Indicadores de Desempenho Da Março de 2010
Trabalho Realizado: Enfª Isabel Espírito Santo (MCSP) Enfª Pedro Pardal (MCSP) Enfª Anabela Miguelote (Grupo Parametrizador) Enfº Jorge Barros (Grupo Parametrizador) Enfª Laurentina Santa (Grupo Parametrizador) Enfª Óscar Silva (Grupo Parametrizador) Enfª Sónia Pereira (Grupo Parametrizador) 2
Índice 1 - Introdução...4 2 - Missão e atribuições da UCC...8 3 - Carteira de Serviços da UCC...9 4 - Área Geográfica/Dimensão da população...10 5 - Áreas chave da UCC...11 6 - Áreas específicas de intervenção...11 7 - Horário de funcionamento...12 8 - Organização funcional...12 9 - Indicadores...13 UCC 1...15 UCC 2...16 UCC 3...17 UCC 4...18 UCC - 5...19 UCC 6...20 UCC 7...21 UCC 8...22 UCC 9...23 UCC 10...24 UCC 11 (ECCI)...25 UCC 12 (ECCI)...26 UCC 13 (ECCI)...28 UCC 14 (ECCI)...30 UCC 15 (ECCI)...32 UCC 16 (ECCI)...34 UCC 17 (ECCI)...35 UCC 18 (ECCI)...36 UCC 19 (Saúde Escolar)...37 UCC 20 (Saúde Escolar)...38 UCC 21 (Saúde Escolar)...39 UCC 22 (Saúde Escolar)...40 UCC 23 (Saúde Escolar)...41 UCC 24 (Saúde Escolar)...42 UCC 25 (Saúde Escolar)...43 UCC 26 (Saúde Escolar)...44 UCC 27 (Saúde Escolar)...45 UCC 28 (Saúde Escolar)...47 UCC 29 (Saúde Escolar)...48 UCC 30 (Programa de Preparação para a Parentalidade)...49 UCC 31 (Programa de Intervenção Precoce)...50 UCC 32 (Núcleo Apoio Crianças e Jovens em Risco)...51 UCC 33 (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens)...52 UCC 34 (NACJR e CPCJ)...53 UCC 35 (Rendimento Social de Inserção)...55 10 Indicadores SAPE...56 11 - Procedimentos de registo no SAPE...56 13 Considerações Finais...64 14 -Referências Bibliográficas...65 3
1 - Introdução No âmbito da reforma dos cuidados saúde primários, para o processo de candidaturas de Unidade de Cuidados na Comunidade e a implementação futura destas unidades funcionais, será necessário um enquadramento de nacional e local, baseado na especificidade de cada área de intervenção das UCC. A necessidade de definir um painel de indicadores que sejam fiáveis e que respondam às características específicas desta nova unidade funcional, é determinante no processo de trabalho na perspectiva comunitária. Os desafios são inúmeros para os profissionais que aderiram a este processo de intervenção comunitária e que vão ajudar a construir uma nova unidade funcional vocacionada para que o seu desempenho seja essencialmente na comunidade. Este documento de trabalho da MCSP, reuniu os contributos de todos os interessados, nomeadamente da ACSS, ARS e ERA. No sentido, de dar uma resposta efectiva às necessidades dos cidadãos e das comunidades onde estão inseridos. Foi contituido um grupo de trabalho no âmbito da MCSP, no sentido de parametrizar alguns indicadores específicos de enfermagem (SAPE/CIPE), trabalhando junto da ACSS na área de Sistemas de Informação, permitindo desta forma que alguns destes indicadores possam ser monitorizados e contratualizados. Alguns destes indicadores que são das UCC, podem e devem ser também monitorizados pelas Unidades Saúde Publicas, cabe a esta ultima unidade ser gestor epidemiológico, observatório de saúde e gestor de programas, sendo a intervenção no terreno da UCC, só assim fará sentido o trabalho conjunto para a Comunidade. Estando conscientes que nesta fase inicial e não tendo histórico relativo ao funcionamento das UCC e das USP, este documento constituirá um ponto de partida, que irá permitir caminhar para uma contratualização de indicadores que traduzam os ganhos em saúde. A tecnologia associada à parametrização das UCC e USP, vai possibilitar a documentação de um conjunto de práticas, sustentadas pelo conhecimento científico e a implementação das políticas de saúde mais adequadas. 4
Nesta matéria e através do SAPE, é possível por cada orientação normativa emitida pelo Ministério da Saúde e pela Direcção Geral de Saúde, criar uma padronização de procedimentos adequados gerando automaticamente indicadores. A adopção de uma parametrização utilizando linguagem classificada CIPE, associada aos sistemas de informação informatizados, vai possibilitar medir o valor acrescentado pelas UCC e USP a curto, médio e longo prazo nas seguintes áreas: Gestão Estratégica 1. No início do processo da implementação e na continuidade da gestão das UCC e USP, os sistemas de informação informatizados, serão vitais para o planeamento estratégico, na medida em que irão permitir uma em tempo real dos indicadores de desempenho que se constituem como suporte à tomada de decisão ao nível normativo, estratégico, táctico e operacional; 2. Permitirá igualmente estabelecer uma estrutura sustentável de governação das unidades funcionais, por programas e projectos, integrando os sistemas de gestão de desempenho aos vários níveis (Ministério da Saúde, ARS, ACES e Unidades Funcionais), com suporte de financiamento ajustado ao desempenho, garantindo que todas as Pessoas, Famílias, Grupos e Comunidades com risco, vulnerabilidade ou dependência, tenham acesso a serviços de saúde efectivos; 3. Cálculo da cobertura da população a abranger, com a consequente determinação de recursos, meios e infra-estruturas, necessários ao acesso no local adequado, na quantidade de cuidados necessária, com a qualidade desejada, em tempo útil e a um preço razoável. Qualidade de cuidados 5
1. Incremento de programas e projectos de melhoria contínua da qualidade dos cuidados desenvolvidos de forma integrada; 2. Garantir a integridade referencial entre o problema a resolver e as intervenções ajustadas para a sua resolução de forma eficiente; 3. Determinar o necessário, para a prestação de cuidados de saúde seguros, através do ajuste de horas necessárias de cuidados; 4. Promoção de ambiente seguro na prestação de cuidados; 5. Medir a utilidade da promoção da saúde, da protecção específica e da prevenção da doença, e o contributo da intervenção das UCC e USP, na Qualidade de Vida ajustada aos anos (QALYs 1 ), através da medição comparativa entre: o Custos em saúde do indivíduo sem a doença, o Custos em saúde do indivíduo com doença e o seu tratamento, o Custos em saúde do indivíduo com doença e morte. Sendo possível desde já medir alguns destes parâmetros, como consta no exemplo seguinte: O SAPE está dotado de bastantes funcionalidades, como é o caso do processo de enfermagem, permitindo documentar diagnósticos de enfermagem e verificar a sua evolução. Possibilita também documentar as intervenções usadas para resolução desses diagnósticos e a essas intervenções associar produtos. A documentação de diagnósticos de enfermagem possibilita calcular indicadores de resultado como a Taxa de resolução de diagnóstico úlcera de pressão. Este indicador pode ser o ponto de partida para projectos de melhoria contínua da qualidade dos cuidados de enfermagem. Ao compararmos dois serviços com taxas diferentes, também é possível, através do SAPE, comparar grande parte dos recursos físicos e humanos consumidos. Actualmente o SAPE permite quantificar todos os produtos usados no tratamento da úlcera de pressão ou outro tipo de feridas e respectivos custos. Possibilita também colher outros dados como o 1 Quality Adjusted Life Years. 6
número médio de intervenções por tipo de ferida / úlcera, o número médio de tratamentos por tipo de ferida / úlcera e por local de contacto (unidade de saúde ou domicílio), e o tempo de cuidados gasto para o respectivo tratamento nas unidades de saúde. Seria também possível calcular o tempo de cuidados para os contactos em visita domiciliária se o registo dos cuidados fosse efectuado em tempo real. Desta forma teríamos um custo médio directo por ferida / úlcera, para determinado resultado. Este custo poderia servir de base para comparar os serviços, permitindo adoptar-se as melhores práticas ao menor custo. Ao determinarmos a Taxa de eficácia na prevenção de úlceras pressão poderíamos calcular o custo directo da prevenção versus o custo inerente ao tratamento; 6. Capacitação e participação dos profissionais na mudança, através do conhecimento do seu contributo para a prossecução da visão e missão do ACES. Economia de Saúde 1. Fundamentar os custos adicionais (custo- efectividade), associados às boas práticas; 2. Possibilitar a médio e longo prazo a determinação do custo, por população alvo / programa e ou projecto; 3. Determinar o impacto dos problemas sociais, no consumo dos cuidados de saúde e os ganhos na redução da intensidade da pobreza, através da autonomização dos indivíduos e das famílias, aspecto basilar na sustentação do tecido social; 4. A longo prazo, determinar o investimento reconvertido em valor monetário dos ganhos em saúde e em dias de vida, associados à prevenção do início do uso de tabaco, álcool e drogas e os custos evitáveis associados aos programas de cessação tabágica, programa de narcóticos de substituição e desabituação alcoólica. Aspectos críticos 7
