Explicação do programa:
|
|
|
- Luna Paiva Maranhão
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Disciplina: Introdução à Programação. IPRJ/UERJ Professora: Sílvia Mara da Costa Campos Victer Índice: Aula10 Sub-rotina: Em algoritmos Em C Sub-rotinas subprograma - programação modularizada Definição: As sub-rotinas são blocos de instruções que realizam tarefas específicas. O código de um subprograma é carregado uma vez e executado várias vezes. O problema pode ser subdividido em pequenas tarefas, com isso os programas tendem a ficar menores e mais organizados. Os programas em geral são executados linearmente, uma linha após a outra, até o fim. Mas quando usamos sub-rotinas, é possível realizar desvios na execução dos programas. Estes desvios são efetuados quando uma função é chamada pelo programa principal. Exemplo: Explicação do programa: Objetivo desse algoritmo: receber o valor do salário de um funcionário e calcular o novo salário. Para resolver este problema, utilizou-se o programa principal (bloco de instruções entre as linha 1 e 7) e uma sub-rotina (bloco de instruções entre as linhas 8 e 13). 1
2 Este exemplo mostra a utilização de uma sub-rotina que recebe um parâmetro (o valor atual do salário) e que, ao final, retorna um valor (aumento que será dado ao salário) para quem a chamou. Porém, as sub-rotinas podem não receber parâmetros nem retornar valor. Qual a diferença entre variáveis locais e globais? Variáveis locais: variáveis declaradas dentro das sub-rotinas. As variáveis locais recebem este nome porque podem ser utilizadas apenas dentro da sub-rotina. Quando a execução desta chega ao fim, essas variáveis são destruídas e seus conteúdos são perdidos. Variáveis globais: variáveis declaradas fora de qualquer sub-rotina. As variáveis globais recebem este nome porque qualquer ponto do programa, incluindo as sub-rotinas, pode utilizá-las. Elas são destruídas quando a execução do programa chega ao fim. Obs: não é aconselhável a utilização excessiva de variáveis globais, pois torna difícil a manutenção e a busca por erros nos programas. Sub-rotinas em C/C++ (funções) Modularização - Recurso das linguagens de programação particionar um programa em sub-rotinas bastante específicas. Um programa escrito na linguagem C/C++ tem, no mínimo, uma função chamada main, que indica o início da execução. Existe um série de outras funções predefinidas, por exemplo: clrscr(), gets(), strcpy(), printf(), scanf(), pow(), etc. Estas funções são adicionadas aos programas pela diretiva #include, no momento da linkedição. O usuário pode criar quantas funções quiser, dependendo do problema que estiver sendo resolvido pelo programa. As funções podem, quando houver necessidade, receber valores externos, chamados parâmetros, e também podem devolver algum valor produzido para o ambiente externo, denominado retorno. Os parâmetros são representados por uma lista de variáveis colocadas dentro de parênteses, logo após o nome da função. Caso haja retorno, a última linha da função deverá incluir o comando return, seguido do valor ou variável que será devolvido a quem chamou a função. O tipo do 2
3 valor retornado deverá ser exatamente igual ao tipo informado antes do nome da função. A palavra void deverá ser digitada caso a função não retorne valor. Tipos de funções 1- Funções sem passagem de parâmetro e sem retorno. Este é o tipo mais simples de função, pois não recebe nenhuma informação no momento de sua chamada e também não repassa nenhum valor para quem a chamou. Exemplo: Explicação do programa A execução sempre começa pela função main. A execução se inicia na linha 13. Na linha 15, existe uma chamada à função soma, onde o fluxo da execução é desviado para a linha 3. Depois são executada as linhas 4 até 11. Quando a execução atinge a linha 12, a marca de final da função é encontrada. Neste momento, o fluxo da execução retorna para a linha 16, exatamente abaixo de onde ocorreu o desvio para a função soma. Na linha 16 está a marca de finalização da função main, e o programa é concluído. OBS_1: no momento em que a função soma foi chamada, na linha 15, nenhum valor ou variável foi colocado entre parênteses, indicando que não houve passagem de parâmetros. OBS_2: dentro da função soma não foi utilizado o comando return, indicando que ela não retornou nenhum valor para quem a chamou, logo, o seu tipo é void. Fazer: Exercícios 1, 6. 3
