CTB ESQUEMATIZADO (PARTE II)
|
|
|
- Ana Clara Bergler Deluca
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1
2 CTB ESQUEMATIZADO (PARTE II) PROF. MARCOS GIRÃO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (Capítulo II) Legislação de Trânsito para Concursos 2018 Prof. Marcos Girto 2
3 UNIÃO ESTADOS E DF MUNICÍPIOS 02/04/2018 CONCEITOS, OBJETIVOS E ESTRUTURA GERAL SNT - Objetivos e Estrutura Geral COORDENAÇÃO MÁXIMA DO SNT MINISTÉRIO DAS CIDADES DENATRAN CONTRAN DNIT JARI S DPRF ORGÃO OU ENT. MÁXIMO EXEC. DE TRÂNSITO DA UNIÃO ORGÃO OU ENT. NORMAT. E CONSULT. DE TRÂNSITO DA UNIÃO CÂMARAS TEMÁTICAS ORGÃO E ENT. MÁXIMO EXEC. RODOV. DE TRÂNSITO DA UNIÃO JARI S ORGÃO E ENT. EXEC. TRÂNSITO DOS ESTADOS E DF JARI S CETRAN S E CONTRANDIF E ORGÃO E ENT. EXEC. RODOV. DE TRÂNSITO DOS ESTADOS E DF JARI S POLICIAS MILITARES DOS ESTADOS E DF ORGÃO E ENT. EXEC. TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS JARI S ORGÃO E ENT. EXEC. RODOV. DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS JARI S 3
4 CONTRAN Órgão Máximo NORMATIVO de Trânsito Sede em Brasília 4
5 CONTRAN COMPETÊNCIAS: Criar Câmaras Temáticas Art. 13. As Câmaras Temáticas, órgãos técnicos vinculados ao CONTRAN, são integradas por especialistas e têm como objetivo estudar e oferecer sugestões e embasamento técnico sobre assuntos específicos para decisões daquele colegiado. de Assuntos Veiculares; de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores; de Engenharia de Tráfego, da Sinalização e da Via; Esforço Legal: infrações, penalidades, crimes de trânsito, policiamento e fiscalização de trânsito; de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito. (Resolução nº 617/16) CONTRAN Câmaras Temáticas 1º Cada Câmara é constituída por ESPECIALISTAS representantes de órgãos e entidades executivos da União, dos Estados, ou do Distrito Federal e dos Municípios, EM IGUAL NÚMERO, pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito, além de especialistas representantes dos diversos segmentos da sociedade relacionados com o trânsito, todos indicados segundo regimento específico definido pelo CONTRAN e designados pelo ministro ou dirigente coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito. 2º Os segmentos da sociedade, relacionados no parágrafo anterior, serão representados por PESSOA JURÍDICA e devem atender aos requisitos estabelecidos pelo CONTRAN. 3º Os COORDENADORES das Câmaras Temáticas serão eleitos pelos respectivos membros. 5
6 CONTRAN OBJETIVOS: Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades; Estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito; Estabelecer e normatizar os procedimentos para a aplicação das multas por infrações, a arrecadação e o repasse dos valores arrecadados; [NOVIDADE] Normatizar os procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores, e registro e licenciamento de veículos; CONTRAN Aprovar, complementar ou alterar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e equipamentos de trânsito; Zelar pela uniformidade e cumprimento das normas contidas neste Código e nas resoluções complementares; Estabelecer as diretrizes do regimento das JARI; Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito da União, dos Estados e do Distrito Federal; Responder às consultas que lhe forem formuladas, relativas à aplicação da legislação de trânsito. 6
7 CONTRAN normatizar o processo de formação do candidato à obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, estabelecendo seu conteúdo didático-pedagógico, carga horária, avaliações, exames, execução e fiscalização. [LEI Nº /16] ÓRGÃOS EXECUTIVOS RODOVIÁRIOS DE TRÂNSITO 7
8 Órgãos Executivos Rodoviários de Trânsito Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestre e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas; Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário; Estabelecer, em conjunto com os órgãos de policiamento ostensivo de trânsito, as respectivas diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito; Executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, por escrito, e ainda as multas e medidas administrativas cabíveis, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar; Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação desses veículos; ÓRGÃOS NORMATIVOS E CONSULTIVOS DOS ESTADOS E DO DF 8
9 Órgãos Normativos e Consultivos dos Estados e do DF (Art. 15) Seus PRESIDENTES e MEMBROS são nomeados pelos respectivos Governadores do Estado (CETRANS) e do Distrito Federal (no caso do CONTRANDIFE), e deverão ter reconhecida experiência em matéria de trânsito. O mandato dos membros do CETRAN e do CONTRANDIFE é de 02 ANOS, ADMITIDA A RECONDUÇÃO. Órgãos Normativos e Consultivos dos Estados e do DF COMPETÊNCIAS: Elaborar normas no âmbito das respectivas competências; Responder a consultas relativas à aplicação da legislação e dos procedimentos normativos de trânsito; Estimular e orientar a execução de campanhas educativas de trânsito; Julgar os recursos interpostos contra decisões das JARI e dos órgãos e entidades executivos estaduais; 9
