Sistemas Peer-to-Peer
|
|
|
- Yan Guimarães Borja
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas Peer-to-Peer Prof. Bruno Crestani Calegaro Curso de Ciência da Computação ELC Sistemas Distribuídos 1
2 Sistemas Peer-to-Peer (P2P) Prevêem a colaboração de muitos hosts usando dados e recursos disponíveis em computadores pessoais e servidores Principal problema de projeto: Distribuição de muitos objetos em muitos hosts com subsequente acesso/localização eficiente. Middlewares exploram: Técnicas de atribuição de resolução de nomes Roteamento Replicação de dados Técnicas de segurança Usos mais frequentes de aplicativos P2P Compartilhamento de arquivos Distribuição de informações 2
3 Principais características Usuário contribui com recursos para o sistema Todos os nós tem as mesmas capacidades e responsabilidades Seu funcionamento não depende de um coordenador/centralizador Pode explorar anonimato para provedores e usuários Uso de algoritmo eficiente para distribuir e recuperar dados com equilíbrio da carga de trabalho Proprietários dos recursos não garantem sua disponibilidade 3
4 As 3 gerações do P2P Napter para troca de música Aplicativos de compartilhamento de arquivos com escalabilidade, TF, e anonimato Freenet, Gnutella, Kazaa, BitTorrent Middlewares P2P Pastry, Tapestry, CAN, Chord e Kademlia 4
5 Napster Serviço de armazenamento e recuperação de informações Compartilhamento de músicas Objetivo: download de arquivos de música digital Usuários fornecem arquivos Usa índices centralizados e replicados Índices mantém endereços de rede dos hosts Consistência entre réplicas não é garantida Projeto considera caráter local da rede número de passos entre cliente e servidor Gargalos: descoberta e endereçamento de objetos 5
6 Napster: compartilhamento de arquivo P2P com um index centralizado e replicado 6
7 Características especiais Aplicação: Arquivos de música nunca são atualizados Não é exigida garantia de disponibilidade Segurança: Mecanismos de comunicação favorecem anonimato Arquivos cifrados podem conter informações sigilosas ou proibidas e provedor pode alegar desconhecimento Roteamento de requisições e resposta pode ocultar a fonte (caminho tortuoso) Conteúdo de arquivos podem ser distribuídos em vários nós dispersando responsabilidades 7
8 Middleware P2P Desafios gerais: Garantir acesso rápido à recursos Garantir acesso seguro a recursos (disponibilidade) Segunda geração de sistemas P2P: Índices particionados e distribuídos Algoritmos de manipulação de índices específicos por sistema Questão principal: como localizar os objetos de forma rápida? 8
9 Middleware P2P Requisitos Permitir que clientes localizem e se comuniquem com recursos individuais, independente da distribuição Capacidade de adicionar e remover hosts e recursos à vontade Oferecer uma interface de programação amigável/simples Escalabilidade global Balanceamento de carga Posicionamento aleatório de recursos Réplicas dos recursos muito utilizados Otimização das iterações locais entre peers Acomodar a disponibilidade dinâmica de hosts Segurança dos dados em um ambiente com confiança heterogênea Anonimato, capacidade de negação e resistência a censura 9
10 Distribuição de informação num roteamento sobreposto (overlay) Região de roteamento a partir de A Região de roteamento a partir de D C A D Object: B Node: Roteamento a partir de B OBS: Para rotear, cada nó mantém informações sobre localização de nós e objetos (replicação) Região de roteamento a partir de C 10
11 Middleware: Roteamento sobreposto Principal tarefa: Servidor de localização, ou seja, dado uma requisição e um GUID o roteamento sobreposto deve encontrar o nó que contém o objeto e entregar a requisição. Outras tarefas: Um nó deve poder calcular um GUID e anunciá-lo a camada de roteamento sobreposto. Clientes devem poder solicitar a remoção de objetos. Nós devem poder entrar e sair do serviço. Serviço deve buscar réplica mais próxima. 11
12 Middleware: Roteamento sobreposto Um GUID é um hash de todo ou parte do objeto (identificador exclusivo). Para alcançar disponibilidade o middleware distribui o dado ou tuplas <GUID,dado> Também conhecido como Pastry: Distributed Hash Table (DHT) Dado armazenado em r hosts com número próximo ao GUID Tapestry: Distributed Object Location and Routing (DOLR) Dado armazenado no host onde cliente deseja publicá-lo. 12
