VII Seminário Rio- Metrologia Processos de Certificação, Acreditação e Controle Ambiental: instrumentos de aumento da competitividade das organizações. Ferramenta de Avaliação do Ciclo de Vida ACV Leydervan de Souza Xavier, D.C. Programa de Pós-graduação em Tecnologia CEFET/RJ
Sumário Sustentabilidade e senso comum. Cronologia de eventos públicos Construção social do conhecimento Contexto atual: iniciativas e dispositivos orientados à sustentabilidade ACV: uma visão conceitual, origem, natureza, aplicações, limitações e tendências. ACV: representação formal, normas ISO/ ABNT Ferramentas e Bancos de Dados para apoio à ACV Casos Experiências do LPDMO/CEFET/RJ: : A.O. ACV PS RS ACV e Processos de Certificação, Processos de Certificação, Acreditação e Controle Ambiental: instrumentos de aumento da competitividade das organizações. Considerações e Reflexões Contato t
Sustentabilidade e senso comum. O conceito intuitivo de sustentabilidade: integridade, disponibilidade, durabilidade. As relações entre recursos e processos. A racionalidade técnica e os sistemas produtivos após a 2ª GG. A diretriz singular do econômico sobre o social e o ambiental. A fumaça e o barulho como sinais do progresso...tão sonhado. Globalização dos sistemas de produção e distribuição em larga escala. A tecnologia estribada nas ciências naturais (da ontologia positivista) como solução universal em circuito fechado. Cronologia de eventos públicos Construção social do conhecimento
Acidentes envolvendo: material radioativo, petróleo e derivados, gases tóxicos, pesticidas, etc Saturação da biosfera: poluição de rios e mananciais. Degradação de ambientes: desertificação, degelo, etc.. Crises financeiras no sudeste asiático As duas crises do petróleo Genocídios, subnutrição, epidemias
Mudança de racionalidade? A escala, a frequência e a intensidade dos eventos instruiu novo tipo de percepção de risco: a ponderação da diretriz econômica ante as dimensões ambiental e social: Base tríplice da sustentabilidade, a preocupação com as gerações futuras.
Construção social do conhecimento: e o iniciativas as orientadas à sustentabilidade 1962 Peccei e King: Fundação do CLUBE DE ROMA 1971 Amsterdã: Criação do Greenpeace. 1972 Austrália: Criação do Partido Verde. 1972 C.ROMA: Relatório OS LIMITES DO CRESCIMENTO. 1972 ONU- Suécia: criação do PNUMA 1987 ONU: Relatório Brundtland, Protocolo de Montreal 1988 ONU: Canadá, Conferência Mundial sobre Mudanças Atmosféricas. Painél Intergovernamental sobre Mudança Climática 1992 ONU - Rio de Janeiro: 2ª Conferência para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco 92).Agenda 21 1997 ONU Kioto: Protocolo de Gases do Efeito Estufa. 1997/98 Boston: fundação do GRI (Global Report Iniciative) Steering Committee. 1998 ISO: Norma 14040 ACV. 2002 ONU Joannesburgo: Rio +10- Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento sustentável 2007 ONU Rio de Janeiro: Rio +15
Contexto atual Iniciativas e dispositivos orientados à sustentabilidade Atores sociais: Organismos internacionais (ONU), Blocos governamentais (EU, AL), Organizações, Governos, Associações Civis, i Empresas, Pessoas físicas. Processos sociais: Articulação (em redes), Mediação, comunicação, regulamentação, acreditação, certificação, fiscalização. Artefatos sociais: Redes, Acordos, Diretivas, Leis, Normas Técnicas, Adesões, Declarações, Rótulos.
ACV: uma visão conceitual, origem, natureza, aplicações, limitações e tendências. Alguns conceitos intuitivos (racionalização-otimização): otimização): Processo (entradas, saídas, trasnformações); trasformação-demanda de recursos-geração de produtos- resíduos. Vida, Ciclo de Vida. Do berço ao túmulo Histórico: 1969. Coca-ColaCola comparação de materiais para embalagem; 1985. Diretiva EU controle de Embalagens, (...) Focos: processo, produto, função do produto. Aplicações: comparação, otimização, formulação de políticas, certificação, rotulagem. Modelo: abrangência (tempo e espaço), completude, detalhamento, portabilidade, custo, comparabilidade, tempo. Representação de sistemas: elementos, processos, fluxos, conservação da massa e da energia. TIC e Redes: bases de dados compartilhados, produção e compartilhamento de informações.
CICLO DE VIDA: PRODUTO OU SERVIÇO. Principais estágios do ciclo de vida de um Principais estágios do ciclo de vida de um produto (Fonte: Almeida, 2006).
