RS Especificação e Utilização
|
|
|
- Maria das Dores Flores Bergler
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RS e Prof. Vitor Leão Universidade Federal da Bahia LaPO - Laboratório de Propriedade Ópticas 10 de Dezembro de 2007
2 1 2 Características Elétricas 3 Montagem da Rede Protocolo ModBus 4
3 O que é RS-485 Desenvolvido pela EIA (Electronics Industry Association). Estabeleceram os padrões de comunicação serial: RS-232, RS-422 e RS-485. RS significa Recommended Standard. Podemos ainda associá-los ao EIA-232, EIA-422 e EIA-485.
4 O que é RS-485 Desenvolvido pela EIA (Electronics Industry Association). Estabeleceram os padrões de comunicação serial: RS-232, RS-422 e RS-485. RS significa Recommended Standard. Podemos ainda associá-los ao EIA-232, EIA-422 e EIA-485.
5 O que é RS-485 Desenvolvido pela EIA (Electronics Industry Association). Estabeleceram os padrões de comunicação serial: RS-232, RS-422 e RS-485. RS significa Recommended Standard. Podemos ainda associá-los ao EIA-232, EIA-422 e EIA-485.
6 Atrativos do RS-485 de um par de fios. Modo Half-duplex, mas podendo operar em Full-duplex Comunicação de forma diferencial. 32 terminais remotos de comunicação por nós da rede.
7 Atrativos do RS-485 de um par de fios. Modo Half-duplex, mas podendo operar em Full-duplex Comunicação de forma diferencial. 32 terminais remotos de comunicação por nós da rede.
8 Atrativos do RS-485 de um par de fios. Modo Half-duplex, mas podendo operar em Full-duplex Comunicação de forma diferencial. 32 terminais remotos de comunicação por nós da rede.
9 Atrativos do RS-485 de um par de fios. Modo Half-duplex, mas podendo operar em Full-duplex Comunicação de forma diferencial. 32 terminais remotos de comunicação por nós da rede.
10 Atrativos do RS-485 Distância de até 1200 m. Taxas de comunicação de até 10Mbps quando instalado a curta distância (12m) entre os terminais remotos Taxas de comunicação de até 100Kbps quando instalado a 1200m entre os terminais remotos
11 Atrativos do RS-485 Distância de até 1200 m. Taxas de comunicação de até 10Mbps quando instalado a curta distância (12m) entre os terminais remotos Taxas de comunicação de até 100Kbps quando instalado a 1200m entre os terminais remotos
12 Atrativos do RS-485 Distância de até 1200 m. Taxas de comunicação de até 10Mbps quando instalado a curta distância (12m) entre os terminais remotos Taxas de comunicação de até 100Kbps quando instalado a 1200m entre os terminais remotos
13 Aplicações Típicas do RS-485 Um único PC como mestre da rede. de um único cabo de rede. Os terminais remotos da rede são tratados por endereçamento.
14 Aplicações Típicas do RS-485 Um único PC como mestre da rede. de um único cabo de rede. Os terminais remotos da rede são tratados por endereçamento.
15 Aplicações Típicas do RS-485 Um único PC como mestre da rede. de um único cabo de rede. Os terminais remotos da rede são tratados por endereçamento.
16 Especificações do Padrão RS-485 Características Elétricas O padrão RS-485 apenas especifica: Características elétricas; Modos de operação da rede. Não especifica e nem recomenda protocolos.
17 Características Elétricas Características elétricas do Padrão RS-485 Comunicação em modo diferencial com tensão de 5V quando medido em relação ao terra do circuito. Grande imunidade a IEM (Interferência Eletro-Magnéticas) devido ao modo diferencial de comunicação. obrigatória de resistores de Pull-Up e Pull-Down na linha principal e resistores de terminação da rede para casamento de impedância.