10 Órgãos Normativos e Consultivos dos Estados e do DF Acompanhar e coordenar as atividades de administração, educação, engenharia, fiscalização, policiamento ostensivo de trânsito, formação de condutores, registro e licenciamento de veículos, articulando os órgãos do Sistema no Estado, reportando-se ao CONTRAN; Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos Municípios. UNIÃO x ESTADO CONTRAN UNIÃO x DISTRITO FEDERAL CONTRAN ESTADO x ESTADO CONTRAN ESTADO x DISTRITO FEDERAL CONTRAN MUNICÍPIOS x MUNICÍPIOS - CETRAN ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS ESTADOS E DO DF 10
11 dos Estados e do DF COMPETÊNCIAS: Realizar, fiscalizar e controlar o processo de formação, aperfeiçoamento, reciclagem e suspensão de condutores, expedir e cassar Licença de Aprendizagem, Permissão para Dirigir e Carteira Nacional de Habilitação, mediante delegação do órgão federal competente; Vistoriar, inspecionar quanto as condições de segurança veicular, registrar, emplacar, selar a placa, e licenciar veículos, expedindo o Certificado de Registro e o Licenciamento Anual, mediante delegação do órgão federal competente; dos Estados e do DF Comunicar ao Órgão Executivo de Trânsito da União: a suspensão e a cassação do direito de dirigir; o recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação. Fornecer aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários municipais, os dados cadastrais dos veículos registrados e dos condutores habilitados, para fins de imposição e notificação de penalidades e de arrecadação de multas nas áreas de suas competências; Articular-se com os demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob coordenação do respectivo CETRAN; 11
12 dos Estados e do DF Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela sua carga, além de dar apoio, quando solicitado, as ações específicas dos órgãos ambientais locais; Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos; Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas; Credenciar órgãos ou entidades para a execução de atividades previstas na legislação de trânsito, na forma estabelecida em norma do CONTRAN. dos Estados e do DF Executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis pelas infrações previstas neste Código, excetuadas aquelas relacionadas nos incisos VI e VIII do art. 24, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito ; 12
13 dos Municípios Art. 24 (...) VI - executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso de vagas reservadas em estacionamentos; dos Municípios Art. 24: Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: VIII - fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e arrecadar as multas que aplicar; 13
14 dos Estados e do DF Aplicar as penalidades por infrações previstas neste Código, com exceção daquelas relacionadas nos incisos VII e VIII do art. 24, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar; Art. 24: (Órgãos Executivos Municipais) VII - aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar; VIII - fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e arrecadar as multas que aplicar; POLÍCIAS MILITARES DOS ESTADOS E DO DF 14
15 Polícias Militares dos Estados e Distrito Federal Objetivo: Executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como AGENTE do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados; As Polícias Militares fazem parte do SNT, mas, para que possam atuar como AGENTES de trânsito, necessitam firmar convênios com os órgãos executivos, executivos rodoviários dos estados e municípios. A aplicação das penalidades e medidas administrativas relativas às infrações autuadas pelas polícias será de inteira responsabilidade do órgão a qual ela firmou convênio; ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSITO MUNICIPAIS 15
16 Municipais Art. 24 (...) VI - executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso de vagas reservadas em estacionamentos; Municipais 16
17 Municipais COMPETÊNCIAS Aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste código, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar; Fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e arrecadar as multas que aplicar; Implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas vias; Municipais Planejar e implantar medidas para redução da circulação de veículos e reorientação do tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global de poluentes; Conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal. REGISTRAR e LICENCIAR, na forma da legislação, veículos de tração e propulsão Humana e de tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações. 17
18 Municipais COMPETÊNCIAS cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições; planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas; implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário; Municipais COMPETÊNCIAS coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas; estabelecer, em conjunto com os órgãos de polícia ostensiva de trânsito, as diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito; fiscalizar o cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as penalidades e arrecadando as multas nele previstas; arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas; 18
