A LUTA CORPORAL PREFÁCIO MIGUEL CONDE
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- Isadora Vilaverde Gil
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1 A LUTA CORPORAL PREFÁCIO MIGUEL CONDE
2 Copyright 2017 by Ferreira Gullar Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em Capa e projeto gráfico Elaine Ramos Preparação Livia Deorsola Revisão Marina Nogueira Huendel Viana Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (cip) Câmara Brasileira do Livro, sp, Brasil Gullar, Ferreira, A luta corporal / Ferreira Gullar ; prefácio de Miguel Conde. 1a- ed. São Paulo : Companhia das Letras, isbn Poesia brasileira i. Conde, Miguel. ii. Título cdd Índice para catálogo sistemático: 1. Poesia : Literatura brasileira [2017] Todos os direitos desta edição reservados à editora schwarcz s.a. Rua Bandeira Paulista, 702, cj São Paulo sp Telefone: (11) facebook.com/companhiadasletras instagram.com/companhiadasletras twitter.com/ciadasletras
3 11 Prefácio Miguel Conde 29 As ásperas primaveras Ferreira Gullar 33 A LUTA CORPORAL ( ) 35 Sete poemas portugueses 37 Três 38 Quatro 39 Cinco 40 Seis 41 Sete 42 Oito 43 Nove 44 O anjo 46 Galo galo 49 A galinha
4 51 O mar intacto 53 P.M.S.L. 55 O trabalho das nuvens 58 As peras 60 A avenida 63 Um programa de homicídio 65 Carta do morto pobre 73 O cavalo sem sede 75 Os reinos inimigos 76 Os jogadores de dama 77 Ninguém sabe em que território de fogo 78 Um abutre no ar violento do quarto 79 Quando espanquei o garoto ossudo 80 Agora quis descer, e não havia chão 81 Os da terra 82 Vieste, Harry, Joe ou John
5 83 Os seres riem num espaço de luzes concisas 84 O abismo da verdura 85 Aqui sentou-se o som, o opaco, som; aqui? 86 Deixa, os velhos soldados já estão secos 87 Eu habitante do vento 89 As revelações espúrias 91 Carta ao inventor da roda 93 Carta de amor ao meu inimigo mais próximo 94 The Sky Above Us 95 Denúncia ao comissário de bordo 97 Falsas confidências a um cofre de terra apreendido em Oklma 100 Machado 103 Os ossos do soluço 104 O soluço, a impersistência de Quéops
6 105 A fala 107 As crianças riem no esplendor das frutas, Vina 108 Falemos alto. Os peixes ignoram as estações e nadam 109 O culto do sol perdeu os homens; os restos de suas asas 110 Esta linguagem não canta e não voa 111 O teu mais velho canto 112 Fora, é o jardim, o sol o nosso reino 113 Um fogo sem clarão queima os frutos 114 Um fogo sem clarão cria os frutos deste campo 119 Movimento tão pouco é o ar 120 As cavernas jamais tocadas 121 O mito nos apura
7 122 Chão verbal 123 Flores diurnas, minhas feras 124 Sobre a poeira dos abraços 125 Na minha irascível pátria 126 As rosas que eu colho 127 Aranha 128 O quartel 129 O arsenal 134 Cerne claro, cousa 135 Há os trabalhos e (há) um sono inicial 136 Roçzeiral 140 O inferno 145 Finda o meu sol 147 Negror n origens 151 Sobre o autor
8 A LUTA CORPORAL ( )
9 SETE POEMAS PORTUGUESES
10 3 Vagueio campos noturnos Muros soturnos paredes de solidão sufocam minha canção A canção repousa o braço no meu ombro escasso: firmam-se no coração meu passo e minha canção Me perco em campos noturnos Rios noturnos te afogam, desunião entre meus pés e a canção E na relva diuturna (que voz diurna cresce cresce do chão?) rola meu coração 37
11 4 Nada vos oferto além destas mortes de que me alimento Caminhos não há Mas os pés na grama os inventarão Aqui se inicia uma viagem clara para a encantação Fonte, flor em fogo, que é que nos espera por detrás da noite? Nada vos sovino: com a minha incerteza vos ilumino 38
