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- Maria Antonieta Carreiro Bergler
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1 Documentos ISSN Abril, Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 2ª Edição
2 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Clima Temperado Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN Abril, 2017 Documentos 402 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 2ª Edição Roberto Pedroso de Oliveira Walter dos Santos Soares Filho Elbio Treicha Cardoso Walkyria Bueno Scivittaro Flávio Luiz Carpena Carvalho Rufino Fernando Flores Cantillano Sergio Francisco Schwarz Mateus Pereira Gonzatto Manuela Sulzbach Marines Batalha Moreno Kirinus Embrapa Clima Temperado Pelotas, RS 2017
3 Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na: Embrapa Clima Temperado Endereço: BR 392, Km 78 Caixa Postal 403, CEP Pelotas/RS Fone: (53) Comitê de Publicações da Embrapa Clima Temperado Presidente: Ana Cristina Richter Krolow Vice-Presidente: Enio Egon Sosinski Junior Secretária: Bárbara Chevallier Cosenza Membros: Ana Luiza Barragana Viegas, Fernando Jackson, Marilaine Schaun Pelufê, Sonia Desimon Revisão de texto: Bárbara C. Cosenza Normalização bibliográfica: Marilaine Schaun Pelufê Editoração eletrônica: Fernando Jackson Foto de capa: Roberto Pedroso de Oliveira 2ª edição Obra digitalizada (2017) Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610). Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Embrapa Clima Temperado C691 Coleção de citros da Embrapa Clima Temperado / Roberto Pedroso de Oliveira... [et al.] ed. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p. (Documentos / Embrapa Clima Temperado, ISSN ; 402) 1. Citricultura. 2. Variedade. I. Oliveira, Roberto Pedroso. II. Série. CDD Embrapa 2017
4 Autores Roberto Pedroso de Oliveira Engenheiro-agrônomo, D. Sc. em Ciências, pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS. Walter dos Santos Soares Filho Engenheiro-agrônomo, D. Sc. em Genética e Melhoramento de Plantas, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Cruz das Almas, BA. Elbio Treicha Cardoso Engenheiro-agrônomo, D. Sc. em Fitotecnia, pesquisador da Embrapa Produtos e Mercado, Capão do Leão, RS. Walkyria Bueno Scivittaro Engenheira-agrônoma, D. Sc. em Ciências, pesquisadora da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS. Flávio Luiz Carpena Carvalho Engenheiro-agrícola, M. Sc. em Ciência do Solo, pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS.
5 Rufino Fernando Flores Cantillano Engenheiro-agrônomo, Ph. D. em Fisiologia e Tecnologia Pós-colheita, pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS. Sergio Francisco Schwarz Engenheiro-agrônomo, Ph. D. em Produção Vegetal, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS. Mateus Pereira Gonzatto Engenheiro-agrônomo, M. Sc. em Fitotecnia, doutorando da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS. Manuela Sulzbach Engenheira-agrônoma, M. Sc. em Fitotecnia, doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS. Marines Batalha Moreno Kirinus Engenheira-agrônoma, M. Sc. em Fruticultura, doutoranda da Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS.