1. São necessários equipamentos que permitam a documentação em tempo real na comunidade, dos cuidados prestados, de forma a possibilitar uma correcta gestão do tempo; 2. É necessário definir soluções tecnológicas para toda a equipa da UCC e USP, para garantir a validade interna e externa dos indicadores a contratualizar, que podem ser enviesados pelos registos em suporte de papel ou em diferentes aplicativos informatizados pelos diversos profissionais; 3. É necessário criar uma estrutura de acompanhamento e auditoria dos registos efectuados no âmbito das unidades funcionais dos ACES, com integração institucional de profissionais à semelhança do que já existe para o Sistema de Classificação de Doentes nos Hospitais; 4. A parametrização (sugestões, alterações) deve ser sujeita à apreciação de uma equipa, que harmonizará as práticas baseadas na evidência, e será responsável pela sua materialização nos SIE; 5. A equipa deverá agir de forma pró-activa na materialização das campanhas, programas nacionais e regionais de saúde, nos SIE, de forma a fomentar de forma célere a sua implementação e aos vários níveis (central, regional, local), aspecto que não tem sido contemplado e integrado pela tutela. Este documento deverá ser revisto ao fim de um ano e de acordo com os estudos que venham a ser desenvolvidos para uma maior sistematização da informação sem nunca se perder a matriz da intervenção comunitária. 2 - Missão e atribuições da UCC 1 - A UCC tem por missão contribuir para a melhoria do estado de saúde da população da sua área geográfica de intervenção, visando a obtenção de ganhos em saúde e concorrendo assim, de um modo directo, para o cumprimento da missão do ACES em que se integra. 2 - A UCC presta cuidados de saúde e apoio psicológico e social, de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis, em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo, e actua, ainda, na 8
educação para a saúde, na integração em redes de apoio à família e na implementação de unidades móveis de intervenção. 3 - A UCC participa na formação dos diversos grupos profissionais nas suas diferentes fases: pré - graduada, pós -graduada e contínua. 4 - À UCC compete constituir as equipas de cuidados continuados integrados, previstas no Decreto -Lei n.º 101/2006, de 6 de Junho. 3 - Carteira de Serviços da UCC A carteira de serviços se deve ter em conta o contexto geodemográfico de cada ACES, precisa de ter um conjunto de actividades comuns a nível nacional, de modo a viabilizar a parametrização, e avaliação. Carteira de Serviços da UCC segundo o Despacho 10143/09, de 16 de Abril: 1 - À UCC compete assegurar as suas funções através de uma carteira de serviços, observando os princípios integrantes dos números seguintes. 2 - Os cuidados de saúde por ela prestados devem ser definidos considerando o diagnóstico de saúde da comunidade e as estratégias de intervenção definidas no Plano Nacional de Saúde (PNS) e centrando a sua organização numa coordenação efectiva entre os programas em desenvolvimento. 3 - Os programas e projectos da carteira de serviços integram -se no plano de acção do ACES, em estreita articulação com as unidades de saúde familiar (USF), as unidades de cuidados de saúde personalizados (UCSP), a unidade de saúde pública (USP), a Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP) e com a equipa coordenadora local, no âmbito da Rede Nacional Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), e em consonância com as orientações técnicas definidas pelo conselho clínico. 4 - As actividades da carteira de serviços da UCC, a contratualizar com o ACES, devem incidir, prioritariamente, nas seguintes áreas: a) Contributos para o diagnóstico de saúde da comunidade; b) Intervenções em programas no âmbito da protecção e promoção de saúde e prevenção da doença na comunidade, tais como o Programa Nacional de Saúde Escolar; 9
c) Projectos de intervenção com pessoas, famílias e grupos com maior vulnerabilidade e sujeitos a factores de exclusão social ou cultural, pobreza económica, de valores ou de competências, violência ou negligência, tais como: i) Acompanhar utentes e famílias de maior risco e vulnerabilidade; ii) Cooperar com outras unidades funcionais, no tocante a acções dirigidas aos utentes, às suas famílias e à comunidade, nomeadamente na implementação de programas de intervenção especial, na criação de redes de apoio às famílias e no recurso a unidades móveis; iii) Promover, organizar e participar na formação técnica externa, designadamente nas áreas de apoio domiciliário e familiar, bem como no voluntariado; iv) Participar nas actividades inerentes à rede social, na vigilância de saúde e acompanhamento social das famílias com deficientes recursos socioeconómicos; v) Participar nas actividades do programa de intervenção precoce a crianças, nomeadamente na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; d) Projectos de intervenção domiciliária com indivíduos dependentes e famílias/cuidadores, no âmbito da RNCCI, como sejam: i) Cuidados de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e acções paliativas; ii) Cuidados de reabilitação física; iii) Apoio psicológico, social e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados; iv) Educação para a saúde dos utentes, familiares e cuidadores informais; v) Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais; vi) Produção e tratamento de informação nos suportes de registo preconizados no âmbito dos CSP e da RNCCI; e) Projectos de promoção de estilos de vida saudável com intervenções a nível de programas de saúde já existentes, ou a implementar e desenvolver, em parceria com outras instituições que podem cooperar para a aquisição de hábitos de vida saudáveis da população ao longo do ciclo de vida. 4 - Área Geográfica/Dimensão da população De acordo com o previsto no n.º 2 do Artigo 7º, do Decreto-lei n.º 28/2008, de 22 de Fevereiro, em cada Centro de Saúde, componente de um ACES, funciona, pelo menos, uma UCC ou serviços desta. Neste contexto, a área geográfica de intervenção de cada UCC deverá corresponder à área geográfica do CS respectivo, podendo no entanto, subdividir-se em áreas geográficas mais pequenas, de acordo com as problemáticas territoriais, a dimensão da população, bem como as suas necessidades de saúde e sociais (densidade populacional, acessibilidades, problemas sociais e de saúde identificados, índice de envelhecimento, entre outros) e a dispersão geográfica da área de intervenção desse CS. 10
Assim, a população abrangida por esta unidade funcional corresponde à população residente, estudante e trabalhadora da área de influência desse CS. A população a considerar não deve ser inferior a 4000 utentes/habitantes. Os CS componentes do ACES cuja dimensão populacional seja inferior a 4.000 habitantes, podem, uma vez estudadas as características da população e salvaguardadas as suas necessidades em matéria de cuidados de saúde, não ter uma UCC, mas sim serviços desta unidade, tal como previsto no diploma dos ACES, desde que garantam a equidade, a acessibilidade e a continuidade dos cuidados de saúde. 5 - Áreas chave da UCC Será importante referir que estas áreas chave terão de se articular no que diz respeito às intervenções com as outras unidades funcionais, não esquecendo a componente geral do ACES. A área de excelência de intervenção da UCC será a grupos vulneráveis e de risco no contexto comunitário. Assim consideram-se como áreas chave da UCC a nível nacional: Programa Nacional de Saúde Escolar Cuidados Continuados Integrados (ECCI) Núcleo de Apoio a Crianças e Jovens em Risco (NACJR)/ Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) Preparação para Parentalidade / Preparação para o Parto Programas e Projectos de Intervenção Comunitária Redes Sociais da Comunidade. 6 - Áreas específicas de intervenção Serão consideradas a nível local todos os campos de intervenção que correspondam às necessidades de saúde da comunidade, segundo o seu contexto geodemográfico, assim como as que melhor se adequam ao contexto organizativo e objectivos do ACES, norteados pelo Plano Nacional de Saúde. Assim, os programas e projectos integram-se no plano de acção do ACES, em estreita articulação com as USF, UCSP, URAP, USP, ECL (Equipa Coordenadora Local), no âmbito da RNCCI, e de acordo com as orientações técnicas definidas pelo Conselho Clínico. Tendo em consideração as recomendações previstas no Plano Nacional de Saúde (PNS) onde se prevê uma abordagem centrada na família e no ciclo de vida, a necessidade de intervir de uma forma mais 11
visível nos problemas de saúde de origem social, priorizando a intervenção nas diferentes áreas em contexto comunitário, a carteira de serviços da UCC deverá integrar projectos e programas que tenham em conta a realidade de saúde e social da sua área de intervenção. Recomenda-se um diagnóstico de situação que retrate as necessidades locais, que deve ser sempre o ponto de partida para qualquer plano de acção (PA). O parecer do Director Executivo no processo de apreciação da candidatura, é o garante de que os pressupostos foram cumpridos. Concomitantemente, pelo carácter interventivo e de proximidade com as pessoas, famílias, grupos e comunidade, assume especial relevância a sua colaboração na concretização dos diagnósticos de saúde e sociais da comunidade que venham a ser realizados, da responsabilidade da USP. 7 - Horário de funcionamento A UCC deve ser dotada de profissionais em número suficiente e de competências adequadas, para assegurar o horário de funcionamento das 8 às 20 horas, nos dias úteis. O funcionamento para além deste horário, quer nos dias úteis quer aos fins-de-semana e feriados, são objecto de contratualização, excepcionando a ECCI que deverá dar resposta na comunidade nos dias não úteis das 9-17h. 8 - Organização funcional Assegurando a sua autonomia organizativa e funcional, esta unidade assenta em equipas multiprofissionais responsáveis pelo desenvolvimento de projectos/programas de acordo com as necessidades e problemas específicos da população a que se dirigem, tendo como referência uma área geográfica definida. Neste contexto, deverão ser constituídas equipas de intervenção comunitária (EIC), podendo funcionar sob a forma de unidades móveis, nomeadamente para abordagens a grupos/comunidades e em diferentes contextos, de acordo com o Plano Nacional de Saúde, bem como equipas de cuidados continuados integrados (ECCI) ou equipas comunitárias de suporte em cuidados paliativos (ECSCP), para a intervenção à população idosa e dependente, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). 12