4 2- Funções com passagem de parâmetros e sem retorno. Este tipo de função é representado por aquelas que recebem valores no momento em que são chamadas (parâmetros), mas que, no final, não devolvem valor para quem a chamou (retorno). Exemplo: Explicação do programa: A execução do programa sempre começa pela função main. A execução iniciou-se na linha 9. Em seguida, são executadas sequencialmente as linhas 10 até 14. Nas linha 12 e 14, dois valores são recebidos e armazenados nas variáveis n1 e n2. Serão executadas então as linhas 3 a 8, onde está a marca de encerramento da função. O fluxo de execução retorna à função main, na linha 16, imediatamente abaixo do ponto de chamada da função calcula_media. A execução do programa é concluída. OBS_1: no momento em que a função calcula_media foi chamada, na linha 15, duas variáveis foram colocadas entre parênteses, indicando que houve passagem de parâmetros. Os valores delas são copiados para as variáveis numero 1 e numero 2, descrita no cabeçalho da função, na linha 3. OBS_2: na função calcula_media, não foi utilizado o comando return, indicando que ela não retornou valor para quem a chamou. Logo, seu tipo foi definido como void. Fazer: Exercício 4 3- Funções sem passagem de parâmetros e com retorno Este tipo de função é representado por aquelas que não recebem valores no momento em que são chamadas (parâmetros), mas que, no final, devolvem um valor para quem as chamou (retorno). 4
5 Exemplo: A execução do programa começa pela função main (sempre). A execução tem início na linha 12. Continua na linha 13. Na linha 14, o fluxo de execução é desviado para a função multiplicação, na linha 3. As linhas 3 a 10 são executadas. Ao chegar à linha 10, o comando return é encontrado. Isto significa que a execução da função chegou ao fim e que o conteúdo da variável produto será devolvido para quem a chamou. O fluxo de execução retorna à função main, na linha 14. O valor retornado é atribuído à variável resposta. As linhas 15,16 e 17 são executadas. Fim do programa. OBS_1: no momento em que a função multiplicação foi chamada, na linha 14, nenhum valor ou variável foi colocada entre parênteses, o que indica que não houve passagem de parâmetros. OBS_2: na função multiplicação foi utilizado o comando return produto, significa que o valor da variável produto foi devolvido a quem a chamou. Logo, o tipo da função é float, exatamente igual ao tipo do valor retornado. 4- Funções com passagem de parâmetro e com retorno Este tipo de função é representado por aquelas que recebem valores no momento em que são chamadas (parâmetros) e que, no final, devolvem um valor para quem a chamou (retorno). Exemplo: 5
6 Explicação do programa: 1- A execução do programa começa pela função main (sempre), na linha As linhas 10, 11,12,13,14 e 15 são executadas sequencialmente. 3- Nas linhas 13 e 15 dois valores são recebidos e armazenados nas variáveis n1 e n2, respectivamente. 4- Na linha 16, o fluxo de execução é desviado para a função divisão, com os valores das variáveis n1 e n2. 5- As linhas 3,4, e 5 são executadas. 6- Na linha 6, o comando return é encontrado. 7- A execução da função termina. 8- O conteúdo da variável q será devolvido para quem a chamou. 9- Na linha 16, o fluxo da execução retorna à função main e o valor retornado é atribuído à variável resposta. 10- As linhas 17, 18 e 19 são executadas. 11- Término do programa. OBS_1: quando a função divisão foi chamada, na linha 16, duas variáveis foram colocada entre parênteses, indicando que houve passagem de parâmetros. Assim, os valores destas variáveis são copiados, respectivamente, para a variáveis dividendo e divisor, descritas no cabeçalho da função, na linha 3. OBS_2: na função divisão foi utilizado o comando return q, indicando que o valor da variável q será devolvido a quem a chamou. Portanto, o tipo da função é, exatamente igual ao tipo do valor retornado. Fazer: Exercícios 2, 3, 5, 7. 6
