Instituto Português da DMET/UML
|
|
|
- Lívia Garrau Paixão
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aprovação Diretora do Departamento de Metrologia Revisão Diretora da Unidade de Metrologia Legal Elaboração Responsável de Domínio da Unidade de Metrologia Legal CONTROLO METROLÓGICO LEGAL VERIFICAÇÃO DE DOSEADORAS PONDERAIS DE FUNCIONAMENTO AUTOMÁTICO Página 1/13
2 0 Objetivo e Âmbito Estabelecer o procedimento a observar nas operações de Primeira Verificação (PV) a instrumentos novos e reparados, Verificação Periódica (VP) e Verificação Extraordinária (VE) de doseadoras ponderais de funcionamento automático, nos termos da legislação aplicável. Este procedimento aplica-se às doseadoras ponderais sujeitas ao controlo metrológico legal, estabelecido na Portaria n.º 57/2007, de 10 de janeiro. Destina-se também às entidades qualificadas para a realização dos seguintes ensaios: Primeira Verificação; Verificação Periódica; Verificação Extraordinária. 1 Definições Erro máximo admissível (E.M.A.) Valor extremo do erro de medição, com respeito a um valor de referência conhecido, admitido por especificações ou regulamentos para uma dada medição, instrumento de medição ou sistema de medição. [6] Exatidão de medição Grau de concordância entre um valor medido e um valor verdadeiro de uma mensuranda. [6] Entidades Qualificadas Entidades reconhecidas pelo IPQ de acordo com o definido no artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 291/90, de 20 de setembro. Doseadoras ponderais de funcionamento automático Instrumento de pesagem de funcionamento automático que enche contentores com uma massa predeterminada e praticamente constante de um produto a granel. Alcance mínimo (Min) O menor valor de uma carga discreta que é possível determinar automaticamente no recetor de carga do instrumento. Alcance máximo (Max) O maior valor de uma carga discreta que é possível determinar automaticamente no recetor de carga do instrumento. Enchimento mínimo (Minfill) Minfill d / DMA, valor do enchimento abaixo do qual os resultados das pesagens podem ser submetidos a valores dos erros maiores que os valores dos erros máximos admissíveis. Aplica-se a instrumentos que efetuam o enchimento em mais do que um ciclo. 2 Referências [1] Portaria n.º 57/2007, 10 de janeiro Regulamento do controlo metrológico de instrumentos de pesagem de funcionamento automático. [2] OIML R 61 1, Automatic gravimetric filling instruments; Part 1: Metrological and technical requirements - Tests: 2004 (E) [3] OIML R 61 2, Automatic gravimetric filling instruments; Part 2: Test report format: 2004 (E) [4] Decreto-Lei n.º 291/90, de 20 de setembro Estabelece o regime legal do controlo metrológico nacional, em Portugal. [5] Portaria n.º 962/90, 9 de outubro Regulamento geral do controlo metrológico nacional. [6] VIM - Vocabulário Internacional de Metrologia Conceitos fundamentais e gerais e termos associados, 1.ª edição Luso-brasileira [7] VIML Vocabulário Internacional de Metrologia Legal, termos de Metrologia Legal, edição IPQ Página 2/13
3 3 Controlo Metrológico 3.1 Meios de Referência Os padrões utilizados não devem ter erros superiores a 1 / 3 dos E.M.A. dos instrumentos submetidos a ensaios, à carga considerada. 3.2 Classes de exatidão das doseadoras ponderais A classe de exatidão das doseadoras designam-se por X(x), sendo x 2, fixados pelo construtor e do tipo 1x10 k, 2x10 k e 5x10 k, em que k é um número inteiro positivo, negativo ou zero Enchimento mínimo Minfill d / DMA Quadro 1 Divisão de verificação d (g) Valor mínimo admissível para o enchimento mínimo (Minfill) (g) X(0,2) X(0,5) X(1) X(2) 0, d 200 d 100 d 50 d Quando o enchimento é efetuado em mais do que um ciclo de pesagem, o Minfill é superior ao alcance mínimo (Min). Nos outros casos o Min = Minfill é determinado pelo quadro Desvios Máximos Admissíveis O valor do desvio máximo admissível (D.M.A.) num instrumento da classe de exatidão X(x), é o resultado da multiplicação do fator (x) pelo valor do quadro 2. Página 3/13
