INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA"

Transcrição

1 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 2 - TELEMETRIA 3 - VARIÁVEIS DE PROCESSO - PRESSÃO 4 - VARIÁVEIS DE PROCESSO - NÍVEL 5 - VARIÁVEIS DE PROCESSO - VAZÃO 6 - VARIÁVEIS DE PROCESSO - TEMPERATURA 7 - VARIÁVEIS DE PROCESSO - DENSIDADE 8 - ELEMENTOS FINAIS DE CONTROLE 9 CONCEITOS BÁSICOS EM CONTROLE AUTOMÁTICO DE PROCESSO DEFINIÇÕES EM INSTRUMENTAÇÃO 1. CLASSES DE INSTRUMENTOS: a) Indicador b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle 1

2 DEFINIÇÕES EM INSTRUMENTAÇÃO 2 Faixa de Medição (RANGE) 3 - Alcance (SPAN) 4 Erro 5 Repetitividade 6 Exatidão 7 Rangeabilidade (Largura da Faixa) SIMBOLOGIA GERAL Símbolos utilizados nos Fluxogramas de Processo SUPRIMENTO OU IMPULSO SINAL NÃO DEFINIDO SINAL PNEUMÁTICO SINAL ELÉTRICO SINAL HIDRÁULICO SINAL ELETRO- MAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANS- MISSÃO GUIADA) LIGAÇÃO CONFI- GURADA INTERNA- MENTE AO SISTE- MA (SOFTWARE) SINAL BINÁRIO PNEUMÁTICO TUBO CAPILAR SINAL ELETROMAG- NÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA) LIGAÇÃO MECÂNICA SINAL BINÁRIO ELÉTRICO SIMBOLOGIA GERAL Localização dos Instrumentos LOCALIZAÇÃO TIPO Locação Principal normalmente acessível ao operador Montado no Campo Locação Auxiliar normalmente acessível ao operador Locação Auxiliar normalmente não acessível ao operador Instrumentos Discretos Instrumentos Compartilhados Computador de Processo Controlador Programável 2

3 SIMBOLOGIA GERAL P RC A Variável Função Identificação Funcional Área da Atividade Identificação do Instrumento N 0 Seqüencial da Malha Identificação da Malha S U F I X O NORMA (ISA S5) SIMBOLOGIA GERAL 1 A LETRA LETRAS SUCESSIVAS Variável Medida Letra de Modificação Função de Leitura Passiva Função de Saída Letra de Modificação A Analisador Alarme B Queimador (Chama) C Condutibilidade Elétrica Controlador D Densidade ou Peso Específico Diferencial E Tensão (Fem) Elemento Primário F Vazão Relação G Medida Dimensional Visor H Comando Manual Alto I Corrente Elétrica Indicação ou Indicador SIMBOLOGIA GERAL 1 A LETRA LETRAS SUCESSIVAS Variável Medida Letra de Modificação Função de Leitura Passiva Função de Saída Letra de Modificação J Potência Varredura K Tempo ou Programa Estação de Controle L Nível Lâmpada Piloto Baixo M Umidade Médio ou Intermediário O Placa de Orifício P Pressão Tomada de Impulso Q Quantidade Integração R Radioatividade Registrador S Velocidade ou Freqüência Segurança Chave ou Interruptor T Temperatura Transmissão Transmissor 3

4 SIMBOLOGIA GERAL 1 A LETRA LETRAS SUCESSIVAS Variável Medida Letra de Modificação Função de Leitura Passiva Função de Saída Letra de Modificação U Multivariáveis Multifunção Multifunção Multifunção V Viscosidade Válvula W Peso ou Força Poço Y Relê ou Computador Z Posição Elemento Final de Controle EXERCÍCIOS 1 - Qual a função de cada um dos instrumentos abaixo, de acordo com a sua identificação. a) FIC - b) TI - c) TSL - d) PSLL - e) TT - f) PIC - g) LT - h) FSHH - i) LSH - j) FY Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada malha de controle, além da sua função (equipamento). a) 4

5 b) APÊNDICE A - DIAGRAMA DE VAZÃO TÍPICO MALHA DE CONTROLE CASCATA TRANSMISSOR DE NÍVEL MONTADO NO CAMPO LÓGICA DE INTERCONEXÃO COMPLEXA AVISO DE ALARME NA VARIÁVEL MEDIDA I XXXX LT 101 LAH LIC 101 LINK DOS INSTRUMENTOS DO SISTEMA (VIA SOFTWARE) REFERÊNCIA DE DETALHE LÓGICO LIC ALGORÍTMO PID REALIZADO PELO 101A SISTEMA DE CONTROLE (DCS OU SDCD EM DISPOSITIVO DE INTERFACE INTER- CONSOLE) AUXILIAR TRAVAMENTO DE ALARME (VAZÃO) NÍVEL CONDICIONAMENTO MUITO ALTO DO SINAL DE ENTRADA (FUNÇÃO RAIZ QUADRADA) FAHH FIO DE LIGAÇÃO FIC (SINAL ANA- 202 LÓGICO) REGISTRADOR MONTADO NO CAMPO UR CONVERSOR 104 I/P ELEMENTO DE VAZÃO MONTADO NO CAMPO FE 202 FR 202B FT 202 REGISTRADOR MONTADO NO CONSOLE (SELEÇÃO DE VARIÁ- VEIS VIA BASE DE DADOS) TRANSMISSOR DE VAZÃO VÁLVULA MONTADO DE CONTRO- NO CAMPO LE MONTADA NO CAMPO FY 202 I/P FV 202 INSFLO01.WPG TELEMETRIA Sensor Válvula de Controle Controlador Controle Local 5

6 TELEMETRIA À medida que os processos controlados se multiplicaram, surgiu a necessidade da operação se realizar à distância e de forma centralizada.??? Operação à Distância Instrumentação Pneumática A tecnologia pneumática usa um sinal de pressão de ar ( 3 ~ 15 psi) como elemento de comunicação entre seus elementos. Sensor Controlador Válvula de Controle TRANSMISSOR A 2 FIOS - Alimentação (24 Vdc) e comunicação (4 a 20 ma) no mesmo par de fios. TRANSMISSOR A 4 FIOS - Alimentação e comunicação independentes. Alimentação (110 vac) Saída digital Saída 4 a 20 ma 6

7 REDES DE COMUNICAÇÃO INDUSTRIAIS Banco de Dados Supervisão A outros níveis REDE DE GERENCIAMENTO Rede de Planta Rede de Controle REDE DE CONTROLE Rede de Campo REDE DE CAMPO Rede AS-i (Actuador & Sensor Interface) Cabo Paralelo com dois condutores Até 31 escravos Cada escravo: 4 bits de I/O Até 100 m ou 300m com repetidores Sistema de comunicação mestre - escravo Garantido um máximo de 4,7 ms com configuração máxima da rede Rede DeviceNet Cabo par - trançado com 4 fios e uma blindagem; um par da alimentação e outro do sinal: Até 64 dispositivos Velocidades ajustáveis em: 125; 250 e 500 Kbits/s, Até 500m em 125 Kbits/s e Sistema de comunicação mestre escravo. 7

8 Rede Profibus - DP (Descentralized Peripheria) Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem somente para sinal, Até 128 dispositivos divididos em 4 segmentos com repetidores, Velocidades ajustáveis de a 12Mbits/s, De 100 a 1.200m conforme a velocidade, e Sistema de comunicação mestre escravo. Rede Profibus - PA (Process Automation) Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem, trafegando sinal e alimentação, Até 32 dispositivos sem alimentação e 12 com alimentação, Velocidades de 31,25 Kbits /s, Máxima distância de 1900 m conforme número de dispositivos, e Permite várias topologias. Protocolo HART O protocolo HART (Highway Adress Remote Transducer) um sistema que combina o padrão 4 a 20 ma com a comunicação digital. É um sistema a dois fios com taxa de comunicação de bits/s e modulação FSK ( Frequency Shift Key ). O Hart é baseado no sistema mestre escravo, permitindo a existência de dois mestres na rede simultaneamente. As vantagens do protocolo HART são as seguintes: Usa o mesmo par de cabos para o 4 a 20 ma e para a comunicação digital. Usa o mesmo tipo de cabo usado na instrumentação analógica. Disponibilidade de equipamentos de vários fabricantes. 8

