6. Obtenção de imagens
|
|
|
- Thomaz Lacerda Imperial
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 69 6. Obtenção de imagens Neste capítulo é apresentada uma aplicação do sensor de força magnética que é a obtenção de imagens magnéticas de corrosão, quando um mapeamento é feito com o sensor. Nosso objetivo foi o de obter imagens magnéticas de áreas de corrosão com diversas geometrias em placas ferromagnéticas e tentar quantificá-las em termos da profundidade. Foram utilizadas amostras de aço com áreas de corrosão fabricadas e naturais Montagem experimental Na montagem utilizamos uma bancada com um suporte móvel em acrílico (Figura 6-1), onde foram posicionadas as placas ferromagnéticas a serem monitoradas. O sensor foi fixado a uma peça de acrílico movimentada por um atuador linear ZABER T-LA60 na direção perpendicular ao material ferromagnético, que corresponde ao eixo Z como ilustra a foto a seguir. O suporte móvel é deslocado por dois atuadores T-LLS260C nos correspondentes eixos X e Y da nossa montagem.. Figura 6-1. Montagem sensor de força magnética para o mapeamento de defeitos em placas ferromagnéticas.
2 Perfil de pits de corrosão Materiais ferromagnéticos sofrem um processo de deterioração conhecido como corrosão que produz alterações prejudiciais em sua estrutura. Um dos problemas típicos na área de Ensaios Magnéticos Não- Destrutivos consiste em detectar a corrosão por meio de medições de campo magnético na superfície do material. Entre as técnicas mais utilizadas está a técnica denominada Campo Magnético de Fuga (Magnetic Flux Leakage, MFL), que tem por princípio aplicar um campo magnético uniforme na estrutura e medir as distorções introduzidas nas linhas de campo devido a eventuais defeitos e anomalias presentes no material [46,47]. Atualmente, o monitoramento de dutos baseado na técnica MFL, é feito com um equipamento especial chamado de PIG (Pipeline Inspection Gizmo) [48]. Utilizamos o sensor de força magnética estudado no capítulo anterior para gerar imagens de áreas de corrosão em placas de aço SAE Estas áreas chamadas de pits de corrosão tinham formato circular e retangular. Foram utilizadas amostras com pits de corrosão naturais e fabricados. Primeiramente com o objetivo de quantificar a medida, foram feitos levantamentos do perfil dos pits de corrosão com um perfilômetro Mitutoyo IDC B com resolução de 0,10 mm. O perfilômetro permanece fixo no eixo Z registrando o valor da profundidade enquanto a placa ferromagnética corroída é deslocada no eixo X com um passo de 0,20 mm. A figura 6-2(a) mostra o perfil obtido com o perfilômetro para um pit circular fabricado de 0,49 mm de profundidade e 6,0 mm de diâmetro. A posição no eixo X apresentada nas figuras no presente capítulo corresponde à posição relativa ao centro do defeito monitorado. O levantamento para este mesmo perfil foi feito também utilizando o sensor de força magnética que utiliza o ímã de 3,0 mm x 5,0 mm como ilustra a figura 6-2(b). O sensor é posicionado a uma altura fixa com relação ao pit que denominamos standoff, enquanto a placa que o contem é deslocada.
3 71 (a) (b) Figura 6-2. (a) Perfil do pit de corrosão medido com o perfilômetro. (b) Valor do comprimento de onda obtido pelo o sensor de força magnética quando o pit de corrosão é deslocado sob o sensor. Como forma de relacionar o comprimento de onda medido com a profundidade do defeito, foi utilizado um defeito padrão. A partir da razão entre comprimento de onda e profundidade máxima obtida em nm/mm é determinada a profundidade de outros pits de corrosão fabricados. Como exemplo utilizamos placas contendo 4 pits circulares como ilustra a tabela 6-1. Tabela 6-1. Medida de diferentes pits utilizando como pit de calibração o defeito de 0,31 mm de profundidade. Diâmetro Profundidade Profundidade Pit (mm) Perfilômetro (mm) Sensor (mm) (a) 4,0 0,17 0,14 (b) 6,0 0,31 - (c) 6,2 0,49 0,49 (d) 7,2 0,69 0,57 Foi utilizado como defeito padrão o pit de corrosão circular (b) de 0,31 mm de profundidade e 6,0 mm de diâmetro. O sensor utilizado para realizar os testes foi o sensor com ímã de 3,0 mm x 5,0 mm. Quando o standoff é de 1,20 mm, o fator de calibração obtido foi de 1,89 mm/nm. Assim, para o mesmo sensor fazendo o monitoramento de diferentes defeitos no mesmo standoff, basta multiplicarmos cada ponto da curva de comprimento de onda pelo fator de calibração para obter o perfil do pit de corrosão calibrado em
4 72 milímetros. Este procedimento foi bem sucedido no pit menor, de 0,17 mm de profundidade e 4 mm de diâmetro, foi obtida uma profundidade de 0,14 mm. O erro da percentual da profundidade máxima neste caso é de 8,3 %. No caso do pit de corrosão maior de 0,49 mm e 6,2 mm de diâmetro, tivemos sucesso também e o erro é desprezível, e no caso de um pit maior ainda, de 0,69 mm de profundidade e 7,2 mm de diâmetro o erro foi de 15 %. Acreditamos que o maior erro encontrado neste último pit mais profundo não seja devido a um erro de calibração, mas à falta de sensibilidade deste sensor em relação à profundidade do defeito. A figura 6-3 mostra os perfis para os diferentes pits de corrosão. Em vermelho é apresentada a curva medida com o perfilômetro e, em preto, a curva obtida com o sensor já calibrada. O fator de calibração varia com o standoff, e com a geometria do ímã. Na medida em que aumentamos o comprimento e o diâmetro do ímã, o fator de calibração para um mesmo standoff aumentará. (b) (c) (d) Figura 6-3. Perfis medidos com o perfilômetro e o com sensor de força magnética para diferentes geometrias de pits fabricados. (a) Pit 4,0 mm de diâmetro e 17 mm de profundidade. (b) Pit calibrador. (c) Pit 6,2 mm de diâmetro e 0,49 mm de profundidade. (d) Pit 7,2 mm de diâmetro e 0,69 mm de profundidade.