13 Pastry: Interface de Programação Básica para uma Distributed Hash Table (DHT) put(guid, data) Submete dados ao middleware. Dados são distribuídos (replicados). A DHT é atualizada para garantir localização. remove(guid) Exclui todas as referências para o GUID e para os dados associados. value = get(guid) Os dados associados ao GUID são recuperados de um dos nós responsáveis por eles (que contém uma réplica). 13
14 Tapestry: Interface de Programação Básica para um Dist. Object Location and Routing (DOLR) publish(guid) Publica objeto correspondente ao GUID. unpublish(guid) Torna objeto correspondente ao GUID inacessível. sendtoobj(msg, GUID, [n]) Seguindo o paradigma OO envia uma mensagem ao objeto (requisição). O parâmetro opcional [n] indica o número de réplicas do objeto que se deseja alcançar. 14
15 Roteamento baseado em prefixo Usado no Pastry e Tapestry Determina rotas para distribuição de mensagens com base nos valores dos GUIDs Restringe busca do próximo nó na rota aplicando máscara binária. A cada hop, mascara seleciona número cada vez maior de dígitos hexadecimais do GUID. Clientes consultam serviços de indexação para obter GUIDs a partir de nomes comuns. 15
16 Pastry Infra-estrutura de roteamento de mensagens Utilizado no: PAST, um sistema de arquivos Squirrel, um serviço P2P para uso de cache web Usa GUIDs de 128 bits Usa função de resumo segura SHA-1 Usa um esquema de roteamento circular 16
17 Roteamento Circular Simples (ineficiente) 65A1FC 0 FFFFF...F ( ) D471F1 D467C4 D46A1C D13DA3 Os pontos representam nós ativos. O espaço é circular. O diagrama ilustra o roteamento de uma mensagem do nó 65A1FC para o nó D46A1C usando apenas informações do conjunto de folhas de tamanho 8 (l = 4). Tipo não escalável de roteamento Não usado na prática. 17
18 Primeiras 4 linhas de uma tabela de roteamento do Pastry 18
19 Algoritmo de roteamento do Pastry Para manipular uma mensagem M endereçada para um nó D (onde R[p,i] é o elemento na coluna i, linha p da tabela de roteamento): 1. Se (L -l < D < L l ) { // destino dentro do conjunto de folhas ou é o nó corrente 2. Encaminha D para L i com GUID mas próximo a D ou ao nó corrente A 3. } senão { // usa tabela de roteamento para enviar M para GUID mais próximo 1. Localiza linha p, o comprimento do prefixo comum mais longo de D e A 2. Localiza coluna i, o (p+1) iésimo dígito hexadecimal de D 3. Se (R[p,i] null) { 4. encaminha M para R[p,i] // nó com um prefixo comum mais longo 5. } senão { // não existe nenhuma entrada na tabela de roteamento 6. encaminha M para qualquer nó em L, ou R, com um prefixo comum de comprimento p, mas com um GUID numericamente mais próximo. 1. } 11.} 19
20 Exemplo de roteamento no Pastry 0 FFFFF...F ( ) D471F1 D467C4 D46A1C D462BA D4213F D13DA3 Roteamento de uma mensagem do nó 65A1FC para D46A1C. Com uma tabela adequadamente preenchida a mensagem pode ser enviada em ~ log 16 (N) hops. 65A1FC 20
21 Integração de Hosts Protocolo de associação Cada novo nó X calcula GUID (hash do nome) X envia join para vizinho A (vizinho próximo - rtt) A envia join(x) via Pastry para Z, onde Z é numericamente mais próximo de X Todos os nós A B... Z enviam parte relevante da tabela de roteamento para X X monta sua tabela com base no que recebe X0=A0; X1=B1;...; Xn=Zn X envia seus conteúdos para todos os nós folha (as mesmos nós folha de Z) para que incluam X 21
22 Falha ou saída de host Um nó falho quebra a rota Para detectar falhas, Pastry envia periodicamente mensagens de pulsação (heartbeat) Para garantir TF, nós podem enviar mensagens com semântica pelo menos uma vez. Reenviam mensagens várias vezes até receberem ack. 22
23 Tapestry Implementa tabela de resumo distribuída Como Pastry, usa roteamento baseado em prefixo Proprietário do recurso mantém recursos publicados Tapestry cria réplicas com o mesmo GUID 23