19 Municipais COMPETÊNCIAS credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de carga indivisível; integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e de prontuários dos condutores de uma para outra unidade da Federação; implantar as medidas da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito; Municipais COMPETÊNCIAS promover e participar de projetos e programas de educação e segurança de trânsito de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN; fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio às ações específicas de órgão ambiental local, quando solicitado; vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação desses veículos. 19
20 POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, a incolumidade das pessoas, o patrimônio da União e o de terceiros; 20
21 Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Aplicar e arrecadar as multas impostas por infrações de trânsito, as medidas administrativas decorrentes e os valores provenientes de estada e remoção de veículos, objetos, animais e escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas; Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços de atendimento, socorro e salvamento de vítimas; Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas, adotando ou indicando medidas operacionais preventivas e encaminhando-os ao órgão rodoviário federal; 21
22 Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de cargas indivisíveis; Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Assegurar a livre circulação nas rodovias federais, podendo solicitar ao órgão rodoviário a adoção de medidas emergenciais, bem como zelar pelo cumprimento das normas legais relativas ao direito de vizinhança, promovendo a interdição de construções, obras e instalações não autorizadas; 22
23 Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de Trânsito; Promover e participar de projetos e programas de educação e segurança, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN; Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS: Integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à unificação do licenciamento, â simplificação e à celeridade das transferências de veículos e de prontuários de condutores de uma para outra unidade da Federação; Cumprir e fazer cumprir a legislação e normas de trânsito, no âmbito de suas competências; 23
24 Polícia Rodoviária Federal COMPETÊNCIAS fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio, quando solicitado, às ações específicas de órgão ambiental local; Juntas Administrativas de Recursos e Infrações (JARI) 24
25 Juntas Administrativas de Recursos e Infrações (JARI) Objetivos: JULGAR os recursos interpostos pelos infratores; SOLICITAR aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações complementares relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da situação recorrida; Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre problemas observados nas autuações e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente. O SNT E OS PORTOS BRASILEIROS 25
26 O SNT e os Portos Brasileiros Objetivos: A Autoridade Portuária ou a Entidade Concessionária de Porto Organizado poderá celebrar CONVÊNIOS com os órgãos do SNT, com a interveniência dos Municípios e Estados, juridicamente interessados, para o fim específico de facilitar a autuação por descumprimento da legislação de trânsito. O SNT e os Portos Brasileiros O Convênio valerá para toda a área física do porto organizado, inclusive: - nas áreas dos terminais alfandegados; - nas estações de transbordo; - nas instalações portuárias públicas de pequeno porte; e - nos respectivos estacionamentos ou vias de trânsito internas. 26
27 SNT RESPONSABILIDADE OBJETIVA SNT Responsabilidade Objetiva Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito RESPONDEM, no âmbito das respectivas competências, OBJETIVAMENTE, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro. 27
28 SNT Responsabilidade Objetiva A indenização a ser paga pelos órgãos e entidades causadores do dano se torna exigível provando-se 3 elementos: 1) Que houve a AÇÃO, OMISSÃO ou ERRO na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro; 2) Que esse ato tenha provocado um dano ESPECÍFICO e ANORMAL. (específico porque não atinge a todos e anormal porque supera os inconvenientes normais decorrentes das atividades estatal); 3) Que haja um nexo de CASUALIDADE entre o serviço prestado pela administração e o dano sofrido. OBRIGADO PROF. MARCOS GIRÃO 28
4/5/2012 GESTÃO DE TRANSPORTES E TÉCNICA DE ABRODAGEM AO CIDADÃO LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO BRASILEIRA
Universidade Federal Fluminense Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios Capacitação dos Servidores Municipais de Maricá - RJ GESTÃO DE TRANSPORTES E
IV - apurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé pública, o patrimônio, ou a administração pública ou privada,
IV - apurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé pública, o patrimônio, ou a administração pública ou privada, referentes à segurança do trânsito; V - supervisionar a implantação
LEI N.º 1098 DE 06 DE OUTUBRO DE 2010.