4 Quadro 2 Desvio máximo admissível para cada enchimento em relação à média, para a classe de exatidão X(1) Valor da massa de enchimento m (g) D.M.A. m 50 7,2 % 50 < m 100 3,6 g 100 < m 200 3,6 % 200 < m 300 7,2 g 300 < m 500 2,4 % 500 < m g < m ,2 % < m g < m 0,8 % Classe de exatidão Para instrumentos em que o enchimento pode ser constituído por mais de uma carga (balanças combinadas cumulativas ou seletivas) o valor do erro máximo admissível para cargas estáticas deve ser igual ao previsto para o enchimento, conforme especificado no quadro Exatidão dos meios de referência Os valores da exatidão do instrumento de controlo e das massas utilizadas nos ensaios devem assegurar a determinação dos valores de enchimento com um valor do erro não superior a: a) b) 1 / 3 do valor do desvio máximo admissível (D.M.A.) em cada enchimento, para funcionamento automático se o instrumento de controlo ou o dispositivo utilizado para os efeitos de controlo for verificado imediatamente antes do ensaio; ou 1 / 3 do valor do desvio máximo admissível (D.M.A.) para funcionamento automático em todos os outros casos. 3.4 Ensaios O valor da incerteza global, no método da verificação integral e no método da verificação separada, não deve ser superior a 1 / 3 do E.M.A para o instrumento em verificação. Para a realização dos ensaios é necessário determinar a tara média, para um determinado número de enchimentos, a ter em conta na determinação o valor da massa do enchimento de ensaio Página 4/13
5 3.4.1 Número de enchimentos Quadro 3 Valor prefixado de enchimento (Fp) Número mínimo de enchimentos de ensaio Fp 1 kg 60 1 kg < Fp 10 kg kg < Fp 25 kg kg < Fp Determinação do valor do erro de indicação São usados valores de zero e dos pontos de mudança, 500 d e 2000 d para a determinação dos erros de indicação. Em cada ponto a verificar utilizam-se sobrecargas com o valor de 1 / 10 d. Determina-se o erro através de: E = I + 1/2 d - L - L Com o erro de indicação à carga zero, E 0, corrigem-se os erros nos dois pontos de mudança através de: E c = E E Método da verificação integral Neste método, a doseadora é utilizada para determinar o valor da massa do enchimento de ensaio. Em cada ponto a verificar utilizam-se sobrecargas com o valor de 1 / 10 d. Com a fórmula dos IPnA, determinase o erro Método da verificação separada O método de verificação separada requer a utilização de um instrumento de controlo (separado) para determinar o valor da massa do enchimento de ensaio Pontos de ensaio São efetuados enchimentos correspondentes a uma ou, quando possível, a duas quantidades nominais (Qn) de acordo com o quadro 3. É realizado um ensaio próximo do valor central do alcance de preferência, se Minfill < 1 / 3 Maxfill, com valores iguais, mas não superiores a 100 g, 300 g, g ou g. Página 5/13
6 3.5 Registos Os registos, independentemente de estarem em suporte de papel ou informático, devem ser conservados e devidamente salvaguardado o seu acesso, durante 5 anos, exceto em situações de procedimento judicial, os quais ficarão dependentes de decisão a esse nível. 3.6 Critérios de Decisão 1. Serão aprovados todos os instrumentos que cumpram com o seguinte: c) Estar em conformidade com a aprovação de modelo; d) Estar em bom estado de conservação e/ou funcionamento; e) Ter erros de indicação que não ultrapassem o desvio máximo admissível para o valor da massa do enchimento de ensaio. 2. Serão rejeitados todos os instrumentos que não cumpram qualquer uma das condições referidas em Selagem e Marcações As selagens serão efetuadas de acordo com os Despachos de Aprovação de Modelo, e de modo a impedir qualquer possibilidade de alteração das características do instrumento, com o símbolo da respetiva operação metrológica tal como definido pela Portaria n.º 962/90, de 9 de outubro. Com a decisão de operação metrológica, dependendo do resultado da operação de controlo metrológico, aprovado ou rejeitado, é emitido um Certificado de Verificação (ver modelo no Anexo III) ou um Boletim de Rejeição (ver modelo no Anexo IV). Deverão igualmente ser aplicadas etiquetas de aprovação ou de rejeição, em local visível. Figura 1 Etiqueta de instrumento verificado do ano 2013 Figura 2 Etiqueta de instrumento rejeitado Página 6/13
