Tutorial Verilog 1ª Edição
|
|
|
- Danilo Sanches de Almada
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UFPE Universidade Federal de Pernambuco CIn Centro de Informática Tutorial Verilog 1ª Edição Felipe de Assis Souza (fas5)
2 INTRODUÇÃO Resolvi elaborar este documento após pagar a cadeira de Sistemas Digitais em , já que a maior dificuldade que os alunos (me incluindo) sentiram durante o projeto da 2º unidade, foi em enter a sintaxe e semântica da linguagem Verilog. O objetivo deste tutorial é esclarecer algumas dúvidas a respeito da linguagem, utilizada no projeto da 2ª Unidade de Sistemas Digitais, além de servir como revisão para a cadeira de Infraestrura de Hardware, onde ela será trabalhada mais a fundo. Aqui você encontrará a explicação das principais keywords além de exemplos de como utilizálas, tentei explicá-las de uma maneira menos formal para facilitar o entimento. E não, você não vai encontrar o código entregue de bandeja neste tutorial (apesar de dar para pescar alguma coisa). A lógica é com você, ou como diz um amigo meu: Dá teus pulo, boy!. fas5.
3 1. PRINCIPAIS KEYWORDS 1) module/module é a mesma coisa que método (ou função) em outras linguagens. OBS.: Um module sempre é encerrado com um module. module nome_do_modulo (input 1, input N,..., output1,..., outputn); Ex1.: module SomaSub (In1, In2, Seletor, Overflow, Out); // Início do módulo SomaSub ( ) module // Fim do módulo SomaSub In1, In2, Seletor = entradas. Overflow, Out = saídas. Ex2.: module MaiorQue (A, B, Status); // Início do módulo MaiorQue ( ) module // Fim do módulo MaiorQue A, B = entradas. Status = saída. 2) input usado para declarar uma entrada. input nome_da_entrada; Ex1.: input In1, In2; // Declarando duas entradas, In1 e In2, de 1 bit Ex2.: input [3:0] A; // Declarando uma entrada, A, de 4 bits input [3:0] B; // Declarando uma entrada, B, de 4 bits Ex3.: input [7:0] A, B; // Declarando duas entradas, A e B, de 8 bits input Clock; // Declarando uma entrada, Clock, de 1 bit 3) output usado para declarar uma saída. output nome_da_saida; Ex1.: output Out; // Declarando uma saída, Out, de 1 bit Ex2.: output [2:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 3 bits output Overflow, Status; // Declarando duas saídas, Overflow e Status, de 1 bit
4 4) reg usado para quando se deseja guardar um valor em uma entrada ou saída até que outro valor seja enviado para essa entrada ou saída (registrador). OBS.: Entradas e saídas usadas dentro de blocos always/initial devem ser do tipo reg. reg nome_da_entrada/saida; Ex1.: reg In1, In2, Out; // Setando In1, In2 e Out como três registradores de 1 bit Ex2.: reg [2:0] Tx, Ty, Tz; // Setando Tx, Ty e Tz como três registradores de 3 bits reg [1:0] Tula; // Setando Tula como um registrador de 2 bits reg Conta, Reset; // Setando Conta e Reset como dois registradores de 1 bit 5) wire é o tipo padrão das entradas e saídas. OBS.: Não se pode usar entradas/saídas do tipo wire dentro de blocos always/initial. wire nome_da_entrada/saida; Ex.: wire [3:0] Outtemp; // Declarando um fio, OutTemp, que suporta 4 bits. 6) assign usado para atribuir um valor a uma entrada ou saída. assign nome_da_entrada/saida = valor; Ex1.: input [3:0] In1; // Declarando uma entrada, In1, de 4 bits assign In1 = 4 b1001; // In1 recebe a cadeia de 4 bits Ex2.: input [7:0] In1, In2; // Declarando duas entradas, In1 e In2, de 8 bits output Status; // Declarando uma saída, Status, de 1 bit assign Status = (In1 > In2); /* Status recebe 1, se In1 for maior do que In2, * caso contrário, recebe 0 */ Ex3.: input [3:0] In1, In2; // Declarando duas entradas, In1 e In2, de 4 bits input [1:0] Sel; // Declarando uma entrada, Sel, de 2 bits output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits assign Out = (Sel == 2'b01)? In1: In2; /* Se Sel for igual à cadeia de 2 bits 01, Out * recebe In1, caso contrário, recebe In2 */