7 Protótipo de função Em qualquer programa, podemos escrever funções antes ou depois da função main. Caso as funções sejam escritas abaixo da função main, devemos fazer uso dos protótipos de função. Definição: Protótipo de uma função é uma linha exatamente igual ao cabeçalho da função (terminando com um ponto-e-vírgula) que sempre deverá ser escrita antes da função main. Essa linha é responsável por informar ao compilador quais outras funções serão encontradas ao término da função main. Exemplo: 7
8 Passagem de parâmetros por valor Significa que a função trabalhará com cópia dos valores passados no momento de sua chamada. Exemplo: Representação gráfica: Explicação do programa Supor que os valores armazenados nas variáveis x e y, pela execução das linhas 7 e 9, sejam, respectivamente, 5 e 3. Quando a linha 10 é executada, esses valores são copiados para as variáveis a e b (pertencentes a função soma_dobro). Nas linhas 17 e 18 os valores de a e b são multiplicados por 2. Na linha 19 é feita a soma. O resultado dessa soma é devolvido à função main pela execução da linha 20, onde o valor calculado recai sobre a variável res (retorno à linha 10). Quando a função soma_dobro chega ao fim, as variáveis a, b e soma são destruídas e, portanto, as alterações realizadas pelas multiplicações por 2 são perdidas, ou seja, x continua valendo 5 e y continua valendo 3. 8
9 Passagem de parâmetros por referência Significa que os parâmetros passados para uma função correspondem a endereços de memória ocupados por variáveis. Toda vez que for necessário acessar determinado valor, isso será feito por meio de referência, ou seja, apontamento ao seu endereço. Representação gráfica: Explicação do programa Nas linhas 7 e 9 são lidos, respectivamente, os valores para as variáveis x e y (no exemplo, supor que x=5 e y=3). Quando a função soma_dobro é chamada, na linha 10, são passados como parâmetros para a função os endereços de memória ocupados pelas variáveis x e y 9
10 (isso é feito pelo operador & que obtém o endereço de memória de uma variável), ou seja, do exemplo, os valores 800 (endereço ocupado por x) e 300 (endereço ocupado por y). Os valores que recaem sobre as variáveis a e b (da função) são, respectivamente, 800 e 300 (isto é correto, já que a e b são ponteiro do tipo int). Nas linhas 16 e 17, os valores 5 e 3 são multiplicados por 2. Neste momento ocorre a referência aos endereços de memória 800 e 300, para que sejam obtidos os valores iniciais e, após a realização das multiplicações, os valores sejam alterados. Dessa forma, no endereço 800 passamos a ter o valor 10, e no endereço 300 passamos a ter o valor 6. Na linha 18, é realizada a soma dos valores que estão nos endereços especificados por a e b (que já foram multiplicados por 2). Na linha 19, o resultado da soma é devolvido à função main, recaindo sobre a variável res (linha10) e encerrando a função soma_dobro. Quando a função soma_dobro chega ao fim, as variáveis a,b e soma são destruídas. Entretanto, as alterações decorrentes das multiplicações feitas são mantidas, pois cada alteração fez referência a endereços de memória que estavam fora da área destinada à função. Assim, após a função soma_dobro, o valor de x será 10 e o de y, 6. Observações: A linguagem C/C++ não permite que vetores e matrizes sejam passados na íntegra como parâmetro para uma função. Deve-se passar apenas o endereço da posição inicial do vetor ou da matriz. Esse endereço é obtido utilizando-se o nome do vetor (ou da matriz) sem o índice entre colchetes. É possível passar um vetor para uma função somente se essa passagem for por referência. Exemplo: 10