5 Efeito da geometria do sensor A sensibilidade do sensor pode ser estimada levando-se em conta dois fatores, a geometria do pit e o standoff. De acordo com as geometrias estudadas foi possível visualizar para um standoff de 0,5 mm, um pit de corrosão retangular com 2,0 mm de largura e 60 mm de comprimento, com uma profundidade de 0,16 mm utilizando o sensor com ímã de 3,0 mm x 5,0 mm. Sensores que utilizam ímãs maiores possibilitam a detecção de pits mais profundos, permitindo também realizar medições com valores de standoff maiores. Na figura 6-4 é apresentada a medida de um pit de corrosão de 30 mm de diâmetro e 2,47 mm de profundidade. Dois sensores diferentes foram utilizados. Na figura 6-4 (a) o sensor utiliza um ímã 9,5 mm de diâmetro e 9,5 mm de comprimento em um standoff de 7,0 mm. O passo utilizado foi de 0,5 mm. Na figura 6-4 (b) o sensor utiliza um ímã de 3,0 mm de diâmetro e 5,0 mm de comprimento em um standoff quase 10 vezes menor que o anterior 0,8 mm. O passo utilizado foi de 0,4 mm. Nota-se que com as duas geometrias de ímãs é possível visualizar o defeito, mas a medição feita em um standoff maior não consegue acompanhar o formato real do perfil do defeito, como acontece quando a medição é feita em um standoff menor. Contudo o defeito é detectado. Dependendo da aplicação, sensores com ímãs robustos podem ser utilizados obtendo sinais menos ruidosos a distâncias mais afastadas, porém perderão exatidão na obtenção do perfil real do defeito. (a) (b) Figura 6-4. Medida de pit de corrosão monitorado por (a) Sensor 9,5 mm x 9,5 mm com standoff de 7,0 mm e (b) Sensor 3,0 mm x 5,0 mm com standoff de 0,8 mm.
6 74 Foram estudadas outras possibilidades analisando pits com diferentes geometrias e sensores utilizando ímãs com outras geometrias. Foi analisada a resposta do sensor no monitoramento de pits retangulares artificiais maiores e mais profundos que os pits circulares artificiais analisados anteriormente. Os pits retangulares encontram-se na mesma placa e o sensor utilizado contém um ímã de 1,9 mm de diâmetro e 5,0 mm comprimento em um standoff de 0,5 mm. Na figura 6-5 são apresentados os perfis de três pits retangulares, a fim de analisar o comportamento do sensor para diferentes defeitos mais profundos (0,52 mm, 0,72 mm e 1,00 mm). Figura 6-5. Perfil de pits retangulares com diferentes dimensões. Perfil traçado com o perfilômetro. Na figura 6-6 é mostrada a medida dos diferentes pits retangulares com as profundidades mencionadas anteriormente. Note que para este standoff a variação do comprimento de onda não acompanha o aumento de profundidade.
7 75 Figura 6-6. Medida de pits retangulares com diferentes dimensões e profundidades. O sensor utilizava um ímã de 1,9 mm x 5,0 mm, standoff de 0,5 mm. A figura 6-7 apresenta a medida dos mesmos defeitos realizada com o sensor que utiliza um ímã um pouco maior com 3,0 mm de diâmetro e 5,0 mm de comprimento. Em azul mostramos a curva para o pit de 0,52 mm de profundidade, em verde a curva correspondente ao pit de 0,72 mm e em magenta a curva para o pit de 1,0mm. A placa é posicionada no mesmo standoff de 0,5 mm. Note que agora se observa uma diferença maior nos comprimentos de ondas detectados. Contudo, ainda assim a variação do comprimento de onda correspondente ao pit com 1,0 mm de profundidade não foi o dobro da obtida com o pit de 0,52 mm de profundidade. Uma nova geometria, com um ímã mais intenso deveria utilizada neste caso. A tabela 6-2 resume os dados obtidos com os sensores de 1,9 mm x 5,0 mm e 3,0 mm x 5,0 mm para os pits retangulares analisados.
