PLANO DE CURSO ESPECIAL
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- Nelson Pais Laranjeira
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1 Aeroclube de São Paulo PLANO DE CURSO ESPECIAL CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS IFR São Paulo Junho de 2017
2 Conteúdo CONTROLE DE REVISÕES E NOTIFICAÇÃO À ANAC OBJETIVO E ESTRUTURA DESTE DOCUMENTO IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA OBJETIVOS DO CURSO GRADE CURRICULAR DO CURSO PLANOS DE MATÉRIAS DA PARTE TEÓRICA PLANO DA MATÉRIA SEGURANÇA DE VOO (Área Curricular: Básica / Carga Horária: 6 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Segurança de Voo: Ementa da Matéria Segurança de Voo : Orientação Metodológica da Matéria Segurança de Voo: Técnicas de Instrução da Matéria Segurança de Voo: Fontes de Consulta da Matéria Segurança de Voo: Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo: PLANO DA MATÉRIA METEOROLOGIA (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 30 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Meteorologia: Ementa da Matéria Meteorologia: Orientação Metodológica da Matéria Meteorologia: Técnicas de Instrução da Matéria Meteorologia: Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Meteorologia: Fontes de Consulta da Matéria Meteorologia: Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia: PLANO DA MATÉRIA REGULAMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 24 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Ementa da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Orientação Metodológica da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Técnicas de Instrução da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Fontes de Consulta da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo:
3 5.4. PLANO DA MATÉRIA NAVEGAÇÃO AÉREA (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 40 horasaula) Objetivos Específicos da Matéria Navegação Aérea: Ementa da Matéria Navegação Aérea: Orientação Metodológica da Matéria Navegação Aérea: Técnicas de Instrução da Matéria Navegação Aérea: Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Navegação Aérea: Fontes de Consulta da Matéria Navegação Aérea: Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea: PROGRAMAS DE INSTRUÇÃO DA PARTE PRÁTICA EXIGÊNCIAS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA E REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA NA PARTE TEÓRICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA E REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA NA PARTE PRÁTICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS APÊNDICES Apêndice A - PROGRAMA DE INSTRUÇÃO PRÁTICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS AVIÃO (IFRA) Apêndice B - PROGRAMA DE TREINAMENTO DO CURSO PRÁTICO DE PILOTO COMERCIAL AVIÃO VOO POR INSTRUMENTOS PC/IFR (Licença de Piloto Comercial Avião Integrada à Habilitação de Voo por Instrumentos) Apêndice C - PROGRAMA DE TREINAMENTO DO CURSO PRÁTICO DE PILOTO COMERCIAL AVIÃO MULTIMOTOR TERRESTRE E VOO POR INSTRUMENTOS PC/MLTE/IFR (Licença de Piloto Comercial Integrada às Habilitações Multimotor Terrestre e de Voo por Instrumentos)
4 CONTROLE DE REVISÕES E NOTIFICAÇÃO À ANAC Rev. Nº Páginas Afetadas Data da Revisão Encaminhamento à ANAC Aprovação Diretor ACSP Inicial 1ª Edição Junho/ 2017 Edição Original 30 de junho de 2017 Julho de 2017 Francisco A. Souto Emilio Diretor da Escola Presidente do Aeroclube de São Paulo 4
5 1. OBJETIVO E ESTRUTURA DESTE DOCUMENTO Este Plano de Curso Especial foi elaborado pelo com vistas a atender o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica Nº 141 (RBHA 141) para a homologação dos Cursos Teóricos e Práticos de Voo por Instrumentos (IFR) aplicados aos interessados em obter a Habilitação de Operação Voo por Instrumentos (RBAC-61 item 61.5 (4)(i) e Subparte L) e/ou obtenção de Licença de Piloto Comercial averbada em conjunto à Habilitação de Operação Voo por Instrumentos. Na Parte Prática de Curso de Voo por Instrumentos o Aeroclube de São Paulo só atua no treinamento e formação para a categoria AVIÃO (Licença Piloto Comercial Avião e Habilitação de Operação de Voo por Instrumentos Avião). Já a Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos o Aeroclube de São Paulo atua nas categorias AVIÃO e HELICÓPTERO. Neste documento serão disponibilizadas as informações que compõem a estrutura e organização dos cursos oferecidos. Neste documento também poderão ser encontradas as informações sobre o conteúdo programático do curso, matérias da parte teórica, atividades previstas da parte prática, carga horária e duração, além da estrutura e divisão das fases e etapas da Parte Prática em conformidade com a Instrução Suplementar ANAC Nº Revisão D. Os detalhes sobre a divisão de fases e etapas, bem como programa de treinamento (lições e exercícios) e equipamentos utilizados na instrução (FSTD e aeronaves) estão disponíveis nos Programas de Instrução da Parte Prática dos Cursos oferecidos pelo Aeroclube de São Paulo. Este Plano de Curso Especial tem como objetivo: Identificar a escola com dados de localização, coordenação e contatos para atendimento; Explicitar os objetivos do Curso de Voo por Instrumentos ministrado pelo Aeroclube de São Paulo; Descrever a grade curricular da Parte Teórica com relação ao Plano de Matérias, carga horária, duração do curso e exigências e requisitos para inscrição e matrícula; Descrever as atividades previstas da Parte Prática com relação ao plano de treinamento, carga horária, duração das atividades e exigências e requisitos para inscrição e matrícula; Disponibilizar os Programas de Instrução Prática do Voo por Instrumentos dos Cursos Práticos oferecidos pelo Aeroclube de São Paulo; Em atendimento ao item 7.9 da Instrução Suplementar ANAC Nº Revisão D o aluno do curso receberá, no ato da matrícula, uma cópia deste Plano Especial de Curso. 5
