SISTEMA DE INCENTIVOS



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As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

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Transcrição:

Organismo Intermédio Formação Ação SISTEMA DE INCENTIVOS PROJETOS CONJUNTOS FORMAÇÃO-AÇÃO FSE O objetivo específico deste Aviso consiste em conceder apoios financeiros a projetos exclusivamente de formação e realizados com recurso à metodologia de formação-ação, que visem a melhoria das PME em 7 áreas temáticas: Abordar e atuar em mercados externos Estratégias de marketing e vendas nas PME Gestão financeira e de recursos nas PME Gestão de PME na fase de arranque e de crescimento Gerir negócios em ambiente digital Gestão para a competitividade das PME Inovação e eficiência de processos produtivos.

Os projetos a apresentar podem abranger ações em uma ou mais áreas temáticas e as PME a intervencionar podem enquadrar-se numa ou mais áreas temáticas. Natureza das entidades promotoras Associações Empresariais sem fins lucrativos e com competências dirigidas às PME. Natureza das entidades beneficiárias São beneficiárias as PME na aceção da Recomendação nº 2003/361/CE, da Comissão Europeia, de 6 de maio, relativa à definição de micro, pequena e média empresa. Área geográfica de aplicação O presente Aviso tem aplicação nas regiões menos desenvolvidas NUTS II do Norte, Centro e Alentejo. Âmbito Setorial São elegíveis os projetos inseridos em todas as atividades económicas admissíveis no RECI com especial incidência para aquelas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis e não digam respeito a serviços de interesse económico geral. Identificação dos indicadores de resultado a alcançar Os resultados a obter com a implementação das ações de formação serão medidos através dos seguintes indicadores: Ind. 1 - Percentagem de empresas intervencionadas que implementem processos de mudança organizacional decorrentes da formação, demonstráveis e mensuráveis em sede de avaliação final, em relação ao total de empresas abrangidas; Ind. 2 - Percentagem de trabalhadores que, por método de inquirição, se considerem mais aptos para a inovação e gestão, em relação ao total de trabalhadores abrangidos. ÁREAS TEMÁTICAS A ABRANGER NO ÂMBITO DO AVISO A - ABORDAR E ATUAR EM MERCADOS EXTERNOS Capacitar as empresas para processos de exportação e internacionalização e para a consolidação da sua presença em mercados estratégicos. Preparem um plano de exportação e internacionalização; Adquiram competências para atuar em novos mercados; Adequem processos e produtos em função das características e necessidades dos mercados. Micro, pequenas empresas e médias até 100 trabalhadores, que tenham apresentado projetos de investimento, designadamente, no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos, visando o desenvolvimento de projetos de internacionalização. São ainda abrangidas as empresas que tenham negociado e concluído positivamente um processo de revitalização/recuperação

B - ESTRATÉGIAS DE MARKETING E VENDAS NAS PME Incrementar os negócios e melhorar o posicionamento competitivo das PME. Integrem um conjunto de princípios, métodos e técnicas da atividade comercial/marketing na sua gestão; Procedam à análise e melhoria do processo de vendas; Otimizem a gestão de marketing; Aumentem o conhecimento dos mercados internos e externos atuais e potenciais; Explorem oportunidades de mercados e repensem o reposicionamento competitivo ; Melhorem o relacionamento da função comercial/marketing com as outras áreas funcionais da empresa; Incrementem a satisfação e fidelização dos clientes; Desenvolvam uma estratégia de comunicação de marketing e de abordagem a novos mercados que potencie as vendas, o lucro e os objetivos da PME. Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, que tenham em desenvolvimento ou já desenvolvido projetos de inovação, designadamente, no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos, incluindo vales inovação e/ou que estejam envolvidas em processos de clusterização ou cadeias de fornecedores, incluindo PME Líder de menor dimensão. C - GESTÃO FINANCEIRA E DE RECURSOS NAS PME Rentabilizar recursos e reforçar a sustentabilidade e os resultados da empresa Adotem um modelo adequado de gestão financeira que minimize custos e riscos, que maximize os resultados através da utilização de ferramentas adequadas e que promova a sustentabilidade; Implementem métodos e técnicas de gestão financeira e de tesouraria; Identifiquem necessidades de informação financeira relativa aos resultados (indicadores de gestão) e às fontes de financiamento; Interliguem e relacionem outras funções de gestão (recursos humanos e materiais) com a função financeira. Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, que tenham em desenvolvimento ou já desenvolvido projetos de investimento, designadamente, no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos, visando o desenvolvimento de projetos de expansão, de inovação ou de eficiência de recursos. São ainda contempladas as empresas que tenham negociado e concluído positivamente um processo de revitalização/recuperação.

