PTTMetro. 11 Jan 2010
|
|
|
- Francisco Angelim Salvado
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PTTMetro 11 Jan 2010 Antonio Galvao de Rezende Filho Eduardo Ascenço Reis Milton Kaoru Kashiwakura PTTMetro Apresentação 1
2 Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) Criado em maio de 1995 Pela Portaria Interministerial Nº 147 de 31/05/1995, alterada pelo Decreto Presidencial Nº de 03/09/2003 Responsável pela coordenação e integração dos serviços Internet no país Modelo multistakeholder composto por membros do governo, e membros eleitos dos setores empresarial, terceiro setor e da comunidade acadêmica. PTTMetro Apresentação 2
3 Sobre o CGI.br 1 Min. da Ciência e Tecnologia 11 Provedores de acesso e conteúdo 2 Min. das Comunicações 12 Provedores de infra de telecom 3 Casa Civil da Presidência da República 13 Indústria TICs e software 4 Min. do Planejamento, Orçamento e Gestão 14 Empresas usuárias 15 Terceiro setor 5 Min. do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 16 Terceiro setor 6 Min. da Defesa 17 Terceiro setor 7 Agência Nacional de Telecomunicações 18 Terceiro setor 8 Conselho Nacional de Desenv. Científico e Tecnológico 19 Academia 20 Academia 9 Conselho Nac. Secretários Estaduais p/ Assuntos de Ciência e Tecn. 21 Academia 10 Notório Saber PTTMetro Apresentação 3
4 Sobre o CGI.br Principais atribuições do CGI.br Fomentar o desenvolvimento de serviços Internet no Brasil Recomendar padrões e procedimentos técnicos operacionais para a Internet no Brasil Coordenar a atribuição de endereços Internet (IPs) e o registro de nomes de domínios usando cctld <.br> Coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços Internet indicadores e estatísticas PTTMetro Apresentação 4
5 Sobre o NIC.br NIC.br Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR Entidade civil, sem fins lucrativos, criada em 2003 e começando a atuar em 2005 (delegação do CGI.br) Conselho de Administração composto por 7 membros: 3 do governo, escolhidos entre os componentes do CGI.br; 4 do setor privado indicados pelo CGI.br. Assembléia Geral formada pelo pleno do CGI.br Braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil Coordena as atividades do Registro, do CERT, do CETIC e do CEPTRO. PTTMetro Apresentação 5
6 CEPTRO.br PTTMetro Apresentação 6
7 Projeto PTTMetro # Operação PTT.br PTTmetro Projeto Ceptro.br PTT.br Operação do NIC.br com apoio da RNP PTTMetro Apresentação 7
8 Referência IXP Internet exchange Point PTT Ponto de Troca de Tráfego PTTMetro Apresentação 8
9 PTT Definição PTT Ponto de Troca de Tráfego Definição Solução de Rede com o objetivo de viabilizar a conexão direta entre as entidades que compõem a Internet, os Sistemas Autônomos (AS). PTT otimiza a interconexão entre AS, pois possibilita: Melhor qualidade (menor latência) evita intermediários externos Menor custo Maior organização da estrutura de rede regional (pontos concentradores) PTTMetro Apresentação 9
10 PTT Modelo Switch Único / Matrix de Comutação AS A Router IXP AS D Router Switch Router AS B Router AS C PTTMetro Apresentação 10
11 PTT Modelo Rede Metro Ethernet / Matrix de Comutação AS A Router IXP Switch AS D Router Switch Switch Switch Router AS B Switch Router IXP MAN case e.g. PTTmetro ( AS C PTTMetro Apresentação 11
12 PTTmetro Regional Metro Ethernet Non Blocking Switch/Peering Fabric AS A Router IXP PIX A AS D Router PIX D PIX Central PIX B Router AS B PIX C Router PIX: Ponto de Interconexão AS C PTTMetro Apresentação 12
13 PTTmetro Exemplo Estrutura Atual de São Paulo PTTMetro Apresentação 13
14 PTTmetro São Paulo Links entre os PIXes PIX USP PIX BrT PIX GBLX PIX Locaweb Switch Switch Switch Switch PIX NIC.br Switch Switch C1 Switch C2 NIC.br Switch Switch Switch Switch PIX TIVIT PIX CTBC PIX Alog PIX Eletropaulo PTTMetro Apresentação 14