6 2. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA Av. Olavo Fontoura, 650 Aeroporto Campo de Marte. Bairro Santana São Paulo, SP. CEP Tel.: (11) Aeródromo Base Campo de Marte, SBMT São Paulo - SP Coordenadas: S/ W Elevação: 2369 Pista: 12/ x 45 ASPH Fonte: ROTAER Coordenação Presidente: Francisco Alberto Souto Emilio. Diretor de Instrução: Fadi Sami Younes. Coordenador de Cursos Teóricos: Titus Roos. Coordenador de Cursos Práticos IFR: Fabio Nunes Pereira Coordenadora de Cursos Práticos VFR: Fabiana Klein. Contatos Secretaria de Matrículas: [email protected] / (11) ; Coordenação de Cursos Práticos: [email protected] / (11) ; Coordenação de Cursos Teóricos: [email protected]/ (11) ramal 132; Operações de Voo: [email protected] / (11) ; Centro de Simuladores (FSTD): [email protected]/ (11) Ramal
7 3. OBJETIVOS DO CURSO O Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo tem como objetivo geral o ensino e o desenvolvimento dos conhecimentos e competências teóricas e práticas necessárias para o planejamento e execução do voo IFR (Instrument Flight Rules sob Regra de Voo por Instrumentos) dentro de altos padrões de segurança e eficiência e em conformidade às normas, legislações e regulamentos de tráfego aéreo vigentes. Os objetivos específicos do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo são: Contato, conhecimento e familiarização com os conceitos usados no Voo por Instrumentos; Aprendizado e treinamento dos conceitos teóricos inerentes ao Voo por Instrumentos; Aprendizado e treinamento dos conceitos necessários para a leitura de cartas aeronáuticas e para o planejamento do Voo por Instrumentos; Familiarização com os equipamentos, instrumentos e materiais necessários ao planejamento e execução do Voo por Instrumentos em suas várias fases; Familiarização com as regras de IFR, procedimentos e doutrinas de cabine e procedimentos operacionais padronizados do Voo por Instrumentos; Aprendizado e treinamento dos conceitos, doutrinas e métodos de pilotagem para a condução segura e precisa do Voo por Instrumentos; Ampliação da capacidade de pilotagem do Voo por Instrumentos em condições adversas e/ou inesperadas e preparação para situações de falhas ou emergências; Familiarização com aspectos tecnológicos e humanos para aperfeiçoamento, segurança e melhor performance na condução do Voo por Instrumentos. 7
8 4. GRADE CURRICULAR DO CURSO O Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo totaliza 152 horas de instrução e é dividido em duas partes: Teórica e Prática. A Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos possui carga horária de 100 (cem) horas totais de instrução, sendo que sua Grade Curricular é composta pelas seguintes matérias: Segurança de Voo (Área Curricular Básica), Meteorologia, Regulamentos de Tráfego Aéreo e Navegação Aérea (Área Curricular Técnica). A matéria Segurança de Voo, pertencente à Área Curricular Básica, é dividida em 8 (oito) unidades didáticas de aprendizagem e totaliza 6 (seis) horas-aula de carga horária. A matéria de Meteorologia, pertencente à Área Curricular Técnica, é dividida em 18 (dezoito) unidades didáticas e totaliza carga horária de 30 (trinta) horas-aula. A matéria de Regulamentos de Tráfego Aéreo, pertencente à Área Curricular Técnica, com 24 (vinte e quatro) horas-aula, é dividida em 4 (quatro) unidades didáticas. A matéria Navegação Aérea, pertencente à Área Curricular Técnica, é dividida em 16 (dezesseis) unidades didáticas de aprendizagem e totaliza 40 (quarenta) horas-aula de carga horária. Os detalhes e descrições sobre as unidades didáticas (e respectivas subunidades) de cada matéria estão descritas no Plano de Matérias da Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos que está disponível no Capítulo 5 deste documento. A Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos Avião possui carga horária de 52 (cinquenta e duas) horas mínimas de instrução, sendo que sua Grade Curricular é dividida em duas fases: Fase I - Treinamento em Dispositivo para Simulação de Voo (Prática em FSTD) e Fase II - Treinamento em Aeronave (Prática de Voo). A Fase I - Treinamento em Dispositivo para Simulação de Voo (Prática em FSTD) possui carga horária de 32 (trinta e duas) horas mínimas de instrução e é dividida em 3 etapas: Etapa A Manobras Básicas (MB) com carga horária de 11 (onze) horas mínimas de instrução, Etapa B Procedimentos IFR (PR) com carga horária de 12 (doze) horas mínimas de instrução e Etapa C Navegação IFR (NI) com carga horária de 7 (sete) horas mínimas de instrução. Ao término da Fase I há uma última lição em FSTD, com carga horária mínima de 2 (duas) horas, destinada especificamente à Avaliação Intermediária 1 para que, se aprovado nesta, o piloto possa prosseguir à Fase II. A Fase II - Treinamento em Aeronave (Prática de Voo) possui carga horária de 20 (trinta) horas mínimas de instrução e é dividida em 2 etapas: Etapa D Manobras Básicas Voo Local (MBV) com carga horária de 5 horas mínimas de instrução e Etapa E Navegação e Procedimentos IFR (NIV) com carga horária de 12 horas mínimas de instrução. Ao término da Fase II há uma última lição em voo, com carga horária mínima de 3 (três) horas, destinada especificamente à Avaliação Intermediária 2 para que, se aprovado nesta, o piloto possa prosseguir ao Exame de Proficiência no Voo por Instrumentos (FSTD e Aeronave /Avaliação Final Voos de Cheque) conforme item 13 da IS nº Revisão D. 8
9 Todavia, o total de horas de cada Fase pode ser ampliado em função do desempenho do aluno. Desta maneira a duração do curso dependerá da regularidade de frequência do aluno às atividades de treinamento, bem como de sua capacidade de aprendizagem, das condições meteorológicas e das condições de uso da pista. Os detalhes sobre as Missões (Lições) e manobras de cada Fase e/ou Etapa da Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo estão descritas no Capítulo 6 deste documento e nos Programas de Instrução da Parte Prática, para cada Curso oferecido pelo Aeroclube de São Paulo, disponíveis nos apêndices (Capítulo 9) deste documento. Em conformidade ao RBHA nº 141 (Anexo 8 parágrafo (a)(2)(ii)), segue abaixo o quadro com o detalhamento da Grade Curricular do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo: 9
