,9 4,0 2,9 4,0 3,1 1950 Peso (Kg/Km) 200 340 420 580 10 1500 1850 2 Tipo 0 1 1 1 2 2 2 C - cabo; T - tensor; H - altura; L - largura 34 Diâmetro do condutor (mm) 0,9 nº pares Diâmetro (mm) C T Septo (mm) H L Peso (Kg/Km) Tipo 15 7 3,0 2,5 370 1 20 19 7 3,0 2,5 550 1 30 22 8 3,0 2,9 750 1 50 28 4,0 2,9 1200 2 0 38 4,0 3,1 2050 2 C - cabo; T - tensor; H - altura; L - largura CARACTERÍSTICAS DO TENSOR Tipo 0 1 2 Nº fios x ø fio (mm) 7 x 1,0 7 x 1,5 7 x 2,2 Força de rotura mínima (dan) 660 1500 3000
CABOS DE QUADRAS PARA REDES REGIONAIS
APLICAÇÃO Ligação entre centrais. Ligações telefónicas particulares CONSTITUIÇÃO CABOS DE QUADRAS PARA REDES REGIONAIS O cabo é constituído por condutores de cobre macio e nu, de diâmetros 0,6 e 0,9 mm, isolados com uma camada de polietileno sólido com espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos. Os condutores isolados são torcidos em quadras estrela (conjunto de quatro condutores). As quadras são cableadas em camadas concêntricas. O conjunto é cintado por uma ou mais fitas plásticas ou de outros materiais adequados. Os condutores são identificados através da coloração da isolação segundo o código indicado no quadro 4. Possuí uma blindagem electrostática, constituída por uma fita de alumínio revestida a polímero numa das faces, sobre a qual é extrudida uma bainha de polietileno que adere à mesma formando um tubo. Este tubo constitui uma barreira à penetração transversal da água, pelo que esta blindagem é também designada de blindagem estanque. A bainha exterior é constituída por uma camada de polietileno extrudido de cor preta, com protecção à radiação 36 ultra-violeta. (especificação base: Portugal Telecom ET 2.281/223)
Quadro 4 Código de cores Cores de Isolação Condutores A B C D Posição da Quadra Centro e Camadas Pares Camadas Ímpares 1º (piloto) Amarelo Branco Violeta Verde Cinzento 2ª, 4ª, 6ª, etc. Azul Branco Violeta Verde Cinzento 3ª, 5ª, 7ª, etc. Vermelho Branco Violeta Verde Cinzento Última (referência) Castanho Branco Violeta Verde Cinzento CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C 0,6 0,9 Resistência do condutor (Ω/km) Máximo individual 66,6 29,0 Média máxima (1) 63,9 27,8 Capacidade mútua, 800 Hz (nf/km) Média (2) 42±5% 41±5% Desequilíbrios resistivos (%) Máximo individual 2,5 2 K1 K9-12 E1 - E2 Desequilíbrios capacitivos (pf, 230m) Máximo individual 150 170 600 Média máxima (1) 40 40 150 K1- pares da mesma quadra E1, E2 - par e terra K9-12 - pares de quadras adjacentes CABOS DE QUADRAS PARA REDES REGIONAIS 37 Cond./Cond. Cond./Blind. 3s 60s 3s 60s Rigidez dieléctrica (kv) do condutor 2 1 6 3 Resistência de isolamento mín. (MΩ.km) 20 000 (1) média aritmética. (2) Os valores indicados não deverão ter um desvio superior a 12,5% em relação ao valor médio e a média destes desvios não deverá ser superior a 4%
TE1HE INSTALAÇÃO Instalação em esteira ou conduta. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. CABOS DE QUADRAS PARA REDES REGIONAIS Isolação: Polietileno sólido. Cintagem: Fitas. Fio de rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. Bainha Exterior: Polietileno; Cor preta; Protecção U.V. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS Diâmetro do condutor (mm) 0,6 0,9 nº quadras Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) 38 1 3 8 11 60 1 9 14 90 180 7 14 180 17 330 12 16 270 22 530 14 17 3 24 6 19 20 4 28 830 27 23 550 32 1130 30 25 640 33 1230 37 27 750 36 1470 48 30 930 40 1850 52 31 00 42 1980 Outras composições standard: 61/75/80/91/8/114/127/147/154/169/192/200/217/243/252/271/3/374/444/520/603/690.
