DESPACHO N.º 187 / 2007
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- Aurélia Luísa Faria Cruz
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1 DESPACHO N.º 187 / 2007 Os deveres de assiduidade e de pontualidade são basilares em qualquer relação de trabalho, pelo que a verificação do seu cumprimento tem de ser sempre encarada como uma medida imprescindível à boa gestão das instituições, independentemente da sua natureza jurídica. No que respeita aos serviços e instituições públicos, tal verificação encontra-se, de há muito, prevista no Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de Agosto, sendo obrigatória, salvo casos excepcionais, a existência de sistemas de registo automáticos ou mecânicos. Já no que respeita a instituições em que existam relações jurídicas de trabalho subordinadas ao direito privado, como acontece nos Hospitais com a natureza de Entidade Pública Empresarial, é aplicável o Código do Trabalho, que refere a necessidade de o empregador manter um registo que permita apurar o número de horas de trabalho prestadas pelo trabalhador, por dia e por semana, com indicação da hora de início e de termo do trabalho. Estas exigências, em geral, revestem-se de particular acuidade no que se prende com a actividade dos estabelecimentos e unidades prestadoras de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde. Na verdade, a falta de rigor na verificação do cumprimento dos deveres de assiduidade e pontualidade pode conduzir, designadamente, a deficiências e atrasos na prestação de cuidados de saúde e a ineficiências na organização dos recursos humanos e dos seus tempos de trabalho, bem como à eventual deterioração da relação entre prestadores e utentes. O quadro legal do regime jurídico da duração e horário de trabalho para funcionários, agentes e trabalhadores da Administração Pública, bem como o das EPE, é suficientemente flexível, admitindo modelos que permitem a sua adaptação às
2 especificidades e necessidades das instituições e o ajustamento às condições especiais de trabalho dos seus profissionais. As considerações acima referidas são suficientes para evoluirmos no sentido de uma real exigência na verificação do cumprimento destes deveres, até hoje formalizados pela simples assinatura de livro de ponto, em muitos locais. Contudo, as conclusões resultantes das Inspecções Temáticas sobre Mecanismos de Controlo da Assiduidade nos Estabelecimentos e Serviços do SNS, que a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde efectuou há já algum tempo, tornou patente a quase generalizada ausência de sistemas de registo da assiduidade e pontualidade legalmente exigidos. Tendo em conta os Relatórios da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde, as orientações constantes da Circular Informativa nº 63, de 27 de Dezembro de 2006, emitida pela Secretaria Geral, e a Circular Informativa da Administração Central do Sistema de Saúde, I.P., de 20 de Agosto de 2007, relativa ao mesmo assunto, foi solicitado aos Conselhos de Administração dos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde que apresentassem cronogramas para a implementação de sistemas de registo de assiduidade e pontualidade automáticos, mais concretamente, de registos biométricos. Estes inovadores sistemas de registo apresentam inúmeras vantagens no que respeita à segurança, homogeneidade e fiabilidade dos dados, possibilitando, ainda, a integração com outras aplicações que as instituições de saúde pretendam desenvolver e em que a segurança no acesso é essencial, quer o processo individual do prestador, quer o registo da sua intervenção no processo clínico electrónico. A Comissão Nacional de Protecção de Dados emitiu um documento, intitulado Princípios sobre a utilização de dados biométricos no âmbito do controlo de acessos e de assiduidade, clarificador das funcionalidades destes sistemas e dos limites a respeitar na recolha dos dados registados nos mesmos. É dentro destes limites que se deve actuar. Na verdade, a Lei da Protecção de Dados Pessoais, aprovada pela Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, permite o tratamento de dados pessoais, desde que inequivocamente consentidos ou necessários para a prossecução de interesses legítimos do responsável. A prossecução da melhoria da prestação de cuidados de saúde aos utentes e de organização