8 76 Figura 6-7. Perfil de pits retangulares com diferentes dimensões. Perfil traçado com o sensor de 3,0 mm x 5,0 mm Tabela 6-2. Dimensões dos pits retangulares monitorados com o sensor 1,9 mm x 5,0 mm e 3,0 mm x 5,0 mm.. Pit Largura (mm) Profundidade Perfilômetro (mm) λ máx (nm) Sensor 1,9 mm λ máx (nm) Sensor 3,0 mm E 6,0 0,52 0,128 0,601 F 7,0 0,72 0,138 0,668 G 8,0 1,00 0,143 0,764 De acordo com os resultados obtidos percebe-se que é possível monitorar defeitos procurando a geometria do sensor que se adapte a situação requerida. Uma pequena variação na geometria do sensor influi notoriamente no perfil obtido. A figura 6-8 apresenta o perfil do pit circular artificial de 0,69 mm de profundidade e 6,2 mm de diâmetro monitorado por sensores com ímãs de 1,9 mm e 3,0 mm de diâmetro e 5,0 mm e 10 mm de comprimento. O standoff utilizado foi de aproximadamente 0,4 mm em todos os casos. Observou-se que o sensor maior de 3,0 mm x 10 mm é o mais sensível, consegue acompanhar melhor a profundidade do pit.
9 77 Figura 6-8. Pit de 0,69 mm de profundidade monitorado com diferentes sensores com standoff de 0,40 mm Arranjo de sensores Um arranjo linear constituído por quatro sensores de 1,9 mm x 5,0 mm foi testado com a finalidade de monitorar áreas mais extensas. Os sensores foram posicionados em um suporte de teflon, com a mesma polaridade na face dos ímãs que interagem com o material ferromagnético. A fim de evitar interação entre os ímãs, o que mudaria a força entre a placa e o sensor em cada ponto, os sensores foram dispostos de tal forma que a distância a partir do centro do primeiro ímã até o centro do seguinte ímã fosse de 6,0 mm. Esta distância foi determinada posicionando dois ímãs paralelos um ao lado do outro, separados por uma peça de teflon com os pólos N-S alinhados na mesma direção. Na medida em que a separação entre os ímãs é aumentada, observa-se que a interação entre os ímãs diminui. A 6,0 mm de separação, quando um dos ímãs é trasladado verticalmente, o outro ímã fica fixo na sua posição. Para o ímã de 3,0 mm x 5,0 mm a distância de separação na qual não se percebe interação entre os ímãs é de 16 mm. Assim, para construir um arranjo de sensores 3,0 mm x 5,0 mm, estes devem estar posicionados a 16 mm de distância entre eles.
10 78 Uma das vantagens da fibra óptica é a possibilidade de multiplexar os sensores, isto é, juntar mais de um sensor em uma única fibra. Foram utilizados três conectores ópticos para multiplexar o sinal dos quatro sensores num único cabo óptico, já que o sistema de leitura do nosso laboratório possui só um canal de leitura. A facilidade de multiplexação desta técnica permitiria a monitoração de regiões extensas de uma estrutura ferromagnética. Na figura 6-9 é mostrada a montagem utilizada para o arranjo linear. Figura 6-9. Montagem do Arranjo linear com 4 sensores e multiplexação dos sinais. Para a multiplexação ser feita é preciso que as FBG possuam comprimentos de onda diferentes e, além disso, estejam dentro do limite imposto pelo sistema de leitura, que em nosso caso se encontra na faixa de 1520 nm até 1570 mm. A figura 6-10 apresenta o espectro para as quatro Fibras com rede de Bragg que formam o arranjo. Os comprimentos de onda correspondentes foram de 1524,666 nm, 1529,815 nm, 1539,412 nm e 1549,154 nm.
11 79 Figura Espectro FBGs dos sensores que compõem o arranjo. Para alinhar os sensores, foi colocada uma placa de ferro na face dos ímãs, que foi retirada depois de cada FBG ser fixada no acrílico. Inicialmente observou-se que mesmo alinhando os ímãs, uma pequena variação no posicionamento dos sensores foi visualizada. Um defeito fabricado foi monitorado com o arranjo. Este defeito consiste de um pit retangular com 0.52 mm de profundidade e 5,0 mm de largura e 60 mm de comprimento. O arranjo foi posicionado com um standoff de 1.0 mm. A figura 6-11 ilustra a medida com os quatro sensores quando o defeito é monitorado na direção transversal à largura do defeito. Se cada sensor é calibrado, pode-se conhecer a profundidade do risco medido por cada um. No exemplo apresentado, para o ponto de profundidade máxima a variação do comprimento de onda entre os sensores que apresentam o maior e menor valor é de 15 %. Esta diferença também pode ter sido produzida por alguma inclinação da placa em relação ao plano do arranjo.
12 80 Figura Pit retangular de 0,52 mm de profundidade e 5,0 mm de largura, medido com o arranjo de sensores. Na figura 6-12, é mostrada a resposta do arranjo quando o pit retangular é monitorado na direção longitudinal à largura do defeito. Nota-se que devido a distância de separação entre os sensores só um deles visualiza o defeito. Figura Pit retangular fabricado monitorado com arranjo de sensores na direção longitudinal à largura.
