APELAÇÃO CÍVEL Nº UBERLÂNDIA
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- Heloísa Coimbra Bandeira
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1 EMENTA: AÇÃO ORDINÁRIA- CARTÃO DE CRÉDITO- CONTRATO DE ADESÃO CDC JUROS - MULTA MORATÓRIA - CLÁUSULA MANDATO ABUSIVIDADE. O contrato de cartão de crédito trata-se de contrato de adesão, já que as cláusulas são formuladas unilateralmente, e está submetido ao Código de Defesa do Consumidor. A multa moratória cobrada pelo inadimplemento de obrigações não pode exceder a 2% sobre o valor da prestação, nos termos do art. 52, 1º do CDC. A taxa de juros remuneratórios para as administradoras de cartão de crédito deve ser limitada em 12% ao ano, limitação imposta pela Lei de Usura (Decreto /33). A cláusula-mandato é vedada pelo artigo 51, VIII, do Código de Defesa do Consumidor: -1- A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Cível Nº da Comarca de, sendo Apelante (s): CREDICARD S/A - ADMINISTRADORA DE CARTÕES DE CRÉDITO e Apelado (a) (os) (as): HUMBERTO FAGUNDES LIMA, ACORDA, em Turma, a Sétima Câmara Cível do Tribunal de Alçada do Estado de Minas Gerais REJEITAR A PRELIMINAR E NEGAR PROVIMENTO.
2 Presidiu o julgamento o Juiz MANUEL SARAMAGO (Revisor) e dele participaram os Juízes D. VIÇOSO RODRIGUES (Relator) e JOSÉ AFFONSO DA COSTA CÔRTES (Vogal). O voto proferido pelo Juiz Relator foi acompanhado, na íntegra, pelos demais componentes da Turma Julgadora. -2- Belo Horizonte, 29 de maio de JUIZ D. VIÇOSO RODRIGUES Relator
3 V O T O O SR. JUIZ D. VIÇOSO RODRIGUES: Trata-se de apelação interposta por Credicard S.A. Administradora de Cartões de Crédito. contra a decisão de 1º grau que julgou procedente a Ação Ordinária ajuizada contra ela, reduzindo os juros contratados para o limite de 12% ao ano, declarando nula a cláusula mandato, reduzindo a multa moratória a 2% e confirmando a liminar de abstenção do envio do nome do apelado aos cadastros de inadimplentes, enquanto não apurado o valor devido. Inconformada, alega preliminarmente nulidade da sentença ante a ausência de fundamentação. No mérito, que o apelado não comprovou os fatos alegados na Inicial, o que cabia a ele, conforme o art. 333, I do CPC; que o contrato foi realizado entre as partes voluntariamente, não podendo o autor da ação se eximir do cumprimento; que inexiste abusividade nas cláusulas do presente contrato; que o contrato celebrado não se encaixa no conceito de contrato de adesão; que há previsão legal da cláusula mandato, e que por meio dela é que capta os recursos no mercado financeiro para arcar com as despesas do cartão. -3- da sentença. Contra-razões às f.280/293, pela manutenção Presentes todos os pressupostos de admissibilidade do recurso, dele conheço.
4 Quanto à preliminar de nulidade da sentença por falta de fundamentação, não assiste razão à recorrente, nem ao menos pode-se dizer que a fundamentação foi sucinta. O magistrado fundamentou cada tópico da decisão de forma clara e correta. Assim, rejeito a preliminar. No mérito, também não assiste razão à apelante. Ao apelado cabia a comprovação dos fatos constitutivos de seu direito. Diante disto, comprovou a realização do contrato de cartão de crédito, a cobrança dos encargos acima de 12% ao ano, a multa moratória acima de 2%, a existência de cláusula-mandato. Mesmo tendo o contrato sido realizado voluntariamente, por se tratar de contrato de adesão, já que as cláusulas são estipuladas unilateralmente, sem a intervenção da outra parte contratante, cabe ao Poder Judiciário revê-las caso uma das partes esteja desnivelada na relação contratual, o que é o caso. Não há como ignorar o desnível entre uma empresa de cartão de crédito e um consumidor (pessoa física); desta forma, se torna necessário que se tutele a parte débil, para promover o equilíbrio entre as partes. Quanto à inexistência de abusividade no contrato em questão, não há como prosperar esta alegação. Os juros e a multa moratória praticados e a cláusula-mandato existente são considerados abusivos, estando este entendimento já pacificado na Jurisprudência. A multa moratória cobrada pelo inadimplemento de obrigações não pode exceder a 2% sobre o valor da prestação, nos termos do art.52, 1º do -4-
5 Código de Defesa do Consumidor. Cumpre lembrar que à relação presente se aplicam as normas do direito consumerista. A taxa de juros remuneratórios para as administradoras de cartão de crédito deve ser limitada em 12% ao ano, limitação imposta pela Lei de Usura (Dec /33). Além disto, não provou a apelante que obteve os recursos fornecidos ao consumidor junto a instituições financeiras, bem como não demonstrou quais foram os encargos pactuados. Não havendo esta prova, devem os juros ser limitados à taxa máxima presente na Lei de Usura. "O CDC (art.51, IV)confere proteção àquele que é atingido por cláusula abusiva, que coloca o consumidor em desvantagem exagerada, como no caso dos juros, cláusula atípica de remuneração, quando excessivos." (TAMG- Ap ) A cláusula-mandato é vedada pelo artigo 51, VIII, do Código de Defesa do Consumidor: "As cláusulas-mandato, que atribuem ao credor a situação jurídica de mandatário do devedor, com plenos e irrevogáveis poderes para entabular outros negócios, como a emissão de títulos de crédito, ou para modificar unilateralmente as bases do negócio em curso, concedendo-lhe o poder contratual de fazer líquida a dívida conforme o seu interesse e entendimento, sem necessidade de qualquer participação do devedor-consumidor, quebram os princípios da transparência e confiança, que norteiam -5-
6 as relações de consumo" (TA MG- A p ). -6- quo. Pelo exposto, correta a sentença do juízo a Assim, considerando o acima exposto, REJEITO A PRELIMINAR e NEGO PROVIMENTO AO RECURSO, mantendo in totum a decisão hostilizada. Custas ex lege. jw/mps
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