PROFESSOR AFONSO FERREIRA MIGUEL
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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM ENGENHARIA PROFESSOR AFONSO FERREIRA MIGUEL C.O.D. Curitiba Dezembro de 2009
2 ALESSANDRO KIYOSHI TÚLIO JOÃO LUÍS POMPEU DA SILVA LEANDRO MALICHESKI DE MACEDO TAISA DAIANA DA COSTA C.O.D. Projeto integrado apresentado como requisito parcial para o programa de aprendizagem das disciplinas de Resolução de Problemas em Engenharia e Física IV, do Curso de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Orientadores: Afonso ferreira Miguel e Gil Marcos Jess. Curitiba Dezembro de
3 RESUMO Lançar foguetes ao espaço demanda muitos gastos, um destes é o combustível necessário para propulsão do mesmo, pensando assim foi criado o conceito de Mass Drivers, o qual pode ser observado na Coilgun. Uma enorme quantidade de energia é transferida através do circuito até uma bobina, a qual gera um campo eletromagnético muito forte. O campo pode ser utilizado de varias maneiras, sendo uma delas, através do conceito dos Mass Drivers, impulsionar objetos como naves espaciais. No projeto C.O.D, pode ser analisado os efeitos do campo criado através de uma descarga de energia, provida de um banco de capacitores, em uma bobina, assim arremessando um prego, a uma certa distancia. Palavras - chave: Eletromagnetismo, Coilgun, lançador, Mass Drivers. 3
4 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 2. OBJETIVOS Geral Específicos 6 3. MATERIAIS UTILIZADOS Hardware Software Estrutura Equipamentos 8 4. DESCRIÇÃO DO PROJETO Geral Detalhada Circuitos elétricos Software PROBLEMAS ENCONTRADOS CONCLUSÃO ANEXOS 15 4
5 1. INTRODUÇÃO Atualmente muitas pesquisas sobre armas eletromagnéticas estão sendo realizadas. A Marinha dos Estados Unidos já apresenta armas desse porte: um canhão elétrico que acelera um projétil ao longo de dois trilhos metálicos, projeto este chamado Railgun, que se comporta como um eletromagneto que cria um campo magnético na região dos trilhos em direção à posição do projétil, não apresentando estopim, nem fumaça no disparo, diferente das armas convencionais. O C.O.D. é um lançador de projétil, sem uso de combustíveis fósseis que utiliza os mesmos princípios da Railgun, porém com objetivos opostos. A proposta é lançar metais utilizando princípios eletromagnéticos para futuramente ser empregado no lançamento de foguetes e satélites. Ele foi criado de forma didática, para que possa ser visualizado todo o comportamento eletromagnético e digital, através do controle via software. As vantagens desse tipo de lançador eletromagnético é que pode ser acelerado qualquer material metálico, devido a corrente aplicada ser extremamente alta o projétil é disparado com uma velocidade proporcional a corrente.. 5
6 2. OBJETIVOS 2.1 Geral Coilguns de baixa energia de 1 a 10 joules são seguras e fáceis de estudar. Mas, elas não são muito impressionantes e nem muito úteis. A coilgun produzida pela equipe é de energia média, podendo ser utilizada em mesas de universidades para apresentações e estudos. Sendo assim, ela prove alguns fatores interessantes como: Energia vinda de uma tomada, bateria desnecessária; Componentes e construção visíveis, mas com certos cuidados sendo tomados por questões de segurança; Não deve expor voltagens altas, mas devido ao fato de possuir componentes visíveis alguns fios acabam ficando a mostra. A Coilgun deverá disparar pregos em uma velocidade em torno de 10 a 15 metros por segundo. 2.2 Específicos O principal objetivo em construir uma arma eletromagnetica, é o intuito de poder estudar os efeitos de relacao entre corrente e o campo que ela produz quando transportada através de um solenóide. Quando uma corrente passa através de um condutor, neste caso uma solenoide, ela produz um campo eletromagnetico. Com isto em mente, a Coilgun foi construída com o objetivo de aproveitar este campo e utilizá-lo para impulsionar um projétil de material condutivo através de um tubo de disparo embutido no centro do solenóide, estudar de uma maneira geral a relação entre a indutância do solenóide com o valor da corrente, observando quais seriam os resultados do campo eletromagnetico. 6
7 3. MATERIAIS UTILIZADOS 3.1 Hardware 1 microcontrolador PIC 16F876-4 (módulo principal); 1 cristal de 4MHZ (módulo principal); 3 resistor de 330 ohms (módulo principal); 2 relés 6V e 15A (módulo principal); 2 diodos 1N4004 (módulo principal); 2 Leds (módulo principal); 2 transistores BC548 (módulo principal); 1 interface serial MAX-232 (módulo de comunicação serial); 4 capacitores de 10 micro farad / 25 volts (módulo de comunicação serial); 4 capacitores de 10 micro farad / 25volts (módulo da coil); 3 pontes retificadoras de 400 volts (módulo da coil); 3 transformadores (módulo da coil); 12 capacitores de 1000 micro farad (módulo da coil); 1 resistor de 220 ohms (módulo da coil); 1 SCR (módulo da coil); 1 Bobina (módulo da coil); 1 resistor de 150K ohms (módulo da coil); 1 resistor de 25 ohms (módulo da coil); 1 resistor 0,8 ohms (módulo da coil); Conectores; Leds; Placa de fenolite; Cabos. 3.2 Software Software Eagle; Microsoft Visual Studio C++ 6.0; Hyper terminal do Windows XP; MPLAB. 7
8 3.3 Estrutura Madeira; Transformadores. 3.4 Equipamentos Computador com porta de comunicação serial; Gravador PICStart Plus; Protoboard; Multímetro; Alicates de bico e de corte. 4. DESCRIÇÃO DO PROJETO 4.1 Geral O funcionamento do projeto se dá pelo seguinte diagrama: 4.2 Detalhada O diagrama de fotos abaixo mostra partes da estrutura já concluídas, os relés serão os acionadores da função atirar, que é o lançamento do projétil, e da carga dos capacitores: 8
9 Software Módulo M-4 Bobina Capacitores O software foi desenvolvido na linguagem de programação C++, utilizando-se como base a classe CSerial. Ele comanda através da placa de aquisição M-4, duas chaves: uma que liga o carregamento dos capacitores durante cerca de 5 segundos e outra chave que ativa o lançamento do projétil. Para isto, foi preciso a utilização de um computador com porta de comunicação serial, pois a placa M-4 recebe e envia dados através da porta serial do computador. Os comandos de chaveamento foram, primeiramente, enviados pelo software Hyper terminal do Windows XP, a fim de realizar testes primordiais para a elaboração da programação. 9
10 A estrutura foi desenvolvida a partir de madeira e partes de transformadores, para que pudesse ser aumentada a permissividade do meio obtendo uma maior força no lançamento do projétil Circuitos elétricos Módulo principal da placa M-4 Módulo da Coil 10
11 4.2.2 Software Classe em C++ // Serial.h: interface for the CSerial class. // ////////////////////////////////////////////////////////////////////// #if!defined(afx_serial_h 73F2A101_3DC8_11D2_ACEE_ F INCLUDED_) #define AFX_SERIAL_H 73F2A101_3DC8_11D2_ACEE_ F INCLUDED_ #if _MSC_VER >= 1000 #pragma once #endif // _MSC_VER >= 1000 #define READ_TIMEOUT 2500 // milliseconds #define WRITE_TIMEOUT 2000 // milliseconds #define READ_TIMEOUT_ABORT 1000 // milliseconds #define WRITE_TIMEOUT_ABORT 1000 // milliseconds #define CLEAR_BUFFER_SIZE 1 #define BLOCK_BYTES 64 // block size #define COMM_TENTATIVAS 3 typedef enum {Nothing,PauseRxTx,Tx,Rx,CloseRXTX} SerialActions; class CSmdStatusSerial { protected: BOOL Abort; public: void SetAbortStatus(BOOL status); BOOL GetAbortStatus(); BOOL NewFile; CSmdStatusSerial() { Abort = FALSE; NewFile=FALSE; }; }; ~CSmdStatusSerial() { }; extern CSmdStatusSerial SmdStatusSerial; class CSerial : public CObject { DCB pdcb; public: int ReadData(void *ponteiro, int numerobytesaler); DWORD SendData(void* ponteiro, WORD numerobytes); COMMTIMEOUTS OldTimeOuts; DWORD dwerror; HANDLE hcom; 11
12 CSerial(); virtual ~CSerial(); static WORD CalculaChksum(BYTE* pbytesprograma, UINT nqtde); virtual void FillDcb(DCB *dcb); virtual void FillTimeout(COMMTIMEOUTS *to); virtual BOOL ChangeBaudRate(DWORD br); virtual void AbortNotify(); virtual BOOL AbortTest(); virtual void Idle(SerialActions paction, DWORD ptotalbytes,dword pcurrentbytes); virtual BOOL WriteArray(BYTE* pdata,dword pnbytes, DWORD& pnbyteswritten); virtual BOOL ReadArray(BYTE* pdata,dword pnbytes, DWORD& pnbytesreaded); virtual BOOL ClearReadBuffer(); virtual BOOL PulseDTR(); virtual BOOL TurnOffDTR(); virtual BOOL TurnOnDTR(); virtual BOOL TurnOffRTS(); virtual BOOL TurnOnRTS(); virtual BOOL Close(); virtual BOOL Open(LPCTSTR port,word Baudrate); private: virtual BOOL WriteShortArray(BYTE* pdata,dword pnbytes, DWORD& pnbyteswritten); virtual BOOL ReadShortArray(BYTE* pdata,dword pnbytes, DWORD& pnbytesreaded); }; #endif //!defined(afx_serial_h 73F2A101_3DC8_11D2_ACEE_ F INCLUDED_) Parte implementada void CCodDlg::OnButton1() { CSerial Botao1; } char *Carregar = "\rwr02\r"; char *Desativar = "\rwr00\r"; GetDlgItem(IDC_BUTTON2)->EnableWindow(FALSE); GetDlgItem(IDCANCEL)->EnableWindow(FALSE); if(botao1.open("com1",9600)){ Botao1.SendData(Carregar,strlen(Carregar)); //Carrega os Capacitores Sleep(10000); Botao1.SendData(Desativar,strlen(Desativar)); //Desativa os comandos Botao1.Close(); } GetDlgItem(IDC_BUTTON2)->EnableWindow(TRUE); GetDlgItem(IDCANCEL)->EnableWindow(TRUE); 12
13 void CCodDlg::OnButton2() { CSerial Botao2; char *Atirar = "\rwr04\r"; char *Desativar = "\rwr00\r"; GetDlgItem(IDC_BUTTON1)->EnableWindow(FALSE); GetDlgItem(IDCANCEL)->EnableWindow(FALSE); if(botao2.open("com1",9600)){ Botao2.SendData(Atirar,strlen(Atirar)); Sleep(1500); Botao2.SendData(Desativar,strlen(Desativar)); Botao2.Close(); } GetDlgItem(IDC_BUTTON1)->EnableWindow(TRUE); GetDlgItem(IDCANCEL)->EnableWindow(TRUE); } 5. PROBLEMAS ENCONTRADOS Os principais problemas encontrados são relacionados à construção da bobina e a grande dificuldade na aquisição dos materiais utilizados. A falta de conhecimento nos trouxe dificuldade para a construção da bobina. Na solicitação de materiais houve problemas relacionados a aquisição dos capacitores com as características requeridas. O SCR precisou ser importado, aumentando em dobro o preço original. A maior preocupação do projeto foi o isolamento da bobina e dos capacitores, pois neles passa uma corrente extremamente alta e devido a isto os nossos testes foram executados somente com o auxilio de um orientador. 13
14 6. CONCLUSÃO A princípio, o projeto parecia ser de fácil realização, mas com o passar das etapas de construção, muitos desafios foram superados. Como a construção da bobina, a compra dos materiais como os capacitores e o SCR, os quais foram adquiridos de fora de Curitiba. Além dos conceitos de micro controladores poderem ter sido aplicados, a analise de efeitos de grandes correntes passando por bobinas pode ser observado, sendo o principal, um grande campo eletromagnético. A utilização de transformadores para isolar o circuito do projeto da fiação elétrica da parede também foi muito útil e eficaz, tanto quanto os resistores (Bleeder Resistor, responsável pelo descarregamento dos capacitores quando não utilizados; Damping Resistor, responsável por proteger o banco de capacitores e manter o circuito o mais próximo possível de ser criticamente amortecido). Podendo ter aprendido e aplicado muito do que foi visto nas áreas de Física, Circuitos Elétricos e Sistemas Digitas, o projeto C.O.D foi concluído com sucesso. 14
15 7. ANEXOS Figura 1: Corrosão da placa M-4 Figura 2: Estrutura montada Figura 3: Estrutura montada 15
16 Figura 4: Lançador Figura 5: Módulo M-4 16
PROFESSOR AFONSO FERREIRA MIGUEL
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