9 REDE FIELDBUS Tecnologia FOUNDATION FIELDBUS Fieldbus é um protocolo de comunicação bidirecional, digital multi-drop entre dispositivos de automação da planta e sistemas de supervisão. Então, Fieldbus é essencialmente uma rede local (LAN) para dispositivos de campo. Fieldbus P Processo L Automação e Sistemas de Supervisão F EXERCÍCIOS: 1. Calcule o valor pedido: Exemplo: 50% do sinal de 3 a 15 PSI Valor Pedido = [ ( Final - Início) ou Span] x ( % ) + zero vivo 100% x = 9 psi Span a) 70% de 3-15 PSI = b) 30% de 0,2-1 kgf/cm 2 = c) 65% de 4-20 ma = d) 37% de 1-5 V = 2 - Calcule o valor pedido: Exemplo: 9 psi é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI. Valor Pedido =( Valor de transmissão - zero vivo) x (100% ) ( Final - Início ) = Span ( 9-3 ) x 100 = 6 x 100 = 50% ( 15-3 ) 12 a) 12 PSI é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI = b) 0,4 Kgf/cm 2 é quantos % da faixa de 0,2 a 1 kgf/cm 2 = c) 13 ma é quantos % da faixa de 4 a 20 ma = d) 4,5 V é quantos % da faixa de 1 a 5 Vdc = 9

10 VARIÁVEL DE PROCESSO - PRESSÃO Definições: Medição de Pressão F (força) Pressão = A (área) Unidades [ kgf/cm²; lbf/pol²; N/m²] ESCALAS DE PRESSÃO ESCALA Pressão Relativa (ou P. Efetiva ou Pressão) h - m m H g A B Pressão Absoluta (ou Zero Absoluto ou Vácuo Perfeito) P abs = P rel + P atm pressão relativa vácuo pressão absoluta ZERO RELATIVO ZERO ABSOLUTO DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO Tubo Bourdon (tipos) 10

11 Colunas de Líquido P1 P2 = h. dr Manômetro de tubo em U Manômetro de Coluna Reta Vertical Sensor tipo Piezoelétrico P CRISTAL Efeito Piezoelétrico P DIAFRAGMA SAIDA Transdutor CRISTAL Sensor tipo Capacitivo Tubos Capilares Placas do Capacitor Diafragma Sensor Vidro Fluido de Enchimento Diafragma de Processo 11

12 EXERCÍCIOS: 1 - Para a coluna a lado, determine: a) P 1 = 500 mmhg P 2 =? kgf/cm 2 ρ = 1,0 h = 20 cm (H 2 O) b) P 1 = 2,5 psi P 2 = 0 (atm) ρ =? h = 10 (H2O) Tabela de Conversão - Unidades de Pressão psi kpa Polegadas H 2 O mmh 2 O Polegadas Hg mmhg Bar m Bar kgf/cm 2 gf/cm 2 psi 1 6, , ,1500 2, ,7150 0, ,9470 0, ,3070 kpa 0, , ,2742 0,2953 7,5007 0, ,0000 0, ,1972 Polegadas H 2 O 0,0361 0, ,4210 0,0734 1,8650 0,0025 2,4864 0,0025 2,5355 mmh 2 O 0,0014 0,0098 0, ,0028 0,0734 0,0001 0,0979 0,0001 0,0982 Polegadas Hg 0,4912 3, , , ,4000 0, ,864 0, ,532 mmhg 0,0193 0,1331 0, ,6200 0, ,0013 1,3332 0,0014 1,3595 Bar 14, ,00 402, , , , , ,70 0 m Bar 0,0145 0,1000 0,402 10,2150 0,0295 0,7501 0, ,0010 1,0197 kgf/cm 2 14, , , ,0 28, ,560 0, , gf/cm 2 0,0142 0,0970 0, ,0180 0,0290 0,7356 0,0009 0,9807 0,001 1 Exemplo 1 mmhg = 0,5362 pol, H 2 O = 1,3332 m Bar 97 mmhg = 97(0,5362) = 52,0114 pol, H 2 O (97 mmhg = 97(1,3332) =129,3204 m Bar 1 atm = 760 mmhg = 14,6959 psi Instalação: Tomadas de Impulso GÁS LÍQUIDO VAPOR 12

13 Componentes da Tubulação (Tomadas) de Impulso Manifolds DP 5 VIAS 3 VIAS DP GP 2 VIAS GP 2 VIAS Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Corpo Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo Capilar DRENO/PURGA (SANGRIA) LD301 Posição Superior (Aplicações em Líquido / Multifase) Posição Inferior (Aplicações em Gás ) A POSIÇÃO DO DRENO PODE SER MUDADA, GIRANDO O FLANGE 180 O 13

14 VARIÁVEL DE PROCESSO - NÍVEL MEDIÇÃO DE NÍVEL (DIRETA) Régua ou Gabarito Visores de Nível(vidro) Tipo Tubular Plano (Reflex ou Transparente) LIQUIDO GAS VIDRO VIDRO Bóia ou Flutuador 14

15 MEDIÇÃO DE NÍVEL, INDIRETA POR PRESSÃO (HIDROSTÁTICA OU P) dr LÍQUIDO h HI LO P = h. d r Cálculo do Range: ΔP = Ph Pl Pl = 0 (Patm) Nível (0%): ΔP = 0 (4 ma) Nível (100%): ΔP = h. d (20 ma) Supressão de Zero (Tanque aberto) LÍQUIDO dr h Cálculo do Range: ΔP = Ph - Pl Pl = 0 (P atm ) Nível (0%): ΔP = y. d r (4 ma) Nível (100%): ΔP = (h + y). d r (20 ma) y HI LO Elevação de Zero (Tanques fechados e pressurizados) 15

16 Exemplo : Cálculo do Range: GÁS LÍQUIDO h HI LO y Nível (0%): ΔP = Ph - Pl ΔP = 0 - (h. d selo ) ΔP = - (y. d selo ) (4 ma) Nível (100%): ΔP = Ph - Pl Pl = y. d selo Ph = h. d líquido ΔP = h. d líquido - y. d selo (20 ma) Medição de Nível com Raios - Gama FONTE DE RADIAÇÃO AMPLIFICADOR INDICADOR SENSOR GEIGER Medição de Nível por Ultra-som h h = H - (v.t) 2 16

17 Medição de Nível por Radar Exercício Determinar: a) Range do instrumento: mmh2o b) Saída do instrumento quando o ΔP = 0 mmh2o : ma 4 a 20 ma VARIÁVEL DE PROCESSO - VAZÃO DEFINIÇÃO Vazão pode ser definida como sendo a quantidade volumétrica ou mássica de um fluido que passa através de uma seção de uma tubulação ou canal por unidade de tempo. Vazão Volumétrica: É definida como sendo a quantidade em volume que escoa através de uma certa seção em um intervalo de tempo considerado. As unidades de vazão volumétricas mais utilizadas são: m3/s, m3/h, l/h, l/min GPM, Nm3/h e SCFH. Vazão Mássica: É definida como sendo a quantidade em massa de um fluido que atravessa a seção de uma tubulação por unidade de tempo. As unidades de vazão mássica mais utilizadas são: kg/s, kg/h, T/h e Lb/h. 17