11 Fazer: Exercício 8 Perguntas: 1- O que são sub-rotinas? 2- O que significa modularização? 3- Para que serve o comando return? 4- O que são parâmetros de funções? como são representados? 5- O que significa o tipo void usado em funções? 6- Quais são os quatro tipos de funções existentes? Explique dois tipos. 7- O que significa modularização? 8- Explique cada algoritmo apresentado. 9- Qual a diferença entre variáveis locais e globais? 11
12 10- Para que serve o comando return? 11- Para que serve o comando void? 12- O que é protótipo de função? Quando devemos usá-lo? 13- O que significa passagem de parâmetros por valor? Dê um exemplo. 14- O que significa passagem de parâmetros por referência? Dê um exemplo. 15- Como é feita a passagem de um vetor para uma função? Exercícios: 1) Faça um programa contento uma sub-rotina que retorne 1 se o número digitado for positivo ou 0 se for negativo. 2) Faça um programa que receba dois números positivos por parâmetro e retorne a soma dos N números existentes entre eles. 12
13 3) Crie uma função que receba três números inteiros a,b e c, sendo a maior que 1. A função deverá somar todos os inteiros entre b e c que sejam divisíveis por a (inclusive b e c) e retornar o resultado para a função principal. 4) Faça uma função que receba como parâmetro um inteiro no intervalo de 1 a 9 e mostre a seguinte tabela de multiplicação (neste exemplo, n=9). 13
14 5) Elabore um programa contendo uma sub-rotina que receba as três notas de um aluno como parâmetros e uma letra. Se a letra for A, a sub-rotina deverá calcular a média aritmética das notas do aluno; se for P, deverá calcular a média ponderada, com pesos 5, 3 e 2. A média calculada deverá ser devolvida ao programa principal para, então, ser mostrada. 6) Faça uma sub-rotina que leia cinco valores inteiros, determine e mostre o maior e o menor deles. 14
15 7) Crie uma sub-rotina que receba como parâmetro um valor inteiro e positivo N e retorne o valor de S, obtido pelo seguinte cálculo: 8) Elabore uma sub-rotina que retorne ao programa principal um vetor com os três primeiros números perfeitos. Um número é perfeito quando é igual à soma de seus divisores (exceto ele mesmo). Exemplo: os divisores de 6 são: 1, 2 e 3, e 1+2+3=6. Logo, ele é perfeito. 15
16 16
17 9) Faça uma sub-rotina que receba um vetor A de dez elementos inteiros como parâmetro. Ao final dessa função, deverá ter sido gerado um vetor B contendo o fatorial de cada elemento de A. O vetor B deverá ser mostrado no programa principal. 10) Faça uma sub-rotina que receba como parâmetro um vetor A com cinco números reais e retorne esses números ordenados de forma crescente. 17
18 11) 18
19 12) 19
20 Outros exercícios propostos: 20
21 Livros: 1- Fundamentos da Programação. Ascencio, Ana/Campos, Edilene C completo e total. Herbert Schildt 3- Programando em C. Schaum McGraw-Hill 21
Linguagem C (Funções)
1. Sub-Rotinas em Linguagem C/C++ Um importante recurso apresentado nas linguagens de programação é a modularização, onde um programa pode ser particionado em sub-rotinas bastante específicas. A linguagem
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Eduardo 1 1 MODULARIZAÇÃO
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Eduardo 1 1 MODULARIZAÇÃO A identificação de problemas mais complexos resultará no desenvolvimento de algoritmos também mais complexos para resolve-os. Uma abordagem
2ª Licenciatura AED1 e PC1 Prof. Eduardo 1 1 MODULARIZAÇÃO
2ª Licenciatura AED1 e PC1 Prof. Eduardo 1 1 MODULARIZAÇÃO A identificação de problemas mais complexos resultará no desenvolvimento de algoritmos também mais complexos para resolve-os. Uma abordagem eficiente
LINGUAGEM C: FUNÇÕES FUNÇÃO 08/01/2018. Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa.
