Doação de Tecidos Nº de Dadores
|
|
|
- Ângelo Figueiredo Guterres
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Atividades em 204
2 Doação de Tecidos Nº de Dadores Dadores em Morte Cerebral Dadores em Assistolia Dadores vivos Total Diminuição de 7% no número total de dadores
3 Doação de Tecidos Nº de Tecidos de Dadores em Morte Cerebral de Dadores em Assistolia de Dadores vivos Total Diminuição de 6% no número total de dadores
4 Doação de Tecidos Nº de Tecidos N.º unidades colhidas N.º de Bancos de tecidos Nacionais/tipo de tecido Nº de tecidos oculares Nº de unidades de pele 0 Nº válvulas cardíacas 22 Nº vasos sanguíneos 0 Nº de tecidos músculoesqueléticos Nº de membrana amniótica Nota: Existem doações de tecido cardíaco reportadas pelo CHUC para as quais se desconhece o número de tecidos cardíacos resultantes.
5 Doação de Tecidos % de Tecidos 2% 0% 0% 4% 2% 82% Córneas Válvulas Cardíacas Tecidos Musculoesqueléticos Pele Vasos Membranas Amnióticas
6 Doação de Tecidos Região Norte CHEDVouga 30 CHVNGaia CHSJoão Tecidos Muscoloesqueléticos Córneas ULSMatosinhos 4 CHPorto 22 HVReal 8 CHAltoAve 4 HPPBraga 34 Região Norte
7 Doação de Tecidos Região Centro CHBaixoVouga ULSGuarda 2 6 Tecidos Muscoloesqueléticos Córneas CHLeiria/Pombal 8 CHTViseu 26 CHUCoimbra Região Centro
8 Doação de Tecidos Região Sul CHLNorte 60 HLuz CUFDescobertas 2 6 Membranas Amnióticas Tecidos Muscoloesqueléticos HFFonseca 63 Tecidos Cardíacos Córneas HGOrta CHLCentral Região Sul
9 Doação de Tecidos Regiões Autónomas HDESPDelgada 4 Córneas CHFunchal
10 Colheita, Processamento e Armazenamento de Tecido de Cordão Umbilical Instituições Privadas Recebido Rejeitado Distribuído Armazenado a 0/0 Armazenado a 3/2 Nota: A atividade com Tecidos de Cordão Umbilical não é contabilizada na atividade geral com tecidos a nível nacional.
11 Distribuição Origem das Córneas distribuídas Banco de Tecidos do IPST 20 Banco de Córneas do CHLC 9 Banco de Córneas do CHP 44 Banco de Olhos do CHUC 28 Banco de Córneas do CHSJ Banco de Córneas do CHLN Banco de Córneas do CHEDV Banco de Córneas do CHVNG/E Nota: As córneas distribuídas pelo BT IPST resultam da atividade de importação
12 Distribuição Origem de outros Tecidos distribuídos Banco de Osso do CHUC 237 Banco de Tecidos do IPST Banco de Osso do CHSJ Tecidos de membrana amniótica distribuídos Tecidos de pele distribuídos Tecidos musculoesqueléticos distribuídos Tecidos cardíacos distribuídos
13 Distribuição Origem dos tecidos distribuídos a Instituições Privadas Banco de Tecidos do IPST Bancos de tecidos do CHUC Córneas distribuídas Tecidos de membrana amniótica distribuídos Tecidos musculoesqueléticos distribuídos
14 Distribuição Destino das Córneas distribuídas pelo BT do IPST a Instituições Privadas Hospital da Ordem Terceira Instituto de Microcirurgia Ocular Idealmed Hospital dos Lusíadas Almoftalmolaser Centro Cirúrgico de Coimbra Sanfil Hospital Cuf Descobertas Microcular Coluz
15 Distribuição Destino das unidades de Membrana Amniótica distribuídas pelo BT do IPST a Instituições Privadas Instituto de Microcirurgia Ocular Hospital de Braga Centro Cirúrgico de Coimbra Hospital dos Lusíadas Hospital da Luz Hospital Beatriz Ângelo Hospital Cuf Infante Santo Microcular Hospital Cuf Descobertas Hospital da Ordem Terceira Coluz
16 Distribuição Destino dos tecidos Musculosqueléticos distribuídos pelo BT do IPST a Instituições Privadas Hospital da Prelada Hospital Cuf Infante Santo Hospital Beatriz Angelo Hospital Cuf Descobertas SAMS Hospital da Arrábida Hospital da Luz Hospital de Santana British Hospital Clinica Todos-os-Santos
17 Distribuição Destino das Córneas distribuídos pelo Banco de Olhos do CHUC a Instituições Privadas Hospital da Ordem Terceira Sanfil