LEI N.º 1098 DE 06 DE OUTUBRO DE 2010. Altera a Lei nº. 263/93, acrescentando a Divisão de Trânsito na estrutura da Secretaria Municipal de Obras e Viação; Cria o Cargo de Diretor de Trânsito CC-3 e dá
LEI N. 349 DE 31 DE OUTUBRO DE O Prefeito Municipal de Amargosa, Estado Federado da Bahia,
LEI N. 349 DE 31 DE OUTUBRO DE 2011. ALTERA A LEI 285/2008, CRIANDO A SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE TRÂNSITO E TRANSPORTES SMTT, A JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS DE INFRAÇÃO JARI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
CURSO PRF 2017 Legislação de Trânsito. diferencialensino.com.br. AULAS 01 e 02 LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
AULAS 01 e 02 LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO 1 PROFESSOR MARCELO AZEVEDO 2 AULA 01 - INTRODUÇÃO AO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O inciso XI do artigo 22 da Constituição Federal estabelece
LEI Nº 2.021 08 de SETEMBRO de 1998 Cria a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e dá outras providências
LEI Nº 2.021 08 de SETEMBRO de 1998 Cria a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e dá outras providências O PREFEITO MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA, Estado da Bahia, Faço saber que a Câmara Municipal
Municipalizaçã o e integração ao Sistema Nacional de Trânsito
Municipalizaçã o e integração ao Sistema Nacional de Trânsito Foto: Reprodução/EPTV Luiz Otávio Maciel Miranda Global Forum for Road Traffic Safety (WP.1/UNECE/ONU) Conselheiro representante do Ministério
CARLOS PASCHOAL LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO CTB 236 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS. 1ª Edição ABR 2014
CARLOS PASCHOAL LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO CTB 236 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS Teoria e Seleção das Questões: Prof. Carlos Paschoal Organização e Diagramação:
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO E LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTES URBANOS (PARA O CARGO DE AUXILIAR DE FISCAL DE
LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO E LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTES URBANOS (PARA O CARGO DE AUXILIAR DE FISCAL DE TRANSPORTES URBANOS de acordo com o Edital do concurso da Secretaria Municipal de Transporte do Rio de
ENGENHARIA DE TRÁFEGO
ENGENHARIA DE TRÁFEGO Capítulo 1: A ENGENHARIA DE TRÁFEGO trata de atividades presentes no nosso dia a dia: a mobilidade das pessoas, o transporte de bens e sua relação com o ambiente tem importante função
REDAÇÃO FINAL DO PROJETO DE LEI 51/2010, 25 DE MARÇO DE 2010.
REDAÇÃO FINAL DO PROJETO DE LEI 51/2010, 25 DE MARÇO DE 2010. Dispõe sobre a criação da Agência Municipal de Trânsito e Transporte - AMTT e da Junta Administrativa de Recursos de Infrações JARI, e dá outras
O TRÂNSITO É TÃO IMPORTANTE PARA A VIDA NACIONAL QUE COSTITUI UM NOVO DIREITO, FUNDAMENTAIS, QUE DIZEM COM A PRÓPRIA
A RESPONSABILIDADE DOS PREFEITOS NA MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO Prof. Dr. José Leles de Souza Cetran/SC 1 O TRÂNSITO É TÃO IMPORTANTE PARA A VIDA NACIONAL QUE COSTITUI UM NOVO DIREITO, CITADO DENTRE OS
PROCESSO N : REQUERENTE : Agência Municipal de Trânsito e Transporte de Goiânia - AMT : Consulta para fins de instrução processual.
