Tópico 204: Hardware TUTORIAL
|
|
|
- Cristiana Pinhal Martinho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TUTORIAL Stefan Hellwig - Terceira aula da preparação LPIC-2 LPI nível 2: Aula 3 Aprenda a configurar discos rígidos em arranjos RAID e LVM, manipule configurações do kernel no sistema proc e compreenda a inspeção de hardware. por Luciano Siqueira Tópico 204: Hardware Configuração de RAID RAID, sigla para Redundant Array of Inexpensive (or Independent) Drives (or Disks), é um método para integrar vários dispositivos de armazenamento numa única unidade lógica. Existem dois modelos de implementação de RAID: via hardware ou via software. O RAID via hardware é transparente para o sistema operacional, que não precisará de nenhuma configuração especial. No RAID via software, é o sistema operacional o responsável por combinar as diferentes unidades físicas. Veremos como configurar um RAID via software no Linux. Níveis de RAID São vários os métodos de gravação e acesso que podem ser utilizados pelo RAID. A seguir, veremos três deles, o RAID 0, o RAID 1 e o RAID 5, que são os mais utilizados e exigidos pelo LPI. O RAID 0 utiliza o método stripping, que simplesmente distribui os dados entre os discos unificados. Como não há redundância dos dados gravados, uma falha de gravação irá comprometer o RAID. É o método que proporciona mais velocidade e oferta de espaço, em detrimento da segurança dos dados gravados. O RAID 1 utiliza o método mirroring, que espelha os dados em cada um dos dispositivos anexados ao RAID. Neste caso, o espaço total não será a soma de todos os discos. Se forem utilizados dois discos de 200Gb, o total de espaço disponível será 200Gb, e não 400Gb. Caso um dos discos apresente falhas, os dados poderão ser lidos do outro dispositivo, que possui os mesmos dados. Porém, se um arquivo for apagado, será apagado em ambos os discos e não poderá ser recuperado. O RAID 1 apenas protege os dados contra falhas do dispositivo. Apesar de o tempo de gravação não ser menor nem maior, pois a gravação dos mesmos dados é feita em cada um dos discos em paralelo, o tempo de leitura é reduzido, uma vez que o controlador lê diferentes porções dos dados requisitados em diferentes discos paralelamente. O RAID 5 apresenta um método mais elaborado. Ao contrário dos RAIDs 0 e 1, que necessitam no mínimo de dois discos, o RAID 5 exige no mínimo três discos. A redundância dos dados é feita por todos os dispositivos. Dessa forma, o RAID não ficará comprometido em caso de falha de um dos dispositivos. Existem duas ferramentas para configurar um dispositivo RAID no Linux: raidtools e mdadm. raidtools O pacote raidtools é a ferramenta padrão de RAID no Linux. Primeiramente, é necessário criar o arquivo /etc/raidtab, que contém todas as informações sobre os esquemas de RAID no sistema. Um arquivo /etc/raidtab simples pode conter as seguintes linhas: raiddev /dev/md0 raid-level 0 nr-raid-disks 2 persistent-superblock 0 chunk-size
2 LPI Nível 2 TUTORIAL device /dev/hdb raid-disk 0 device /dev/hdd raid-disk 1 Definição das opções usadas no arquivo /etc/raidtab de exemplo: raiddev: Especifica o início da configuração para o dispositivo especificado. O arquivo /etc/raidtab pode ter várias seções, uma para cada dispositivo RAID no sistema; raid-level: O nível de RAID para o dispositivo. No caso do exemplo, é utilizado RAID nível 0; nr-raid-disks: O número de dispositivos ou partições reais dentro do RAID; persistent-superblock: Determina se deve ser criado um pequeno bloco de dados que permite ao kernel identificar se os dispositivos ou partições utilizados fazem parte do RAID. Não é necessário, mas é útil se o dispositivo for movido, para não alterar a ordem original. Os valores possíveis são 0 e 1; chunk-size: Tamanho em kilobytes dos pacotes de dados que serão distribuídos entre os dispositivos no RAID. Deve ser múltiplo de 2. No exemplo, serão utilizados pacotes de 8Kb; device: Dispositivo ou partição incluído no RAID; raid-disk: Posição numéria do dispositivo ou partição correspondente. Criado o arquivo /etc/raidtab, basta executar o comando mkraid /dev/md0. O RAID será criado a partir das especificações de /etc/raidtab para o dispositivo /dev/md0, e o mesmo estará pronto para ser utilizado como uma partição convencional. Depois de criado o dispositivo, pode ser utilizado o comando raidstart, que apenas ativa o RAID para o dispositivo especificado. Para desativar o dispositivo RAID, pode ser usado o comando raidstop. Os três comandos aceitam a opção -a, que causará efeito em todos os dispositivos listados em /etc/raidtab. mdadm A utilização do mdadm é um pouco mais complexa que o raidtools. Porém, como com o raidtools, depois de criado o RAID, a utilização deste através do mdadm é simples como utilizar uma partição convencional. Para criar um RAID com o mesmo layout utilizado no exemplo do raidtools, o seguinte comando pode ser utilizado: mdadm -C /dev/md0 -v -l 0 -n 2 / dev/hdb /dev/hdd Dessa forma, também será criado o dispositivo /dev/md0 que representa um RAID nível 1 para os dispositivos /dev/hdb e /dev/hdd. O comando mdadm pode ler as configurações a partir do arquivo mdadm.conf. Este arquivo, geralmente em /etc/mdadm.conf ou /etc/mdadm/mdadm.conf, contém as informações necessárias para criação e ativação de dispositivos RAID. Exemplo de mdadm. conf simples: DEVICE /dev/hdb /dev/hdd ARRAY /dev/md0 devices=/dev/hdb,/ dev/hdd level=0 A primeira linha, DEVICE, determina quais dispositivos ou partições pertencem a um RAID. A segunda, ARRAY, especifica um dispositivo de acesso ao RAID e demais opções para o mesmo. No exemplo, são especificados quais dispositivo devem ser anexados a ele e o nível do RAID (0). O termo DEVICE pode