18 TIPOS DE MEDIDORES: 1. Medidores de Quantidade por Pesagem / Volumétrica Disco mutante, Pistão rotativo-oscilante, Pás, Engrenagens ovais, etc. 2. Medidores Volumétricos Perda de Carga variável Considerando-se uma tubulação com um fluido passante, chama-se perda de carga dessa tubulação a queda de pressão sofrida pelo fluido ao atravessá-la. As causas da perda de carga são: atrito entre o fluido e a parede interna do tubo, mudança de pressão e velocidade devido a uma curva ou um obstáculo, etc. Placa de Orifício É a mais simples, de menor custo e portanto a mais empregada. Consiste basicamente de uma chapa metálica, perfurada de forma precisa e calculada, a qual é instalada perpendicularmente ao eixo da tubulação entre flanges. 18

19 Perda de Carga variável: Placa de Orifício Tipos de Placa de Orifício: Concêntrica: Este tipo de placa de orifício é utilizado para líquido, gases e vapor que não contenham sólidos em suspensão. Segmental: A placa de orifício segmental é destinada para uso em fluidos em regime laminar e com alta porcentagem de sólidos em suspensão. Excêntrico: Este tipo de orifício é utilizado em fluido contendo sólidos em suspensão, os quais possam ser retidos e acumulados na base da placa; nesses casos, o orifício pode ser posicionado na parte baixa do tubo, para permitir que os sólidos passem. Orifício Integral São placas de orifícios montadas em conjunto com transmissores de vazão. Medição de Vazão : Pressão Diferencial Uma das maneiras mais utilizadas para se medir a vazão de um fluido qualquer em um processo industrial é aproveitar-se da relação entre vazão e pressão deste fluido. Para isto, são utilizados elementos deprimogênios, tais como placas de orifício, que atuam como elementos primários e possibilitam efetuar a medição de uma pressão diferencial que é correspondente à vazão que passa por ele. 19

20 Compensação de Pressão e Temperatura Q = K. PA ΔP T A Q [Nm3/h] MEDIÇÃO DE VAZÃO : POR ÁREA VARIÁVEL Rotâmetro são medidores nos quais um flutuador varia sua posição dentro de um tubo cônico, proporcionalmente à vazão do fluido. O equilíbrio é atingido quando a diferença de pressão e o empuxo compensam a força gravitacional. A posição do flutuador indica a taxa de fluxo. MEDIDORES ESPECIAIS DE VAZÃO MEDIDOR ELETROMAGNÉTICO DE VAZÃO Lei de Faraday E = B.d.V 20

21 MEDIDOR TIPO TURBINA 1-Corpo do Medidor 2- Suporte Traseiro 3- Anel de Retenção do Manual 4- Mancal 5- Espaçador central 6- Espaçador externo 7- Rotor 8- Suporte Frontal 9- Anel de Retenção 10 Porca de Travamento do sensor 11- Sensor Eletrônico de proximidade 7 9 Influência da Viscosidade Performance K = (60.f) / Q MEDIDORES ULTRA-SÔNICOS Medidores de Efeito Doppler Medidores de Tempo de Trânsito MEDIDOR POR EFEITO CORIOLIS 21

22 EXERCÍCIOS: 1 - Calcular o ΔP no instante em que a vazão é igual a 120 m 3 /h. Dados: Q máx. =150 m 3 /h e ΔP máx. = mmhg 2 - Calcular a vazão em m 3 /h, quando o ΔP é igual a 36%. Dados: Q máx. = 500 l/h e ΔP máx. = mmh2o VARIÁVEL DE PROCESSO - TEMPERATURA Conceitos Básicos TEMPERATURA: grau de agitação térmica das moléculas. ENERGIA TÉRMICA: é a somatória das energias cinéticas dos seus átomos. CALOR: é a energia em trânsito. Definições PIROMETRIA: medição de altas temperaturas, na faixa onde os efeitos de radiação térmica passam a se manifestar. CRIOMETRIA: medição de baixas temperaturas, ou seja, aquelas próximas do zero absoluto. TERMOMETRIA: termo mais abrangente que incluiria tanto a Pirometria como a Criometria. MEIOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR CONDUÇÃO RADIAÇÃO CONVECÇÃO Escalas de Temperatura Conversão de Escalas C = F 32 = K 273 = R

23 MEDIDORES DE TEMPERATURA POR DILATAÇÃO / EXPANSÃO 1 - TERMÔMETRO A DILATAÇÃO DE LÍQUIDO Vt = Vo.( 1 + β.δt) Recipiente de Vidro LÍQUIDO PONTO DE PONTO DE FAIXA DE USO( o C) SOLIDIFICAÇÃO( o C) EBULIÇÃO( o C) Mercúrio a 550 Álcool Etílico a 70 Tolueno a 100 Recipiente Metálico LÍQUIDO Mercúrio Xileno Tolueno FAIXA DE UTILIZAÇÃO ( o C) -35 à à à +100 Álcool 50 à +150 TERMÔMETROS À DILATAÇÃO DE SÓLIDOS (TERMÔMETROS BIMETÁLICOS) Lt = Lo. ( 1 + α.δt) 23

24 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMOPAR BLOCO DE LIGAÇÃO JUNTA DE REFERÊNCIA JUNTA DE MEDIÇÃO TERMOPAR CABO DE EXTENSÃO GRADIENTE DE TEMPERATURA ( T) TRM DE TEMP., INDICADOR OU CARTÃO INPUT(CLP) Efeitos Termoelétricos: Seebeck, Peltier, Thomson e Volta. mv 80 Correlação da F.E.M. x Temperatura E J K NICROSIL-NISIL T R S B T CABEÇOTE ERROS DE LIGAÇÃO 38 C 1,529 mv CABO DE COBRE 0,00 mv REGISTRADOR 24 C 0,960 mv TC TIPO K 20,371 mv + 20,731 mv + 0,000 mv + 0,960 mv +21,691 mv 525 C ERRO = - 13 C 538 C 22,260 mv * Usando fios de cobre. FORNO 24

25 ERROS DE LIGAÇÃO CABEÇOTE 38 C 1,529 mv CABO TIPO KX 0,569 mv REGISTRADOR 24 C 0,960 mv TC TIPO K 20,371 mv + 20,731 mv + 0,569 mv + 0,960 mv + 22,260 mv 538 C ERRO = ' C 22,260 mv * Usando cabos de compensação. FORNO CABEÇOTE ERROS DE LIGAÇÃO 38 C 1,529 mv CABO TIPO KX 0,569 mv REGISTRADOR 24 C 0,960 mv TC TIPO K 20,731 mv - 20,731 mv + 0,569 mv + 0,960 mv - 19,202 mv 538 C 22,260 mv * Inversão simples. FORNO Termopar de Isolação Mineral RABICHO POTE PÓ ÓXIDO DE MAGNÉSIO JUNTA DE MEDIDA PLUG BAINHA 25

26 ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES 1. - Associação Série 2. - Associação Série-oposta ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES 3. - Em Paralelo TERMORESISTÊNCIAS CILINDRO DE VIDRO ESPIRAL DE PLATINA CONDUTORES MEDIDOR TOTALMENTE APOIADO Materiais + utilizados: Pt, Cu ou Ni * Alta resistividade,melhor sensibilidade, * Alto coeficiente de variação (R*T), * Ter rigidez e dutibilidade: fios finos. Ni/Cu : isolação: esmalte, seda, algodão ou fibra de vidro. ( T < 300 C ) MATRIZ DE CERÂMICA ESPIRAL DE PLATINA CONDUTORES MEDIDOR PARCIALMENTE APOIADO 26

27 Características da Pt100( à 0 C ) * Padrão de Temperatura: (- 270 a 850 C), * Alta estabilidade e repetibilidade, * Tempo de resposta. RABICHO ISOLADOR CONDUTORES ISOLAÇÃO MINERAL SELO BAINHA BULBO DE RESISTÊNCIA Vantagens / Desvantagens PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO Ligação à 2 fios: Ligação à 3 fios: RADIÔMETRO OU PIRÔMETROS DE RADIAÇÃO 27

