Café com aroma de mulher



Documentos relacionados
MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ)

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Duração e Finalidade

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) DO MOVIMENTO DE ALFABETIZAÇÃO REGIONAL DO ABC

ESTATUTO DO INSTITUTO MENINOS DO LAGO

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS

ESTATUTO DO INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

CONSELHO DE GESTORES MUNICIPAIS DE CULTURA DE SANTA CATARINA CONGESC

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

RESOLUÇÃO Nº 021/2007 DO CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES AMIGOS DE ILHA SOLTEIRA - AMAIS.

COMISSÃO EXECUTIVA. c) Um docente por cada Unidade Orgânica, nomeado pelo Presidente do IPC,

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Grupo escolaglobal. Capítulo Primeiro. Da denominação, natureza e fins

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO IRMÃO JOSÉ OTÃO

DECRETO Nº DE 18 DE JANEIRO DE 2013

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM DANÇA- ANDA

ESTATUTO DO INSTITUTO ADAPTAÇÃO E SURF ADAPTSURF. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES. Estatutos

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ

MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais)

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

ESTATUTOS CENA COMUNIDADE EVANGÉLICA NOVA AURORA

Capítulo 1 - O Diretório Acadêmico

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

ESTATUTO DA ANPTECRE

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO

Estatuto da Convenção Batista Nacional do Estado de São Paulo

Estatuto Social. Interaction Design Association IxDA-CURITIBA

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PUBLICO/OSCIP

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

CÁRITAS ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA REGIMENTO DO FUNDO ROTATIVO SOLIDÁRIO DA REDE DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO

ESTATUTO SOCIAL DO CRPSI

Art. 1º - Criar o Estatuto dos Núcleos de Pesquisa Aplicada a Pesca e Aqüicultura.

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PIRANGUÇUENSE DE ARTESANATO

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

DECRETO Nº , DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE TRANCOSO

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central

CENTRO DE ATENDIMENTO AO ADOLESCENTE E À CRIANÇA COM HUMANISMO - CAACCH E S T A T U T O CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

Estatuto Social da Associação Braileira de Redistribuição de Excedentes

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude. de S. João da Madeira. Artigo 1º. Definição. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º.

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração)

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ)

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO EM PATOLOGIA CRÂNIO MANDIBULAR ABCM

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ÁREAS DE MANGUEZAL EDUMANGUE. Título I. Da Denominação, missão, prazo de duração e sede.

Estatuto. Sociedade Baden Sul do Brasil. Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DO CARSTE CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FAPERN

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL

ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

ABDEPP/Freinet ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS DA PEDAGOGIA FREINET.

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Associação de Estudantes

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos

ESTATUTO DO CONSELHO DO PROJETO VIVATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007

Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação - FINEDUCA ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO

NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES

MODELO REGULAMENTO GERAL INTERNO PARA ASSOCIAÇÕES JUVENIS

Farmácia Universitária

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Regulamento Geral Interno Associação dos Amigos do Armazém das Artes RI AAAA

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI

Regulamento Interno da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica

Transcrição:

1 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ccam.asso.st Roça Monte Café Tel.: +239.991 31 26 info.ccam@asso stp.org Art. 1º A Associação é uma entidade de natureza privada, sem fins lucrativos ou político partidários, constituída de conformidade com a presente Ata, lavrada em XX de XXXXXXXX de 2010, nos termos da Lei Civil, com prazo indeterminado de duração, e sede na Roça Monte Café, Distrito de Mé Zochi, que tem por objetivo: A associação apoia as iniciativas das populações, sobretudo das mulheres e dos jovens, através de programas de formação, sensibilização, apoio às actividades produtivas e melhoria do quadro de vida. A associação trabalha na melhoria das condições das mulheres no sector do café e do qual os objectivos gerais são a melhoria dos direitos e do acesso aos serviços, de favorecer a autonomisação social e económica mas também reforçar a capacidade via o acesso à informação, ao crédito, à infra estruturas e outros serviços de desenvolvimento do comércio nomeadamente. e Monte Café designam a mesma associação. é uma associação federativa das associações locais comunitárias Café com aroma de mulher XXXX(onde XXXX designa a comunidade) cujos estatutos respeitam os estatutos modelo fornecidos pela assciação. Todas essas associações, Café com aroma de mulher XXXX, formam uma rede federada pela associação. Para realizar estes objectivos, apoia às associações locais comunitárias existentes e futuras, associações autónomas de direito local que têm vocação a reunir localmente em torno das ideias e objectivos de e a organizar no país e nas comunidades e dependências actividades neste sentido. vela à coerência e a unidade de ideais e objectivos do movimento, no respeito das especificidades locais. A associação tem como missão contribuir para a promoção socioeconómica e cultural das mulheres sãotomenses. Trabalha para: A promoção dos direitos da mulher, O seu acesso aos recursos produtivos, A sua participação nas esferas de tomada de decisão, A redução da pobreza.