15 PTTmetro Introdução PTTMetro é o nome dado ao projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGIbr) que promove e cria a infra estrutura necessária (Ponto de Troca de Tráfego PTT) para a interconexão direta entre as redes ("Autonomous Systems" ASs) que compõem a Internet Brasileira. A atuação do PTTMetro volta se às regiões metropolitanas no País que apresentam grande interesse de troca de tráfego Internet. Uma das principais vantagens deste modelo, é a racionalização dos custos, uma vez que os balanços de tráfego são resolvidos direta e localmente e não através de redes de terceiros, muitas vezes fisicamente distantes. Outra grande vantagem é o maior controle que uma rede pode ter com relação a entrega de seu tráfego o mais próximo possível do seu destino, o que em geral resulta em melhor desempenho e qualidade para seus clientes e operação mais eficiente da Internet como um todo. Um PTTMetro é, assim, uma interligação em área metropolitana de pontos de interconexão de redes (PIXes), comerciais e acadêmicos, sob uma gerência centralizada. PTTMetro Apresentação 15
16 PTTmetro Introdução São características fundamentais para a implementação adequada de um PTTMetro: * Neutralidade independência de provedores comerciais * Qualidade troca de tráfego eficiente * Baixo custo das alternativas, com alta disponibilidade * Matriz de troca de tráfego regional única A coordenação do PTTMetro, a cargo do CGIbr, e sua operação por organizações tecnicamente habilitadas, mas sem fins lucrativos, que estabelecerão os requisitos de arquitetura e gerência das interconexões, garantem os dois primeiros tópicos. A hospedagem dos PIXes em instalações comerciais com elevado padrão de segurança e infraestrutura, agregando se matrizes de tráfego já existentes, é condição para obtenção dos demais quesitos acima. PTTMetro Apresentação 16
17 PTTmetro Destaques Projeto arca com os equipamentos ativos (hardware), responsáveis pela transmissão intra e inter PIXes e pelas interfaces de conexão dos participantes. Não há repasse de custo para os participantes, sobre as suas interfaces de conexão, independente da capacidade (Fast Ethernet, Gigabit Ethernet ou 10 Gigabit Ethernet), e mesmo considerando eventual redundância. Pontos de Interconexão (PIX) Provêm ao projeto recursos de infraestrutura: espaço, alimentação elétrica, refrigeração, segurança física e 1 ou 2 (preferência) pares de fibras ópticas apagadas até o PIX central. PTTMetro Apresentação 17
18 PTTmetro Localidades 1. Belo Horizonte 2. Brasília 3. Campinas 4. Curitiba 5. Florianópolis 6. Fortaleza 7. Londrina 8. Porto Alegre 9. Recife 10. Rio de Janeiro 11. Salvador 12. São Paulo PTTMetro Apresentação 18
19 PTTmetro Localidades PTTMetro Apresentação 19
20 PTTMetro Localidades As diferentes localidades do PTTMetro são isoladas. O objetivo principal para a criação de localidades do PTTMetro é permitir que o tráfego local fique no próprio local de origem e assim evitar a interconexão remota. O CGI.br não tem planos de interconectar as localidades do PTTMetro e competir com as operadoras de Telecomunicações. O projeto PTTMetro estimula e apoia que empresas participantes em diferentes localidades façam o provisionamento de serviços de transporte entre as mesmas. (o PTTMetro possui alguns modelos de transporte entre localidades para otimizar recursos comuns e assim colaborar na redução de custos) PTTMetro Apresentação 20
21 Sistema Autônomo (AS) Conexão Externa Mínima Internet PTTmetro tem colaborado na proliferação de AS no Brassil ISP A PTT AS W Entidade AS PTTMetro Apresentação 21
22 AS Conexão Externa Redundante via PTTMetro Internet ISP A ISP B PTT AS W Entidade AS PTTMetro Apresentação 22
23 AS Conexão Externa Redundante via PTTMetro Internet PTTmetro possibilita isolamento lógico L2 em acordos bilaterais (e.g. trãnsito IP) ISP A ISP B PTT AS W Trânsito Link Direto Trânsito VLAN dedicada via PTTmetro Troca de Tráfego via PTTmetro Entidade AS PTTMetro Apresentação 23
24 PTTMetro Infra estrutura para Serviços IP entre AS O PTTmetro utiliza VLANs dedicadas para prover isolamento lógico L2 entre AS, para serviços de interconexão IP. e.g Trânsito Internet (IPv4 e IPv6), Backup, Storage, VoIP, etc PTTMetro Apresentação 24
25 PTT Regional Internet ISP A ISP B AS A AS B AS C AS D Região ASes, com localização física relativamente próxima em uma determinada região. PTTMetro Apresentação 25
26 PTT Regional Internet ISP A ISP B AS A AS B AS C AS D A troca de tráfego IP entre os AS ocorre pelos seus provedores de trânsito (ISP), junto com o restante do tráfego Internet. PTTMetro Apresentação 26