LINGUAGEM C: FUNÇÕES Prof. André Backes FUNÇÃO Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa. printf(): função que escreve na tela scanf(): função que lê o teclado
Disciplina: Introdução a Programação. IPRJ/UERJ Professora: Sílvia Mara da Costa Campos Victer. Índice: Aula1 - Introdução Programa Algoritmo
Disciplina: Introdução a Programação. IPRJ/UERJ Professora: Sílvia Mara da Costa Campos Victer Índice: Aula1 - Introdução Programa Algoritmo Aula 2 - Variáveis Tipos de dados Identificadores Aula 3 - Programação
LINGUAGEM C: FUNÇÕES FUNÇÃO 04/07/2017. Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa.
LINGUAGEM C: FUNÇÕES Prof. André Backes FUNÇÃO Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa. printf(): função que escreve na tela scanf(): função que lê o teclado
Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação
Algoritmos e Introdução à Programação Lógica e Linguagem de Programação Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] http://softwarelivre.org/zenorato Funções e Procedimentos (sub-rotinas)
ALGORITMOS I. Procedimentos e Funções
Procedimentos e Funções Jaime Evaristo (http://professor.ic.ufal.br/jaime/) Slide 1 MÓDULOS São blocos de instruções que realizam tarefas específicas. Carregado uma vez e pode ser executado quantas vezes
Linguagem C Funções. André Tavares da Silva.
Linguagem C Funções André Tavares da Silva [email protected] Funções É uma coleção de comandos identificados por um nome (identificador); As funções executam ações e podem retornar valores; main, printf
Sub Rotinas. Estrutura de Dados. Prof. Kleber Rezende
Sub Rotinas Estrutura de Dados Prof. Kleber Rezende Considerações Iniciais Uma dos métodos mais comuns e amplamente utilizados em programação de computadores é o Top-Down. Nesta abordagem um problema é
Programação: Vetores
Programação de Computadores I Aula 09 Programação: Vetores José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/62 Motivação Problema Faça um programa que leia
Programação em C. Variáveis e Expressões. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Programação em C Variáveis e Expressões DCA0800 Algoritmos e Lógica de Programação Heitor Medeiros Florencio
Modularidade - Fun ções e Procedimentos
Modularidade - Fun ções e Procedimentos José Gustavo de Souza Paiva Problema Em diversas situa ções, é preciso executar uma tarefa específica diversas vezes em um programa, variando apenas os dados de
As funções são blocos de instruções que facilitam o entendimento do código. Sua sintaxe é:
Linguagem C-Funções Objetivos No primeiro capítulo foi dito que um programa em C pode ser composto de uma ou mais funções, sendo que a única obrigatória é main (). Agora, estudaremos como utilizar outras
Linguagem C. André Tavares da Silva.
Linguagem C André Tavares da Silva [email protected] Variáveis Posição nomeada de memória que é usada para guardar um valor que pode ser modificado pelo programa. Todas as variáveis devem ser
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: funções
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: funções Prof. Renato Pimentel 1 Subprogramas Subprograma: programa que auxilia o programa principal na realização de uma determinada
Vetores. e o programa deverá ler os valores separadamente:
Vetores Vetor é um tipo de dado usado para representar uma certa quantidade de variáveis de valores homogêneos (do mesmo tipo). Imagine o seguinte problema: calcular a média das notas da prova de 5 alunos.