18 Características Elétricas Características elétricas do Padrão RS-485 Parâmetro Modo de Operação Número de TX e RX Comprimento Máximo Taxa Máxima de Comunicação Tensão máxima em Modo Comum Tensão Mínima de Transmissão (carga) Tensão Mínima de Transmissão (sem carga) Impedância Mínima de Carga Limite da Corrente Mínima da saída em curto circuito (ma) Impedância de Entrada do RX Sensibilidade do RX Valor Diferencial 32 TX, 32 RX 1200m 10Mbps 12 à -7 Volts ± 1,5 Volts ± 6 Volts 60Ω 150 para terra 250 para -7 até 12 Volts 12KΩ ± 200 mv
19 O que é um par diferencial? Características Elétricas
20 Rede RS-485 Características Elétricas
21 Vantagens do Padrão RS-485 Características Elétricas Redes locais baratas quando comparadas a outras como: FieldBus, Ethernet e etc. Flexibilidade de configuração O usuário define, projeta e testa o seu próprio protocolo de comunicação sem a necessidade de pagar royalties de fabricantes. Existem também a possibilidade usar protocolos abertos, bem definidos e testados. Pode migrar de um padrão para outro sem perder suas características de pulsos.
22 Montagem da Rede Protocolo ModBus Rede em Modo Daisy Chain ou Straight Line
23 Montagem da Rede Protocolo ModBus Formas Errada de Conexões da Rede
24 Montagem da rede Montagem da Rede Protocolo ModBus
25 Protocolo ModBus Montagem da Rede Protocolo ModBus O protocolo ModBus é um dos protocolos mais utilizados na indústria; Basea-se em protocolos ASCII; Fácil implementação; Sinalização de início e fim de mensagem; CRC-16bits (Cyclical Redundancy Check) para verificação dos dados; Vários modos de operação (Ex: 7n1, 8n1, 7o2,8o1); de erros.
26 Exemplo ModBus Montagem da Rede Protocolo ModBus End. Função Núm Total Dados Dados CRC CRC Escravo Condificada de Dados (High) (Low) (Low) (High)
27 Modos de Transmissão dos Dados Montagem da Rede Protocolo ModBus
28 Exemplo de um protolo ASCII Montagem da Rede Protocolo ModBus
29 ModBus Protocol Reference Guide MODICON, Inc., Industrial Automation Systems RS-485 & ModBus Protocol Guide Tyco Electronics -Energy Division RS-422/RS-485 Communications Protocol User s Guide American Dynamics - Folha de dados SN75176A - DIFFERENTIAL BUS TRANSCEIVER Texas Instruments - Folha de dados RS-422 and RS Application Notes B & B Electronics
Redes Industriais ModBus RTU
Padrão EIA RS-232 O padrão RS (Recommended Standart) é uma padronização de interface para comunicação de dados criada nos anos 60 por um comitê da Electronic Industries Association (EIA). O equipamento
Prof. Manuel A Rendón M
Prof. Manuel A Rendón M AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.2.2, 16.7.1, 16.7.2 Moraes Engenharia de Automação Industrial 2ª. Edição LTC Cap.: 6.3.3, 6.3.2 Controller Area Network
Introdução TIA/EIA-422 TIA/EIA-485. Conceitos Básicos de RS-485 e RS-422
Introdução As normas RS-485 e RS-422 definem esquemas de transmissão de dados balanceados que oferecem soluções robustas para transmitir dados em longas distâncias em ambientes ruidosos. Estas normas não
Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson
Redes Industriais Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Capítulo 2 Meio Físicos A automação no meio produtivo Objetivos: Facilitar os processos produtivos
2 Conceitos de transmissão de dados
2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/37 2.4 Camada física do Modelo OSI 2.4 Camada física do modelo OSI 2/37 Interfaces série entre utilizador e rede DTE (Data terminal
Manual da Comunicação Modbus-RTU
Manual da Comunicação Modbus-RTU Relé Inteligente Série: SRW 01 Idioma: Português Documento: 10000013033 / 00 12/2007 Sobre o manual Sumário SOBRE O MANUAL...5 ABREVIAÇÕES E DEFINIÇÕES... 5 REPRESENTAÇÃO
Evolução na Comunicação de
Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem
Redes de Computadores
Redes de Computadores Introdução Fabricio Breve Onde estão as redes? Caixa Eletrônico Terminais conectados a um computador central Supermercados, farmácias, etc... Vendas Caixa Estoque Etc... Por que Redes?
