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1 HISTÓRIA PRÉ-VESTIBULAR LIVRO DO PROFESSOR

2 IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais. I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. Curitiba : IESDE Brasil S.A., [Livro do Professor] 696 p. ISBN: Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título. CDD Disciplinas Língua Portuguesa Literatura Matemática Física Química Biologia História Geografia Produção Autores Francis Madeira da S. Sales Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D Ávila Danton Pedro dos Santos Feres Fares Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz Fernanda Barbosa Fernando Pimentel Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Projeto e Desenvolvimento Pedagógico

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5 Descolonização afroasiática A Conferência de Bandung, em Abril de 1955, representou uma reunião internacional sem precedentes, pois pela primeira vez na história moderna um grupo de antigas nações coloniais, outrora sob o jugo europeu, reunia-se para discutir, a princípio, seus mútuos interesses e depois, seus pontos de contraste. As superpotências do pós-guerra, Estados Unidos e União Soviética, foram ignoradas. Nenhuma das nações da Europa ou da América esteve presente, nem sequer as nações latino-americanas, sobre as quais os Estados Unidos vinham mantendo um controle político e econômico praticamente total. (LAYER, I. A Conferência de Bandung. In.: Século XX.) O processo de descolonização levou à independência vários países da África e da Ásia. Um dos fatores que facilitaram o início desse processo foi a Segunda Guerra Mundial. Ao mesmo tempo que os colonizadores se encontravam arrasados no pós-segunda Guerra Mundial, os movimentos nacionalistas floresciam nas colônias afroasiáticas. Um outro fator decisivo para o processo de descolonização foi o interesse por áreas de influência, por parte das superpotências EUA e URSS dentro do contexto geopolítico da guerra fria. A descolonização apresentou duas faces, sendo a primeira caracterizada pela diminuição da opressão dos colonizadores para com os colonizados, e a segunda caracterizada pela luta direta política e econômica dos países afroasiáticos pelas suas independências. Os EUA e a URSS eram interessados em obter áreas de influência nos continentes asiáticos e africanos, e com isso, promoveram o apoio aos movimentos nacionalistas em diversos casos. Esse episódio ficou conhecido como a Carta do Atlântico. A partir da década de 1930, o movimento nacionalista, em prol da independência de vários Estados africanos, ganhou força e atingiu praticamente a África toda. A luta pela independência foi resultado de extremos atos violentos, principalmente o de casos ingleses. Os Estados colonizadores mais atingidos foram a França e a Inglaterra. Estes perderam muito após a nacionalização do Canal de Suez (1956) feito pelo líder egípcio Nasser. Tal como a Primeira grande guerra, o pensamento nacionalista de Mustafá Kemal Atatubk se constituiu no marco de luta pela independência daquelas regiões, perante os seus dominadores. O nacionalismo árabe se destacou na figura de Gamal Abdel Nasser e a sua Revolução Nasseriana, no Egito em Surgia aqui um movimento pela independência dos estados africanos denominado Pan-africanismo, que era caracterizado pela união dos Estados africanos contra a repressão dos colonizadores e pela sua liberdade. O Pan-africanismo também era conhecido pela expressão Negritude, caracterizando o conjunto de valores da população negra. A partir da década de 1960 ocorreu o aceleramento da descolonização africana, dando ênfase a algumas conferências, dentre as quais podemos destacar a de Acra (1958) que buscou afirmar a solidariedade africana em relações a seus colonizadores, dando um ultimato nas tropas francesas situadas na Argélia. Outra conferência foi a de Casablanca(1961),que se caracterizava por uma carta que previa a união das forças africanas contra 1

6 os colonizadores e a realização de um Mercado Comum Africano. A terceira conferência mencionada foi a de Monróvia, que incrementou a união dos Estados Africanos francófonos e anglófonos, defendendo a não violência, respeitando a integridade territorial e igualdade. A última conferência que podemos citar foi a de Adis-Abeba (1963), que marcou a criação da Organização da Unidade Africana (OUA), cujo objetivo foi promover a unidade e a solidariedade entre estados africanos, eliminando todas as resistências colonialistas. O dia 21 de Março de 1960 tornou-se dia mundial contra a discriminação racial, pois nesse dia autoridades brancas, por meio do regime do Apartheid na África do Sul, massacraram centenas de negros que protestavam contra o regime. A descolonização em alguns casos africanos IESDE Brasil S.A Descolonização da África. Antes da Segunda Guerra Mundial De 1940 a Em 1960 A partir de 1974 De 1961 a 1968 Em luta pela independência