27 PTT Regional Internet ISP A ISP B AS A AS B AS C AS D PTT (PIX) Com um PTT na região, os AS participantes podem trocar tráfego entre si pelo PTT (menor custo e latência) e deixar os seus links de trânsito para acesso aos outros AS da Internet. PTTMetro Apresentação 27
28 PTT Regional Internet ISP A ISP B ISP C AS A AS B AS C AS D PTT (PIX) Venda de trânsito no PTT para atender AS interressados (e.g. acordo bilateral com VLAN dedicada). PTTMetro Apresentação 28
29 PTT Regional O PTTMetro estimula a criação de PTT regionais e poderá incorporá los ao projeto, após análise de viabilidade. Um ponto importante, porém não suficiente, na análise é a quantidade de AS com potencial de conexão ao PTT. PTTMetro Apresentação 29
30 PTTMetro Área Regional Metropolitana PTTMetro destaca a importância de existir um único PTT por Região Atual Definição de Região para o PTTmetro: A conexão entre os PIX remotos e o PIX Central deve ser estabelecida utilizando tecnologias da família Ethernet, sobre fibra óptica apagada, sem a utilização de recursos para regeneração de sinal. Atualmente isso implica em uma distância máxima (raio) de aproximadamente 80 Km. PTTMetro Apresentação 30
31 PTTMetro Acordos de Conexão Tipos de Acordos Multilateral (ATM) Troca de tráfego entre todos os participantes. Sessões BGP são estabelecidas entre particpantes e servidores de rotas. Participantes podem se conectar em modo acesso. Bilateral Modo VLAN Compartilhada Troca de tráfego apenas entre participantes. Participantes podem se conectar em modo acesso. Mesmo domínio de broadcast do acordo multilateral (ATM). Modo VLAN Dedicada Troca de tráfego apenas entre participantes (e.g. venda de trânsito). Utiliza VLAN dedicada apenas entre os participantes. PTTMetro Apresentação 31
32 PTTMetro Modelo de Operação AS A AS B AS C AS D AS E AS F VLAN compartilhada Acordo Multilateral Todos ASes trocam tráfego entre si VLAN compartilhada Acordo Bilateral Pares de ASes trocam tráfego entre si VLANs dedicadas de Acordos Bilaterais Os AS A, AS B e AS D podem se conectar em modo de acesso na VLAN compartilhada, os demais AS devem se conectar em modo trunk (802.1Q). Nesse exemplo, os AS C e F possuem apenas acordos bilaterais, sendo que AS F possui apenas VLANs dedicadas e os AS B e E possuem ambos tipos de acordos. PTTMetro Apresentação 32
33 PTTMetro Acordo de Troca de Tráfego Multilateral (ATM) AS A AS D AS B AS E Sessões ebgp Servidor de Rotas 1 Servidor de Rotas 2 Servidor de Looking Glass No acordo de troca de tráfego multilateral (ATM), os participantes estabelecem sessões BGP apenas com os dois servidores de rotas do PTT e não com todos os demais participantes. Os participantes do ATM ainda podem optar por se conectar ao servidor de Looking Glass, para alimentá lo com seus prefixos, e assim contribuir com o projeto. PTTMetro Apresentação 33
34 PTTMetro Resumo Financeiro PTTmetro Interesse Econômico para Empresas de Telecomunicações Redução dos custos de interconexão Provisionamento de Last/First Mile para conexão ao PTTMetro Serviços IP de Interconexão Utilização de VLANs dedicadas para prover isolamento lógico L2 para: Trânsito Internet (IPv4 e IPv6), Backup, Storage, VoIP, etc Transporte entre Localidades do PTTmetro Hospedagem de Pontos de Interconexão (PIX) Instalações Neutras para Prover Interconexões Reguladas/Arbitradas pela ANATEL PTTMetro Apresentação 34
35 PTTMetro Tráfego Agregado (somatório localidades) Trafego Total (todos PTTs) atualização: PTTMetro Apresentação 35
36 Contato Equipe Suporte PTT PTTMetro Apresentação 36
PTTMetro Informações e Destaques
PTTMetro Informações e Destaques 3 o PTT Forum 3 Dez 2009 Antonio Galvao de Rezende Filho Eduardo Ascenço Reis Milton Kaoru Kashiwakura 3o PTT Forum
PTTMetro. Interconexão de Sistemas Autônomos (AS) 15 Agosto 2010. Equipe de Engenharia PTTMetro <[email protected]>
PTTMetro Interconexão de Sistemas Autônomos (AS) 15 Agosto 2010 Equipe de Engenharia PTTMetro 1 Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) Criado em maio de 1995 Pela Portaria
Troca de Tráfego : criando uma infraestrutura Internet melhor e mais barata (http://ptt.br). Milton Kaoru Kashiwakura mkaoruka@nic.
