ASFALTOS CONVENCIONAIS

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Transcrição:

ASFALTOS CONVENCIONAIS Cimento Asfáltico de Petróleo Especificações Técnicas Classificação por penetração. Resolução nº19 de 13 de julho de 2005 da ANP Regulamento Técnico ANP nº03/2005. ABNT/NBR 3045 LIMITE (TIPO) 85100 1200 Penetração (100 g, 5s, 25ºC) 0,1 mm 6576 D5 30 45 85 100 1 200 Ponto de amolecimento, mín. ºC 6560 D36 52 46 43 37 Viscosidade SayboltFurol: a 135 C, mín 192 141 110 80 a 1 C, mín cp 149 E102 90 43 36 a 177 C 40 1 30 1 15 60 15 60 Viscosidade Brook eld: a 135ºC, SP 21,. 20 rpm, mín 374 274 214 1 a 1ºC, SP 21, mín cp 15184 D4402 203 112 97 81 a 177 C, SP 21 76 285 57 285 28 114 28 114 Índice de susceptibilidade térmica (1) Ponto de fulgor mín. ºC 11341 D92 Solubilidade em tricloroetileno, mín. massa 148 D2042 Ductilidade a 25º C, mín. cm 6293 D113 60 60 100 100 Efeito do calor e do ar (RTFOT) a 163 ºC, 85 min Variação em massa, máx (2) massa D2872 0,5 0,5 0,5 0,5 Ductilidade a 25º C, mín cm 6293 D113 10 20 Aumento do ponto de amolecimento, máx. ºC 6560 D36 8 8 8 8 Penetração retida, mín. (3) 6576 D5 60 (1) (1) O Índice de susceptibilidade térmica é obtido a partir da seguinte equação: Índice de susceptibilidade térmica = (0) (log PEN) + (20) (Tº C) 1951 120 () (log PEN) + (T ºC) onde : ( T ºC) = Ponto de amolecimento PEN = penetração a 25 ºC, 100g, 5 seg (2) A Variação em massa, em porcentagem, é de nida como: M= (Minicial M nal) x 100 M nal onde: Minicial massa antes do ensaio RTFOT e M nal massa após o ensaio RTFOT (3) A Penetração retida é de nida como: ( ) PEN retida= PEN nal x 100 PENinicial onde: PENinicial penetração antes do ensaio RTFOT e PEN nal penetração após o ensaio RTFOT Mais detalhes sobre nossos produtos: www.grecaasfaltos.com.br/produtos. Em caso de dúvidas, contate nosso corpo técnico.

ADP Asfalto Diluído de Petróleo Resolução nº30 de 09/10/2007 da ANP. Publicada no Diário Oficial da União em 10/10/2007. LIMTE (TIPO) CM30 ABNT Água, máx vol. 0,2 Viscosidade cinemática a 60ºC, ou cst 30 60 NBR14236 NBR14756 D95 D21 Viscosidade Saybolt Furol (s) a 25ºC SSF 75 1 NBR149 D88 Ponto de Fulgor, mín. ºC 38 NBR5765 D3143 Destilação até 360 ºC, volume total destilado, a: 225ºC 25 260ºC 316ºC vol. 40 75 93 NBR14856 D402 resíduo a 360ºC, por diferença mín. Viscosidade a 60ºC (2) P 300 1200 Betume, mín. (2) massa 99,0 Ductilidade a 25ºC, mín. (1) (2) cm 100 NBR5847 NBR148 NBR6293 D2171 D2042 D113 (1) Se a Ductilidade obtida a 25ºC for menor do que 100 cm, o asfalto diluído estará especi cado se a Ductilidade a 15,5ºC for maior do que 100 cm. (2) Ensaios realizados no resíduo da Destilação ASFALTOS MODIFICADOS ECOFLEX AMB (Asfalto Modificados por Borracha) Especificações Técnicas ECOFLEX (Cimentos Asfálticos de Petróleo modificados por Borracha Moída de Pneus Asfaltos Borracha). Resolução nº39 de 24 de dezembro de 2008 da ANP Regulamento Técnico ANP nº05/2008. Publicada no Diário Oficial da União em 26/12/2008. Norma DNIT 111/2010 EM. ABNT/NBR Penetração (100g, 5s, 25 C) 0,1 mm 6576 D5 ECOFLEX B3G (AB8) 30 a LIMITE (TIPO) ECOFLEX A (AB22) 30 a Ponto de Amolecimento, mín. ºC 6560 D36 Viscosidade Brook eld a 175ºC, spindle 3, 20 rpm, máx. cp 129 D2196 800 2000 2200 4000 Ponto de Fulgor, mín. ºC 11341 D92 Estabilidade à Estocagem, máx ºC 15166 D7173 9 9 Recuperação Elástica a 25º C, 10 cm, mín 186 D6084 Recuperação Elástica Torciômetro a 25º C, 30 cm, mín NTL329 (1) Variação em massa do RTFOT, máx. massa 15 D2872 1,0 1,0 Ensaios no Resíduo RTFOT Variação do ponto de amolecimento, máx. ºC 6560 D36 10 Porcentagem de Penetração original, mín. 6576 D5 Porcentagem de Recuperação Elástica Original (25ºC, 10 cm) mín. 186 D6084 100 10 100 (1) Ensaio não especificado pela ANP e pelo DNIT, mas presente em normas dos DERs.