ACV: representação formal, normas ISO/ ABNT Normas Técnicas de Referência: Avaliação de Desempenho Ambiental: NBR 14.031 Avaliação de Ciclo de Vida :14.040 (ACV);, 14.041 (Objetivo, escopo, análise de inventário), 14.042 (AICV), 14.043 (ICV)
INVENTÁRIO PARA SISTEMA DE PRODUTO (NBR 14041)
AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO CICLO DE VIDA NBR 14042 INDICADORES DE CATEGORIA RELACIONADOS AO INVENTÁRIO
AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO CICLO DE VIDA NBR 14042 TERMINOLOGIA PARA CARACTERIZAÇÃO DOS IMPACTOS
INTERPRETAÇÃO DO CICLO DE VIDA (NBR 14043) DESDOBRAMENTO DA INTERPRETAÇÃO NAS DIVERSAS ETAPAS DA ACV.
Ferramentas e Bancos de Dados para apoio à ACV Objetivos, natureza, limitações. Alguns exemplos não exaustivos. MODELAGEM DE PROCESSOS: REDES DE PETRI (UMBERTO, DE) CORRELAÇÃO DE DADOS (SIMAPRO, ND) OUTROS (BEE) BASES DE DADOS: (ECOINVENT, SZ) INVENTÁRIO IMPACTOS
Modelo de rede de Petri (UMBERTO) CONVENÇÕES PARA REDE DE PETRI.
Balanço de Matéria e de Energia (UMBERTO)
CASO REAL PROJETO FAPERJ : PARCERIA CEFET/RJ-ECOWOODECOWOOD DISSERTAÇÃO DE MESTRADO SIDNEI CASTILHOS RODRIGUES APRESENTAÇÃO AUTORIZADA NOS TERMOS DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E DE PESQUISA CEFET/RJ-ECOWOOD-2008.
Representação da Cadeia de Suprimentos Empresa ECOWOOD Fornecedores Clientes
Mapeamento para inventário: Insumos, fornecedores regulares e proporção da receita de ecowood Fornecedores Insumos Composição do insumo Participação do insumo na receita Composição da receita Proporção Polipropileno (PP) 60% Polipropileno 18% Aparas de Tapetes São Poliéster 5% Poliester 1,50% tapetes e 30% Carlos carpetes Juta 22,5% Juta 6,75% Calcita 12,5% Calcita 3,75% Algodão Fibras naturais 5% Algodão 5% Vicunha Têxtil Polietileno de baixa 5% PEBD densidade PEBD 30% Outros (diversos) Plástico Filme PEBD 7% Polietileno (PEBD) 60% Kimberly-Clark Aparas de Celulose 25% 30% Celulose 7,50% fraldas TNT - Tecido não tecido 15% TNT 4,50% Hortifruti Coco Fibras naturais 5% Coco 5% Café Iguaçu Borra de café Borra de café 2% Borra de café 2% Ecowood Refugo de 70% plástico e 30% 10% Ecowood fibras Ecowood 10% Outros (diversos) Polietileno de Alta 6% PEAD Densidade PEAD 6% 100% 100% Plásticos 63% Legenda Fibras Naturais 33,25% Minério 3,75% Ecowood Aprox. 7% plástico e 3% fibras = total 10%
CASO REAL PROJETO FAPERJ : PARCERIA CEFET/RJ-ECOWOOD ECOWOOD CADEIA PRODUTIVA DE UM DOS ATORES SEM A INTERVENIÊNCIA DA ECOWOOD
CASO REAL PROJETO FAPERJ : PARCERIA CEFET/RJ-ECOWOOD ECOWOOD CADEIA PRODUTIVA DE UM DOS ATORES COM A INTERVENIÊNCIA DA ECOWOOD
Exemplo LPDMO: ECOWOOD Representação do sistema de produto Figura 2 Fluxograma de Processos (Fonte: Relatório de IC LÓTA, Diogo,
Representação do Sistema de Produto, fronteiras porta-a-porta. a porta.
Inventário de insumos (UMBERTO)
Experiências do LPDMO/CEFET/RJ: AO A.O. ACV PS RS
ACV e Processos de Certificação, Acreditação e Controle Ambiental: instrumentos de aumento da competitividade das organizações. CADEIAS GLOBAIS DE PRODUTOS CERTIFICAÇÃO E ROTULAGEM (ACV) AUTODECLARAÇÃO E RS (GRI, DOW JONES) Considerações e Reflexões ARTICULAÇÃO EM REDE (EMPRESAS, GOVERNO, SOCIEDADE CIVIL, ACADEMIA, LABORATÓRIOS) MODELO QUALI-QUANTITATIVOS: QUANTITATIVOS: COMPLEXIDADE E CONFIABILIDADE (METODO E METROLÓGICA) LEVANTAMENTOS NACIONAIS (INVENTÁRIO) PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E INSTITUCIONAL. EDUCAÇÃO ORIENTADA AO PENSAMENTO SUSTENTÁVEL
ALGUMAS REFERÊNCIAS: ABNT ISO IFU-UMBERTOUMBERTO IBICTI GRI PNUMA AGENDA 21 DISCIPLINA Análise integrada de risco e de ciclo de vida aplicada a processos industriais- i i PPTEC/CEFET/RJ.
CONTATO Leydervan de Souza Xavier CEFET/RJ xavierls@cefet-rj.br rj.br leydervan@gmail.com 25694495 DIPPG/PPTEC