Troca de Tráfego : criando uma infraestrutura Internet melhor e mais barata (http://ptt.br). Milton Kaoru Kashiwakura [email protected] Agenda O CGI.br e o NIC.br O que é a Internet? E o protocolo IP? Quais
Introdução ao IPv6. Antonio M. Moreiras [email protected]
Introdução ao IPv6 Antonio M. Moreiras [email protected] Agenda O CGI.br e o NIC.br O CGI.br e o NIC.br Breve Introdução ao IPv6 Agenda O CGI.br e o NIC.br O CGI.br e o NIC.br Breve Introdução ao IPv6 Sobre
Ponto de Troca de Tráfego na Internet Projeto PTTmetro. Oripide Cilento Filho. NIC.br
Ponto de Troca de Tráfego na Internet Projeto PTTmetro Oripide Cilento Filho NIC.br Agenda Governança da Internet O CGI.Br e o NIC.Br Internet Arquitetura e Operação Sistemas Autônomos Princípios do protocolo
PTTMetro/PTT.br. Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ Encontro PTT-BA. 25 Setembro 2013
PTTMetro/PTT.br Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ Encontro PTT-BA 25 Setembro 2013 Julimar Lunguinho Mendes Equipe PTT.br 1 CGI.br NIC.br - PTT.br CGI.br
Alguns dos Desafios para a Infraestrutura de Internet Projetos do CGI.br e NIC.br
Alguns dos Desafios para a Infraestrutura de Internet no Brasil e os Projetos do CGI.br e NIC.br 24 de Julho de 2008 Antonio M. Moreiras [email protected] Agenda O que são o CGI.br e o NIC.br? Desafios da
Os Pontos de Troca de Tráfego, o PTTMetro, e seu papel na Internet brasileira. Antonio M. Moreiras [email protected]
Os Pontos de Troca de Tráfego, o PTTMetro, e seu papel na Internet brasileira. Antonio M. Moreiras [email protected] Agenda O CGI.br e o NIC.br O que é a Internet? E o protocolo IP? Quais as relações possíveis
Rio de Janeiro, Brasil 29 de Maio de 2015. CIX Uma categoria Intermediária GTER 39 29 e 30 de Maio de 2015 Rio de Janeiro - BR - PTT.