18 Distribuição Destino dos tecidos Musculosqueléticos distribuídos pelo Banco de Olhos do CHUC a Instituições Privadas SANFIL Clínica Particular De Coimbra Hospital Santa Maria Do Porto Hospital Cruz Vermelha Hospital da Prelada Centro Cirúrgico de Coimbra Clínica da Santíssima Trindade
19 Importação de Tecidos pelo BT do IPST Δ+52% 2 39 Δ-2% Δ+0% Córneas T. Musculoesquelético Pele da Fondazione Banca degli Occhi del Veneto FBDO (Itália) do Banc de Teixits de Barcelona BST (Espanha)
20 Aplicação de Tecidos Nº de Unidades Transplantadas Δ+4% Δ+53% Δ-8% 254 Δ+8% Δ+50% Córneas T. Musculoesqueléticos M.Amniótica Pele V. Cardíacas
21 Aplicação de Córneas Doentes Transplantados 203 (doentes transplantados pmh) 204 (doentes transplantados pmh) Média União Europeia * 50,7 N.D. Portugal 79,5 82, * Média calculada com base nos dados disponíveis na Newsletter Transplant 204 do Conselho da Europa Aumento de 2% no número total de doentes transplantados
22 Aplicação de Córneas Doentes Transplantados 00,0 80,0 60,0 87,3 Dados Europeus de Transplantação , 79,5 7, 68,0 62,8 59,5 40,0 40,2 39,8 30,3 20,0 0,0 5,8 4,6 8,2
23 Biovigilância Incidentes Graves Reportados de acordo com a Lei 2/2009 Incidentes Graves Atividade Incidente Descrição N.º Colheita Erro Humano Alterações anatómicas do tecido que inviabilizem a sua utilização (37 córneas) Erro Humano Contaminação microbiológica detetada antes da utilização ( córnea) Processamento Erro Humano Imprevistos na preparação que inviabilizam a utilização (26 córneas) 26 Distribuição Defeito no material/ equipamento Transporte Defeitos nos recipientes que contém os tecidos, detetados antes da utilização ( córnea) Incidentes ocorridos durante o transporte (4 unidade de parte de 4 osso ou inteiro) Aplicação Erro Humano Contaminação microbiológica detetada após utilização (8 unidades 2 de membrana amniótica, córnea, unidade de parte de osso ou inteiro, unidade de tecido cardíaco) Total 90 37
24 Biovigilância Reações Graves Reportadas de acordo com a Lei 2/2009 Reações Adversas em Recetores Tecido/Células Reação Adversa N.º Tecidos oculares Córneas Rejeição do enxerto 37 Total 37
Dados preliminares 2011
Dados preliminares 2011 Os seguintes dados referem se à atividade de colheita e transplantação 2011 Agradecimentos: Gabinetes Coordenadores de Colheita e Transplantação Coordenadores d Hospitalares de
Maria João Xavier (Téc. Superior) Área Tecidos (GCCT)
Maria João Xavier (Téc. Superior) Área Tecidos (GCCT) 1905 1º transplante de córnea com sucesso 1908 1º transplante de joelho com sucesso 1944 1º banco de olhos nos EUA 1949 1º banco de osso nos EUA 1955
AUTORIZAÇÕES DE ATIVIDADE EMITIDAS PELA DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE COMO AUTORIDADE COMPETENTE EM MATÉRIA DE TECIDOS E CÉLULAS
AUTORIZAÇÕES DE ATIVIDADE EMITIDAS PELA DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE COMO AUTORIDADE COMPETENTE EM MATÉRIA DE TECIDOS E CÉLULAS ALM - SERVIÇOS DE OFTALMOLOGIA MÉDICA E CIRÚRGICA, S.A. Fascia Lata: Aplicação
Resumo da Atividade dos Serviços Nacionais de Sangue e de Medicina Transfusional em 2011
Resumo da Atividade dos Serviços Nacionais de Sangue e de Medicina Transfusional em 2011 Serviços de Sangue - Os Serviços de sangue são as estruturas ou organismos responsáveis pela colheita e análise
AUTORIZAÇÕES DE ATIVIDADE EMITIDAS PELA DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE COMO AUTORIDADE COMPETENTE EM MATÉRIA DE TECIDOS E CÉLULAS
AUTORIZAÇÕES DE ATIVIDADE EMITIDAS PELA DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE COMO AUTORIDADE COMPETENTE EM MATÉRIA DE TECIDOS E CÉLULAS ALM - SERVIÇOS DE OFTALMOLOGIA MÉDICA E CIRÚRGICA, S.A. Fascia Lata: Aplicação
ÓRGÃOS. Hospital da Arrábida, S.A. Órgãos de Dador Cadáver Colheita Hospital da Luz, S.A. Órgãos de Dador Cadáver Colheita.