6 Apresentação A citricultura é uma das principais atividades agrícolas do Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 20 mil produtores rurais, a grande maioria de base familiar, que cultivam aproximadamente 40 mil hectares. Dezenas de cultivares copas de laranjeiras, tangerineiras, limoeiros verdadeiros, limeiras ácidas, pomeleiros e de híbridos são utilizadas pelos citricultores, proporcionando aos consumidores diferentes sabores durante quase todo o ano. A Embrapa Clima Temperado realiza pesquisas com citros desde 2000, tendo uma equipe de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento dedicados à cultura. Em se tratando de diversificação varietal, tem-se trabalhado com a introdução de novas cultivares no sistema produtivo, sejam essas importadas de outras regiões, estados ou países ou geradas em programa próprio de melhoramento genético. As atividades de pesquisa vêm sendo realizadas em parceria com outras unidades da Embrapa, universidades e órgãos de assistência técnica e extensão rural. Esta publicação apresenta, de forma ilustrativa, os acessos da coleção de citros da Embrapa Clima Temperado, buscando disponibilizar informações sobre alternativas varietais interessantes aos agricultores. Clenio Nailto Pillon Chefe-Geral Embrapa Clima Temperado
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8 Sumário Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado... 9 Introdução... 9 Coleção de Citros Laranjeiras Grupo Comum Grupo Sem Acidez Grupo Umbigo Grupo Polpa Vermelha Grupo Sanguíneas Tangerineiras...24 Grupo Comum Grupo Satsuma Grupo Clementina Grupo Ponkan Grupo Bergamota (Mexerica)... 29
9 Limoeiros verdadeiros...32 Limeiras Ácidas...33 Pomeleiros...33 Polpa Amarela Polpa Vermelha Híbridos...36 Acessos ainda não explorados comercialmente...46 Considerações Finais Agradecimentos Referências... 49
10 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Roberto Pedroso de Oliveira Walter dos Santos Soares Filho Elbio Treicha Cardoso Walkyria Bueno Scivittaro Flávio Luiz Carpena Carvalho Rufino Fernando Flores Cantillano Sergio Francisco Schwarz Mateus Pereira Gonzatto Manuela Sulzbach Marines Batalha Moreno Introdução Os citros encontram-se entre as frutas mais consumidas no Brasil, fazendo parte da dieta de brasileiros de todas as classes sociais (OLIVEIRA; SCIVITTARO, 2014). No Rio Grande do Sul, existe uma cadeia produtiva praticamente completa dessa cultura, envolvendo cerca de 20 mil produtores rurais, a maioria desses de base familiar, viveiristas, produtores dos mais diversos insumos, beneficiadores de fruta em packing houses, atacadistas, feirantes, varejistas e milhões de consumidores (OLIVEIRA et al., 2012). O cultivo de citros no Rio Grande do Sul ocupa uma área pouco superior a 40 mil hectares, sendo 26 mil ha de laranjeiras, 13 mil de tangerineiras e 1,4 mil de limeiras ácidas e de limoeiros verdadeiros (IBGE, 2016). Mesmo assim, quase metade da fruta consumida e processada provém de outros estados ou países (OLIVEIRA; SCIVITTARO, 2014). Por outro lado, ainda existem centenas de milhares de hectares disponíveis à atividade citrícola (WREGE et al., 2004, 2006). Dessa forma, a importância de se fomentar a produção estadual de citros, notadamente por sistemas qualificados de
11 10 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado produção orgânica e integrada, que buscam a obtenção de frutas saudáveis e sem resíduos de agroquímicos. Com o intuito de apoiar a citricultura do Sul do Brasil, a Embrapa Clima Temperado possui uma coleção de citros mantida sob condições de ambiente protegido (Figura 1), portanto livre de viroses e de outros patógenos e pragas. Os acessos estão disponíveis tanto para atividades de pesquisa quanto para disponibilização de borbulhas ao setor produtivo. A presente publicação tem por objetivo divulgar de forma ilustrativa os principais acessos de citros mantidos na Embrapa Clima Temperado em 2016, trazendo informações sobre a origem de cada material. Fotos: Roberto Pedroso de Oliveira Figura 1. Vista parcial da coleção de germoplasma de citros da Embrapa Clima Temperado, mantida em ambiente protegido, em Pelotas-RS. Coleção de Citros A coleção de citros da Embrapa Clima Temperado é composta por 68 acessos, sendo 23 de laranjeira, 11 de tangerineira, dois de limoeiro verdadeiro, um de limeira ácida, quatro de pomeleiro, 17 de híbridos e 10 de materiais ainda não explorados comercialmente no Rio Grande do Sul.
12 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 11 Laranjeiras Os 23 acessos de laranjeira são divididos em grupos, assim denominados: Comum, Sem Acidez, Umbigo, Polpa Vermelha e Sanguínea, sendo mantidos, respectivamente, 13, 2, 5, 2 e 1 acessos. Grupo Comum Delta Seedless Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, selecionada nas proximidades de Pretoria, na África do Sul, em 1952 (Figura 2). Duas hipóteses estão associadas a sua origem: a) Mutação espontânea de gema da cv. Valência; b) Seedling, tendo Valência como genitor. Figura 2. Fruto de laranja da cv. Delta Seedless [Citrus sinensis (L.) Osb.].