Rio de Janeiro, Brasil 29 de Maio de 2015 CIX Uma categoria Intermediária GTER 39 29 e 30 de Maio de 2015 Rio de Janeiro - BR - PTT.br PTT.br CIX Uma nova categoria GTER 39 Antonio Galvão de Rezende Filho
PTTMetro/PTT.br. 27 Junho 2013. Milton Kaoru Kashiwakura <[email protected]> Equipe PTT.br <[email protected]>
PTTMetro/PTT.br 27 Junho 2013 Milton Kaoru Kashiwakura Equipe PTT.br 1 Referência IXP - Internet exchange Point PTT Ponto de Troca de Tráfego 2 PTT Historico e Datas Marcantes
PTT.br Infraestrutura Crítica São Paulo
Infraestrutura Crítica São Paulo 5 o PTT Fórum 29 Nov 2011 Eduardo Ascenço Reis Salvador Rodrigues da Silva Neto Engineering Team 5o PTT Forum 29 Nov 2011
IPv6 nas redes de sensores o 6LoWPAN e a Internet das coisas
IPv6 nas redes de sensores o 6LoWPAN e a Internet das coisas Antonio M. Moreiras [email protected] Agenda O CGI.br e o NIC.br O CGI.br e o NIC.br O LAA Redes ubíquas e a Internet das coisas Breve Introdução
ww w w w. w cgi g.br b Sobre o NIC.br
Sobre o CGI.br Sobre o CGI.br Criado em maio de 1995 Pela Portaria Interministerial Nº 147 de 31/05/1995, alterada pelo Decreto Presidencial Nº 4.829 de 03/09/2003 Responsável pela coordenação e integração
Transição IPv4 è IPv6: Desafios e Riscos
Transição IPv4 è IPv6: Desafios e Riscos Cristine Hoepers [email protected]! Apresentação desenvolvida em conjunto com a equipe do CEPTRO.br Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança
www.cgi.br PTTMetro atualização Metrolitano Milton Kaoru Kashiwakura Diretor de Projetos NIC.br NAPLA 2009 26 de Maio 2009
PTTMetro atualização Ponto de Troca de Tráfego Metrolitano Milton Kaoru Kashiwakura Diretor de Projetos NIC.br NAPLA 2009 26 de Maio 2009 O que é o PTTMetro (também conhecido por PTT.br)? PTTMetro O PTT.br,
Cenários do CGI.br. My Fire. Diretoria de Projetos 13 de setembro de 2011
Cenários do CGI.br My Fire Diretoria de Projetos 13 de setembro de 2011 Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) Criado em maio de 1995 Pela Portaria Interministerial Nº 147 de 31/05/1995,
IPv6: a próxima geração de IPs na Internet!
IPv6: a próxima geração de IPs na Internet! Antonio M. Moreiras [email protected] CONIP 14 o. Congresso de Inovação da Gestão Pública Governança da informação backoffice 05 de Junho de 2008 São Paulo - SP
QUALIDADE DOS SERVIÇOS E RESPEITO AO CONSUMIDOR REGULAÇÃO E FISCALIZAÇÃO NOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES
QUALIDADE DOS SERVIÇOS E RESPEITO AO CONSUMIDOR REGULAÇÃO E FISCALIZAÇÃO NOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES 07 de AGOSTO de 2013 Milton Kaoru Kashiwakura NIC.br Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no
PTTMetro e Redecomep
PTTMetro e Redecomep SBRC 2010 27 Maio 2010 Eduardo Ascenço Reis Milton Kaoru Kashiwakura SBRC 2010 PTTMetro e RedeComep - Eduardo Ascenço Reis - NIC.br
PTTMetro. Frederico Neves Milton Kaoru Kashiwakura
PTTMetro Frederico Neves Milton Kaoru Kashiwakura O que é PTTMetro? PTTMetroé o nome dado ao projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGIbr) que promove e cria a infra-estrutura necessária (Ponto
Esgotamento do IPv4 e implantação do IPv6
Esgotamento do IPv4 e implantação do IPv6 Reunião Itinerante do CGI.br Curitiba 19/03/2013 Milton Kaoru Kashiwakura Antonio Marcos Moreiras O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela
Pesquisa sobre Provedores de Serviços Internet no Brasil. São Paulo, 30 de novembro de 2011
Pesquisa TIC Provedores 2011 Coletiva de Imprensa Pesquisa sobre Provedores de Serviços Internet no Brasil São Paulo, 30 de novembro de 2011 CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil NIC.br Núcleo de
A ENGENHARIA ENVOLVIDA NA IMPLANTAÇÃO DE UM DATA CENTER
A ENGENHARIA ENVOLVIDA NA IMPLANTAÇÃO DE UM Oripide Cilento Filho [email protected] DATA CENTER CONGRESSO ST 2012 Congresso SET -2012T 2012 Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil. Criado em maio
Sistemas Autônomos (AS) Brasileiros Introdução
Sistemas Autônomos (AS) Brasileiros Introdução Cleber Martim de Alexandre Eduardo Ascenco Reis GTER28 20091204 GTER28 Sistemas Autônomos (AS) Brasileiros Introdução
Desafios no Tratamento de Incidentes de
Desafios no Tratamento de Incidentes de Segurança Klaus Steding-Jessen [email protected] Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil Núcleo de Informação e Coordenação do
Audiência Pública Senado Federal Escolha da EAQ da Banda Larga
Audiência Pública Senado Federal Escolha da EAQ da Banda Larga Demi Getschko [email protected] Brasília, 22 de março de 2012 Internet, características distintivas Colaboração A Internet é uma coleção de milhares
Coletiva de Imprensa 4 de maio de 2010. Comitê Gestor da Internet no Brasil CGI.br Núcleo de Informação e Comunicação do Ponto BR NIC.