CABOS MIC
APLICAÇÃO Transmissão de sinais digitais, em circuitos MIC até 30 canais (2Mbit/s), em 2 sentidos. MIC-Modulação por Impulsos Codificados CONSTITUIÇÃO O cabo MIC é constituído por condutores de cobre macio e nu, de 0,6 mm de diâmetro, isolados com uma camada de polietileno com a espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos de transmissão. A isolação é realizada em polietileno sólido nos cabos secos e em polietileno celular nos cabos com enchimento a geleia. Sobre a isolação celular é ainda aplicada uma camada muito fina de polietileno sólido, designando-se CABOS MIC habitualmente o conjunto como isolação foam-skin. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores) e agrupados em sub-unidades de acordo com o indicado no quadro 5. Os condutores são identificados através da coloração do isolamento e das cores das fitas de guipagem das sub-unidades. O núcleo do cabo é composto pelo agrupamento das sub-unidades separadas por uma blindagem transversal constituida por uma fita de alumínio revestida em ambas as faces com uma camada de polímero, disposta ao longo, dividindo os pares em dois grupos de igual número. 40 Esta blindagem tem por objectivo separar os pares pertencentes aos dois sentidos de transmissão, minimizando o ruído de paradiafonia. Possuí uma blindagem electrostática, constituída por uma fita de alumínio revestida a polímero numa das faces, sobre a qual é extrudida uma bainha de polietileno que adere à mesma formando um tubo. Este tubo constitui uma barreira à penetração transversal da água, pelo que esta blindagem é também designada de blindagem estanque. Para diferentes aplicações são utilizadas diferentes construções a que correspondem os tipos T1EG2HE e TE2HES. (especificação base: Portugal Telecom ET 2.030)
Quadro 5 Formação do Cabo Nº de pares ou ternos 18 26 32 42 62 92 Centro 1x5 1x4+1x5 2x4+1x5 2x5+1x6 3x4+1x6 2x+1x11 4x+1x6 1ª Camada 1x5 1x4+1x5 2x4+1x5 2x5+1x6 3x4+1x6 2x+1x11 4x+1x6 CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C 0,6 Resistência do condutor (Ω/km) Máximo individual 66,6 Média máxima 63,9 Capacidade mútua, 800 Hz (nf/km) Média máxima (1) 37 Máximo Individual 47 Média máxima 44 CABOS MIC Desequilíbrios resistivos (%) Máximo Individual 2,5 Desequilíbrios capacitivos (pf, 230m) 120 Cond./Cond. Cond./Blind. Rigidez dieléctrica (kv) 3s 60s 3s 60s Maciço 2 1 6 3 Celular 1 0,5 2 1 41 Resistência de isolamento mín. (MΩ/km) Mínima Maciço 5 000 Celular 000 Atenuação (db/km. 1MHz/120Ω) Máxima 15 Paradiafonia e Telediafonia (1MHz/120Ω) Paradiafonia (db) Mín. Individual 70 Média Mín. 90 Telediafonia (db/km, 00m) Mín. Individual 52 Mín. Xσ 64 (1) para cabos de mais de 20 pares.