13 12 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Folha Murcha Laranjeira doce tipo Valência [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, também conhecida por Valência Folha Murcha, Natal Folha Murcha e Seleta Folha Murcha. Cultivar selecionada em Araruama- RJ, originada por mutação espontânea, porém não se sabe se de Valência, Pera, Natal ou Seleta. Franck Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, também conhecida por Seleta Franck, originária, provavelmente, de mutação espontânea de gema da cv. Seleta, selecionada na Estação Experimental de Taquari (Fepagro), no Rio Grande do Sul (Figura 3). Figura 3. Frutos de laranja da cv. Franck. [Citrus sinensis (L.) Osb.].
14 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 13 Lue Gim Gong Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, originada a partir de seedling nucelar de Valência, tendo sido selecionada por imigrante chinês, na Flórida, em 1888, o qual deu seu nome a cultivar. Midknight Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, provavelmente derivada de mutação espontânea da Valência, tendo sido selecionada na propriedade do Sr. Knight, em Addo, na África do Sul, em 1927 (Figura 4). Figura 4. Frutos de laranja da cv. Midknight [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Ipiguá Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, provavelmente derivada de mutação espontânea de gema da cv. Pêra, selecionada em Ipiguá-SP (Figura 5).
15 14 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 5. Frutos de laranja da cv. Ipiguá [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Rubi Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, de origem desconhecida, selecionada na fazenda Reserva, em Araras-SP, por Navarro de Andrade (Figura 6). Figura 6. Frutos de laranja da cv. Rubi [Citrus sinensis (L.) Osb.].
16 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 15 Salustiana Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, originária por mutação espontânea de gema da cultivar Comuna, ocorrida em Valência, na Espanha, em 1950 (Figura 7) (OLIVEIRA et al., 2011). Figura 7. Frutos de laranja da cv. Salustiana [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Shamouti Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, também conhecida por Jaffa e Jaffa da Palestina, sendo originada, provavelmente, por mutação espontânea de gema da cv. Beledi (Figura 8). Foi selecionada em 1844, em pomar próximo à cidade de Jaffa, atualmente em Israel. A Shamouti não deve ser confundida com a Jaffa da Flórida e a Joppa, que são cultivares distintas.
17 16 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Foto: Mateus Pereira Gonzatto Figura 8. Frutos de laranja da cv. Shamouti [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Tobias Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, originária de mutação espontânea de gema da cv. Seleta, selecionada por pesquisadores da Fepagro Taquari, na propriedade do produtor de mesmo nome, em 1946 (Figura 9). Foto: Mateus Pereira Gonzatto Figura 9. Frutos de laranja da cv. Tobias [Citrus sinensis (L.) Osb.].
18 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 17 Valência CV-64 Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, de origem uruguaia, originada provavelmente de mutação espontânea de gema da cv. Valência. Valência Late Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, de origem espanhola, do século XIX, sendo, atualmente, a principal cultivar de citros utilizada no mundo (Figura 10). Também conhecida simplesmente por Valência. A denominação Valência Late foi dada por citricultor espanhol em visita à Califórnia em 1887 (SAUNT, 2000). Figura 10. Frutos de laranja da cv. Valência Late [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Westin Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, originada de parental(is) desconhecido(s), selecionada no Rio Grande do Sul, onde, inicialmente, foi chamada de laranjeira Clementina (Figura 11).
19 18 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado No estado de São Paulo, foi renomeada para Westin, em homenagem ao professor Fhilippe Westin Cabral de Vasconcellos, nome pelo qual veio a ser conhecida nacionalmente. Figura 11. Frutos de laranja da cv. Westin [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Grupo Sem Acidez BRS Céu Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Sem Acidez, provavelmente derivada de mutação de gema da Piralima ou da Lima, selecionada pela Embrapa Clima Temperado no pomar de Eduardo César Schroder, em Harmonia-RS, em 2008 (Figura 12) (OLIVEIRA et al., 2010). BRS Laura Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Sem Acidez, provavelmente derivada de mutação de gema da Piralima ou da
20 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 19 Lima, selecionada pela Embrapa Clima Temperado no pomar de Eduardo César Schroder, em Harmonia-RS, em 2008 (Figura 13). Figura 12. Fruto de laranja da cv. BRS Céu [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Figura 13. Frutos de laranja da cv. BRS Laura [Citrus sinensis (L.) Osb.].