FLEXPAVE AMP (Asfalto Modificados por Polímeros Elastoméricos) Especificações Técnicas (Cimentos Asfálticos de Petróleo Modificados por Polímeros Elastoméricos). Resolução nº32 de 21 de setembro de 2010 da ANP Regulamento Técnico ANP nº05/2008. Publicada no Diário Oficial da União em 22/09/2010. Norma DNIT 129/2010 EM. LIMITE (TIPO) ABNT/NBR /75 60/85 65/90 Penetração (100g, 5s, 25 C) 0,1 mm 6576 D5 45 a 40 a 40 a Ponto de amolecimento, mín. ºC 6560 D36 60 65 Viscosidade Brookfield 135 C Spindle 21, 20 rpm, máx. 3000 3000 3000 1 C Spindle 21, rpm, máx. cp 15184 D4402 2000 2000 2000 177 C Spindle 21, 100 rpm, máx. 1000 1000 1000 Ponto de Fulgor, mín. ºC 11341 D92 Ensaio de separação de fase, máx. ºC 15166 D7173 5 5 5 Recuperação elástica a 25ºC, 20 cm, mín. 186 D6084 75 85 90 Efeito do calor e do ar (RTFOT) a 163ºC, 85 minutos Variação de massa, máx (1) massa 15 D2872 1,0 1,0 1,0 Variação do ponto de amolecimento, máx. ºC 6560 D36 5 a +7 5 a +7 5 a +7 Percentagem de penetração original, mín. 6576 D5 60 60 60 Percentagem de recuperação elástica original a 25ºC, mín. 186 D6084 80 80 80 (1) A variação em massa é de nida como: M = Mƒ Mι x 100 Mι Mƒ: massa após o ensaio RTFOT Mι: massa antes do ensaio RTFOT ASFALTOS ESPECIAIS SPUMA Especificações Técnicas SPUMA (Classificação por penetração) É um ligante, indicado para reciclagem da base de pavimentos com a técnica conhecida como Espuma de Asfalto. Indicado para pavimentos que apresentam problemas de índice de suporte. Mais detalhes sobre este produto consulte o catálogo de Produtos da GRECA Asfaltos e em caso de dúvidas contate nosso corpo técnico. HARD A técnica de pavimentos de módulo elevado é amplamente utilizada internacionalmente. O objetivo é aumentar a capacidade estrutural dos pavimentos, principalmente em rodovias de alto tráfego, onde o volume de tráfego e a carga por eixo são crescentes ano após ano. Para isto, nosso CPDI desenvolveu o HARD, um ligante asfáltico modelado segundo conceitos franceses de asfaltos duros. Obs.: Especificação particular GRECA Asfaltos. Mais detalhes sobre nossos produtos: www.grecaasfaltos.com.br/produtos. Em caso de dúvidas, contate nosso corpo técnico.