A UCC orienta a sua acção de acordo com o plano de acção, o regulamento interno e a carta de qualidade, tendo em consideração o rigoroso cumprimento de actividades de promoção e protecção da saúde e prevenção e controlo da doença. Concomitantemente, deverá ter definido um plano de formação e de melhoria contínua (desenvolvimento de competências dos profissionais), contemplando a articulação com as outras unidades funcionais do ACES, a RNCCI e outras instituições/parcerias comunitárias. 9 - Indicadores No âmbito da Direcção Geral de Saúde (DGS) e do Alto Comissariado da Saúde (ACS), estão definidos um conjunto de indicadores que podem e devem ser trabalhados nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES). Das áreas chave da UCC serão definidos indicadores a nível nacional, para que possam ser contratualizados, pelo que se torna imprescindível a existência de sistemas de informação para a UCC. Os projectos de intervenção comunitária com parcerias na mesma, deverão ser validados pelos respectivos conselhos clínicos, podendo obedecer a avaliações próprias. Os indicadores estão explicitados em tabelas de acordo com o seguinte enunciado: Nome do indicador Nome enuncia os aspectos a medir. 13
Designação Aspecto especifico que é valorizado. Tipo de Indicador Área onde se enquadra o indicador. Objectivo O que se pretende medir com este indicador. Definição clara da unidade de estudo, com especificação dos critérios de inclusão e exclusão. Explicita a população referida em cada caso. Descrição do Todos os indicadores de taxa, a população do numerador (aquela que está indicador definida nas condições do indicador) são sempre uma parte da população do denominador. O denominador inclui o número total de casos a estudar. Que entidade é responsável pela medição. Critérios de Inclusão Que critérios devem ser considerados para delimitar o indicador. Observações Notas que explicitam melhor o indicador. Factor crítico Que situações podem colocar em risco a medição do indicador. Variáveis a medir, devem ser nas mesmas unidades o numerador e o Variáveis denominador. Numerador Denominador SI Sistema de Informação que poderá dar a informação. 14
N.º do Indicador UCC 1 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de enfermagem por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados de enfermagem por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados de enfermagem por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos uma intervenção de enfermagem documentada no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos uma A - Numerador intervenção de enfermagem documentada no período, por /SAPE programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise. /SAPE 15
N.º do Indicador UCC 2 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados médicos por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados médicos por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados médicos por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto médico documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto médico documentado no período por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise 16
N.º do Indicador UCC 3 Designação Percentagem de pessoas abrangidas pelo serviço social por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados do técnico de serviço social por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados do técnico de serviço social por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto do técnico de serviço social documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto do técnico de serviço social documentado no período e por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise. 17
N.º do Indicador UCC 4 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de psicologia por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados do psicólogo por programa / projecto. Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados do psicólogo por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto do psicólogo documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto do psicólogo documentado no período, por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise. 18
N.º do Indicador UCC - 5 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de nutrição por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados do nutricionista por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados do nutricionista por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto do nutricionista documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto do nutricionista documentado no período, por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise 19
N.º do Indicador UCC 6 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de fisioterapia por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados do fisioterapeuta por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados do fisioterapeuta por programa / projecto da UCC, no período em análise. Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto do fisioterapeuta documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto do fisioterapeuta documentado no período, por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise 20
N.º do Indicador UCC 7 Designação Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de por programa / projecto. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população alvo abrangida por cuidados de outros técnicos por programa / projecto Indicador que exprime a proporção de pessoas que usufruíram de cuidados de outros técnicos por programa / projecto da UCC, no período em análise Mensal / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto de outros técnicos documentado no período em análise, no serviço UCC e por programa / projecto. Denominador - N.º de pessoas admitidas por programa / projecto da UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com pelo menos um A - Numerador contacto de outros técnicos documentado no período, por programa / projecto. B - Denominador N.º de pessoas admitidas por programa / projecto no período em análise. 21
N.º do Indicador UCC 8 Designação Taxa de resolução do Papel do Prestador Cuidados Inadequado. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a percentagem de pessoas que beneficiaram com a resolução do papel do prestador de cuidados, no sentido de promover a melhoria das condições de vida da pessoa. Indicador que exprime a proporção de pessoas, que beneficiaram com a resolução do papel do prestador de cuidados inadequado, no âmbito da actividade da UCC. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de pessoas admitidas no serviço UCC, num determinado período de tempo, em que foi documentado o diagnóstico de enfermagem - Papel do prestador de cuidados adequada, com data posterior à data de início do diagnóstico de enfermagem Papel do prestador de cuidados não adequado, e que exista pelo menos uma intervenção realizada que contribua para a resolução do diagnóstico. Denominador - N.º de pessoas admitidas no serviço UCC, a quem foi documentado o diagnóstico de enfermagem Papel do prestador de cuidados não adequado, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com a alteração do A Numerador diagnóstico de enfermagem Papel do prestador de cuidados não adequado / SAPE para adequado. N.º de pessoas com o diagnóstico de B Denominador enfermagem - Papel do prestador de cuidados não adequado no período em SI UCC /SAPE análise. 22
N.º do Indicador UCC 9 Designação Percentagem de utilizadores da UCC satisfeitos com os serviços prestados por esta unidade. Tipo de Indicador Satisfação Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a satisfação dos utentes, com os serviços disponibilizados pelos profissionais da UCC, no sentido de melhorar qualidade dos cuidados a prestar. Indicador que exprime o grau de satisfação dos utentes utilizadores da UCC. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de utilizadores que responderam ao questionário, com resposta - Satisfeito ou Muito Satisfeito. Denominador - Nº de utilizadores que responderam ao questionário. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de utilizadores que responderam ao A Numerador questionário, com resposta - Satisfeito ou Muito Satisfeito. B Denominador Nº de utilizadores que responderam ao questionário 23
N.º do Indicador UCC 10 Designação Percentagem de profissionais satisfeitos com a UCC Tipo de Indicador Satisfação Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Avaliar a satisfação dos profissionais que exercem funções na UCC. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime o grau de satisfação dos profissionais que exercem funções na UCC. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de profissionais que responderam ao questionário, com resposta Satisfeito ou Muito Satisfeito. Denominador - Nº de profissionais que responderam ao questionário. Considera-se todos os profissionais da UCC, independentemente do vínculo e do tempo que exerce na UCC. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de profissionais que responderam A Numerador ao questionário, com resposta - Satisfeito ou Muito Satisfeito. B Denominador Nº de profissionais que responderam ao questionário 24
