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- Ana Lívia Sintra Costa
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1 Seminario: Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Papel dos atores regionais Secretaria Permanente da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica Junho de 2010
2 TCA 1978/1980 Soberanía Navegação Educação Infraestructura: Transporte e Comunicações Recursos Hídricos Pesquisa Científica e Tecnológica Saúde Comercio: Populações em áreas de frontera Turismo Preservação de Especies: Fauna y Flora Proteção das Culturas Indígenas Conservação Meio Ambiente/ Desenvolvimento Sustentável Incorporação às Economías Nacionais Cooperação Sul/Sul Decisões 8/8
3 Conselhos e Comissões Equipe da OTCA Comissões Especiais da Amazônia Organograma da OTCA Reunião de Ministros de Relações Exteriores 2005 (IX) Conselho de Cooperação Amazônica (CCA) 2005 (XIII) Comissão de Coordenação do Conselho de Cooperação Amazônica (CCOOR) 2010 (LVI) Secretario Geral Manuel Picasso (Perú) Diretor Executivo Mauricio Dorfler (Bolívia) Diretor Administrativo Flávio Sottomayor (Brasil) Coordenador de Assuntos Indígenas Jan Tawjoeram (Suriname) Coordenador de Saúde Antonio Restrepo (Colômbia) Coordenador de Meio Ambiente Antonio Matamoros (Ecuador) Coordenador de Educação, Ciência e Tecnologia Germán Gómez, (Venezuela ) Coordenador de Transporte, infraestrutura, Turismo e Comunicação Donald Sinclair (Guyana) Equipo de apoyo logístico
4 Sistema de Cotas Anuais Orçamento anual = US$ 1,16M País Contribuição (%) Bolivia 6,4 Brasil 36,1 Colombia 15,7 Ecuador 6,7 Guyana 2,0 Perú 15,7 Suriname 2,0 Venezuela 15,7
5 Recursos de Programas e Projetos da SP/OTCA Período 2007/2009 US$ US$ US$ Suriname Venezuela Bolívia Brasil US$ Colômbia US$ Peru Guiana Equador US$ Total: US$ US$ US$
6 Fontes atuais de cooperação Governos da Alemanha e dos Países Baixos (BMZ-GTZ e DGIS) Banco Alemão de Desenvolvimento (KFW) Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Organização Internacional de Madeiras Tropicais (ITTO) Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF) Governo do Brasil (ABC-MRE) Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) Banco Mundial União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) Fundo Mundial para a Vida Selvagem e Natureza (WWF) Fundação Gordon e Betty Moore (GBMF)
7 Distribuição por coordenação C&T Indígenas Turismo Saúde Institucional US$M Coordenações Meio Amb.
8 Contexto temporal Desenvolvimento Institucional: Inicia se revisão do PE, Prorrogação do Plano de Ação e Plano de Trabalho 2010 Declaração de Manaus sobre a OTCA. 26 Nov. Reunião Extraordinaria do Conselho de Cooperação Amazônica maio 2010 Plano Estrategico , Manaus, ª Reunión das CNPs Plano de Ação 2007/2008 Consultas nos países parte Diálogo regional em eventos específicos Reuniões regionais realizadas no Rio de Janeiro
9 Uma nova perspectiva de cooperação: As ações de cooperação devem ser baseadas no interesse e nas prioridades dos países parte. Tendência de uma Amazônia a caminho da sustentabilidade com forte presença do Estado. Forte demanda setorial por um ativo papel (menos tímido) na execução de projetos e ações de integração regional, com custos de transação, desenho e negociação muito menores (buscar um modelo de cooperação eficaz e eficiente). Mesmo tendo ocorrido avances significativos na ação multilateral, muitos dos assuntos são abordados pelas políticas externas dos países no nível bilateral. Os assuntos da Amazônia são considerados assuntos domésticos de cada país. Prevalece uma perspectiva centrada no Estado e na Soberania Nacional. Reconhecimento à relevância da cooperação internacional e aos aportes do países desenvolvidos.
10 Oportunidades: Fortalecer a ação bilateral a partir da interação regional. Apoiar os processos de construção e consolidação de planos de desenvolvimento nacional para a região com aportes regionais. Contribuir para a redução das assimetrias regionais. Alavancar o financiamento com recursos da própria região. Contribuir para a abordagem de temas sensíveis nas áreas de fronteira.
11 Propostas para uma nova OTCA: Visão da Região Uma Amazônia Conservada, Integrada e Equitativa que preserva a sua Biodiversidade, respeitando a soberania nacional e utilizando os seus recursos segundo os princípios do respeito à natureza e do desenvolvimento sustentável. OTCA Visão de Futuro Uma Organização reconhecida nos Países Parte e internacionalmente como referência na discussão e na cooperação regional sobre assuntos Amazônicos fundamentais, atuando em base aos princípios do respeito à natureza, o desenvolvimento sustentável e a soberania dos Estados da Região OTCA Missão Contribuir à melhoria da qualidade de vida dos povos, à conservação dos ecossistemas, ao uso sustentável e a valorização dos recursos da região Amazônica por meio do respeito à natureza e ao desenvolvimento sustentável através da cooperação entre os Estados Parte.
12 OTCA Objetivos Estratégicos 1. Garantir que os interesses e a soberania dos Estados sejam respeitados e promovidos. 2. Melhorar a qualidade de vida dos habitantes da região. 3. Promover o desenvolvimento sustentável da região. 4. Conservar a floresta, biodiversidade e os recursos hídricos da Amazônia. 5. Facilitar a cooperação e o intercambio entre os Estados Amazônicos.
13 PROPOSTA DE DIRETRICES DE ACTUAÇÃO DA SP/OTCA Facilitadora da execução nacional guiada pela perspectiva regional. Coordenadora e motivadora do diálogo e construção de processos regionais. Executora de atividades de apoio regional. Promotora de ações de caráter regional. Promotora de espaços de cooperação, intercambio, conhecimento e projeção conjunta.
14 Temas prioritarios da Agenda Temática A. Conservação e uso sustentável dos recursos naturais renováveis. B. Assuntos indígenas. C. Gestão do conhecimento e intercambio tecnológico. D. Gestão regional da saúde. E. Infra estrutura de transporte, energia, comunicação e turismo. F. Fortalecimento institucional, financeiro e jurídico
15 Elementos para a Cooperação definidos pelo Conselho de Cooperação Amazônica Define os elementos centrais do ciclo de projetos da OTCA com destaque para a Nota Conceitual de Projeto e Acordos de Cooperação Estabelece prazos para aprovação das Notas Conceituais e Contratos(ciclo máximo do Projeto de 180 dias). Define procedimentos.
16 Lineamentos para a relação da OTCA com a Cooperação Internacional Aprovados pelo CCA Os Países Parte definem as prioridades, a cooperação se alinha com elas. Deve-se buscar a administração direta de recursos. A cooperação técnica deve especificar os detalhes da oferta de assessoria técnica. Estabelece limites à representatividade das equipes dos projetos. Insere cláusula social aos projetos. Define o vínculo institucional das iniciativas. Sugere inserção de componente de comunicação e divulgação nos projetos. Incentiva a busca pela redução da dependência de financiamento externo.
17 Perspectiva de fontes de cooperação: Alemanha: Conservação da biodiversidade e florestas. Alemanha Holanda: conservação, usos sustentável, gestão do conhecimento e reforço institucional. Comissão Européia: possibilidade de participação dos processos de seleção competitiva para fundos. Fundo Amazônia do BNDES: avaliando proposta apresentada para o monitoramento da cobertura florestal. Espanha: sondagem de linhas de interesse temático. Suécia, Noruega y Finlândia: explorando áreas de interesse. Coréia: intercambio de estagiários.
18 Conclusões: O papel dos atores Países Parte: Cooperantes: OTCA: SP/OTCA: principal Orientados pelo contexto, decisões da OTCA e pelos princípios de cooperação de Paris e Acra da OECD (apropriação, alinhamento, harmonização e responsabilidade conjunta) Novo papel adaptado ao contexto Papel específico, em fase de consolidação em atenção às decisões tomadas pelos Países Parte Atores sociais da Região: Interatuam por intermédio dos seus Governos.
19 Mauricio Dorfler Mauricio Dorfler Director Ejecutivo
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