24 Roteamento do Tapestry Rotas Tapestry para Raiz para 4378) Caminho do publish FE 437A Mapeamento de localização para 4378 Rotas realmente Feitas pelos send(4378) 4378 Phil s books E B4F EC 4A6D AA Phil s books Replicas do arquivo Phis s books (G=7378), publicadas nos nodos 4228 e O nodo 4377 é o raiz do documento
25 Outras abordagens para restringir buscas no roteamento overlay Chord baseia-se na diferença numérica entre os GUIDs do nó selecionado e do destino. CAN baseia-se na distância de um hiperespaço d-dimencional onde nós estão. Kademlia usa operação XOR dos pares de GUIDs como métrica de distância 25
26 AGUID Organização de armazenamento dos objetos OceanStore certificate VGUID of current version version i+1 VGUID of version i root block d1 d2 d3 BGUID (copy on write) version i Version i+1 has been updated in blocks d1, d2 and d3. The certif icate and the root blocks include some metadata not shown. All unlabelled arrows are BGUIDs. indirection blocks data blocks VGUID of version i-1 d1 d2 d3 d4 d5 26
27 Tipos de identificadores usados no OceanStore Name Meaning Description BGUID block GUID Secure hash of a data block VGUID version GUID BGUID of the root block of a version AGUID active GUID Uniquely identifies all the versions of an object 27
28 Arquitetura do sistema Ivy Iv y node Application Application DHash serv er DHash serv er Iv y serv er DHash serv er DHash serv er Modif led NFS Client module Kernel DHash serv er 28
29 Diferenças entre roteamento IP e roteamento overlay para P2P Escala Equilíbrio da Carga Dinâmica da Rede (adição/exclusão de objetos/nós) IP O Ipv4 é limitado a 2³² nós endereçáveis. O espaço de nomes Ipv6 é muito mais generoso(2 128 ), mas nas duas versões os endereços são estruturados hierarquicamente e grande parte do espaço é previamente alocado de acordo com os requisitos administrativos As cargas sobre os roteadores são determinadas pela topologia de rede e pelos padrões de tráfegos vigentes As tabelas de roteamento IP são atualizadas de forma assíncrona, com base nos melhores esforços, com constantes de tempo na ordem de uma hora Roteamento em nível de aplicativo Os sistemas peer-to-peer podem endereçar mais objetos. O espaço de nomes do GUID é muito grande e plano (>2 128 ), podendo ser ocupado de forma muito mais completa Os objetos podem se posicionar aleatoriamente e com isso os padrões de tráfego não tem nada a ver com a topologia de rede 29
30 Diferenças entre roteamento IP e roteamento overlay para P2P Tolerância a falhas Identificação do Destino Segurança e anonimato IP A redundância é projetada na rede IP por seus gerentes, garantindo tolerância da falha de conectividade de um único roteador ou cabo. A replicação com fator de multiplicação n é dispendiosa Cada endereço IP é mapeado em exatamente um nó destino O endereçamento só é seguro quando todos os nós são confiáveis. O anonimato dos proprietários de endereços não pode ser obtido Roteamento em nível de aplicativo Rotas e referências de objeto podem ser replicados por um fator n, garantindo a tolerância de n falhas de nós ou conexões As mensagens podem ser direcionadas para a réplica mais próxima de um objeto destino A segurança pode ser obtida, mesmo em ambientes de confiança limitada. Um grau limitado de anonimato pode ser fornecido 30
31 Referencias Bibliográficas COULOURIS, G. AT AL. Sistemas Distribuídos Conceito e Projeto. Bookman, º Ed. Capítulo 10 31
Sistemas Distribuídos e Paralelos
Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas peer-to-peer Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa [email protected] December 3, 2014 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos
Aplicações P2P. André Lucio e Gabriel Argolo
Aplicações P2P André Lucio e Gabriel Argolo Tópicos Internet Peer-to-Peer (Introdução) Modelos (Classificação) Napster Gnutella DHT KaZaA Razões para o Sucesso da Internet Capacidade de interligar várias
PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM
PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM INTRODUÇÃO, INFRA-ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE ESQUEMAS AGENDA Data Management System Peer Data Management System P2P Infra-estrutura Funcionamento do PDMS Mapeamento de Esquemas