QUANDO TRATAMOS SOBRE MEIOS DE TRANSMISSÃO, DEVEMOS ENFATIZAR A EXISTÊNCIA DE DOIS TIPOS DESSES MEIOS, SENDO:
CABEAMENTO DE REDE QUANDO TRATAMOS SOBRE MEIOS DE TRANSMISSÃO, DEVEMOS ENFATIZAR A EXISTÊNCIA DE DOIS TIPOS DESSES MEIOS, SENDO: MEIO FÍSICO: CABOS COAXIAIS, FIBRA ÓPTICA, PAR TRANÇADO MEIO NÃO-FÍSICO:
Módulo de Conversão RS232/RS485
Descrição do Produto O módulo de comunicação é um conversor bidirecional RS232/RS485 ou RS232/RS422 da Série FBs. Pode ser utilizado como interface com outros modelos de controladores ou aplicações, sendo
S i s t e m a s d e E n e r g i a
S i s t e m a s d e E n e r g i a c a t á l o g o d e p r o d u t o s 2 0 1 0 A Analo oferece soluções completas, software e equipamentos para: Supervisão Telemedição Comunicação de dados Supervisão A
Relé Inteligente SRW 01 V1.3X
Motores Energia Automação Tintas Relé Inteligente SRW 01 V1.3X Manual da Comunicação Modbus-RTU Manual da Comunicação Modbus-RTU Série: SRW 01 Versão do Firmware: V1.3X Idioma: Português Nº do Documento:
O protocolo MODBUS define também o tipo diálogo entre os equipamentos, define por exemplo quem pode enviar dados e em que altura.
Universidade de Aveiro Departamento de Engenharia Mecânica Informática Industrial 2010/2011 5 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO MODBUS 5.1 Protocolo de comunicação MODBUS Este protocolo foi proposto em 1979 pela
Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída
Arquitetura de Entrada e Saída Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída Barramento Meio de transmissão de dados entre a CPU, a memória principal e os dispositivos de entrada e saída.
SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO
SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO Marcelo Pessoa Engenheiro de soluções para saneamento Introdução As indústrias buscam eficiência, aumento da qualidade e a redução de custos. Para alcançar isto investem
Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:[email protected]
Sistemas e Planeamento Industrial DOMÓTICA REDES DE CAMPO Eng.º Domingos Salvador dos Santos email:[email protected] Outubro de 2010 Outubro de 2010 2/20 REDES DE CAMPO Fieldbus Fieldbus Estrutura da Apresentação
Devido ao contínuo aperfeiçoamento de nossos produtos e serviços, as especificações descritas a seguir estarão sujeitas a alterações sem prévio aviso.
Devido ao contínuo aperfeiçoamento de nossos produtos e serviços, as especificações descritas a seguir estarão sujeitas a alterações sem prévio aviso. Antes de utilizar o equipamento verifique a disponibilidade
REDES FÍSICAS DE ACESSO EM BANDA LARGA
REDES FÍSICAS DE ACESSO EM BANDA LARGA Foi inventada em 1989 por um engenheiro da Bell Labs. O seu uso começou no final da década de 1990 como forma de acesso à internet de banda larga. TECNOLOGIAS DSL
Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto [email protected]
Redes de Computadores Prof. André Y. Kusumoto [email protected] 2/16 Nível Físico Tem a função de transmitir uma seqüência de bits através de um canal e comunicação. Este nível trabalha basicamente
Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA
Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA PCS 2476 Introdução - 1 Meios Físicos e Suas Características PCS 2476 Introdução - 2 Linhas Físicas Linhas Bifilares Par de fios Cabo de Pares Linha Aberta Linha de Alta Tensão
Meios Físicos de Transmissão
Meios Físicos de Transmissão O meios de transmissão diferem com relação à banda passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica devido à atenuação característica do meio,
INTRODUÇÃO BARRAMENTO PCI EXPRESS.
INTRODUÇÃO BARRAMENTO EXPRESS. O processador se comunica com os outros periféricos do micro através de um caminho de dados chamado barramento. Desde o lançamento do primeiro PC em 1981 até os dias de hoje,
Easy Lab. Manual do usuário Revisão 1.2 01/11/14. www.dma.ind.br. DMA Electronics 1
Easy Lab Manual do usuário Revisão 1.2 01/11/14 www.dma.ind.br DMA Electronics 1 A DMA ELECTRONICS projeta e fabrica sistemas para aquisição e registro de dados com conexão a um computador do tipo PC.