TIC Empresas 2009 Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil Coletiva de Imprensa 4 de maio de 2010 Comitê Gestor da Internet no Brasil CGI.br Núcleo de Informação e Comunicação
Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática
Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação
10 anos de operação do PTT no Paraná
10 anos de operação do PTT no Paraná PTT-Curitiba 10 anos PTT-Londrina 5 anos Pedro R. Torres Jr. [email protected] UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ 6º PTT-Forum São Paulo - SP Histórico da Troca de Tráfego
São Paulo, Brasil 29 Maio de 2015
São Paulo, Brasil 29 Maio de 2015 PTT.br Desafios de infraestrutura e Soluções para o crescimento GTER 39 Ângelo Fukase Equipe de Engenharia PTT.br Objetivo Apresentar os desafios
Segurança da Informação na Internet no Brasil: Últimos Estudos do Comitê Gestor da Internet no Brasil e Iniciativas para Aumentar a Segurança
Segurança da Informação na Internet no Brasil: Últimos Estudos do Comitê Gestor da Internet no Brasil e Iniciativas para Aumentar a Segurança Cristine Hoepers [email protected] Centro de Estudos, Resposta
Os Pontos de Troca de Tráfego, o PTTMetro e a Internet Brasileira
Os Pontos de Troca de Tráfego, o PTTMetro e a Internet Brasileira Por Antonio M. Moreiras e Demi Getschko A Internet é uma construção coletiva que integra milhares de redes pelo mundo afora. Os brasileiros
PTT.br. Atualizações e Planejamento São Paulo
PTT.br Atualizações e Planejamento São Paulo PTT Fórum 7 São Paulo 2 Dez 2013 Eduardo Ascenço Reis Equipe de Engenharia PTT.br 1 Referência - Nomenclatura IXP - Internet
REDE DE COMPUTADORES
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: [email protected] 1 A arquitetura de redes tem como função
Pontos de Troca de Tráfego na Internet - Projeto PTTmetro SET 2007 24/08/2007. Oripide Cilento Filho ([email protected])
Pontos de Troca de Tráfego na Internet - Projeto PTTmetro SET 2007 24/08/2007 Oripide Cilento Filho ([email protected]) IPTV - Arquitetura Sistemas Autônomos Agenda Princípios do protocolo BGP Internet -
ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II
ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II 1. Descrição da rede INFOSUS II A Rede INFOSUS II, Infovia Integrada do Sistema Único de Saúde (SUS), consistirá em infra-estrutura de telecomunicações, a ser utilizada
Roteamento no PTT. PRIX - PTT-Metro de Curitiba/PR. GTER-23 - Belo Horizonte - 29 de Junho 2007
PRIX - PTT-Metro de Curitiba/PR GTER-23 - Belo Horizonte - 29 de Junho 2007 Christian Lyra Gomes [email protected] Pedro R. Torres Jr. [email protected] PoP-PR - Ponto de Presença da RNP no Paraná
1969 ARPANet - Advanced Research Projects Agency Network
FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. [email protected] http://www.rafaeldiasribeiro.com.br @ribeirord 1969 ARPANet - Advanced Research Projects Agency Network O
SIMET Medindo a qualidade das conexões Internet no Brasil. Fabricio Tamusiunas [email protected] César Linhares Rosa [email protected]
SIMET Medindo a qualidade das conexões Internet no Brasil Fabricio Tamusiunas [email protected] César Linhares Rosa [email protected] NIC.br Criado para implementar os projetos e decisões do CGI.br Registro e
Art. 13. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 3 de setembro de 2003; 182 o da Independência e 115 o da República.