7 3.8 Selagem e Marcações Nas operações metrológicas de PV, VP e VE, os resultados dos ensaios efetuados são registados no modelo de registo indicado no Anexo I - Registo de Doseadoras Ponderais. Serão emitidos Certificados de Verificação ou Boletins de Rejeição com a apresentação final dos resultados. 4 Anexos Anexo I Registo de Doseadoras Ponderais Anexo II Certificado de Verificação Anexo III Boletim de Rejeição 5 Registo de Alteração ao Documento: A tabela abaixo apresentada tem o objetivo de registar as alterações efetuadas a este procedimento, sendo atualizada sempre que se realize qualquer tipo de alteração, após a sua aprovação. Registo de Alterações Alterações Responsável Data Página 7/13
8 6 ANEXOS ANEXO I - Registo de Doseadoras Ponderais 1) Informação referente ao Instrumento de Medição (preencher os campos necessários e quando aplicável) Informação aposta no instrumento: Marca do IM Modelo do IM Marcação identificativa (n.º série) Alcance máximo Divisão Classe de exatidão N.º do Despacho de Aprovação de Modelo Informação complementar do instrumento SIM NÃO Condições estipuladas de funcionamento em conformidade Instruções relativas a condições especiais de utilização (quando aplicável) 2) Inspeção Visual Verificação Existência de placa de características em conformidade com o Despacho de Aprovação de Modelo Estado de conservação do mostrador Existência de roturas ou fugas nos componentes Existência de dispositivos ou acessórios não contemplados no Despacho de Aprovação de Modelo Mecanismos de selagem em conformidade com o Despacho de Aprovação de Modelo Observações: Conforme Não conforme 3) Dados do proprietário Nome Morada Freguesia Concelho Distrito Página 8/13
9 Ensaio do Dispositivo Indicador Enchimento Máximo Enchimento Mínimo Quantidade nominal (Qn) Max. Min. Divisão (d) E = I + 1/2 d ΔL L Zero 500 e 2000 e Carga (L) Indicação (I) Carga Adicional (ΔL) Erro (E) E.M.A. 500 e E.M.A e Página 9/13
10 Determinação da Tara Média Quantidade nominal (Qn) Tara média Tara Peso da Tara Página 10/13
11 Ensaio do Método de Verificação Integral (classe X) Minfill Valor Central Maxfill Tara média Max. Min. Divisão (d) Tara média E = I + 1/2 d ΔL L F = I - Tara média Enchimento Tara do Contentor (t) Indicação (I) Carga Adicional (ΔL) Massa do Enchimento (F) Desvio da média (dm) Média dos enchimentos DMP Negativo Positivo Maior Desvio Se Minfill < 1/3 Maxfill, os ensaios são realizados próximo do valor central do alcance de preferência, com valores iguais, mas não superiores a 100 g, 300 g, 1000 g ou 1500 g. Página 11/13
12 ANEXO II - Certificado de Verificação Página 12/13
13 ANEXO III Boletim de Rejeição Página 13/13
Instituto Português da DMET/UML
Aprovação Diretora do Departamento de Metrologia Revisão Diretora da Unidade de Metrologia Legal Elaboração Responsável de Domínio da Unidade de Metrologia Legal CONTROLO METROLÓGICO LEGAL VERIFICAÇÃO
Instituto Português da DMET/UML
Aprovação Diretora do Departamento de Metrologia Revisão Diretora da Unidade de Metrologia Legal Elaboração Responsável de Domínio da Unidade de Metrologia Legal CONTROLO METROLÓGICO LEGAL VERIFICAÇÃO
Instituto Português da DMET/UML
Aprovação Diretora do Departamento de Metrologia Revisão Diretora da Unidade de Metrologia Legal Elaboração Responsável de Domínio da Unidade de Metrologia Legal CONTROLO METROLÓGICO LEGAL VERIFICAÇÃO
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 163, de 09 de junho de 2008.