10 5. PLANOS DE MATÉRIAS DA PARTE TEÓRICA A Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos é organizada conforme o Manual de Curso de Voo por Instrumentos MMA 58-9 (D.O.U. nº 142, de 25 de julho de 1991) e está dividida em matérias (Áreas Curriculares: Básica e Técnica), carga horária e duração conforme Capítulo 4 deste documento. O Plano de Matérias da Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo é compreendido, para cada matéria, dos seguintes itens: Objetivos Específicos: que indicam, sinteticamente, os principais conteúdos de aprendizagem a serem trabalhados e que serão objeto de avaliação, tanto no Aeroclube de São Paulo, como nos exames teóricos da ANAC para obtenção de Licença de Piloto Comercial e/ou de Habilitação de Voo por Instrumentos; Ementa: que indicam as unidades didáticas na qual se desenvolve cada matéria objetivando-se uma visão global do conteúdo proposto; Orientação Metodológica: que indicam o papel de cada matéria no curso (enfoque da instrução), técnicas de instrução (forma de ação frente à natureza do conteúdo e objetivos específicos) e recursos auxiliares da instrução (auxílios técnicos para facilitação do ensino e da aprendizagem); Fontes de Consulta: indicação de materiais bibliográficos nacionais referentes aos conteúdos da manteria; e Quadro de Conteúdo Programático: que indica o detalhamento da matéria em unidades e subunidades didáticas. A seguir seguem em subcapítulos os planos para cada uma das quatro matérias constantes na Grade Curricular da Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo PLANO DA MATÉRIA SEGURANÇA DE VOO (Área Curricular: Básica / Carga Horária: 6 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Segurança de Voo: Ao final da matéria, o aluno deverá ser capaz de: Reconhecer a evolução da prevenção de acidentes aeronáuticos; Reconhecer a importância da atuação da OACI na padronização de procedimentos na área de investigação e prevenção de acidentes; Identificar os princípios básicos da filosofia SIPAER bem como do Programa Brasileiro de Segurança Operacional Específico da ANAC (PSOE-ANAC); Reconhecer as normas do SIPAER relativas aos procedimentos em caso de acidente ou incidente aeronáutico; 10
11 Valorizar as normas e medidas de prevenção como meios para promover maior segurança de voo; Identificar os procedimentos do piloto e do proprietário em caso de acidente ou incidente aeronáutico; Identificar normas de segurança em casos de incêndio; Reconhecer a importância da manutenção como prevenção; Avaliar suas responsabilidades no controle da manutenção da aeronave; Identificar as providências a serem tomadas em casos de interferência ilícita Ementa da Matéria Segurança de Voo : Introdução; Atuação da OACI nas áreas de investigação e prevenção de acidentes; Segurança de voo no âmbito da Aviação Civil; Classificação de eventos de segurança operacional (acidente/incidente); Inspeções de segurança; Prevenção contra incêndio, manutenção como prevenção; Ameaças de bomba a bordo e sequestro aéreo Orientação Metodológica da Matéria Segurança de Voo: A análise de acidentes reais, incluindo o estudo das condições humanas e materiais preexistentes aos mesmos, seguida do exame detido das condições operacionais, evidenciará ao aluno o papel relevante de cada pormenor. Percebendo que as diferentes causas, de modo geral, não atuam sozinhas, mas relacionam-se e acumulam-se umas as outras, afetando a segurança e agravando as consequências desastrosas, o aluno estará no caminho para a formação de uma mentalidade preventiva. O enfoque básico da filosofia SIPAER (análise de acidentes, prevenção e previsão - aumento da segurança de voo e dos padrões da OACI) fornecerá ao aluno a compreensão globalizada da origem e da necessidade das diferentes medidas, normas e recomendações e padronização das práticas e procedimentos destinados a evitar os riscos potenciais de todo voo. Intrinsecamente relacionada às demais matérias do curso, esta matéria assume um caráter preponderantemente doutrinário, no sentido de despertar e consolidar atitudes compatíveis com os objetivos da prevenção. 11
12 Técnicas de Instrução da Matéria Segurança de Voo: O Instrutor deverá ter como base a demonstração de estudos estatísticos e exemplificação de relatos de acidentes/incidentes aeronáuticos, normas e recomendações de segurança nacionais e internacionais com vistas a reforçar a implantação doutrinária da segurança e sua forma de atuação disciplinada dos pilotos. Além de, sempre que possível, promover espaço e ambiente que favoreçam a análise, o debate e a comparação entre acidentes (consequências, ações do piloto, condições de manutenção da aeronave, influências meteorológicas etc.). Bem como estimular aos alunos a busca da compreensão das possíveis causas de acidentes/incidentes/interferências na aviação, discriminando a influência dos fatores contribuintes em cada caso. O Instrutor deve fomentar trabalhos de grupo, desenvolvendo nos alunos a capacidade de concatenar ideias conjuntas, fazer previsões e realizar avaliações Fontes de Consulta da Matéria Segurança de Voo: ANAC Guia PSOE-ANAC & SGSO/SAR NSCA 3-2 Estrutura e Atribuições dos Elementos Constitutivos do SIPAER; NSCA 3-3 Gestão de Segurança de Voo na Aviação Brasileira (2013); NSCA 3-12 Código de Ética do SIPAER (2008); NSCA 3-13 Protocolos De Investigação de Ocorrências Aeronáuticas da Aviação Civil Conduzidas pelo Estado Brasileiro (2014); MCA 3-3 Manual de Prevenção do SIPAER (2012); MCA 3-6 Manual de Investigação do SIPAER (2011); 12
13 Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo: 13
14 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo Continuação parte 2/6 (Unidade Didática 3): 14
15 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo Continuação parte 3/6 (continuação Unidade Didática 3): 15
16 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo Continuação parte 4/6 (Unidade Didática 4): 16
