Tributação das cooperativas
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- Joana Antunes Chagas
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1 GERALDO VALENTIM NETO MARCELO MAGALHÃES PEIXOTO (coordenadores) Tributação das cooperativas à luz da jurisprudência do CARF - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - Ademir Bernardo da Silva Jr. Adriano Maia Gomes de Almeida Ramos Amilcar Barca Teixeira Júnior Ana Carolina Monguilod Ana Carolina Pinheiro André Almeida Blanco Benedicto Celso Benício Júnior Bruna Camargo Ferrari Bru no Fajersztajn Carlos Eduardo Pretti Ramalho Clélio Chiesa Fabiana Carsoni Alves Fernandes da Silva Fábio Pallaretti Calcini Fernanda C. Gomes de Souza Flavio Eduardo S. de Carvalho Florence Haret Geraldo Valentim Neto Gilberto de Castro Moreira Junior Guilherme de Macedo Soares Igor Nascimento de Souza Marco Antônio Chazaine Pereira Marcos Shigueo Takata Natanael Martins Nelson Lósso Filho Nereida de Miranda Finamore Horta Orlando José Gonçalves Bueno Rodrigo Brunelli Machado Rodrigo Forcenette Tatiana Midori Migiyama Viviane Faulhaber Dutra ~
2 ClP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ T743 Tributação das cooperativas à luz da jurisprudência do CARF / coordenação Geraldo Valentim Neto, Marcelo Magalhães Peixoto ed. São Paulo: MP Ed., p.; 23 cm. Inclui bibliografia ISBN Direito tributário - Brasil. I. Valentim Neto, Geraldo. 11. Peixoto, Marcelo Magalhães Título CDU: 34: (81) Produção editorial/gráfica Mônica Aparecida Guedes Diretor responsável Marcelo Magalhães Peixoto Impressão e acabamento Yangraf Todos os direitos desta edição reservados à MP Ed itora 2015 Rua Clncinato Braga, 340 cj São Paulo Tel./Fax: (11) [email protected] ISBN
3 SUMÁRIO Apresentação 13 Prefácio por Geraldo Valentim Junior 15 A tributação de atos cooperativos 17 Geraldo Valentim Neto Fernanda C. Gomes de Souza I. Introdução Conceito de sociedades cooperativas e atos cooperados 18 III. A tributação dos atos praticados pelas sociedades cooperativas e o entendimento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF 25 IV. Conclusões 39 A polêmica tributação dos atos cooperados 43 Ana Carolina Monguilod Ana Carolina Pinheiro 1. As cooperativas e suas principais características Atos praticados pelas cooperativas: cooperativos e não cooperativos Conclusão 58 Da determinação da base de cálculo da Contribuição para o PIS e da COFINS, a partir das deduções previstas no inciso 111 do 9 do art. 3 da Lei n /98, em relação às Cooperativas de Assistência à Saúde - análise do tema à luz da jurisprudência e da Lei n /2013 Benedicto Celso Benício Júnior Guilherme de Macedo Soares Adriano Maia Gomes de Almeida Ramos Introdução Das parcelas dedutíveis da base de cálculo de PIS e COFINS para operadoras de planos de assistência à saúde (inc. III do 9 0 do art. 3 0 da Lei n /1998) Conclusão
4 Ato cooperativo. Conceito na construção jurisprudencial do CARF 73 Clélio Chiesa 1. Introdução Cooperativas de créditos. Receitas auferidas com aplicações financeiras. Incidência ou não de IRPJ e CSLL 74 i) Acórdão n ,3" Câmara, la Turma Ordinária, Primeira Seção de Julgamento, julgado em 06 de novembro de 2012, Relator Carlos Augusto de Andrade Jenier 75 ii) Acórdão n , la Turma, CSRF, Relator José Ricardo da Silva, julgado em 23 de novembro de ih) Acórdão n , 3" Câmara, 1 a Turma Ordinária, Primeira Seção de Julgamento, Relator Paulo Jakson da Silva Lucas, decisão proferida em 10 de julho de iv) Acórdão n ,4' Câmara, 2 a Turma Ordinária, Primeira Seção de Julgamento, Relator Fernando Brasil de Oliveira Pinto, julgado em 05 de dezembro de v) Acórdão n , l' Turma, CSRF, Relatora Susy Gomes Hoffmann, julgado em 20 de novembro de Cooperativas de trabalhos médicos que comercializam Planos de Saúde 80 i) Acórdão n ,1" Turma, CSRF, Relator