5 7) begin/ utilizado para iniciar uma sequência de comandos. Quando há apenas um comando a ser executado, não é necessária a utilização de begin/, mas é recomada, para melhorar a legibilidade do código. begin comando1; comando2; comandon; Ex.: exemplos no próximo item. 8) initial usado para inicializar inputs e/ou outputs. OBS.: Como o objetivo de inicializar inputs e outputs é fazer com que eles guardem algum valor, eles também têm que ser declarados como reg. initial begin Saida1 = dado1; Saida2 = dado2; Ex1.: output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits reg [3:0] Out; // Setando Out como registrador de 4 bits initial Out <= 4'b0000; // Inicializando Out com a cadeia de 4 bits 0000 Ex2.: input [3:0] In1; // Declarando uma entrada, In1, de 4 bits input Sel; // Declarando uma entrada, Sel, de 1 bit reg [3:0] In1; // Setando In1 como registrador de 4 bits reg Sel; // Setando Sel como registrador de 1 bit initial begin // Início do bloco In1 = 4b 1010; // Inicializando In1 com a cadeia de 4 bits 1010 Sel = 1; // Inicializando Sel com o bit 1
6 9) always utilizado para realizar instruções sempre que houver mudança em alguma entrada/saída pré-determinada. OBS.: posegde = o bloco always executará na descida do clock. negedge = o bloco always executará na subida do clock. (entrada1 or... or entradan) begin (posedge Clock) begin código; ou código; Ex1.: input [2:0] In1, In2, In3; // Declarando três entradas, In1, In2 e In3, de 2 bits always (In1 or In2 or In3) begin /* Início do bloco. Sempre que In1, In2 ou In3 * mudarem de valor, o código dentro do bloco código; * será executado */ Ex2.: input Clock; // Declarando uma entrada, Clock, de 1 bit input [3:0] In1, In2; // Declarando duas entradas, In1 e In2, de 4 bits Clock) begin /* Início do bloco. Na descida do clock, o * código dentro do bloco será executado */ código; OBS.: Se ao invés de posedge estivesse escrito negedge, o código dentro do bloco seria executado na subida do clock.
7 10) case/case bloco condicional, semelhante ao bloco case em Java. OBS.: A keyword default é usada para descrever uma ação padrão, ou seja, caso a entrada não seja nenhuma das previstas pelo programador, um código padrão também definido pelo programador será executado. Seu uso não é não é obrigatório. case (entrada) possivel_entrada 1: begin código; possivel_entrada N: begin código; default: begin código; case Ex1.: input [1:0] In; // Declarando uma entrada, In, de 2 bits output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits case (In) // Início do bloco 2 b00: Out <= 4 b0010; // Caso In seja igual a 00, Out receberá b01: Out <= 4 b1010; // Caso In seja igual a 01, Out receberá b10: Out <= 4 b0110; // Caso In seja igual a 10, Out receberá b11: Out <= 4 b0111; // Caso In seja igual a 11, Out receberá 0111 case Ex2.: input [1:0] In; // Declarando uma entrada, In, de 2 bits input Sel; // Declarando uma entrada, Sel, de 1 bit output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits case (In) // Início do bloco 2 b00: Out <= 4 b0010; // Caso In seja igual a 00, Out receberá b01: Out <= 4 b1010; // Caso In seja igual a 01, Out receberá b10: begin /* Caso In seja igual a 10: Out <= 4 b0110; * Out receberá 0110 e Sel <= 1; * Sel receberá 1 */ default: Out <= 4 b0111; // Caso In seja igual a 11, Out receberá 0111 case
8 11) if/else bloco condicional semelhante ao bloco if/else de Java. Só pode ser utilizado dentro de blocos always. if (condicao) begin ou assign Saida = (Entrada == cadeia_de_bits)? Opcao1: Opcao2; código else begin Ex1.: input [3:0] A, B; // Declarando uma entrada, In, de 4 bits output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits if (A > B) begin /* Início do bloco. Se A for maior do que B: Out <= A - B; * Out recebe o valor da operação A B, else begin * caso contrário: Out <= B - A; * Out recebe o valor da operação B - A */ Ex2.: input [3:0] In; // Declarando uma entrada, In, de 4 bits input [1:0] Sel; // Declarando uma entrada, Sel, de 2 bits output [3:0] Out; // Declarando uma saída, Out, de 4 bits wire [3:0] OutTemp; // Declarando um fio que suporta 4 bits assign Out = (Sel == 2'b11)? In: OutTemp; /* Caso Sel seja igual a 11, Out recebrá * o mesmo valor de In1, caso contrário, * receberá o valor de OutTemp */