aparecer na forma abreviada DEV e são aceitos caracteres curinga para especificar os dispositivos e partições. Se não for especificado, é assumido DEVICE partitions, o que faz com que o kernel examine todas as partições listadas em /proc/partitions e inclua aquelas que possuam o superblock característico para RAID. Tanto para o raidtools quanto para o mdadm existe o arquivo /proc/mdstats, que contém informações sobre RAID no sistema: Personalities : [linear] [raid0] [raid1] md0 : active raid0 hdd[1] hdb[0] blocks super non- persistent 8k chunks unused devices: <none> Adicionar novo hardware A configuração de hardware no Linux é feita de forma transparente ao usuário e há compatibilidade com a maioria dos dispositivos encontrados. Porém, a configuração manual pode ser necessária em alguns casos. Como a configuração de alguns dispositivos, como placas de vídeo, é feita durante a instalação do sistema, conectar uma nova placa de vídeo a um sistema já instalado demanda alguma intervenção do usuário. Inspeção de hardware Todos os comandos de inspeção de hardware são conhecidos para quem já estudou para a certificação LPI nível 1, mas vale a pena fazer uma pequena revisão. O comando lspci lista informações de chipset dos componentes PCI. A opção -v lista endereços de I/O e IRQ dos dispositivos: # lspci Linux Magazine #34 Setembro de
3 TUTORIAL LPI Nível 2 02:00.0 Ethernet controller: Realtek Semiconductor Co., Ltd. RTL8111/8168B PCI Express Gigabit Ethernet controller (rev 01) 04:00.0 VGA compatible controller: nvidia Corporation NV44 [GeForce 6200 TurboCache(TM)] (rev a1) Este trecho de listagem mostra dois dispositivos identificados, uma placa de rede Ethernet e uma placa de vídeo. Porém, apesar de terem sido corretamente identificados, pode acontecer de os módulos correspondentes não terem sido carregados automaticamente. Apesar de raro, é um cenário possível. No caso dos dispositivos mencionados, todos os módulos foram carregados automaticamente, como mostra o trecho de saída do comando lsmod: nvidia snd_hda_intel r ov A melhor maneira de descobrir qual o módulo adequado para seus dispositivos é consultar o fabricante e a documentação do kernel, que lista todos os dispositivos compatíveis com cada módulo. Semelhante ao comando lspci, o comando lsusb pode ser utilizado para verificar se os dispositivos USB foram corretamente identificados pelo sistema: # lsusb Bus 003 Device 001: ID 0000:0000 Bus 002 Device 002: ID 05a9:a511 OmniVision Technologies, Inc. OV511+ WebCam Como o comando lspci, o comando lsusb apenas demonstra se o dispositivo foi corretamente identificado, mas não informa se o módulo do mesmo foi corretamente carregado. A saída do comando lsmod pode responder essa pergunta: nvidia snd_hda_intel r ov Caso o módulo não tenha sido carregado, é possível fazê-lo manualmente através do comando modprobe: modprobe ov511 O modprobe também pode passar parâmetros para o módulo. Os parâmetros podem ser consultados com o comando modinfo -p: # modinfo -p ov511 autobright:sensor automatically changes brightness autogain:sensor automatically changes gain autoexp:sensor automatically changes exposure snapshot:enable snapshot mode cams:number of simultaneous cameras compress:turn on compression led:led policy (OV511+ or later). 0=off, 1=on (default), 2=auto (on when open) Carregar o módulo da webcam e deixar a luz da mesma apagada: # modprobe ov511 led=0 O modprobe carrega automaticamente outros módulos dos quais o módulo em questão depende. Para remover um módulo específico e demais módulos relacionados caso estes não estejam sendo utilizados por outros dispositivos, é usado o comando modprobe -r: modprobe -r ov511 Drivers do X Além de estarem configuradas corretamente para o terminal, as placas de vídeo precisam de um driver adicional para utilização no ambiente gráfico, indicados numa seção Device do arquivo /etc/x11/xorg.conf ou /etc/x11/xf86config: Section Device Identifier Card0 Driver nvidia VendorName nvidia Corporation BoardName GeForce 6200 TurboCache(TM) TwinView RenderAccel true AllowGLXWithComposite true TwinViewOrientation Clone NoLogo 1 TVOverScan 0.7 EndSection Apesar de, neste caso, possuir o mesmo nome do módulo placa, trata-se de um recurso distinto. Caso o driver não exista ou exista alguma incompatibilidade com o driver fornecido, pode-se utilizar o driver genérico vesa: Section Device Identifier VESA Framebuffer Driver vesa EndSection Outros dispositivos A configuração de dispositivos diversos, como portas de comunicação serial e paralela, é mais simples. Por padrão, todos os kernels pré-compilados dão suporte a tais dispositivos. Num kernel personalizado, basta marcar as opções correspondentes em Device drivers. O suporte aos dispositivos pode ser compilado como módulo ou embutido no kernel. 52
4 LPI Nível 2 TUTORIAL A única configuração provável numa porta serial é alterar sua velocidade de comunicação com o comando setserial, fornecendo o parâmetro de velocidade: setserial /dev/ttys3 spd_vhi Este comando determina que a quarta porta serial trabalhe na velocidade spd_vhi. Os parâmetros de velocidade são: spd_hi: 56kbps quando for solicitado 38.4kbps; spd_vhi: 115kbps quando for solicitado 38.4kbps; spd_shi: 230kbps quando for solicitado 38.4kbps; spd_warp: 460kbps quando for solicitado 38.4kbps; spd_cust: Usar um divisor diferente quando for solicitado 38.4kbps. A velocidade será o valor do argumento baud_base dividido pelo valor do argumento divisor; spd_normal: 38.4kbps quando for solicitado 38.4kbps Configuração de kernel e software O kernel deve estar corretamente configurado para trabalhar com diferentes dispositivos de armazenamento. Em geral, basta marcar o suporte a discos IDE (ATAPI) e SATA. Outras opções também podem ser escolhidas, dependendo dos dispositivos com os quais se está trabalhando. Por padrão, o recurso de DMA (Direct Memory Access) dos discos é ativado automaticamente pelo kernel durante o boot. Caso não seja, é possível ativar o recurso através do comando hdparm: # hdparm -d1 /dev/hda /dev/hda: setting using_dma to 1 (on) using_dma = 1 (on) O hdparm também pode ser utilizado para inspecionar a configuração atual dos discos e alterar outras configurações. Para obter um resumo das configurações, basta usar o hdparm fornecendo como argumento o caminho para o dispositivo. Num disco IDE (ATAPI): # hdparm /dev/hda /dev/hda: multcount = 16 (on) IO_support = 1 (32-bit) unmaskirq = 0 (off) using_dma = 1 (on) keepsettings = 0 (off) readonly = 0 (off) readahead = 256 (on) geometry = 16383/255/63, sectors = , start = 0 Num disco SATA: # hdparm /dev/sda /dev/sda: IO_support = 0 (default 16- bit) readonly = 0 (off) readahead = 256 (on) geometry = 19457/255/63, sectors = , start = 0 Discos SATA não utilizam a opção DMA, pois utilizam outro padrão de transferência de dados. Uma investigação mais precisa pode ser obtida com a opção -i: Num disco IDE (ATAPI): # hdparm -i /dev/hda /dev/hda: Model=SAMSUNG SP0802N, FwRev=TK200-04, SerialNo=1360J1FL Config={ HardSect NotMFM HdSw>15uSec Fixed DTR>10Mbs } RawCHS=16383/16/63, TrkSize=34902, SectSize=554, ECCbytes=4 BuffType=DualPortCache, BuffSize=2048kB, MaxMultSect=16, MultSect=16 CurCHS=16383/16/63, CurSects= , LBA=yes, LBAsects= IORDY=on/off, tpio={min:240,w/ IORDY:120}, tdma={min:120,rec:120} PIO modes: pio0 pio1 pio2 pio3 pio4 DMA modes: mdma0 mdma1 mdma2 UDMA modes: udma0 udma1 udma2 udma3 udma4 *udma5 AdvancedPM=no WriteCache=enabled Drive conforms to: ATA/ATAPI-7 T D revision 0: ATA/ATAPI-1 ATA/ATAPI-2 ATA/ATAPI-3 ATA/ ATAPI-4 ATA/ATAPI-5 ATA/ATAPI-6 ATA/ATAPI-7 * signifies the current active mode Num disco SATA: # hdparm -i /dev/sda /dev/sda: Model=ST AS, FwRev=3.AAE, SerialNo= 6PT136AM Config={ HardSect NotMFM HdSw>15uSec Fixed DTR>10Mbs RotSpdTol>.5% } RawCHS=16383/16/63, TrkSize=0, SectSize=0, ECCbytes=4 BuffType=unknown, BuffSize=2048kB, MaxMultSect=16, MultSect=?16? CurCHS=16383/16/63, CurSects= , LBA=yes, LBAsects= IORDY=on/off, tpio={min:120,w/ IORDY:120}, tdma={min:120,rec:120} PIO modes: pio0 pio1 pio2 pio3 pio4 DMA modes: mdma0 mdma1 mdma2 UDMA modes: udma0 udma1 udma2 AdvancedPM=no WriteCache=enabled Drive conforms to: Unspecified: ATA/ATAPI-1 ATA/ATAPI-2 ATA/ATAPI- 3 ATA/ATAPI-4 ATA/ATAPI-5 ATA/ ATAPI-6 ATA/ATAPI-7 * signifies the current active Linux Magazine #34 Setembro de
5 TUTORIAL LPI Nível 2 mode Caso o dispositivo não esteja operando na velocidade esperada, pode ser possível que uma interrupção não esteja alocada para o mesmo. As interrupções do sistema (IRQ) podem ser verificadas no arquivo /etc/interrupts: # cat /proc/interrupts 14: XT-PIC ide0 15: 6609 XT-PIC ide1 Este trecho do arquivo /proc/interrupts mostra que estão alocadas interrupções tanto para o canal IDE primário quanto para o canal IDE secundário. Caso as interrupções não estejam alocadas, pode ser necessário resolver algum conflito de IRQ no BIOS do sistema. sysctl No Linux, é possível alterar diversas configurações do kernel sem necessidade de reiniciar o sistema. Através do sistema de arquivos proc, muitas dessas configurações podem ser alteradas e imediatamente utilizadas pelo kernel. O sistema de arquivos proc deve ser suportador pelo kernel, o que é padrão em praticamente todos os kernels de distribuições. As opções podem ser alteradas diretamente nos arquivos em /proc/sys ou através do comando sysctl. É possível, por exemplo, alterar o número máximo de arquivos abertos, especificado no arquivo /proc/sys/fs/ file-max. Para mostrar o valor atual, basta ver o conteúdo do arquivo com o comando cat ou utilizar o comando sysctl da seguinte forma: # sysctl fs.file-max fs.file-max = Para alterar o valor, basta alterar o conteúdo do arquivo em questão: echo > file-max ou # sysctl -w fs.file-max=99999 fs.file-max = Note que para alterar o valor através do comando sysctl, é necessário fornecer o argumento -w. LVM O LVM, ou Logical Volume Management, é um método que permite interagir com os dispositivos de armazenamento de maneira integrada e mais simples que o tradicional particionamento. Com o LVM, é possível redimensionar e incluir espaço sem necessidade de reparticionamento. Um esquema LVM pode ser dividido em cinco partes fundamentais: VG: Volume Group (Grupo de Volumes). Nível mais alto de abstração do LVM. Reúne a coleção de Volumes Lógicos (LV) e Volumes Físicos (PV) em uma unidade administrativa; PV: Phisical Volume (Volume Físico). Tipicamente um disco rígido, uma partição do disco ou qualquer dispositivo de armazenamento de mesma natureza, como um dispositivo RAID; LV: Logical Volume (Volume Lógico). O equivalente a uma partição de disco tradicional. Como o LV age como uma partição tradicional, pode conter um sistema de arquivos; PE: Physical Extent (Trecho Físico). Cada Volume Físico é dividido em pequenos pedaços de dados, conhecidos como PE. Possuem o mesmo tamanho do LE (Logical Extent); LE: Logical Extent (Trecho Lógico). Cada Volume Lógico é dividido em pequenos pedaços de dados, conhecidos como LE. Seu tamanho é o mesmo para todos os Volumes Lógicos. Algumas distribuições, como o Red Hat, podem configurar o LVM automaticamente durante a instalação. No entanto, mesmo para as distribuições que não fazem o LVM automaticamente, é possível criá-lo manualmente. O primeiro passo é atualizar o cache do LVM e criar um arquivo /etc/lvm/lvm.conf básico. Isso é feito simplesmente rodando o comando vgscan. Em seguida, o disco ou partição a ser utilizado deve ser iniciado para uso do LVM. Apesar de ser possível utilizar um disco inteiro não particionado, é recomendável criar uma partição no mesmo e só então iniciála. Se o disco utilizado não for antes particionado, outros sistemas operacionais que tiverem acesso ao disco podem enxergar o disco como vazio e sobrescrever os dados nele. O particionamento do disco pode ser feito com o fdisk ou qualquer outro programa de particionamento. O id da partição deve ser 8e (Linux LVM): # fdisk -l /dev/hd[bd] Disk /dev/hdb: GB, bytes 16 heads, 63 sectors/track, cylinders Units = cilindros of 1008 * 512 = bytes Dispositivo Boot Start End Blocks Id System /dev/hdb e Linux LVM Disk /dev/hdd: GB, bytes 16 heads, 63 sectors/track, cylinders Units = cilindros of 1008 * 512 = bytes Dispositivo Boot Start End Blocks Id System /dev/hdd e Linux LVM 54
6 LPI Nível 2 TUTORIAL Dois discos foram preparados para o LVM, /dev/hdb e /dev/hdd, ambos de aproximadamente 128GB. Cada disco contém uma partição do tipo Linux LVM (id 8e). O comando pvcreate deve ser utilizado para criar uma identificação de Volume Físico na partição: # pvcreate /dev/hdb1 Physical volume /dev/hdb1 successfully created # pvcreate /dev/hdd1 Physical volume /dev/hdd1 successfully created Em seguida, é criado o VG (Volume Group), com o comando vgcreate. Pode ser especificado um tamanho de PE (Physical Extent) diferente do padrão 4MB - com a opção -s. Deve ser especificado um nome para o novo LVM: # vgcreate grupo_de_volumes -s 2 / dev/hdb1 /dev/hdd1 Volume group grupo_de_volumes successfully created Por fim, é necessário ativar o novo grupo com o comando vgchange: # vgchange -a y grupo_de_volumes 0 logical volume(s) in volume group grupo_de_volumes now active A partir de agora podem ser criados os LV (Volumes Lógicos). Para verificar o número total de PE disponíveis no grupo, utilize o comando vgdisplay: # vgdisplay grupo_de_volumes --- Volume group --- VG Name grupo_de_ volumes System ID Format lvm2 Metadata Areas 2 Metadata Sequence No 1 VG Access read/write VG Status resizable MAX LV 0 Cur LV 0 Open LV 0 Max PV 0 Cur PV 2 Act PV 2 VG Size 240,00 GB PE Size 2,00 MB Total PE Alloc PE / Size 0 / 0 Free PE / Size / 240,00 GB VG UUID gcbihp- IIR6-SyMO-xult-e3k3-0Ubt-p0zA12 Portanto, é possível criar um Volume Lógico de até Physical Extents ou vários Volumes Lógicos totalizando esse valor. Para criar um Volume Lógico ocupando o total disponível, utiliza-se o comando lvcreate da seguinte forma: # lvcreate -l grupo_de_ volumes Logical volume lvol0 created Como não foi especificado um nome para o novo Volume Ló-
7 TUTORIAL LPI Nível 2 gico, foi criado o nome padrão para o primeiro volume: lvol0. A partir de agora será possível utilizar o Volume Lógico localizado em /dev/grupo_de_volumes/lvol0 exatamente como uma partição convencional, assim como criar um sistema de arquivos e montar o Volume Lógico. Para redimensionar ou simplesmente reduzir o tamanho de uma partição lógica, são utilizados os comandos lvresize e lvreduce, respectivamente. Antes de reduzir a partição lógica, é importante antes redimensionar o sistema de arquivos nela contido, utilizando a ferramenta específica para cada sistema de arquivos Configurando dispositivos PCMCIA Dispositivos PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Association) são utilizados principalmente em notebooks e têm a vantagem de serem fáceis de manusear e intercambiáveis entre máquinas. Os dispositivos mais comuns para interface PCMCIA, também conhecida como PCCard, são placas de rede (LAN), modems e discos rígidos. Cartões PCMCIA podem ser conectados e desconectados sem necessidade de desligar o sistema (hotplug). O daemon cardmgr se encarrega de monitorar o barramento PCMCIA e carrega o driver adequado ou dispara scripts específicos toda vez que uma placa é inserida ou retirada. Nos kernels recentes 2.4 e 2.6 é o subsistema hotplug (quando ativado) que administra os eventos PCMCIA no lugar do cardmgr. O cardmgr configura as placas de acordo com o banco de dados mantido em /etc/pcmcia/config. Este arquivo contém a identificação para as placas e seus módulos correspondentes. O comando cardctl pode ser utilizado para verificar se há dispositivos PCMCIA identificados pelo sistema. Para isso, é executado com o argumento config: # cardctl config Socket 0: not configured Socket 1: Vcc = 5.0, Vpp1 = 0.0, Vpp2 = 0.0 Card type is memory and I/O IRQ 3 is dynamic shared, level mode, enabled Speaker output is enabled Function 0: Config register base = 0x0800 = 0x63, status = 0x08 I/O window 1: 0x0280 to 0x02bf, auto sized I/O window 2: 0x02f8 to 0x02ff, 8 bit Com o comando cardctl ident, é mostrada a identificação da placa: # cardctl ident Socket 0: no product info available Socket 1: product info: LINKSYS, PCMLM336, A, D6400 manfid: 0x0143, 0xc0ab function: 0 (multifunction) Para desativar e reativar uma placa sem descarregar seu módulo, são utilizados os comandos cardctl suspend e cardctl resume, respectivamente. O comando cardctl reset reinicia o dispositivo e o configura novamente. Para simular a inserção ou retirada do dispositivo, sem necessidade de realmente fazê-los, podem ser utilizados os comandos cardctl insert e cardctl eject, respectivamente. Todos os procedimentos realizados durante a inserção ou retirada real do dispositivo carregar/descarregar o módulo e configurar o dispositivo também irão acontecer. É recomendável executar cardctl eject antes de realmente retirar o dispositivo. Dentro do X, o comando cardinfo abre uma interface gráfica que mostra o estado dos dispositivos. Ali também é possível alterar várias outras funções do cardctl. Scripts de configuração Os scripts de configuração em / etc/pcmcia somente são utilizados caso o subsistema hotplug do kernel não esteja ativado. Portanto, se o daemon cardmgr for o sistema utilizados, serão utilizados os scripts de configuração presentes em /etc/pcmcia. Cada dispositivo PCMCIA possui uma classe, indicada no arquivo /etc/ pcmcia/config. Principais classes para dispositivos de entrada e saída: network SCSI cdrom fixed disk serial Classes para memória: memory FTL Para cada classe, há dois arquivos de script no diretório /etc/pcmcia. Um leva o próprio nome da classe (por exemplo, /etc/pcmcia/network) e o outro leva o nome da classe mais o sufixo.opts (por exemplo, /etc/pcmcia/network.opts). Assim que um dispositivo PCM- CIA é detectado, seu módulo é carregado e sua classe é identificada de acordo com as informações contidas em /etc/pcmcia/config. Em seguida, é disparado o script correspondente à classe identificada, que utiliza as opções fornecidas pelo respectivo arquivo.opts. Considerações sobre o tópico Conheça os níveis de RAID e a diferença entre eles. Também é importante conhecer os comandos principais de implementacão de um LVM. Demais assuntos exigem conhecimento básico. Esteja bastante familiarizado com o comando hdparm. 56
8
Introdução a Administração de Sistemas Linux
- Redundant Array of Inexpensive Disks designa diferentes arranjos de discos em que se pode obter maior confiabilidade, capacidade e redução de tempo de acesso. - Ganha-se em Desempenho, Armazenamento
Programação de Sistemas
Logical Volume Manager LVM : 1/13 Introdução O sistema de partições montadas na hierarquia de directórios do Linux, revela uma rigidez excessiva: Obriga administradores a prever antecipadamente a dimensão
Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto [email protected] Introdução A gerência
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO O Linux se refere aos itens de hardware como dispositivos (devices), e os referencia como arquivos. Os arquivos de
Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB
Calculando a capacidade de disco: Capacidade = (# bytes/setor) x (méd. # setores/trilha) x (# trilhas/superfície) x (# superfícies/prato) x (# pratos/disco) Exemplo 01: 512 bytes/setor 300 setores/trilha
RAID. Redundant Array of Independent Drives. Conjunto Redundante de Discos Independentes
RAID Redundant Array of Independent Drives Conjunto Redundante de Discos Independentes Redundância?! Redundância é ter componentes de reserva para substituir o componente principal mantendo disponibilidade
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Marcelo Sabaris Carballo Pinto Gerenciamento de Dispositivos Gerenciamento de Dispositivos de E/S Introdução Gerenciador de Dispositivos Todos os dispositivos
Administração de Sistemas Operacionais
Diretoria de Educação e Tecnologia da Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas INSTITUTO FEDERAL RIO GRANDE DO NORTE Administração de Sistemas Operacionais ESTRATÉGIA DE PARTICIONAMENTO Prof. Bruno
Admistração de Redes de Computadores (ARC)
Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo [email protected] RAID é a sigla para Redundant
VirtuOS vrs. 4.00 para usuários da vrs. 3.01a R.10
VirtuOS vrs. 4.00 para usuários da vrs. 3.01a R.10 Este documento resume as principais diferenças entre a vrs. 4.00 em relação à vrs. 3.01a R.10 do Sistema VirtuOS e se destina aos usuários que dela estão
Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto
Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 2.1 CONCEITO DE BIT O computador só pode identificar a informação através de sua elementar e restrita capacidade de distinguir entre dois estados: 0
DESMISTIFICANDO A FSTAB
DESMISTIFICANDO A FSTAB Ricardo José Maraschini Graduado em Ciência da Computação LPIC-1 INICIANTE OBJETIVOS. Série LPI. Particionamento do Linux X Windows;. Entender a fstab(o que é);. Conceitos;. Principais
Dispositivos de Memória
Chipset Conjunto de chips que fazem a comunicação entre a e os demais dispositivos do computador. Todas as informações que trafegam pela placa mãe passam necessariamente pelo Chipset, que tem dois chips:
Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores
1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo
1. Adição de um disco rígido a uma máquina existente. Iremos utilizar uma máquina virtual
Curso: Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Disciplina: Administração de Sistemas Operacionais Professor: João Medeiros de Araújo Atividade Prática: Formatação e montagem de partições no Linux
Tecnologia de armazenamento Intel (Intel RST) RAID 0, 1, 5, 10, Matrix RAID, RAID -Pronto
Tecnologia de armazenamento Intel (Intel RST) RAID 0, 1, 5, 10, Matrix RAID, RAID -Pronto RAID 0 (striping) RAID 0 utiliza os recursos de leitura/gravação duas ou mais unidades de disco trabalhando em
Apontamentos do livro de AI Linux. 1.5 Modo texto e modo gráfico
Apontamentos do livro de AI Linux 1.5 Modo texto e modo gráfico 1 Modo texto e modo gráfico O sistema operativo Linux possui duas formas de acesso: modo texto e modo gráfico No modo gráfico, o utilizador
Thunder Pro II Gold Edition Manual de operações v 8.7 Rev:b
Thunder Pro II Gold Edition Manual de operações v 8.7 Rev:b Este manual foi escrito exclusivamente para o chip Thunder Pro II Gold e será atualizado juntamente com as atualizações do chip, portanto acesse
Processo de Instalação Limpa do Windows 8.1 em Computadores Philco
Processo de Instalação Limpa do Windows 8.1 em Computadores Philco O processo de Instalação Limpa irá remover todos os programas e arquivos de dados do seu computador, substituindo eles com uma instalação
Leandro Ramos RAID. www.professorramos.com
Leandro Ramos RAID www.professorramos.com RAID RAID significa Redundant Array of Independent Disks. Em bom português, significa Matriz Redundante de Discos Independentes. Apesar do nome ser complicado,
O que é RAID? Tipos de RAID:
O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 13 Gerência de Memória Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso Sumário
HD Keeper. Manual do usuário
HD Keeper Manual do usuário Índice Capítulo 1 Introdução... 3 1-1 Funções... 3 1-2 Características... 3 Capítulo 2 - Instalação... 3 2-1 Requisitos básicos do sistema para instalação... 3 2-2 Antes de
CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA
8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente
Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas
ESCOLA PROFISSIONAL VASCONCELLOS LEBRE Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas SISTEMAS DE ARQUIVOS FAT E FAT32 José Vitor Nogueira Santos FT2-0749 Mealhada, 2009 Introdução Muitos usuários
LUCAS DA SILVA, LUCAS TUCHTENHAGEN, LUCAS NUNES HIREN S BOOT CD
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática LUCAS DA SILVA, LUCAS TUCHTENHAGEN,
Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais
Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos
Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP
Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva [email protected] Sérgio Stringari [email protected] Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para
Recuperando o GRUB após instalação do Windows
Recuperando o GRUB após instalação do Windows PET Engenharia de Computação - http://www.inf.ufes.br/~pet 1 Instruções iniciais Para efetuar as configurações a seguir talvez precisaremos executar comandos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso
RAID. Propõe o aumento da confiabilidade e desempenho do armazenamento em disco. RAID (Redundant Array of Independent Disks )
RAID O que é um RAID? RAID RAID (Redundant Array of Independent Disks ) Matriz Redundante de Discos Independentes Propõe o aumento da confiabilidade e desempenho do armazenamento em disco. RAID Surgiu
Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos
Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Arquivos Espaço contíguo de armazenamento Armazenado em dispositivo secundário Estrutura Nenhuma: seqüência de bytes Registros, documentos,
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet
Turno/Horário Noturno PROFESSOR : Salomão Dantas Soares AULA Apostila nº
UNIDADE 1I: SISTEMA COMPITACIONAL Elementos hardware e periféricos Um sistema computacional consiste num conjunto de dispositivos eletrônicos (hardware) capazes de processar informações de acordo com um
TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS
Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura
SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com
- Aula 2-1. PRINCÍPIOS DE SOFTWARE DE ENTRADA E SAÍDA (E/S) As metas gerais do software de entrada e saída é organizar o software como uma série de camadas, com as mais baixas preocupadas em esconder as
IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira
IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários
Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)
Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,
Atualização de computadores CCE para Windows 8.1 ATUALIZAÇÃO LIMPA
Atualização de computadores CCE para Windows 8.1 ATUALIZAÇÃO LIMPA INSTALAÇÃO LIMPA O processo de Instalação Limpa irá remover todos os programas e arquivos de dados do seu computador, substituindo-os
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES. Professor Carlos Muniz
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES Professor Carlos Muniz Atualizar um driver de hardware que não está funcionando adequadamente Caso tenha um dispositivo de hardware que não esteja funcionando corretamente
Instalação do Sistema Operativo Windows XP
Curso Profissional - Técnico de Informática de Gestão 10ºB Prof. Pedro Lopes Ficha de Trabalho nº1 S i s t e m a s d e I n f o r m a ç ã o Instalação do Sistema Operativo Windows XP A instalação de um
Senado Federal Questões 2012
Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/
Sistema de Arquivos FAT
Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos FAT Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br FAT A FAT é o sistema de arquivos usado pelo MS-DOS e outros sistemas operacionais baseados em Windows para organizar
Manual de instalação. Manual de instalação. Liberdade. Liberdade. Versão 1.0.0-31/10/2002. Versão 1.0.0-31/10/2002
Liberdade Manual de instalação Liberdade Manual de instalação Versão 1.0.0-31/10/2002 Versão 1.0.0-31/10/2002 Praça dos Açorianos, s/n - CEP 90010-340 Porto Alegre, RS (051) 3210-3100 http:\\www.procergs.com.br
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
HOW TO. Instalação do Firewall 6.1 Software
Introdução HOW TO Página: 1 de 14 Para fazer a migração/instalação do 6.1 Software, é necessária a instalação do Sistema Operacional Linux Fedora Core 8. Explicaremos passo a passo como formatar a máquina,
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.
1- Requisitos mínimos. 2- Instalando o Acesso Full. 3- Iniciando o Acesso Full pela primeira vez
Manual Conteúdo 1- Requisitos mínimos... 2 2- Instalando o Acesso Full... 2 3- Iniciando o Acesso Full pela primeira vez... 2 4- Conhecendo a barra de navegação padrão do Acesso Full... 3 5- Cadastrando
Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais.
Olá nobre concurseiro e futuro servidor público! Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Essa
BIOS, BOOT, CMOS e CMOS Setup. Prof. César Couto
BIOS, BOOT, CMOS e CMOS Setup Prof. César Couto BIOS Quando o computador é ligado, o processador executa instruções da memória ROM (Read Only Memory). A ROM preserva o conteúdo quando o computador é desligado.
Aula 04 B. Interfaces. Prof. Ricardo Palma
Aula 04 B Interfaces Prof. Ricardo Palma Interface SCSI SCSI é a sigla de Small Computer System Interface. A tecnologia SCSI (pronuncia-se "scuzzy") permite que você conecte uma larga gama de periféricos,
USB Creator. USBCreator. 1. Requerimentos. Página Imutável Informação Anexos Mais Acções. Ubuntu Brazil Entrar Help
1 de 8 04/06/2013 18:02 Página Imutável Informação Anexos Mais Acções Ubuntu Brazil Entrar Help USBCreator USB Creator Hoje, também gravar o Ubuntu ou as várias distribuições Linux num pen drive nunca
6 - Gerência de Dispositivos
1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO O Driver IGS possui um módulo de configuração que possibilita a comunicação com protocolos proprietários. Trata-se do Driver
TUTORIAL VMWARE WORKSTATION 8. Aprenda a instalar e configurar corretamente uma máquina virtual utilizando VMware Workstation com este tutorial
TUTORIAL VMWARE WORKSTATION 8 Aprenda a instalar e configurar corretamente uma máquina virtual utilizando VMware Workstation com este tutorial INTRODUÇÃO O uso de máquinas virtuais pode ser adequado tanto
Considerações sobre o Disaster Recovery
Considerações sobre o Disaster Recovery I M P O R T A N T E O backup completo para Disaster Recovery não dispensa o uso de outros tipos de trabalhos de backup para garantir a integridadedo sistema. No
INTRODUÇÃO AO SISTEMA
MANUAL DE INSTALAÇÃO DE SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO Nome do Software: Guarux Versão do Software: Guarux Educacional 4.0 INTRODUÇÃO AO SISTEMA O Guarux Educacional 4.0 é uma distribuição idealizada pela
Laboratório de Hardware
Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Responsável por implementar em software um recurso que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente um grande conjunto de bytes contíguos, e a tarefa
Sistemas Operacionais. Andrique Amorim www.andrix.com.br [email protected]. Gerência de Arquivos
Andrique Amorim www.andrix.com.br [email protected] Gerência de Arquivos Gerência de Arquivos Um sistema operacional tem por finalidade permitir que o usuários do computador executem aplicações,
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais RAID Marcelo Diniz http://marcelovcd.wordpress.com/ O que é RAID? RAID RAID (Redundant Array of Independent Disks ) Matriz Redundante de Discos Independentes Recuperar informação
Tópicos. Atualizações e segurança do sistema. Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP)
teste 1 Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP) Rafael Fernando Diorio www.diorio.com.br Tópicos - Atualizações e segurança do sistema - Gerenciamento do computador -
RAID Tutorial RAID por software no Linux
RAID Tutorial RAID por software no Linux Autor: Marcio Katan Técnico de Suporte Linux e Instrutor Certificado Conectiva Mandriva Autor do livro: Linux no Computador Pessoal com Conectiva 10 [email protected]
Como instalar uma impressora?
Como instalar uma impressora? Antes de utilizar uma impressora para imprimir seus documentos, arquivos, fotos, etc. é necessário instalá-la e configurá-la no computador. Na instalação o computador se prepara
Instalando o Debian em modo texto
Instalando o Debian em modo texto Por ser composto por um número absurdamente grande de pacotes, baixar os CDs de instalação do Debian é uma tarefa ingrata. Você pode ver uma lista dos mirrors disponíveis
Instalando a placa de rede
Instalando a placa de rede A instalação dos drivers e a configuração de uma placa de rede no Windows 98 independe do tipo de cabo utilizado. Este tipo de instalação não é muito diferente da instalação
Níveis de RAID - RAID 0
RAID RAID é acrônimo para Redundant Array of Inexpensive Disks. Este arranjo é usado como um meio para criar um subsistema de unidade de disco, rápido e confiável, através de discos individuais. RAID é
Introdução à Computação: Sistemas de Computação
Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza ([email protected]) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,
TUTORIAL INSTALAÇÃO DA ROTINA 2075 NO LINUX
Apresentação O departamento de varejo da PC Sistemas inovou seu produto de frente de caixa, permitindo seu funcionamento no sistema operacional do Linux com a distribuição Ubuntu. O cliente poderá usar
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Arquitetura Sistemas Operacionais Andreza Leite [email protected] Plano de Aula Sistemas monolíticos Sistemas em camadas Sistemas micro-núcleo Modelo Cliente-Servidor Máquinas
Manual Equipamento ST10 Flasher Rev. 1
Maio de 2014 2 Sumário Introdução:... 3 Acessórios utilizados:... 4 Instalação:... 5 Abrindo e Conhecendo o Software:... 10 SET PORT... 11 RELOAD MONITOR... 13 BlankCheck... 14 ERASE FLASH... 14 DUMP...
EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS
EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento
Placa Acessório Modem Impacta
manual do usuário Placa Acessório Modem Impacta Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. A Placa Modem é um acessório que poderá ser utilizado em todas as centrais
Entrada e Saída. Interface entre periféricos, processador e memória. Fonte: Minho - Portugal 1
Entrada e Saída Interface entre periféricos, processador e memória Fonte: Minho - Portugal 1 Ligação Processador/Memória - Periférico Processador Memória Controlo Dados Controlador Fonte: Minho - Portugal
SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA
SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O conceito de concorrência é o princípio básico para o projeto e a implementação dos sistemas operacionais multiprogramáveis. O sistemas multiprogramáveis
Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos
Manual de Instalação EDIÇÃO 1.0
Editor Rápido ipldk Manual de Instalação EDIÇÃO 1.0 HISTÓRICO DE REVISÃO Edição Data Descrição das Alterações Versão S/W Versão MPB Edição 1 Out/2006 Lançamento Inicial C.7Aa ~ C.7Aa - i - Conteúdo 1.