Chord. Tecnologias de Middleware. Fernando Martins - [email protected]
Chord Tecnologias de Middleware 2006/2007 Fernando Martins - [email protected] Tópicos Objectivo Motivação Peer-To-Peer Chord Descrição Geral Características Distintivas Comparação DNS Modelo do Sistema
Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar
Redes Peer- Redes Peer- (P2P) São sistemas distribuídos nos quais os membros da rede são equivalentes em funcionalidade Permitem que os pares compartilhem recursos diretamente, sem envolver intermediários
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Comunicação coletiva Modelo Peer-to-Peer Slide 6 Nielsen C. Damasceno Introdução Os modelos anteriores eram realizado entre duas partes: Cliente e Servidor. Com RPC e RMI não é possível
Resumo. Introdução História Caracteristicas Exemplos Arquitetura Distribuição Vertical vs Distribuição Horizontal Segurança Conclusão
Peer 2 Peer (P2P) Resumo Introdução História Caracteristicas Exemplos Arquitetura Distribuição Vertical vs Distribuição Horizontal Segurança Conclusão O que é P2P? Introdução Tipo de arquitetura de rede
Sistemas Distribuídos. Nomeação. Nazareno Andrade. Universidade Federal de Campina Grande 02/2008
Sistemas Distribuídos Nomeação Nazareno Andrade Universidade Federal de Campina Grande 02/2008 Fundamentos Coordenando processos Construíndo sistemas Sistemas construídos 2 Fundamentos Coordenando processos
Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014
MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014 Nomeação Nomeação Compartilhar recursos, identificar entidades de maneira única, fazer referência a localizações... Resolução de nomes Espaço de nomes e implementação
Definição São sistemas distribuídos compostos de nós interconectados, aptos a se auto-organizar em topologias de rede, com o intuito de compartilhar
Redes Peer-to-Peer Redes Peer-to to-peer Arquitetura de Redes P2P Integridade e Proteção Redes Peer-to-Peer (P2P) São sistemas distribuídos nos quais os membros da rede são equivalentes em funcionalidade
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Comunicação de Grupos Peer to Peer Comunicação de Grupos Modelos Anteriores - Comunicação envolvia somente duas partes. RPC não permite comunicação de um processo com vários outros
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Nomes, Identificadores, Endereços Nomeação Simples Capítulo 5 Agenda Nomes, Identificadores e Endereços Definição Nomeação Simples Soluções Simples
Redes de Computadores
Redes de Computadores Roteamento IP Redes de Computadores Objetivo Conhecer o modelo de roteamento da arquitetura TCP/IP Entender os conceitos básicos de algoritmo, métrica, tabela e protocolos de roteamento
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
SISTEMAS DISTRIBUIDOS
1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização
Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos
Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa
Sistemas de Nomes Planos
Sistemas de Nomes Planos November 2, 2009 Sumário Sistemas de Nomes Planos e DHTs Chord Sistemas de Nomes Planos Tipicamente, sistemas de nomes à escala da Internet usam nomes estruturados hierarquicamente.
Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Arquitetura de Sistemas Distribuídos Conceito de Arquitetura de Software Principais elementos arquiteturais
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
Arquiteturas www.pearson.com.br capítulo 2 slide 1 2.1 Estilos Arquitetônicos Formado em termos de componentes, do modo como esses componentes estão conectados uns aos outros, dos dados trocados entre
Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares
Arquitetura TCP/IP Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Problema de resolução de endereço Mapeamento direto Associação dinâmica ARP
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas
Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host
Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Topologia Objetivos Parte 1: Acessar a tabela de roteamento de host Parte 2: Examinar as entradas da tabela de roteamento de host IPv4 Parte
Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?