21 20 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Grupo Umbigo Lane Late Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Umbigo, originada de mutação espontânea de gema da cultivar Washington Navel, tendo sido selecionada em 1950, na propriedade do Sr. Lane, em Victoria, na Austrália (Figura 14). Figura 14. Frutos de laranja da cv. Lane Late [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Monte Parnaso Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Umbigo, derivada, provavelmente de mutação espontânea de gema da Bahia. Trata-se da laranjeira de Umbigo mais cultivada no Rio Grande do Sul, sendo pouco conhecida nos demais estados do Brasil e em outros países (Figura 15).
22 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 21 Figura 15. Frutos de laranja da cv. Monte Parnaso [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Navelate Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Umbigo, originária de mutação espontânea de gema da cultivar Washington Navel, identificada em Castellón de la Plana, na Espanha, em 1948 (Figura 16). Figura 16. Frutos de laranja da cv. Navelate [Citrus sinensis (L.) Osb.].
23 22 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Navelina Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Umbigo, originária da Califórnia, Estados Unidos, provavelmente por mutação espontânea (Figura 17). Foi descrita pela primeira vez em 1910, tendo recebido inicialmente o nome de Smith s Early Navel. Na Espanha, em 1933, foi denominada de Navelina, em função do porte mediano das plantas. Figura 17. Frutos de laranja da cv. Navelina [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Newhall Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Umbigo, originária de mutação espontânea de gema da cv. Washington Navel, selecionada por Paul Hackney, da empresa Newhall Land, em Piru, na Califórnia, Estados Unidos.
24 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 23 Grupo Polpa Vermelha BRS Rubra Cara Laranjeira ornamental de umbigo e de polpa vermelha, selecionada por pesquisadores da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas-BA, em 2014 (Figura 18). Figura 18. Planta matriz de laranjeira da cv. BRS Rubra Cara [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Cara Cara Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Polpa Vermelha (Figura 19). Também pode ser encaixada no Grupo Umbigo, originada, provavelmente, por mutação espontânea de gema da cultivar Washington Navel, tendo sido selecionada em Valência, na Venezuela, em 1976.
25 24 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 19. Frutos de laranja da cv. Cara Cara [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Grupo Sanguíneas BRS Tarocco do Pampa Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Sanguínea, selecionada para as condições climáticas do Rio Grande do Sul, provavelmente derivada de mutação espontânea de gema da Tarocco del Francofonte (Figura 20). Tangerineiras Os 11 acessos de tangerineira são divididos em grupos, assim denominados: Comum, Satsumas, Clementina, Ponkan e Bergamota (Mexerica), sendo mantidos, respectivamente, 1, 3, 3, 1 e 3 acessos.
26 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 25 Figura 20. Frutos de laranja da cv. BRS Tarocco do Pampa [Citrus sinensis (L.) Osb.]. Grupo Comum BRS Silvana Tangerineira do grupo Comum (Citrus reticulata Blanco), obtida a partir de seedling zigótico ou nucelar, de parental(is) desconhecido(s), selecionada no pomar Boas Raízes, do produtor Renato José Schommer, de Barão-RS (Figura 21). Grupo Satsuma Miyagawa Tangerineira do grupo das Satsumas (Citrus unshiu Marc.), originária de mutação espontânea de gema da cv. Zairai, selecionada por T. Tanaka, em Fukuoka, no Japão, em 1923.
27 26 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 21. Frutos de tangerina da cv. BRS Silvana (Citrus reticulata Blanco). Okitsu Tangerineira do grupo das Satsumas (Citrus unshiu Marc.), tendo origem nucelar a partir de semente da cv. Miyagawa, resultante de polinização controlada com Poncirus trifoliata (Figura 22). Foi obtida em 1940, no Japão, onde foi registrada em Figura 22. Frutos de tangerina da cv. Okitsu (Citrus unshiu Marc.).