2 Art. 2º Os meios de acção de para realizar estas missões são nomeadamente: de conferir a sua legitimidade às associações locais, cujo nome deverá ser composto do seguinte modo: acompanhado do nome da comunidade ou dependência (por exemplo São Nicolau), que se constituíram ou projectam fazê lo através da aprovação dos seus estatutos; de propôr um conselho técnico, administrativo e pedagógico a todas às associações locais Café com aroma de mulher ; de dar mandato à delegados gerais para representá la, com a missão de coordenar e desenvolver redes nacionais ou regionais; de intervir junto das instituições são tomenses, africanas e internacionais e junto das empresas para criar parcerias no interesse geral do movimento; de contribuir para a selecção de directores que serão postos à disposição dos conselhos de administração de certas associações locais ; dar o seu apoio por todos os meios ao seu poder à organização de actividades. Art. 3º Os eixos estratégicos seguintes foram escolhidos: Utilização das actividades culturais como meios de sensibilização e de formação Abordagem participativa Integração do conceito GED (Género e Desenvolvimento) em todas as etapas dos projectos Consolidação da parceria Norte sul e Sul Sul Favorecer autopromotion das populações pelo desenvolvimento/revelação de políticas de autofinanciamento Favorecer o patrocínio das mulheres que têm um projecto por mulheres que têm uma experiência concreta na área em questão Incentivar a emergência de mulheres líderes e empresárias Promover a valorização das mulheres da Roça de Monte Café e suas dependências e combater as desigualdades às quais as mesmas estão submetidas; Desenvolver estratégias globais e integradas que promovam a participação equilibrada de ambos os sexos; promover e estimular ações que valorizem e empoderem as mulheres; Reforçar o papel da mulher nas condições do exercício de cidadania, respeito pelos direitos humanos das mulheres e a sua capacidade de participar em todos os domínios de actividade; Promover o associativismo; Combater o isolamento cada vez maior das populações e o despovoamento das zonas rurais; fomentar a integração social e profissional das mulheres; sensibilizar a sociedade civil para os problemas sociais aos quais estão expostas as mulheres em situação de pobreza; apresentar sugestões às autoridades governamentais prestadoras de serviços públicos para execução de obras que visem o bem estar social de famílias chefiadas por mulheres; Elevar a qualificação profissional das actividades rurais Celebrar convênios, contratos e acordos com organismos governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais, visando a consecução de seus objetivos sociais, etc.

3 Art. 4º A Associação aplicará integralmente suas receitas, recursos e eventuais resultados operacionais na consecução, manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos institucionais, por meio dos instrumentos legais pertinentes, que permitam o máximo de transparência para o controle dos eventuais doadores e das beneficiárias. a) Serão adotadas, pela Associação, práticas administrativas necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência de participação no processo decisório. b) A associação será regida pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência. Art. 5º Constitui património da Associação, afeto às suas finalidades: a) subvenções, auxílios e doações de pessoas físicas e jurídicas, entidade públicas e privadas, nacionais, internacionais, multilaterais e estrangeiras afeitas aos objetivos da Associação; b) as rendas de qualquer natureza. Art. 6º A Associação terá regimento interno, aprovado em assembleia geral, que estabelecerá as normas gerais de seu funcionamento. A Associação é constituída de: Art. 7º. a) associadas fundadoras que assinaram o livro de presença e a respectiva ata de constituição; b) associadas regulares inscritas por apresentação de três associadas e aprovadas pela Diretoria da Associação, que posteriormente venham a integrá la na forma regimental. Art. 8º Por indicação das associadas e referendados em Assembleia Geral, poderão ser atribuídos os seguintes títulos: a) associada benemérita: a qualquer pessoa física ou jurídica que contribuir, eventualmente, com recursos financeiros ou serviços voluntários para a consecução dos objetivos da Associação; b) associada honorária: a personalidades, em reconhecimento a relevantes serviços prestados à região ou à Associação.

4 Art. 9º São direitos das associadas: a) votar e ser votado para a Diretoria ou Conselho Fiscal; b) tomar parte nas Assembleias Gerais; c) propor a admissão de sócios de qualquer categoria; d) propor a reforma dos estatutos; e) pedir esclarecimentos à Diretoria sobre os assuntos que digam respeito à Associação; f) requerer a convocação de reuniões extraordinárias da Diretoria e Assembleia Geral. As associadas beneméritas e honorárias não têm direito a voto nas Assembleias, nem podem ser eleitas para a Diretoria ou Conselho Fiscal da Associação. Art. 10º Ficam temporariamente impedidos de participar da Diretoria as associadas que venham a se candidatar, sejam eleitas para cargos políticos e aquelas que exerçam cargos ou funções públicas, ainda que em comissão, junto à administração pública direta ou indireta. Art. 11º É dever das associadas cumprir as disposições estatutárias e regimentais da Associação. Poderá ser excluída da Associação, por deliberação da Assembleia Geral, a associadas que, pela sua conta, contrariar os objetivos desta e/ou desrespeitar o presente Estatuto. Art. 12º As associadas não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelos encargos da Associação. São órgãos da Associação: Art. 13º a) Assembleia Geral; b) Diretoria; c) Conselho Fiscal. Art. 14º Assembleia Geral, órgão soberano da Associação, constituir se á das associadas em pleno gozo de seus direitos estatutários.