TE2HES INSTALAÇÃO Instalação aérea. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno sólido. Blindagem Transversal: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 0 µm. Cintagem: Fitas. Fio de rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. CABOS MIC Bainha Exterior: Polietileno envolvendo simultaneamente o cabo e o tensor metálico e formando a figura de um oito ; Cor preta; Protecção U.V. Tensor: Cabo de aço galvanizado, multifilar. (Poderá ser fornecido sem tensor (cabo TE2HE) para instação em parede ou conduta). 42 CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS nº pares Diâmetro (mm) Cabo Tensor Septo (mm) H / L Tipo Peso (Kg/Km) 14 6 2,5/2,5 0 240 18 17 7 3,0/2,5 1 390 26 19 7 3,0/2,5 1 470 32 21 7 3,0/2,5 1 520 42 23 7 3,0/2,5 1 630 62 28 4,0/3,0 2 970 92 33 4,0/3,0 2 1260 CARACTERÍSTICAS DO TENSOR Tipo 0 1 2 Nº fios x ø fio (mm) 7 x 1,0 7 x 1,5 7 x 2,2 Força de rotura mínima (dan) 660 1500 3000
T1EG2HE INSTALAÇÃO Em conduta. Estanqueidade longitudinal. (Interstícios entre os condutores do núcleo preenchidos com geleia de petróleo). CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu. Isolação: Polietileno celular (foam-skin). Blindagem Transversal: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 0 µm. Enchimento: Geleia. Cintagem: Fitas. Fio de rasgar. Blindagem Estanque: Fita de alumínio/polímero, espessura nominal do alumínio 150 µm. CABOS MIC Bainha Exterior: Polietileno; Cor preta; Protecção U.V. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS 43 nº pares 18 26 32 42 62 92 Diâmetro (mm) 15 17 20 21 24 28 33 Peso (Kg/Km) 200 300 400 470 500 800 1150
CABOS PARA REDE DE ASSINANTES
APLICAÇÃO Cabos e Condutores com Isolação de PVC TVD, TVV, TVHV. Instalações no interior dos edifícios entre o repartidor geral do edifício e a tomada ou dispositivo terminal. CONSTITUIÇÃO CABOS PARA REDE DE ASSINANTES Os cabos são constituídos por condutores, de cobre macio e nu de 0,5 mm de diâmetro, isolados com uma camada de PVC. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores) ou ternos (conjuntos de três condutores) e reunidos em grupos de e 5 unidades. As unidades são cableadas em camadas concêntricas para formar o núcleo do cabo, de acordo com o indicado no quadro 6. O núcleo do cabo é cintado por uma fita plástica. Os cabos TVHV possuem uma blindagem electrostática, constituída por uma fita de alumínio revestida numa das faces com uma camada de poliester (espessura da camada de alumínio 9 µm). A fita é aplicada helicoidalmente com sobreposição. A continuidade da blindagem é garantida por um fio de cobre estanhado de 0,5 mm de diâmetro. 46 Possui um fio de rasgar. A bainha exterior é constituída por uma camada de PVC de cor cinzenta (RAL 7001).
Quadro 6 Formação do Cabo Nº de pares ou ternos Centro 1ª Camada 1x2 1x3 2x2 3x2 6x2 x2 1x x3 1x 15x2 3x5 20x2 4x5 20x3 4x5 30x2 3x 40x2 4x 50x2 1x 60x2 1x 0x2 3x 200x2 4x(5x) Quadro 7 Código de Cores Número Condutor a 1 Branco 2 Branco 3 Branco 4x 5x 7x Condutor b Azul Laranja Verde Condutor c Preto Preto Preto Guipagem Azul Laranja Verde CABOS PARA REDE DE ASSINANTES 4 Branco Castanho Preto Castanho 5 Branco Cinzento Preto Cinzento 6 Vermelho Azul Preto Branco 7 8 Vermelho Vermelho Laranja Verde Preto Preto Vermelho Preto 47 9 Vermelho Castanho Preto Amarelo Vermelho Cinzento Preto Violeta CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C Resistência máxima dos condutores 96 Ω/km Rigidez dieléctrica 60s 1KV (ac) ou 1,5KV (dc) Resistência de isolamento mínima. 500 MΩ.Km Capacidade mútua, 800Hz (para cabos até 6 pares) 120 nf/km 132 nf/km Desequilíbrios capacitivos 400 pf/500m