N.º do Indicador UCC 11 (ECCI) Designação Percentagem de pessoas com visitação domiciliária nas primeiras 24 h após admissão na ECCI. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Avaliar a precocidade da resposta da ECCI. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de pessoas admitidas em cuidados continuados integrados com visitação domiciliária realizada nas primeiras 24h após referenciação. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Factor crítico Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto no local domicílio, no serviço UCC, com o programa ECCI associado, realizado nas primeiras 24 horas após admissão no programa. É contabilizada a data / hora referente ao contacto e não a data/hora do registo. Denominador - N.º de pessoas admitidas na ECCI no período em análise. Criar o programa de saúde ECCI no SI. Activar um campo de admissão ao programa ECCI, para registo de data e hora de admissão. Existência de equipamento informático portátil e necessidade de rede 3G para registo em tempo real. Alteração da hora de execução da visita domiciliária. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com visita domiciliaria A Numerador nas primeiras 24h após admissão na ECCI. B Denominador N.º de pessoas admitidas na ECCI no período em análise. SI UCC 25
N.º do Indicador UCC 12 (ECCI) Designação Taxa de eficácia na prevenção de úlceras pressão (UP). Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a eficácia dos cuidados de enfermagem na prevenção de UP, no sentido de promover a qualidade de vida da pessoa dependente. Indicador que exprime a eficácia dos cuidados de enfermagem na prevenção de UP. Permite avaliar a incidência das UP. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto no serviço UCC, com o programa ECCI associado, no período em análise, a quem não foi documentado o diagnóstico de enfermagem - Úlcera de pressão presente, com origem no domicílio, com data posterior à data de início do diagnóstico de enfermagem Risco de úlcera de pressão, e que exista pelo menos uma intervenção documentada no âmbito da prevenção de úlceras de pressão. Denominador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto no serviço UCC, com o programa ECCI associado, a quem foi documentado o diagnóstico de enfermagem Risco de úlcera de pressão no período em análise. Criar o programa de saúde ECCI O grau de risco de úlcera de pressão é determinado pela execução da intervenção - Monitorizar risco de úlcera de pressão através da escala de Braden. Necessidade de documentar o local de origem da úlcera de pressão (domicílio, serviço hospitalar, outra local). Considera-se úlcera de pressão presente, a conjugação do termo úlcera de pressão com o juízo de diagnóstico presente em grau reduzido, em grau moderado, em grau elevado ou em grau muito elevado. Factor crítico O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas a quem não foi A - Numerador documentado o diagnóstico de SI UCC/SAPE enfermagem - Úlcera de pressão 26
B - Denominador MINISTÉRIO DA SAÚDE presente com data posterior à data de início do diagnóstico de enfermagem Risco de úlcera de pressão, em determinado período. N.º de pessoas com o diagnóstico de enfermagem Risco de úlcera de SI UCC /SAPE pressão, no período em análise. 27
N.º do Indicador UCC 13 (ECCI) Designação Taxa de resolução de diagnóstico úlcera de pressão (UP). Tipo de Indicador Qualidade Técnico-Cientifica Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a eficácia no tratamento de UP, no sentido de promover a qualidade de vida da pessoa dependente. Indicador que exprime a eficácia dos cuidados de enfermagem no tratamento de UP. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Factor crítico Numerador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI e no serviço UCC, num determinado período de tempo, em que foi documentado o diagnóstico de enfermagem - Úlcera de pressão ausente, com data posterior à data de início do diagnóstico de enfermagem - Úlcera de pressão presente e que exista pelo menos uma intervenção realizada que contribua para o tratamento das úlceras de pressão. Denominador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI e no serviço UCC, a quem foi documentado o diagnóstico de enfermagem - Úlcera de pressão presente, no período em análise. Criar o programa de saúde ECCI. O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. Considera-se Úlcera de pressão presente, a conjugação do termo Úlcera de pressão com o juízo de diagnóstico presente em grau reduzido, em grau moderado, em grau elevado ou em grau muito elevado. Na parametrização do foco - Úlcera de pressão deve estar parametrizado o juízo presente e o juízo ausente. O juízo ausente só deverá ser usado quando se dê a cicatrização da úlcera de pressão. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com a alteração do A - Numerador diagnóstico de enfermagem - Úlcera de SI UCC/SAPE pressão presente para ausente em 28
determinado período. N.º de pessoas com o diagnóstico de B - Denominador enfermagem - Úlcera de pressão SI UCC/SAPE presente no período em análise. 29
N.º do Indicador UCC 14 (ECCI) Designação Ganhos em Independência nos Autocuidados (Higiene, Vestuário, Uso Sanitário, Transferirse, Posicionar-se, Alimentar-se, Deambular) Tipo de Indicador Resultado Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a eficácia nos ganhos em independência nos Autocuidados, no sentido de promover a qualidade de vida da pessoa. Indicador que exprime a efectividade dos cuidados de enfermagem / reabilitação no ganho de autonomia física, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI e no serviço UCC, a quem foi documentada uma modificação positiva na opinião clínica em pelo menos um Autocuidado, no período em análise, comparativamente ao grau de dependência documentado no momento inicial da identificação do fenómeno de enfermagem. Denominador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI e no serviço UCC, no período em análise, a quem foi identificada dependência em algum Autocuidado. Só são contabilizadas pessoas em programa de ECCI com mais de 30 dias em programa. Criar o programa de saúde ECCI. Criar intervenção - Monitorizar autonomia física através do índice de Katz; São contabilizados para este indicador os seguintes Autocuidados: Higiene, Vestuário, Uso sanitário, Transferir-se, Posicionar-se, Alimentar-se e Deambular. O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas admitidas no programa ECCI num determinado período de A - Numerador tempo que reduziram os níveis de dependência em pelo menos um Autocuidado. 30
B - Denominador MINISTÉRIO DA SAÚDE N.º de pessoas admitidas no programa ECCI num determinado período de tempo com dependência em pelo menos um Autocuidado. 31
N.º do Indicador UCC 15 (ECCI) Designação Ganhos expressos no controlo da intensidade da Dor. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a eficácia dos cuidados da equipa (médico, enfermeiro, psicólogo) da UCC no controlo da dor, no sentido de promover o bem-estar e melhorar a qualidade de vida da pessoa. Indicador que exprime a eficácia dos cuidados médicos, de enfermagem e de outros profissionais no controlo da dor. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Numerador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI, no serviço UCC, com controlo da Critérios de inclusão dor. Denominador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI, no serviço UCC, a quem foi documentado o fenómeno de enfermagem - Dor, no período em análise Criar o programa de saúde ECCI. O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. A avaliação da intensidade da dor é obtida através da escala da dor de 1 a 10 de Wong & Baker. Correspondência da classificação da dor: 0 é Sem Dor e 10 é Dor Máxima. Observações Considera-se a dor controlada se 90% das avaliações for inferior a 3. Independentemente do número de contactos por dia, avalia-se a dor em pelo menos um deles. Considera-se Dor presente, a conjugação do termo Dor com o juízo de diagnóstico presente em grau reduzido, em grau moderado, em grau elevado ou em grau muito elevado. A intensidade da dor é sempre a referida pela Pessoa. Factor crítico A escala proposta aplica-se a pessoas conscientes e colaborantes, com idade superior a 3 anos. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas admitidas no programa A Numerador ECCI, no serviço UCC, com controlo da SI UCC dor. 32
B - Denominador MINISTÉRIO DA SAÚDE N.º de pessoas a quem foi documentado o fenómeno de SI UCC enfermagem - Dor, no período em análise. 33
N.º do Indicador UCC 16 (ECCI) Designação Taxa de ocupação da ECCI. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Avaliar a utilização do serviço. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a utilização dos serviços da ECCI, no período em análise. Trimestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Output Fórmula A/B x 100 Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI no período em análise. Denominador - N.º de Pessoas definidas no compromisso assistencial no programa ECCI, no período em análise. Criar o programa de saúde ECCI. O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A Numerador N.º de pessoas admitidas no programa ECCI, no período em análise. Nº de Pessoas definidas no B Denominador compromisso assistencial no programa ECCI, no período em análise. 34