28 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 27 Owari Tangerineira do grupo das Satsumas (Citrus unshiu Marc.), originária da Província de Owari, Japão. Grupo Clementina Clemenules Tangerineira do grupo das Clementinas (Citrus reticulata Blanco), originária de Nules, Espanha, em 1953, a partir de mutação espontânea de gema da clementina Fina (Figura 23). Também é conhecida como Clementina de Nules, Clementina Reina, Clementina Victoria e Nulesina. Figura 23. Frutos de tangerina da cv. Clemenules (Citrus reticulata Blanco).
29 28 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Marisol Tangerineira do grupo das Clementinas (Citrus reticulata Blanco), originada por mutação espontânea de gema da clementina Oroval, tendo sido identificada em Bechi, na Espanha, em 1970 (Figura 24). Figura 24. Frutos de tangerina da cv. Marisol (Citrus reticulata Blanco). SRA 63 Tangerineira do grupo Clementina (Citrus clementina Hort. ex Tan.), derivada da Comune ( Algerian ), originária em Boufarik, na Argélia. Em 1963, foi introduzida na Station de Recherches Agronomiques de Corse (SRA INRA-CIRAD), na Córsega, de onde se disseminou para vários países.
30 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 29 Grupo Ponkan BRSCAI Poncaí Tangerineira do tipo Ponkan (Citrus reticulata Blanco), obtida a partir de populações de plantas pré-selecionadas por agricultores do Vale do Caí (RS) para precocidade de produção (Figura 25). É derivada, provavelmente, de mutação espontânea de gema da cultivar Ponkan. Figura 25. Frutos de tangerina da cv. BRSCAI Poncaí (Citrus reticulata Blanco). Grupo Bergamota (Mexerica) Pareci Tangerineira do grupo Bergamota (Mexerica) (Citrus deliciosa Tenore), selecionada a partir de populações de plantas denominadas pelos agricultores de Montenegrina do Cedo e Pareci, derivadas, supostamente, de mutação(ões) espontânea(s) de gema das cultivares Montenegrina e Caí, ocorridas a partir da década de 1980, no Vale do Caí, Rio Grande do Sul (Figura 26).
31 30 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 26. Frutos de tangerina da cv. Pareci (Citrus deliciosa Tenore). Rainha Tangerineira do grupo Bergamota (Mexerica) (Citrus deliciosa Tenore), tendo sido selecionada a partir de populações de plantas denominadas pelos agricultores de Bergamota São José, Bergamota Folha Larga, Bergamota Bicuda, Bergamota Sem Raleio e Bergamota Rainha, derivadas, provavelmente, de mutações espontâneas de gema da cultivar Montenegrina (Figura 27). Montenegrina Tangerineira do grupo Bergamota (Mexerica) (Citrus deliciosa Tenore), provavelmente originada de mutação espontânea de gema da tangerineira Comum, tendo sido selecionada pelo agricultor João Edvino Derlan, na fazenda Lageado, em Campo do Meio, Montenegro- RS, na década de 1940 (Figura 28). É conhecida como Salteñita, no Uruguai.
32 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 31 Figura 27. Frutos de tangerina da cv. Rainha (Citrus deliciosa Tenore). Figura 28. Frutos de tangerina da cv. Montenegrina (Citrus deliciosa Tenore).
33 32 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Limoeiros Verdadeiros Fino Limoeiro verdadeiro [Citrus limon (L.) Burm. f.] originário da Espanha, provavelmente da germinação de semente de limoeiro Comum. Também é conhecido no exterior como Mesero, Blanco e Primofiori (Figura 29). Figura 29. Fruto de limão da cv. Fino [Citrus limon (L.) Burm. f.]. Siciliano Comum Limoeiro verdadeiro [Citrus limon (L.) Burm. f.] de origem desconhecida (Figura 30).
34 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 33 Figura 30. Fruto de limão da cv. Siciliano [Citrus limon (L.) Burm. f.]. Limeiras ácidas Tahiti Limeira ácida provavelmente originária da Pérsia (Citrus latifolia Tan.), sendo, provavelmente, um híbrido entre alguma limeira ácida e citron (Figura 31). Possui esse nome em função de ser cultivado desde 1824 no Tahiti. Pomeleiros Os quatro acessos de pomeleiro pertencem aos grupos: Polpa Amarela (1 acesso); e Polpa Vermelha (3 acessos).