D - GESTÃO DE PME NA FASE DE ARRANQUE E DE CRESCIMENTO Capacitar as empresas na fase inicial do ciclo de vida. Definam e implementem uma estratégia de desenvolvimento; Utilizem a contabilidade como instrumento de suporte à gestão; Identifiquem soluções de financiamento; Otimizem o planeamento, a organização, a execução e controlo de gestão das várias áreas funcionais; Analisem e definam o posicionamento competitivo da empresa. Micro e pequenas empresas, na fase inicial do ciclo de vida (criadas há menos de 5 anos), com atividade e que disponham de pelo menos 3 postos de trabalho. Consideram-se, preferencialmente, as empresas detentoras das seguintes caraterísticas: 1. Tenham desenvolvido ou em desenvolvimento projetos de inovação, designadamente no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos, incluindo Vale Empreendedorismo e Vale Inovação; 2. Tenham implementado projetos de âmbito local e regional, designadamente, na valorização do potencial endógeno e/ou que estejam envolvidas em cadeias de valor relevantes. E - GERIR NEGÓCIOS EM AMBIENTE DIGITAL Desenvolver estratégias de crescimento através da utilização dos meios digitais Criem ou reforcem a utilização dos meios digitais no desenvolvimento do negócio; Adotem estratégias de marketing digital; Utilizem de forma eficaz e responsável as redes sociais; Aproveitem as potencialidades digitais para conhecer melhor o comportamento do consumidor e adequar a oferta ao mercado; Otimizem a comunicação digital do negócio através da gestão de conteúdos nas diferentes plataformas; Utilizem as potencialidades do ambiente digital, designadamente ao nível de sistemas integrados de gestão empresarial, de plataformas eletrónicas de compra e venda e de sistemas de vendas online. Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, que tenham em desenvolvimento ou já desenvolvido projetos de inovação ou de expansão empresarial, designadamente, no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos.

F - GESTÃO PARA A COMPETITIVIDADE DAS PME Melhorar e incrementar a competitividade. Desenvolvam processos de gestão mais ajustados; Adotem um posicionamento mais competitivo; Elaborem uma estratégia e um modelo de negócio mais eficazes; Otimizem o planeamento, a organização, a execução e o controlo de gestão das várias áreas funcionais. Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, que tenham em desenvolvimento ou já desenvolvido projetos de investimento, designadamente, no âmbito de candidaturas a sistemas de incentivos, visando o desenvolvimento de projetos de expansão e de inovação. São ainda contempladas as empresas que tenham negociado e concluído positivamente um processo de revitalização/recuperação. G - INOVAÇÃO E EFICIÊNCIA DE PROCESSOS PRODUTIVOS Otimizar e melhorar os processos produtivos. Adotem metodologias que potenciem a melhor utilização dos recursos disponíveis (como lean e six-sigma, e outras); Promovam a qualidade e a utilização de novas tecnologias; Introduzam melhorias no sistema produtivo de forma a conduzir a uma racionalização, com flexibilidade, na utilização de recursos; Implementem um sistema de planeamento das necessidades; Reforcem a interligação da produção com as diversas áreas funcionais de modo a potenciar sinergias e contribuir para a melhoria dos resultados. Micro, pequenas empresas e médias até 100 trabalhadores, que desenvolvam atividade industrial ou de serviços especializados à indústria que concorram diretamente para a cadeia de valor, designadamente ao nível da conceção, desenvolvimento, manutenção e logística. Duração da intervenção Uma candidatura poderá ter a duração máxima de 24 meses e ser constituída por dois ciclos, cada um deles com a duração de 12 meses. Pressupõe-se que cada ciclo formativo aborde a mesma temática, não estando excluídas situações em que um mesmo projeto possa englobar temáticas distintas.