9 12) parameter usado para rotular dados que serão utilizados muitas vezes, contribuindo para a legibilidade do código. parameter ROTULO = cadeia de bits; Ex.: input [3:0] Instrucao; // Declarando uma entrada, Instrucao, de 4 bits parameter CLRLD = 4b 0000; // Rotulando a cadeia de 4 bits 0000 como CLRLD parameter ADDLD = 4b 0001; // Rotulando a cadeia de 4 bits 0001 como ADDLD parameter HOLD = 4b 0010; // Rotulando a cadeia de 4 bits 0010 como HOLD case (Instrucao) // Início de um bloco do tipo case CLRLD: begin /* Caso Instrucao seja igual a 0000, execute ( ) * até o próximo */ ADDLD: begin /* Caso Instrucao seja igual a 0001, execute ( ) * até o próximo */ HOLD: begin /* Caso Instrucao seja igual a 0010, execute ( ) * até o próximo */ ( ) case OBS.: As cadeias 0000, 0001, 0010 foram rotuladas como CLRLD, ADDLD, HOLD, respectivamente. Sempre que for preciso usar essas cadeias no código, não será necessário digitá-las novamente, podo substituí-las por seus respectivos rótulos.
10 FONTES
Sistemas Digitais. Linguagem Verilog. Monitoria SD Daniel Alexandro/Reniê Delgado/Vanessa Ogg. Editado por (DARA)
Sistemas Digitais Linguagem Verilog Monitoria SD 2011.2 Daniel Alexandro/Reniê Delgado/Vanessa Ogg Editado por (DARA) Introdução Verilog é uma linguagem, como VHDL, largamente usada para descrever sistemas
1. Objetivos: Familiarizar o aluno com o uso do ambiente de desenvolvimento da Linguagem Verilog. Familiarizar o aluno com a linguagem Verilog.
1. Objetivos: Familiarizar o aluno com o uso do ambiente de desenvolvimento da Linguagem Verilog. Familiarizar o aluno com a linguagem Verilog. 2. Material utilizado: Ambiente Eclipse 3. Introdução: 3.1
VERILOG. Alex Vidigal Bastos
VERILOG Alex Vidigal Bastos Sumário Objetivos Introdução Hierarquia Estruturas de Modelagem Objetivos Identificar os modelos de componentes do Verilog, incluindo módulos, instâncias e portas; Correta sintaxe
Circuitos sequenciais elementares
Circuitos sequenciais elementares João Canas Ferreira Arquitectura de Computadores FEUP/LEIC Contém figuras de Computer Organization and esign,. Patterson & J. Hennessey, 3 a. ed., MKP Tópicos Sistemas
Circuitos combinatórios. (Revisão)
Circuitos combinatórios (Revisão) João Canas Ferreira Arquitectura de Computadores FEUP/MIEIC Contém figuras de Computer Organization and Design, D. Patterson & J. Hennessey, 3 a ed., MKP Tópicos Modelação
Máquina de Estados. Transições Estados Em Verilog. Monitoria SD Daniel Alexandro/Reniê Delgado/Vanessa Ogg.
Máquina de Estados Transições Estados Em Verilog Monitoria SD 2011.2 Daniel Alexandro/Reniê Delgado/Vanessa Ogg Editado por (rad) O que é? É uma modelagem de um comportamento, composto por estados, transições
Treinamento em Projeto de Sistemas Digitais
Treinamento em Projeto de Sistemas Digitais Projetando Sistemas Digitais com SystemVerilog Edna Barros Grupo de Engenharia da Computação Centro de Informática -UFPE Treinamento em Projeto de Sistemas Digitais
Xilinx ISE. O projecto
Xilinx ISE Demonstração do sistema de projecto Especificar um circuito digital em Verilog Simular o funcionamento do circuito Sintetizar o circuito Traduz o código Verilog para um circuito Simplifica o
Introdução às máquinas de estado finitas
Introdução às máquinas de estado finitas João Canas Ferreira Arquitectura de Computadores FEUP/LEIC Contém figuras de Computer Organization and Design, D. Patterson & J. Hennessey, 3 a. ed., MKP Tópicos
Máquinas de Estados Finitos. Aula 19 Prof. Abel Guilhermino
Máquinas de Estados Finitos Aula 19 Prof. Abel Guilhermino Definição Um sistema seqüencial deve ter a capacidade de capturar a influência de todas as entradas passadas sobre as saídas atuais e futuras.