N.º do Indicador UCC 17 (ECCI) Designação Percentagem de pessoas com intervenção interdisciplinar em visitação domiciliária nas primeiras 48h após admissão na ECCI. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Avaliar a precocidade da intervenção interdisciplinar e integrada da ECCI. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de pessoas em cuidados continuados integrados com intervenção interdisciplinar e integrada na visitação domiciliária, realizada nas primeiras 48h após referenciação, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de pessoas com pelo menos um contacto no local domicílio, no serviço UCC, com o programa ECCI associado, com pelo menos uma intervenção - Avaliar Interdisciplinarmente a pessoa documentada, nas primeiras 48 horas após admissão no programa ECCI. É contabilizada a data / hora referente do contacto e não a data / hora do registo. Denominador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI no período em análise. Criar o programa de saúde ECCI. O programa de saúde ECCI só pode estar acessível no serviço UCC. Factor crítico Alteração da hora de execução da visita domiciliária. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com visita domiciliária A Numerador interdisciplinar nas primeiras 48h após admissão na ECCI. B Denominador N.º de pessoas admitidas na ECCI, no período em análise. 35
N.º do Indicador UCC 18 (ECCI) Designação Percentagem de pessoas com necessidade em cuidados paliativos admitidas no programa ECCI. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC / ECCI Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura da população com necessidades de cuidados paliativos, que beneficiaram de apoio da equipa de ECCI no domicílio. Indicador que exprime a proporção de pessoas em cuidados paliativos, que beneficiaram de apoio da equipa da ECCI no domicílio, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na ECCI Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de pessoas com necessidades de cuidados paliativos admitidas no programa ECCI e no serviço UCC, no período em análise. Denominador - N.º de pessoas admitidas no programa ECCI no período em análise. Considerar somente nas equipas que estejam pré-definidas, como tendo capacidade de suporte paliativo. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de pessoas com necessidade de A Numerador cuidados paliativos, admitidas no programa ECCI, no período em análise. B Denominador N.º de pessoas admitidas no programa ECCI, no período em análise. 36
N.º do Indicador UCC 19 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de crianças e jovens por nível de ensino, que foram alvo de intervenção no Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE). Tipo de Indicador Produtividade Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Avaliar a cobertura de crianças e jovens que foram alvo de intervenção no PNSE. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de crianças e jovens por níveis de ensino, que foram alvo de intervenção no PNSE, no período em análise. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de crianças e jovens por níveis de ensino, que foram alvo de uma intervenção associada ao PNSE. Denominador - N.º de crianças e jovens integradas nas escolas na área geográfica de abrangência da UCC, no período em análise. Observações Crianças que frequentam escolas na área geográfica de intervenção da UCC. Factor crítico Necessidade de inscrição esporádica no SINUS, para todos os alunos que não se encontram inscritos na área geográfica da UCC. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de crianças e jovens, por níveis de A - Numerador ensino, que foram alvo de intervenção no PNSE. N.º de crianças e jovens por níveis de B - Denominador ensino, integradas nas escolas na área geográfica de abrangência da UCC, no período em análise. 37
N.º do Indicador UCC 20 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais (NSE), que foram alvo de intervenção pela equipa de saúde escolar. Tipo de Indicador Efectividade Entidade gestora UCC Tipo de falha Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Ano lectivo Período aplicável (compreendido entre 01-09 e 31-07) Avaliar o número de crianças e jovens com NSE que foram alvo de intervenção pela equipa de saúde escolar, no sentido de promover a inclusão escolar. Indicador que exprime a proporção de crianças e jovens com NSE que foram alvo de intervenção da equipa de saúde escolar, no período em análise. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de crianças e jovens com NSE alvo de intervenção da equipa de saúde escolar. Denominador - N.º de crianças e jovens referenciados com NSE. Observações Crianças que frequentam escolas na área geográfica de intervenção da UCC. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de crianças e jovens com NSE alvo A - Numerador de intervenção da equipa de saúde escolar no ano lectivo. B - Denominador N.º de crianças e jovens referenciados com NSE. 38
N.º do Indicador UCC 21 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos com 6 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Ano lectivo Período aplicável (compreendido entre 01-09 e 31-07) Avaliar a proporção de alunos que melhoraram o seu problema de excesso de peso / obesidade aos 6 anos. O indicador exprime a proporção de crianças com 6 anos que melhoraram o seu problema de excesso de peso / obesidade. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de alunos que completam 6 anos até 31 de Dezembro do ano em avaliação (último ano do ano lectivo), com diminuição do percentil de IMC, com pelo menos 2 anos em PNSE e que apresentavam um percentil de IMC 85 no início do programa. Denominador - N. de alunos que completam 6 anos até 31 de Dezembro do ano em avaliação, que apresentavam um percentil de IMC 85 no início do programa e com pelo menos 2 anos em PNSE. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A - Numerador N.º de alunos com diminuição do percentil de IMC. B - Denominador N.º de alunos com um percentil de IMC 85 no início do programa. 39
N.º do Indicador UCC 22 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos com 10 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Ano lectivo Período aplicável (compreendido entre 01-09 e 31-07) Avaliar a proporção de alunos que melhoraram o seu problema de excesso de peso / obesidade aos 10 anos, promovendo a adopção de estilos de vida saudáveis. O indicador exprime a proporção de crianças com 10 anos que melhoraram o seu problema de excesso de peso / obesidade. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de alunos que completam 10 anos até 31 de Dezembro do ano em avaliação (último ano do ano lectivo), com diminuição do percentil de IMC, com pelo menos 2 anos em PNSE e que apresentavam um percentil de IMC 85 no início do programa. Denominador - N. de alunos que completam 10 anos até 31 de Dezembro do ano em avaliação, que apresentavam um percentil de IMC 85 no início do programa e com pelo menos 2 anos em PNSE. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A - Numerador N.º de alunos com diminuição do percentil de IMC. B - Denominador N.º de alunos com um percentil de IMC 85 no início do programa. 40
N.º do Indicador UCC 23 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de elementos da comunidade educativa com intervenção por tema (*), no PNSE. Tipo de Indicador Acessibilidade Entidade gestora UCC Tipo de falha Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Ano lectivo Período aplicável (compreendido entre 01-09 e 31-07) Avaliar a cobertura da comunidade educativa que teve intervenções para reforçar os factores de protecção relacionados com estilos de vida saudáveis - por tema (*). Indicador que exprime a proporção de elementos da comunidade educativa com intervenção por tema (*), no PNSE. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Identificação de pelo menos um tema. Numerador - N.º de elementos da comunidade educativa com pelo menos uma intervenção no tema (*), no PNSE e no serviço UCC, no período em análise. Denominador - N. de elementos da comunidade educativa em PNSE no serviço UCC, no período em análise. (*) os temas de promoção da saúde serão desenvolvidos de acordo com as necessidades identificadas por ACES/UCC (saúde mental, saúde oral, alimentação saudável, actividade física, ambiente e saúde, segurança, educação para o consumo, saúde sexual reprodutiva, consumo de substancias nocivas licitas - álcool, tabaco e utilização indevida de medicamentos, - e ilícitas, doenças transmissíveis e violência em meio escolar bullying e comportamentos autodestrutivos). Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de elementos da comunidade A Numerador educativa com pelo menos uma intervenção no tema (*) no PNSE. B Denominador N.º de elementos da comunidade educativa inscritos no PNSE. 41