A metodologia prevê: 119 horas de formação, distribuídas por 8 workshops de 14 horas (2 dias) e 1 workshop final de 7 horas (1 dia); 78 horas de consultoria por PME, distribuídas por 24 sessões ao longo da intervenção. Cada intervenção deverá envolver 16 PME e cada evento formativo (workshop) é dirigido a 1 formando por empresa. Componentes de Formação-Ação A WORKSHOPS B AÇÃO NA EMPRESA C CONSULTORIA Fases de formação-ação O programa estrutura-se em oito fases: uma primeira fase de diagnóstico, sete fases de implementação do plano de ação, incluindo a fase de avaliação intercalar, e um workshop de avaliação de resultados, dando no conjunto coerência a todo o processo formativo. 1ª Fase - Diagnóstico: Esta fase compreende: Um workshop que tem como objetivo trabalhar em grupo as metodologias a aplicar na realização do diagnóstico e na sistematização de um plano de ação; Ação na empresa que visa a recolha de elementos e a aplicação das metodologias abordadas no workshop, no sentido de realizar uma reflexão de diagnóstico e de esboçar um projeto de mudança e respetivo planeamento, ajustados à sua realidade; Consultoria na empresa para validar os elementos caracterizadores da situação da PME (organização, funcionamento, necessidades de mudança, condicionalismos, etc.) e definir um plano de ação e respetivos objetivos de mudança. 2ª Fase a 8ª fase Desenvolvimento do plano de ação: O workshop, a ação na empresa e a consultoria articulam-se no sentido do aumento da capacidade de gestão e da implementação das medidas definidas no plano de ação de cada empresa. Avaliação A avaliação do processo formativo tem por referência os objetivos e as metodologias definidas e decorre em dois momentos, avaliação intercalar e avaliação final. A avaliação pretende, num momento intercalar, realizar um ponto de situação, com vista a introduzir as correções necessárias ao sucesso da ação de formação e, no final do processo formativo, efetuar um balanço dos resultados alcançados. FORMAÇÃO AÇÃO DIAGNÓSTICO (1 FASE) PLANO DE AÇAO (7 FASES) AVALIAÇÃO - 1 workshop - Ação na empresa - Consultoria na empresa - 7 workshops - Ação na empresa - Consultoria na empresa - Avaliação Intercalar - Avaliação final SEDE - COIMBRA: 239 494 305 / coimbra@jadrc.pt ÁGUEDA: 234 623 370 / agueda@jadrc.pt AVEIRO: 234 427 321 / aveiro@jadrc.pt C.BRANCO: 272 322 120 / castelobranco@jadrc.pt COVILHÃ: 275 323 583 / covilha@jadrc.pt FIGUEIRA DA FOZ: 233 430 205 / figueiradafoz@jadrc.pt GUARDA: 271 225 013 / guarda@jadrc.pt LEIRIA: 244 835 550 / leiria@jadrc.pt OLIVEIRA DO HOSPITAL: 238 691 074 / oliveirahospital@jadrc.pt PÓVOA DE VARZIM: 252 685 356 / povoavarzim@jadrc.pt SANTARÉM: 243 391 069 / santarem@jadrc.pt SEIA: 238 311 838 / seia@jadrc.pt VISEU: 232 428 395 / viseu@jadrc.pt