TVV TVHV INSTALAÇÃO Instalação no interior dos edifícios entre o repartidor geral de edifício e a tomada ou dispositivo terminal. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu de 0,5mm de diâmetro. CABOS PARA REDE DE ASSINANTES Isolação: Camada de PVC. Cintagem: Fitas. Blindagem: Fita de alumínio/poliester (espessura nominal do alumínio 9 µm) e um fio de continuidade de cobre estanhado de 0,5mm de diâmetro. Bainha exterior: Camada de PVC de cor cinzenta. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS 48 TVV Diâmetro do condutor (mm) TVHV nº de quadras Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) Diâmetro (mm) Peso (Kg/Km) 1x2 3,9 19 4,1 22 1x3 4,1 22 4,2 25 2x2 4,3 26 4,4 29 3x2 5,4 36 5,5 40 6x2 6,6 57 6,7 60 x2 7,9 84 8,0 90 x3 9,1 115 9,2 120 15x2 9,1 115 9,2 120 20x2,4 150,5 160 20x3 12,8 220 12,9 225 30x2 12,5 220 12,6 225 40x2 14,1 280 14,2 285 50x2 15,5 340 15,6 345 60x2 16,8 400 16,9 400 0x2 21,2 640 21,3 640 200x2 39,7 1270 29,8 1300
TVD INSTALAÇÃO Instalação no interior dos edifícios entre o repartidor geral do edifício e a tomada ou dispositivo terminal. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio e nu, de 0,6 mm de diâmetro. Isolação: Camada de PVC de cor creme que envolve os condutores dispostos paralelamente. Composições: 2 e 3 condutores. (especificação base: Portugal Telecom ET-2.035) CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS (a) Largura máx. (b) Altura máx. (c) Distância entre condutores Espessura mín. de isolamento Peso aprox. 2 condutores 3 condutores Diâmetro (mm) 6,0 2,6 2,5±0,5 0,75 17 Diâmetro (mm) 8,5 2,6 2,5±0,5 0,75 26 CABOS PARA REDE DE ASSINANTES 49 CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C Resistência máxima dos condutores 62,8 Ω/km Rigidez dieléctrica 60s 1KV (ac) ou 1,5KV (dc) Resistência mínima de isolamento. 0 MΩ.Km
TV Distribuidor ou Jumper INSTALAÇÃO Estabelecimento de ligações do equipamento de comutação e outra aparelhagem telefónica. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio (nu ou estanhado) de diâmetros 0,5/ 0,6/ 0,8 mm. CABOS PARA REDE DE ASSINANTES Isolação: PVC. Composições: 1 fio isolado 2 fios isolados, torcidos - par 3 fios isolados, torcidos - terno 4 fios isolados, torcidos - quadra 5 fios isolados, torcidos - quina. (especificações base: Portugal Telecom ET-2.051, NM-095). CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS 50 Espessura de isolamento mín. Diâmetro exterior de um condutor isolado 0,25 mm 1,1 mm [0,5] 1,2 mm [0,6] 1,4 mm [0,8] CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20º C 0,5 0,6 0,8 Resistência máxima dos condutores rectilíneo /Km 92,2 64,0 36,0 torcido /Km 95,0 65,9 36,7 Rigidez dieléctrica 60s 1KV (ac) ou 1,5KV (dc) Resistência mínima de isolamento. 200 MΩ.Km