Antonio Carlos Guidoni Filho, julgado em 23 de novembro de ií) Acórdão n , la Turma, CSRF, Relator Antonio Carlos Guidoni Filho, julgado em 23 de novembro de iíi) Acórdão n , 2 a Turma Especial, Primeira Seção de Julgamento, Relator Nelson Kichel, julgado em 11 de setembro de iv) Acórdão n , 4 a Câmara, 3" Turma Ordinária, Terceira Seção de Julgamento, Relator Ivan Allegretti, julgado em 26 de fevereiro de v) Acórdão n ,3" Câmara, 2 a Turma Ordinária, Primeira Seção de Julgamento, Relator Márcio Rodrigo Frizzo, julgado em 12 de junho de vi) Acórdão n , 4" Câmara, 3" Turma Ordinária, Terceira Seção de Julgamento, Relator Ivan Allegretti, julgado em 24 de julho de vii) Acórdão n , 4" Câmara, 3" Turma Ordinária, Terceira Seção de julgamento, Relator Rosaldo Trevisan, julgado em 26 de novembro de viii) Acórdão n ,4" Câmara, 4" Turma Ordinária, Primeira Seção de Julgamento, Relator Paulo Roberto Cortez, julgado em 13 de fevereiro de
5 4. Cooperativa de trabalhos médicos 88 i) Acórdão n , I' Câmara, 1" Turma Ordinária, Terceira Seção de Julgamento, Relator Corinto Oliveira Machado, julgado em 14 de fevereiro de ii) Acórdão n ,1" Turma, CSRF, Relatora Karem Jureidini Dias, julgado em 19 de julho de Cooperativas constituídas com o objetivo de revender os produtos de seus cooperados 89 i) Acórdão n , Relator Rodrigo Cardozo Cartaxo, 3" Turma, CARF 90 ii) Acórdão n , 4" Câmara, I' Turma Ordinária, Segunda Seção de Julgamento, Relatora Carolina Wanderley Landim Conclusão 97 Incidência de PIS/COFINS sobre as Cooperativas de trabalho médico-hospitalar/operadoras de plano de saúde à luz da jurisprudência do CARF 99 Rodrigo Forcenette 1. Noções preliminares. Síntese histórica da questão Cooperativas de Trabalho Médico-hospitalar qualificadas como operadoras de planos de saúde. Regime de incidência de PIS/COFINS Considerações derradeiras 117 A tributação de operações financeiras de cooperativas especialmente de cooperativas de crédito 119 Marcos Shigueo Takata Tatiana Midori Migiyama a. Evolução histórica das cooperativas 119 b. Cooperativas: natureza - características lineamentos gerais 122 b.l. Princípio mutualista fim ego-altruísta - fim econômico causa da sociedade 122 b.2. Natureza dúplice da cooperativa - empreendimento-meio ou fim-meio 125 c. Cooperativas de crédito no Brasil: características e regulação 127 d. Cooperativas: tributação das operações financeiras 131 d.l. Cooperativas de crédito 131 d.2. Demais cooperativas 140 Bibliografia 140
6 A definição de ato cooperativo na visão do CARF e seus reflexos na apuração do imposto de renda 143 Bruno Fajersztajn Fabiana Carsoni Alves Fernandes da Silva 1. Introdução Regime jurídico das cooperativas e o ato cooperativo Os atos cooperativos e não cooperativos Tributação das cooperativas pelo imposto sobre a renda Visão da jurisprudência do CARF Conclusões 174 Os lucros de sociedades cooperativas e a CSll à luz da jurisprudência do CARF 117 André Almeida Blanco O ato cooperativo e a incidência da Cofins e da contribuição para o PIS 191 Rodrigo Brunelli Machado 1. Introdução As cooperativas e o ato cooperado na legislação brasileira Tratamento tributário dos atos cooperativos Tributação do ato cooperativo pelo PIS e pela COFINS Conclusão 205 A evolução da jurisprudência do CARF acerca da interpretação da expressão "eventos ocorridos", prevista no inciso 111 do 9 do artigo 3 da lei n / Igor Nascimento de Souza Flavio Eduardo S. de Carvalho Viviane Faulhaber Dutra Introdução Jurisprudência do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) A alteração legislativa Norma interpretativa e a sua aplicação A posição da doutrina jurídica acerca das normas interpretativas A posição dos Tribunais Superiores sobre as normas interpretativas: jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça ("STJ") e do Supremo Tribunal Federal ("STF") Considerações finais 223
7 O excesso de retiradas de sociedades cooperativas 227 Nereida de Miranda Finamore Horta L Introdução Dos atos cooperativos e não cooperativos no âmbito do CARF 232 III. Das retiradas dos dirigentes ou administradores 238 IV. Conclusão 241 Imposto de renda sobre as receitas decorrentes das aplicações financeiras realizadas pelas cooperativas de crédito rural 243 Marco Antônio Chazaine Pereira 1. Introdução Cooperativas de crédito rural Benefícios fiscais das cooperativas - ato cooperado e ato não cooperado A incidência do imposto de renda sobre as aplicações financeiras das cooperativas de crédito Conclusões 252 Responsabilidade tributária das sociedades cooperativas: Análise do Acórdão n do CARF 255 Florence Haret 1. Sobre o Acórdão n do CARF Sujeição passiva indireta As diferentes responsabilidades no Sistema Tributário Nacional Substituição tributária tradicional Obrigações tributárias: principal, acessória e do responsável Obrigações tributárias no caso prático do Acórdão n Conclusão 269 Sociedades cooperativas de trabalho - tratamento tributário em face dos tributos incidentes sobre a renda (IRPJ e CSll) e sobre a receita (PIS e COFINS) 271 Natanael Martins 1. Introdução Conceito de Cooperativa - A Cooperativa de Trabalho O Ato Cooperativo A Tributação das Sociedades Cooperativas na Jurisprudência Administrativa A Tributação das Sociedades Cooperativas na Jurisprudência do STJ Conclusões Bibliografia 289
8 A incidência da CIDE em operações realizadas por Cooperativas 291 Geraldo Valentim Neto Bruna Camargo Ferrarí L Introdução O Cooperativismo 292 m. Atos cooperativos e Atos não cooperativos 294 IV. A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de combustíveis (CIDE-Combustíveis) 298 V. A incidência da CIDE em operações realizadas por Cooperativas 300 VI. Conclusão 304 A não incidência da contribuição previdenciária prevista no inciso IV do artigo 22 da lei n /91, na contratação de cooperativas operadoras de planos de assistência à saúde Amílcar Barca Teixeira Júnior 307 PIS/COFINS nas cooperativas de produção agropecuária e a jurisprudência do CARF 321 Fábio Pallaretti Calcini 1. Introdução Cooperativismo e sociedades cooperativas Ato cooperativo e tributação PIS e COFINS nas sociedades cooperativas de produção agropecuária Considerações iniciais Das exclusões e deduções em geral da base de cálculo Das exclusões e deduções das cooperativas de produção agropecuária Regime não cumulativo. Cooperativas de produção agropecuária Créditos ordinários Créditos presumidos Créditos decorrentes de produtos exportados Vendas com suspensão, isenção, não incidência e alíquota zero 347 PIS e COFINS das Cooperativas de Saúde e Serviços Médicos 351 Orlando José Gonçalves Bueno Carlos Eduardo Pretti Ramalho I. Introdução Sociedades Cooperativas de Trabalho 352 m. Cooperativa Médica 354 IV. Ato cooperativo 354 V. Tratamento tributário do ato cooperativo 355 VI. PIS e COFINS 358
9 VII. Revogação da isenção prevista na Lei Complementar n. 70/ VIII. Descaracterização da Cooperativa pela prática de atos não cooperativos 366 IX. Considerações finais 368 Incidência das contribuições sociais sobre as receitas oriundas de atos cooperados 371 Gilberto de Castro Moreira funior Ademir Bernardo da Silva fr. 1. Objetivo do presente estudo Do histórico legislativo Da conceituação do ato cooperativo Da isenção do PIS e da COFINS sobre ato cooperativo Da jurisprudência judicial e administrativa sobre a matéria Da exigência das contribuições previdenciárias Da jurisprudência judicial e administrativa sobre a matéria 377 Atos Cooperativos e a Hipótese de Incidência do IRPJ 383 Nelson Lósso Filho L Introdução Tributação de Atos das Cooperativas 388 m. Conclusão 397
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