35 34 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 31. Fruto de lima ácida da cv. Tahiti (Citrus latifolia Tan.). Polpa amarela Marsh Seedless Pomeleiro do grupo Polpa Amarela (Citrus paradisi Macfad.), de origem nucelar, selecionado pelo produtor Sr. Rushing, na Flórida, em 1862, tendo sido, inicialmente, multiplicado pelo viveirista C.M. Marsh, que deu seu nome à cultivar (Figura 32). Também conhecido por Marsh ou White Marsh. Polpa vermelha Flame Pomeleiro do grupo Polpa Vermelha (Citrus paradisi Macfad.), derivado de sementes de mutante natural da cv. Ruby Red, coletadas por Heinz K. Wutscher, próximo a Houston, no Texas, em A
36 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 35 seleção final foi feita por C. Jack Hearn, na Flórida, tendo sido lançada como cultivar nos Estados Unidos em Figura 32. Frutos de pomelo cv. Marsh Seedless (Citrus paradisi Macfad.). Ruby Red Pomeleiro do grupo Polpa Vermelha (Citrus paradisi Macfad.), também conhecido por Redblush, Red Marsh, Red Seedless ou Ruby (Figura 33). Originou-se, provavelmente, por mutação espontânea de gema da cv. Thompson, tendo sido selecionado no Texas, Estados Unidos, em Star Ruby Pomeleiro do grupo Polpa Vermelha (Citrus paradisi Macfad.) obtido a partir da irradiação de sementes da cv. Hudson, na Universidade Texas A & M, Estados Unidos, em 1970 (Figura 34).
37 36 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 33. Fruto de pomelo da cv. Ruby Red (Citrus paradisi Macfad.). Figura 34. Frutos de pomelo da cv. Star Ruby (Citrus paradisi Macfad.). Híbridos Os 17 acessos de cultivares híbridas de citros são decorrentes dos mais diversos cruzamentos, ocorridos de forma natural ou controlada, entre laranjeiras, tangerineiras, pomeleiros, limoeiros verdadeiros, etc.
38 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 37 Champanhe Laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] do grupo Comum, também chamada de Champagne ou Champanha em função da coloração de seu suco ser semelhante à do vinho Champagne. É de origem desconhecida, supostamente derivada de cruzamento natural (Figura 35). Figura 35. Frutos de laranja híbrida da cv. Champanhe (Citrus sp.). Bergamot Laranjeira azeda híbrida (Citrus bergamia Risso), tendo como um dos parentais a laranjeira Azeda e, provavelmente como outro, a limeira doce Palestine (Figura 36). BRS Sandupay Seleção de tangerineira da cultivar híbrida C54-4-4, também conhecida por SRA 337, realizada na empresa Sandupay, sob a coordenação da Embrapa Clima Temperado (Figura 37).
39 38 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Foto: Rogério Ritzinger Figura 36. Fruto de laranja híbrida da cv. Bergamot (Citrus bergamia Risso). Foto: Rogério Ritzinger Figura 37. Fruto de tangerina híbrida da cv. BRS Sandupay (Citrus bergamia Risso).
40 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 39 Clemensole Tangerineira híbrida resultante do cruzamento entre satsuma Miho wase (Citrus unshiu Marc.) e tangerineira Carvalhais (C. reticulata Blanco). A cultivar foi gerada na Universidade de Catânia, na Sicília, Itália, em 1980, onde é chamada de Primosole. Dekopon Híbrido resultante do cruzamento controlado entre tangerineira Ponkan (Citrus reticulata Blanco) e tangoreiro Kiyomi {C. unshiu Marc. x [C. sinensis (L.) Osb.]}, tendo sido gerado em 1972, em Nagasaki, no Japão (Figura 38). Conhecido como Shiranui no Japão, Sumo nos Estados Unidos e Hallabong e Hallasan na Coreia do Sul. Figura 38. Frutos de tangerina híbrida Dekopon - Citrus reticulata Blanco cv. Ponkan x tangoreiro Kiyomi {C. unshiu Marc. x [C. sinensis (L.) Osb.]}.
41 40 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Ellendale Tangoreiro resultante de cruzamento natural entre tangerineira (Citrus reticulata Blanco) e laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] (Figura 39). A cultivar foi selecionada na propriedade do Sr. E.A. Burridge, em Queensland, na Austrália, em Figura 39. Frutos do tangoreiro Ellendale [Citrus reticulata Blanco x C. sinensis (L.) Osb.]. Harmonia Tangerineira de parentais desconhecidos (Citrus sp.), que possui algumas características morfológicas e sensoriais de Ponkan (Citrus reticulata Blanco) e outras de mexeriqueira Caí (Citrus deliciosa Tenore) (Figura 40). O primeiro relato da cultivar ocorreu na localidade de Lageadinho, em Montenegro, de onde, em 2001, o produtor Jose Aloisio Schommer coletou borbulhas para produção de mudas. Assim, foram formados os primeiros pomares comerciais em Harmonia, RS.
42 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 41 Inicialmente chamada de Caí do Cedo teve sua denominação alterada para Harmonia, em referência ao local de cultivo. Kiyomi Tangoreiro resultante de cruzamento controlado entre tangerineira Satsuma Miyagawa (Citrus unshiu Marc.) e laranjeira doce Trovita [Citrus sinensis (L.) Osbeck], realizado em A cultivar foi gerada na Okitsu Fruit Tree Research Station, no Japão, onde foi lançada em Meyer Híbrido natural entre limoeiro verdadeiro e laranjeira (Citrus meyeri Y. Tan.), encontrado por Frank Nicholas Meyer, funcionário do departamento de Agricultura dos Estados Unidos, na China, em 1908 (Figura 41). Figura 40. Frutos de tangerina Harmonia (Citrus sp.).
43 42 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 41. Frutos do limão híbrido Meyer (Citrus meyeri Y. Tan.). Michal Tangerineira híbrida resultante de cruzamento natural entre Clementina (Citrus clementina Hort ex. Tan.) e Dancy (Citrus tangerina Tan.), sendo originária de Israel (Figura 42). Foto: Mateus Pereira Gonzatto Figura 42. Frutos de tangerina híbrida Michal (Citrus clementina Hort ex. Tan. Clementina x C. tangerina Tan. Dancy )
44 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 43 Minneola Tangeleiro resultante de cruzamento controlado entre o pomeleiro Duncan (Citrus paradisi Macf.) e a tangerineira Dancy (Citrus tangerina Tan.), obtido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em Orlando, na Flórida (Figura 43). Também conhecido por Honeybell. Murcott Tangerineira híbrida de parentais desconhecidos (Citrus reticulata Blanco), gerada por W.T. Swingle, na Flórida, em 1913 (Figura 44). Figura 43. Frutos de tangerina híbrida Minneola (Citrus paradisi Macf. cv. Duncan x C. tangerina cv. Dancy ).
45 44 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 44. Frutos de tangerina híbrida Murcott (Citrus reticulata Blanco). Nadorcott Híbrido (Citrus reticulata Blanco) entre tangoreiro Murcott com parental masculino desconhecido (Figura 45). Selecionado por El- Bachir Nadori, em Afourer, no Marrocos. Também conhecido por Afourer, W. Murcott e Delite. Figura 45. Frutos do híbrido cv. Nadorcott (Citrus reticulata Blanco).
46 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 45 Nova Tangeleiro resultante de cruzamento controlado entre tangerineira Clementina Fina (Citrus clementina Hort. ex Tan.) e tangeleiro Orlando (Citrus paradisi Macf. Duncan x C. tangerina Hort. ex Tan. Dancy ), obtido na Flórida, Estados Unidos, em 1942 (Figura 46). Também conhecido como Clemenvilla, na Espanha, e Suntina, em Israel. Figura 46. Frutos do híbrido cv. Nova [Citrus clementina Hort. ex Tan. cv. Clementina Fina x tangeleiro Orlando (Citrus paradisi Macf. Duncan x C. tangerina Hort. ex Tan. Dancy )]. Ortanique Tangoreiro natural entre laranjeira doce [Citrus sinensis (L.) Osb.] e tangerineira (Citrus reticulata Blanco) desconhecidos, selecionado na Jamaica, em 1920 (Figura 47).