TRANSPLANTAÇÃO - SETORES PRIVADO E SOCIAL ÓRGÃOS Hospital da Arrábida, S.A. Órgãos de Dador Cadáver Hospital da Luz, S.A. Órgãos de Dador Cadáver Página 1 de 7 SANGUE E SERVIÇOS DE MEDICINA TRANSFUNCIONAL
Guia de Notificação ao Sistema Nacional de Biovigilância
Guia de Notificação ao Sistema Nacional de Biovigilância A ferramenta de notificação associada ao Sistema Nacional de Biovigilância (SNB) encontra-se disponível no endereço: http://213.58.198.109:8081/home.aspx
05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS
05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS Grupo: Sub-Grupo: 05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS 01-EXAMES LABORATORIAIS PARA IDENTIFICACAO DE DOADOR E RECEPTOR DE CELULAS-TRONCO HEMATOPOETICAS
Radioncologia em Portugal
Radioncologia em Portugal 2013 Recursos humanos e técnicos Doentes tratados em 2012 Ângelo Oliveira - Colégio de Especialidade de Radioncologia da Ordem dos Médicos Lurdes Trigo Sociedade Portuguesa de
MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES
MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES 1. Considerações iniciais Este manual tem por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Oculares BTOC para o preenchimento
células Vários tipos de
Células tronco Bioquímicas Maria Alice Vieira Willrich Adriana Helena Sedrez Patricia Bernardi Curso de Gestantes Unimed Brusque, 03 de setembro de 2007. O que são células tronco? Tipos de Células-Tronco
Centro de Histocompatibilidade do Sul. Pele Vascular Córnea Membrana amniótica. Processamento Armazenamento Distribuição Importação Exportação
Centro de Histocompatibilidade do Sul Tecidos Atividade Ósseos Pele Vascular Córnea Membrana amniótica Análise Processamento Importação Exportação Criopreservação Congelação Congelação seca Descontaminação
Doação e Transplantação de Órgãos Dados da atividade de 2015 Coordenação Nacional de Transplantação
215 Doação e Transplantação de Órgãos foi um ano de consolidação de estratégias na área da doação e transplantação, marcado não só pela publicação de inúmeros documentos legislativos de apoio à atividade,
AUTORIZAÇÕES DE UNIDADES, BANCOS E SERVIÇOS RESPONSÁVEIS PELA APLICAÇÃO / TRANSPLANTAÇÃO - SETOR PÚBLICO ÓRGÃOS
ÓRGÃOS Centro Hospitalar de Tondela - Viseu, E.P.E. Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, E.P.E. Centro Hospitalar do Baixo Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Trás os Montes e Alto Douro, E.P.E.
Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança
Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança Florianópolis, Agosto 2004 Células-tronco O que são células-tronco e o que podemos fazer com elas? Qual a relação
1. INTRODUÇÃO... 3. Comparação do Número de Dadores na Europa, 2002... 4 2. SEGURANÇA E QUALIDADE EM TRANSPLANTAÇÃO... 4
Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 Comparação do Número de Dadores na Europa, 2002... 4 2. SEGURANÇA E QUALIDADE EM TRANSPLANTAÇÃO... 4 3. CARTA NACIONAL DE COLHEITA DE ÓRGÃOS... 6 4. GESTÃO ESTRATÉGICA... 6 5.