Resumo da Instalação do Modelo HC-1180 Modbus RTU 150924V1.2. 1-Instalações Necessárias. P1- Drive USB para Windows do Conversor RS- 485 para USB.
Resumo da Instalação do Modelo HC-1180 Modbus RTU 150924V1.2 1-Instalações Necessárias P1- Drive USB para Windows do Conversor RS- 485 para USB. P2- Programa Supervisório HC-1180 Rodelta. P3- Instalação
IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas
IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento
O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão
O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos
Comunicação de Dados. Aula 9 Meios de Transmissão
Comunicação de Dados Aula 9 Meios de Transmissão Sumário Meios de Transmissão Transmissão guiada Cabo par trançado Coaxial Fibra ótica Transmissão sem fio Ondas de rádio Micro ondas Infravermelho Exercícios
ENH916-NWY. Manual do Usuário
ENH916-NWY Manual do Usuário Aviso da FCC Este equipamento foi testado e se encontra em conformidade com os limites de dispositivo digital de Classe B, de acordo com a Parte 15 das Regras de FCC. Estes
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR
1 PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA: TÓP. ESP. EM COMP.: TELEPROCESSAMENTO E REDES DE Validade: A partir de 01/91 Departamento Acadêmico de: Engenharia Elétrica Curso: Engenharia Industrial Elétrica Carga
O protocolo I2C. Fig. 1 Diagrama em blocos e pinos do circuito integrado PT2313.
O protocolo I2C 1 - Introdução O protocolo I2C ou I 2 C, também chamado IIC, foi criado para possibilitar a comunicação entre circuitos integrados com um número reduzido de fios, reduzindo o número de
Camada de Ligação de Dados
Camada de Ligação de Dados Serviços Detecção e correcção de erros Protocolos de Acesso Múltiplo Endereçamento em LANs Hubs e Pontes de interligação Tecnologias da camada de ligação de dados Ethernet Anel
Largura de banda e Throughput (Tanenbaum,, 2.1.2)
Largura de banda e Throughput (Tanenbaum,, 2.1.2) A largura de banda,, em termos gerais, indica a quantidade máxima de dados que podem trafegar no meio em um determinado momento. É medida em bps (bits
1. Descrição do Produto
1. Descrição do Produto Os repetidores óticos FOCOS/PROFIBUS AL-2431 e AL-2432 destinam-se a interligação de quaisquer dispositivos PROFIBUS, assegurando altíssima imunidade a ruídos através do uso de
19/07/2013. Camadas. Camadas de Enlace e Física. Camadas de Enlace e Física. Topologias de Rede NOÇÕES DE REDE: CAMADAS DE ENLACE E FÍSICA
2 Camadas NOÇÕES DE REDE: CAMADAS DE ENLACE E FÍSICA Introdução à Microinformática Prof. João Paulo Lima Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Estatística e Informática Aplicação Transporte
Relé Inteligente SRW 01 V4.0X
Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas Relé Inteligente SRW 01 V4.0X Manual da Comunicação Modbus-RTU Manual da Comunicação Modbus-RTU Série: SRW 01 Versão do Firmware: V4.0X
Aula III Redes Industriais
Aula III Redes Industriais Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas([email protected]) 1 Introdução Muitas
Protocolo CAN Controller Area Network
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica Protocolo CAN Controller Area Network Carlo Frederico Campos Danielle Simone Prof. Luiz Affonso Maio / 2005
UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)
Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui
Mídias Físicas Utilizadas Cabo Coaxial e Par Trançado. Prof. Alexandre Beletti Ferreira
Mídias Físicas Utilizadas Cabo Coaxial e Par Trançado Prof. Alexandre Beletti Ferreira Cabo Coaxial COMPOSTO POR: Fio de cobre rígido que forma o núcleo Envolto por um material isolante, O isolante, por
4. Quais são os serviços que podem ser utilizados através desta Tecnologia? 6. O Adaptador PLC causa um aumento no consumo de Energia Elétrica?
