Relato de Sustentabilidade GRI
|
|
|
- Luiz Guilherme de Santarém Medina
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Relato de Sustentabilidade GRI Conteúdo O que são relatórios de sustentabilidade: para que servem GRI, quem é, quantas empresas utilizam Princípios, indicadores e metodologia de aplicação
2 O que é relato de sustentabilidade? Para que serve? Para quem é? Ambiental Econômico Social
3 Efeito Iceberg Tangíveis contabilizados: balanço patrimonial e demonstração de resultados Marca Reputação Credibilidade Qualidade de gestão Qualidade de governança Respeito aos Direitos Humanos Respeito ao Meio ambiente Boa relação com a comunidade Boa relação com os trabalhadores O que não medimos, não gerenciamos
4 GRI Fundação sem fins lucrativos sediada em Amsterdã Criada em 1997 nos Estados Unidos a partir da idéia de que os relatos corporativos careciam de mais informações além das financeiras Rede de milhares de pessoas multi-stakeholder Diretrizes GRI bem público disponível para download gratuito no site
5 GRI Sustainability Reporting Standards Enhancing comparability & quality GRI Standards ressaltam a comparabilidade global e a qualidade da informação sobre sustentabilidade, resultando em maior transparência em relação aos impactos econômicos, ambientais e sociais Standards aceitos globalmente, criam uma linguagem comum para organizações e stakeholders para quem os impactos da organização podem ser comunicados e avaliados
6 Sustainability Reporting & GRI The Global Reporting Initiative (GRI) remains the most popular voluntary reporting guideline worldwide 60 % of reporters use GRI Standards 74% of G250 reporters use GRI Standards Reference: KPMG International Survey of Corporate Responsibility Reporting 2015 Brasil: 400 empresas
7 GRI Standards Improved, modular structure Conteúdo reestruturado em um conjunto modular e interrelacionado de reporting standards Estrutura e formato aperfeiçoados, com linguagem e apresentação mais claras Distinção mais clara entre requisitos ( shall ), recomendações ( should ) e orientações Esclarecimentos sobre como usar e fazer referência aos Standards Os padrões valem para relatórios publicados em ou após 1 de julho de A adoção antecipada é encorajada (Brasil: Itaú BNDES Votorantim Cimentos / Metais Natura)
8 GRI Standards How to use the Standards Three Universal Standards to be used by all reporters Thirty-three topic-specific Standards to be used according to the identified material topics Topic specific Standards are categorized into social, environmental and economic series
9 GRI Standards Modular Structure
10 GRI Standards Modular Structure
11 GRI 101: Foundation Starting point for using the GRI Standards Seção 1: Princípios para Reato, inclui os dez Princípios para Relato para a definição do conteúdo e da qualidade do relato, junto com orientações. CONTENT Inclusão de Stakeholders Contexto de Sustentabilidade Materialidade Completude Reporting Principles QUALITY Equilíbrio Comparabilidade Exatidão Tempestividade Clareza Confiabilidade
12 GRI 102: General Disclosures Disclosures about the organization and its reporting practice Organizado em seis seções: 1.Perfil organizational 2.Estratégia 3.Ética & integridade 4.Governança 5.Engajamento de stakeholders 6.Práticas de relato
13 GRI 103: Management Approach To be applied to the reporting of each material topic A abordagem de gestão é a explicação narrative sobre como a organização gerencia os temas materiais e os impactos relacionados O Standard requer que as organizações apresentem uma descrição narrative sobre como elas gerenciam um tema material e os impactos relacionados O Management approach Standard é desenhado para ser usado junto com os Standards tópicoespecíficos (series GRI 200, GRI 300 and GRI 400), e qualquer outro tema material
14 GRI Standards Focus on Materiality Princípio da Materialidade O relatório deve cobrir tópicos que: reflitam os impactos econômicos, ambientais e sociais significativos da organização; ou influenciem substancialmente as avaliações e decisões dos stakeholders.
15 GRI Standards Understanding impact "Impactos" refere-se à contribuição da organização (positiva ou negativa) para o desenvolvimento sustentável ".