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 040, de 18 de março de 2004.
TABELA DE ERROS MAXIMOS ADMISSÍVEIS
TABELA DE ERROS MAXIMOS ADMISSÍVEIS ± 3 e ± 1,5 e m 200 000 20 000 m 100 000 2 000 m 10 000 200 m 1 000 Os erros de arredondamento da indicação digital deverão ser corrigidos se d > 0,2 e Para instrumentos
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 059, de 04 de março de 2016.
Instituto Português da
Aprovação Diretora do Departamento de Metrologia Revisão Diretora da Unidade de Metrologia Legal FILIPE PINTO MACHADO em 2016-04-29 Elaboração Responsável de Domínio da Unidade de Metrologia Legal CONTROLO
MANÓMETROS DE TUBO DE BOURDON
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 671 2 de abril de 2013 Página 2 de 11 ÍNDICE Registo das revisões... 3 Preâmbulo... 4 1. Objetivo... 4 2. Âmbito... 4 3. Referências... 4 3.1. Externas... 4 3.2. Internas... 5
Cinemometria no IPQ, 2017
Olivier Pellegrino IPQ DMET 2017 PLANO I.INTRODUÇÃO II.CONTROLO METROLÓGICO, CALIBRAÇÃO III.PRÁTICA IV.REFLEXÕES, CONCLUSÕES I. INTRODUÇÃO O Instituto Português da Qualidade, I.P. - IPQ: Lei Orgânica aprovada
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert 2 Disponível em: http://www.bipm.org/en/publications/ guides/ 3 INMETRO. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais e termos associados (VIM
Carga Máxima. (Max) (kg)
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 070, de 16 de maio de 2003.
Portaria Inmetro/Dimel nº 0054, de 15 de março de 2013.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro/Dimel nº 0054, de 15 de março de 2013.
METROLOGIA LEGAL em Portugal
Departamento de Metrologia Unidade de Metrologia Legal METROLOGIA LEGAL em Portugal Susana Santos 2017-03-07 A METROLOGIA é a ciência da medição e suas aplicações A científica ocupa-se das unidades de
CONTROLO METROLÓGICO DE PRÉ-EMBALADOS
CONTROLO METROLÓGICO DE PRÉ-EMBALADOS RUI SILVA 7 JUNHO 2019 Para que serve o controlo metrológico de Pré-embalados? garantir ao consumidor que, em média, cada embalagem contém o peso ou volume de produto,
Carga Mínima (Min) Valor da Divisão de verificação (e) (kg) (kg) a a a 100
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 16, de 19 de Fevereiro de 2002.
Mínima x500x22
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR- MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL nº 071, de 30 de maio de 2000. O
SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 CAMPO DE APLICAÇÃO. Esta Norma se aplica à Surrs, à Surgo e aos Órgãos Delegados da RBMLQ-I.
PROCEDIMENTO PARA VERIFICAÇÃO DE MEDIDORES DE TRANSMITÂNCIA LUMINOSA NORMA N o NIE-DIMEL-086 APROVADA EM JUN/2015 N o 01/09 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos de Referência
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica UNO/DEPO Seminário Metrologia no Setor Alimentar FISCALIZAÇÃO EM METROLOGIA LEGAL OUTUBRO 2014 FISCALIZAÇÃO DO MERCADO FISCALIZAÇÃO DO MERCADO DEFINIÇÃO Conjunto
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL Nº 168, de 24 de setembro de 2002.
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 138, de 01 de dezembro de 1997. O Diretor
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO - MIC
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO - MIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 012, de 02 de fevereiro de 1989. O Diretor de Metrologia
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 136, de 22 de agosto de 2005.
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n.º 173, de 24 de setembro de
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/ Nº 129, de 06 de agosto de 2003.