TV Cableagem Switchboard INSTALAÇÃO Estabelecimento de ligações de equipamento de comutação e outra aparelhagem telefónica. CONSTRUÇÃO Condutor: Fio de cobre macio (nu ou estanhado) de diâmetro 0,5 mm. Isolação: PVC. Composições: 1 fio isolado; 2 fios isolados, torcidos - par; (especificações base: NM-094). CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS Espessura de isolamento mín. Diâmetro exterior de um condutor isolado 0,15 mm 1,1 mm CABOS PARA REDE DE ASSINANTES CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20 C 51 rectilíneo Ω/Km torcido Ω/Km Resistência máxima dos condutores 92,2 95,0 Rigidez dieléctrica 60s 1KV (ac) ou 2,25KV (dc) Resistência mínima de isolamento. 200 MΩ.Km
CABOS PARA A REDE DE ACESSO DE DISTRIBUIÇÃO (CAT.3)
TE1GE TE1SE APLICAÇÃO Cabos com características de transmissão equiparados a categoria 3 (16MHz) para utilização na rede de acesso de distribuição. TE1GE INSTALAÇÃO C. PARA A REDE DE ACESSO DE DISTRIBUIÇÃO (CAT.3) Cabo de configuração circular para instalação subterrânea. Tensão mínima do cabo 400 N DESCRIÇÃO O cabo é constituído por condutores, de cobre macio e nu, de diâmetro nominal 0,5mm, isolados com uma camada de polietileno sólido com a espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos de transmissão. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores). A identificação dos condutores é feita através da coloração da isolação, segundo o código de cores indicado no quadro. O núcleo do cabo é cintado por uma ou mais fita hidroexpansivas que dificultam a propagação da àgua no interior do cabo. Sobre a cintagem é extrudida uma bainha de polietileno. Especificação base: Cabo TE1GE 2x2x0.5 Portugal Telecom ET-2.345 TE1SE 54 INSTALAÇÃO Cabo auto-suportado de configuração circular, para instalação aérea. Tensão mínima do cabo 1350 N DESCRIÇÃO O cabo é constituído por condutores, de cobre macio e nu, de diâmetro nominal 0,5 ou de 0,8 mm, isolados com uma camada de polietileno sólido com a espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos de transmissão. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores). A identificação dos condutores é feita através da coloração da isolação, segundo o código de cores indicado no quadro. O núcleo do cabo é cintado por uma ou mais fitas plásticas. Sobre a cintagem são aplicados tensores não metálicos constituidos por fibras aramida. Sobre os tensores é extrudida uma bainha de polietileno. Especificação base: Cabo TE1SE 1x2x0.8 Portugal Telecom ET-2.347 Cabo TE1SE 2x2x0.5 Portugal Telecom ET-2.346
FORMAÇÃO DO CABO E CÓDIGO DE CORES Formação do cabo TE1GE TE1SE TE1SE 2x2x0,5 2x2x0,5 1x2x0,8 Código de cores Número Condutor a Condutor b 1 Branco Azul 2 Amarelo Preto CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20ºC 0,5 0,8 Resistência óhmica máxima de cada condutor a 20ºC 95Ω/Km 37Ω/Km Desequilibrio resistivo máximo do par 2% Resistência de isolamento minima (a 20ºC). 000 MΩ.Km Rigidez dieléctrica cond/cond 1KV (dc) -1min. ou 2KV (dc) - 3s Capacidade mútua máxima (1kHz) 55nF/Km C. PARA A REDE DE ACESSO DE DISTRIBUIÇÃO (CAT.3) Desequilibrios capacitivos máximos (par par)(*): Desequilibrios capacitivos máximos (par-terra)(*): 300pF/Km 1 000pF/Km 55 (*) não se aplica ao TE1SE 1x2x0.8 CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO Frequência (Hz) Atenuação (db/km) Cond. 0,5 Cond. 0,8 Imp. Caracterica Z (Ω) Return Loss (db) NEXT (db) (*) FEXT (db) (*) 800 64k 256k 512k 772k 1M 4M M 16M < 1,5 < 8,0 < 11,0 < 15,5 < 18,0 < 21,0 < 43,0 < 66,0 < 82,0 < 1,0 < 5,0 < 7,6 < 11,0 < 13,0 < 15,0 < 30,0 < 47,0 < 62,0 600±50 125±25 Nd Nd 0±15 0±15 0±15 0±15 0±15 Nd Nd Nd Nd >18 >18 >18 >15 >15 Nd Nd Nd Nd > 64 > 62 > 53 > 47 > 44 Nd Nd Nd Nd > 64 > 62 > 53 > 47 > 44 Nd - não definido (*) - não se aplica ao TE1SE 1x2x0,8