28 EXERCÍCIOS: 1 - Determine os valores pedidos dos esquemas abaixo : a) b) VARIÁVEL DE PROCESSO - DENSIDADE Definição de Densidade A densidade de uma substância é definida com a sua massa por unidade de volume. Densidade é designada pelo símbolo ρ. ρ = m / V Unidades de Medição Unidade do SI: kg/m³ Unidades comuns: g/cm³ ou g/l Unidade inglesa: lbm/ft³ MEDIÇÃO DE DENSIDADE ESCALA LASTRO Densímetro 28

29 MEDIÇÃO DE DENSIDADE TRANSBORDAMENTO H = cte DT DI Pressão Hidrostática ( P = h. δ) Densidade A medição da densidade de líquidos é necessária, entre outras, nas seguintes indústrias: Usinas de Açucar e Álcool Cervejarias, Sucos e Refrigerantes Laticínios e Vinícolas Indústria Química e Petroquímica Indústria Alimentícia Indústria de Papel e Celulose Indústria de Fertilizantes e Mineração Pressão Hidrostática P1 = ρ. g. h1 P2 = ρ. g. h2 P1 - P2 = ρ. g. (h1 - h2) ΔP = ρ. g. h ρ = ΔP / g. h PROCESS SENSOR P1 2 1 h h2 h1 P2 29

30 Concentração Conhecendo-se a densidade e a temperatura de um fluido é possível conhecer-se sua concentração, que é a quantidade de componentes dissolvidos ou de sólidos em suspensão, tais como: Grau Brix Grau Baumé Grau Plato Grau INPM Grau GL % de Sólidos % de Concentração Grau Brix e Grau Plato Definição: É a porcentagem em massa de sacarose presente em uma solução. Por exemplo : em uma solução a 30 Brix teremos 30 g de sacarose em 100 g de solução. Utilização: em indústrias de açúcar e álcool, indústrias de sucos, de refrigerantes, cervejarias, etc. Grau Baumé Definição: O grau Baumé é calculado pela fórmula: Baumé = 144,3 (144,3 / densidade relativa) Utilização: Industrias Químicas, Petroquímicas, Papel e Celulose, etc. Grau INPM Definição: É a porcentagem em peso de álcool em uma solução hidroalcoólica. Por exemplo: uma solução hidroalcoólica com 97 INPM contém 97 g de álcool em 100 g de solução. Utilização: Indústrias de Bebidas, Destilarias de Álcool, etc. Grau GL Definição: É a porcentagem em volume de álcool em uma solução hidroalcoólica. Por exemplo: uma solução hidroalcoólica com 97 GL contém 97 ml de álcool em 100 ml de solução. Utilização: Indústrias de Bebidas, etc. 30

31 Nível de Interface Medição de Nível de Interface com o transmissor DT30X: y h h máximo = 500 mm y = 0 to 100% Exemplo: Calibração = 0 a 500 mm y = 20% significa que a interface está a 100 mm acima do diafrágma repetidor inferior Instalação Típica em Linha Instalação Típica para Nível de Interface Óleo Águar 100 % 0 % Montagem lateral 31

32 Pressão Hidrostática * Medição contínua, com grande precisão, de densidade e concentração. * Unidade única e integrada, sem eletrônica remota. * Comunicação digital usando protocolo Hart, Fieldbus Foundation ou Profibus. * Leitura direta da densidade e temperatura do processo em unidades de engenharia * Re-calibração remota on line, sem a necessidade de retirar o equipamento do processo. * Configuração remota das unidades de densidade e concentração tais como: g/cm³, kg/m³, densidade relativa, Brix, Baume, API, Plato, INPM, % de sólidos, etc * Aplicação em tanques ou em linha, adequado para fluidos estáticos e dinâmicos. Tecnologia Nuclear Fontes nucleares exigem cuidados especiais para operação segura (NRC licensing) Requer testes periódicos para verificação de vasamentos Adequado somente para líquidos com movimento, não podendo ser instalado em tanques Diapasão Vibrante (tuning fork) Devido ao alto consumo, não pode ser alimentado através dos fios da malha, sendo necessário fonte externa Normalmente tem baixa precisão Utiliza partes móveis Requer manutenção periódica Tecnologia por Coriolis Requer instalação em linha, sendo inadequado para tanques Poder ser difícil de acoplar ou remover Difícil intercambiabilidade e limpeza pois não há tubo de comprimento normalizado para vazão, nem de formas retas Refratômetros Requerem fonte externa de alimentação Requer que o prisma esteja sempre limpo Cuidados especiais devem ser tomados em instalações estáticas, onde pode haver encrustrações 32

33 Aerômetros Não realiza medições contínuas Requer coleta de amostras Expõe operadores aos possíveis perigos de intoxicação pelos líquidos e vapores Laboratório Todas as técnicas de medição de densidade em laboratório dependem de coleta de amostras no campo Medição não é em tempo real Valores discretos (quando os resultados são obtidos, o processo pode já estar com outras características) ELEMENTOS FINAIS DE CONTROLE A válvula de controle é o elemento final mais usado nos sistemas de controle industrial. Em sistemas de controle para gases e ar é também usado o damper, porém poderemos citar outros elementos, tais como: bombas, resistências elétricas, motores, inversores, etc. Componentes da Válvula de Controle Corpo e Atuador 33

34 ATUADOR Pneumático à mola e diafragma; Pneumático a pistão; Elétrico; Elétrico - hidráulico e Hidráulico. CORPO DA VÁLVULA É a parte da válvula que executa a ação de controle permitindo maior ou menor passagem do fluído no seu interior, conforme a necessidade do processo. COMPONENTES DO CORPO: Internos Castelo Flanges inferiores Tipos de Válvula de Controle Deslocamento linear Globo Convencional Diafragma Guilhotina Deslocamento rotativo Borboleta Esfera 34

35 Válvulas Globo Convencional Sede Simples e Dupla VÁLVULA TIPO DIAFRAGMA OU SAUNDERS VÁLVULA TIPO GUILHOTINA 35

36 VÁLVULA TIPO BORBOLETA Tipos de Assentamento das Válvulas Borboletas VÁLVULA ESFERA 36

37 Internos Tipos de castelo Temperatura de operação: Gaxeta de PTFE: -30 a 232 ºC Gaxeta grafite: -30 a 371 ºC Indicado para altas temperaturas Aplicações criogênicas Faixa de operação: Gaxeta de PTFE: -101 a 427 ºC Gaxeta grafite: -70 a 1093 ºC Normal Alongado Fole de selagem Para garantir vedação absoluta Exige maior força de atuação Fluidos corrosivos Fluidos tóxicos Fluidos radioativos Fluidos caros Tipos de castelo Aletado Indicado para altas temperaturas Aplicações criogênicas Faixa de operação: Gaxeta de PTFE: -101 a 427 ºC Gaxeta grafite: -70 a 1093 ºC 37

38 CARACTERÍSTICAS DE VAZÃO - Inerente - Instalada A característica de vazão inerente é definida como sendo a relação existente entre a vazão que escoa através da válvula e a variação percentual do curso, quando se mantém constante a pressão diferencial através da válvula. Em outras palavras, poderíamos dizer que se trata da relação entre a vazão através da válvula e o correspondente sinal do controlador, sob pressão diferencial constante, através da válvula. Por outro lado, a característica de vazão instalada é definida como sendo a real característica de vazão, sob condições reais de operação, onde a pressão diferencial não é mantida constante. A característica de vazão inerente é a teórica, enquanto que, a instalada é a prática. CARACTERÍSTICAS DE VAZÃO INERENTES a) Linear; b) Igual porcentagem ( 50:1 ); c) Parabólica modificada e d) Abertura rápida. POSICIONADORES Eletropneumáticos 38

39 POSICIONADORES POSICIONADOR INTELIGENTE CONCEITOS BÁSICOS DE CONTROLE DE PROCESSO PV- Variável de Processo (Medida do valor atual da variável que se quer regular) SP Setpoint (Valor desejado para variável que se quer controlar, definido pelo operador humano ou computador) E- Erro (Comparação do valor atual com o valor desejado, utilizado no cálculo para gerar um sinal de correção). MV - Sinal de correção enviado ao sistema para eliminar o desvio, de maneira a reconduzir a variável ao valor desejado. ELEMENTOS DA MALHA DE CONTROLE 39