Circuitos sequenciais elementares
Circuitos sequenciais elementares João Canas Ferreira Arquitectura de Computadores FEUP/LEIC Contém figuras de Computer Organization and esign,. Patterson & J. Hennessey, 3ª. ed., MKP ópicos Sistemas sequenciais
Verilog HDL Introduzida em 1985 pela Gateway Design System Corporation Após 1990, passou a ser de domínio público, e em 1995 passou a ser padrão IEEE
Verilog HDL Verilog HDL Introduzida em 1985 pela Gateway Design System Corporation Após 1990, passou a ser de domínio público, e em 1995 passou a ser padrão IEEE Verilog HDL vs. VHDL Verilog HDL é mais
low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas.
Descrição por fluxo de dados (Data Data-Flow low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas. Descrição estrutural: Descreve como é o hardware em termos de interconexão de componentes.
Aula 4 Objetivos if/else while
Objetivos Tomadas de decisão Algoritmos; Estruturas de controle; A estrutura de seleção if; A estrutura de seleção if/else; A estrutura de repetição while. Tomadas de decisão Operadores de igualdade e
4. Constantes. Constantes pré-definidas
4. Constantes Constantes pré-definidas O PHP possui algumas constantes pré-definidas, indicando a versão do PHP, o Sistema Operacional do servidor, o arquivo em execução, e diversas outras informações.
CURSO BÁSICO DE VERILOG
CURSO BÁSICO DE VERILOG Seção 1: Visão geral do Verilog Verilog não é uma linguagem de programação de software. Uma linguagem de programação de software é utilizada para executar funções em um processador
Capítulo 8. Estruturas de Controle no Nível de Sentença
Capítulo 8 Estruturas de Controle no Nível de Sentença Níveis de fluxo de controle Computações são realizadas por meio da avaliação de expressões e da atribuição dos valores a variáveis Para tornar a computação
Estruturas de Controle em c#
Estruturas de Controle em c# Fábio Moura Governo de Pernambuco Agenda Tipos de estruturas de controle; if; if-else; if-else-if; switch-case; while; do-while; for; foreach; Exercício. Tipos de Estruturas
Linguagem de Programação III
Linguagem de Programação III Aula-5 Estruturas de Decisão e Controle. Arrays em Java Prof. Esbel Tomás Valero Orellana Até Aqui Modelos e POO Classes e sua implementação em Java Encapsulamento Tipos de
Linguagens de descrição de hardware. Modelação de um circuito (digital) com HDL. fluxo de projecto seguindo uma metodologia top-down
Linguagens de descrição de hardware Modelação de um circuito (digital) com HDL fluxo de projecto seguindo uma metodologia top-down descrição em HDL, validação, síntese automática (RTL->lógico) descrições
Aula 2 Semântica de VHDL
VHDL - VHSIC Hardware Description Language Aula 2 Semântica de VHDL Leonardo Augusto Casillo Ivan Saraiva Silva 2003-2 Identificadores Usados como referência a todos os objetos declarados no código. Regras:
Revisão da Linguagem C Prof. Evandro L. L. Rodrigues
SEL0433 Aplicação de Microprocessadores I Revisão da Linguagem C Prof. Evandro L. L. Rodrigues Estrutura de um programa C Diretivas de pré processamento Declaração de variáveis globais Declaração de protótipos
Testbench. modelo não sintetizável (testbench) circuito a fabricar. modelo sintetizável (vai ser um circuito digital) Verilog
Testbench modelo não sintetizável (testbench) clock reset memórias A/D e D/A interfaces ficheiros geração de estímulos circuito a fabricar análise de respostas registos de texto waveforms ficheiros simula
Módulo 9 VARIÁVEIS, TIPOS DE DADOS, OPERADORES, ESTRUTURAS DE CONTROLO P S I C P T G P S I
Módulo 9 VARIÁVEIS, TIPOS DE DADOS, OPERADORES, ESTRUTURAS DE CONTROLO P S I 1 1 - C P T G P S I SUMÁRIO Variáveis Tipos primitivos de dados Operadores AritméticoS Atribuição Relacionais Lógicos Estruturas
VHDL Circuitos Combinacionais
VHDL Circuitos Combinacionais Neste módulo será feita uma revisão de circuitos combinacionais introduzindose alternativas representações em VHDL Uma descrição VHDL, de forma geral, pode seguir uma das
Prof. A. G. Silva. 28 de agosto de Prof. A. G. Silva INE5603 Introdução à POO 28 de agosto de / 1
INE5603 Introdução à POO Prof. A. G. Silva 28 de agosto de 2017 Prof. A. G. Silva INE5603 Introdução à POO 28 de agosto de 2017 1 / 1 Comandos de decisão simples e compostas Objetivos: Utilização de controles
Legibilidade do código fonte
Sumário Legibilidade do código fonte Exemplos Normas Instrução switch Sintaxe e Semântica Exemplo Tipos enumerados Exemplo Programação 2007/2008 DEEC-IST 1 Legibilidade do código fonte Exemplo: Considere