Entendendo como funciona o NAT
Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços
SISTEMA DE ARQUIVOS. Instrutor: Mawro Klinger
SISTEMA DE ARQUIVOS Instrutor: Mawro Klinger Estrutura dos Discos As informações digitais, quer sejam programas ou dados do usuário, são gravadas em unidades de armazenamento. O HD é uma unidade de armazenamento
AULA 5 Sistemas Operacionais
AULA 5 Sistemas Operacionais Disciplina: Introdução à Informática Professora: Gustavo Leitão Email: [email protected] Sistemas Operacionais Conteúdo: Partições Formatação Fragmentação Gerenciamento
VITOR, LUCÉLIA WIKBOLDT, NATANIEL AFONSO RELATÓRIO FINAL DE PROJETO FERRAMENTAS DE DIAGNÓSTICOS HIREN S CD
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática JOÃO VITOR, LUCÉLIA WIKBOLDT, NATANIEL
Material retirado do site: HTTP://www.boadica.com.br
Disciplina: Montagem e manutenção de computadores Material retirado do site: HTTP://www.boadica.com.br O que fazer quando se quer dividir um disco em mais de 1 partição e o disco já está em uso? Uma situação
VIRTUALIZAÇÃO CONVENCIONAL
VIRTUALIZAÇÃO CONVENCIONAL Sera usado o VirtualBox 5.0.8 a versão mais atual e estável da aplicação, para virtualização de um sistema Linux sobre a plataforma Windows. Para esse modelo pratico de virtualização
Tutorial Instalação Dual Boot Ubuntu e Windows XP Virtualização com VirtualBox
System Technology Tutorial Instalação Dual Boot Ubuntu e Windows XP Virtualização com VirtualBox Weslley Barboza Tutorial para instalação de uma maquina virtual com dual boot utilizando Windows XP Professional
Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor. Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL
Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL Sumário 1 Instalando o Linux Comunicações para Telecentros (servidor) 2 1.1 Experimentar o Linux
Guia de instalação UEG Linux 14.04 LTS
1. Apresentação O UEG Linux 14.04 LTS é um sistema operacional baseado em Linux e derivado do Ubuntu, customizado pela Gerência de Núcleo de Inovação Tecnológica da Universidade Estadual de Goiás para
BARRAMENTO DO SISTEMA
BARRAMENTO DO SISTEMA Memória Principal Processador Barramento local Memória cachê/ ponte Barramento de sistema SCSI FireWire Dispositivo gráfico Controlador de vídeo Rede Local Barramento de alta velocidade
MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução
MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução Autor Público Alvo Rodrigo Cristiano dos Santos Suporte Técnico, Consultoria e Desenvolvimento. Histórico Data 13/06/2012 Autor Rodrigo Cristiano Descrição
Sistemas Operacionais. Roteiro. Hardware. Marcos Laureano
Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/25 Roteiro Estrutura de um sistema operacional Interrupções Proteção do núcleo Níveis de privilégio Chamadas de sistema 2/25 Mono-processadores atuais seguem um
Sistemas Operacionais Entrada / Saída. Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected])
Sistemas Operacionais Entrada / Saída Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Tópicos Princípios do hardware de E/S Princípios do software de E/S Camadas do software
Obrigado por escolher o CalDigit VR, por favor, siga as seguintes instruções para uma instalação rápida do seu CalDigit VR.
1 Obrigado por escolher o CalDigit VR, por favor, siga as seguintes instruções para uma instalação rápida do seu CalDigit VR. Conteúdo do produto: - CalDigit VR - Modulos de Drive CalDigit (2 unid) - Cabo
Relatorio do trabalho pratico 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo
ENTRADA E SAÍDA DE DADOS
ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Os dispositivos de um computador compartilham uma única via de comunicação BARRAMENTO. BARRAMENTO Elétrica/Mecânica + Protocolo. GERENCIAMENTO DE E/S O controle da troca de dados
Guia Rápido de Instalação Ilustrado
Livre S.O. Guia Rápido de Instalação Ilustrado Introdução Este guia tem como objetivo auxiliar o futuro usuário do Livre S.O. durante o processo de instalação. Todo procedimento é automatizado sendo necessárias
Introdução a Administração de Sistemas GNU/Linux
Curso de extensão da Faculdade Ruy Barbosa Introdução a Administração de Sistemas GNU/Linux Dedicasse especial a Rogério Bastos e ao GRACO (Gestores da Rede Acadêmica de Computação) do DCC UFBA Paul Regnier
MANUTENÇÃO DE MICRO. Mário Gomes de Oliveira
MANUTENÇÃO DE MICRO Mário Gomes de Oliveira 1 IRQ Pedido de atenção e de serviço feito à CPU, para notificar a CPU sobre a necessidade de tempo de processamento. 2 IRQ (Interrupt Request line ou Linha
5 Entrada e Saída de Dados:
5 Entrada e Saída de Dados: 5.1 - Arquitetura de Entrada e Saída: O sistema de entrada e saída de dados é o responsável pela ligação do sistema computacional com o mundo externo. Através de dispositivos
Manual AGENDA DE BACKUP
Gemelo Backup Online DESKTOP Manual AGENDA DE BACKUP Realiza seus backups de maneira automática. Você só programa os dias e horas em que serão efetuados. A única coisa que você deve fazer é manter seu
3. Arquitetura Básica do Computador
3. Arquitetura Básica do Computador 3.1. Modelo de Von Neumann Dar-me-eis um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro; dois pela segunda, quatro pela terceira, oito pela quarta, e assim dobrando sucessivamente,
Jackson Barbosa de Azevedo <[email protected]>
Autor: Jackson Barbosa de Azevedo Revisores: Aecio Pires 1 Conteúdo Sobre o OpenSUSE... 3 Procedimento de Instalação... 3 Preparando a Instalação do
INSTALAÇÃO DE NOKIA CONNECTIVITY CABLE DRIVERS
GUIA DE CONSULTA RÁPIDA DA INSTALAÇÃO DE NOKIA CONNECTIVITY CABLE DRIVERS 1/6 Copyright 2003-2004 Nokia. Todos os direitos reservados. Conteúdo 1. INTRODUÇÃO...3 2. REQUISITOS DO SISTEMA...3 3. INSTALANDO