N.º do Indicador UCC 24 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos consumidores de tabaco com Plano de Intervenção Interdisciplinar (PII) em curso. Tipo de Indicador Acessibilidade Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Objectivo Promover a desabituação tabágica em meio escolar. Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de alunos consumidores de tabaco, com intervenção interdisciplinar (PII), no PNSE. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Numerador - N.º de alunos com o diagnóstico de enfermagem - Uso de Tabaco Presente, com pelo menos: 3 intervenções: Avaliar Interdisciplinarmente a pessoa; Critérios de inclusão Uma intervenção: Monitorizar uso de tabaco; Mais uma intervenção enunciada para resolução do diagnóstico; Todas realizadas no serviço UCC no âmbito do PNSE, no período em análise. Observações Denominador - N.º de alunos no serviço UCC, em PNSE, com o diagnóstico de enfermagem - Uso de tabaco presente, no período em análise. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A Numerador N.º de alunos com PII, no PNSE, no período em análise. N.º de alunos no serviço UCC, em PNSE, B Denominador com o diagnóstico de enfermagem - Uso de tabaco presente, no período em análise. 42
N.º do Indicador UCC 25 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos da comunidade escolar com Exame Global de Saúde (EGS) realizado aos -6 anos Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Monitorizar a realização do EGS aos 6 anos. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de alunos da comunidade escolar com EGS realizado aos 6 anos. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de alunos que completam 6 anos até 31 de Dezembro do ano lectivo em avaliação (último ano do ano lectivo), com EGS realizado. Denominador - N.º de alunos que completam 6 anos até 31 de Dezembro, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de alunos que completam 6 anos A - Numerador até 31 de Dezembro do ano em avaliação, com EGS realizado. N.º de alunos que completam 6 anos B - Denominador até 31 de Dezembro, no período em análise. 43
N.º do Indicador UCC 26 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos da comunidade escolar com Exame Global de Saúde (EGS) realizado aos 13 anos. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Monitorizar a realização do EGS aos 13 anos. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de alunos da comunidade escolar com EGS realizado aos 13 anos. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de alunos que completam 13 anos até 31 de Dezembro do ano lectivo em avaliação (último ano do ano lectivo), com EGS realizado. Denominador - N. de alunos que completam 13 anos até 31 de Dezembro, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de alunos que completam 13 anos A - Numerador até 31 de Dezembro do ano lectivo em avaliação, com EGS realizado. Todas os alunos que completam 13 B - Denominador anos até 31 de Dezembro, no período em análise. 44
N.º do Indicador UCC 27 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado aos 6 anos. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Monitorizar o cumprimento do PNV aos 7 anos. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a percentagem de alunos com 7 anos completos, que têm o PNV actualizado. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de alunos que completam 7 anos até 31 de Dezembro do ano em avaliação (último ano do ano lectivo), com PNV actualizado. Denominador - N.º de alunos que completam 7 anos até 31 de Dezembro, no período em análise. Para ter o PNV cumprido, as crianças com 7 anos necessitam de ter as seguintes inoculações: - Pelo menos 1 inoculação de BCG ou uma prova tuberculínica no intervalo [0; 7[ anos; - Pelo menos 1 inoculação de VAP ou VIP ou DTPaHibVIP ou DTPaVIP no intervalo [4; 7[ anos; - Pelo menos 2 inoculações de VAP ou VIP ou DTPaHibVIP ou DTPaVIP no intervalo [0; 4[ anos; - Pelo menos 1 inoculação de DTPa ou DTPw ou DTPaHib ou DTPwHib ou DT ou DTPaHibVIP ou DTPaVIP no intervalo [4; 7[ anos; - Pelo menos 2 inoculações de DTPa ou DTPw ou DTPaHib ou DTPwHib ou DT ou DTPaHibVIP ou DTPaVIP no intervalo [0; 4[ anos; - Pelo menos 3 inoculações de VHB no intervalo [0; 7[ anos; - Pelo menos 2 inoculações de VASPR no intervalo [0; 7[ anos; - Pelo menos 1 inoculação de MenC no intervalo [0; 7[ anos. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A - Numerador N.º de alunos que completam 7 anos 45
B - Denominador MINISTÉRIO DA SAÚDE no ano em avaliação, com PNV actualizado. N.º de alunos que completam 7 anos até 31 de Dezembro, no período em análise. 46
N.º do Indicador UCC 28 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de alunos da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado aos 13 anos. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Monitorizar o cumprimento do PNV aos 14 anos. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a percentagem de alunos, com 14 anos completos, que tem o PNV actualizado. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Numerador - N.º de alunos que completam 14 anos até 31 de Dezembro (último ano do ano lectivo) do ano em avaliação, com PNV actualizado. Denominador - N.º de alunos que completam 14 anos até 31 de Dezembro, no período em análise. Para ter o PNV cumprido, as crianças com 14 anos necessitam de ter as seguintes inoculações: - Pelo menos 3 inoculações de VHB no intervalo [10; 14[ anos; - Pelo menos 3 inoculações de HPV no intervalo [10; 14[ anos; - Pelo menos 2 inoculações de VASPR no intervalo [10; 14[ anos; - Pelo menos 1 inoculação de MenC no intervalo [10; 14[ anos; - Pelo menos 1 inoculação de Td no intervalo [10; 14[ anos. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de alunos que completam 14 anos A - Numerador até 31 de Dezembro do ano em avaliação, com PNV actualizado. N.º de alunos que completam 14 anos B - Denominador até 31 de Dezembro, no período em análise. 47
N.º do Indicador UCC 29 (Saúde Escolar) Designação Percentagem de profissionais (professores, educadores e auxiliares de acção educativa) da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado. Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano lectivo (compreendido entre 01-09 e 31-07) Objectivo Verificar o cumprimento do PNV nos profissionais da comunidade escolar. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a proporção de profissionais da comunidade escolar com PNV actualizado. Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de profissionais da comunidade escolar com PNV actualizado. Denominador - N.º de profissionais da comunidade escolar, no período em análise. Observações Para ter o PNV cumprido o profissional necessita ter a vacina do tétano actualizada. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A - Numerador N.º de profissionais da comunidade escolar com PNV actualizado. B - Denominador N.º de profissionais da comunidade escolar, no período em análise. 48
N.º do Indicador UCC 30 (Programa de Preparação para a Parentalidade) Designação Percentagem de Grávidas / Casais Grávidos que frequentaram o Curso de Preparação para a Parentalidade na UCC. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a cobertura das Grávidas / Casais Grávidos que frequentam o Curso de Preparação para a Parentalidade, com a finalidade de promover os processos de vinculação. Indicador que exprime a proporção de Grávidas / Casais Grávidos que frequentam o Curso de Preparação para a Parentalidade, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Factor crítico Numerador - N.º de grávidas com pelo menos 12 contactos no serviço UCC, no Programa de Preparação para a Parentalidade, com pelo menos uma intervenção documentada, no período em análise. Denominador - N.º de grávidas da área de abrangência da UCC, no período em análise. Mulheres que abortaram ao longo da gestação. Não existir coincidência entre o período de gestação e o período de avaliação. Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida Nº de grávidas com pelo menos 12 A - Numerador contactos no Programa de Preparação para a Parentalidade. B - Denominador N.º de grávidas na área de abrangência da UCC, no período em análise. 49
N.º do Indicador UCC 31 (Programa de Intervenção Precoce) Percentagem de famílias de risco com Plano Individualizado de Apoio à Família Designação (PIAF), no âmbito do Programa de Intervenção Precoce (PIP) Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Avaliar a implementação de um plano coordenado, inter-serviços aplicado à população alvo com risco e vulnerabilidade. Indicador que exprime a percentagem de famílias em situação de risco acompanhadas com PIAF, no âmbito do PIP na UCC, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Output Fórmula A/B x 100 Contratualizado na Valor de referência UCC Valor de base Numerador - Nº. de casos de famílias acompanhadas no programa PIP, com PIAF, no Critérios de serviço UCC, com pelo menos uma intervenção documentada em cada contacto. inclusão Denominador N º de casos de famílias referenciados para o PIP, no serviço UCC, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição A Numerador Nº de famílias acompanhadas no PIP, com PIAF, no serviço UCC. B Denominador N º de famílias referenciadas para o PIP na UCC. Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de famílias N.º de famílias 50
N.º do Indicador UCC 32 (Núcleo Apoio Crianças e Jovens em Risco) Designação Percentagem de casos acompanhados com Plano Individualizado de Apoio à Família (PIAF) no Núcleo de Apoio a Crianças e Jovens em Risco (NACJR), no serviço UCC. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a implementação de um plano coordenado, inter-serviços aplicado à população alvo com risco e vulnerabilidade. Indicador que exprime a proporção da população alvo com PIAF, acompanhada pelo NACJR na UCC. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - Nº. de famílias acompanhadas no programa NACJR com PIAF, no serviço UCC, e com pelo menos uma intervenção documentada, no período em análise. Denominador - N.º de famílias em Programa NACJR, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida A Numerador Nº. de famílias acompanhadas no programa NACJR com PIAF. N.º de famílias B Denominador N.º de famílias em Programa NACJR, no período em análise. N.º de famílias 51