1. Que duas declarações descrevem corretamente os conceitos de distância administrativa e métrica? (Escolha duas.) a) Distância administrativa refere-se a confiabilidade de uma determinada rota. b) Um
Sistemas Distribuídos
Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 de agosto de 2009 Membership Grupos dinâmicos Membros entram e saem dos grupos Membros podem falhar (crash) Grupos são criados e destruídos em tempo
Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido
Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos
Fundamentos de Banco de Dados
Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema
Rede de Computadores
Escola de Ciências e Tecnologia UFRN Rede de Computadores Prof. Aquiles Burlamaqui Nélio Cacho Luiz Eduardo Eduardo Aranha ECT1103 INFORMÁTICA FUNDAMENTAL Manter o telefone celular sempre desligado/silencioso
MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS
MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares
Peer-to-Peer. Introdução. Motivação. Definição. Definição. Definição. Everton Flávio Rufino Seára Murilo R. de Lima
Introdução Peer-to-Peer Everton Flávio Rufino Seára Murilo R. de Lima Peer-to-Peer (P2P) é a base da operação de sistemas distribuídos como SETI@home e Kazaa; caracterizada por compartilhamento direto
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios.
Capítulo 11: NAT para IPv4
Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 11: NAT para IPv4 Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID 1 Capítulo 11 11.0
Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected]. http://www.tiagodemelo.info
Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected] Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds
Redes de Computadores
Redes de Computadores Camada de Aplicação Slide 1 Aplicação e Protocolo de Aplicação Aplicação: processos distribuídos em comunicação rodam nos computadores usuários da rede como programas de usuário trocam
Trabalho de Sistemas Distribuídos
Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Características Roteamento
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Características Roteamento Professor Rene - UNIP 1 Roteamento Dinâmico Perspectiva e histórico Os protocolos de roteamento dinâmico são usados
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS
Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página
Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento IP 1 História e Futuro do TCP/IP O modelo de referência TCP/IP foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). O DoD exigia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet
A camada de rede. A camada de rede. A camada de rede. 4.1 Introdução. 4.2 O que há dentro de um roteador
Redes de computadores e a Internet Capitulo Capítulo A camada de rede.1 Introdução.2 O que há dentro de um roteador.3 IP: Protocolo da Internet Endereçamento IPv. Roteamento.5 Roteamento na Internet (Algoritmos
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br
TRBOnet MDC Console. Manual de Operação
TRBOnet MDC Console Manual de Operação Versão 1.8 ÍNDICE NEOCOM Ltd 1. VISÃO GERAL DA CONSOLE...3 2. TELA DE RÁDIO...4 2.1 COMANDOS AVANÇADOS...5 2.2 BARRA DE FERRAMENTAS...5 3. TELA DE LOCALIZAÇÃO GPS...6
João Rocha Marco Antônio Domingues. Eduardo Souto Guthemberg Silvestre Carlos Kamienski Djamel Sadok
GPRT/UFPE GPRT/UFPE Peer-to-Peer (P2P) Computação Colaborativa na Internet Minicurso SBRC - (alterado por Andrea Krob) Autores Originais (UFPE) João Rocha Marco Antônio Domingues Arthur Callado Eduardo
Tabela de roteamento
Existem duas atividades que são básicas a um roteador. São elas: A determinação das melhores rotas Determinar a melhor rota é definir por qual enlace uma determinada mensagem deve ser enviada para chegar
Redes de Computadores
Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores 2 1 Máquinas e processos podem ser identificados por endereços (hierárquicos ou não) conforme visto, como IP, IP+NroPorta, No uso por usuários
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)
Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema
ESTUDOS REALIZADOS. Camada Física. Redes de Computadores AULA 13 CAMADA DE REDE. Camada Física Camada de Enlace Subcamada de Acesso ao Meio AGORA:
Redes de Computadores AULA 13 CAMADA DE REDE Profº Alexsandro M. Carneiro Outubro - 2005 ESTUDOS REALIZADOS Camada Física Camada de Enlace Subcamada de Acesso ao Meio AGORA: Camada de Rede Camada Física
Equipamentos de rede. Repetidores. Repetidores. Prof. Leandro Pykosz [email protected]