13 Imagens magnéticas Na figura 6-13 é mostrada uma imagem gerada quando o pit de corrosão retangular de 0,52 mm der profundidade e 8,0 mm de largura e 60 mm de comprimento é monitorado com o arranjo de quatro sensores. O defeito foi monitorado numa extensão de 18 mm. Utilizando as ferramentas do programa Matlab é possível visualizar o defeito em três dimensões. Neste caso foi feito no eixo X uma varredura de 20 mm com um passo de 0,20 mm. Na figura, as linhas pretas paralelas ao eixo X indicam o percurso de cada sensor. Assim, com o arranjo conseguimos visualizar o monitoramento ao longo do defeito a través de uma imagem. Figura Monitoramento ao longo de um pit de corrosão retangular fabricado de 0,52 mm de profundidade, 8,0 mm largura e 60 mm de comprimento. A escala de cores foi normalizada. O monitoramento de uma região mais extensa pode ser feito com nosso arranjo linear. Para este fim são realizadas várias varreduras do defeito considerando cada arranjo linear como um bloco. Na prática, com a replicação do bloco de 4 sensores poderíamos obter um arranjo matricial. Para simular este arranjo matricial, o bloco é movimentando ao longo de X através do atuador, e, posteriormente, ele é deslocado no eixo Y. Este procedimento pode ser repetido várias vezes como é ilustrado na figura 6-14, simulando como seria a resposta do arranjo matricial.
14 82 Figura Arranjo linear disposto em blocos, representando um arranjo quadrado. A figura 6-15 mostra um pit circular fabricado de 39 mm de diâmetro e 1,95 mm de profundidade, o qual foi monitorado com o arranjo, posicionado em um standoff de 0,7 mm. O conjunto de sensores é deslocado a passos de 1,0 mm no eixo Y, e a passos de 0,5 mm em X. Neste caso foi feita uma varredura de 50 mm no eixo X. A figura 6-15(a) apresenta a varredura para dois percursos do sensor que corresponde a dois blocos, a figura 6-15(b) corresponde a três blocos, a figura 6-15(c) quatro e a figura 6-15 (d) 5 blocos. Apresentamos como seria a imagem se mais blocos fossem utilizados. Nota-se que, na medida em que se incrementam os trajetos, a imagem fica com melhor definição. As cores nas imagens representam diferentes valores de força entre o material ferromagnético com defeito e o sensor. Assim, a cor vermelha representa uma força maior e a cor azul mais escura representa uma força menor, isto equivale a uma maior profundidade detectada pelo sensor. Nas imagens que serão apresentadas a barra de cores corresponde à variação do comprimento de onda ( λ) no eixo z. A figura 6-16 mostra a imagem final obtida com o arranjo e a fotografia do pit fabricado.
15 83 (a) (b) (c) (d) Figura Imagem obtida do pit circular fabricado de 39 mm de diâmetro e 1,95 mm de profundidade. Foi utilizado o arranjo disposto em blocos. A escala de cores foi normalizada.
16 84 (a) (b) Figura (a) Foto. (b) Imagem do pit circular artificial de 39 mm de diâmetro e 1,95 mm de profundidade. A escala de cores foi normalizada. Defeitos naturais foram também monitorados com este mesmo procedimento. A figura 6-17 mostra a fotografia do defeito e a imagem magnética obtida com o arranjo. Neste caso, o deslocamento em Y foi de 1,0 mm para cada percurso no standoff de 0,6 mm. Observando o defeito e a imagem, constatamos que o arranjo reproduz com boa precisão o formato do defeito. Diminuindo o passo em X, e ou deslocamento em Y é possível obter
17 85 imagens com maior definição. A conveniência do valor do passo dado depende da extensão do defeito e do detalhe que se quer obter. No caso do defeito natural, a região mapeada foi de 30 mm x 23 mm. Nesta situação, utilizar um passo menor de 0,5 mm não produz uma variação significativa na imagem. Entretanto, na medida em que o passo é incrementado, a definição da imagem diminui. O standoff também tem influencia na definição da imagem, já que, na medida em que o arranjo e o pit são afastados, a imagem obtida apresenta menor definição. (a) Figura Foto pit natural. (b) Imagem defeito natural. A escala de cores foi normalizada. (b)
18 86 A imagem do pit circular apresentado na figura 6-18 pode também ser obtida através de um arranjo estático. A finalidade desta medida é prever como seria a imagem do pit se um arranjo quadrado de 8 x 8 sensores fosse posicionado paralelo ao plano do defeito. Observa-se na figura 6-18 que a imagem obtida reproduz o formato do pit circular, demonstrando que este tipo de mapeamento pode ser realizado com o arranjo estático também. Figura Imagem obtida com o arranjo estático. A escala de cores foi normalizada. Com o arranjo utilizado neste trabalho consegue-se a monitoração de defeitos com profundidade de 0,16 mm, comparável com a técnica ICS [46] com a qual é possível detectar pits com profundidade de 1,0 mm. Utilizando MFL [48] a monitoração de defeitos de 0,6 mm de profundidade é reportada na literatura Solução do problema inverso Analisaremos finalmente se seria possível quantificar a medida somente utilizando a relação entre posição e comprimento de onda obtido através da variação da distância entre o sensor e uma placa ferromagnética. Queremos determinar a geometria e a profundidade do defeito a partir do valor do comprimento de onda obtido quando se realiza o monitoramento do defeito, sem ter que utilizar um defeito calibrador como foi feito anteriormente. A este problema chamaremos de problema inverso. Este problema será resolvido com auxilio das curvas obtidas no capítulo anterior já sabendo de antemão que o campo magnético gerado pela placa é diferente do campo gerado pela placa com o pit de corrosão. A curva utilizada corresponde a do sensor com ímã de 3,0 mm x 5,0 mm. Foi feito