3 dos estabelecimentos e unidades prestadoras de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde, nos termos acima descritos, constitui, por excelência, interesse legítimo. Assim, nos termos e ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 1.º da Lei Orgânica das Administrações Regionais de Saúde, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 222/2007, de 29 de Maio, nos artigos 5.º, 6.º e 18.º do Regime Jurídico da Gestão Hospitalar, aprovado em anexo à Lei n.º 27/2002, de 8 de Novembro, na alínea b) do n.º 1 do artigo 6.º, no n.º 2 do artigo 5.º ambos do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, e de harmonia com o estabelecido no artigo 7.º da Lei Orgânica do Ministério da Saúde, aprovada pelo Decreto- Lei n.º 212/2007, de 27 de Outubro decido: 1. Aprovar o cronograma anexo, relativo à implementação de serviços de registo biométricos destinados à verificação do cumprimento dos deveres de assiduidade e pontualidade de todos os trabalhadores, funcionários e agentes dos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde, e que me foi presente pelas respectivas Administrações Regionais de Saúde. 2. Transmitir orientações aos conselhos de administração dos hospitais não incluídos no cronograma que devem obrigatoriamente adoptar o mesmo sistema até ao final de Incumbir as Administrações Regionais de Saúde, I.P., de acompanharem o processo de implementação dos sistemas referidos no número anterior, nomeadamente com respeito pela Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro. 4. Recomendar aos dirigentes máximos e intermédios dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde a agilização dos procedimentos administrativos relativos aos pedidos dos seus profissionais que queiram optar por modalidade parcial do horário de trabalho previsto na lei, sem prejuízo da qualidade e regularidade da actividade assistencial. 5. Adoptar períodos de aferição para compensações de presença, para médicos, enfermeiros e técnicos superiores de saúde, preferencialmente até ao máximo de 90 dias. 6. Considerar este processo como um passo para a modernização da gestão intermédia das unidades hospitalares e respectivo sistema retributivo, a qual terá lugar em 2008, em
4 condições homólogas às do lançamento das Unidades de Saúde Familiar, salvaguardadas as devidas especificidades e proporções. 7. Aguardar a entrada em vigor da legislação referente aos Agrupamentos de Centros de Saúde para, após avaliação do impacto da implementação referida no n.º 1, permitir a sua extensão aos cuidados de saúde primários, preferencialmente até ao final do primeiro trimestre de Lisboa, 18 de Setembro de 2007 O Secretário de Estado da Saúde (Francisco Ventura Ramos)
5 Ago-07 Set-07 Out-07 Nov-07 Dez-07 Região Norte Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia, EPE H. São João, EPE H. São Marcos - Braga H. Geral de Santo António, EPE H. Central Especializado de Crianças Maria Pia H. de Joaquim Urbano H. de Magalhães Lemos Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil - Porto, EPE Maternidade de Júlio Dinis Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE Centro Hospitalar do Anto Minho, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE H. de Padre Américo, EPE H. de São Sebastião - Feira, EPE H. Santa Maria Maior, EPE Centro Hospitalar do Alto Ave, EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE Centro Hospitalar da Póvoa do Varzim - Vila do Conde Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE H. Conde S. Bento - Santo Tirso H. de S. João de Deus, EPE H. Nossa Sra. da Conceição de Valongo Hospital de S. Gonçalo, EPE Região Centro Centro Med. Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais Em funcionamento H. São Teotónio - Viseu, EPE 01-Out H. de José Luciano de Castro - Anadia 01-Out H. Dr. Francisco Zagalo - Ovar 01-Out H. Arcebispo João Crisóstomo - Cantanhede 01-Out Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - 1º Hospital 01-Out H. Infante D. Pedro - Aveiro, EPE 01-Nov H. Santo André - Leiria, EPE 01-Nov H. Amato Lusitano - Castelo Branco 01-Nov H. Distrital da Figueira da Foz, EPE 01-Nov H. Psiquiátrico de Lorvão 01-Nov H. de Sobral Cid 01-Nov Centro Psiquiátrico de Recuperação de Arnes 01-Nov Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - 2º Hospital 01-Nov H. de Sousa Martins - Guarda H. de Nossa Sra. da Assunção - Seia Centro Hospitalar da Cova da Beira, EPE H Distrital de Águeda H. de Visconde de Salreu - Estarreja H Distrital de Pombal
6 Ago-07 Set-07 Out-07 Nov-07 Dez-07 H. Cândido de Figueiredo - Tondela Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - 3º Hospital Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil - Coimbra, EPE Hospitais da Universidade de Coimbra Região de LVT Maternidade Alfredo da Costa Em funcionamento Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE Hospital Santa Maria, EPE Hospital de Pulido Valente, EPE Hospital Garcia de Orta, EPE Hospital Nossa Sra do Rosário - Barreiro, EPE Hospital Distrital do Montijo H Distrital de Santarém, EPE H Reynaldo Santos - Vila Franca de Xira Centro Hospitalar de Torres Vedras Centro Hospitalar de Setúbal, EPE Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil - Lisboa, EPE Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE H. Júlio Matos H. Miguel Bombarda Região do Alentejo H. do Espírito Santo - Évora, EPE Centro Hospitalar do Baixo Alentejo, EPE Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE Hospital Litoral Alentejano Região do Algarve Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE H. Central do Algarve Fonte: Propostas das ARS s.
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