40 MALHA DE CONTROLE TÍPICA FLUIDO AQUECIDO VAPOR FLUIDO A SER AQUECIDO CONDENSADO PROCESSO INDUSTRIAL TÍPICO Variável Controlada: Meio Controlado: Variável Manipulada: Agente de Controle: Temperatura Fluido Vazão Vapor CONTROLE MANUAL ENTRADA DE FLUÍDO FRIO SAIDA DE FLUÍDO QUENTE ENTRADA DE VAPOR VÁLVULA DE CONTROLE MEDIÇÃO COMPUTAÇÃO E COMPARAÇÃO CORREÇÃO CONTROLE EM MALHA FECHADA CONTROLE MANUAL DESVIO + VALOR DESEJADO (SET-POINT) VALOR OBTIDO 0 - ERRO TEMPO O controle manual não permite a eliminação do erro, resultando em uma amplitude de variação excessiva do valor da variável que se deseja controlar. 40

41 CONTROLE AUTOMÁTICO DESVIO + VALOR OBTIDO VALOR DESEJADO (SET-POINT) 0 - ERRO O controle automático permite através de sua ação a redução do erro, com um tempo de atuação e precisão impossíveis de se obter no controle manual. TEMPO TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA AI PID L/R A/M AO CONFIGURAÇÃO UTILIZANDO CD600PLUS 41

42 F I M. 42

MÓDULO 1 INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO CARGA HORÁRIA 24 HORAS

MÓDULO 1 INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO CARGA HORÁRIA 24 HORAS MÓDULO 1 INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO CARGA HORÁRIA 24 HORAS INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO 1 Introdução à instrumentação 2 A evolução da instrumentação 3 Definições na instrumentação 3.1 Classes

Leia mais

Curso Superior Manutenção Industrial. Módulo: Instrumentação

Curso Superior Manutenção Industrial. Módulo: Instrumentação Curso Superior Manutenção Industrial Módulo: Instrumentação INSTRUMENTAÇÃO Agenda: Histórico Instrumentação Ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição, indicação, registro e controle de processos

Leia mais

Sensores e atuadores (continuação)

Sensores e atuadores (continuação) AULA 05: Sensores e atuadores (continuação) OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. A pirâmide de automação Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3:

Leia mais

MÓDULO 01 INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS JÁ REALIZADO

MÓDULO 01 INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS JÁ REALIZADO MÓDULO 01 INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS JÁ REALIZADO INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. Introdução à instrumentação 2. A evolução da instrumentação 3.

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho INSTRUMENTAÇÃO CONCEITOS E DEFINIÇÕES Nas indústrias, o termo PROCESSO tem um significado amplo. Uma operação unitária, como por exemplo, destilação, filtração ou aquecimento, é considerado um PROCESSO.

Leia mais

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA MÉTODO DE MEDIÇÃO Podemos dividir os medidores de temperatura em dois grandes grupos, conforme a tabela abaixo: 1º grupo (contato direto) Termômetro à dilatação de líquidos de sólido Termômetro à pressão

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR 1 Validade: A partir de 01/91 Departamento: Engenharia Elétrica Curso: Engenharia Industrial Elétrica Carga Horária: 60H ( Teórica: 30H Lab.: 30H Exerc.: 00H ) Créditos: 03 Pré-requisitos: Controle e Servomecanismos

Leia mais

CAPÍTULO 01: INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO

CAPÍTULO 01: INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO EVENTO: CURSO DE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - Básico CARGA HORÁRIA: 40h (durante uma semana, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00h) PERÍODO: De 09 a 13 de Março de 2015 OBJETIVOS: Capacitar técnicos,

Leia mais

Instrumentação e Controle. Prof. Casteletti

Instrumentação e Controle. Prof. Casteletti Prof. Casteletti Objetivo da Instrumentação Manter as variáveis do processo sobre controle para: a) manter e melhorar a qualidade do produto; b) melhorar a produtividade; c) manter a segurança - da unidade;

Leia mais

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Prof. Roberto Leal Sensores Dispositivo capaz de detectar sinais ou de receber estímulos de natureza física (tais como calor, pressão, vibração, velocidade, etc.),

Leia mais

Curso Básico de Instrumentação

Curso Básico de Instrumentação Curso Básico de Instrumentação Ementa O treinamento aborda os fundamentos de controle de processos visando preparar profissionais com formação técnica para atuar em projetos de instrumentação no setor

Leia mais

Automação Industrial AULA 02: Simbologias. Apresentar e trabalhar os símbolos mais utilizados nos projetos de automação. OBJETIVO:

Automação Industrial AULA 02: Simbologias. Apresentar e trabalhar os símbolos mais utilizados nos projetos de automação. OBJETIVO: AULA 02: Simbologias OBJETIVO: Apresentar e trabalhar os símbolos mais utilizados nos projetos de automação. Contextualização: Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3: Nível 2: Nível 4: Gerenciamento

Leia mais

Sistemas de Medidas e Instrumentação

Sistemas de Medidas e Instrumentação Sistemas de Medidas e Instrumentação Parte 3 Prof.: Márcio Valério de Araújo 1 Medição de Nível Capítulo VII Nível é a altura do conteúdo de um reservatório Através de sua medição é possível: Avaliar o

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão. Força por unidade de área F A.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão. Força por unidade de área F A. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão Definição - I Força por unidade de área p = Força (F) grandeza vetorial Área (A) grandeza

Leia mais

ANALISADORES DE GASES

ANALISADORES DE GASES BGM BOMBA DE SUCÇÃO SÉRIE COMPACTA ANALISADORES DE GASES Descrição: Gera uma depressão no processo, succionando a amostra e criando a vazão exata para atender o tempo necessário de condicionamento do gás

Leia mais

MEDIÇÃO DE PRESSÃO -0-

MEDIÇÃO DE PRESSÃO -0- MEDIÇÃO DE PRESSÃO -0- SUMÁRIO 1 - PRESSÃO 2 2.1 - MEDIÇÃO DE PRESSÃO 2 2.2 - PRESSÃO ATMOSFÉRICA 2 2.3 - PRESSÃO RELATIVA POSITIVA OU MANOMÉTRICA 2 2.4 - PRESSÃO ABSOLUTA 2 2.5 - PRESSÃO RELATIVA NEGATIVA

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL Introdução A medição de nível.engloba, também, a medição do volume e do peso de líquidos e sólidos contidos em recipientes. Basicamente, a medição

Leia mais

1 Medição de temperatura

1 Medição de temperatura 1 Medição de temperatura 1.1 Medidores de temperatura por dilatação/expansão 1.1.1 Termômetro à dilatação de líquido Os termômetros à dilatação de líquidos baseiam -se na lei de expansão volumétrica de

Leia mais

1 - TUBULAÇÃO DE IMPULSO...2 1.1 - INSTALAÇÃO...2 1.2 - CONSTITUIÇÃO DA TUBULAÇÃO DE IMPULSO...3 2 - SISTEMAS DE SELAGEM...4 3 PURGA...

1 - TUBULAÇÃO DE IMPULSO...2 1.1 - INSTALAÇÃO...2 1.2 - CONSTITUIÇÃO DA TUBULAÇÃO DE IMPULSO...3 2 - SISTEMAS DE SELAGEM...4 3 PURGA... SISTEMAS DE SELAGEM SUMÁRIO 1 - TUBULAÇÃO DE IMPULSO...2 1.1 - INSTALAÇÃO...2 1.2 - CONSTITUIÇÃO DA TUBULAÇÃO DE IMPULSO...3 2 - SISTEMAS DE SELAGEM...4 2.1 -SÊLO LÍQUIDO...4 2.2 -SÊLO DE AR...5 2.3 -SÊLO

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS TRANSMISSAO E TELEMETRIA

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS TRANSMISSAO E TELEMETRIA INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS TRANSMISSAO E TELEMETRIA Introdução Frequentemente, o instrumento indicador, controlador, registrador, etc. e instalado a uma distancia considerável do ponto de medição.

