Redes de Computadores. Aula: Border Gateway Protocol - BGP Professor: Jefferson Silva
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- Kevin Silva Guimarães
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1 Redes de Computadores Aula: Border Gateway Protocol - BGP Professor: Jefferson Silva
2 Roteiro Características Terminologia utilizada PTT, PIX, ASN Configurações Práticas Referências
3 Característcas É um protocolo utilizado para roteamento inter- AS Não permite loops na internet Sua comunicação entre vizinhos ocorre na porta 179 TCP Utiliza sessões para controle Interage com IGPs (Interior Gateway Protocol) Sucessor do EGP
4 Um AS seria uma rede ou um conjunto de redes que, além de se encontrarem sob uma gestão comum, possuem características e políticas de roteamento comuns SISTEMA AUTÔNOMO
5 Porque se tornar um AS? Espaço de endereçamento IP Próprio Para alocação de endereços IP válidos diretamente para clientes, o que melhora a utilização de algumas aplicações, facilita o processo de rastreabilidade de clientes (segurança), etc. Quando a entidade torna-se independente de provedor, o processo de troca do provedor de acesso a Internet passa a ser mais simples, pois não envolve mudanças de configuração interna. Redundância Possibilita a implementação de redundância do acesso Internet pela conexão com 2 ou mais provedores, aumento da disponibilidade dos serviços prestados. Acordos de troca de tráfego Possibilita a conexão da entidade com pontos de troca de tráfego e o estabelecimento de acordos multi-laterias e bilaterais, o que pode resultar em economia de recursos com a contratação de banda e melhor qualidade de interconexão.
6 Sistema Autônomo e BGP
7 Sistema Autônomo e BGP
8 Ponto de Troca de Tráfego - PTT Ambiente neutro (sem priorização) para determinadas Instituições Gratuito. Não se paga para se associar Permite a troca de tráfego de forma eficiente Os pontos de interconexão são instalados em ambientes seguros (Instituições privadas ou públicas)
9 Projeto PTTMetro
10 Tráfego do PTT-NAT
11 Tráfego do PTT-SP
12 Custos envolvidos
13 Como configurar? Configura-se o número do AS Deve-se configurar o IP do vizinho e o seu ASN Limitar os anúncios Pronto!
14 Exemplo de configuração - Cisco router bgp bgp log-neighbor-changes no synchronization neighbor remote-as 25000
15 Seleção de rotas - critérios Se o caminho for interno não deve preferir se a rota não estiver sincronizada, ou seja, não esta na tabela de roteamento IGP; Não deve preferir se o endereço de Next-Hop não puder ser acessado; Preferir rota de maior Peso (weight), Preferencia local para roteadores Cisco System; Preferir rota com Local Preference mais alto dentro da AS (melhor caminho pra sair da AS); Se o Local Preference for igual, preferir rota originada pelo router local; Se nenhuma rota foi originada localmente, preferir rota com o AS-Path mais curto para o destino; Se os caminhos de AS s forem iguais, preferir o código de origem mais baixo sendo as rotas aprendidas por IGP o melhor (IGP (I) < EGP (E) < incompleto (?)); Se todos os códigos de origem forem iguais, preferir o caminho com o MED mais baixo (MED é enviado por outro AS); Se as rotas têm o mesmo MED, preferir caminhos Externos (EBGP) em vez dos internos (IBGP); Para caminhos externos EBGP escolher a rota mais antiga para minimizar o efeito flapping (up down); Preferir o caminho com o ID do router vizinho mais baixo; Preferir a rota com o endereço IP do vizinho mais baixo.
16 Uso do BGP na atualidade A tabela de roteamento da internet (full route) tem, em torno, de 450 mil rotas É a cola da internet Em resumo: ESTUDEM!! :D
17 Atividade prática nível pardal Atentar para fazer todos os testes após montar a topologia!!
18 Atividade prática nível falcão peregrino
19 Referências ftp://ftp.registro.br/pub/gter/gter28/07-asbr.pdf pgbp4p3.html#ng-atributos
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