N.º do Indicador UCC 33 (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) Designação Percentagem de Crianças e Jovens / Famílias acompanhadas, no âmbito da CPCJ, no serviço UCC. Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Identificação da população alvo em situação de risco e vulnerabilidade que necessita de acompanhamento. Indicador que exprime a percentagem de crianças e jovens / famílias acompanhadas pela CPCJ na UCC, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador N.º de crianças e jovens com pelo menos um contacto no programa CPCJ, no período em análise. Denominador - N.º de crianças e jovens em programa CPCJ, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de crianças e jovens A Numerador acompanhadas no programa CPCJ, no serviço UCC. B Denominador N.º de crianças e jovens referenciados para CPCJ, no período em análise. 52
N.º do Indicador UCC 34 (NACJR e CPCJ) Designação Taxa de resolução do Papel Parental Inadequado por programa (PIP, NACJR e CPCJ). Tipo de Indicador Qualidade Técnico Cientifica Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Descrição do Indicador Frequência de Avaliar a percentagem de crianças / jovens em situação de risco e vulnerabilidade que beneficiaram com a resolução de papel parental inadequado, no sentido de promover a melhoria das condições de vida da criança. Indicador que exprime a proporção de crianças / jovens em risco e vulnerabilidade, que beneficiaram com a resolução do papel parental inadequado, por programa (PIP, NACJR e CPCJ), na UCC. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Numerador - N.º de crianças / jovens admitidas por programa (PIP, NACJR e CPCJ) na UCC, num determinado período de tempo, em que foi documentado o diagnóstico de enfermagem - Papel parental adequada, com data posterior à data de início do diagnóstico de enfermagem Papel parental não adequada e que exista pelo menos uma intervenção realizada que contribua para a resolução do diagnóstico. Denominador - N.º de crianças / jovens admitidas por programa (PIP, NACJR e CPCJ), na UCC, a quem foi documentado o diagnóstico de enfermagem Papel parental inadequada, no período em análise. Observações Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida N.º de crianças / jovens por programa A Numerador (PIP, NACJR e CPCJ), que apresentam resolução de diagnóstico - Papel SI UCC/SAPE parental não adequada. N.º de crianças / jovens por programa B Denominador (PIP, NACJR e CPCJ), com diagnóstico - SI UCC/SAPE Papel parental não adequado, no 53
período em análise. 54
N.º do Indicador UCC 35 (Rendimento Social de Inserção) Designação Percentagem de pessoas que cumpriram o acordo de inserção na área da saúde, no âmbito do Rendimento Social de Inserção (RIS). Tipo de Indicador Acesso Entidade gestora UCC Tipo de falha Período aplicável Ano Objectivo Avaliar o cumprimento dos acordos de inserção na área da saúde. Descrição do Indicador Frequência de Indicador que exprime a percentagem de beneficiários que cumpriram o acordo de inserção na área da saúde, acompanhadas no âmbito do RIS, no período em análise. Semestral / Anual Unidade de medida Percentagem ACES / ARS Fórmula A/B x 100 Output Prazo Entrega Reporting Órgão fiscalizador ARS Valor de referência Valor de base Contratualizado na UCC Critérios de inclusão Observações Numerador - Nº de beneficiários do RSI que cumpriram os acordos de inserção na área da saúde. Denominador - Nº de pessoas inscritas no programa RSI com acordos de inserção na área da saúde, no período. Criar intervenção: Supervisionar compromisso com duas possibilidades de registo: cumprido e não cumprido, que irá constituir critério do numerador. Factor crítico Variáveis Definição Fonte Informação/ SI Unidade de medida Nº de pessoas que beneficiam do RSI e A Numerador que cumpriram os acordos de inserção na área da saúde. B - Denominador Nº de pessoas inscritas no programa RSI. 55
Possibilidade de 10 Indicadores SAPE A lista de indicadores que se segue é constituída por todos os indicadores, que constam na proposta de indicadores de desempenho da Unidade de Cuidados na Comunidade, passíveis de serem calculados de imediato a partir do SAPE: Ganhos em independência nos autocuidados (Higiene, Vestuário, Uso Sanitário, Transferir-se, Posicionar-se, Alimentar-se, Deambular); Ganhos expressos no controlo da intensidade da dor; Percentagem de alunos com 10 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85; Percentagem de alunos com 6 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85; Percentagem de alunos consumidores de tabaco com Plano de Intervenção Interdisciplinar (PII) em curso; Percentagem de Crianças e Jovens / Famílias acompanhadas, no âmbito da CPCJ, no serviço UCC; Percentagem de Grávidas / Casais Grávidos que frequentaram o Curso de Preparação para a Parentalidade na UCC; Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de enfermagem por programa / projecto; Taxa de eficácia na prevenção de úlceras pressão (UP); Taxa de ocupação da ECCI; Taxa de resolução de diagnóstico úlcera de pressão; Taxa de resolução do Papel Parental Inadequado por programa (PIP, NACJR e CPCJ). 11 - Procedimentos de registo no SAPE Apresentam-se de seguida todos os indicadores que constam na proposta de indicadores de desempenho da Unidade de Cuidados na Comunidade. Os indicadores passíveis de serem calculados de imediato a partir do SAPE, têm uma breve descrição dos passos correctos para a documentação / registo, necessários a um adequado cálculo dos indicadores. 56
Indicadores extracção imediata do SAPE Sim Não Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de enfermagem por programa / projecto. 1. Activar um contacto para o utente / família / comunidade; 2. Associar o programa / projecto ao utente / família / comunidade; 3. Documentar um diagnóstico de enfermagem; 4. Planear uma intervenção de enfermagem; 5. Registar pelo menos uma intervenção de enfermagem no plano de trabalho. Sim para alguns programas Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados médicos por programa / projecto. Percentagem de pessoas abrangidas pelo serviço social por programa / projecto. Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de psicologia por programa / projecto Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de nutrição por programa / projecto. Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de fisioterapia por programa / projecto Percentagem de pessoas abrangidas por cuidados de por programa / projecto. Taxa de resolução do Papel do Prestador Cuidados Inadequado Percentagem de Utilizadores da UCC satisfeitos com os serviços prestados por esta unidade. Percentagem de profissionais satisfeitos com a UCC Percentagem de pessoas com visitação domiciliária nas primeiras 24 h após admissão na ECCI. Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Taxa de eficácia na prevenção de úlceras pressão (UP). 1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC; Sim 2. Associar o programa ECCI ao utente e ao contacto; 57
3. Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar início ao foco úlcera de pressão; b. Sempre que se verifique risco de úlcera de pressão atribuir o diagnóstico conjugando os termos; c. Sempre que se verifique a existência de uma úlcera de pressão atribuir o diagnóstico conjugando os termos para definir os vários graus e classifica-la quanto à origem; d. Após a definição dos diagnósticos planear as intervenções no âmbito da prevenção de úlceras de pressão; 4. Realizar pelo menos uma intervenção no âmbito da prevenção de úlceras de pressão no plano de trabalho; 5. Terminar o contacto. Taxa de resolução de diagnóstico úlcera de pressão. 1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC; Sim 2. Associar o programa ECCI ao utente e ao contacto; 3. Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar inicio ao foco úlcera de pressão; b. Sempre que se verifique a existência de uma úlcera de pressão atribuir o diagnóstico conjugando os termos para definir os vários graus e classifica-la quanto à origem; c. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções no âmbito do tratamento de úlceras de pressão; d. Sempre que se verifique a cicatrização da úlcera de pressão atribuir o diagnóstico conjugando os termos - úlcera de pressão e ausente; 4. Realizar pelo menos uma intervenção no âmbito do tratamento de úlceras de pressão no plano de trabalho; 58
5. Terminar o contacto. Ganhos em Independência nos Autocuidados (Higiene, Vestuário, Uso Sanitário, Transferir-se, Posicionar-se, Alimentar-se, Deambular). 1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC; Sim 2. Associar o programa ECCI ao utente e ao contacto; 3. Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar início aos vários focos do autocuidado (Higiene, Vestuário, Uso sanitário, Transferir-se, Posicionar-se, Alimentar-se, Deambular) sempre que se identifique algum grau de dependência; b. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções nesse âmbito; c. Sempre que se verifique modificação positiva ou negativa na opinião clínica atribuir outro juízo de diagnóstico; 4. Realizar as intervenções planeadas; 5. Terminar o contacto. Ganhos expressos no controlo da intensidade da Dor. 1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC Sim 2. Associar o programa ECCI ao utente e ao contacto; 3. Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar inicio ao foco Dor; b. Adequar o juízo de diagnóstico à intensidade da dor referida; c. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções no âmbito do controle e da dor; 4. Realizar a intervenção Monitorizar a dor através de escala de dor ; 5. Terminar o contacto. Taxa de ocupação da ECCI. Sim 59