19 87 um ajuste da curva através de um polinômio de grau 7, obtido a partir da equação 6-1, que permite obter o valor do comprimento de onda (λ) da FBG em função da distância do sensor à placa. λ= z z z z z z z (6-1) O processo está ilustrado na Figura Inicialmente o sensor é posicionado com um standoff no eixo Z, permanecendo fixo. Esta será a posição (A), a partir da qual se realizará o monitoramento do perfil do defeito. Na medida em que o sensor é deslocado no eixo X, observa-se uma variação no comprimento de onda que muda de acordo com a profundidade do pit. O ponto de máxima deformação da FBG (B) equivale ao ponto mais profundo que o sensor pode medir. Assim, a diferença entre os valores dos pontos B e A indicaria a profundidade do pit de corrosão. Figura Solução do problema inverso, a partir da curva ajustada obtida com o sensor que utiliza o ímã de 3,0 mm x 5,0 mm. Foi feito um teste com o pit de 0,49 mm de profundidade e 6,2 mm de diâmetro. O valor inicial de comprimento de onda λ o obtido na aquisição de dados no percurso do perfil do pit corresponde a 1542,4540 nm. Este comprimento de onda equivale, de acordo com a curva de calibração, a um
20 88 standoff de 0,32 mm. No ponto mais profundo do pit, o comprimento de onda λ max é de 1541,8969 nm. Na curva de calibração, esse ponto corresponde a 0,75 mm. Desta forma, a partir destes dois valores é obtida uma diferença de 0,28 mm, que corresponderia ao valor da profundidade máxima do pit medido pelo sensor. O erro percentual para a profundidade máxima neste caso é grande e vale 43%. A figura 6-20 mostra medidas do pit de 0,49 mm de profundidade em diferentes standoffs. Para um standoff maior de 0,63 mm o valor de λ o = 1541,8538 nm, já na maior variação obtemos λ max =1541,5912 nm que equivale à distância de 0,94 mm, sendo assim a diferença entre λ o e λ max igual à 0,31 mm, em este caso o erro diminui um para 36%. No caso de um standoff maior ainda igual 1,22 mm, tem-se que λ o é de 1541,4812 mm, no ponto de variação máxima λ max =1541,3965 nm o que corresponde a 1,69 mm, agora obtemos como resultado uma diferença de 0,47 mm e o erro chega a 13%. (a) (b) Figura (a) Resposta obtida com o sensor para diferentes valores de standoff. (b) Comparação das amplitudes da variação do comprimento de onda obtido para cada valor de standoff. Utilizando a razão obtida entre o valor da profundidade adquirido através da curva de calibração e λ max, podemos comparar as medidas com o perfil real do defeito. Assim, para o standoff de 0,32 mm, a razão é de 0,64 mm/nm, para o standoff de 0,63 mm a razão é de 1,24 mm/nm, e no standoff de 1,22 mm a razão é 5,02 mm/nm. Os resultados estão ilustrados na figura 6-21.
21 89 Figura Comparação da curva obtida com o perfilômetro e as curvas obtidas a diferentes valores de standoff. As curvas são ajustadas resolvendo o problema inverso. Os resultados obtidos desta forma indicam que, se a medida fosse feita a determinada distância e para este tipo de defeito seria possível obter o valor da profundidade com precisão razoável utilizando uma curva de calibração feita anteriormente à medição variando-se a distância entre o sensor e uma placa ferromagnética.
4 Multiplexação TDM/WDM
4 Multiplexação TDM/WDM A multiplexação de sensores utilizando a técnica de TDM possibilita a interrogação de vários sensores por fibra. No entanto, o número de sensores a serem interrogados é limitado
SENSORES. Acelerômetro. Sensore de temperatura. Sensore de luminosidade. Chave de fim de curso. Interruptor de lâminas. Sensor potenciômetro
SENSORES São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e que transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 SENSORES Acelerômetro
Sinopse. 1. Introdução
COTEQ-204 VARIÁVEIS QUE INFLUENCIAM OS RESULTADOS DO ENSAIO DE MATERIAIS FERROMAGNÉTICOS PELA ANÁLISE DO RUÍDO MAGNÉTICO BARKHAUSEN Silvério Ferreira da Silva Júnior 1, Donizete Anderson de Alencar 2,
3 - Um objeto de 1,8 m de altura foi colocado diante de uma câmara escura de orifício conforme o esquema a seguir.
1 - Num dia ensolarado, um aluno de 1,8 m mede a sua sombra, encontrando 1,2 m. Se, naquele mesmo instante, a sombra de outra pessoa ao lado dele é de 1,0m então podemos concluir que a altura dessa pessoa
ULTRASSOM - CHAPAS PROCEDIMENTO DE END PR 015
Página: 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultrassom para detecção de duplalaminação em chapas grossas de aço carbono e baixa liga, bem como para
ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS
ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS Nome: nº turma INTRODUÇÃO Um escoamento em canal aberto é caracterizado pela existência de uma superfície livre. Esta superfície é na realidade uma interface entre dois
HPS850. Sensor de Efeito Hall. Superfície Sensora. Princípio de Funcionamento
Princípio de Funcionamento Os sensores magnéticos foram idealizados para detectar campo magnético, gerado por um ímã permanente ou outro dispositivo qualquer gerador de campo magnético (Ex: eletroímã).