EMULSÕES ASFÁLTICAS ESPECIAIS EMULCYCLA É a emulsão rejuvenescedora, indicada para serviços de reciclagem a frio. SELATRINCAS Seu uso é uma medida corretiva simples, que pode maximizar a vida útil de uma rodovia, pois auxilia a proteção do pavimento quanto a infiltração da água e controle do processo de trincamento do pavimento. EMULSÕES ASFÁLTICAS MODIFICADAS RL1CE, RR1CEP, RR2CEP, RM1CEP E RCMICRO Resolução nº36 de 13/11/12 publicado no Diário Oficial da União em 14/11/2012. LIMITE (1) Rápida Média RR1CE RR2CE RM1CE Controlada RC1CE Lenta RL1CE ABNT NBR Ensaios para a emulsão Viscosidade SayboltFurol, a ºC SSF máx. 100 400 20 200 máx. máx. 14491 D244 Sedimentação, máx. massa 5 5 5 5 5 65 D6930 Peneiração 0,84 mm, máx. massa 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 14393 D6933 Resistência á água, mín. de cobertura (2) Agregado seco 80 Agregado úmido 80 80 60 60 60 6300 D244 Carga de partícula positiva 6567 D244 ph, máx. 6,5 6,5 6299 D244 Destilação solvente destilado a 360ºC volume 03 03 012 0 0 6568 D244 Resíduo seco, mín. massa 62 67 62 62 60 14376 D6934 Desemulsibilidade mín. massa máx. 6569 D6936 Ensaios para o resíduo da emulsão obtido pela ABNT/NBR 14896 Penetração a 25ºC, 100g, 5s 0,1 mm 451 451 451 451 451 6576 D5 Ponto de amolecimento, mín. ºC 6560 D36 Viscosidade Brookfield a 135ºC, SP21, 20RPM, mín. cp 5 15184 D4402 Recuperação elástica a 25ºC, 20 cm, mín. 65 186 D6084 Produtos oferecidos pela GRECA Asfaltos: RR1CEP RR2CEP RM1CEP RCMICRO RL1CE (1) A equivalência das normas NBR e é parcial, sendo que, preferencialmente, os ensaios devem ser realizados pelas normas NBR. (2) Se não houver envio de amostra ou informação da natureza do agregado pelo consumidor nal, o distribuidor deverá indicar a natureza do agregado usado no ensaio no Certi cado da Qualidade. RCMICRO É uma linha de Emulsões Asfálticas de Controlada Modificada por polímeros Elastoméricos desenvolvida pela GRECA indicada para o serviço de Microrrevestimento Asfáltico a Frio. Um produto capaz de oferecer maior durabilidade e otimização do tempo de liberação ao tráfego.