5 Art. 15º Compete à Assembleia Geral: a) eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal; b) decidir sobre reformas do Estatuto; c) decidir sobre a dissolução da Associação e a destinação do seu patrimônio; d) deliberar sobre a alienação de bens pertencentes à Associação. Art. 16º A Assembleia Geral Ordinária realizar se á uma vez por ano para: a) apreciar o relatório anual da Diretoria; b) discutir e deliberar sobre as contas e o balanço aprovados pelo Conselho Fiscal e devidamente auditados; c) deliberar sobre os programas finalísticos da Associação, bem como definir o plano de trabalho para o exercício seguinte. As Assembleias serão presididas pela presidente da Associação, que verificará preliminarmente, se a convocação foi feita regularmente, e procederá à escolha das componentes da mesa diretora entre as associadas presentes. Art. 17º 1. A Assembleia Geral Extraordinária realizar se á quando convocada: a) pela Diretoria, por maioria dos seus membros; b) pelo Conselho Fiscal, por maioria dos seus membros; c) a requerimento de 1/3 das associadas. 2. O pedido de convocação da Assembleia Geral Extraordinária será encaminhado à Presidente da Associação com indicação do assunto a ser discutido. 3. Recebido o pedido de convocação, a Presidente da Associação diligenciará imediatamente para sua realização, não podendo recusá la sob qualquer pretexto, exceto se não atender aos pré requisitos deste artigo. Art. 18º A convocação da Assembleia Geral Ordinária ou Extraordinária será feita com antecedência mínima de cinco dias, mediante aviso a todas as associadas pelos meios de comunicação, desde que devidamente comprovado.

6 1º Do ato de convocação da Assembleia Geral Ordinária, deverão estar expressos, dia, hora e local. 2º Do ato de convocação da Assembleia Geral Extraordinária, além dos itens constantes do parágrafo anterior, deverá constar, também, os assuntos objeto de sua convocação e somente sobre eles poderá a Assembleia deliberar. 3º As Assembleias realizar se ão, em primeira convocação, com maioria simples dos associados e, em segunda convocação, meia hora depois da primeira chamada, com qualquer número. 4 As decisões tomadas nas Assembleias serão registradas em ata, dando lhe publicidade nos meios de comunicação local. A Diretoria será constituída por: I Presidente; II Vice Presidente; III Secretária; IV Tesoureira. Art. 19º 1º O mandato da Diretoria será de dois anos, admitida uma reeleição; 2º A Diretoria reunir se á sempre que necessário, devendo ser convocada, com antecedência de três dias, pela Presidente ou sua substituta eventual. Compete à Diretoria: Art. 20º I elaborar e executar o programa anual de atividades; II elaborar e apresentar, à Assembleia Geral, o relatório anual; III relacionar se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum; IV contratar e dispensar empregados; V estar presente às Assembleias para apresentar relatórios ou prestar esclarecimentos quando solicitados; VI emitir cheques, sempre assinados pela Presidente e pela Tesoureira; VII estabelecer normas sobre aceitação de doações, cuja manutenção importe em ônus para a Associação; VIII receber doações e emitir o competente documento; IX Homologar o regimento interno da Associação; X elaborar relatório e dar publicidade trimestralmente sobre o seu desempenho. Art. 21º A Diretoria reunir se á no mínimo, uma vez a cada trimestre, registrando em ata as suas decisões. Art. 22º A Associação será representada ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente pela Presidente e, em sua falta ou impedimento, pela Diretora designada no regimento interno. Art. 23º O Conselho Fiscal será constituído por três membros e respectivas suplentes eleitas pela Assembleia Geral.

7 1º O mandato do Conselho Fiscal não coincidirá com o mandato da Diretoria. 2º Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até seu término. Art. 24º Compete ao Conselho Fiscal: I examinar o livro e escrituração da entidade; II examinar os balancetes, opinando a respeito; III apreciar os balanços e inventários que acompanham o relatório anual da Diretoria; IV emitir parecer prévio sobre a aquisição e alienação de bens. O Conselho Fiscal reunir se á ordinariamente a cada três meses e, extraordinariamente, sempre que necessário. Art. 25º O regimento interno da Associação definirá as competências dos membros da Diretoria. Art. 27º A Associação só será dissolvida por decisão da maioria absoluta de seus membros, em Assembleia Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim. No caso de dissolução da Associação, os bens do seu patrimônio serão destinados a outra entidade pública ou privada instituída com finalidades semelhantes, devidamente registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e no Conselho Nacional de Assistência Social, com funcionamento regular, a ser escolhida em Assembleia Geral. Art. 28º O presente Estatuto pode ser reformado, a qualquer momento, inclusive no tocante à administração, por decisão da maioria absoluta das associadas, em Assembleia Geral especialmente convocada para esse fim, e entrará em vigor na data de seu registro. Art. 29º Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Monte Café, XX de XXXXXXXXX de 2010.