1. O que significa PLC - PowerLine Communications? 2. Quais são as características técnicas do PLC? 3. Quais são as vantagens da Tecnologia PLC? 4. Quais são os serviços que podem ser utilizados através
CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO
28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,
Manual do Usuário PRELIMINAR
Manual do Usuário PRELIMINAR Introdução O conversor KR-485/USB é a solução rápida e segura para a interface entre o PC e barramentos de comunicação industrial RS-485 ou RS-422. Ao ligar o KR-485/USB à
Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados
3. Interfaces Físicas Interfaces Não Balanceadas e Balanceadas; Interfaces de Alto Débito Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados Interfaces Físicas Interfaces para
Migrando das clássicas tecnologias Fieldbus
EtherCAT simplifica a arquitetura de controle Exemplo: Arquitetura de controle de uma prensa hidráulica, Schuler AG, Alemanha Arquitetura de controle com Fieldbus clássicos Desempenho dos Fieldbus clássicos
Projetos PLC Desenvolvidos pela UFRGS em Parceria com a CEEE
Projetos PLC Desenvolvidos pela UFRGS em Parceria com a CEEE Prof. Dr. Walter Fetter Lages [email protected] Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica
Comunicação de dados. Introdução
Comunicação de dados Introdução Os microcontroladores AVR estão equipados com dois pinos destinados à comunicação serial, UART (Universal Asynchronous Reciever/Transmitter), ou seja, permitem trocar informações
Tecnologias de Banda Larga
Banda Larga Banda larga é uma comunicação de dados em alta velocidade. Possui diversas tecnologia associadas a ela. Entre essas tecnologias as mais conhecidas são a ADSL, ISDN, e o Cable Modem. Essas tecnologias
Descritivo Técnico AirMux-200
Multiplexador Wireless Broadband -Visualização da unidade indoor IDU e unidade outdoor ODU com antena integrada- Principais Características Rádio e multiplexador wireless ponto-a-ponto com interface E1
Controllan Telecomunicações, Segurança Eletrônica e Elétrica. PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS
PORTIFÓLIO DE SERVIÇOS A Controllan comercializa produtos e serviços voltados à tecnologia integrada em Telecom, Segurança Eletrônica e Elétrica. Utilizamos a tecnologia compatível às necessidades do cliente,
FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações
Introdução às Redes de Computadores
Volnys B. Bernal (c) 1 Introdução às Redes de Computadores Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Volnys B. Bernal (c) 2 Agenda Rede de Computadores Classificação quanto à
UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104
UMG 104 UMG 104-Mais do que um ples Multímetro O UMG 104 equipado com um DSP de 500 MHz (processador de sinal digital) é um analisador de tensão muito rápido e potente. A varredura contínua dos 8 canais
Davidson Rodrigo Boccardo [email protected]
Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo [email protected] Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais
OPT-700 - CONVERSOR SERIAL PARA FIBRA ÓPTICA
MANUAL DO USUÁRIO OPT-700 - CONVERSOR SERIAL PARA FIBRA ÓPTICA JUL / 05 OPT-700 VERSÃO 1 TM FOUNDATION O P T 7 0 0 M P smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem
Manual Técnico Arduino Supervisório MODBUS & Conversor RS485
Manual Técnico Arduino Supervisório MODBUS & Conversor RS485 2015 Todos os direitos reservados Página 1 de 27 Sumário Manual Técnico...1 Introdução...3 Arduino Supervisório MODBUS...3 Conversor RS485...3
ABB Automação. 13.82kV 119.4kA. 13.81kV 121.3kA. 13.85kV 120.2kA IDR 144 INDICADOR DIGITAL REMOTO MODO DE USO
IDR 144 INDICADOR DIGITAL REMOTO MODO DE USO 13.82kV 119.4kA 13.81kV 121.3kA 13.85kV 120.2kA Dados Técnicos Conexões elétricas Utilização do teclado Protocolo de comunicação Modbus RTU Dimensional ABB
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes
Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes
Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de
Unidade 2.1 Modelos de Referência
Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 2.1 Modelos de Referência 2 Bibliografia da disciplina
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes
Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes de comunicação. de Dados. Network) Area. PAN (Personal( Redes de. de dados
Fundamentos de Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação
REDE DE COMPUTADORES
REDE DE COMPUTADORES Tipos de classificação das redes de acordo com sua topologia Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: [email protected] 1 Ao longo da historia das redes, varias topologias foram
1 Componentes da Rede Gestun