12 5 Prometi-me possuí-la muito embora ela me redimisse ou me cegasse. Busquei-a na catástrofe da aurora, e na fonte e no muro onde sua face, entre a alucinação e a paz sonora da água e do musgo, solitária nasce. Mas sempre que me acerco vai-se embora como se me temesse ou me odiasse. Assim persigo-a, lúcido e demente. Se por detrás da tarde transparente seus pés vislumbro, logo nos desvãos das nuvens fogem, luminosos e ágeis! Vocabulário e corpo deuses frágeis eu colho a ausência que me queima as mãos. 39
13 6 Calco sob os pés sórdidos o mito que os céus segura e sobre um caos me assento. Piso a manhã caída no cimento como flor violentada. Anjo maldito, (pretendi devassar o nascimento da terrível magia) agora hesito, e queimo e tudo é o desmoronamento do mistério que sofro e necessito. Hesito, é certo, mas aguardo o assombro com que verei descer de céus remotos o raio que me fenderá no ombro. Vinda a paz, rosa-após dos terremotos, eu mesmo juntarei a estrela ou a pedra que de mim reste sob os meus escombros. 40
14 7 Neste leito de ausência em que me esqueço desperta o longo rio solitário: se ele cresce de mim, se dele cresço, mal sabe o coração desnecessário. O rio corre e vai sem ter começo nem foz, e o curso, que é constante, é vário. Vai nas águas levando, involuntário, luas onde me acordo e me adormeço. Sobre o leito de sal, sou luz e gesso: duplo espelho o precário no precário. Flore um lado de mim? No outro, ao contrário, de silêncio em silêncio me apodreço. Entre o que é rosa e lodo necessário, passa um rio sem foz e sem começo. 41
15 8 Quatro muros de cal, pedra soturna, e o silêncio a medrar musgos, na interna face, põe ramos sobre a flor diuturna: tudo que é canto morre à face externa, que lá dentro só há frieza e furna. Que lá dentro só há desertos nichos, ecos vazios, sombras insonoras de ausências: as imagens sob os lixos no chão profundo de osgas vis e auroras onde os milagres são poeira e bichos; e sobretudo um tão feroz sossego, em cujo manto ácido se escuta o desprezo a oscilar, pêndulo cego; nada regula o tempo nessa luta de sais que ali se trava. Trava? Nego: no recinto sem fuga prumo e nível som de fonte e de nuvens, jamais fluis! Nem vestígios de vida putrescível. Apenas a memória acende azuis corolas na penumbra do impossível. 42
16 9 Fluo obscuro de mim, enquanto a rosa se entrega ao mundo, estrela tranquila. Nada sei do que sofro. O mesmo tempo que em mim é frustração, nela cintila. E este por sobre nós espelho, lento, bebe ódio em mim; nela, o vermelho. Morro o que sou nos dois. O mesmo vento que impele a rosa é que nos move, espelho! 43
17 O anjo O anjo, contido em pedra e silêncio, me esperava. Olho-o, identifico-o tal se em profundo sigilo de mim o procurasse desde o início. Me ilumino! todo o existido fora apenas a preparação deste encontro. 2 Antes que o olhar, detendo o pássaro no voo, do céu descesse até o ombro sólido do anjo, criando-o que tempo mágico ele habitava? 44
18 3 Tão todo nele me perco que de mim se arrebentam as raízes do mundo; tamanha a violência de seu corpo contra o meu, que a sua neutra existência se quebra: e os pétreos olhos se acendem; o facho emborcado contra o solo, num desprezo à vida arde intensamente; a leve brisa faz mover a sua túnica de pedra 4 O anjo é grave agora. Começo a esperar a morte. 45
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