Working 03 : Conceitos Básicos II
Universidade Federal do Espirito Santo Centro Tecnologico Working 03 : Conceitos Básicos II Objetivos: Dominar a construção de estruturas de seleção em C; Aperfeiçoarse na resolução de problemas, da primeira
Uma Introdução às Linguagens de Descrição de Hardware
Uma Introdução às Linguagens de Descrição de Hardware Edson T. Midorikawa (2001) revisado em 03/2007 Este texto tem como objetivo apresentar de forma bem sucinta as Linguagens de Descrição de Hardware,
Working 03 : Conceitos Básicos II
Universidade Federal do Espirito Santo Centro Tecnologico Working 03 : Conceitos Básicos II Objetivos: Dominar a construção de estruturas de seleção em C; Aperfeiçoarse na resolução de problemas, da primeira
FPGA & VHDL. Tutorial
FPGA & VHDL Tutorial 2009-2 FPGA FieldProgrammableGateArray Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programadas ) para desempenhar uma função simples Chaves
Descrição por fluxo de dados (Data-Flow): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas.
Descrição por fluxo de dados (Data-Flow): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas. Descrição estrutural: Descreve como é o hardware em termos de interconexão de componentes. Descrição
Programação de Computadores I Introdução ao C PROFESSORA CINTIA CAETANO
Programação de Computadores I Introdução ao C PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução Criada em 1972, por Dennis Ritchie; Centro de Pesquisas da Bell Laboratories; Para utilização no S.O. UNIX; C é uma linguagem
5 - COMANDOS DE CONTROLE DE PROGRAMA Em C existem os comandos de decisões, os comandos de iteração (ou de laços) e os comandos de desvios.
3636363636363636363636363636363636363636363636363636 5 - COMANDOS DE CONTROLE DE PROGRAMA Em C existem os comandos de decisões, os comandos de iteração (ou de laços) e os comandos de desvios. 5.1 - Comandos
VHDL. Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL
VHDL Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL O projeto de circuitos digitais de forma automatizada se tornou prática industrial comum. As principais vantagens são : Portabilidade de tecnologia
Introdução à Linguagem de Programação Java 1 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA
1 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA 2 INDICE 1. COMENTÁRIOS... 4 1.1. Comentário de uma linha... 4 1.2. Comentário de múltiplas linhas... 4 2. IMPRESSÃO DE TEXTOS... 5 2.1. Imprimindo um texto
Linguagens de Programação
Linguagens de Programação Celso Olivete Júnior [email protected] Na aula passada Expressões Precedência e associatividade de operador Sobrecarga de operador Expressões de modo misto Várias formas de
Algoritmos e Estruturas de Dados I IEC012. Linguagem C - Estruturas de Controle - Seleção. Prof. César Melo
Algoritmos e Estruturas de Dados I IEC012 Linguagem C - Estruturas de Controle - Seleção Prof. César Melo Estruturas de Controle: Condicional Estruturas: Simples Composta Múltipla escolha Estrutura Condicional
Estruturas de Condição, Iteração, Arrays e Enumareção
Estruturas de Condição, Iteração, Arrays e Enumareção Linguagem de Programação III Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal
Semana 2 Estruturas de Condição, Seleção e Repetição. Prof. Tiago Jesus de Souza
Atualização Técnica e Pedagógica de Professores no componente de Lógica de Programação com C# (console) Semana 2 Estruturas de Condição, Seleção e Repetição Prof. Tiago Jesus de Souza Introdução Nesta
PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA E ORIENTADA A OBJETOS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA E ORIENTADA A OBJETOS Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: [email protected] [email protected]
CONVERSOR ANALÓGICO DIGITAL POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN CENTRO DE TECNOLOGIA CT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE ELE0622 INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA CONVERSOR ANALÓGICO DIGITAL POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS
Estruturas de Controle
Estruturas de Controle Mário Meireles eixeira UMA DEIN ópicos Estruturas de Controle condicionais repetição Expressões Lógicas operadores relacionais operadores lógicos Estruturas de Controle 2 1 Introdução
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: Operadores relacionais e lógicos estruturas condicionais If...