1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC; 2. Associar o programa ECCI ao utente; 3. Terminar o contacto. Percentagem de pessoas com intervenção interdisciplinar em visitação domiciliária nas primeiras 48h após admissão na ECCI. Percentagem de pessoas com necessidade em cuidados paliativos admitidas no programa ECCI. Percentagem de crianças e jovens por nível de ensino, que foram alvo de intervenção no programa nacional de saúde escolar (PNSE). Percentagem de crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais (NSE), que foram alvo de intervenção pela equipa de saúde escolar. Não Não Não Não Percentagem de alunos com 6 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85. Sim 1 Activar um contacto para o utente no serviço UCC; 2 Associar o programa PNSE ao utente e ao contacto; 3 Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar inicio ao foco excesso de peso ou obesidade e gestão do regime terapêutico; b. Adequar o juízos de diagnóstico; c. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções; 4 Realizar a intervenção Monitorizar índice de massa corporal (IMC) e pelo menos uma das intervenções associadas ao foco Gestão do Regime Terapêutico e ao PNSE que contribua para a resolução do diagnóstico; 5 Terminar o contacto; 6 Voltar a monitorizar o IMC pelo menos no final do ano escolar. Percentagem de alunos com 10 anos que apresentaram diminuição do percentil de Índice de Massa Corporal (IMC) e que no início do programa tinham percentil de IMC 85. Sim 60
1 Activar um contacto para o utente no serviço UCC; 2 Associar o programa PNSE ao utente e ao contacto; 3 Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar inicio ao foco excesso de peso ou obesidade e gestão do regime terapêutico; b. Adequar o juízos de diagnóstico; c. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções; 4 Realizar a intervenção Monitorizar índice de massa corporal (IMC) e pelo menos uma das intervenções associadas ao foco Gestão do Regime Terapêutico e ao PNSE que contribua para a resolução do diagnóstico; 5 Terminar o contacto; 6 Voltar a monitorizar o IMC pelo menos no final do ano escolar. Percentagem de elementos da comunidade educativa com intervenção por tema (*), no PNSE. Não Percentagem de alunos consumidores de tabaco com Plano de Intervenção Interdisciplinar (PII) em curso. Sim 1. Activar um contacto para a pessoa no serviço UCC e no local escola; 2. Associar o programa PNSE ao utente e ao contacto; 3. Planear cuidado: a. Activar o foco uso de tabaco; b. Atribuir o juízo de diagnóstico presente no respectivo grau; 4. Realizar a intervenção: Avaliar Interdisciplinarmente a Pessoa: identificando os vários técnicos presentes na visita; 5. Terminar o contacto; 6. No final do período em análise necessitará de ter pelo menos 3 intervenções Avaliar Interdisciplinarmente a pessoa 61
documentadas no processo clínico; pelo menos uma intervenção Monitorizar Uso de Tabaco e pelo menos uma das intervenções enunciadas para resolução do diagnóstico. Percentagem de alunos da comunidade escolar com Exame Global de Saúde (EGS) realizado aos 6 anos. Percentagem de alunos da comunidade escolar com Exame Global de Saúde (EGS) realizado aos 13 anos. Percentagem de alunos da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado aos 6 anos. Percentagem de alunos da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado aos 13 anos. Percentagem de profissionais (professores, educadores e auxiliares de acção educativa) da comunidade escolar com Plano Nacional de Vacinação (PNV) actualizado. Não Não Não Não Não Percentagem de Grávidas / Casais Grávidos que frequentaram o Curso de Preparação para a Parentalidade na UCC. 1 Activar um contacto para a utente no serviço UCC; Sim 2 Associar o Programa Preparação para a Parentalidade ao utente e ao contacto; 3 Planear cuidados; 4 Realizar pelo menos uma intervenção em cada contacto; 5 Terminar o contacto. Percentagem de famílias de risco com Plano Individualizado de Apoio à Família (PIAF), no âmbito do Programa de Intervenção Precoce (PIP). Percentagem de casos acompanhados com Plano Individualizado de Apoio à Família (PIAF) no Núcleo de Apoio a Crianças e Jovens em Risco (NACJR), no serviço UCC. Não Não Percentagem de Crianças e Jovens / Famílias acompanhadas, no âmbito da CPCJ, no serviço UCC. Taxa de resolução do Papel Parental Inadequado por programa (PIP, NACJR e CPCJ). 1. Activar um contacto para o utente no serviço UCC; Sim Sim 2. Associar o Programa (PIP, NACJR e CPCJ) ao utente e ao 62
contacto; 3. Planear cuidados: a. No processo de enfermagem dar início ao foco Papel parental; b. Sempre que se verifique a existência de Papel Parental não adequado, atribuir o diagnóstico conjugando os termos; c. Após a definição do diagnóstico planear as intervenções; d. Sempre que se verifique a resolução do diagnóstico anterior registar o diagnóstico Papel parental adequado conjugando os termos; 4. Realizar pelo menos uma intervenção que contribua para a resolução do diagnóstico; 5. Terminar o contacto. Percentagem de pessoas que cumpriram o acordo de inserção na área da saúde, no âmbito do Rendimento Social de Inserção (RIS). Não 63
13 Considerações Finais O documento sobre os indicadores de desempenho da UCC enquadra as áreas de excelência desta unidade funcional do ACES. O trabalho terá de ser desenvolvido em parceria com as diversas unidades funcionais, nunca esquecendo qual a missão e as competências de cada uma, pois só assim se poderá contribuir para o sucesso do ACES. Este documento deverá ser entendido como um instrumento orientador para os que trabalham na UCC, tendo assim a oportunidade de dar visibilidade ao trabalho na Comunidade. 64
14 -Referências Bibliográficas CONSELHO INTERNACIONAL DOS ENFERMEIROS - Catálogo da Classificação para a prática de enfermagem. Estabelecer parcerias com os indivíduos e as famílias para promover a adesão ao tratamento. Lisboa : Ordem dos Enfermeiros, 2009. CONSELHO INTERNACIONAL DOS ENFERMEIROS - Catálogo da Classificação para a prática de enfermagem: Linhas de Orientação para a Elaboração de Catálogos CIPE «Guidelines for ICNP Catalogue Development. Lisboa : Ordem dos Enfermeiros, 2009. CONSELHO INTERNACIONAL DOS ENFERMEIROS - Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem: Versão B 2.. Lisboa : IGIF, 2000. DECRETO-LEI n.º 28/2008. D.R. I Série. Nº38 (22-02-08), p. 1182-1189. DESPACHO nº 10143/2009. D.R. II Série. Nº 74 (16-04-09), p. 15438-15440. DESPACHO nº 12045/2006. D.R. II Série. Nº 110 (07-06-09), p. 8250. GRUPO DE PARAMETRIZADORES NACIONAIS DO SAPE - Proposta de alteração do SAPE. Documento enviado à ACSS em Fevereiro de 2008. GRUPO DE PARAMETRIZADORES NACIONAIS DO SAPE - Resumo Mínimo de Dados de Enfermagem - SAPE. Documento enviado à ACSS em Fevereiro de 2007 GRUPO TRABALHO UCC DA ARSLVT. Documento de Trabalho do Grupo das UCC. ARSLVT, 2009. MISSÃO CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS - Documento de suporte à implementação da UCC. Lisboa: MCSP/UMCC, in site: http://www.mcsp.min-saude.pt/ E UNIDADE MISSÃO PARA OS CUIDADOS CONTINUADOS, 2007 - A Equipa de Cuidados Continuados: orientações para a sua constituição nos centros de saúde. Lisboa : MCSP/UMCC, in http://mcsp.lvengine.com/imgs/content/page_46/cuidados%20continuados%20nos%20c SP.pdf 65
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PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde - Circular Normativa n.º 09/DGCG, de 14/06/2003 - A Dor como 5º sinal vital : Registo sistemático da intensidade da Dor. PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde - Circular Normativa n.º 13/DGCG, 2 de Julho de 2004 - Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas. PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde - Circular Normativa n.º 7/DSE, de 29 de Junho de 2006 - Programa Nacional de Saúde Escolar. PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde - Plano Nacional de Saúde 2004/2010 Volume II - Orientações Estratégicas. Lisboa : DGS, 2004. PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde. Direcção Geral dos Cuidados de Saúde Primários - Orientações Técnicas: Saúde Infantil e Juvenil dos 0;18 anos. Lisboa : DGS, 1989. PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde. Direcção Geral dos Cuidados de Saúde Primários - Programa Tipo de Actuação - Saúde Infantil e Juvenil. Lisboa : DGS, 1993. PORTUGAL. Direcção-Geral da Saúde - Circular Normativa n.º: 23/DSCS/DPCD, 14 de Novembro de 2007 - Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes. PORTUGAL. Ministério da Saúde. Administração Central dos Serviços de Saúde e Missão Cuidados de Saúde Primários - Cálculo de Indicadores de Desempenho - USF e UCSP : Critérios a observarar na sua implementação. S/local, 2009. PORTUGAL. Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados - Carta de Compromisso : Instalação das Equipas de Cuidados Continuados Integr 67
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