Regulamento para utilização do FATES
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- Júlia Bugalho Cerveira
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1 Regulamento para utilização do FATES 1 / 6
2 Sumário 1. OBJETIVO FINALIDADE DA FORMAÇÃO DA ALOCAÇÃO E APLICAÇÃO DE RECURSOS DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA DA ASSISTÊNCIA EDUCACIONAL DA ASSISTÊNCIA SOCIAL DA FISCALIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES FINAIS INFORMAÇÕES ADICIONAIS... 5 PARECER DO DR. PAULO BRAGA ADVOGADO BASE LEGAL / 6
3 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para a utilização dos recursos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) pelas cooperativas do Sistema Cecremge. 2. FINALIDADE O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social FATES instituído pelo art. 28, Inciso II da Lei 5764/71, é destinado à prestação de assistência aos associados, seus familiares e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa, constituído de 5% (cinco por cento), no mínimo, das sobras apuradas no exercício, bem como, dos resultados das operações das cooperativas com não associados, mencionados nos artigos 85 e 86 da Lei 5.764/71 (atos não cooperativos), conforme estabelece o artigo 87 da respectiva Lei. 3. DA FORMAÇÃO O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é formado por: I. percentagem de sobras líquidas, conforme previsto no Estatuto Social ou definido pela Assembleia Geral; II. III. resultados de atos não cooperativos; doações de qualquer espécie, conforme previsto no Estatuto Social. 4. DA ALOCAÇÃO E APLICAÇÃO DE RECURSOS A cooperativa poderá firmar convênio com entidades públicas e privadas, visando à utilização dos recursos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES). A forma de utilização dos recursos do FATES deve ser pautada nos princípios da indivisibilidade, isonomia e universalidade (em relação às associadas), transparência e moralidade. Os recursos do FATES poderão ser utilizados em projetos destinados à promoção de assistência: I. Técnica; II. educacional; III. social DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA A assistência técnica visa promover, incentivar, desenvolver e aprimorar a atividade econômica, inclusive profissional, exercida pelos Associados, dependentes legais e empregados da cooperativa. O dicionário Michaelis define técnica como princípios, métodos e meios para estudo e melhoramento prático da sociedade. Importante frisar que a assistência técnica deverá ser projetada em benefício comum dos associados, com foco nos negócios desenvolvidos pela cooperativa. 3 / 6
4 A título de assistência técnica, poderão ser levadas a débito do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) as despesas relacionadas a: I. Aquisição de material técnico-didático, tais como livros, revistas, jornais especializados ou multimídia, cujo conteúdo seja direta ou indiretamente ligado à atividade econômica dos associados e aos empregados da Singular. Nota: Ressaltamos que os gastos com consultorias contratadas pelas cooperativas registram-se nas respectivas contas de despesa de serviços de terceiros DA ASSISTÊNCIA EDUCACIONAL A assistência educacional visa promover, desenvolver e aprimorar a formação intelectual e cultural do cooperado, dos respectivos dependentes legais e dos empregados da cooperativa, considerando as necessidades pessoais, profissionais e sociais do assistido. As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus associados, dos representantes eleitos e dos empregados, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação. Abrange a realização de cursos, palestras, treinamentos, eventos em geral destinados aos cooperados, seus familiares, dirigentes e empregados (se houver previsão estatutária). Poderão ser levadas a débito do FATES, a título de assistência educacional, as despesas relacionadas à: I. Educação em todas as suas modalidades, em especial a educação cooperativista, por meio de cursos, treinamentos, seminários, aulas, palestras ou qualquer outra modalidade pedagógica, visando ao aprimoramento do conhecimento da doutrina cooperativista e do objeto social da Singular; II. Gastos com instrutores, incluindo as despesas de viagem, alimentação e locação de espaços para realização de eventos de capacitação realizados pela Cooperativa. Nota: Ressaltamos que as despesas com estagiários e remuneração de empregados não poderão integrar a assistência educacional aos cooperados. A concessão de bolsas de estudos aos empregados da cooperativa deverá ser objeto de termo específico, firmado entre a cooperativa e o empregado DA ASSISTÊNCIA SOCIAL A assistência social visa amparar, promover e integrar o cooperado nas suas necessidades essenciais, bem como promover e fortalecer o associativismo entre os associados, respectivos dependentes legais e empregados da cooperativa. Também tem como finalidade promover o desenvolvimento e o aprimoramento das relações sociais societárias entre os Associados. Poderão ser levadas a débito do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES), a título de assistência social, as despesas relacionadas à: 4 / 6
5 I. Promoção e integração social: programas e projetos que visem a assistência à saúde dos Associados, respectivos dependentes legais e empregados da cooperativa; patrocínio de programas e projetos que visem a promoção e integração à vida comunitária, societária e ao associativismo; auxilio funeral; II. promoção e integração associativista: eventos sociais comemorativos da cooperativa e do cooperativismo; realização de atividades culturais e desportivas; realização de Assembleias Gerais da cooperativa. Notas: a) Os eventos sociais comemorativos e atividades culturais desportivas poderão ter participação excepcional de terceiros não Associados, caso em que os recursos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) deverão ser alocados de forma proporcional à participação ou benefício, direito ou indireto, dos Associados ou respectivos dependentes legais. b) As doações efetuadas, assim como os sorteios de brindes realizados, registram-se em contas de despesa. 5. DA FISCALIZAÇÃO Cabe ao Conselho Fiscal fiscalizar regularmente a utilização e aplicação dos recursos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES), em especial a alocação de recursos, de acordo com o previsto no Regulamento do FATES e o respeito aos princípios da transparência, moralidade e isonomia. 6. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Ao Conselho de Administração da cooperativa compete deliberar sobre alocação e aplicação dos recursos do Fundo de AssistênciaTécnica, Educacional e Social (FATES), observando as regras definidas neste regulamento. Alertamos que mesmo existindo distinção no COSIF, quanto ao registro contábil do FATES Atos Cooperativos e FATES Atos não Cooperativos, a Cooperativa poderá utilizar o somatório do saldo total destas rubricas, de acordo com os parâmetros definidos neste regulamento, sendo sugerida primeiramente a utilização do saldo da conta FATES Atos Cooperativos. Cabe ressaltar ainda a necessidade de priorizar a utilização dos recursos desse fundo para realização de treinamentos, palestras, reuniões de esclarecimentos, voltadas para a capacitação do corpo funcional e dirigentes da Cooperativa, assim como maior conscientização da cultura do cooperativismo entre os associados. 7. INFORMAÇÕES ADICIONAIS PARECERDO DR. PAULO BRAGA ADVOGADO Para que a Cooperativa utilize recursos do FATES para pagamento de assistência médica dos funcionários da Cooperativa, recomendamos que a Singular obtenha aprovação da AGO (Assembleia Geral Ordinária), por meio da elaboração de Proposta de Utilização a ser discutida, para que a condição de pagamento de plano de saúde somente para empregados da cooperativa, não venha a ser futuramente contestada por algum cooperado alegando privilégio a determinado grupo. 5 / 6
6 Entendemos que os seguintes critérios abaixo sejam adotados quando da aprovação do fato descrito acima: 1. Após, a aprovação do pagamento, seria recomendável que o empregado contribuísse também para o referido benefício, quer seja, deverá a Cooperativa descontar em seu salário, percentual relativo ao pagamento mensal do plano, de modo a configurar a contraprestação do benefício e sua consequente natureza indenizatória. 2. Não obstante, tem manifestado entendimento a jurisprudência de que, a assistência médica prestada sob a forma de pagamento de plano de saúde para o empregado, sem quaisquer descontos em seu salário, não teria também caráter salarial, nos termos do próprio inciso IV, 2º do artigo 458 da CLT. 3. Na esteira do entendimento jurisprudencial consubstanciado no En. 342/TST, para que seja reconhecida a legalidade do desconto perpetrado a título de plano de saúde e outros, é imprescindível que haja autorização prévia e por escrito do empregado. 4. Todavia, quando o empregador institui por mera liberalidade uma condição benéfica ao contrato de trabalho do seu empregado, a benesse adere imediatamente ao pacto, só podendo ser alterado nas hipóteses previstas no art. 468 da CLT. 5. Quer seja, embora, caracterizar verba de natureza indenizatória e não salarial referido benefício, decerto incorporará o contrato de trabalho do empregado, assim como as demais condições benéficas ao obreiro, não podendo desta forma, ser futuramente retirado, como exemplo, por motivos da ausência de recursos do FATES. Cabe ressaltar ainda a necessidade de priorizar a utilização dos recursos desse fundo para realização de treinamentos, palestras, reuniões de esclarecimentos, voltadas para a capacitação do corpo funcional e dirigentes da Cooperativa, assim como maior conscientização da cultura do cooperativismo entre os associados. 8. BASE LEGAL Lei 5.764/1971 NBC T 10.8 ENTIDADES COOPERATIVAS Este regulamento foi aprovado na Assembleia Geral de 27/03/2013. Cláudio Jose Pereira Diretor Presidente Marco Aurélio Rios Diretor Financeiro Juliano Antônio de Oliveira Diretor Administrativo 6 / 6
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