VOCABULÁRIO INTERNACIONAL DE TERMOS DE METROLOGIA LEGAL A QUE SE REFERE A PORTARIA INMETRO N. o 150, DE 29 DE MARÇO DE 2016.
VOCABULÁRIO INTERNACIONAL DE TERMOS DE METROLOGIA LEGAL A QUE SE REFERE A PORTARIA INMETRO N. o 150, DE 29 DE MARÇO DE 2016. SUMÁRIO Introdução Campo de aplicação 0. Termos fundamentais 1. Metrologia e
INSTRUMENTOS DE PESAGEM USADOS EM ENSAIOS DE MATERIAIS
INSTRUMENTOS DE PESAGEM USADOS EM ENSAIOS DE MATERIAIS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ET- 231-02 09/2014 ET 231 pg1 - Centro de Desenvolvimento Tecnológico
4 ABORDAGENS METROLÓGICAS
4 4 ABORDAGENS METROLÓGICAS Neste capitulo são apresentados os termos metrológicos utilizados neste documento. Estes conceitos foram selecionados do Vocabulário Internacional de termos fundamentais e gerais
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n.º 074, de 30 de maio de 2001. O Diretor
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert Apresentar as principais variáveis a serem observadas na gestão da metrologia industrial, transformando barreiras técnicas em requisitos de competitividade. ABNT NBR ISO
Instrumentos de Pesagem Não Automáticos ( IPNA ) Esclarecimentos e interpretações
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Instrumentos de Pesagem Não Automáticos ( IPNA ) Esclarecimentos e interpretações 19/11/ Dimel Encontro Técnico Início Legislação aplicável
Grupo de Trabalho para a Guia de Boas Práticas para a Metrologia na Saúde: TERMÓMETROS CLÍNICOS
Grupo de Trabalho para a Guia de Boas Práticas para a Metrologia na Saúde: TERMÓMETROS CLÍNICOS Sílvia Moutinho Publicado a 9 maio 2016 no site do IPQ 2 3 Termómetros Clínicos Grupo de Trabalho para a
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n 163 de 19 de outubro de 1995. O Diretor
Guia RELACRE CÁLCULO DA INCERTEZA NA CALIBRAÇÃO DE CONTADORES DE ÁGUA PELO MÉTODO VOLUMÉTRICO
Guia RELACRE 6 CÁLCULO DA INCERTEZA NA CALIBRAÇÃO DE CONTADORES DE ÁGUA PELO MÉTODO VOLUMÉTRICO FICHA TÉCNICA TÍTULO: Guia RELACRE 6 Cálculo da Incerteza na Calibração de Contadores de Água pelo Método
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 068, de 27 de abril de 1995. O Diretor
Qn (m³/h) DN Comprimento (mm) Classe Metrológica 1,5 15 / / 110 A (V) 2,5 15 / / 110 A (V)
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 096, de 18 de abril de 2007.
INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
Calibração Fonte: Simone Acosta Fatores para minimizar erros Sensor apropriado Verificar a exatidão de cada elemento Cabeamento correto Verificar ruído elétrico Calibração Procedimento Geral
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Projetor de Perfil IT - 027 02 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
Direcção Regional da Economia. A Metrologia na Região de Lisboa e Vale do Tejo. Serviço da Qualidade
A Metrologia na Região de Lisboa e Vale do Tejo A Experiência do Laboratório Regional de Lisboa Jorge Fradique Direcção Regional da Economia Indústria e Recursos Geológicos Energia Comércio e Serviços
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 241, de 18 de agosto de 2008.