CABOS PARA A REDES ESTRUTURADAS
CAT.5 LAN APLICAÇÃO Cabos com características de transmissão para ligações de categoria 5 (0MHz) para utilização em sistemas de redes estruturadas. DESCRIÇÃO O cabo é constituído por condutores de cobre macio e nu, de diâmetro nominal 0,5mm, isolados com uma camada CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS de polietileno com a espessura necessária ao cumprimento dos requisitos eléctricos de transmissão. A isolação pode ser realizada em polietileno sólido ou celular. Os condutores isolados são torcidos em pares (conjuntos de dois condutores). A identificação dos condutores é feita através da coloração da isolação, segundo o código de cores indicado no quadro. O núcleo do cabo é constituído pelos pares cableados e é cintado por uma fita plástica ou de outro materiail adequado. Os cabos S-UTP ou FTP possuem uma blindagem electrostática, constituída por uma fita de alumínio revestida numa das faces por um polímero. A fita é aplicada helicoidalmente com sobreposição. A continuidade da blindagem é garantida por um fio de cobre estanhado de 0,5mm de diâmetro. Possui um fio de rasgar. A bainha exterior é constituida por uma camada de PVC ou um composto com bom comportamento ao fogo e 58 zero halogéneos. Especificações base: EN 50167 Sectional specification for horizontal floor wiring with a common overall screen for use in digital communication; PrEN 50288 Multi-element metallic cables in use in analogue and digital communication control IEC 61156-1 Part 1: Generic specification; IEC 61156-2 Part 2: Horizontal floor wiring - Sectional specification; NORMAS E PROTOCOLOS Utilização em sistemas estruturados suportados nas normas internacionais e europeias: EN 50173 Information Technology Generic Cabling Systems ; ISO/IEC 11801 Information Technology Generic Cabling for customer premises ANSI/TIA/EIA-568-A Commercial Building Telecommunications Cabling Standard
Capazes de suportar variados protocolos de comunicação: IEEE 802.3, Base T; IEEE 802.5, 16 Mbit/s; ISDN, FDDI, ATM, CDDI; Fast ethernet; ATM 155Mbit/s SOLUÇÕES DE CONSTRUÇÃO UTP (Unshielded Twisted Pair) - cabos em pares de cobre, sem blindagem para sistemas de redes estruturados (LAN Local Area Networks). S-UTP (Shielded UTP) ou FTP (Foil Screened Twisted Pair) - cabos em pares de cobre, com blindagem para sistemas de redes estruturados (LAN Local Area Networks). Fio de Cu estanhado de continuidade da blindagem (só no S-UTP) Bainha Exterior Blindagem Colectiva (só no S-UTP) CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS Cintagem dos pares Isolação 59 Condutor de Cu FORMAÇÃO DO CABO E CÓDIGO DE CORES Formação do cabo UTP 4 x 2 x 0,5 S-UTP 2 x 2 x 0,5 Quadro Código de Cores Número Condutor a Condutor b 1 Branco Azul 2 Branco Laranja 3 Branco Verde 4 Branco Castanho
CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 20ºC 0,5 Resistência óhmica máxima do lacete a 20ºC 191/km Desequilibrio resistivo máximo do par 2% Resistência de isolamento minima para PE(a 20ºC). 5 000M/km Rigidez dieléctrica cond/cond 2kV dc 3s ou 1,5kV ac 3s CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO (por 0mts de cabo a 20ºC) Norma EN 50167: Frequência Atenuação Imp.Caracterica NEXT ACR SRL (MHz) máxima (db/0m) Z (Ω) Minimo (db) Minimo (db) Minimo (db) 1 2.1 0±15 62 59.9 23 4 4.3 0±15 53 48.7 23 6.6 0±15 47 40.4 23 16 8.2 0±15 44 35.8 23 20 9.2 0±15 42 32.8 23 31.25 11.8 0±15 40 28.2 21 62.5 17.1 0±15 35 17.9 18 0 22.0 0±15 32.0 16 60