Introdução a Programação de Jogos
Introdução a Programação de Jogos Aula 03 Introdução a Linguagem C Edirlei Soares de Lima Estrutura de um Programa C Inclusão de bibliotecas auxiliares: #include Definição
Linguagem C vetores. IF61A/IF71A - Computação 1 Prof. Leonelo Almeida. Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Linguagem C vetores IF61A/IF71A - Computação 1 Prof. Leonelo Almeida Universidade Tecnológica Federal do Paraná Até agora... Introdução à linguagem C Estrutura de um programa Escrita e execução do primeiro
Computação 2. Diego Addan Aula 3. Funções
Computação 2 Aula 3 Funções Diego Addan [email protected] Funções Função é um subprograma que auxilia o programa principal através da realização de uma determinada subtarefa. As funções são chamados
Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação
Algoritmos e Introdução à Programação Lógica e Linguagem de Programação Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] http://softwarelivre.org/zenorato/honoratonunes Linguagem C Seleção
Linguagem C: Introdução
Linguagem C: Introdução Linguagem C É uma Linguagem de programação genérica que é utilizada para a criação de programas diversos como: Processadores de texto Planilhas eletrônicas Sistemas operacionais
ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo
ponteiros INF1005 -- Programação I -- 2016.1 Prof. Roberto Azevedo [email protected] ponteiros tópicos o que são ponteiros operadores usados com ponteiros passagem de ponteiros para funções referência
Programação C/C++ Slide 5 Nielsen Castelo Damasceno
Programação C/C++ Slide 5 Nielsen Castelo Damasceno Programação estruturada Programação estruturada Programação estruturada Programação estruturada Programação estruturada vetores vetores vetores vetores
Variáveis, Tipos de Dados e Operadores
! Variáveis, Tipos de Dados e Operadores Engenharias Informática Aplicada 2.o sem/2013 Profa Suely (e-mail: [email protected]) VARIÁVEL VARIÁVEL É um local lógico, ligado a um endereço físico da memória
Disciplina de Algoritmos e Programação
Disciplina de Algoritmos e Programação Aula Passada Prática com declaração e inicialização de variáveis Capacidade de representação (estouro de representação) Tamanho ocupado pela variável na memória (comando
LP II Estrutura de Dados
LP II Estrutura de Dados Linguagem C Seleção e Repetição Prof. José Honorato F. Nunes [email protected] Resumo da aula Estruturas de Seleção Simples Composta Aninhada Estruturas de
Estrutura de dados 2. Ponteiro. Prof. Jesuliana N. Ulysses
1 3 Estrutura de dados 2 Ponteiro Ponteiro 2 O ponteiro é um tipo de dado como int, char ou float. A diferença do ponteiro ponteiro guardará um endereço de memória. Por meio deste endereço pode-se acessar
Introdução aos Algoritmos
Introdução aos Algoritmos Aula 05 Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa http://www2.ufersa.edu.br/portal/professor/diogopedrosa [email protected] Universidade Federal Rural do Semiárido Bacharelado
Métodos Computacionais. Funções, Escopo de Variáveis e Ponteiros
Métodos Computacionais Funções, Escopo de Variáveis e Ponteiros Tópicos da Aula Hoje vamos detalhar funções em C Escrevendo funções Comando return Passagem de argumentos por valor Execução de uma função
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Primeiro programa em C #include int main() { int num1, num2, result; scanf("%d",&num1); scanf("%d",&num2); result = num1 + num2; printf("%d",
Programação Básica. Estrutura de um algoritmo
Programação Básica Estrutura de um algoritmo Código-fonte Como vimos na aula anterior um algoritmo pode ser representado usando um fluxograma Um algoritmo pode também ser representado usando texto Esse
DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação
Ponteiros e Funções Funções ou sub-rotinas são parcelas de código que podem ser invocadas a partir do programa principal ou até mesmo por outras sub-rotinas. Elas têm como objetivo a execução de uma tarefa
Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica
Estruturas de Dados Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica 1/9/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora
Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões.