Leia mais

VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10

VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10 VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10 EXCELÊNCIA EM CONTROLE DE FLUXO 1 Válvula Globo de Controle Série 10 Características gerais As válvulas globo de controle de sede simples da série 10, produzidas pela

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE

CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - ENG3501 PROFª. LETÍCIA CHAVES Conceitos básicos de Instrumentação 1 INTRODUÇÃO 1.1 Histórico 1.2 Elementos de uma Malha de Controle

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões WIKA Referência Mundial em produtos para medição, controle e calibração de pressão e temperatura, a WIKA está presente em mais de 75 países, fornecendo

Leia mais

INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS

INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS INTRODUÇÃO A AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA 24 HORAS INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. Introdução à instrumentação 2. A evolução da instrumentação 3. Definições na instrumentação

Leia mais

TRANSMISSOR INTELIGENTE DE PRESSÃO LD301 LD301 CENTRO DE TREINAMENTO - SMAR TECNOLOGIA SMAR

TRANSMISSOR INTELIGENTE DE PRESSÃO LD301 LD301 CENTRO DE TREINAMENTO - SMAR TECNOLOGIA SMAR TRANSMISSOR INTELIGENTE DE TECNOLOGIA SMAR Uma Família Completa de Instrumentos de Campo O que é a Série LD? São instrumentos de campo que incorporam a altamente comprovada técnica de medição de pressão

Leia mais

Válvulas Automáticas de Controle e Fluxo

Válvulas Automáticas de Controle e Fluxo Válvulas Automáticas de Controle e Fluxo As válvulas automáticas são utilizadas em processos de automação ou acionamento remoto para controle de fluxo de líquidos e gases, e também nos processos de dosagem

Leia mais

Termopares Convencionais I

Termopares Convencionais I Termopares Convencionais I Introdução Definimos Termopares como sensores de medição de temperatura que são constituídos por dois condutores metálicos e distintos, puros ou homogêneos. Em uma de suas extremidades

Leia mais

TEQ141- Sistema de Controle e Instrumentação

TEQ141- Sistema de Controle e Instrumentação TEQ141- Sistema de Controle e Instrumentação 1 Introdução à Instrumentação Industrial Profª Ninoska Bojorge Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF Objetivos do curso Capacitar o aluno na

Leia mais

ST90 / ST90A PT10. Transmissor e Sensor de Temperatura

ST90 / ST90A PT10. Transmissor e Sensor de Temperatura ST90 / ST90A PT0 Transmissor e Sensor de Temperatura ST90A PT0 Características Descrição Transmisssor de Temperatura - Ideal para diversos ambientes Industriais e aplicações sanitárias. - Cabeçote em Nylon

Leia mais

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo.

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Medição de Vazão 1 Introdução Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Transporte de fluidos: gasodutos e oleodutos. Serviços

Leia mais

CURSO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INTRODUÇÃO

CURSO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INTRODUÇÃO 1 CURSO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INTRODUÇÃO Prof. Alvaro Augusto 1 2 1 - INTRODUÇÃO 1 HISTÓRICO Os processos industriais exigem controle na fabricação de seus produtos. Os processos são muito variados e abrangem

Leia mais

PT105 II TRANSMISSOR INTELIGENTE DE PRESSÃO COM SENSOR CAPACITIVO

PT105 II TRANSMISSOR INTELIGENTE DE PRESSÃO COM SENSOR CAPACITIVO PT105 II TRANSMISSOR INTELIGENTE DE PRESSÃO COM SENSOR CAPACITIVO O transmissor inteligente de pressão da série PT105 II é fabricado com uma célula capacitiva de alta confiabilidade e precisão para ser

Leia mais

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo Instrumentação na Indústria Química Prof. Gerônimo Ementa 1. Introdução. 2. Histórico. 3. Automação, controle de processo. 4. Instrumentos para controle de processos: - Classificação dos instrumentos -

Leia mais

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno ProLine P 44000 Medições Precisas de Temperatura em Altas Tensões, até 6,6 kv Quando as temperaturas precisam ser medidas com termômetros de resistência Pt100 em ambientes sob altas tensões, os transmissores

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação CURSO

Leia mais

OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA:

OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA: ESTUDO DIRIGIDO COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Processos e Instrumentação PROFESSOR: Dorival Rosa Brito ESTUDO DIRIGIDO: Métodos de Determinação de Parâmetros de Processos APRESENTAÇÃO: O rápido desenvolvimento

Leia mais

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases V1 O queéum Sistemade Condicionamento? O Que é um Sistema de Condicionamento? Amostra do Processo? Analisador Sistema de Condicionamento O sistema

Leia mais

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação A U A UL LA Lubrificação III Introdução Após a visita de um vendedor de lubrificante ao setor de manutenção de uma indústria, o pessoal da empresa constatou que ainda não conhecia todos os dispositivos

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti.

Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti. Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti. Resolução dos Exercícios. Por Josenei Godoi( Dúvidas,sugestões ou correções enviar email para [email protected]). Resumo de fórmulas: - Tensão

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

Automação Hidráulica

Automação Hidráulica Automação Hidráulica Definição de Sistema hidráulico Conjunto de elementos físicos associados que, utilizando um fluido como meio de transferência de energia, permite a transmissão e o controle de força

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - DEFINIÇÕES SISTEMA É uma disposição, conjunto ou coleção de partes conectadas ou relacionadas de tal maneira a formarem um todo. Pode ser físico, biológico, econômico, etc. CONTROLE Estuda como agir sobre um dado

Leia mais

Medição de Pressão. Profa. Michelle Mendes Santos

Medição de Pressão. Profa. Michelle Mendes Santos Medição de Pressão Profa. Michelle Mendes Santos Introdução Pressão é definida como a força normal por unidade de área e pode ser expressa nas unidades: psi (libras por polegada quadrada); bar; atm (atmosfera);

Leia mais

Fluid Control Systems Catálogo Compacto

Fluid Control Systems Catálogo Compacto Fluid Control Systems Catálogo Compacto 3 Sumário Linha de Produtos Visão Geral... 2 Válvulas Solenóides... 6-35 Válvulas Solenóides Propósito Geral 2/2 atuação direta. 6 2/2 servo-assistida e válvulas

Leia mais

Redes Sem Fio. Em termos de benefícios podemos citar, entre outros:

Redes Sem Fio. Em termos de benefícios podemos citar, entre outros: Wireless Line Redes Sem Fio Nos últimos anos, a tecnologia de redes sem fio sofreu grandes avanços tecnológicos, o que hoje pode proporcionar: segurança, confiabilidade, estabilidade, auto-organização

Leia mais

3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo

3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo 1 3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo OBJETIVO: 1. Fazer o controle (PID) de Vazão em uma Tubulação na planta

Leia mais

Explicação dos Tipos de Válvula Solenóide

Explicação dos Tipos de Válvula Solenóide Explicação dos Tipos Válvula Solenói Todas as válvulas da Danfoss possuem agora uma signação que talha sua estrutura e operação.vários números e letras finem se a válvula é operada diretamente ou servocontrolada,

Leia mais

MEDIÇÃO, INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE SENSORES DE TEMPERATURA TERMOPARES - TERMORRESSISTÊNCIA PT 100 - TRANSMISSORES

MEDIÇÃO, INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE SENSORES DE TEMPERATURA TERMOPARES - TERMORRESSISTÊNCIA PT 100 - TRANSMISSORES MEDIÇÃO, INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Eficiência e Tecnologia no fornecimento de Medição, Instrumentação e Controle. SENSORES DE TEMPERATURA TERMOPARES - TERMORRESSISTÊNCIA PT 100 - TRANSMISSORES GRÁFICO

Leia mais

Controle de Processos: Definições e terminologias (2/2)

Controle de Processos: Definições e terminologias (2/2) Controle de Processos: Definições e terminologias (2/2) Prof. Eduardo Stockler Tognetti & David Fiorillo Laboratório de Automação e Robótica (LARA) Dept. Engenharia Elétrica - UnB Conteúdo 1. Documentos

Leia mais

Medição de Nível. César Cassiolato Diretor de Marketing, Qualidade, Assistência Técnica e Instalações Industriais [email protected].