CAT.5E LAN APLICAÇÃO O cabo UTP (Unshielded Twisted Pair) tem como principal aplicação as redes estruturadas caracterizadas por uma elevada taxa de transmissão (high bit rate). É particularmente indicado para frequências de transmissão até 0 MHz, podendo ser utilizado para frequências de transmissão até 155MHz em ligações com conectores apropriados. Entre as várias aplicações incluem-se: 00BASE-Tx gigabit ethernet, 155Mb/s ATM, 0BASE-Tx fast ethernet, BASE-T ethernet (IEEE 802.3), 16 Mb/s Token Ring (IEEE 802.5) e aplicações telefónicas standard. DESCRIÇÃO O cabo é constituído por condutores de cobre nu recozido, de diâmetro nominal 0,51mm (24AWG) A isolação é realizada em polietileno sólido. Os condutores isolados são torcidos em pares. A identificação dos condutores é feita através da coloração da isolação, segundo o código de cores indicado no quadro. O núcleo do cabo é constituído pelos pares cableados e é cintado por uma fita plástica. Sob a baínha exterior é aplicado um fio ao longo para facilitar o rasgamento da baínha. CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS A bainha exterior é constituída por uma camada de PVC extrudido do tipo TM1 da HD21, não propagador da chama de acordo com a IEC 332-1. 61 NORMAS E PROTOCOLOS Utilização em sistemas estruturados suportados nas normas internacionais e europeias: PrEN 502 88-3-1 - Multi-element metallic cables used in analogue and digital communication and control - Part 3: sectional specification for unscreened cables characterised up to 0MHz - Section 1: Horizontal and building backbone cables. ISO/IEC 11801 - Information Technology - Generic Cabling for customers premises ; ANSI/TIA/EIA-568-A and Addendum 5 - Commercial Building Telecommunications Cabling Standard
SOLUÇÕES DE CONSTRUÇÃO UTP (Unshielded Twisted Pair) - cabos em pares de cobre, sem blindagem para sistemas de redes estruturados (LAN Local Area Networks). S-UTP (Shielded UTP) ou FTP (Foil Screened Twisted Pair) - cabos em pares de cobre, com blindagem para sistemas de redes estruturados (LAN Local Area Networks). Fio de Cu estanhado de continuidade da blindagem (só no S-UTP) CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS Bainha Exterior Blindagem Colectiva (só no S-UTP) Cintagem dos pares Isolação Condutor de Cu FORMAÇÃO DO CABO E CÓDIGO DE CORES Formação do cabo 62 UTP 4 x 2 x 0,5 S-UTP 2 x 2 x 0,5 Código de Cores Número Condutor a Condutor b 1 Branco Azul 2 Branco Laranja 3 Branco Verde 4 Branco Castanho OUTRAS CARACTERÍSTICAS Condições de instalacão Radio mínimo de curvatura 40 mm Temperatura de serviço -5 C a 40 C Características dimensionais Peso (Kg/Km) 32 Diámetro nominal (mm) 5
CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICA E DE TRANSMISSÃO A 20ºC Frequência Atenuação Máxima NEXT Minimo PSNEXT Minimo ELFEXT Minimo PSELFEXT (MHz) (db/0m) (db) (db) (db) Min. (db) 1 2,0 65,3 62,3 63,8 60,8 4 4,1 56,3 53,3 51,7 48,7 8 5,8 51,8 48,8 45,7 42,7 6,5 50,3 47,3 43,8 40,8 16 8,2 47,3 44,3 39,7 36,7 20 9,3 45,8 42,8 37,7 34,7 25,4 44,3 41,3 35,8 32,8 31,25 11,7 42,9 39,9 33,9 30,9 62,50 17,0 38,4 35,4 27,8 24,8 0 22,0 35,3 32,3 23,8 20,8 Frequência Return Loss Min. SRL Minimo ACR Minimo PSACR