47 46 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Figura 47. Frutos de híbrido de citros da cv. Ortanique [Citrus sinensis (L.) Osb. x C. reticulata Blanco]. Page Tangeleiro resultante de cruzamento controlado entre Minneola (Citrus paradisi Macf. cv. Duncan x Citrus tangerina Tan. cv. Dancy) e Citrus clementina cv. Clementina, realizado por P.C. Reece e F.C. Gardner, na Flórida, em URSBRS Hada Tangoreiro [Citrus unshiu Marc. x C. sinensis (L.) Osb.], selecionado a partir de sementes trazidas de Israel, em 1988, por Otto Carlos Köller, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) (Figura 48). Acessos ainda não explorados comercialmente Bahia Sanguínea.
48 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 47 Foto: Mateus Pereira Gonzatto Figura 48. Frutos de tangerineira híbrida URSBRS Hada [Citrus unshiu Marc. x C. sinensis (L.) Osb.]. Bergamota sem acidez. Lima Sanguínea. Sanguínea Buretana. Sanguínea Doble Fina. Sanguínea Ibiquera. Sanguinelle. Siciliano sem acidez. Tarocco Blood. Vaccaro Blood.
49 48 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado Considerações Finais Na presente publicação reuniram-se, de forma ilustrada, todos os acessos mantidos na coleção de citros da Embrapa Clima Temperado. Maiores informações sobre as cultivares podem ser obtidas por meio do endereço eletrônico ou pelo telefone (53) Dessa forma, a empresa espera contribuir para a diversificação da matriz produtiva de citros, não somente disponibilizando novas opções varietais aos produtores, mas, também, frutas de novos sabores e colorações, além de produzidas em diferentes épocas do ano. Agradecimentos Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), processos / e /2013-8, e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo apoio financeiro.
50 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado 49 Referências IBGE. Censo Agropecuário: Agricultura familiar Rio de Janeiro: IBGE, p. Disponível em: < estatistica/economia/agropecuaria/censoagro/brasil_2006/brasil_ censoagro2006.pdf>. Acesso em: 17 jan OLIVEIRA, R. P.; SCIVITTARO, W. B. Cadeia produtiva de citros do Rio Grande do Sul. Citricultura Atual, Cordeirópolis, v. 100, p. 4-6, OLIVEIRA, R. P.; SCHRODER, E. C.; SOUZA, E. L. S.; SCIVITTARO, W. B.; CASTRO, L. A. S.; ROCHA, P. S. G. Laranjeiras sem acidez. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p. (Embrapa Clima Temperado. Documentos, 298). Oliveira, R. P.; SCHWARZ, S. F.; SOUZA, E. L. S.; BORGES, R. S.; SCIVITTARO, W. B.; CASTRO, L. A. S. Cultivares-copa. In: OLIVEIRA, R. P.; SCIVITTARO, W. B. (Ed.). Cultivo de citros sem sementes. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p (Embrapa Clima Temperado. Sistema de Produção, 21). Oliveira, R. P.; SCIVITTARO, W. B.; MIGLIORINI, L. C. ; SIMCH, R. L. Tecnologias para produção de citros na propriedade de base familiar. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p. (Embrapa Clima Temperado. Documentos, 343).
51 50 Coleção de Citros da Embrapa Clima Temperado SAUNT, J. Citrus varieties of the world. Norwich: Sinclair International Limited, p. WREGE, M. S.; OLIVEIRA, R. P.; JOÃO, P. L.; HERTER, F. G.; STEINMETZ, S.; REISSER JÚNIOR, C.; MATZENAUER, R.; MALUF, J. R. T.; SAMARONE, J.; PEREIRA, I. S. Zoneamento agroclimático para a cultura dos citros no Rio Grande do Sul. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p. (Embrapa Clima Temperado. Documentos, 117). WREGE, M. S.; OLIVEIRA, R. P.; JOÃO, P. L.; KOLLER, O. C.; HERTER, F. G.; STEINMETZ, S.; REISSER JÚNIOR, C.; MATZENAUER, R. Zoneamento agroclimático para produção de limas ácidas e de limões no Rio Grande do Sul. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, p. (Embrapa Clima Temperado. Documentos, 156).
52 CGPE 13618
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