7 Nigéria No caso nigeriano, seus cidadãos viviam sob o auxílio da URSS, que dominava a província de Biafra, região rica em petróleo. O grande foco da guerra levou o nome da dita provincia (Guerra de Biafra: ) entre as forças apoiadas pelos EUA (tropas francesas e inglesas) que apoiavam os Ibos (tribo da região) contra o governo federal (apoiado pela URSS). A economia nigeriana foi totalmente prejudicada, mas a vitória foi do governo federal auxiliado pela URSS. Argélia Localizada na África do Norte, tem sua origem árabe-berbere e possui como religião o Islamismo. A região era de dominação francesa, sendo que os chamados pés-pretos controlavam as melhores terras do país. O processo de libertação da Argélia teve início a partir do final da Segunda Guerra Mundial e logo surgiu um movimento nacionalista em prol da independência, denominado FLN (Frente de Libertação Nacional). Grandes batalhas ocorreram entre as forças dos colonizadores e as que defendiam a independência. Uma das batalhas mais conhecidas ocorreu no ano de 1957, a batalha de Argel. Porém, somente em 1958 o processo de independência começou a andar, decorrente de um golpe de Estado na França. A independência somente chegaria no ano de 1962, com o acordo de Evian, fazendo com que a França retirasse suas tropas da Argélia. O governo argelino foi logo empossado e o seu chefe Ahmed Bem Bella, subiu ao poder. Ele era o principal líder da FLN. Congo Localizado na África central, possuía o domínio do governo belga a partir de No ano de 1960 foi decretada a independência do Congo, e nesse momento assumiu o governo Joseph Kasavubu, tendo como primeiro ministro Patrice Lumumba. O Congo é rico em minérios, e lá se instalaram várias empresas estrangeiras com o objetivo de explorar as riquezas. É neste cenário que a província de Katanga surgiu como um problema para o governo do Congo. Essa era a província mais rica do país, e a mesma queria a independência perante o governo do Congo. O movimento em prol da independência de Katanga foi liderado por Moises Tshombe. A ONU chegou a intervir naquela região a fim de evitar a separação entre as duas regiões. Kasavubu destituiu o primeiro ministro Lumumba, devido aos choques existentes nesta guerra civil. No seu lugar foi eleito Moises Tshombe. Em seguida, Lumumba foi entregue aos katagueses e lá foi morto. O ano de 1965 foi mais um período conturbado da história do Congo. Surgia a figura Mobutu Sesse Seko, general congolês, que aplicou um golpe de estado que retirou Tshombe e Kasavubu do poder, e implantou um período ditatorial, apoiado pelos EUA, dentro do contexto de guerra fria. Essa ditadura foi marcada pelo processo de Africanização, tentando resgatar a cultura do povo africano. Nesse momento o Congo passou a ser chamado de República do Zaire (1971). O governo de Mobutu durou até 1997, quando foi derrubado pelo revolucionário Laurent Kabila, promovendo o retorno do antigo nome da região, República Democrática do Congo. As colônias portuguesas O gigantesco império português iniciou-se ainda durante a expansão marítima, século (XV), estendendo-se durante o processo imperialista, século (XIX). A maioria das colônias portuguesas na Africa só se tornaram independentes após 1974, com a queda do governo de Salazar. No caso da Guiné-Bissau, surgiu o movimento nacionalista denominado PAIGC (Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde) no ano de 1956, liderado por Amílcar Cabral até o seu assassinato em 1973 por agentes portugueses. Cabo Verde também foi afetado por esse movimento nacionalista de mesmo porte. Ambos conseguiram as suas independências no ano de O arquipélago de São Tomé e Príncipe também conseguiu a sua independência após anos de luta, que promoveu o surgimento de um movimento nacionalista denominado MLSTP (Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe), liderado por Manoel Pinto da Costa. A independência somente veio no ano de Moçambique, colônia portuguesa da África Oriental, no ano de 1962 presenciou o surgimento do movimento nacionalista FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), que promoveu a luta pela independência contra partidários a favor da dominação portuguesa, chegaram a criar um movimento, era a RENAMO (Resistência Nacional Moçambiquana), apoiados pelos EUA. 3

8 O líder do processo de independência foi Eduardo Mondlane, e após o seu assassinato, assumiu a figura de Samora Machel. Por coincidência, a independência de Moçambique também foi após a queda do fascismo português no ano de O caso angolano é o mais importante da descolonização portuguesa, pois se tratava da mais importante colônia. A partir do ano de 1956 surgiram movimentos nacionalistas em prol da independência de Angola. Primeiro surgiu o MPLA (Movimento Popular pela Libertação de Angola), único a demonstrar um líder fixo, a figura de Agostinho Neto. Depois vieram a FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola) e a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola. No ano de 1974 era assinado o Acordo de Alvor, promovendo um ano depois a independência de Angola (1975). Porém, ao contrário das outra ocasiões, o poder subiu na cabeça de alguns, e ali iniciou uma terrível guerra civil pelo controle de Angola. Esse conflito existiu até pouco tempo atrás. De um lado as forças do MPLA apoiados pela URSS, e do outro a FNLA e a UNITA apoiadas pelos EUA. A vitória, na época, foi do MPLA, transformando Angola num país socialista. Agostinho Neto veio a falecer no ano de 1979, deixando o poder para José Eduardo dos Santos, que somente em 1992 conseguiu promover uma certa paz e eleições para a presidência do país. Outras colônias Entre os anos de 1957 e 1962 ocorreram vários processos de independência. Destacaremos aqui o caso da Namíbia e da Eritreia, sendo estes os últimos a conseguirem a liberdade, por meio do movimento nacionalista conhecido como Swapo (Organização Popular do Sudoeste Africano). O único estado que ainda não conseguiu a sua independência foi o Saara Ocidental, que possui a dominação do Marrocos, país que conta com um movimento nacionalista denominado Frente Polisário (Frente Popular de Libertação de Saguia e Rio do Ouro). Também destacamos aqui o caso do Zimbábue, cujos movimentos eram denominados de ZAPU (União Popular Africana do Zimbábue) e ZANU (União Nacional Africana do Zimbábue). A independência somente veio pela união desses dois grupos, dando origem a Frente Patriótica. O Zimbábue enfrenta um colapso em sua produção agrícola e, por consequência, em toda a sua economia. Desde o ano de 2000, um conflito pela posse de terras acontece dentro desse território, cujas melhores terras estão nas mãos dos brancos descendentes da elite colonizadora. Esta área foi explorada pelo britânico Cecil Rhodes (por isso o nome da colônia ser Rodésia). Os homens brancos se apoderaram das terras e do gado, obrigando os nativos a trabalharem em suas fazendas. No ano de 1930, uma lei restringiu o direito de os nativos possuírem terras fora das reservas. O fato acarretou, a partir da década de 1960, o Reino Unido a aceitar o processo de independência das colônias vizinhas, como a Zâmbia e Malauí, porém não Rodésia (Zimbábue). Dois grupos nacionalistas surgiram para lutarem em prol da independência daquela região, ZANU (União Nacional Africana do Zimbábue) e a ZAPU (União Africana do Povo de Zimbábue). O primeiro grupo era liderado por Robert Mugabe, enquanto o segundo era liderado por Joshua Nkomo. Essa independência somente veio no ano de 1980, e o seu poder ficou nas mãos de Robert Mugabe, que tinha a promessa de desapropriar as terras dos brancos para fornecer aos nativos. Em diversos países da região, as riquezas continuam concentradas ao lado de uma vasta população pobre. Com as sanções internacionais, em 2002, a crise econômica se agravou e o governo anunciou que o programa de tomada de terras estava oficialmente encerrado. Ao final, quase todos os fazendeiros brancos do país tiveram suas fazendas total ou parcialmente listadas para a desapropriação e foram obrigados a deixar suas terras antes de receber pagamento. Muitas das grandes fazendas acabaram nas mãos de pessoas ligadas ao regime. Na prática, a produção agrícola despencou, e o preço dos alimentos disparou. A descolonização em alguns casos asiáticos Seguindo o processo de descolonização existente na África, trataremos do caso asiático, que se assemelha bastante ao africano. Desde o final da Primeira Guerra Mundial já existiam na Ásia movimentos em prol da libertação das colônias em relação a opressão dos colonizadores. 4

9 A Conferência de Bandung (1955), foi uma espécie de acordo entre as nações asiáticas e africanas em proveito de promoverem auxílios militar e econômico as nações que ainda lutavam pela sua independência em relação ao seu opressor (o colonizador). Essa conferência ocorreu na Indonésia, em abril de A conferência proclamou-se representante dos países não alinhados nem ao bloco soviético nem ao bloco capitalista, mas favoráveis à criação de sociedades igualitárias; era criado o conceito de Terceiro Mundo. O encontro, convocado pela Indonésia, Mianmar, Sri Lanka, Índia e Paquistão, reuniu 29 países da África e da Ásia. O presidente da Indonésia, Ahmed Sukarno, propôs um compromisso de todas as nações ali presentes de apoio mútuo em casos de agressões de países imperialistas. A conferência soou como um sinal de alerta para as potências coloniais. Dez anos antes, Sukarno havia liderado o processo de independência da Indonésia, ex-colônia da Holanda. IESDE Brasil S.A PAQUISTÃO ÍNDIA BANGLADESH Chandernagor (1954) BIRMÂNIA LAOS Macau (Port.) Hong Kong (G.B.) Goa (1963) Yanaon (1954) VIETNÃ Filipinas Mahé (1954) Pondichéry Karikal (1954) KAMPUCHEA SRI LANKA MALÁSIA N Cingapura O L INDONÉSIA S Descolonização do sudeste Asiático. E 196 De 1961 a 196 A partir de

10 A Índia JAMM CACHEMIRA Islamabad IESDE Brasil S.A Amristar PUNJAB 1962 PAQUISTÃO (PAQUISTÃO OCIDENTAL) Haidarabad Karachi 1961 Estados dos Sikbs Nova Deli ÍNDIA BANGLADESH Daca (PAQUISTÃO OCIDENTAL) Fronteira do Noroeste Diu Damão 1961 Goa N Desde 1958, conflitos étnicos entre os cingaleses (maioria) e os tâmeis O L Colombo SRILANKA S Índia pós-independência. Área contestada pela Índia e pelo Paquistão Área contestada pela Índia e pelo Paquistão Guerra da Índia com a China Anexação de Diu, Damão e Goa pela Índia Independências: Índia e Paquistão (Ocidental e Oriental) Ceilão, hoje Srilanka Banglesh (ex-paquistão Oriental) 6 O movimento nacionalista indiano surgiu graças ao desenvolvimento do Partido do Congresso Nacional Indiano, cujos líderes eram Mahatma Gandhi e Jawaharlal Nehru. O primeiro defendeu a independência sem violência, no que se denominou a prática do processo de desobediência civil. Esse processo foi fundamentado na não-violência, rejeitando todo o tipo de luta armada, mediante, principalmente, à realização de greves contra as ordens impostas do colonizador, a Inglaterra. Enquanto que Nehru manteve-se a favor da independência a todo custo. O problema maior no caso indiano não foi o domínio inglês, e sim a disparidade entre as três religiões existentes dentro do Estado indiano. Essas diferenças levaram ao surgimento de três Estados independentes assim que a Índia conseguiu a sua liberdade (1947). O primeiro foi o Paquistão, que era dividido em dois (Oriental e Ocidental) de origem muçulmana. Segundo, a República da União Indiana, cuja religião é o hindu. E por último a Ilha do Ceilão (Sri Lanka) cuja religião predominante é, ainda hoje, o budismo.

11 A Índia ficou sob o governo de Nehru, e ali ele implantou o sistema de Planos Quinquenais como a URSS. No caso do Paquistão, dividiu-se em dois no ano de 1972, Paquistão e o novo estado denominado Bangladesh (República Popular da Bengala). A disputa religiosa entre muçulmanos e hindus acentuou-se nos últimos anos, principalmente em relação a região da Cachemira, foco de disputa religiosa e rica em minérios. No ano de 1948, Gandhi foi assassinado por um radical hindu. O filho de Gandhi conseguiu chegar ao poder na Índia na década de 1980, e foi um período marcado por corrupção e violência. Indonésia Mahatma Gandhi. Esta região também foi conhecida pelo nome de Insulíndia ou Índia Neerlandesa. Possuía a dominação da Holanda desde o século XVI até o ano de 1941, quando durante a Segunda Guerra Mundial, foi dominada pelo Japão. Foi nesse momento que surgiu o movimento pela independência da Indonésia, liderado por Ahmed Sukarno, criando o Partido Nacional Indonésio. Como todo mundo sabe, o Japão perdeu a guerra, dando margem ao próprio Sukarno proclamar a independência, só que ele não contava com a tentativa holandesa de recolonização da Indonésia. A região conseguiu a sua independência no ano de 1949, promovendo uma política externa neutra perante ao grande choque entre a URSS e os EUA. Na década de 1960, um golpe de estado colocou o general Suharto sob o poder da Indonésia até a década de 1990 e a partir daí promoveu uma caça aos comunistas. A sua ditadura durou até o ano de 1998, quando foram convocadas eleições para presidente, dando início ao projeto de implantação de uma democracia. O fato mais marcante nos dias de hoje na Indonésia, foi a independência do Timor Leste, pelo movimento nacionalista FRENTILIM (Frente Nacionalista pelo Timor Leste Independente), apoiado por vários países ocidentais, entre eles o Brasil, gerenciando as forças da ONU naquela região. Domínio público. Indochina Dominada pela França desde o século XIX, e impulsionada pelos movimentos de independência das colônias asiáticas e africanas, começava mais uma luta pela liberdade. Depois da Segunda Guerra Mundial, a França tentava retomar o controle da Indochina, sob seu domínio desde a segunda metade do século XIX. Mas enfrentava os movimentos que lutavam pela independência da região. O grupo de resistência mais forte era o Vietminh, fundado em 1941 e liderado pelo comunista Ho Chi Minh. A Indochina engloba três principais regiões (Camboja, Laos e Vietnã) e durante a Segunda Guerra Mundial sofreu intervenção japonesa. Nesse momento iniciava por meio do grupo Vietminh (Liga Revolucionária para a Independência do Vietnã), referente ao lado norte, a luta pela libertação do opressor. Após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, Ho Chi Minh, líder do movimento, proclamou a independência do estado vietnamita. O que ele não esperava era o retorno da França, tentando reaver o domínio de seus territórios. Durante os anos de , o mundo viu uma batalha entre as forças francesas situadas no Vietnã do Sul e as forças do Vietnã do Norte, lideradas por Ho Chi Minh. Depois de várias vitórias contra o imperador Bao Dai, aliado do Japão, Ho Chi Minh proclamou, em 1945, a República Democrática do Vietnã, com capital em Hanói, no norte do país. Com o fracasso das negociações em torno da região sul,a França, fortemente apoiada pelos Estados Unidos e pela sua doutrina Truman, deu início à Guerra da Indochina. A batalha final aconteceu entre novembro de 1953 e maio de Os franceses consideravam estratégica a localização da aldeia de Dien Bien Phu. O conflito somente foi encerrado com a derrota francesa na batalha de Dien Bien Phu e a decisão tomada na Conferência de Genebra que ordenava as tropas francesas a se retirarem do Vietnã. A conferência também ordenava a divisão do Vietnã em dois: o Vietnã do Sul cujo poder ficaria nas mãos dos EUA, e do ditador Ngo Dinh Dien; e o Vietnã do Norte com o apoio da URSS e o controle de Ho Chi Minh. A derrota nesta batalha decidiu a guerra a favor de Ho Chi Minn. Para pacificar a região, uma conferência de paz foi realizada em Genebra no ano de 1954, acarretando a divisão provisória do Vietnã e a independência do Laos e do Camboja. Ho Chi Minh passou a chefe de estado do Vietnã do Norte, enquanto no Vietnã do Sul o primeiro-ministro Ngô Dinh Diem destituiu o imperador Bao Dai, proclamando uma República, apoiada pelos EUA. Os Estados Unidos, decididos a consolidar sua esfera de influência na Ásia, assinaram acordos de 7

12 proteção com Japão, Filipinas, Coreia do Sul e Taiwan, além de formar um pacto militar com a Austrália e a Nova Zelândia (ANZUS). Os americanos criaram ainda a Organização do Tratado do Sudeste Asiático (OTASE), integrado pelo Vietnã do Sul, o Laos e o Camboja, além da França e da Grã-Bretanha. No lado Sul, surgiu um movimento contrário a ditadura imposta por Ngo Dinh Dien, era o Vietcong (Frente de Libertação Nacional) que obteve total apoio dos comunistas do Vietnã do Norte. A partir desse choque, os EUA decidiram intervir militarmente na região. Tiveram uma humilhante derrota as tropas americanas ao longo de mais de 10 anos ( ). A mesma intervenção norte-americana ampliou- -se para as regiões do Camboja e do Laos. IESDE Brasil S.A Guerra do Vietnã - ( ) Zonas controladas pela Frente da Libertação Nacional (Vietcongues) Zona controlada pelo Pathet Lao (Laos Livre), aliado à FLN Zonas Disputadas, mas controladas pelos Sul-vietnamitas e Americanos Zona desmilitarizada (17 N) Trilha de Ho Chi Minn Bases americanas Bombardeios americanos sobre o Vietnã do Norte Reunificação do Vietnã: República Socialista do Vietnã 8

13 Em 1975, o Khemer Vermelho liderado por Pol Pot, tomou o poder em várias regiões, libertando o Camboja dos dirigentes corruptos. Um ano depois era feita a unificação do Vietnã, sob o controle do Vietnã do Norte, e passando a adotar totalmente uma política socialista com o auxílio da URSS. Os EUA, até hoje, não reconhecem a sua derrota no conflito, no entanto, um passo já foi dado para o retorno das negociações, o presidente Bill Clinton acabou com o embargo econômico que existia desde o ano de 1975, abrindo espaço para a ampliação de relações comerciais internacionais de âmbito capitalista. Principais conflitos da África pós-45 CONFLITO DATA OPONENTES RESULTADOS Revolta Malgaxe (Madagascartas 1947 a 1948 França contra nacionalis- Dominada pela França malgaxes Revolta dos Mau Mau (Quênia) Guerra de independência da Tunísia Guerra de independência de Marrocos 20/10/1952 a janeiro de a junho de 1955 Insurretos da tribo kikuyos mau-mau contra a Inglaterra França contra nacionalistas da Tunísia 1953 a 1956 França contra nacionalistas marroquinos Crise de Suez (Egito) 31/10 a 7/11/1956 Egito contra a Inglaterra e a França Guerra de independência da Argélia Guerra do Congo (Zaire) Guerra de independência de Biafra (Nigéria) Guerra de independência de Angola 1/11/1954 a março de 1962 julho de 1960 a dezembro de /5/1967 a 15/1/ a 11/11/1975 Guerra civil de Angola novembro de 1975 a junho de 1991 Guerra de independência de Moçambique 1964 a junho de 1975 Nacionalistas argelinos contra a França Lutas entre facções nacionalistas Nigéria contra Biafra (província nigeriana rica em petróleo) Portugal contra os nacionalistas apoiados pela URSS e pela China MPLA apoiado pela URSS e pela China, contra FNLA e UNITA, apoiada pelos EUA Portugal contra nacionalistas apoiados pela URSS e pela China (FRELIMO) Grande violência, vitimou mais de negros 1963: retirada das tropas britânicas e independência do Quênia Independência da Tunísia em 1956 Independência de Marrocos em 1956 Os EUA impõem o cessar fogo e as tropas anglofrancesas evacuam a área do canal de Suez, que é nacionalizado pelos egípcios Destaque para a batalha de Argel (1957) franceses mortos contra 1 milhão de muçulmanos, a França retira-se da Argélia que concretiza a independência em 3/7/1963 Destaque para a secessão de Catanga 2/1961 1/ mortos nas forças da ONU, golpe militar de Mobutu põe o fim no conflito Minada pela fome devido ao bloqueio de Biafra pelas tropas federais da Nigéria, que impediam a entrada de alimentos e remédios do exterior; a população se rendeu pondo fim à guerra civil, após trinta meses de lutas Independência de Angola em 1975 Um tratado de paz foi assinado em Lisboa em 1/6/1991; a UNITA transformou se em partido político Independência de Moçambique

14 CONFLITO DATA OPONENTES RESULTADOS 1964 a junho de Independência de Guiné Bissau em Guerra de independência de Guiné- -Bissau Invasão somali de Ogaden (Etiópia) Rebelião da Eritréias (Etiópia) Federação Centro- -africana (Rodésia do Norte, Rodésia do Sul e Niassalândia) Guerra de Sahel (Marrocos) Luta pela independência da Namíbia Invasão de Uganda pela Tanzânia Luta pela independência do Saara Ocidental Portugal contra nacionalistas apoiados pela URSS e pela China maio de 1977 a Etiópia contra a Somália março de Governo da Etiópia contra separatistas 1957 a março de 1980 Nacionalistas, apoiados pelo bloco comunista, contra o governo anglo- -rodesiano Marrocos contra nacionalistas apoiados pela Argélia Etiópia repele os somalis Negociado o cessar-fogo com o patrocínio dos EUA em 27/5/ : colapso da Federação Centro-africana. Rodésia do norte torna se Zâmbia; Niassalândia torna se Malavi; ambas proclamam a independência. A Inglaterra recusa a independência da Rodésia do Sul. Independência do Zimbábue (Rodésia do Sul) vitória nacionalista em 1980 A guerra continua 1966 a 1990 A independência da Namíbia decorreu de um acordo entre África do Sul, Angola e Cuba. Em março de 1990 a Namíbia concretizou sua libertação da África do Sul fevereiro de 1979 Tanzânia contra as tropas Idi Amim é deposto em Uganda ugandenses de Idi Amin Dada Nacionalistas da Frente Polisário (Frente de Libertação de Saguia El Hamra e Rio de Oro) contra Marrocos Retirada das tropas espanholas de ocupação em 1976 (fim da colonização espanhola) dá início à guerra. A guerra continua, apesar das tentativas da ONU de patrocinar as negociações de paz (PAZZINATO, Alceu. História Moderna e Contemporânea. Editora Ática, p.328.) `` (Fuvest) Ho Chi Minh ( ), Nehru ( ), Sukarno ( ), Nasser ( ), Ben Bella (1916-), Patrice Lumunba ( ). Explique o fenômeno histórico a que esses protagonistas do mundo contemporâneo estão vinculados. Indique o país de pelo menos quatro deles. Solução: Os personagens citados estão relacionados ao processo de descolonização afro-asiático após a Segunda Guerra Mundial. Patrice Lumumba - ex-congo Belga Ben Bella - Argélia Ho Chi Minh - Vietnã 2. `` Sukarno - Indonésia Nasser - Egito Nehru Índia (Unesp) Denomina-se descolonização o processo,ocorrido sobretudo nas décadas de , que colocou fim aos impérios coloniais europeus. a) b) Indique uma causa da descolonização. Relacione descolonização e Guerra Fria. Solução: a) Enfraquecimento das grandes potências colo- niais (Grã-Bretanha e França) em decorrência da Segunda Guerra Mundial. b) Tanto os Estados Unidos como a URSS apoiaram o processo de descolonização,como forma de ocupar os espaços deixados pelas ex-metrópoles, no con-

15 texto da disputa pela hegemonia mundial entre as duas superpotências (Guerra Fria). 3. `` (UFF) Ao se observar o mapa constata-se que os continentes cujas matas nativas foram mais devastadas são a África e a Europa que possuem, respectivamente, 8% e 0,3% de suas matas nativas. a) Apresente,explicando,um motivo básico que dis- tingue as situações da África e da Europa. b) Explique porque os reflorestamentos da Europa e da África mostram resultados distintos. Solução: a) Na Europa as matas foram derrubadas não só para o uso agrícola intensivo, mas também para a expansão de áreas urbanas e industriais. Na África, grande parte do desflorestamento se deve, além da utilização agrícola do solo e da expansão demográfica, à exploração da madeira e à formação de pastagens para a pecuária extensiva. b) No caso da África, os ecossistemas são mais complexos, os solos tropicais são mais frágeis e muito suscetíveis à erosão. As matas têm mais espécies, muitas delas de crescimento mais lento,o que torna relativamente mais lenta sua recuperação. c) Nas florestas de clima temperado da Europa, os ecossistemas são menos complexos em termos de número de espécies e estas, em geral, apresentam crescimento mais rápido. FILMES: Platoon Direção de Oliver Stone, EUA, Um Grito de Liberdade Direção de Richard Attenbourough, EUA, (UFF) A descolonização e as lutas pela libertação nacional dos países africanos imprimiram, após a Segunda Guerra Mundial, uma nova divisão territorial no continente africano. Considere esse processo de descolonização e analise as afirmativas. I. A dominação imperialista da Europa sobre o território africano foi denunciada pelo filósofo e escritor Sartre, considerado a grande voz da consciência europeia anticolonialista. II. A Frente de Libertação Argelina foi a principal organização que, lutando pela independência da Argélia, conseguiu libertá-la do colonizador português. III. As guerras de independência das colônias portuguesas revelaram a fragilidade do sistema econômico e social da metrópole que, à época, encontrava-se sob o governo de Salazar. IV. A Conferência de Bandung, em 1955, da qual participaram os países recém-liberados da dominação colonial, representou um importante estímulo para o processo de descolonização de países africanos. V. A libertação de Angola deu-se por via pacífica, tendo sido selada, em 1974, pelo Acordo de Alvor, celebrado entre o Movimento Popular de Libertação de Angola e o governo português. As afirmativas que estão corretas são as indicadas por: a) I, II e III b) I, III e IV c) I, IV e V d) II, III e IV e) III, IV e V (PUC-Rio) As lutas pela descolonização transformaram profundamente o mapa político mundial na segunda metade do século XX. As alternativas abaixo relacionam características importantes dos Estados nacionais surgidos na África e Ásia ao longo desse período, com exeção de uma. Qual? a) A maioria dos novos Estados nacionais adotou sis- temas políticos e modelos de governo ocidentais inspirados nas experiências de suas metrópoles. b) Os Estados recém-constituídos conseguiram cons- truir uma identidade política sólida, o que permitiu a organização do movimento dos países não-alinhados, em Bandung, na Indonésia. 11

16 c) Na maioria dos novos países, coube ao Estado to- mar para si as tarefas de modernização e crescimento econômico com o objetivo de promover o desenvolvimento nacional. d) Nos países em que a independência se realizou por meio de revoluções sociais, os novos Estados tenderam para o modelo soviético. e) Nos processos de independência conseguidos por meio de guerras contra as antigas metrópoles, os exércitos nacionais e suas lideranças acabaram por desempenhar um papel de destaque na política nacional dos novos Estados. (UFRJ) A colonização europeia da África, iniciada efetivamente em fins do século XIX, resultou na conquista de inúmeros Estados e de territórios de etnias igualmente diversas. A partir do processo de descolonização, observa-se o acirramento dos conflitos nos Estados recém-formados. Jovem combatente africano segura a arma, onde se lê: guerra é minha comida. (Molly Bingham for Human Rights Watch.) Relacione o processo de constituição de fronteiras dos países da África contemporânea com as guerras civis, que ocorrem em diversas regiões daquele continente. (UFF) Quando comparada à revolução chinesa, a independência indiana adquire uma singularidade que, ainda hoje, desperta a atenção dos estudiosos. Ao contrário de uma revolução comunista, a índia adquiriu sua independência pela via pacífica. Identifique o comentário que se refere, corretamente, à política implementada por Gandhi para obter a independência. a) A política de desobediência civil, cujo exemplo foi a chamada Marcha do Sal, fundamentava-se no princípio da resistência pela violência. b) O sistema hindu, fundado na igualdade social e no sistema de castas, representou um obstáculo à independência indiana. c) Parte significativa da burguesia indiana apoiou a política de Gandhi, pois o seu programa de defesa 5. do produto nacional ajudava a combater a concorrência dos materiais ingleses. d) A doutrina da dignidade do trabalho defendida por Gandhi implicava a defesa intransigente de greves de cunho político. e) O principal impulso do programa de Gandhi era a proposta de reformulação da aldeia tradicional com a introdução da mecanização no campo. (UFES) Foi em 1968 que os Beatles cantaram a famosa música Revolution, fazendo sucesso ao som de um instrumento hindu, a cítara, aliada à guitarra elétrica. (...) E exprimia o novo mundo que se impunha, com ramos americanos, japoneses, africanos e indianos se cruzando, se interpondo no panorama da história contemporânea. A mancha branca ; que tanto ameaçara os continentes asiático e africano, parecia perder a força em contato com a sombra amarela e a preta que, de forma revolucionária, tomava conta da Terra, tentando mudar o mundo (...). Nessa década, trinta nações africanas irromperam no cenário mundial. Só nos doze primeiros meses, conhecidos como o Ano da África, dezessete países conseguiram sua independência política (...). (CANEDO, Leticia Bicalho. A Descolonização da Ásia e da África. 8. ed. São Paulo: Atual, 1992, p. 33.) 6. O texto anterior se refere à década de 60 deste século, importantíssima para a descolonização da África. Sabemos, entretanto, que a emergência do continente africano se dá após 1955, sendo a região do Magrheb, com exclusão da Argélia, a primeira a se tornar independente, em Qual a importância da Conferência de Bandung (Indonésia) para o início da descolonização da África? (FGV-SP) [...] em 1955, em Bandung, na Indonésia, reuniram-se 29 (...) países que se apresentavam como do Terceiro Mundo. Pronunciaram-se pelo socialismo e pelo neutralismo, mas também contra o Ocidente e contra a União Soviética, e proclamaram o compromisso dos povos liberados de ajudar a libertação dos povos dependentes [...] A conferência a que o texto se refere é apontada como um: a) indicador da crise do sistema colonial por represen- tar os inte resses dos países que estavam sofrendo as consequências do processo de industrialização na Europa. b) indício do processo de globalização da economia mundial uma vez que suas propostas defendiam o fim das restrições alfandegárias nos países periféricos.

17 7. 8. c) sintoma de esgotamento do imperialismo america- no no Oriente Médio, provocado pela quebra do monopólio nuclear a favor dos árabes. d) sinal de desenvolvimento da economia dos deno- minados tigres asiáticos que valorizou o planejamento estratégico, a industrialização independente e a educação. e) marco no movimento descolonizador da África e da Ásia que condenou o colonialismo, a discriminação racial e a corrida armamentista. (FGV-SP) Em novembro de 1954, com a guerra da independência da Argélia já iniciada, François Mitterrand, então Ministro do Interior da França, declarava: A Argélia e a França não se negocia. O que seguiu foi: a) uma revolta popular de grandes proporções, culmi- nando com eleições livres e diretas em 15 de maio de b) um longo combate entre a França e a Argélia, cul- minando com a derrota francesa e a convocação de um Plebiscito geral em 31 de março de c) uma violenta guerra de libertação, que custou a vida de quase 100 mil pessoas a cada ano e culminou com a independência da Argélia, em 3 de julho de d) um levante político partidário envolvendo grande contingente de militantes e culminou com a intervenção das Nações Unidas, por meio de uma força de paz, em 9 de julho de e) uma rebelião de militares de esquerda, que culmi- nou com a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte em 25 de agosto de (UFMG) O colonialismo em todas as suas manifestações, é um mal a que deve ser posto fim imediatamente. Os argumentos dessa reinvidicação, expressa na Conferência de Bandung (1955), estavam fundamentados: a) na Carta das Nações Unidas e Declaração dos Di- reitos do Homem. b) na Encíclica Rerum Novarum e nas resoluções do Concílio Vaticano II. c) na estratégia revolucionária do Kominform para as regiões coloniais. d) na Teoria do Efeito Dominó do Departamento de Estado americano. e) nas teorias de revolução e imperialismo do marxis- mo-leninismo (Fatec) A descolonização do Oriente Médio enfrentou sérias dificuldades decorrentes, entre outras razões, das arbitrariedades cometidas na demarcação dos territórios de cada uma das novas nações. Esse procedimento, ao tentar solucionar os problemas dos ex-dominadores, dividiu grupos tradicionais, tirando-lhes regiões ricas ou estratégicas, colocando, com isso, os nascentes Estados em rivalidade permanente e levando, algumas vezes, ao surgimento de guerras como a Guerra dos Seis Dias (1967). Esse conflito trouxe como principal problema para aquela região: a) o boicote petrolífero determinado pela OPEP contra os países do Ocidente. b) a guerra civil no Líbano após a queda de Nasser no Egito. c) a ocupação por Israel de vários territórios árabes, principalmente a margem ocidental do rio Jordão. d) a internacionalização de Jerusalém e a ocupação israelense em Golan. e) o fechamento do Canal de Suez e a ocupação egíp- cia da região do Sinai. (UFV) Diante da polarização internacional entre os EUA e a URSS, vários representantes de Estados da África e da Ásia, entre os quais Paquistão, Índia, Ceilão, Birmânia e Indonésia, recém-independentes, reuniramse, em 1955, na chamada Conferência de Bandung e se autodenominaram países de Terceiro Mundo. Esta conferência prenunciou a conferência de 1961, em Belgrado, Iugoslávia, quando se instituiu o Movimento dos Países Não-Alinhados. Assinale a alternativas que não corresponde às intenções estabelecidas em Bandung. a) O reconhecimento da legitimidade de cada nação defender-se, individualmente ou coletivamente, e posição contrária às ingerências externas em assuntos internos às nações. b) A defesa da posição de respeito à soberania e inte- gridade territorial das nações e dos direitos humanos fundamentais previstos na Carta das Nações Unidas. c) O anúncio de um acordo entre os países participan- tes, visando compor um bloco militar de oposição a soviéticos e americanos, em resposta às pressões colonialistas da Guerra Fria. 13

18 d) A proposta de solução pacífica para conflitos por meio de negociações, conciliações, arbitragens e acordos perante tribunais internacionais ou quaisquer outras formas pacíficas de acordo entre interessados. e) A abstenção ou recusa de participação em atos e ameaças de agressão, e não-envolvimento com preparativos de defesa coletiva que servissem aos interesses particulares das grande potências. (Unesp) Denomina-se descolonização o processo, ocorrido sobretudo nas décadas de , que colocou fim aos impérios coloniais europeus. a) Indique uma causa da descolonização. b) Relacione descolonização e Guerra Fria. (Cesgranrio) Morre um homem por minuto em Ruanda. Um homem morre por minuto numa nação do continente onde o Homo Sapiens surgiu há um milhão de anos... Para o ano 2000 só faltam seis, mas a Humanidade não ingressará no terceiro milênio, enquanto a África for o túmulo da paz. (Augusto Nunes In: O Globo, 6 ago ) A situação atual de instabilidade no continente africano é o resultado de diversos fatores históricos, dentre os quais destacamos o(a): a) fortalecimento político dos antigos impérios colo- niais na região, apoiado pela Conferência de Bandung. b) declínio dos nacionalismos africanos causado pelo final da Guerra Fria. c) acirramento das guerras intertribais no processo de descolonização que não respeitou as características culturais do continente. d) fim da dependência econômica ocorrida com as in- dependências políticas dos países africanos, após a década de 50. e) difusão da industrialização no continente africano, que provocou suas grandes desigualdades sociais. (Unirio) Nós proclamamos o direito, para todos os povos colonizados, de assumirem seu próprio destino... A longa noite está morta. (Declaração do V Congresso Pan-Africano, 1945.) Assinale a opção que apresenta uma afirmativa correta sobre o processo de Descolonização Afro-Asiática. a) A conferência de Bandung (1955) reafirmou os valores e a política imperialista das nações ocidentais b) Os nacionalismos afro-asiáticos, extintos após a Segunda Guerra Mundial, não conseguiram consolidar o ideal de independência. c) A Carta da ONU, consagrando o direito de autode- terminação dos povos, favoreceu o reconhecimento da soberania nacional das nações emergentes. d) A descolonização foi prejudicada pela bipolarização mundial entre EUA e URSS, que apoiavam política e militarmente os Impérios Coloniais. e) A libertação e a autonomia nacional dos países afro-asiáticos consolidaram sua independência econômica frente às nações ocidentais. (Cesgranrio) A Conferência de Bandung, ocorrida em 1954, foi um momento importante na reafirmação dos países africanos, latinoamericanos e asiáticos nas relações internacionais. Dentre as várias teses apresentadas, inclui-se a do: a) b) c) d) terceiro-mundismo. confronto com o mundo desenvolvido. apoio às nações neocolonialistas. liberalismo econômico. e) liberalismo político. (Unirio) O processo de descolonização e emergência dos países afroasiáticos foi gerado por um dos fatores a seguir. Assinale-o. a) Alinhamento dos países do Terceiro Mundo às dire- trizes políticas internacionais defendidas pela União Soviética. b) Declínio da influência mundial das tradicionais po- tências europeias. c) Instauração da autossuficiência econômica nos pa- íses participantes do Movimento dos Não-Alinhados. d) Superação das políticas colonialistas determinadas pela Conferência de Bandung, nos diversos países afroasiáticos. e) Fim dos movimentos regionais nacionalistas, o que fortaleceu a unidade política e social desses países. (UFRJ) O Marechal Mobutu Sese Seko retornou discretamente à Kinshasa na quarta-feira, 21 de março. As personalidades políticas e os jornalistas que se encontravam no aeroporto não o puderam ver. À noite, um lacônico comunicado oficial informou que o presidente retomaria as suas atividades normais. Ao mesmo tempo, em Kisangani, ao contrário, era reservada a Laurent Désiré Kabila uma acolhida entusiástica e transbordante. Os habitantes da capital do Alto-Zaire, em mãos dos

19 8. rebeldes desde 15 de março, receberam o seu chefe como um libertador. (Le Monde, de março de 1997.) O fragmento de reportagem retrata um episódio da luta revolucionária no Zaire (atual República Democrática do Congo), em 1997, em que se destacam duas personalidades políticas. De um lado, o coronel Mobutu Sese Seko, ditador que assumiu o poder, em 1965, com apoio dos Estados Unidos da América. De outro, Laurent Desiré Kabila, antigo militante comunista e opositor de Mobutu desde os anos 60. As trajetórias políticas desses dois personagens refletem uma conturbada história de conflitos que se abateram sobre o Zaire após a conquista de sua independência, em a) Apresente uma razão para o apoio dos Estados Unidos da América à ascensão de Mobutu ao poder nos anos 60. b) Explique duas heranças da era imperialista que afe- taram economicamente os atuais estados africanos independentes. c) Cite um movimento de descolonização afroasiático que tenha resultado na construção de um regime político socialista. (UERJ) A África subsaariana conheceu, ao longo dos últimos quarenta anos, trinta e três conflitos armados que fizeram no total mais de sete milhões de mortos. Muitos desses conflitos foram provocados por motivos étnicorregionais, como os massacres ocorridos em Ruanda e no Burundi. (Le Monde Diplomatique, Maio Adaptado.) Das alternativas abaixo, aquela que identifica uma das raízes históricas desses conflitos no continente africano é: a) a chegada dos portugueses, que, em busca de homens para escravização, extinguiram inúmeros reinos existentes. b) a Guerra Fria, que, ao provocar disputas entre EUA e URSS, transformou a África num palco de guerras localizadas. c) o Imperialismo, que, ao agrupar as diferentes nacio- nalidades segundo tradições e costumes, anulou direitos de conquista. d) o processo de descolonização, que, mantendo as mesmas fronteiras do colonialismo europeu, desrespeitou as diferentes etnias e nacionalidades. 9. (UFRJ) Rainha lamenta massacre Elizabeth II vê na Índia Nódoa do passado colonial Amritsar, Índia - A rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip, visitaram ontem o memorial de Jallianwala Bagh, que lembra os 379 indianos desarmados mortos por tropas coloniais britânicas em O massacre na cidade de Amritsar, que também deixou feridos indianos, foi considerado uma das piores atrocidades coloniais, que a soberana britânica lamentou ao discursar em um banquete segunda-feira à noite, em Nova Délhi. Elizabeth II admitiu que houve alguns episódios difíceis no passado britânico, sendo Jallianwala Bagh um exemplo. (Jornal do Brasil, quarta-feira, 15 de outubro de 1997.) Entre a ascenção ao trono da Rainha Vitória, em 1837, e o reinado da Rainha Elizabeth ll, a partir de 1953, a monarquia inglesa percorreu uma longa trajetória política. Durante a era vitoriana (1837/1901), a Grã- -Bretanha gozava de grande prestígio mundial, obtido com a construção de um vasto império colonial. Na década de 50, quando se iniciou o reinado de Elizabeth II, a Inglaterra enfrentava os movimentos nacionalistas que assolavam o império colonial britânico. Os dois períodos representam, portanto, o apogeu e a crise do império colonial britânico. Hoje, a monarquia inglesa, uma pálida lembrança de um passado de esplendor, limita-se a reconhecer os erros do passado, como é possível verificar no artigo do Jornal do Brasil. a) Cite uma razão da expansão colonial inglesa na se- gunda metade do século XIX. b) Explique duas razões que contribuíram para o avan- ço dos movimentos nacionalistas no mundo colonial britânico após a Segunda Guerra Mundial. 10. (Unirio) A Conferência Afroasiática discutiu os problemas dos povos dependentes, do colonialismo e dos males resultantes da submissão dos povos ao jugo do estrangeiro. A Comissão está de acordo em declarar que o colonialismo, em todas as suas manifestações, é um mal a que deve ser posto fim imediatamente... Em declarar que a questão dos povos submetidos ao jugo do estrangeiro, ao seu domínio e à sua exploração constitui uma negação dos direitos fundamentais do homem... em declarar que apoia a causa da libertação e independência desses povos. (Declaração de Bandung, 1955.) Cite e explique um fator histórico relacionado ao processo de Descolonização dos países Afroasiáticos, ocorrido no mundo do pós-guerra. 15

20 11. (Fatec) Um dos principais métodos utilizados por Mahatma Gandhi na sua luta contra a dominação inglesa tinha por base o princípio da não-violência ativa, que pode ser resumido na frase dirigida a um inglês: Para triunfar a nossa causa estamos dispostos a derramar o nosso sangue não o vosso. Considere as seguintes afirmações sobre o processo histórico indiano: I. A Índia não estava inteiramente unida em torno das propostas de Gandhi e de Nehru, havia dentro do país outros grupos de oposição, como a Liga Muçulmana, que tinha como objetivo a criação de um Estado muçulmano independente dos hindus ligados ao Partido do Congresso. II. Em 1947, o governo inglês viu-se forçado a concordar com a independência da Índia. Estabeleceu-se a condição de que o país fosse dividido em dois estados: a República do Paquistão (Oriental e Ocidental), de população predominantemente hinduísta. III. Após a morte de Gandhi, em 1948, coube a Nehru a tarefa de organizar a República Federativa. No plano externo, não alinhou nem o bloco capitalista nem com o socialista. Dentre essas afirmações: a) somente I e II são corretas. b) somente I e III são corretas. c) somente II e III são corretas. d) todas estão corretas. e) nenhuma está correta. 12. Por que Gandhi, o Mahatma, destacou-se no processo de independência da Índia? 16

21 8. 9. A C B C Sob o lema Dividir para governar, as potências imperialistas que dominaram a África colocaram sob o seu jugo, num mesmo território, diferentes etnias e muitas rivais entre si, adotando políticas de acirramento da consciência tribal. Após a independência, em muitas nações africanas as rivalidades étnicas, associadas às diferenças ideológicas e à precariedade econômica herdada da exploração colonial, têm sido motivo para as sangrentas guerras civis que continuam a assolar, sobretudo a África Negra. C A Conferência de Bandung conclamou a unidade do Terceiro Mundo e afirmou a soberania dos participantes contra a ingerência das potências em suas questões internas, portanto um marco na luta pela descolonização. E C C a) Enfraquecimento das grandes potências coloniais (Grã-Bretanha e França) em decorrência da Segunda Guerra Mundial. b) Tanto os Estados Unidos como a URSS apoiaram o processo de descolonização, como forma de ocupar os espaços deixados pelas ex-metrópoles, no contexto da disputa pela hegemonia mundial entre as duas superpotências (Guerra Fria) C C A B 17

22 8. 9. a) Os norte-americanos, em decorrência da Guerra Fria, temiam que surgisse um Estado socialista na África Central.aliado à União Soviética, o que implicaria em um novo equilíbrio estratégico, favorável aos soviéticos. b) A organização de economias primário-exportado- ras destruía as atividades econômicas tradicionais; a insuficiência de mão-de-obra técnica qualificada, de capitais e de know-how tecnológico dificultavam o desenvolvimento de uma indústria nacional capaz de criar bases materiais para o desenvolvimento nacional independente. c) MPLA, em Angola, FRELIMO, em Moçambique e a ação do PC no Vietnã. D a) A expansão do capitalismo financeiro, a ampliação dos mercados e áreas fornecedoras de matériasprimas industriais e o controle de áreas estratégicas. b) As grandes dificuldades econômicas e sociais em razão das perdas humanas e materiais, o que não tornava favorável perante a opinião pública novos envolvimentos em operações militares, e o deslocamento dos centros hegemônicos para os EUA e a URSS, com a emergência da Guerra Fria. 10. Declínio político e econômico das nações imperialistas após a Segunda Guerra Mundial; emergência dos Estados Unidos e da União Soviética como superpotências, cujas doutrinas, ações e práticas favoreceram a descolonização; criação de uma nova ordem internacional após a Segunda Guerra Mundial, baseada na bipolaridade; papel intervencionista e anticolonialista da ONU; críticas e combates à dependência colonial surgidos no mundo socialista e no capitalista; fortalecimento dos nacionalismos ou dos regionalismos afroasiáticos; movimentos de independência surgidos no continente africano e no asiático: líderes, concepções, projetos políticos e econômicos, mobilizações pacíficas e armadas, lutas e guerras em suas ações contrárias à presença imperialista; evolução dos movimentos nacionalistas em seus aspectos políticos, culturais, sociais e religiosos Gandhi propunha a resistência pacífica ao domínio britânico pregando a não-violência. 18

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