Art. 10. A execução do registro de Nomes de Domínio, a alocação de Endereço IP (Internet Protocol) e a administração relativas ao Domínio de Primeiro Nível poderão ser atribuídas a entidade pública ou
Os Pontos de Troca de Tráfego
16 Os Pontos de Troca de Tráfego > > Demi Getschko Diretor presidente do Núcleo de Informação e Comunicação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (NIC.br), Conselheiro do Comitê Gestor da Internet no
PTTrix. membro a membro no PTT. PRIX - PTT-Metro de Curitiba/PR. GTER-23 - Belo Horizonte - 29 de Junho 2007
PRIX - PTT-Metro de Curitiba/PR GTER-23 - Belo Horizonte - 29 de Junho 2007 Christian Lyra Gomes [email protected] Pedro R. Torres Jr. [email protected] PoP-PR - Ponto de Presença da RNP no Paraná
Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras TIC Educação
Pesquisa TIC Educação 2010 Coletiva de Imprensa Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras TIC Educação São Paulo, 09 de Agosto de 2011 CGI.br Comitê Gestor
FISL9.0 Porto Alegre, RS, Brasil 17-19 de abril de 2008
www.cgi.br Agenda Sobre o CGI.br Sobre o NIC.br www.cgi.br Sobre o CGI.br Criado em maio de 1995 Pela Portaria Interministerial Nº 147 de 31/05/1995, alterada pelo Decreto Presidencial Nº 4.829 de 03/09/2003
PTTMetro/PTT.br. Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ GTER 35. 23 Maio 2013
PTTMetro/PTT.br Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ GTER 35 23 Maio 2013 Antonio Galvao de Rezende Filho Eduardo Ascenço Reis Equipe PTT.br
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias
Unidade 1. Conceitos Básicos
Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre
Eduardo Ascenço Reis < [email protected]> Frederico A C Neves < [email protected]>
Migrando para um AS Introdução Eduardo Ascenço Reis < [email protected]> Frederico A C Neves < [email protected]> GTER20 Migrando para um AS IntroduçãoEduardo Ascenço Reis e Frederico Neves 2005-12-
TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil
TIC Saúde 2013 Pesquisa sobre o uso das TIC em estabelecimentos de saúde no Brasil Latam Healthcare IT Summit São Paulo, 04 de abril de 2013 CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil NIC.br Núcleo de
IX (PTT) FÓRUM 9 07 e 08 de Dezembro de 2015
IX (PTT) FÓRUM 9 07 e 08 de Dezembro de 2015 Milton Kaoru Kashiwakura [email protected] 1. Inimputabilidade da Rede 2. O combate a ilícitos na rede deve atingir os responsáveis finais e não os meios de
Nome do estudante:...
Nome do estudante:... Escreva o nome no cabeçalho de todas as folhas de exame que entregar; Apresente as respostas na sua folha de exame segundo a ordem correspondente do enunciado; Leia atentamente o
Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére
Planejamento e Projeto de Redes de Computadores Eduardo Barrére Aula Presencial Projeto Físico Eduardo Barrére [email protected] O projeto deve considerar Seleção de tecnologias (conforme o projeto
REDE DE COMPUTADORES
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Topologias Tipos de Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: [email protected] 1 REDES LOCAIS LAN -
PTTMetro BRAZIL - IXP - Update
PTTMetro BRAZIL - IXP - Update LACNIC XIII NAPLA 2010 Antonio Galvão de Rezende Eduardo Ascenço May / 2010 PTTMetro IXP Brazil The PTTMetro (PTT- Internet Exchange Point)
Endereçamento IP Roteamento Internet. Ricardo Patara NIC.BR
Endereçamento IP Roteamento Internet Ricardo Patara NIC.BR Introdução Visão geral de funcionamento da Internet Usuário e sua conexão Provedor de acesso, provedor de provedor Interconexão Distribuição de
Formação para Sistemas Autônomos. Boas Práticas PTT. Formação para Sistemas Autônomos
Boas Práticas PTT Licença de uso do material Esta apresentação está disponível sob a licença Creative Commons Atribuição Não a Obras Derivadas (by-nd) http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/legalcode
Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected]
Redes de Computadores Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected] Classificação de Redes Redes de Computadores Conjunto de nós processadores capazes de trocar informações
Gerência de Redes NOC
Gerência de Redes NOC Cássio D. B. Pinheiro [email protected] cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os conceitos fundamentais, assim como os elementos relacionados a um dos principais componentes
ECOSSISTEMA DE PEERING. GTER - Grupo de Trabalho de Engenharia e Operação de Redes 32ª Reunião
ECOSSISTEMA DE PEERING GTER - Grupo de Trabalho de Engenharia e Operação de Redes 32ª Reunião ECOSSISTEMA DO PEERING O que é ecossistema de peering? É uma comunidade de ISPs que espontaneamente se interagem
Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução
Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro Rede Corporativa Introdução Rede corporativa é um sistema de transmissão de dados que transfere informações entre diversos equipamentos de uma mesma corporação, tais
Mecanismos para Medição da Qualidade de Tráfego da Internet Brasileira. Fabricio Tamusiunas [email protected] César Linhares Rosa cesar@nic.