16 GRI Standards Clarifying Topic Boundary O Limite do Tópico: Descreve onde os impactos ocorrem relaciona ao tema material, e como a organização está envolvida com os impactos Enfatiza onde a responsabilidade pelos impactos que a organização causa, contribui ou pode ser identificada diretamente Isso permite que a organização defina e ajuste sua abordagem de gestão para resolver o problema
17 Topic-Specific Standards Economic Series (200)- Environmental Series (300) Economic 201 Economic Performance 202 Market Presence 203 Indirect Economic Impacts 204 Procurement Practices 205 Anti-corruption 206 Anti-competitive Behavior Environmental 301 Materials 302 Energy 303 Water 304 Biodiversity 305 Emissions 306 Effluents and Waste 307 Environmental Compliance 308 Supplier Environmental Assessment
18 Topic-Specific Standards Social series (400) Social 401 Employment 402 Labor/Management Relations 403 Occupational Health and Safety 404 Training and Education 405 Diversity and Equal Opportunity 406 Non-discrimination 407 Freedom of Association and Collective Bargaining 408 Child Labor 409 Forced or Compulsory Labor 410 Security Practices 411 Rights of Indigenous Peoples 412 Human Rights Assessment 413 Local Communities 414 Supplier Social Assessment 415 Public Policy 416 Customer Health and Safety 417 Marketing and Labeling 418 Customer Privacy 419 Socioeconomic Compliance
19 Business Case & Value of Reporting
20 Value of Sustainability Reporting
21 Value of Sustainability Reporting References: Starting Points: How valuable is the journey?
22 Thank you GRI Barbara Strozzilaan HN Amsterdam The Netherlands Amsterdam New York Beijing Sydney New Delhi Johannesburg Bogota São Paulo
Informações sobre as novas Normas da GRI Lançadas em Outubro de 2016
Informações sobre as novas Normas da GRI Lançadas em Outubro de 2016 Copyright 2016 by ERM Worldwide Group Limited and/or its affiliates ( ERM ). All Rights Reserved. No part of this work may be reproduced
Global Reporting Initiative Relato de Sustentabilidade
Global Reporting Initiative Relato de Sustentabilidade Glaucia Terreo Ponto Focal GRI Brasil Conteúdo: Desafio da Sustentabilidade Relato de Sustentabilidade o que é isso????? GRI Tendências internacionais
Global Reporting Initiative
Global Reporting Initiative Catarina Bronstein Ponto Focal GRI Brasil www.globalreporting.org Relatório Pessoal: AQUECIMENTO!!!!!!! Elementos Estruturantes: 1. Escreva sua missão de vida: 2. Quais são
Global Reporting Initiative
Global Reporting Initiative Catarina Bronstein Ponto Focal GRI Brasil Relatório Pessoal: AQUECIMENTO!!!!!!! Elementos Estruturantes: 1. Escreva sua missão de vida: 2. Quais são suas partes interessadas?
Relatórios Financeiros e IFRS (CPC) Aula 1
Relatórios Financeiros e IFRS (CPC) Aula 1 Objetivos dos Relatórios Financeiros Desem -penho Fluxos de Caixa Posição Financeira e Patrimonial Usuário Externo Propriedade X Gestão Projeção do Futuro Fluxos
Sustentabilidade Workshops
www.pwc.pt/academy Workshops PwC s Academy Portefólio de soluções formativas de profissionais para profissionais Workshops As empresas do futuro devem ser capazes de garantir a gestão dos seus pilares
Sustentabilidade e as Instituições Financeiras
Sustentabilidade e as Instituições Financeiras Edital 41/2012 Responsabilidade Socioambiental Dispõem sobre a responsabilidade socioambiental das instituições financeiras e demais instituições autorizadas
Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social. Pesquisa Rumo à Credibilidade
Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social Pesquisa Rumo à Credibilidade Agenda Introdução Metodologia Resultados Temas Relevantes Recomendações Conclusão 2 Introdução Contexto Global vs Brasileiro
Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade Denise Saboya 23 de setembro de 2009
Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade Denise Saboya 23 de setembro de 2009 Relembrando conceitos de sustentabilidade Desenvolvimento Econômico Responsabilidade Social Maximização do retorno do
CÓDIGO DE CONDUTA NO LOCAL DE TRABALHO ELECTROLUX
CÓDIGO DE CONDUTA NO LOCAL DE TRABALHO ELECTROLUX Declaração da Política Electrolux A Electrolux pretende ser a melhor empresa de eletrodomésticos do mundo na percepção de nossos clientes, empregados e
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade. Glaucia Terreo Diretora Ponto Focal GRI Brasil