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 7
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno Noturno Data : / / Experiência 7 MAPEAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO
ULTRASSOM AUTOMÁTICO DE SOLDAS PROCEDIMENTO PR-042
Página: 1 de 13 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições para a execução dos ensaios por ultrassom automático para detecção e avaliação de descontinuidades em juntas longitudinais e helicoidais
CAPÍTULO 5. Resultados de Medição. 5.1 Introdução
CAPÍTULO 5 Resultados de Medição 5.1 Introdução Os resultados de medição obtidos nesta pesquisa mostraram-se bastante promissores, devido a convergência na maioria dos casos entre os modelos teóricos e
2 Medição da oscilação dos geradores hidroelétricos do sistema FURNAS
2 Medição da oscilação dos geradores hidroelétricos do sistema FURNAS 2.1 Vibração e oscilação Vibração é o movimento oscilatório em torno de uma posição de referência. Um corpo é dito estar vibrando quando
Máquina universal de medir
Máquina universal de medir A UU L AL A A produção em série requer o emprego de muitos calibradores para produzir peças dentro das tolerâncias estabelecidas. É indispensável, porém, calibrar os calibradores
Aplique uma porção de limpador num pano e remova o penetrante com ele. Ou lave com água.
Ideal para aplicações onde a portabilidade é requerida. Disponível em aerossol ou em granel. A cor vermelha intensa facilita a inspeção sob luz branca. Atende às normas dos segmentos de Óleo & Gas e Energia.
Aplique uma porção de limpador num pano e remova o penetrante com ele. Ou lave com água.
Ideal para aplicações onde a portabilidade é requerida. Disponível em aerossol ou em granel. A cor vermelha intensa facilita a inspeção sob luz branca. Atende às normas dos segmentos de Óleo & Gas e Energia.
216 Demonstração da Lei de Ampère
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Hermes Urébe Guimarães Tópicos Relacionados Campos magnéticos uniformes, indução magnética, força de Lorentz, portadores de carga,
HPS850. Sensor de Efeito Hall. Apresentação. Superfície Sensora. Dados Técnicos. Distância Sensora (S) Princípio de Funcionamento
Apresentação O HPS 850 é um dispositivo utilizado para detecção de campos magnéticos. Utiliza um transistor de efeito hall como elemento sensor que lhe confere um alto grau de robustez e vida útil, uma
Avaliação de eletroímãs para uso em procedimentos de calibração. Evaluation of electromagnets for use in calibration procedures
Avaliação de eletroímãs para uso em procedimentos de calibração Evaluation of electromagnets for use in calibration procedures Ramon Valls Martin 1, Diego Joriro Nazarre 1 1 Instituto de Pesquisas Tecnológicas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Física Departamento de Física. FIS01184 Física IV-C Área 1 Lista 1
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01184 Física IV-C Área 1 Lista 1 1.A luz do Sol no limite superior da atmosfera terrestre tem uma intensidade de
Capítulo 4 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHOS
Capítulo 4 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHOS Definição e Pré-Requisitos Ler um desenho significa entender a forma espacial do objeto representado no desenho bidimensional resultante das projeções ortogonais.
Partículas Magnéticas
Partículas Magnéticas O ensaio por partículas magnéticas é utilizado na localização de descontinuidades superficiais e sub-superficiais em materiais ferromagnéticos, tais como, as ligas de Ferro e de Níquel.
4 Determinação das pressões de ruptura
4 Determinação das pressões de ruptura A depender do método utilizado para o cálculo da pressão de ruptura, é necessário conhecer a espessura de parede, o diâmetro, a resistência ao escoamento ou à tração
5 Resultados Experimentais
5 Resultados Experimentais 5.1. Introdução Neste capítulo são apresentados os resultados medidos dos dois testes experimentais em escala real realizados para a comparação dos resultados teóricos. 5.2.
A perspectiva geométrica é uma projeção que resulta numa imagem semelhante aquela vista pelo nosso sentido da visão.
PERSPECTIVA GEOMÉTRICA OU EXATA A. Introdução B. Elementos C. Tipos: paralela ou axonométrica / cônica D. Projeção paralela: isométrica, militar, cavaleira. A. Na perspectiva geométrica Utilizamos os sistemas
Exercícios de linha elástica - prof. Valério SA Universidade de São Paulo - USP
São Paulo, dezembro de 2015. 1. Um pequeno veículo de peso P se move ao longo de uma viga de seção retangular de largura e altura de, respectivamente, 2 e 12 cm. Determinar a máxima distância s, conforme
Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Disciplina: Topografia Básica Facilitadores: Nonato,
Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Disciplina: Topografia Básica Facilitadores: Nonato, Julien e Fabrício AULA 04 MEDIDAS DIRETAS DE DISTÂNCIAS
28 C 29 E. A bússola deve orientar-se obedecendo o campo magnético resultante no ponto P, ou seja, levando-se em conta a influência dos dois fios.