1 Equipamentos de rede Prof. Leandro Pykosz [email protected] Repetidores É o dispositivo responsável por ampliar o tamanho máximo do cabeamento de rede; Como o nome sugere, ele repete as informações
WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede
WebZine Manager Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.0 Data: 10 de Setembro de 2012 Identificador do documento: WebZine Manager Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: SoftSolut,
OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados
Endereçamento IP V.4 e Roteamento Estático Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados em 5 classes, de acordo
ICORLI. INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET
INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET 2010/2011 1 Protocolo TCP/IP É um padrão de comunicação entre diferentes computadores e diferentes sistemas operativos. Cada computador deve
Prefixo a ser comparado Interface 1 0 10 1 111 2 Senão 3
PEL/FEN Redes de Computadores 015/1 Segunda Lista de Exercícios Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein 1) Descreva os principais serviços providos pela camada rede. ) Cite as diferenças entre datagrama e circuito
Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. [email protected]
Gerência de Redes Arquitetura de Gerenciamento [email protected] Sistema de Gerência Conjunto de ferramentas integradas para o monitoramento e controle. Possui uma interface única e que traz informações
Redes de Computadores e a Internet
Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2011 Camada de Aplicação
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA 26. Considerando o sistema de numeração Hexadecimal, o resultado da operação 2D + 3F é igual a: a) 5F b) 6D c) 98 d) A8 e) 6C 27. O conjunto
Informática UFRGS. Programação Concorrente (C. Geyer) P2P 1
Sistemas P2P P2P 1 Autoria Cláudio Geyer Local Instituto de Informática Disciplinas: Versão Sistemas Operacionais II v0 dez/2009 P2P 2 Bibilografia Bibliografia: Coulouris et al. Sistemas Distribuídos
Encaminhamento em redes instáveis. Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord
Encaminhamento em redes instáveis Encaminhamento em redes Ad Hoc Introdução Descoberta de rotas Manutenção de rotas Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord Encaminhamento em redes
Redes de Computadores Aula 3
Redes de Computadores Aula 3 Aula passada Comutação: circuito x pacotes Retardos e perdas Aula de hoje Protocolo em camadas Aplicações C/S x P2P Web Estruturando a Rede Como organizar os serviços de uma
Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO
Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial
AULA 6: SERVIDOR DNS EM WINDOWS SERVER
AULA 6: SERVIDOR DNS EM WINDOWS SERVER Objetivo: Instalar e detalhar o funcionamento de um Servidor de DNS (Domain Name System) no sistema operacional Microsoft Windows 2003 Server. Ferramentas: - ISO
SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010)
SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010) OBJETIVO GERAL Este trabalho possui o objetivo de exercitar a lógica de programação dos alunos do Terceiro ano do Curso de BSI e também desenvolver
BC-0506: Comunicação e Redes Aula 04: Roteamento
BC-0506: Comunicação e Redes Aula 04: Roteamento Santo André, Q011 1 Roteamento Princípios de Roteamento O que é... Sistemas Autônomos Roteamento Interno e Externo Principais Tipos de Algoritmos Distance-Vector
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected]
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected] Procedimento para criar uma árvore O procedimento usado para criar uma árvore com o Assistente para instalação do Active Directory
Redes de Computadores
Redes de Computadores Redes de Computadores Nível de Rede Redes de Computadores 2 1 Nível de Rede Internet Nível de Rede na Internet O ambiente inter-redes: hosts conectados a redes redes interligam-se
Tecnologia de Redes de Computadores - aula 5
Tecnologia de Redes de Computadores - aula 5 Prof. Celso Rabelo Centro Universitário da Cidade 1 Objetivo 2 3 4 IGPxEGP Vetor de Distância Estado de Enlace Objetivo Objetivo Apresentar o conceito de. Conceito
Introdução ao Active Directory AD
Introdução ao Active Directory AD Curso Técnico em Redes de Computadores SENAC - DF Professor Airton Ribeiro O Active Directory, ou simplesmente AD como é usualmente conhecido, é um serviço de diretórios
Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.
Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística Prof. Andre Zanki Cordenonsi Versao 1.0 Março de 2008 Tópicos Abordados Conceitos sobre Banco
Projeto de Arquitetura
Introdução Projeto de Arquitetura (Cap 11 - Sommerville) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Até agora, estudamos: Os
Existem muitos assuntos relacionados com o Skype. Logo, esta apresentação focar-seá essencialmente nos aspectos mais importantes sobre a arquitectura
1 Existem muitos assuntos relacionados com o Skype. Logo, esta apresentação focar-seá essencialmente nos aspectos mais importantes sobre a arquitectura da rede e as funcionalidades do Skype. 2 3 4 PRÓS:
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais
3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança
3 SERVIÇOS IP 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança Os serviços IP's são suscetíveis a uma variedade de possíveis ataques, desde ataques passivos (como espionagem) até ataques ativos (como a impossibilidade
IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.
Endereços IP Endereços IP IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.) precisam ter endereços. Graças
BC-0506: Comunicação e Redes Internet e Web como redes complexas
BC-0506: Comunicação e Redes Internet e Web como redes complexas Santo André, 2Q2011 1 Agenda Internet e Web como redes complexas Estrutura da Internet como uma Redes Complexa Ligação entre páginas Web
Redes de Computadores
Redes de Computadores Capítulo 2.5 - DNS Prof. Jó Ueyama Março/2014 1 DNS: Domain Name System Pessoas: muitos identificadores: RG, nome, passaporte. Hosts e roteadores na Internet: endereços IP (32 bits)
Redes de Computadores
Redes de Computadores Camada de Aplicação P2P Camada de Transporte Slide 1 P2P O compartilhamento de arquivos P2P é um paradigma de distribuição atraente porque todo o conteúdo é transferido diretamente
Veja abaixo um exemplo de um endereço IP de 32 bits: 10000011 01101011 00010000 11001000
4 Camada de Rede: O papel da camada de rede é transportar pacotes de um hospedeiro remetente a um hospedeiro destinatário. Para fazê-lo, duas importantes funções da camada de rede podem ser identificadas:
Roteamento Estático (2)
Roteamento Estático (2) Rotas Alternativas Alternative Routes Rotas Alternativas (cont.) Suponha que: Um novo novo link seja adicionado entre Pooh e Eeyore; Por uma decisão administrativa, todos os pacotes
JXTA. Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima. [email protected]
JXTA Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima Roteiro Motivação Introdução Arquitetura de JXTA Elementos de JXTA Os Protocolos Comparações e Desvantagens Conclusão Motivação Limitações do Modelo Cliente
Arquitetura TCP/IP. Parte III Endereçamento IP e roteamento. Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares
Arquitetura TCP/IP Parte III Endereçamento IP e roteamento Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Formato do endereço Classes de endereços Endereços especiais Sub-rede e máscara VLSM (Variable Length
Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins
Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura
Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor
Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis
Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server
Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados
Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1
1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos
Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:
Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: [email protected] Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre
ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS
7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação ão? Como um sistema de gerenciamento
DNS - Domain Name System
DNS - Domain Name System IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm DNS Pessoas: muitos identificadores: RG, nome, passporte Internet hosts, roteadores: endereços
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de
http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho
vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS
O que são DNS, SMTP e SNM
O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade
Endereçamento IP. Figura 1 Estrutura hierárquica do endereço IP
Endereçamento IP 1. Introdução: A partir da segunda metade dos anos 90, a Internet se tornou uma rede muito diferente daquela existente em sua concepção no início dos anos 80. Hoje, a Internet tornou-se
O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected]
O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected] O IP e a Máscara de Sub-Rede O IP se baseia em duas estruturas para efetuar o roteamento de datagramas:
Comunicando através da rede
Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir