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: Operadores relacionais e lógicos estruturas condicionais If... Else Switch Prof. Renato Pimentel 1 Operações relacionais Operações
CIRCUITOS SEQUENCIAIS. Adão de Melo Neto
CIRCUITOS SEQUENCIAIS Adão de Melo Neto 1 EMENTA DEFINIÇÃO FLIP-FLOP SR FLIP-FLOP SR COM ENTRADA DE CLOCK FLIP-FLOP D COMPARAÇÃO DOS FLIP-FLOPS FLIP-FLOP X LATCH FLIP FLOP JK FLIP-FLOP D A PARTIR DO JK
Modelação de máquinas de estados
Modelação de máquinas de estados FSM (Finite State Machine) sequência determinada de estados, síncrono com relógio estrutura geral saídas (Moore) entradas saída saídas (Mealy) saída saídas (Moore) reset
12/11/13. Obje%vos do laboratório. SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações. Síntese de máquinas de estado (FSM) Finite State Machine (FSM)
Instituto Federal de Santa Catarina Área de Telecomunicações SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações Prof. Roberto de Matos Aviso de direitos Autorais: Transparências baseadas no trabalho do Prof.
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Classes e Objetos. Sintaxe de classe em Java
Classes e Objetos Classes e Objetos A Programação Orientada a Objetos (POO) é uma técnica de programação que se baseia na construção de classes e utilização de objetos. Os objetos são formados por dados
NEANDERWIN. Algumas características do processador Neander são:
NEANDERWIN O NeanderWin é um simulador da máquina Neander, definida no livro do Raul F. Weber (UFRGS), Fundamentos de Arquitetura de Computadores, Ed. Sagra Luzzatto. A máquina original foi estendida aqui
Profa. Luiza Maria Romeiro Codá 2
Profa. Luiza Maria Romeiro Codá 2 Descrição por Fluxo de Dados (Data Data-Flow low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas e comandos concorrentes. Descrição Estrutural: Descreve
Introdução às linguagens de descrição de hardware
Introdução às linguagens de descrição de hardware Hardware Description Languages (HDLs) ou linguagens de descrição de hardware são como o próprio nome o indica uma forma semelhante a uma linguagem que
Arquitetura Von Neumann Dados e instruções são obtidos da mesma forma, simplificando o desenho do microprocessador;
1 Microprocessador Um microprocessador é um circuito eletrônico capaz de realizar diversas tarefas conforme os comandos específicos. Para isso ele deve ler esses comandos da memória de programa (ROM) e
Lógica de Programação. Lógica de Programação com Java
Lógica de Programação Lógica de Programação com Java Sumário Lógica de programação 1. Algoritmos 2. Comentários no código 3. Tipos de dados 4. Constantes e Variáveis 5. O que devemos saber para começar
Módulo 5. Instruções if e switch. Algoritmos e Estruturas de Dados I C++ (Rone Ilídio)
Módulo 5 Instruções if e switch Algoritmos e Estruturas de Dados I C++ (Rone Ilídio) Comando de decisão if Executa uma determinada seqüência de comandos se sua condição for verdadeira Sintaxe if (condição)
Unidade 3: Estruturas de Controle Parte 2 - Lógica, SWITCH, FOR, WHILE e DO WHILE Prof. Daniel Caetano
Linguagem de Programação 1 Unidade 3: Estruturas de Controle Parte 2 - Lógica, SWITCH, FOR, WHILE e DO WHILE Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar a composição lógica em estruturas de decisão e as
Linguagem e Técnicas em Programação. Gilson de Souza Carvalho
Gilson de Souza Carvalho [email protected] 3.1.3 Condições compostas Linguagem e Técnicas em Programação As condições que vimos até agora sempre foram únicas. Entretanto, conforme aumenta a complexidade
SISTEMAS DIGITAIS II Enunciado do Projecto
SISTEMAS DIGITAIS II Enunciado do Projecto Prof. José Sousa 2005/2006 Sumário Enunciado do Projecto: Processador de 1 bit...2 Regras e Calendário do Projecto...9 Estrutura do Relatório do Projecto...11
FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital
FPGA & VHDL Tutorial Aula 1 Computação Digital FPGA Field Programmable Gate Array Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programáveis ) para desempenhar uma
Introdução à Programação em C. Prof. Ricardo Teixeira Tecnologia em Mecatrônica Industrial SENAI
Introdução à Programação em C Prof. Ricardo Teixeira Tecnologia em Mecatrônica Industrial SENAI Linguagem C Criada em 1972 para uso no LINUX; Sintaxe base para diversas outras (Java, JavaScript, PHP, C++,
Introdução à Linguagem VHDL
Sistemas Digitais EEL 480 Introdução à Linguagem VHDL Luís Henrique M. K. Costa [email protected] UFRJ DEL/Poli e PEE/COPPE P.O. Box 68504 - CEP 21941-972 - Rio de Janeiro - RJ Brasil - http://www.gta.ufrj.br
Fundamentos do Projeto Lógico
B Fundamentos do Projeto Lógico Eu sempre gostei dessa palavra: Boolean. Claude Shannon IEEE Spectrum, abril de 1992 (A tese do professor Shannon mostrou que a álgebra inventada por George Boole no século
Introdução à Programação. Expressões Booleanas e Comandos Condicionais
Introdução à Programação Expressões Booleanas e Comandos Condicionais Comandos Condicionais Misture os ingredientes Unte forma com manteiga Despeje a mistura na forma Algoritmo para preparação de bolo
Programação Estruturada e Orientada a Objetos
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Programação Estruturada e Orientada a Objetos Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: [email protected] [email protected]
LABORG. VHDL Máquina de estados finitos
LABORG VHDL Máquina de estados finitos Sumário Introdução TRABALHO A FAZER A ENTREGAR 2 Na aula anterior vimos: Introdução VHDL pode ser vista não como uma, mas como várias linguagens modelagem/simulação/síntese
Módulo 04 Expressões, Estruturas de Seleção e Controle de Fluxo. Última atualização: 09/06/2010
Módulo 04 Expressões, Estruturas de Seleção e Controle de Fluxo Última atualização: 09/06/2010 Objetivos Distinguir entre variáveis de instância e locais; Descrever como iniciar variáveis de instância;
Tutorial de Turbo Pascal
Página 1 de 7 Este tutorial foi completamente escrito por Rodrigo Brambilla pode ser distribuído livremente sem nenhuma modificação. Agradecimentos: Leomar Pacheco Rocha, Rodrigo Hoffmann dos Santos, Paulo
Programação Computacional C/C++
exatasfepi.com.br Programação Computacional C/C++ André Luís Duarte Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; Provérbios 3:13 Conceitos Fundamentos Estrutura sequencial Estruturas
Aula 4 Estruturas de Controle
UNIP Universidade Paulista Ciência da Computação Aula 4 Estruturas de Controle Prof. Célio Ricardo Castelano 1 Tópicos Abordados 1) Instruções de seleção em Java: 2) Instruções de repetição em Java: 2
Variáveis primitivas e Controle de fluxo
Variáveis primitivas e Controle de fluxo Material baseado na apostila FJ-11: Java e Orientação a Objetos do curso Caelum, Ensino e Inovação, disponível para download em http://www.caelum.com.br/apostilas/
Fundamentos de Programação em Python
Fundamentos de Programação em Python Diego Silveira Costa Nascimento Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte [email protected] 23 de junho de 2017 Ementa do