EMULSÕES ASFÁLTICAS CONVENCIONAIS RL1C, RM1C, RM2C, RR1C, RR2C E LARC Resolução nº36 de 13/11/12 Regulamento Técnico ANP nº 6/2012 publicado no Diário Oficial da União em 14/11/2012. LIMITE (1) UNID. Rápida RR1C RR2C Média RM1C RM2C RL1C LA1C Lenta LAN EAI CMIMPRIMAÇÃO Controlada LARC ABNT NBR Ensaios para a emulsão Viscosidade Saybolt Furol a 25 ºC, máx. SSF 90 90 90 90 90 90 14491 D244 Viscosidade Saybolt Furol a ºC SSF 100 a 400 20 a 200 100 a 400 14491 D244 Sedimentação, máx. 5 5 5 5 5 5 5 10 5 65 D6930 Peneiração (0,84 mm), máx. 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 14393 D6933 Resistência à água (cobertura), mín. (2) 80 80 80 80 80 14249 D244 Adesividade em agregado miúdo, mín. 75 75 14757 (3) Carga da partícula positiva positiva positiva positiva positiva positiva neutra positiva 6567 D244 ph, máx. 6,5 6,5 8 6,5 6299 Destilação Solvente destilado v/v 0 a 12 0 a 12 0 a 15 6568 D244 Resíduo seco, mín. Desemulsibilidade 62 67 62 65 60 60 60 45 60 14376 D6934 Mín. Máx. 6569 D6936 Mistura com filer silício máx. máx. Mistura com cimento 2,0 2,0 mín. 2,0 6297 D244 Ensaios para o resíduo da emulsão obtido pela NBR 14896 máx. 2,0 1,2 a 2,0 mín. 2,0 6302 D244 Penetração a 25 ºC (100g e 5s) mm 4,0 a 15,0 4,0 a 15,0 4,0 a 15,0 6576 D5 Teor de betume, mín. 97 97 97 97 148 D2042 Ductilidade a 25 ºC, mín. cm 40 40 40 40 62936576 D113D5 (1) A equivalência das normas NBR, e ISSA é parcial, sendo que, preferencialmente, os ensaios devem ser realizados pelas normas NBR. (2) Se não houver envio de amostra ou informação da natureza do agregado pelo consumidor nal, o distribuidor deverá indicar a natureza do agregado usado no ensaio no Certi cado da Qualidade. (3) Para o ensaio da adesividade em agregado miúdo, a norma equivalente a NBR 14757 é a ISSA TB114. CMIMPRIMAÇÃO Emulsão asfáltica tipo EAI Emulsão Asfáltica para serviços de Imprimação, família esta de emulsão recomendada pelo DNIT. Mais detalhes sobre nossos produtos: www.grecaasfaltos.com.br/produtos. Em caso de dúvidas, contate nosso corpo técnico.

ADITIVOS ADESIVIDADE GBOND: O aditivo melhorador de Performance GBOND Concentrado é uma excelente alternativa de produto na linha de agentes de adesividade, conhecidos por dope. Indicações de utilização: agregados utilizados em usinagens a quente (CBUQ, PMQ, etc.) que apresentem problemas de adesividade. Ele age compensando a carga eletrostática presente na superfície dos agregados, permitindo maior adesão da película de asfalto a diversos tipos de superfícies de agregados, o que contribui para o bom desempenho das misturas asfálticas e garante uma maior durabilidade do revestimento. MISTURAS ASFÁLTICAS MORNAS GWMix: É um produto equivalente às tendências europeias e norteamericanas em Warm Mix Asphalt. Quando adicionado ao /, 30/45 ou asfaltos modificados, ele permite a redução das temperaturas de usinagem e compactação, sem alterar a qualidade do ligante. TB TAPABURACOS Aditivo TB: A inclusão do Aditivo Tb permite a produção ou usinagem de um concreto asfáltico que pode ser aplicado e compactado a frio em serviços tipo tapaburacos. MICRORREVESTIMENTO ASFÁLTICO A FRIO Aditivo MicroBQ Concentrado: Garante as características de trababilidade do sistema de Microrevestimento Asfáltico a Frio MRAF. É indicado em aplicações MRAF com o objetivo de ajustar o tempo de mistura da emulsão com o agregado. AGENTES DE REJUVENESCIMENTO AR5 E AR75: Os Agentes de Rejuvenescimento AR são tipos derivados especiais de petróleo que apresentam elevada quantidade de hidrocarbonetos, capazes de proporcionar o rejuvenescimento do ligante asfáltico presente no material fresado. São indicados para serviços de reciclagem a quente de camadas superficiais do pavimento. PRODUTOS DERIVADOS DO XISTO OTE Óleo de Xisto São indicados para consumo industrial em centros urbanos, ideal para regiões de clima frio. Devido à sua fluidez, este produto reduz, e em alguns casos até elimina, a necessidade de préaquecimento, diminuindo os custos operacionais de queima. Mais detalhes sobre nossos produtos: www.grecaasfaltos.com.br/produtos. Em caso de dúvidas, contate nosso corpo técnico.