APRESENTAÇÃO CYTOTHERA CORD E CYTOTHERA PLUS
APRESENTAÇÃO CYTOTHERA CORD E CYTOTHERA PLUS Garantir o futuro da saúde do seu filho com Patrícia SEGURANÇA Cruz e INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Apresentação de um serviço único na Europa na área da Biotecnologia
Colheita de Células Hematopiéticas
Dados 213 Colheita de Células Hematopiéticas Dadores inscritos no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE) com tipagem concluída 4 35 3 25 2 15
CÓDIGO DOS PROCEDIMENTOS
CÓDIGO DOS PROCEDIMENTOS Coração 0505020041 TRANSPLANTE DE CORACAO Fígado 0505020050 TRANSPLANTE DE FIGADO (ORGAO DE DOADOR FALECIDO) 0505020068 TRANSPLANTE DE FIGADO (ORGAO DE DOADOR VIVO) Pâncreas 0505020076
Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação. Plano Nacional de Saúde
Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação Plano Nacional de Saúde 2011-2016 1. Como perspectiva a articulação da entidade que representa com o PNS 2011-2016 Autoridade para os Serviços
DADOS DE DOAÇÕES E TRANSPLANTES Janeiro a Agosto (2010, 2011, 2012, 2013, 2014)
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ DADOS DE DOAÇÕES E TRANSPLANTES Janeiro a Agosto (,,,, ) Tabela e Gráficos sobre Notificações, Doações e causas
Bancos de Células e Tecidos ligados a Hemocentros. CETEBIO Júnia Guimarães Mourão Cioffi
Bancos de Células e Tecidos ligados a Hemocentros CETEBIO Júnia Guimarães Mourão Cioffi Fundação Hemominas Fundação Centro de Hematología e Hemoterapia de Minas Gerais Fundação Pública, de direito público
CIRCULAR INFORMATIVA
CIRCULAR INFORMATIVA PARA: ENTIDADES DO SNS, HOSPITAIS PPP E HOSPITAIS PRIVADOS Nº 21/2015/DFI/UOC/ACSS DATA: 01-09-2015 ASSUNTO: Regras de cálculo do financiamento pela realização de atos de colheita
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt2620_21_10_2009_rep.html
Page 1 of 8 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.620, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009(*) Inclui habilitação na Tabela
Proposta de RDC para Banco de Tecidos. Gerência de Tecidos, Células e Órgãos GETOR/GGSTO/ANVISA
Proposta de RDC para Banco de Tecidos Gerência de Tecidos, Células e Órgãos GETOR/GGSTO/ANVISA Portaria de iniciativa n. 1.774/2010; Composição do Grupo de Trabalho: GGSTO, GGTES, UBHEM; VISA municipal
Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS
Ministério da Saúde Sistema Único de Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS Grupo: 05 - TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS Sub-Grupo: - COLETA E EXAMES PARA FINS DE DOACAO DE ORGAOS,
Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS
Ministério da Saúde Sistema Único de Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS Grupo: 05 - TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS Sub-Grupo: - COLETA E EXAMES PARA FINS DE DOACAO DE ORGAOS,
DO FIM AO RENASCIMENTO
Foto: Arquivo Sistema de Procura de Órgãos e Tecidos do Hospital das Clínicas (SPOT-HC) DO FIM AO RENASCIMENTO A MORTE DE UNS PODE SALVAR A VIDA DE OUTROS QUE ESTÃO EM RISCO 6 Não há lado bom quando uma
Manual do Doador Voluntário de Medula Óssea
Manual do Doador Voluntário de Medula Óssea Manual do Doador Voluntário O desconhecimento sobre a doação de medula óssea é enorme. Quando as pessoas são informadas de como é fácil ser doador voluntário
PLANO DE ATIVIDADES 2016
PLANO DE ATIVIDADES 2016 Atividades a desenvolver pelo CNPMA em 2016: ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO CNPMA Expediente, recolha e tratamento da informação Assegurar o funcionamento regular do CNPMA Responder
Sistema Nacional de Biovigilância
Marcelo A. N. Medeiros GEMOR/GGMON/SUCOM/ANVISA Gerência de Monitoramento do Risco Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária Superintendência de Fiscalização, Controle
PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008.