Mecanismos para Medição da Qualidade de Tráfego da Internet Brasileira Fabricio Tamusiunas [email protected] César Linhares Rosa [email protected] Necessidades para Medições de Qualidade na Internet Garantia
IPv6 nas Universidades e Redes Acadêmicas
IPv6 nas Universidades e Redes Acadêmicas O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio de 1995, alterada pelo Decreto Presidencial nº 4.829,
Evolução na Comunicação de
Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem
Redes de Computadores. Prof. Dr. Rogério Galante Negri
Redes de Computadores Prof. Dr. Rogério Galante Negri Rede É uma combinação de hardware e software Envia dados de um local para outro Hardware: transporta sinais Software: instruções que regem os serviços
LAN Design. LAN Switching and Wireless Capítulo 1. Version 4.0. 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1
LAN Design LAN Switching and Wireless Capítulo 1 Version 4.0 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1 Objetivos do Módulo Compreender os benefícios e do uso de uma organização hierárquica
Voltar. Placas de rede
Voltar Placas de rede A placa de rede é o dispositivo de hardware responsável por envio e recebimento de pacotes de dados e pela comunicação do computador com a rede. Existem placas de rede on-board(que
PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof.:Eduardo Araujo Site- http://professoreduardoaraujo.com Objetivos: Entender e assimilar conceitos, técnicas
Redes de Computadores. Aula: Border Gateway Protocol - BGP Professor: Jefferson Silva
Redes de Computadores Aula: Border Gateway Protocol - BGP Professor: Jefferson Silva Roteiro Características Terminologia utilizada PTT, PIX, ASN Configurações Práticas Referências Característcas É um
Fraudes via Internet Estatísticas e Tendências Cristine Hoepers [email protected]
Fraudes via Internet Estatísticas e Tendências Cristine Hoepers [email protected] Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto
Equipe do PoP-BA
PTT PTT -- Ponto Ponto de de Troca Troca de de Tráfego Tráfego Equipe do PoP-BA [email protected] Salvador-BA, 12/08/2016 1 O que é PTT? Introdução Ponto de Troca de Tráfego (PTT) Do inglês, Internet
Mariana Balboni. www.cgi.br
Indicadores TIC no Brasil: Iniciativas do CGI.br Mariana Balboni Segundo Taller sobre la Medición de la Sociedad de e la Información América Latina y el Caribe O que é o Comitê Gestor da Internet no Brasil?
Telebras Institucional
Telebras Institucional Ibirubá-RS, Setembro 2011 A Telebrás Quem somos A TELEBRAS é uma S/A de economia mista, vinculada ao Ministério das Comunicações, autorizada a usar e manter a infraestrutura e as
Boas práticas para peering no PTTMetro
Boas práticas para peering no PTTMetro Luís Balbinot [email protected] Commcorp Telecom GTER 30 - São Leopoldo, RS 26/11/2010 Objetivo Mostrar boas práticas de peering no PTTMetro de forma que
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide
Sincronizando os computadores a importância e o funcionamento. Antonio M. Moreiras [email protected]
Sincronizando os computadores a importância e o funcionamento do NTP Antonio M. Moreiras [email protected] Agenda Sobre o NIC.br e o CGI.br Definições / Vocabulário Importância do NTP Funcionamento do NTP
IPv6. Situação atual e desafios. Congresso SET 2012. Antonio M. Moreiras [email protected]
IPv6 Situação atual e desafios Congresso SET 2012 Antonio M. Moreiras [email protected] O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio de 1995,
Indicadores da Internet no Brasil
Indicadores da Internet no Brasil Estatísticas sobre o uso das TIC para o monitoramento da Sociedade do conhecimento Juliano Cappi Itupeva, 22 de outubro de 2012 CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil
Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação
Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia