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade Glaucia Terreo Diretora Ponto Focal GRI Brasil ONG sediada em Amsterdã Criada em 1997 no Estados Unidos a partir da idéia de que
Relatório de gestão na forma de relato integrado
Relatório de gestão na forma de relato integrado Ana Lucia Epaminondas Assessora da Secretaria de Métodos e Suporte ao Controle Externo Novembro/2018 Prestação de contas por meio de relatório integrado
1º Diálogo IFRS & GRI. Diretrizes da Global Reporting Initiative no Brasil e no mundo. Carlos Eduardo Lessa Brandão Conselho de Stakeholders
1º Diálogo IFRS & GRI Diretrizes da Global Reporting Initiative no Brasil e no mundo Carlos Eduardo Lessa Brandão Conselho de Stakeholders São Paulo, 12 de maio de 2010 Histórico 1997: criação 2000: 1ª
Enterprise Risk Management (ERM) / Own Risk and Solvency Assessment (ORSA)
3º Encontro Nacional de Atuários Enterprise Risk Management (ERM) / Own Risk and Solvency Assessment (ORSA) Betty Lilian Chan (02/10/2013) INTRODUÇÃO Principais riscos que ocasionaram a queda acima de
Matriz de Materialidade - CESP
Matriz de Materialidade - CESP Construção da Matriz de Materialidade da CESP 12-janeiro-2012 Elaboração: Rodrigo Spuri Tafner de Moraes ([email protected]) Revisão: Fernando Ramos Pavan ([email protected])
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade. Glaucia Terreo e Catarina Bronstein Ponto Focal GRI Brasil
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade Glaucia Terreo e Catarina Bronstein Ponto Focal GRI Brasil GRI ONG sediada em Amsterdam Criada em 1997 no Estados Unidos a partir
Introdução. Percepção sobre AAE
Mestrado em Urbanismo e Ordenamento do Território/ Master in Urban Studies and Territorial Management Mestrado em Engenharia do Ambiente / Master in Environmental Engineering Avaliação Ambiental Estratégica
CÓDIGO DE CONDUTA NO LOCAL DE TRABALHO MAC INDÚSTRIA MECANICA
PÁGINA 1 DE 6 Declaração da Política MAC Responsabilidade de todos os colaboradores. A Mac Indústria Mecânica pretende elevar o nível de satisfação na percepção de nossos clientes, colaboradores e acionistas.
Gestão de Fornecedores no Grupo EDP E D P V a l o r U n i d a d e d e P r o c u r e m e n t G l o b a l. Lisboa, 21 de Junho de 2016
Gestão de Fornecedores no Grupo EDP E D P V a l o r U n i d a d e d e P r o c u r e m e n t G l o b a l Lisboa, 21 de Junho de 2016 0 0 O Grupo EDP é uma Multinacional Portuguesa Renováveis Portugal Espanha
Idosos Ativos, Idosos Saudáveis
INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA SAÚDE DE LISBOA Idosos Ativos, Idosos Saudáveis nº693206/10 Orientador: Profª. Doutora Luísa Pedro Prof.ª Adjunta da Escola Superior de
Certified Business Analysis Professional (CBAP )
Certified Business Analysis Professional (CBAP ) Formato do curso: Presencial Localidade: Porto Com certificação: Certified Business Analysis Professional (CBAP ) Data: 13 Fev. 2017 a 17 Fev. 2017 Preço:
Workshop Session 3 International Session: Focus on Latin America. Laura Castanheira Brazilian Health Surveillance Agency ANVISA
Workshop Session 3 International Session: Focus on Latin America Laura Castanheira Brazilian Health Surveillance Agency ANVISA Jan, * 2014 Regulatory Aspects for Biologicals in Brazil Laura Gomes Castanheira
CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15
Horários 13h30 às 15h30 11.11.15 13h30 às 15h30 SESSÃO 1: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Sala 1 Painel Estratégias e Horários Sala 2 - Painel Políticas Públicas e Práticas Sustentáveis P1 Consumo e Produção
egovernment The Endless Frontier
CENTRO DE GESTÃO DA REDE INFORMÁTICA DO GOVERNO (Management Center for the Electronic Government Network) egovernment The Endless Frontier Alexandre Caldas 29 th June 2010 Summary VISION AND LEADERSHIP
DESENVOLVIMENTO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO NA ASSOCIAÇÃO DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECÔNOMICAS ESAG - CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO EM ADMINISTRAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DESENVOLVIMENTO MORAL NAS
Disciplina: SEP0701 Gestão da Qualidade Prof. Luiz C. R. Carpinetti Monitor: Lucas D. Calache
Disciplina: SEP0701 Gestão da Qualidade Prof. Luiz C. R. Carpinetti Monitor: Lucas D. Calache ([email protected]) Prof. Dr. Luiz Cesar Ribeiro Carpinetti EFQM - European Foundation for Quality Management
IIA ENQUADRAMENTO INTERNACIONAL DE PRÁTICAS PROFISSIONAIS DE AUDITORIA INTERNA
IIA ENQUADRAMENTO INTERNACIONAL DE PRÁTICAS PROFISSIONAIS DE AUDITORIA INTERNA A. ORIENTAÇÕES OBRIGATÓRIAS A.1. Definição de Auditoria Interna A.2. Código de Ética A.3. Normas Internacionais para a Prática
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade. Catarina Bronstein Coordenadora GRI Brasil
Global Reporting Initiative Diretrizes G4 para Relato de Sustentabilidade Catarina Bronstein Coordenadora GRI Brasil GRI ONG sediada em Amsterdam Criada em 1997 no Estados Unidos a partir da idéia de que
Christmas and Sustainability. Profa. Sonia Nascimento CEJLL/NAVE November 19, December 3,2010
Christmas and Sustainability Profa. Sonia Nascimento CEJLL/NAVE November 19, 26 2010 December 3,2010 Christmas and Sustainability Is it possible? What's Sustainability? Meeting current needs without limiting
Responsabilidade Social e Sustentabilidade CCN Dra. Elisete Dahmer Pfitscher
Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós Graduação em Contabilidade Centro Sócio-Econômico Campus Universitário Trindade Caixa Postal 476 Cep: 88.040-900 Florianópolis SC Brasil Sétima aula
Service quality in restaurants: an experimental analysis performed in Brazil
. XIII INTERNATIONAL CONFERENCE ON INDUSTRIAL ENGINEERING AND OPERATIONS MANAGEMENT Energy that moves production: a dialogue among integration, project and sustainability 09-11 October 2007 Service quality
Encontro Gestão de Ativos INTRODUÇÃO
Encontro Gestão de Ativos INTRODUÇÃO HELENA ALEGRE Diretora do Departamento de Água e Ambiente do LNEC Presidente da CT 2014 e membro do ISO/TC251 gestão de ativos Presidente do Strategic Asset Management
ABNT/CEE 268 Desenvolvimento Sustentável em Comunidades
V SEPURB Escola Politécnica USP 05/Dez/2018 ABNT/CEE 268 Desenvolvimento Sustentável em Comunidades Alex Abiko [email protected] ISO TC268 Sustainable cities and communities Organização ABNT/CEE-268, espelho
DIRETIVAS DA OIE SOBRE BEM- ESTAR ANIMAL
DIRETIVAS DA OIE SOBRE BEM- ESTAR ANIMAL 2º Seminário de Legislação sobre Bem-Estar Animal 50 anos do Comitê Brambell 10-11 de dezembro de 2015 Dra Liziè Peréirã Buss OIE National Animal Welfare Focal
Auditoria e Governança Corporativa
www.pwc.com.br Auditoria e Governança Corporativa Algumas considerações para debate IBGC 4º. Encontro de Conselheiros Junho/2016 Um ambiente em transformação Altos níveis de corrupção 76ª posição no ranking
Colaborar: Missão impossível? Lições da área da saúde mental. José Miguel Caldas de Almeida 17 de Janeiro de 2017
Colaborar: Missão impossível? Lições da área da saúde mental José Miguel Caldas de Almeida 17 de Janeiro de 2017 Mental disorders require new models of collaborative care Collaborative care model is the
Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão
Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão Proposta de Sistema de Gestão da Qualidade: Futuro Sustentável da ULS da Guarda Marta Filipa Melo Monteiro junho 2017 Escola Superior de Tecnologia e Gestão ESCOLA
Responsabilidade Social e Ambiental: Reação do Mercado de Ações Brasileiras
Tatiana Botelho Responsabilidade Social e Ambiental: Reação do Mercado de Ações Brasileiras Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa
Academia Project Manager
Academia Project Manager Formato do curso: Presencial Preço: mensal, desde 341,30 Duração: 140 horas A Academia Project Manager aborda todos os conceitos necessários para que um profissional possa desempenhar
Relatório de Gestão na forma de Relato Integrado
PROPLAN Diretoria de Informações Institucionais Relatório de Gestão na forma de Relato Integrado Jaciane do Carmo Ribeiro VII Encontro sobre Relatório de Gestão 07/12/2018 PRESTAÇÃO DE CONTAS É a demonstração
A Norma ISO 19600:2014 A implementação de um padrão global para o Gerenciamento da Conformidade (Compliance)
A Norma ISO 19600:2014 A implementação de um padrão global para o Gerenciamento da Conformidad A Norma ISO 19600:2014 A implementação de um padrão global para o Gerenciamento da Conformidade (Compliance)
3. O Framework é um manual/guia de como elaborar o relato integrado? Justifique.
Questões Relato Integrado 1. O que é A4S? De que forma essa organização influenciou a criação do relato integrado. A4S é o projeto do príncipe de Gales Accounting for Sustainability, foi a organização