17 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo Continuação parte 5/6 (Unidades Didáticas 5 e 6): 17
18 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Segurança de Voo Continuação parte 6/6 (Unidades Didáticas 7 e 8): 18
19 5.2. PLANO DA MATÉRIA METEOROLOGIA (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 30 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Meteorologia: Ao final da matéria, o aluno deverá ser capaz de: Descrever, de forma sucinta, a organização dos serviços meteorológicos no Brasil; Valorizar o respeito às normas estabelecidas e aos padrões adotados pelos órgãos dos serviços de meteorologia; Descrever os fenômenos atmosféricos que podem incidir sobre a aeronave em voo, bem como seus efeitos; Descrever as práticas e procedimentos indicados para evitar ou minimizar os efeitos dos fenômenos atmosféricos sobre a aeronave; Reconhecer as limitações da aeronave pilotada face aos diferentes fenômenos atmosféricos; Reconhecer os diferentes tipos de mensagens meteorológicas; Interpretar informações meteorológicas Ementa da Matéria Meteorologia: Introdução à meteorologia, atmosfera; Calor, pressão e densidade atmosféricas; Altimetria; Água na atmosfera; Organização dos serviços meteorológicos no Brasil; Nevoeiro, névoa úmida, névoa seca; Nuvens; Visibilidade; Equilíbrio atmosférico; Turbulência; Circulação atmosférica; Massas de ar; Frentes; Trovoadas; Formação de gelo nas aeronaves; Informações meteorológicas. 19
20 Orientação Metodológica da Matéria Meteorologia: A matéria tem caráter instrumental na preparação do piloto, uma vez que ele, além de conhecer os efeitos dos fenômenos atmosféricos sobre o voo, deverá valer-se das previsões meteorológicas feitas pelos especialistas para elaborar com máxima segurança o planejamento de voo. Para ajudá-lo a obter as informações e interpretar os diferentes tipos de mensagem, o piloto deve conhecer as informações dos órgãos operacionais de Meteorologia Aeronáutica. Em voo, ele deve estar capacitado a proceder frente a condições meteorológicas adversas, de forma a evitá-las ou minimizá-las conforme o desempenho da aeronave que estiver comandando Técnicas de Instrução da Matéria Meteorologia: O Instrutor deverá ter como base o ensino dos conteúdos de forma gradativa dos conceitos preliminares e essenciais à compreensão dos conteúdos mais complexos e que deverão ter uma sequência lógica para a captação e desenvolvimento do conhecimento. É recomendado que o Instrutor se utilize de técnicas de instrução que favoreçam o reconhecimento prático dos fenômenos meteorológicos e o desenvolvimento da capacidade do aluno de compreensão e discernimento das mensagens e cartas que contenham informações meteorológicas que garantam o planejamento e execução do voo em condições de segurança. O instrutor deve atentar que a fixação dos conceitos, símbolos e procedimentos realiza-se de forma mais inteligente e rápida se a aprendizagem ocorrer com o enfoque no contexto que, no caso, deve ser simulado através do relato de situações, constituindo os dados dos conteúdos um conjunto de informações cujos elementos serão acionados na instrução de voo e, posteriormente, no voo em si, como situações a serem resolvidas e que exigirão decisão e iniciativa Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Meteorologia: Além da utilização de estruturas textuais e/ou gráficas para o desenvolvimento de conceitos fomenta-se a observação direta dos fenômenos meteorológicos. Quando não possível, a utilização de ilustrações sob todas as formas (esquemas, desenhos, slides, fotos, etc.) além do contato com as mensagens e sua manipulação e análise. Para noção da organização dos serviços meteorológicos, além das estruturas textuais deverão ser adotados mapas e imagens da rede e estações do Brasil Fontes de Consulta da Matéria Meteorologia: BANCI, Darcy Banci, Meteorologia para pilotos Privado, Comercial, IFR, Linha Aérea e DOV. BRANDAO, Ronaldo Gomes. Dicionário de Meteorologia. SONNEMAKER, Joao Batista. Meteorologia. São Paulo: Asa Edições e Artes Gráficas Ltda. 20
21 SOUZA, Walkir Barros de. Códigos e mensagens mateorológicas. Rio de Janeiro: EAPAC. SOUZA, Walkir Barros de. Meteorologia para Aviação. Rio de Janeiro: EAPAC Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia: 21
22 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 2/7 (Unidades Didáticas 6, 7 e 8): 22
23 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 3/7 (Unidades Didáticas 9, 10 e 11): 23
24 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 4/7 (Unidades Didáticas 12, 13 e 14): 24
25 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 5/7 (Unidade Didática 15): 25
26 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 6/7 (Unidades Didáticas 16 e 17): 26
27 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Meteorologia Continuação parte 7/7 (Unidade Didática 18): 27
28 5.3. PLANO DA MATÉRIA REGULAMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 24 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Ao final da matéria, o aluno deverá ser capaz de: Enunciar as definições aplicáveis no tráfego aéreo; Reconhecer a aplicabilidade das Regras do Ar; Reconhecer as Regras Gerais do tráfego aéreo; Reconhecer as Regras de Voo por Instrumentos; Descrever a estrutura do espaço aéreo e as dimensões das aerovias; Identificar uma Rota de Navegação Aérea (RNAV); Caracterizar os serviços de tráfego aéreo; Identificar os órgãos de prestação dos serviços de tráfego aéreo; Reconhecer os procedimentos previstos para falha de comunicações aeroterrestres; Identificar os procedimentos previstos para descida e subida, por instrumentos, em locais desprovidos de órgãos de controle de tráfego aéreo; Esboçar uma mensagem de posição; Apontar os efeitos básicos da esteira de turbulência; Identificar as categorias das aeronaves, segundo a esteira de turbulência; Reconhecer as indicações para mudança de voo IFR para VFR; Identificar a área de jurisdição de um Centro de Controle de Área (ACC); Reconhecer a separação vertical mínima entre aeronaves em voo IFR; Calcular os níveis mínimos IFR para voos fora de aerovia; Reconhecer os procedimentos previstos para separação de aeronaves nos cruzamentos de aerovias ou rotas de assessoramento; Identificar a jurisdição de um Controle de Aproximação (APP); Reconhecer as obrigações do piloto, quando voando com plano IFR dentro do CTR ou TMA; Reconhecer a separação vertical mínima entre as aeronaves sob controle de um APP; Identificar os procedimentos previstos de entrada no circuito de espera padrão; Identificar os procedimentos previstos para ajuste de altímetro; Identificar a velocidade máxima prevista para aeronaves em voo dentro de TMA ou CTR; Reconhecer as medições estabelecidas para autorização de voos VFR especiais; 28
29 Identificar a jurisdição de uma Torre de Controle (TWR); Reconhecer os procedimentos previstos para aproximação IFR em condições meteorológicas adversas; Identificar situações em que ocorre a suspensão das operações de decolagem IFR; Identificar as posições da aeronave no circuito de tráfego; Identificar os parâmetros considerados para decolagem com vento desfavorável; Apontar a ordem de prioridade para pouso e decolagem; Reconhecer os procedimentos previstos para obtenção de autorização de Plano de Voo e acionamento dos motores; Reconhecer as luzes aeronáuticas de superfície e os procedimentos previstos para suas utilizações; Apontar a finalidade e a atribuição do Serviço de Informação de Voo (FIS); Identificar o Serviço Automático de Informação de Terminal (ATIS); Reconhecer o objetivo do Serviço de Assessoramento de Tráfego Aéreo; Apontar a finalidade, o órgão responsável e a jurisdição do Serviço de Informação de Voo de Aeródromo (AFIS); Identificar as responsabilidades dos pilotos, durante as operações de pouso e decolagem em aeródromos providos de AFIS; Reconhecer o órgão responsável pela coordenação e salvamento (RCC); Identificar as fases de incerteza, alerta e perigo; Identificar as limitações do equipamento RADAR nos serviços de tráfego aéreo; Estabelecer a diferença técnica entre o RADAR primário e o secundário; Identificar os procedimentos a serem executados pelos pilotos de aeronaves que disponham de equipamento TRANSPONDER; Identificar os tipos de serviços RADAR prestados pelos órgãos de tráfego aéreo; Reconhecer a importância da fraseologia nas comunicações aeroterrestres; Apontar os tipos de mensagens, emanadas dos órgãos ATC, que deverão ser cotejadas pelos pilotos; Reconhecer o alfabeto fonético e os procedimentos para teste de equipamentos radiotelefônicos; Reconhecer todas as normas pertinentes de um Plano de Voo; Reconhecer a finalidade da sala AIS de aeródromo; Identificar os órgãos de execução do Serviço de NOTAM; Reconhecer a divisão e o conteúdo da AIP BRASIL; Calcular a autonomia para voos IFR; 29
30 Reconhecer a divisão e o conteúdo do ROTAER; Reconhecer as unidades de medida usadas em aviação; Descrever uma carta de subida por instrumentos; Descrever uma carta de aproximação por instrumentos Ementa da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Regras do Ar; Serviço de Tráfego Aéreo; Plano de Voo; Serviço de Informação Aeronáutica Orientação Metodológica da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: A Matéria de Regulamentos de Tráfego Aéreo organiza-se basicamente em duas funções: Informativa - pela qual o aluno toma conhecimento das regras, normas e preceitos dos Regulamentos de Tráfego Aéreo com base na leitura e interpretação textual; Doutrinária - pela qual o aluno se convence da importância e da obrigatoriedade do cumprimento das regras, normas e preceitos dos Regulamentos de Tráfego Aéreo, em função não explicitada, porém inerente ao conteúdo, a que lhe confere valor e sentido. A transmissão dos conhecimentos visando o desenvolvimento da doutrina para interpretação e adoção teórica e prática dos Regulamentos de Tráfego Aéreo requer que credibilidade do instrutor esteja pautada no domínio dos conteúdos e predisposição conceitual para o esclarecimento de dúvidas referentes às diversas aplicabilidades nas normas e regulamentos em vigor. A atitude e postura do instrutor deve ser pautada no destaque da importância de se respeitar às normas aeronáuticas, também como objetivo de fomentar postura séria e responsável do aluno na prática da pilotagem, sendo essa atitude do instrutor o primeiro fator de eficácia a ser considerado na relação instrutor-aluno, com vista ao doutrinamento desejável, tão proclamado entre os que lidam na área da instrução para a Aviação Civil. A convicção de que a regra precisa ser cumprida surge, primeiro, da convicção que o próprio instrutor revela, e se solidifica a medida que o aluno vai compreendendo os princípios e motivos (proteção de pessoas e propriedades, prevenção de acidentes, em suma, segurança) pelos quais a regra se impõe. Saber a norma é, pois, indispensável, mas não suficiente; é preciso inscrevê-la num círculo mais amplo, de implicações objetivas diversas e de consequências subjetivas mais profundas, em termos de comportamento e personalidade. 30
31 Técnicas de Instrução da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: As informações que a matéria, por sua natureza e complexidade de conceitos, requer uma abordagem metodológica diversificada. Todas as unidades da matéria deverão fundir uma visão da organização do serviço e as características das publicações com a necessidade de consulta prática, pois o que se requer do aluno saiba servir-se desse material, bastando que conheça suas finalidades e o tipo de conteúdo de cada publicação, não sendo exigível que assimile todas as informações nelas contidas. No caso, pois, é necessário o contato real com esses documentos. Além do tratamento dos conteúdos no contexto textual, são necessárias práticas que favoreçam a discussão em grupo com base na análise de casos e condições reais de voo, de controle de tráfego aéreo ou de planejamento e planificação do voo com ênfase em voos por instrumentos Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: Deverão ser utilizadas ilustrações, cópias dos documentos normativos, manuseio de equipamento, cartas aeronáuticas, publicações para consulta e formulários de preenchimento obrigatório Fontes de Consulta da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: SOARES, Aroldo S. da Costa Filho, Refreshment de Regulamentos de Tráfego Aéreo para Piloto Comercial, IFR e PLA. Ed Espaço Aéreo; DECEA. AIP Brasil: partes AGA e RAC. (MMA 63-1); DECEA. Manual auxiliar de rotas aéreas (ROTAER)/(MMA 63-5); DECEA. Manual de descidas por instrumentos (IAC)/(MMA 63-3); DECEA. Manual de subidas por instrumentos (SID-Brasil) /(MMA 63-2); DECEA. Plano de voo (ICA ); DECEA. Regras do ar e serviços de tráfego aéreo (ICA ); DECEA. Sala de informações aeronáuticas (ICA 63-5); DECEA. Serviço de NOTAM (ICA 63-1). OBS.: O instrutor deve atualizar periodicamente a documentação face as frequentes modificações a que está sujeito o assunto. Além disso, deve atentar para o fato de que essas modificações afetam os objetivos específicos e o conteúdo programático. 31
32 Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo: 32
33 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo Continuação parte 2/6 (Unidade Didática 2): 33
34 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo Continuação parte 3/6 (continuação Unidade Didática 2): 34
35 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo Continuação parte 4/6 (continuação Unidade Didática 2): 35
36 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo Continuação parte 5/6 (continuação Unidade Didática 2): 36
37 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Regulamentos de Tráfego Aéreo Continuação parte 6/6 (Unidades Didáticas 3 e 4): 37
38 5.4. PLANO DA MATÉRIA NAVEGAÇÃO AÉREA (Área Curricular: Técnica / Carga Horária: 40 horas-aula) Objetivos Específicos da Matéria Navegação Aérea: Ao final da matéria, o aluno deverá ser capaz de: Indicar e determinar a posição e a direção da aeronave em relação a superfície da Terra; Realizar cálculos e conversões com as unidades de medida estudadas; Orientar-se em voo, identificando os pontos de controle para a rota; Distinguir os diferentes métodos de navegação; Interpretar mapas e cartas aeronáuticas; Interpretar as indicações dos instrumentos básicos de navegação; Estabelecer os diferentes procedimentos, de acordo com as indicações dos instrumentos básicos; Aplicar os conhecimentos sobre magnetismo terrestre na manutenção da rota pretendida; Utilizar as informações a respeito dos efeitos do vento sobre o deslocamento da aeronave para a manutenção da rota pretendida; Utilizar os computadores de voo; Aplicar os conhecimentos sobre tempo e fusos horários no planejamento de voo; Aplicar conhecimentos sobre navegação estimada; Realizar cálculos de altitude e de velocidade na subida; Realizar cálculos na determinação do Raio de Ação; Utilizar informações fornecidas pelos auxílios a radionavegação durante o voo em rota; Utilizar com precisão e confiabilidade os sistemas de navegação empregados nas fases de saída, voo em rota, de aproximação e de aterrissagem; Identificar os auxílios de rádio a navegação; Planejar voos em rota Ementa da Matéria Navegação Aérea: Navegação como técnica, ciência e arte A Terra e a navegação aérea Unidades de medida Orientação sobre a superfície da Terra Mapas e cartas Projeções, Instrumentos básicos para a navegação Magnetismo terrestre Triângulo de velocidades Tempo e fusos horários Navegação estimada 38
39 Navegação de subida Raio de ação Navegação Rádio (ADF-VOR-DME, ILS-RADAR) Navegação GNSS Cartas de área, de rota, de subida e de descida Plano de voo Planejamento de voo Orientação Metodológica da Matéria Navegação Aérea: Esta matéria reúne informações provenientes de diversos campos do saber, como por exemplo Geografia, Matemática, Física, Meteorologia, motivo pelo qual é considerada como um ponto de encontro, em que tais informações deverão são conjugadas para um correto planejamento de voo e, posteriormente, para a execução segura do voo em si. Assim, nas diferentes unidades didáticas, distribuem-se os conhecimentos que se confluirão no sentido de permitir ao piloto prever e estabelecer como deverá ocorrer o deslocamento orientado da aeronave, utilizando-se das técnicas de condução da aeronave em voo por meio de instrumentos de Radionavegação e/ou RNAV. No cheque para obtenção da habilitação IFR, estará em foco a capacidade do aluno de organizar metodicamente o voo - foco central desta matéria - aliada, evidentemente, à capacidade de operar com segurança a aeronave, o que será aprendido na instrução de voo Técnicas de Instrução da Matéria Navegação Aérea: Como o objetivo final desta matéria é a capacitação do aluno para o planejamento do voo, se dá a familiarização gradativa, através de exercícios frequentes, específicos para cada bloco de assuntos, com os diferentes conceitos, símbolos, instrumentos, materiais e cálculos que utilizará para aquele fim. Os conceitos e símbolos serão fixados à medida que vão sendo aplicados. Destaca-se que o importante não é a habilidade verbal para definir os conceitos, mas a capacidade de empregá-los adequadamente e reconhecer seus símbolos de forma correta, o que exclui a hipótese de treinamento para memorização. A capacidade de conjugar os diversos dados adquiridos em cada unidade didática será desenvolvida paulatinamente, cabendo ao instrutor canalizar a atenção do aluno através de exemplificações constantes com situações reais, procurando, sempre que possível, relacionar teoria e prática. Em síntese, a técnica que deverá ser adotada é a de estudo de caso, porque permite não só a análise da situação, com o desdobramento em seus diferentes elementos, como também com vistas a estimular a atividade mental do aluno, exercitando-o no inter-relacionamento dos dados e na busca das soluções aplicáveis ao planejamento e execução da navegação de voo por instrumentos. 39