Minimo (MHz) (db) (db) (db) (db) 1 20,0 23,0 63,3 60,3 4 23,0 23,0 52,2 49,2 8 24,5 23,0 46,0 43,0 25,0 23,0 43,8 40,8 16 25,0 23,0 39,1 36,1 20 25,0 23,0 36,5 33,5 25 24,3 22,0 33,9 30,9 31,25 23,6 21,1 31,2 28,2 65,50 21,5 18,1 21,4 18,4 0 20,1 16,0 13,3,3 CABOS PARA REDES ESTRUTURADAS 63 0,5 Resistência máxima de los conductores 93,8 Ω/km Desequilibrio resistivo máximo do par 3% Impedância caracteristica entre 1MHz e 0MHz Atraso de propagação máximo (Propagation Delay) 0±15 Ω 570ns/0 @ 1MHz 545ns/0 @ MHz 538ns/0 @ 0MHz Velocidade de propagação mínima (% da velocidade da luz) 58,5% @ 1MHZ 61,1% @ MHZ 62,0% @ 0MHZ Delay Skew máximo 45ns/0 @ 1MHz / MHz / 0 MHz
CABOS COM COMPORTAMENTO MELHORADO AO FOGO
APLICAÇÃO Em caso de incêndio, os cabos convencionais podem contribuir para a sua propagação e libertar fumos ou gases prejudiciais à saúde, ao meio ambiente e aos equipamentos. Tendo em vista a segurança de pessoas e bens, a CABELTE desenvolveu uma gama de cabos de telecomunicações que cumprem uma série de requisitos de comportamento melhorado ao fogo, de forma a obedecer aos diferentes níveis de segurança, exigidos na instalação dos cabos, em zonas de alto risco tais como: Aeroportos e portos marítimos; COMPORTAMENTO MELHORADO AO FOGO Metropolitanos; Refinarias; Centrais eléctricas; Indústrias transformadoras que utilizem produtos combustíveis ou inflamáveis. Os cabos com comportamento melhorado ao fogo são ainda indicados para edifícios públicos tais como: Estabelecimentos de ensino; Hospitais; Museus; Centros comerciais; Salas de espectáculos; Outros edifícios públicos. 66
VANTAGENS As vantagens dos cabos de comportamento melhorado ao fogo podem ser analisadas segundo três aspectos distintos: Reacção ao fogo - Comportamento que permite a diminuição dos riscos de incêndio ou, pelo menos, a não propagação do incêndio; Resistência ao fogo - Capacidade do cabo assegurar o serviço durante um determinado tempo em situação de incêndio, possibilitando o funcionamento de sistemas de segurança importantes; Baixo índice de emissão de fumos e gases - Ajuda no combate ao incêndio e facilita a protecção da vida humana bem como de equipamentos sensíveis. OPÇÕES DE CONSTRUÇÃO Na construção da bainha exterior destes cabos são utilizados compostos que podem variar consoante as especificações exigidas pelas seguintes normas: CEI 60332-1 Não propagação da chama (todos os cabos com bainha exterior em PVC da CABELTE obdecem a esta norma) Auto-extinção depois do fogo já não incidir sobre o cabo. CEI 60332-3 Não propagação de incêndio COMPORTAMENTO MELHORADO AO FOGO Quando associados em conjunto, estes cabos não devem contribuir para a propagação do incêndio. CEI 60754-1 Emissão de halogéneos Não libertação de halogéneos, substância que ao reagir com outros compostos cria uma atmosfera altamente nociva. 67 CEI 60754-2 Corrosividade dos fumos Não libertação de gases nem fumos corrosivos. NES 713 Tocixidade dos fumos Não libertação de gases nem fumos tóxicos. CEI 634 Opacidade dos fumos Não libertação de fumos opacos.
Ficha Técnica: Design AntónioQueirósDesign 2001 Fotografia António Chaves Impressão Depósito Legal Nº A Cabelte reserva-se o direito de modificar em qualquer momento, sem qualquer compromisso e sem aviso prévio, as especificações e outros dados técnicos deste catálogo.
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