PROCEDIMENTO PARA DETECÇÃO DE FALHAS EM REDES DATA: 23/06/14. Controle de Alterações DATA 23/06/14 MOTIVO Versão Inicial RESPONSÁVEL Márcio Correia 1 Componentes da Rede Gestun -Módulo de comunicação:
Modelo OSI - A Camada Física
Modelo OSI - A Camada Física Prof. Gil Pinheiro 1 Detalhes da Camada Física Meio físico Sinalização Analógica x Digital Comunicação Paralela x Serial Modos de Transmissão (Simplex, Half- Duplex, Full Duplex)
Arquitetura CAN. José Sérgio da Rocha Neto
Arquitetura CAN 1 Sumário Rede CAN. Arquitetura do Sistema Implementado. Interface SPI. Controlador CAN MCP2510. Transceiver MCP2551. ADuC812. Resultados Obtidos. Conclusões. 2 REDE CAN CAN Controller
Unidade 2.1 Modelos de Referência. Bibliografia da disciplina. Modelo OSI. Modelo OSI. Padrões 18/10/2009
Faculdade INED Unidade 2.1 Modelos de Referência Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Fundamentos de Redes Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 2 Bibliografia da disciplina Bibliografia
Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto
Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias
Q VIA MODBUS COM MÓDULO QJ71MB91
COMUNICAÇÃO ENTRE PLCs SÉRIE Q VIA MODBUS COM MÓDULO QJ71MB91 No. DAP-QPLC-02 rev. 1 Revisões Data da Revisão Mar/2013 Nome do Arquivo DAP-QPLC-02 ModbusQPLC- PLC Revisão Primeira edição 1. OBJETIVO O
Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda.
Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC Indicador Universal Fone/Fax: (47) 3349 6850 Email: [email protected] O indicador microprocessado i506 possui entrada configurável para 24 tipos
Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática
Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 1. Conceitos básicos, Classificação e Topologias de Redes Prof. Ronaldo
Prof. Manuel A Rendón M
Prof. Manuel A Rendón M AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15 até 15.2.1 Moraes Engenharia de Automação Industrial 2ª. Edição LTC Cap.: 6.3 até 6.3.1 1. Primeira prova 32 pt 2.
Conversor Ethernet Serial CES-0200-XXX-XX. Manual V3.9
Conversor Ethernet Serial CES-0200-XXX-XX Manual V3.9 Parabéns! Você acaba de adquirir o Conversor Ethernet Serial CES-0200 que orgulhosamente foi desenvolvido e produzido no Brasil. Este é um produto
Prática em Redes de Computadores. Meios de Transmissão. Prof. M.Sc. Eduardo Luzeiro Feitosa [email protected]
Prática em Redes de Computadores Meios de Transmissão Prof. M.Sc. Eduardo Luzeiro Feitosa [email protected] Sumário Introdução Meios de Transmissão Cabo coaxial Cabo Par Trançado Fibra Óptica Interferências
Aula 04 A. Barramentos. Prof. Ricardo Palma
Aula 04 A Barramentos Prof. Ricardo Palma Definição Em ciência da computação barramento é um conjunto de linhas de comunicação que permitem a interligação entre dispositivos, como o CPU, a memória e outros
Redes de Computadores
Redes de Computadores Cabeamento Gustavo Reis [email protected] Os cabos são usados como meio de comunicação há mais de 150 anos. A primeira implantação em larga escala de comunicações via
Quadro de consulta (solicitação do mestre)
Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade
Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA
Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente
Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática
Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 04. Meios Físicos de Transmissão Prof. Ronaldo Introdução n
Introdução. Placas e Ferramentas de Rede. Exemplos. Surgimento. Estrutura Física - Placas
Introdução Placas e Ferramentas de Rede Prof. Alexandre Beletti Ferreira Dada a necessidade de comunicação entre os computadores em uma mesma rede para troca de arquivos, ou ainda para facilitar em processos
Placas e Ferramentas de Rede. Prof. Alexandre Beletti Ferreira
Placas e Ferramentas de Rede Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução Dada a necessidade de comunicação entre os computadores em uma mesma rede para troca de arquivos, ou ainda para facilitar em processos
Elementos ativos de rede e meios de transmissão. Eduardo Max A. Amaral Aula 5
Elementos ativos de rede e meios de transmissão Eduardo Max A. Amaral Aula 5 Hub Os hubs são dispositivos concentradores, responsáveis por centralizar a distribuição dos quadros de dados em redes fisicamente
Curso Técnico em Redes de Computadores NORMAS PADRÕES E PROTOCOLOS
Curso Técnico em Redes de Computadores NORMAS PADRÕES E PROTOCOLOS CONCEITUAÇÃO Norma Prática tornada obrigatória por entidades técnicas e/ou regulamentadoras. Padrão Prática recomendada e de ampla aceitação
Manual do instalador Box Output AC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output AC.
Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente alternada 110/220V. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas
Cabeamento Estruturado
CabeamentoEstruturado Compostoporseiselementos: CabeamentoHorizontal(HorizontalCabling); CabeamentoBackbone(BackboneDistribution); ÁreadeTrabalho(WorkArea); SaladeTelecomunicações(TelecommunicationsRoom
Estrutura de um Rede de Comunicações
Fundamentos de Profa.. Cristina Moreira Nunes Estrutura de um Rede de Comunicações Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação
Redes de Computadores
Redes de Computadores Cabeamento Fabricio Breve Um dos primeiros tipos de cabos utilizados em rede Possui dois fios, sendo um uma malha que envolve o cabo em toda a sua extensão Essa malha funciona como
Programa de Treinamento. Básico
Programa de Treinamento Básico Filosofia dos CLP s da Mauell Condições de emprego e utilização Montagem modular em um sitema local Visão do Hardware Montagem em sistemas de rede Acoplamentos de sistemas
Data Autor Descrição Revisão Configuração HX600 via Rede Ethernet 1.0
Data Autor Descrição Revisão 06/05/2009 Barbarini Configuração HX600 via Rede Ethernet 1.0 Page 1 / 12 Procedimento de Instalação 1 O módulo deverá ser fixado próximo ao medidor. Para alimentá-lo é necessária
ICORLI. INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET
INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET 2010/2011 1 Tipos de Cabos Cabos eléctricos São cabos, normalmente fabricados em cobre (ou de outro material condutor), que transmitem os
Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados
Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens
Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment
Emissor Receptor Meio Físico Mensagem Protocolo Emissor e Receptor Data Terminal Equipment Data Communications Equipment (DTE) + (DCE) Meio Físico Mensagem ( pacote ) O meio físico É o elemento que transmite
Cabeça de Rede de Campo PROFIBUS-DP
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, é uma cabeça escrava para redes PROFIBUS-DP do tipo modular, podendo usar todos os módulos de E/S da série. Pode ser interligada a IHMs (visores
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES Profº Alexsandro M. Carneiro [email protected] Bacharelado em Sistemas de Informação AULA 06 Bacharelado em Sistemas de Informação UCBD SG - 2005 Tópicos Abordados Camada Física:
COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91
COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91 No. DAP-QPLC-01 rev. 2 Revisões Data da Revisão Mar/2013 Out/2013 Nome do Arquivo Revisão DAP-QPLC-01 ModbusPLC-INV Primeira edição DAP-QPLC-01
Meios Físicos de Comunicação
Meios Físicos de Comunicação Aula 4 Cabeamento Estruturado Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 1 Conteúdo Cabeamento Não Estruturado Normas Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado
REGRAS PARA SEGMENTAÇÃO
REGRAS PARA SEGMENTAÇÃO Professor Victor Sotero 1 Domínio de Colisão A conexão de vários computadores a um único meio de acesso compartilhado que não possui nenhum outro dispositivo de rede conectado cria
Claudivan C. Lopes [email protected]
Claudivan C. Lopes [email protected] Sobre a arquitetura Ethernet Camadas da arquitetura Ethernet Topologias para redes Ethernet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É a arquitetura mais comum em redes locais
Assunto: Redes Com Menos Gastos
Assunto: Redes Com Menos Gastos Christian Luiz Galafassi 09132064 Resumo: Novos modos de Redes estão sendo implantadas e em testes. No artigo vou falar sobre duas delas que são Power of Ethernet (PoE),