40 Recursos Auxiliares da Instrução da Matéria Navegação Aérea: A deverá ser baseada na ilustração, sob diferentes formas, de figuras, projeções, esquemas que favoreçam o contato direto com os instrumentos e demais materiais que concernem ao planejamento e à execução do voo por instrumentos. Deverão igualmente serem utilizados, visando a fixação dos conceitos e respectivos símbolos, cartas aeronáuticas, transferidor, mapas, computadores visando favorecer seu desembaraço gradual para seu manuseio, aplicação e identificação das possibilidades de suas aplicações. São também válidos: quadros comparativos, gráficos e desenhos, tantos os já impressos como os elaborados pelos instrutores. Os alunos deverão ser estimulados a fazer representações gráficas acompanhando as exposições dos instrutores Material para uso do aluno Mapas e cartas; Compasso, de preferência ponta-seca; Computador de voo modelo E6-B ou CR-3 Jeppesen; Folha de plotagem; Régua; Plotador ou transferidor; Régua de 30 cm Fontes de Consulta da Matéria Navegação Aérea: ROOS, Titus. Navegação Rádio para Piloto Comercial e IFR. BREIER, Eurico. Radiogoniometria. Rio de Janeiro: EAPAC. MEDEIROS, João Dutra. Manual de navegação aérea: voo IFR. Rio de Janeiro: EAPAC. 2v. MONTEIRO, Manoel Agostinho. Síntese de Navegação Aérea: 2a parte. São Paulo: Asa Edições e Artes Gráficas Ltda. 40
41 Quadro de Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea: 41
42 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 2/12 (Unidades Didáticas 3 e 4): 42
43 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 3/12 (Unidade Didática 5): 43
44 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 4/12 (Unidade Didática 6): 44
45 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 5/12 (Unidade Didática 7): 45
46 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 6/12 (Unidade Didática 8): 46
47 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 7/12 (Unidade Didática 9): 47
48 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 8/12 (Unidade Didática 10): 48
49 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 9/12 (continuação Unidade Didática 10): 49
50 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 10/12 (Unidades Didáticas 11, 12 e 13): 50
51 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 11/12 (continuação Unidade Didática 13 e Unidades Didáticas 14 e 15): 51
52 Quadro do Conteúdo Programático da Matéria Navegação Aérea Continuação parte 12/12 (Unidade Didática 16): 52
53 6. PROGRAMAS DE INSTRUÇÃO DA PARTE PRÁTICA O Programa de Instrução da Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo atendem aos RBHA 141 (item ) e a Instrução Suplementar ANAC Nº Revisão D (Portaria nº 1926/SPO, de 28 de julho de 2016), em concordância com o RBAC-61 EMD-06. A Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos se inicia em dispositivo de treinamento para simulação de voo (FSTD simulador de voo ) chamada de Fase 1. Esta primeira fase é dividida em três etapas: Etapa A Manobras Básicas, Etapa B Procedimentos IFR, Etapa C Navegação IFR. A Fase 2 do treinamento prático é realizada em aeronaves homologadas para voo IFR ou em aeronaves qualificadas para voo IFR Sob Capota. Para iniciar esta fase o aluno deve, obrigatoriamente, ter concluído e ter sido aprovado na Fase 1. A Fase 2 está dividida em duas etapas: Etapa D Manobras Básicas e Etapa E Navegação e Procedimentos IFR. Ao final da Fase 1 e da Fase 2, estão previstas as aplicações de avaliações intermediárias. Essas avaliações são a última missão de cada uma das fases. Somente após a aprovação na avaliação intermediária da Fase 2 o aluno poderá seguir para o Exame de Proficiência (FSTD e aeronave). O Programa de Instrução da Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos oferecido pelo Aeroclube de São Paulo, atendendo ao Apêndice C da IS Nº Revisão D item C2, é composto, entre outros, dos seguintes itens: 1. Capa com número de revisão atual e data; 2. Listagem de aeronaves a serem utilizadas no curso IFR; 3. Indicação do FSTD a ser utilizado no curso IFR; 4. Listagem de aeródromos a serem operados no curso IFR; 5. Fichas de Avaliação de Voo para cada missão de voo prevista, em ordem cronológica, com os seguintes itens: cabeçalho, objetivo da lição, nota de briefing, listagem de exercícios, campo para comentários e campos para assinaturas; O Programa de Instrução Prática do Curso de Voo por Instrumentos na íntegra está disponível no Apêndice A deste Plano; este Programa faz parte também dos Programas de Treinamento para os Curso PCA/IFR e Curso PCA/IFR em aeronave MLTE, atendendo aos itens 7.4 e 7.5 da IS Nº Revisão D. Estes últimos disponíveis nos Apêndices B e C, respectivamente, deste Plano de Curso Especial. 53
54 7. EXIGÊNCIAS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA Neste Capítulo o Aeroclube de São Paulo apresenta as exigências para que o aluno efetue sua inscrição e matrícula na Parte Teórica e na Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos acompanhando as prerrogativas do RBHA 141 item O processo de inscrição e matrícula atende, primordialmente, aos seguintes itens: Uma ficha de matrícula devidamente assinada pelo aluno e pelo Diretor da Escola ou seu preposto, contendo: o nome e filiação do aluno, o nome do curso no qual está matriculado, a data da matrícula, dados pessoais e de escolaridade do aluno, validade do Certificado Médico Aeronáutico (CMA); Esta ficha de matrícula deverá ser preenchida e assinada no mínimo em duas vias, sendo que uma será entregue ao aluno e outra ficará arquivada na escola; A entrega ao aluno de uma cópia da programação das aulas (Parte Teórica) e/ou das atividades previstas para a Parte Prática; A entrega ao aluno de uma cópia do documento Relação dos Procedimentos de Práticas da Escola com vistas à Segurança que contem, entre outros, a utilização de instalações e equipamentos da escola, procedimentos e estrutura de prevenção contra incêndio e sistema de alerta e evacuação em casos de incêndio, mínimos meteorológicos adotados para os voos da Parte Prática, procedimentos e precauções para partida e treinamento nas aeronaves da escola e procedimentos específicos com as aeronaves dentro e fora do aeródromo de instrução; A entrega ao aluno do documento Regulamento do Curso com indicação dos aspectos referentes ao curso, documentação necessária, síntese da programação com as atividades da instrução, atividades extraclasse, frequência mínima, limites mínimos para aprovação, obrigatoriedade de CMA e demais informações específicas do curso; e Caso o aluno não tenha completado 18 (dezoito) anos, a autorização por escrito de seu responsável legal para a matrícula. Os procedimentos de inscrição e matrícula são independentes para a Parte Teórica a Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo. Desta maneira, seguem abaixo os procedimentos e exigências documentais específicas de inscrição e matrícula para cada Parte do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo: 7.1. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA E REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA NA PARTE TEÓRICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS Para inscrição na Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo o aluno deverá apresentar os seguintes documentos: RG ou RNE (se estrangeiros); CPF; 54
55 Título de Eleitor; Certificado de alistamento militar (obrigatório no caso de homens maiores de 18 anos); Certificado de Conclusão do Ensino Médio completo; Para efetivar a matrícula na Parte Teórica do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo o aluno possuir os seguintes requisitos: Idade mínima 18 anos; Possuir código ANAC; Possuir a licença de Piloto Privado da categoria pretendida (avião ou helicóptero) ou, se ainda não a possuir, terá que obtê-la até o TÉRMINO do referido curso teórico, sob pena de ser REPROVADO no curso (Portaria ANAC n /SCD, de 27/10/2011); Possuir o CMA (Certificado Médico Aeronáutico de 1ª classe específico de Voo por Instrumentos válido) antes da realização da instrução prática. No ato da matrícula o piloto-aluno deverá preencher e assinar a Ficha de Matrícula e o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais Curso Prático do Aeroclube de São Paulo. Ambos os documentos em duas vias, que serão assinados pelo aluno e pela escola, conforme RBHA (a)(1), permanecendo uma das vias em poder da escola e outra será entregue ao aluno DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA E REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO E MATRÍCULA NA PARTE PRÁTICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS Para matricular-se no Curso Prático de Voo por Instrumentos - Avião o candidato deve cumprir os seguintes requisitos (conforme RBAC 61, Subparte L): Ter completado 18 (dezoito) anos; Ter concluído o Ensino Médio; Ser titular de Licença de Piloto Privado ou Piloto Comercial na classe da aeronave pretendida; Estar com a Habilitação MNTE válida; Ser titular de CMA de 1ª Classe válido; e Ter completado com aproveitamento ou estar cursando o curso teórico de Voo por Instrumentos ou o curso teórico de piloto comercial de avião aprovado pela ANAC. 55
56 Tendo cumprido os requisitos, para matricular-se no Curso Prático de Voo por Instrumentos Avião o candidato deverá comparecer à Secretaria da Sede Administrativa do Aeroclube de São Paulo munido de cópias simples e originais dos seguintes documentos: Foto 3x4 colorida e recente; RG ou Documento de Identificação Válido; CPF; Título de Eleitor; Certificado de Alistamento Militar (se houver); Certificado de Escolaridade; CHT e Impressão do Extrato de Licenças da ANAC; Comprovante de Inspeção de Saúde válida (CMA 1ª Classe); e Comprovante de residência. No ato da matrícula o piloto-aluno deverá preencher e assinar a Ficha de Matrícula e o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais Curso Prático de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo. Ambos os documentos em duas vias, que serão assinados pelo aluno e pela escola, conforme RBHA (a)(1), permanecendo uma das vias em poder da escola e outra será entregue ao aluno. Também no ato da matrícula serão disponibilizados ao aluno uma cópia do Plano de Curso Especial de Voo por Instrumentos / IFRA, uma cópia do Programa de Instrução Prática do Curso de Voo por Instrumentos, do Programa de Treinamento para o Curso Piloto Comercial com Habilitação de Voo por Instrumentos (PC/IFR) ou do Programa de Treinamento para o Curso de Piloto Comercial em Aeronave MLTE (PC/MLTE/IFR); e uma cópia da Relação de Procedimentos e Práticas de Segurança do Aeroclube de São Paulo, devendo o aluno tomar conhecimento na íntegra e em detalhes destes documentos. Os mesmos requisitos acima disposto para inscrição e matrícula na Parte Teórica e/ou Parte Prática do Curso de Voo por Instrumentos do Aeroclube de São Paulo são idênticas a quaisquer cursos teóricos e práticos oferecidos pelo Aeroclube de São Paulo. Ou seja, os mesmos requisitos e documentação são aplicáveis aos cursos teóricos de Piloto Comercial e/ou Piloto Comercial com Habilitação de Voo Por Instrumentos e cursos práticos de Piloto Comercial, Piloto Comercial com Habilitação de Voo por Instrumentos, Habilitação Multimotor Terrestre, Piloto Comercial com Habilitação Multimotor Terrestre e Piloto Comercial com Habilitação de Voo por Instrumentos e Multimotor Terrestre, estejam eles vigentes ou se forem futuramente adotados. 56
57 8. APÊNDICES Apêndice A - PROGRAMA DE INSTRUÇÃO PRÁTICA DO CURSO DE VOO POR INSTRUMENTOS AVIÃO (IFRA) Apêndice B - PROGRAMA DE TREINAMENTO DO CURSO PRÁTICO DE PILOTO COMERCIAL AVIÃO VOO POR INSTRUMENTOS PC/IFR (Licença de Piloto Comercial Avião Integrada à Habilitação de Voo por Instrumentos) Apêndice C - PROGRAMA DE TREINAMENTO DO CURSO PRÁTICO DE PILOTO COMERCIAL AVIÃO MULTIMOTOR TERRESTRE E VOO POR INSTRUMENTOS PC/MLTE/IFR (Licença de Piloto Comercial Integrada às Habilitações Multimotor Terrestre e de Voo por Instrumentos) 57
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