Page 1 of 8 PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008. A Secretária de Atenção à Saúde Substituta, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.848/GM, de 06 de novembro de 200, que aprova a estrutura
Manual do utilizador para notificações na internet
Proteção da saúde do doente O presente manual do utilizador para notificações na internet fornece informações sobre os elementos de dados, o esquema, a interpretação e as funcionalidades da notificação
CÓRNEA O que você precisa saber...
CÓRNEA O que você precisa saber... Enf. Adriana Reña É a parte anterior do globo ocular.função de proteção e permitir uma perfeita visão pela sua transparência. CÓRNEA FLUXO PARA DOAÇÃO DE CÓRNEA Unidade
Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012
Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 CÂNCER 1) O que é? 2) Como surge? CÂNCER 1) O que é? É o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado
COMISSÃO INTRAHOSPITALAR DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES
COMISSÃO INTRAHOSPITALAR DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES A Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes-CIHDOTT tem por objetivo a organizar todo o processo
Biotecnologia e medicina. Denise Machado
Biotecnologia e medicina Denise Machado Biotecnologia 325 milhões de pessoas no mundo fazem uso de 130 drogas ou vacinas produzidas pelas técnicas da biotecnologia. 70% de tais drogas ou vacinas foram
Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos
Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos 1. Considerações iniciais Estas orientações têm por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos
LÍDER NO DESENVOLVIMENTO DA CRIOPRESERVAÇÃO. Garantir o futuro do seu filho com SEGURANÇA e INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
LÍDER NO DESENVOLVIMENTO DA CRIOPRESERVAÇÃO Garantir o futuro do seu filho com SEGURANÇA e INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Apresentação de um serviço único na Europa na área da Biotecnologia Clínica As células estaminais
APAR e CNCDO-SC. Estatísticas de Captação e Transplantes de Órgãos e Tecidos em Santa Catarina - 2006
APAR e CNCDO-SC Estatísticas de Captação e Transplantes de Órgãos e Tecidos em Santa Catarina - 26 Notificações Notificações ME e ME Doações e Doações em SC em / 26 SC / até 26 JULHO 26 Nro. De Notificações
ITEM FATURAÇÃO (GRUPO/CÓD. SSCGD/DESCRIÇÃO)
ITEM FATURAÇÃO (GRUPO/CÓD. SSCGD/DESCRIÇÃO) PÁGINA DIÁRIAS DE INTERNAMENTO PA.IH.00.11 ENFERMARIA 2 PA.IH.00.12 QUARTO SEMI-PRIVADO 2 PA.IH.00.13 QUARTO PRIVADO 2 DIÁRIAS ESPECIAIS PA.IH.00.14 ACOMPANHANTE
Os Rins. Algumas funções dos Rins?
Os Rins Os Rins Algumas funções dos Rins? Elimina água e produtos resultantes do metabolismo como a ureia e a creatinina que, em excesso são tóxicas para o organismo; Permite o equilíbrio corporal de líquidos
PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008(*)
PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008(*) O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.8/GM, de 06 de novembro de 200, que aprova a estrutura e o detalhamento
Segurança do Paciente e Vigipos
14º Encontro Nacional da Rede Sentinela Fórum Internacional de Gestão de Risco e Segurança do Paciente 8 a 10 de outubro de 2013 Segurança do Paciente e Vigipos Geni Neumann N. de Lima Camara Unidade de
CIRCULAR NORMATIVA. ASSUNTO: Meios de comprovação para isenção do pagamento de taxas moderadoras
CIRCULAR NORMATIVA Nº: 36/2011/UOFC Data: 28/12/2011 Republicada pela Circular Normativa n.º 24/2014/DPS de 28/08/2014 Para: ARS, Hospitais, ULS ASSUNTO: Meios de comprovação para isenção do pagamento
Cytothera Baby O serviço Cytothera Baby permite recolher e criopreservar células estaminais obtidas a partir do sangue do cordão umbilical do bebé.
A Cytothera pertence ao grupo farmacêutico MEDINFAR e dedica a sua actividade à investigação e criopreservação de células estaminais. O método pioneiro de isolamento e criopreservação de células estaminais
Plataformas para o transplante e diferenciação controlada de células estaminais
Plataformas para o transplante e diferenciação controlada de células estaminais Lino Ferreira Departamento de Biomateriais e Terapias Baseadas em Células Estaminais Área de Biotecnologia Centro de Neurociências
Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes
2. Gestão dos Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes O Ministro da Saúde assinou hoje (21/10/2009) o novo Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Veja aqui os pontos
Conhecendo os Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário
Conhecendo os Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário Ajudando futuros pais a tomar uma decisão consciente Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa O que é sangue de cordão umbilical
A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos.