1 PROCESSO N : 20593110 REQUERENTE : Agência Municipal de Trânsito e Transporte de Goiânia - AMT ASSUNTO : Consulta para fins de instrução processual. PARECER Nº 003/10 1. RELATÓRIO SENHOR PRESIDENTE SENHORES
Código de Trânsito Brasileiro - CTB wiltonmoreira.com.br
Código de Trânsito Brasileiro - CTB 2 LEI N. 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. 1 Institui o Código de Trânsito Brasileiro. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
Lei N.º 9.503, de 23 de setembro de 1997
Lei N.º 9.503, de 23 de setembro de 1997 CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - ANOTADO E ILUSTRADO - CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território
TRÂNSITO E MOBILIDADE TRÂNSITO E MOBILIDADE. Os desafios da mobilidade urbana
TRÂNSITO E MOBILIDADE TRÂNSITO E MOBILIDADE Os desafios da mobilidade urbana Os desafios da mobilidade urbana Primeira parte Primeira parte TRÂNSITO MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO Antecedentes Históricos
Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997
Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997 Institui o Código de Trânsito Brasileiro. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES
A FUNÇÃO DO MUNICÍPIO NO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
Maio / 2012 Trânsito A FUNÇÃO DO MUNICÍPIO NO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO A Constituição Federal determinou que compete privativamente à União legislar sobre matéria de trânsito (art. 22, XI). Em função
Código de Trânsito Brasileiro
CELSO LUIZ MARTINS SÉRIE PROVAS & CONCURSOS Código de Trânsito Brasileiro Comentado e Remissivo Teoria e Exercícios Cadastre-se em www.elsevier.com.br para conhecer nosso catálogo completo, ter acesso
(Artigo CF) Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
. (Artigo 144 - CF) Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas
DECRETO Nº 1.348, de 07 de Maio de 2014.
DECRETO Nº 1.348, de 07 de Maio de 2014. Regulamenta o artigo 5º da Lei Municipal nº. 945/2013 que cria o Departamento Municipal de Trânsito e Transportes DEMUTRAN da Secretaria Municipal de Transporte
Código de Trânsito Brasileiro
Legislação Câmara dos Deputados Código de Trânsito Brasileiro 4 a edição Brasília 2010 Legislação Código de Trânsito Brasileiro 4ª edição Apresentação São conhecidas por todos as trágicas consequências
Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.
Página 1 LEI Nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 Institui o Código de Trânsito Brasileiro. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I
RESUMO: Competências do Sistema Nacional de Trânsito Autor: Antonio Barbosa Atualizado em 11-09-2008
RESUMO: Competências do Sistema Nacional de Trânsito Autor: Antonio Barbosa Atualizado em 11-09-2008 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (Art. 7 ) I - o Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN,
2 TRÂNSITO 2.1 DEFINIÇÃO. O Código de Trânsito Brasileiro em seu dispositivo legal fornece a seguinte definição no artigo 1, 1 :
12 1 INTRODUÇÃO O trânsito no Brasil vem aumentando a cada ano que passa e os números de acidentes são conseqüências desse crescimento, por ser um tema pouco abordado pela coletividade e pelas autoridades,
JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.
JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que, o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL
DEFESA NO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR CASSAÇÃO DA CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO
DEFESA NO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR CASSAÇÃO DA CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO ADEMIR RAFAEL DOS SANTOS Advogado Ex-integrante da Polícia Militar do Estado de São Paulo
ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Irecê LEI Nº. 919, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2011
LEI Nº. 919, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2011 (Projeto de lei nº 72 2011) Dispõe sobre Municipalização de Trânsito de Município de Irecê, dispõe sobre a criação do Fundo Municipal de Trânsito e Transportes, Coordenadoria
HISTÓRIA DA CMTT - ANAPÓLIS
23/09/1997 foi sancionada a Lei Federal N.o 9.503 12/01/1998 a Lei municipal N.o 2.562 que estabelece o Conselho Municipal de Trânsito em Anápolis 22/01/1998 passa a vigorar o CTB. A CMT foi criada com
CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO C O N T R A N. MINISTÉRIO DAS CIDADES Departamento Nacional de Trânsito D E N A T R A N
CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO C O N T R A N MINISTÉRIO DAS CIDADES Departamento Nacional de Trânsito D E N A T R A N TRÂNSITO TRÂNSITO é a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados
3. Lei nº 9.503/1997 Código de Trânsito Brasileiro
3. Lei nº 9.503/1997 Código de Trânsito Brasileiro A Lei nº 9.503 foi publicada em Diário Oficial, em 23 de Setembro de 1997, entrando em vigor a partir de 22 de janeiro de 1998. Portanto, com 120 dias
RESOLUÇÃO N 248 DE 27 DE AGOSTO DE 2007
RESOLUÇÃO N 248 DE 27 DE AGOSTO DE 2007 Dispõe sobre a autuação, notificação e aplicação de penalidades nos casos de infrações cometidas por pessoas físicas ou jurídicas sem a utilização de veículos, expressamente
ATIVIDADE SOCIAL....Mas conta também com os
ATIVIDADE SOCIAL O TRÂNSITO SEGURO CONTA COM VOCÊ......Mas conta também com os AGENTES DE TRÂNSITO!!! AGENTES DE TRÂNSITO: SAMU AMC DETRAN ETUFOR POLÍCIA RODOVIÁRIA O que é o SAMU? Serviço de Atendimento
Lei Fed Lei da Inclusãoalterou
Lei Fed. 13.146 Lei da Inclusãoalterou CTB Altera artigo 2 do CTB: incluiu as vias e áreas de estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo. Lei Federal 13.281 de 04/05/16 Alterou a Lei 13.146,
Ato Normativo nº 556/2008-PGJ, de 15/10/2008 (Pt. n 125.501/08)
Ato Normativo nº 556/2008-PGJ, de 15/10/2008 (Pt. n 125.501/08) Dispõe sobre a organização e as atribuições da Assessoria Policial Militar no Ministério Público do Estado de São Paulo O PROCURADOR-GERAL
trânsito seguro é um direito de todos e um dever dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito.
Direção Defensiva. Em 23 de setembro de 1997 é promulgada pelo Congresso Nacional a Lei no 9.503 que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro, sancionada pela Presidência da República, entrando em vigor
Legislação de Trânsito 1
Legislação de Trânsito 1 Conhecer as premissas que regem o CTB, bem como seus órgãos e sistemas. Conhecer os direitos e deveres de um cidadão no trânsito. Introdução Regulamentação. Fundamentação do CTB.
Prefeitura Municipal de São João Del-Rei
Prefeitura Municipal de São João Del-Rei LEI Nº 5.116 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014. Institui a Guarda Municipal no Município de São João del Rei e, dá outras providências. A Câmara Municipal de São João del-rei
PRF/ EXERCÍCIOS. Leg. De Trânsito. Prof. Celso Luiz
COMPETÊNCIAS Considerando o artigo 9 do CTB : O Presidente da República designará o ministério ou órgão da Presidência responsável pela coordenação máxima do Sistema Nacional de Trânsito, ao qual estará
PRF POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL. 2ª edição Revista, ampliada e atualizada COORDENADORES. Leandro Bortoleto. Rogério Sanches Cunha
COORDENADORES Leandro Bortoleto Rogério Sanches Cunha PRF POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL 2ª edição Revista, ampliada e atualizada 2017 PRF_Livro.indb 3 12/05/2017 14:59:30 Legislação Relativa ao DPRF Julio
TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS DA ÁREA FIM DO DETRAN DE SANTA CATARINA
TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS DA ÁREA FIM DO DETRAN DE SANTA CATARINA ÓRGÃO RESPONSÁVEL: DETRAN Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina GRUPO: 06 - GESTÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS SUB
Legislação de Trânsito 1
Legislação de Trânsito 1 Conhecer as premissas que regem o CTB, bem como seus órgãos e sistemas. Conhecer os direitos e deveres de um cidadão no trânsito. Introdução Regulamentação. Fundamentação do CTB.
Art Atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias: Infração - média; Penalidade - multa.
Art. 172. Atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias: Penalidade - multa. Art. 173. Disputar corrida por espírito de emulação: Infração - gravíssima; Penalidade - multa (três vezes),
SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS RODOVIÁRIOS
RESOLUÇÃO Nº 003/2007 DP/SUSER Estabelece e regulamenta o Programa de Estacionamento Especial para pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção e dá outras providências O DIRETOR PRESIDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA
RESOLUÇÕES DA COMISSÃO DE ÉTICA PÚBLICA
RESOLUÇÕES DA COMISSÃO DE ÉTICA PÚBLICA - Resoluções 1 a 10 da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Professora Claudete Pessôa Regimento Interno da Comissão de Ética Pública Resolução
RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013
RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, considerando
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS. Instrutor: Sgt: Macedo
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS Instrutor: Sgt: Macedo MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DO CTB Art. 269. Autoridade de trânsito ou seus agentes Medidas administrativas Retenção do veículo Remoção do veículo Recolhimento
Eduardo Lajus Resener
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Eduardo Lajus Resener ANÁLISE COMPARATIVA DA MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO, CONFORME O PORTE DAS CIDADES: PALMITOS/SC,
8 - MULTAS DE TRÂNSITO
8 - MULTAS DE TRÂNSITO O Código de Trânsito Brasileiro, instituído pela Lei Federal nº 9.503, de 23.09.97, definiu a competência dos Municípios para executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar
SENHOR CHEFE DE GABINETE, DIRETORES DE DIRETORIAS, DE DIVISÕES REGIONAIS E PROCURADOR DE AUTARQUIA CHEFE
1 Ref.: Exped. nº 9-50.015/DE/99 Intº: Diretoria de Engenharia DTM-SUP/DER-009-01/06/1999 (1.10) SENHOR CHEFE DE GABINETE, DIRETORES DE DIRETORIAS, DE DIVISÕES REGIONAIS E PROCURADOR DE AUTARQUIA CHEFE
Professor Jaime Arturo Ramírez Presidente do Conselho Universitário
RESOLUÇÃO N o 02/2015, DE 31 DE MARÇO DE 2015 Estabelece o Regimento do Centro Esportivo Universitário, reeditando, com alterações, a Resolução n o 13/1993, de 02 de setembro de 1993. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho Universitário - CONSU
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI Conselho Universitário - CONSU RESOLUÇÃO N.º XXX CONSU, DE XXX DE XXX DE 2014. RESOLVE: Estabelece o Regimento Interno e
DENATRAN. DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO Ministério das Cidades
DENATRAN DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO Ministério das Cidades MINISTÉRIO DAS CIDADES DENATRAN DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO CGIT Coordenação Geral de Infra-estrutura de Trânsito SISTEMA NACIONAL
Lei nº , de 19 de Junho de 2008
Lei nº 11.705, de 19 de Junho de 2008 Altera a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que 'institui o Código de Trânsito Brasileiro', e a Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996, que dispõe sobre as restrições
RESOLUÇÃO Nº CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI CONSU RESOLUÇÃO Nº. 16 - CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009. Aprova o Regimento interno da Diretoria de Relações Internacionais
PORTARIA Nº 72, DE 12 DE MAIO DE 2017
PORTARIA Nº 72, DE 12 DE MAIO DE 2017 Altera a Portaria DENATRAN nº 15, de 18 de janeiro de 2016. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe foram conferidas
REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA
REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - A Secretaria de Relações Institucionais SERIN, criada pela Lei nº 10.549, de 28 de dezembro de 2006, tem
Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Segurança de Trânsito
Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Segurança de Trânsito Parauapebas, 11 de novembro de 2014 Apoio: Realização: Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana Ministério das Cidades Caracterização
LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015.
LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. DISPÕE SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO E TRANSPORTE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ALTO GARÇAS E CRIA O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E A JUNTA ADMINISTRATIVA
ANEXO IV QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, POR CARGO ATRIBUIÇÕES
ANEXO IV QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, POR CARGO CARGO Auxiliar de Serviços Gerais I Merendeira I Fiscal de Obras e Edificações I ATRIBUIÇÕES Manter limpos os móveis, arrumar e manter limpos os locais de trabalho;
- Considerando a Lei Federal Nº 9.503/ Código de Trânsito Brasileiro;
PORTARIA N. 1587 DE 13 DE OUTUBRO DE 2016. Altera dispositivos na Portaria DETRAN Nº 1.981/2008. O DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO - DETRAN/BA, no uso das atribuições que lhe são conferidas
RESOLUÇÃO Nº 02/2015 DE 11 DE AGOSTO DE 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Pró-Reitoria de Extensão PROEX RESOLUÇÃO Nº 02/2015 DE 11 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta o funcionamento da Estação Ecológica da UFMG e aprova seu Regimento Interno
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES CAMPO LIMPO PAULISTA 2014 Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica - Telecomunicações
Estado de Santa Catarina Município de Palma Sola SC Caderno de Provas Edital de Processo Seletivo nº 001/2017
1 Estado de Santa Catarina Município de Palma Sola SC Caderno de Provas Edital de Processo Seletivo nº 001/2017 Prova para provimento do cargo de MOTORISTA CAT. C Prova: Conhecimento Especifico Língua
CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS
Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS Gabinete do Vereador Thimoteo Cavalcanti Projeto de Resolução N.º004/2015 O Projeto de Resolução cria a Escola Legislativa da Câmara Municipal
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EDITAL Nº 001/2012
EDITAL Nº 001/2012 DISPÕE SOBRE A PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE INSCRIÇÕES DO CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS, DE NÍVEL SUPERIOR, PERTENCENTES À PARTE PERMANENTE DO QUADRO DE PESSOAL DO
Paulo de Souza Kanaan
O USO DO CINTO DE SEGURANÇA PELO CONDUTOR DE ÔNIBUS URBANO Paulo de Souza Kanaan Nas vias urbanas é fácil perceber que muitos condutores de ônibus não utilizam o cinto de segurança, simplesmente ignoram
LEI COMPLEMENTAR Nº 696, DE 4 DE JUNHO DE 2012.
LEI COMPLEMENTAR Nº 696, DE 4 DE JUNHO DE 2012. Cria o Fundo Municipal dos Direitos A- nimais (FMDA) e institui seu Conselho Gestor. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Faço saber que a Câmara Municipal
ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética EDUCATIVA ética CONSULTIVA ética CONCILIADORA RESPONSABILIZADORAética ética
ÉTICA EDUCATIVA CONCILIADORA PREVENTIVA RESPONSABILIZADORA COMISSÃO DE CONSULTIVA DO IFBA COMISSÃO DE ÉTICA DO IFBA 3 Apresentação Esta guia tem como objetivo esclarecer, orientar e estimular a compreensão
NOVO SIMULADO DE LEGISLAÇÃO/CONDUTA E CIRCULAÇÃO 2012
1 Órgão executivo responsável em julgar os recursos das infrações de trânsito: a) DNIT b) CONTRAN c) JARI d) DETRAN 2 São pré-requisitos para o início do processo de habilitação, exceto: a) Ser penalmente
LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009.
LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009. Dispõe sobre a criação da Coordenadoria Municipal de Trânsito - CMT, órgão executivo de trânsito, vinculado à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, em conformidade
PROCESSO de HABILITAÇÃO
PROCESSO de HABILITAÇÃO 1. Pré-requisitos ao candidato à habilitação: Ser penalmente imputável Aquele que possa ser responsabilizado perante a lei; Ser alfabetizado - Não se exige grau de escolaridade.
D E C R E T A: Fica aprovado o Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher do Município de Dourados, constante no anexo único, deste decreto.
DECRETO N 1188, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2012. Homologa o regimento interno do Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher. O PREFEITO MUNICIPAL DE DOURADOS, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das