FÍSICA 8 C O Eletromagnetismo estuda os fenômenos que surgem da interação entre campo elétrico e campo magnético. Hans Christian Oersted, em 80, realizou uma experiência fundamental para o desenvolvimento
7 RESULTADOS EXPERIMENTAIS
7 RESULTADOS EXPERIMENTAIS No presente capítulo, é apresentada a aplicação efetiva da metodologia desenvolvida para medição de campos de deformações. Imagens coletadas durante ensaios de tração são analisadas,
CONTROLE DIMENSIONAL - CALDERARIA NÓS DE ESTRUTURAS TUBULARES APÓS SOLDAGEM
Página: 1 de 10 1. OBJETIVO Descrever os instrumentos, as dimensões a serem verificadas e os processos adotados para a inspeção dimensional em nós de estruturas tubulares. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Norma
COTEQ APLICAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIA AVANÇADA NA INSPEÇÃO DE TUBOS POR CORRENTES PARASITAS Mauro Araujo 1, Arilson Silva 2
12 a Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ 2013 016 APLICAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIA AVANÇADA NA INSPEÇÃO DE TUBOS POR CORRENTES PARASITAS Mauro Araujo 1, Arilson Silva 2 Trabalho apresentado
VARREDURA ÓPTICA VERTICAL: UMA FERRAMENTA FOTOGRAMÉTRICA PARA GERAÇÃO DE NUVENS DE PONTOS
VARREDURA ÓPTICA VERTICAL: UMA FERRAMENTA FOTOGRAMÉTRICA PARA GERAÇÃO DE NUVENS DE PONTOS ANTONIO MARIA GARCIA TOMMASELLI ADILSON BERVEGLIERI UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP DEPARTAMENTO DE CARTOGRAFIA,
O que são sensores magnetostrictivos?
1 / 6 O que são sensores magnetostrictivos? por Henrique Frank W Puhlmann Introdução Sensores que utilizam o efeito magnetostrictivo são equipamentos desenvolvidos para a medição de deslocamentos lineares
2 Fundamentos para avaliação e monitoramento de placas.
26 2 Fundamentos para avaliação e monitoramento de placas. As placas são elementos estruturais limitados por duas superfícies planas distanciadas entre si por uma espessura. No caso da dimensão da espessura
AGG0232 Sísmica I Lista 1 Ondas P e S Universidade de São Paulo/IAG 1/11
Universidade de São Paulo/IAG 1/11 A Fig. 1.1 mostra como se propagam as ondas sísmicas P e S. Neste exemplo, as ondas se propagam na direção x. Cada partícula do meio se desloca (vibra) durante a passagem
CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES
CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES Introdução A existência do magnetismo foi observada há cerca de 2500 anos quando certo tipo de pedra (magnetita) atraía fragmentos de ferro, que são conhecidos como ímãs permanentes.
Aplicações da Técnica de Emissão Acústica em Dutos e Tubulações
Aplicações da Técnica de Emissão Acústica em Dutos e Tubulações Pedro Feres Filho PASA - Physical Acoustic South America e-mail: [email protected] Tel: +11 3082 5111 Introdução Tubulações de gás, óleo
7 Análise Método dos Elementos Finitos
168 7 Análise Método dos Elementos Finitos No presente capítulo estão apresentados os resultados da análise do problema geotécnico ilustrado no capítulo 5 realizada a partir do método dos elementos finitos.
SISTEMA DE MEDIÇÃO DE RECALQUE DINÂMICO DA VIA PERMANENTE
SISTEMA DE MEDIÇÃO DE RECALQUE DINÂMICO DA VIA PERMANENTE - 1 - RESUMO Uma prática comum em todas as ferrovias é a medição de superelevação da via. As medidas são tomadas em distâncias variáveis, dependendo
Flexão Vamos lembrar os diagramas de força cortante e momento fletor
Flexão Vamos lembrar os diagramas de força cortante e momento fletor Elementos longos e retos que suportam cargas perpendiculares a seu eixo longitudinal são denominados vigas. Vigas são classificadas
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE PROJETO DE CAVIDADE. Processamento de Polímeros Professor: Emerson Oliveira
PROJETO DE CAVIDADE ETAPAS DO PROJETO DA CAVIDADE 1. Contração no produto. 2. Analise de inclinação. 3. Linha de partição. 4. Superfície de partição. 5. Macho/cavidade 1- CONTRAÇÃO NO PRODUTO. Todo material
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Diâmetro de um fio com laser Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
1303 Determinação da razão e/m 0
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física UFRJ Tópicos Relacionados Raios catódicos, força de Lorentz, elétrons em campos transversais,
Micrômetros A origem da confiabilidade Mitutoyo em instrumentos de medição
Micrômetros A origem da confiabilidade Mitutoyo em instrumentos de medição Jogo de Calibradores Expansíveis Série 154 Calibrador para furos longos e rasos, alojamentos, e características similares. Duas
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas. Aula 8. Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas Aula 8 Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores 1 Acoplamentos o São elementos utilizados para interligação de eixos, tendo as seguintes funções:
Flexão. Diagramas de força cortante e momento fletor. Diagramas de força cortante e momento fletor
Capítulo 6: Flexão Adaptado pela prof. Dra. Danielle Bond Diagramas de força cortante e momento fletor Elementos delgados que suportam carregamentos aplicados perpendicularmente a seu eixo longitudinal
Resistência dos Materiais
Capítulo 3: Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Coeficiente de Dilatação Térmica Professor Fernando Porto Resistência dos Materiais Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de pressão
6 ÓTICA. Cuba de Ondas / Software SAM. 6 - Interferência NOME ESCOLA EQUIPE SÉRIE PERÍODO DATA
FÍSICA 6 ÓTICA Cuba de Ondas / Software SAM 6 - Interferência NOME ESCOLA EQUIPE SÉRIE PERÍODO DATA Objetivos Observar a interferência de ondas planas, variando a distância entre as fontes e a freqüência.