Doação de órgãos A doação de órgãos é um ato de caridade e amor ao próximo. A cada ano, muitas vidas são salvas por esse gesto altruísta. A conscientização da população sobre a importância da doação de
CRIOPRESERVAÇÃO DE SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL. Guia para os Pais
CRIOPRESERVAÇÃO DE SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL Guia para os Pais Guia elaborado pelo Conselho da Europa, Comité Europeu para a Transplantação de Órgãos (CD-P-TO). Para mais informações, visite https://go.edqm.eu/transplantation.
III Simpósio de Enfermagem em Neurologia, organizado pelo Hospital de Santa Maria - Centro Hospitalar Lisboa Norte
III Simpósio de Enfermagem em Neurologia, organizado pelo Hospital de Santa Maria - Centro Hospitalar Lisboa Norte Gabinete de Comunicação e Relações Públicas [email protected] Lisboa/CHLN 01-12-2014
Atuação do Enfermeiro na Coordenação de Sala, Perfusão e Acondicionamento de Enxertos
Curso Prático de Extração, Perfusão e Acondicionamento de Múltiplos Órgãos para Transplantes Atuação do Enfermeiro na Coordenação de Sala, Perfusão e Acondicionamento de Enxertos Fluxo da Captação Atuações
O QUE É? O LINFOMA DE HODGKIN
O QUE É? O LINFOMA DE HODGKIN Gânglio Linfático O LINFOMA DE HODGKIN O QUE É O LINFOMA DE HODGKIN? O linfoma de Hodgkin é um cancro do sistema linfático, que surge quando as células linfáticas se alteram
Mesa redonda: TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS
VI CONGRESSO DE BIOÉTICA DE RIBEIRÃO PRETO Mesa redonda: TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS Maria Cristina Komatsu Braga Massarollo Escola de Enfermagem- USP [email protected] TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS Modalidade
LEI Nº 9.434, DE 04 DE FEVEREIRO DE 1997
LEI Nº 9.434, DE 04 DE FEVEREIRO DE 1997 Dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA
Diploma: CIVA Artigo: Assunto: 9º. FICHA DOUTRINÁRIA Enquadramento sujeição a IVA - Operações realizadas por um banco de células privado, quando factura esperma e ovócitos humanos a um cliente - quer seja
2. DEFINIÇÕES E CONCEITOS
NORMA Utilização de antisséticos Elaborado em: Abril 2014 Revisão: 2017 Aprovado em: 09.04.2014 1. INTRODUÇÃO Devido à incidência crescente de infeções nosocomiais e ao aparecimento de estirpes de bactérias
Prof. Dr. José O Medina Pestana. Hospital do Rim e Hipertensão Disciplina de Nefrologia, Universidade Federal de São Paulo
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA APÓS O TRANSPLANTE Prof. Dr. José O Medina Pestana Hospital do Rim e Hipertensão Disciplina de Nefrologia, Universidade Federal de São Paulo FUNÇÃO RETARDADA DO ENXERTO RENAL
Perguntas Frequentes. Centro de Histocompatibilidade do Norte
Perguntas Frequentes Desde quando o Banco Público de Células Estaminais do Cordão Umbilical serve gratuitamente a criopreservação às grávidas? O Despacho do Banco Público de células estaminais do cordão
Aplicação das células mesenquimatosas na transplantação de medula óssea. Projecto IPOFG,IST- IBB, LT Apoios: APCL, JMS 2008
Aplicação das células mesenquimatosas na transplantação de medula óssea Projecto IPOFG,IST- IBB, LT Apoios: APCL, JMS 2008 Doenças potencialmente tratáveis com transplantação de medula óssea Leucemias
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários
L 256/32 Jornal Oficial da União Europeia 1.10.2005
L 256/32 Jornal Oficial da União Europeia 1.10.2005 DIRECTIVA 2005/61/CE DA COMISSÃO de 30 de Setembro de 2005 que aplica a Directiva 2002/98/CE do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere aos
