Geografia Energia. Maurinto
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- Flávio Meneses Amado
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1 Geografia Energia Maurinto
2 1951/ Estiagem No Brasil *JK Furnas MG (Rio Grande) Eletrobrás (Holding do Sist. Energético) Energia está sob controle Do capital externo. (Não investe) Empresas Geradoras (Federais) Empresas Distribuidoras (Estaduais)
3 1957/95 Década 70 e 80 Década de 90 Bi Campeão Mundial de Eletricidade Empréstimos Internacionais em nome das 3500 p/ empresas do KWh Setor Energético (U$ 50 Bi) Empréstimo FMI (Não investir em energia)
4 FHC (Ministro da Fazenda) Governo Itamar Perdão das dívidas cruzadas. ANEEL Sistema Estatal Cooperativo dá lugar ao Sistema Privado Concorrencial. *Termelétricas Reserva do Sistema
5 Eletrosul (RS) Belga CERJ Chilena ELETROPAULO Elektra CESP Paranapanema COELCE (CE) EUA COELPI Espanhóis COELBA LIGHT (RJ) EDF (Franceses( Franceses) (*Só 2% do lucro reinvestido)
6 Em 2001 Produção Consumo 5% CO 2% 5% SUL 27% 14% SE 46% 60% NE 15% 16% NORTE 10% 5%
7 Governo Brasileiro apostou: 1. Real e Dólar manteriam a paridade durante muito tempo. 2. Petróleo e Gás Natural continuariam baratos. 3. Grandes investimentos estrangeiros despejariam dólares no setor.
8 Brasil Matriz Energética Hidrelétricas 92% Fontes de Energia Nuclear 1% Term elétrica 7% Nuclear Term elétrica Hidrelétricas Década de Outras 0% Termonuclea r 2% Termelétrica 18% Outras Termonuclear Termelétrica Hidrelétricas 80% Hidrelétricas
9 Fontes tradicionais Hidrelétricas: Positivo: Fonte Renovável. Não poluía atmosfera. Brasil tem riqueza de rios de planalto. Negativo: Tempo de construção (5,5 a 7 anos em média). Custo de instalação elevado. Possibilidade de agressão ao meio ambiente. Dependência de fatores climáticos (chuvas).
10 Termelétricas (Carvão, Biomassa, Lenha, Gás natural, petróleo...) Positivo: Tempo de Instalação (1,5 a 2 anos) Obs.: Em caso de emergência como no Brasil de Custo de instalação menor que as hidrelétricas. Negativo: É a alternativa que mais polui a atmosfera. Recurso não renovável.
11 Nuclear Positivo: Negativo: Flexibilidade de localização das Usinas. Considerada uma energia limpa. Abundância de Urânio. Independe de fatores climáticos. Possibilidade de vazamento. (ex.: Chernobyl / Ucrânia (1986)) Onde armazenar o lixo atômico?
12 Fontes alternativas Solar Eólica (ex.: Serra do Rio do Rastro (SC) e Parque Eólico de Osório (RS) ). Geotérmica Maremotriz Biodiesel
13 Petróleo (Bacia Sedimentar- era mesozóica) 1938 Criação do Conselho Nacional do Petróleo (Década de 40/50 Campanha O Petróleo é nosso ) Criação da Petrobrás Monopólio Estatal: Pesquisa Extração Refino Distribuição Comércio Guerra do Yom Kippur Crise do Petróleo e Onda inflacionária no Brasil e no Mundo Pró Álcool Contratos de Risco Criação da ANP (Agência Nacional do Petróleo) Quebra do Monopólio Estatal Brasil produzia 50% do petróleo que consumia. (94 milhões hab.) Brasil produzia 80% do petróleo que consumia. (138 milhões hab.) Brasil auto-suficiente em Petróleo.
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17 Obs.: Em 1997 a lei determina o fim da exclusividade estatal (Petrobrás). O monopólio do Estado sobre o petróleo não terminou. O Estado é responsável pela prospecção, lavra, refino, importação, transporte de óleo bruto.
18 CARVÃO Bacias Sedimentares (era paleozóica) Hemisfério Norte ~ 80% Hemisfério Sul ~ 20% BRASIL Depressão da Borda Leste da Bacia do Paraná (SP, PR e SC). Depressão Central (RS).
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21 Reservas 1º SC (Vale do Rio Tubarão) (Criciúma, Siderópolis, Tubarão, Capivari de Baixo...). 2º RS (Vale do Jacuí...até Candiota-Campanha Charqueadas, São Jerônimo, Butiá, Arroio dos Ratos, Cachoeira do Sul...). 3º PR (Vale do Rio das Cinzas). Produção: 1º Santa Catarina 2º Rio Grande do Sul 3º Paraná
22 Somente o carvão de SC era utilizado nas siderúrgicas. (Coqueificável) Nos último anos com a retirada dos subsídios governamentais, a produção de aço passou a utilizar carvão vegetal (extraído do cerrado brasileiro). A utilização do carvão mineral na produção de energia, pós a crise energética em 2001, tem aumentado significativamente.
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