TENSÃO NORMAL e TENSÃO DE CISALHAMENTO
TENSÃO NORMAL e TENSÃO DE CISALHAMENTO 1) Determinar a tensão normal média de compressão da figura abaixo entre: a) o bloco de madeira de seção 100mm x 120mm e a base de concreto. b) a base de concreto
Instrumentação Eletroeletrônica. Prof. Afrânio Ornelas Ruas Vilela
Instrumentação Eletroeletrônica Prof. Afrânio Ornelas Ruas Vilela Medição de Nível Na indústria se requer medições tanto de nível de líquidos como de sólidos. Para facilitar a compreensão costuma-se definir
(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:
(11) Número de Publicação: PT 10858 (51) Classificação Internacional: F16L 3/08 (2006) H02G 3/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2012.09.19 (30) Prioridade(s): 2012.05.31
DEPARTAMENTO DE ENERGIA LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS FLUIDOS
Nome: unesp DEPARTAMENTO DE ENERGIA LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS FLUIDOS Turma: Conservação da Massa e Quantidade de Movimento 1 - OBJETIVO Os principais objetivos desta aula prática é aplicar as equações
As seguintes considerações devem ser feitas inicialmente ou ao longo do trabalho:
EXPERIÊNCIA 1: Pesa-espíritos EXEMPLO DE RESOLUÇÃO: Esquema da montagem: H 0 h 0 M As seguintes considerações devem ser feitas inicialmente ou ao longo do trabalho: M = massa do tubo + massa adicionada
Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência da resistência com a temperatura.
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física - UFRJ Tópicos Relacionados Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência
6 Análise Dinâmica. 6.1 Modelagem computacional
6 Análise Dinâmica O presente capítulo apresenta um estudo do comportamento dinâmico da coluna de aço estaiada, abrangendo análises modais para determinação da freqüência natural, com e sem protensão [32]
INF Fundamentos da Computação Gráfica Professor: Marcelo Gattass Aluno: Rogério Pinheiro de Souza
INF2608 - Fundamentos da Computação Gráfica Professor: Marcelo Gattass Aluno: Rogério Pinheiro de Souza Trabalho 02 Visualização de Imagens Sísmicas e Detecção Automática de Horizonte Resumo Este trabalho
Proposta Eletiva Laboratório III Verificação Experimental da Lei de Faraday
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO USP Proposta Eletiva Laboratório III Verificação Experimental da Lei de Faraday Disciplina: 4300114-Física Experimental III Professor: Alexandre Alarcon do Passo Suaide Grupo:
EQUILÍBRIO ESTÁTICO. Material Utilizado:
EQUILÍBRIO ESTÁTICO Material Utilizado: (arte A Calibração de um Dinamômetro) - 5 montagens FVE para dinamômetros constituidas de escala milimetrada em haste montada em tripé, com os acessórios: molas
EXPERIMENTO 4: SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS
EXPERIMENTO 4: SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS 4.1 OBJETIVOS Fazer um mapeamento das linhas equipotenciais e das de força de um campo elétrico, através da simulação do caso eletrostático. 4.2 INTRODUÇÃO Imaginemos
ANEXO I ESPECIFICAÇÕES PARA A FABRICAÇÃO DE ESPELHOS RETROVISORES
ANEXO I ESPECIFICAÇÕES PARA A FABRICAÇÃO DE ESPELHOS RETROVISORES 1 DEFINIÇÕES 1.1. Define-se por Tipo de espelho retrovisor o dispositivo que não difere entre si quanto às seguintes características fundamentais:
DIFRAÇÃO DA LUZ DE UM LASER POR FENDAS
Experimento 6 INTERFERÊNCIA E DIFRAÇÃO DA LUZ DE UM LASER POR FENDAS 6.1 OBJETIVOS Estudo da figura de difração da luz por uma fenda fina em função da largura da fenda. Estudo da figura de interferência
Experimento científico para a determinação da aceleração da gravidade local empregando materiais de baixo custo
Experimento científico para a determinação da aceleração da gravidade local empregando materiais de baixo custo Marcos Aurélio da Silva 1 1 Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto
Introdução. Aplainamento
Prof. Milton Fatec Itaquera Prof. Miguel Reale / 2014 Introdução Aplainamento Processo que se baseia no movimento retilíneo alternado da ferramenta de corte, retirando material somente no movimento de
Física IV. Prática: Interferência e Difração. Baseado no material preparado por Sandro Fonseca Helena Malbouisson Clemencia Mora
Física IV Prática: Interferência e Difração Baseado no material preparado por Sandro Fonseca Helena Malbouisson Clemencia Mora Interferência Princípio de Huygens Todos os pontos de uma frente de onda se
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Departamento de Física FÍSI CA II BACHARELADO EM QUÍMICA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Departamento de Física USP FÍSI CA II BACHARELADO EM QUÍMICA CUBA DE ONDAS 1.Objetivos Estudar os fenômenos de reflexão,
Lista de Problemas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE III Interferência
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE III Interferência Lista de Problemas Problemas extraídos de HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos
TRABALHO Nº 1 DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO DE ONDA DE UMA RADIAÇÃO DUPLA FENDA DE YOUNG
TRABALHO Nº 1 DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO DE ONDA DE UMA RADIAÇÃO DUPLA FENDA DE YOUNG Pretende-se realizar a experiência clássica de Thomas Young e utilizar o padrão de interferência de duas fontes pontuais