1 Estruturas da linguagem C 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. Identificadores Os identificadores seguem a duas regras: 1. Devem ser começados por letras
Comandos de Entrada. Lógica de Programação. Prof. Kleber Rezende
Comandos de Entrada Lógica de Programação Prof. Kleber Rezende Considerações Iniciais Da mesma maneira que necessitamos enviar informações de dentro do algoritmo para a tela do computador também necessitamos
#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C
#include Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C ANTES DO C ERA A LINGUAGEM B B foi essencialmente uma simplificação da linguagem BCPL. B só tinha um tipo de dado, que
LINGUAGEM C: ARRAY: VETORES E MATRIZES
LINGUAGEM C: ARRAY: VETORES E MATRIZES Prof. André Backes POR QUE USAR ARRAY? As variáveis declaradas até agora são capazes de armazenar um único valor por vez. Sempre que tentamos armazenar um novo valor
Alocação Dinâmica em C
Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Alocação Dinâmica em C Profa Rosana Braga Adaptado de material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara
SUB-ROTINAS (PROCEDIMENTOS E FUNÇÕES)
SUB-TAS (EDMETS E FUÇÕES) Uma sub-rotina é qualquer bloco de código agrupado com fins de reutilização (no mesmo programa ou em outro programa) e organização Também chamadas de subprogramas, as sub-rotinas
Aula 03 - Linguagem C
Aula 03 - Linguagem C Disciplina: Algoritmos Prof. Allbert Velleniche de Aquino Almeida E-mail: [email protected] Site: http://www.allbert.com.br /allbert.almeida Histórico O C nasceu na
Módulos ou Subrotinas: PARTE II. Criando seus próprios módulos
Módulos ou Subrotinas: PARTE II Criando seus próprios módulos Objetivos da Aula Compreender a necessidade e a importância de modularizar Aprender a criar e utilizar (chamar) seus próprios módulos Refletindo...
Vetores e Matrizes. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Conceito. Variáveis Compostas Homogêneas. Matriz
Variáveis Compostas Homogêneas São conhecidas na linguagem C como matrizes. Vetores e es É um conjunto de variáveis do mesmo tipo, acessíveis com um único nome e armazenadas de forma contínua na memória.
4ª Lista de Exercícios de Programação I
4ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C. 1. Faça um algoritmo que leia 10 valores inteiros armazenando-os em um vetor e depois calcule a soma dos valores
CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 19. Netbeans - Linguagem JAVA - Vetores - Matrizes - Métodos
CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 19 Netbeans - Linguagem JAVA - Vetores - Matrizes - Métodos Introdução a Java Por qual motivo utilizar vetor? Vetores Há um problema onde o diretor de uma escola deseja
Ponteiros de Variáveis
Ponteiros de Variáveis C++ permite o armazenamento e a manipulação de valores de endereços de memória. Para cada tipo existente, há um tipo ponteirocapaz de armazenar endereços de memória em que existem
Parte I - Expressões lógicas e operadores
Lista de Exercícios de Algoritmos e Laboratório de Programação - 01 Parte I - Expressões lógicas e operadores 1. Sendo A=3, B=7 e C=4, informe se as expressões abaixo são verdadeiras ou falsas. a) (A+C)
Capítulo 1: Introdução à Linguagem C. Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática
Capítulo 1: Introdução à Linguagem C Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática Programa Programa é um algoritmo escrito em uma linguagem de programação. No nosso caso, a linguagem C.
Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação
Algoritmos e Introdução à Programação Lógica e Linguagem de Programação Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] http://softwarelivre.org/zenorato/honoratonunes Linguagem C Prof.
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros 2 Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros: introdução Toda a informação
Aula 9 Oficina de Programação Matrizes. Profa. Elaine Faria UFU
Aula 9 Oficina de Programação Matrizes Profa. Elaine Faria UFU - 26 Variáveis Compostas Homogêneas O que uma variável composta homogênea? - Conjunto de variáveis do mesmo tipo - É chamada de forma geral
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - CENTRO 06. Funções, variáveis, parâmetros formais
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - CENTRO 06 Disciplina: Linguagem de Programação C Profª Viviane Todt Diverio Funções, variáveis, parâmetros formais
Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes
Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes [email protected] Resumo da aula Introdução Variáveis Tipos de dados Operadores e Expressões: Operadores
Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples
SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples Prof. Vanderlei Bonato: [email protected] Prof. Claudio Fabiano Motta Toledo: [email protected]
4ª Lista de Exercícios de Programação I
4ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C. 1. Faça um algoritmo que leia 10 valores inteiros armazenando-os em um vetor e depois calcule a soma dos valores
3ª Lista de Exercícios de Programação I
3ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C, apoiadas por representação em algoritmo para planejamento. 1. Desenvolva um programa que leia dois valores a
Funções em C. Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto. Linguagem de Programação Estruturada I. Universidade Federal do Paraná
em C Linguagem de Programação Estruturada I Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná Sumário Funções: Conceitos; Forma Geral das funções; Regras de Escopo; Argumentos
INFORMÁTICA APLICADA AULA 03 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO C++
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: Bacharelado em Ciências e Tecnologia INFORMÁTICA APLICADA AULA 03 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO C++ Profª ª Danielle Casillo OPERADORES Um operador é um símbolo
LISTA DE EXERCÍCIOS - ro. 04
USP ICMC SSC SSC0100 - Introdução à Ciência da Computação I (Prática) Professor responsável: Fernando Santos Osório Semestre: 2009/1 Horário: Terça 14h20 (Turma A2) E-mail: fosorio.at. icmc.usp.br fosorio.at.
Universidade Federal de Goiás Bacharelado em Ciências da Computacão Compiladores
Universidade Federal de Goiás Bacharelado em Ciências da Computacão Compiladores 2013-2 Compilador para a Linguagem Cafezinho Especificação dos trabalhos: T2 (Geração da Representação Intermediária e Análise
Aula 25: Funções com Arrays
CI208 - Programação de Computadores Aula 25: Funções com Arrays Prof. MSc. Diego Roberto Antunes [email protected] www.inf.ufpr.br/diegor Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento
Noções de algoritmos - Aula 1
Noções de algoritmos - Aula 1 Departamento de Física UFPel Definição de algoritmo Sequência ordenada e finita de operações para a realização de uma tarefa. Tarefa: Experimento de Física I. Passo 1: Reunir
Tipos Básicos. Operadores de Incremento e Decremento. Operador Sizeof. Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas
Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 03/03/2010 Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa
Aula 14: Funções Passagem de Parâmetros por Referência
CI208 - Programação de Computadores Aula 14: Funções Passagem de Parâmetros por Referência Prof. MSc. Diego Roberto Antunes [email protected] www.inf.ufpr.br/diegor Universidade Federal do Paraná Setor
CCO 016 / COM 110 Fundamentos de Programação
CCO 016 / COM 110 Fundamentos de Programação Prof. Roberto Affonso da Costa Junior Universidade Federal de Itajubá AULA 05 Entrada de dados Leia scanf Entrada dos dados Entrada de dados compreende a operação
Fig. 1: Ilustração de um exemplo de Modularização de um guindaste em suas partes Fonte: Internet
7. Modularização de Algoritmos No momento do desenvolvimento de um programa de computador, o programador terá de planejar a modularização de seu programa para que este fique mais transparente em suas estrutura
12 - Dados Estruturados Vetores, Matrizes e Strings
12 - Dados Estruturados Vetores, Matrizes e Strings Unesp Campus de Guaratinguetá Curso de Programação Computadores Prof. Aníbal Tavares Profa. Cassilda Ribeiro Ministrado por: Prof. André Amarante Vetores,
Linguagem C. Programação Estruturada. Modularização (Funções) Prof. Luis Nícolas de Amorim Trigo
Programação Estruturada Linguagem C Modularização (Funções) Prof. Luis Nícolas de Amorim Trigo [email protected] Sumário Introdução Por que usar funções? Escopo de Variáveis Declarando uma
GEQ Prof. Paulo R. Coelho. Lista para prova
GEQ007 2013 Prof. Paulo R. Coelho Lista para prova 7. Defina uma estrutura empregado para armazenar nome, data de nascimento, idade e salário de um empregado de uma empresa. Leia informações sobre 10 empregados
Linguagem C: funções e ponteiros. Prof. Críston Algoritmos e Programação
Linguagem C: funções e ponteiros Prof. Críston Algoritmos e Programação Funções Recurso das linguagens de programação que permite dar um nome para um conjunto de instruções Facilita a reutilização de algoritmos
Algoritmos e Estruturas de Dados. Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta
Algoritmos e Estruturas de Dados Prof. Marcelo Zorzan Profa. Melissa Zanatta Assuntos da Aula Alocação de Memória Alocação estática de memória Alocação dinâmica de memória Malloc, Calloc, Free, Realloc