Medição de Nível. César Cassiolato Diretor de Marketing, Qualidade, Assistência Técnica e Instalações Industriais cesarcass@smar.com. Medição de Nível César Cassiolato Diretor de Marketing, Qualidade, Assistência Técnica e Instalações Industriais [email protected] Introdução A medição de nível, embora muito simples em seus conceitos,

Leia mais

Pasve Válvula Retrátil Rotativa

Pasve Válvula Retrátil Rotativa Folha de Dados Pasve Ph Pasve Válvula Retrátil Rotativa PATENTEADA, única válvula desenhada para limpeza e calibração de sensores de PH sem removê-los do processo ou desligamento de bombas. Para uso de

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Eletricidade, Máquinas e Medidas Elétricas: 1.1. Princípios da Eletrodinâmica: Tensão Elétrica, Corrente Elétrica, Resistores Elétricos, Potência Elétrica e Leis de OHM; 1.2. Circuitos

Leia mais

Rua Leopoldo de Passos Lima, 238 Jardim Santa Fé. CEP.: 05271-000 São Paulo SP. Telefones: (11) 3911-4665 / 4682 E-mail: [email protected].

Rua Leopoldo de Passos Lima, 238 Jardim Santa Fé. CEP.: 05271-000 São Paulo SP. Telefones: (11) 3911-4665 / 4682 E-mail: vendas@unicompbrasil.com. UNICOMP COM. DE EQUIPAMENTOS PNEUMÁTICOS LTDA. Rua Leopoldo de Passos Lima, 238 Jardim Santa Fé. CEP.: 05271-000 São Paulo SP. Telefones: (11) 3911-4665 / 4682 E-mail: [email protected] Site:

Leia mais

SENSORES INDUSTRIAIS

SENSORES INDUSTRIAIS SENSORES INDUSTRIAIS Sensores: são dispositivos que transformam grandezas físicas em um sinal Sensores Analógicos e Digitais Caracterís:cas Alcance Precisão Resolução Sensibilidade Tempo de Resposta Não

Leia mais

EXERCICIOS PARA A SEGUNDA UNIDADE

EXERCICIOS PARA A SEGUNDA UNIDADE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA- UESB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL DISCIPLINA: INTRUMENTAÇÃO APLICADA Prof. Dr. Modesto Antonio Chaves EXERCICIOS PARA

Leia mais

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad Medição de Temperatura em superfície de tubo WIKA Aplicações Refinarias (Petroquímicas) - Fornos - Parede de reatores - Reformadores (etileno) Geração de energia - Caldeiras Papel e celulose - Caldeiras

Leia mais

A fórmula que faz esta correção é o Nm³/h ou SCFM, que é dada pelos seguintes fatores:

A fórmula que faz esta correção é o Nm³/h ou SCFM, que é dada pelos seguintes fatores: Ar comprimido. O ar comprimido em muitas empresas é a energia que move a maioria dos equipamentos, pois o consumo de energia elétrica necessária para mover individualmente cada um dos equipamentos, se

Leia mais

Fundamentos de Medição de Pressão

Fundamentos de Medição de Pressão Fundamentos de Medição de Pressão Fonte: Simone Acosta Medição de pressão é o mais importante padrão de medida, pois as medidas de vazão, nível etc. podem ser feitas utilizando-se esse princípio. Pressão

Leia mais

CONDICIONADORES DE SINAIS

CONDICIONADORES DE SINAIS Condicionadores de Sinais de Montagem em Trilho DIN A/IN A/OUT Série DRG-SC U Modelos disponíveis para termopares, RTDs, tensão e corrente CC, frequência, ponte do sensor de deformação/tensão, tensão e

Leia mais

Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente.

Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente. Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente. Bocais e Difusores São normalmente utilizados em motores

Leia mais

FLEXSUL REPRESENTAÇÕES Fone: 41 3287 6778 / Fax: 41 3287 1910

FLEXSUL REPRESENTAÇÕES Fone: 41 3287 6778 / Fax: 41 3287 1910 PD 60 SISTEMA DE TROCA UNITÁRIO Prensadora de terminais com sistema de Troca Unitário Prensa todos os tipos de mangueiras, de 3/16'' ate 2'' de diâmetro interno para 1, 2 e 4 espirais Concluída a operação

Leia mais

CATÁLOGO DO TRANSMISSOR GRAVIMÉTRICO DE DENSIDADE UNIPROIV DG-420

CATÁLOGO DO TRANSMISSOR GRAVIMÉTRICO DE DENSIDADE UNIPROIV DG-420 CATÁLOGO DO TRANSMISSOR GRAVIMÉTRICO DE DENSIDADE UNIPROIV DG-420 Catálogo do Transmissor Gravimétrico de Densidade DG-420 Pág. 1 TRANSMISSOR UNIPRO IV ESPECIFICAÇÕES Alimentação: Alimentação universal

Leia mais

DT303 Transmissor de Densidade com Tecnologia Profibus PA

DT303 Transmissor de Densidade com Tecnologia Profibus PA DT303 Transmissor de Densidade com Tecnologia Profibus PA César Cassiolato, Diretor de Marketing Evaristo Orellana Alves, Gerente de Produto. Smar Equipamentos Industriais Ltda. 1. INTRODUÇÃO Diversos

Leia mais

CATÁLOGO 800035-A Observações sobre as fichas técnicas

CATÁLOGO 800035-A Observações sobre as fichas técnicas CATÁLOGO 800035-A sobre as fichas técnicas Os dados constantes nas fichas técnicas a seguir podem sofrer alterações sem prévio aviso. Alguns modelos possuem pequenas alterações em seus projetos construtivos,

Leia mais

Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos

Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos Descrição A bomba dosadora de LGE FIRE DOS é o mais versátil sistema de proporcionamento existente no mercado. Este revolucionário sistema de

Leia mais

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento.

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento. VÁLVULAS São dispositivos destinados a estabelecer, controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. São acessórios muito importantes nos sistemas de condução, e por isso devem merecer o maior cuidado

Leia mais

CUIDADOS NA MANUTENÇÃO EM ESTUFAS

CUIDADOS NA MANUTENÇÃO EM ESTUFAS RECOMENDAÇÃO TÉCNICA ISSN 1413-9553 agosto, 1998 Número 11/98 CUIDADOS NA MANUTENÇÃO EM ESTUFAS Luiz F. de Matteo Ferraz Ladislau Marcelino Rabello Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional

Leia mais

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos 1 Concepção O que é a bancada de testes da Valeq? Esta bancada foi desenvolvia com a intenção de agilizar os testes de campo e de bancada que envolvem pressão.

Leia mais

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores Série de conceitos básicos de medições com sensores Medições de temperatura Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI Henrique Sanches Marketing Técnico, LabVIEW NI Pontos principais Diferentes

Leia mais

Condensação. Ciclo de refrigeração

Condensação. Ciclo de refrigeração Condensação Ciclo de refrigeração Condensação Três fases: Fase 1 Dessuperaquecimento Redução da temperatura até a temp. de condensação Fase 2 Condensação Mudança de fase Fase 3 - Subresfriamento Redução

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

TERMORESISTÊNCIA. pote. resina. rabicho. solda do. rabicho. pote. resina. rabicho. solda do. rabicho

TERMORESISTÊNCIA. pote. resina. rabicho. solda do. rabicho. pote. resina. rabicho. solda do. rabicho TERMORESISTÊNCIA GRÁFICO DEMONSTRATIVO DOS DESVIOS NAS TERMORESISTÊNCIAS CLASSES A e B TOLERÂNCIA ºC,,,0,,,,,0,,,,,0 0, 0, 0, 0, TERMORESISTÊNCIA CLASSE B TERMORESISTÊNCIA CLASSE A -00-00 0,0 00 00 00

Leia mais

Aula 4 Instrumentos de Temperatura. Prof. Geronimo

Aula 4 Instrumentos de Temperatura. Prof. Geronimo Aula 4 Instrumentos de Temperatura Prof. Geronimo Os medidores de temperatura mais usados na indústria são os termômetros baseados em bimetal e os sensores do tipo termopar e termorresistência, que servem

Leia mais

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição Medição de vazão Bocal de vazão para instalação interna na tubulação, modelo FLC-FN-PIP Bocal de vazão para montagem entre flanges, modelo FLC-FN-FLN WIKA folha de dados FL 10.03 Aplicações Geração de

Leia mais

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial De acordo com a organização norte-americana Instrument Society of America -

Leia mais

Instrumentação Industrial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora)

Instrumentação Industrial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora) 6395 - Instrumentação Industrial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora) Aula 1 Capítulo 1 - Conceitos Básicos de Instrumentação Industrial 1.1. Processo...... 23 1.2. Classificações dos Processos Industriais......

Leia mais

I NST R UM ENTAÇÃO I N D UST RI AL EN G3 5 01 P RO F ª. L ET Í CI A CHAV ES FO NSECA

I NST R UM ENTAÇÃO I N D UST RI AL EN G3 5 01 P RO F ª. L ET Í CI A CHAV ES FO NSECA Medição INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL ENG3501 PROFª. LETÍCIA CHAVES FONSECA Medição 1. INTRODUÇÃO 2. CONCEITOS DE PRESSÃO 3. DISPOSITIVOS DE MEDIÇÃO DE PRESSÃO 4. BIBLIOGRAFIA 2 1. Introdução Medição de pressão

Leia mais

Física Parte 2. Fórmulas para obtenção das grandezas: 1.Superfície 2.Volume 3.Densidades 4.Vazão 5.Pressão 6.Teorema de Pascal 7.

Física Parte 2. Fórmulas para obtenção das grandezas: 1.Superfície 2.Volume 3.Densidades 4.Vazão 5.Pressão 6.Teorema de Pascal 7. Física Parte 2 Fórmulas para obtenção das grandezas: 1.Superfície 2.Volume 3.Densidades 4.Vazão 5.Pressão 6.Teorema de Pascal 7.Empuxo Introdução A memorização de unidades para as diversas grandezas existentes

Leia mais

Válvula Globo de Assento Inclinado 2/2-vias para produtos até +180 C

Válvula Globo de Assento Inclinado 2/2-vias para produtos até +180 C Válvula Globo de Assento Inclinado /-vias para produtos até +1 C O Tipo pode ser combinado com... Altos níveis de vazão Amplo ciclo de vida útil Programa de opção modular universal até os cabeçotes de

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO - VÁLVULAS INSTRUMENTAÇÃO - VÁLVULAS

INSTRUMENTAÇÃO - VÁLVULAS INSTRUMENTAÇÃO - VÁLVULAS TIC B Sp E G Sc Spv TIPOS DE VÁLVULAS Os tipos de válvulas classificam-se em função dos respectivos tipos de corpos, e portanto, quando estivermos falando de tipos de válvulas deve-se subentender tipos

Leia mais

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas

Leia mais

Aula 23 Trocadores de Calor

Aula 23 Trocadores de Calor Aula 23 Trocadores de Calor UFJF/Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Prof. Dr. Washington Orlando Irrazabal Bohorquez Definição: Trocadores de Calor Os equipamentos usados para implementar

Leia mais

É uma interface Homem-Máquina em vários idiomas e trabalha em MS Windows 95, MS Windows NT4.0 e MS Windows 2000.

É uma interface Homem-Máquina em vários idiomas e trabalha em MS Windows 95, MS Windows NT4.0 e MS Windows 2000. Profibus PA PROFIBU-PA é a solução PROFIBU para automação de processos. Este protocolo conecta sistemas de automação e de controle de processos com instrumentos de campo, tais como transmissores de pressão,

Leia mais

MEDIDORES DE NÍVEL RESUMO 1 INTRODUÇÃO. Eloá Luis De Melo. Iana Larissa Pinto. Jéssica Franciele Pacheco Meireles. João Batista Rezende

MEDIDORES DE NÍVEL RESUMO 1 INTRODUÇÃO. Eloá Luis De Melo. Iana Larissa Pinto. Jéssica Franciele Pacheco Meireles. João Batista Rezende MEDIDORES DE NÍVEL Eloá Luis De Melo Iana Larissa Pinto Jéssica Franciele Pacheco Meireles João Batista Rezende Lorena Ribeiro Oliveira RESUMO Este trabalho apresenta os conceitos sobre medição de nível,

Leia mais

Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto

Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto 4 NÍVEL Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto 4.1 Medição Direta É a medição que tomamos como

Leia mais

1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo

1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo 1 1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo OBJETIVO: 1. Conhecer os instrumentos e equipamentos industriais. 2. Conhecer o funcionamento

Leia mais

Instrumentos de Temperatura 1. Instrumentação Industrial. Autor: Perez

Instrumentos de Temperatura 1. Instrumentação Industrial. Autor: Perez Instrumentos de Temperatura 1 Instrumentação Industrial Autor: Perez AULA III - Instrumentos de Temperatura Instrumentos de Temperatura 2 Objetivos Estudar Elementos e Transmissores de Temperatura Mais

Leia mais

Válvula Proporcional Limitadora de Pressão Pilotada Tipo DRE e ZDRE

Válvula Proporcional Limitadora de Pressão Pilotada Tipo DRE e ZDRE RP 29 175/11.2 Substitui: 1.99 Válvula Proporcional Limitadora de Pressão Pilotada Tipo DRE e ZDRE Tamanho Nominal 6 Série 1X Pressão máxima de operação 21 bar Vazão máxima L/min H/A 26/98 Tipo DRE 6-1X/...G2K...com

Leia mais

Teoria Princípio do Capacitor

Teoria Princípio do Capacitor Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.

Leia mais

MEDIDORES DE VAZÃO. Prof. Ruy Alexandre Generoso

MEDIDORES DE VAZÃO. Prof. Ruy Alexandre Generoso MEDIDORES DE VAZÃO Prof. Ruy Alexandre Generoso Definição Velocidade com que um fluido passa por uma determinada seção de uma tubulação ou canal. Corresponde à taxa de escoamento de algum material transportado

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente.

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Conservação da Massa A massa, assim como a energia, é uma propriedade que se conserva,

Leia mais

Transmissor de Pressão Diferencial NP800H

Transmissor de Pressão Diferencial NP800H Transmissor de Pressão Diferencial NP800H MANUAL DE INSTRUÇÕES V2 DESCRIÇÃO O transmissor inteligente NP800H é utilizado na medição e monitoração de pressão diferencial em ambientes agressivos, onde além

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. vazão. Professor Miguel Neto

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. vazão. Professor Miguel Neto INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE vazão Professor Miguel Neto Conceito de vazão Definição: É a quantidade de fluido que passa atravésdeumaseçãodeumatubulação ou canal por unidade de tempo. Q=vazão V=velocidade

Leia mais

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas Hardware Básico Refrigeração Professor: Wanderson Dantas Ventoinhas Ventoinhas são pequenos ventiladores que melhoram o fluxo de ar dentro do computador, trazendo ar frio para dentro do computador e removendo

Leia mais

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle Utilização de Gás Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle PROCESSO INDUSTRIAL Variável Controlada: Temperatura Meio Controlado: Fluido Variável Manipulada: Vazão Agente de Controle: Vapor Malha de Controle

Leia mais

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Energia Solar Térmica Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Componentes de Sistemas Solares Térmicos Energia Solar Térmica - 2014

Leia mais