Semana da Metrologia e Qualidade De 17 a 21 de junho de 2013
Página 1 de 5 Semana da Metrologia e Qualidade De 17 a 21 de junho O objetivo desta semana é permitir que você se atualize através de cursos especializados na área de Metrologia e Qualidade, recebendo
Guia de Boas Práticas para a Metrologia na Saúde: INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL. Ana Luísa Silva
Guia de Boas Práticas para a Metrologia na Saúde: INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL Ana Luísa Silva 2 Índice Esfigmomanómetros: Tipologias Esfigmomanómetros manuais Esfigmomanómetros automáticos
O CONTROLE LEGAL DOS INSTRUMENTOS DE PESAGEM NO BRASIL
O CONTROLE LEGAL DOS INSTRUMENTOS DE PESAGEM NO BRASIL Marcelo Luís Figueiredo Morais 1, Leonardo de Souza Ferreira 2, Marcelo Castilho de Freitas 3 1 Divisão de Instrumentos de Medição de Massa Dimel/Dimas
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO
PORTARIA Nº 44, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2009 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas pelo parágrafo 3º do artigo
Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÕES SOBRE VERIFICAÇÃO INTERMEDIÁRIA DAS BALANÇAS. Documento Orientativo DOQ-CGCRE-036. (Revisão: 00 DEZ/2012)
Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÕES SOBRE VERIFICAÇÃO INTERMEDIÁRIA DAS BALANÇAS Documento Orientativo DOQ-CGCRE-036 (Revisão: 00 DEZ/2012) DOQ-CGCRE-036 Revisão 00 Dez/2012 Página 01/06 SUMÁRIO
CRITÉRIOS PARA A PRÉ-QUALIFICAÇÃO DE HIDRÔMETROS
CRITÉRIOS PARA A PRÉ-QUALIFICAÇÃO DE HIDRÔMETROS 1 A pré-qualificação tem por objetivo conhecer, testar e qualificar um modelo de hidrômetro de um determinado fabricante, de acordo com as especificações
CARACTERÍSTICAS ESTÁTICAS DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO
DETERMINAÇÃO DA DERIVA DO ZERO: ENSAIO: Manter P o = 0 e variar a temperatura T dentro da faixa de temperaturas ambientes [T max, T min ] previstas para uso do SM. Os ensaios feitos em CÂMARA de temperatura
Instrução de Trabalho
IT - 019 02 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS 6 DOCUMENTOS 7 RESPONSABILIDADES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade estabelecer
6 Validação Metrológica
6 Validação Metrológica Com o propósito de facilitar o entendimento do trabalho, o capítulo apresenta conceitos básicos de metrologia e definições relacionadas ao tem objeto da investigação. 6.1. Conceitos
Instrução de Trabalho
IT - 070 05 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Paquímetros IT - 007 07 1 de 9 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1
PROCEDIMENTO OPERATIVO Manutenção das infraestruturas e equipamentos
Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à gestão de atividades inerentes à manutenção e conservação das infraestruturas e. II OBJETIVOS Garantir que as infraestruturas estejam em condições de utilização. Garantir
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Medidor de Altura IT - 008 06 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
Instrução de Trabalho - RBC
Instrução para Calibração de Medidor de Altura ITR - 004 11 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
Instrução de Trabalho
IT - 059 03 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS 6 DOCUMENTOS 7 RESPONSABILIDADES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade estabelecer
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/N 032, de 14 de fevereiro d e 1996. O Diretor
AULA 5. Metrologia e Instrumentação. Prof. Alessandro Marques
AULA 5 Metrologia e Instrumentação Prof. Alessandro Marques ([email protected]) www.metrologia.ufpr.br Características dinâmicas As características dinâmicas, descrevem o seu comportamento durante o intervalo
Novidades nos padrões de medição de água Engº André Vinicius Fofano Inmetro/Dimel/Divol. Co-located with:
Novidades nos padrões de medição de água Engº André Vinicius Fofano Inmetro/Dimel/Divol Co-located with: Metrologia Legal Parte da metrologia relacionada às atividades resultantes de exigências obrigatórias,
ERROS DE MEDIÇÃO. Vocabulário; Erros de Medição; Calibração.
ERROS DE MEDIÇÃO Vocabulário; Erros de Medição; Calibração. CALIBRAÇÃO Imaginando o caso da balança, após estabelecer os erros sistemáticos e aleatórios, poderíamos conviver com os erros efetuando um fator
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/ Nº 134, de 14 de agosto de 2003.
MATERIAL PARA LINHAS AÉREAS
MATERIAL PARA LINHAS AÉREAS Conectores de união de compressão Características e ensaios Elaboração: DTI/LABELEC Homologação: conforme despacho do CA de 2015-07-24 Edição: 1ª. Emissão: EDP Distribuição
