MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS - MIT
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- Lucas Gabriel Barbosa Arantes
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1 SUMÁRIO Este MIT contém esclarecimentos relativos à TRAVESSIAS DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, sobre ou sob vias férreas da América Latina Logística - ALL, em áreas com características rurais e urbanas. Para tanto foram considerados os padrões definidos nas Normas Brasileiras Registradas (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e Decretos Federais. Em caso de divergência, este MIT prevalecerá sobre os outros manuais de mesma finalidade, editados anteriormente.
2 OBJETIVO 2 - SUPORTE LEGAL 3 - CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS Classificação Natureza Pátio Estruturas Fixação do Condutor Espaçamento - travessia subterrânea Tração Altura Sustentação Aterramento 4 - CONSIDERAÇÕES GERAIS Forma de Apresentação Autorização para Execução Execução e Manutenção 5 - CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6 - CONDIÇÕES DE PAGAMENTO 7 - ANEXOS I - Carta de Solicitação de Travessia II - Projeto Planialtimétrico III - Acordo de Serviço e Outros Pactos IV - Decretos Federais N s e
3 OBJETIVO Estabelecer Normas e Procedimentos a serem observados para solicitação e execução de travessias de redes de distribuição de energia elétrica sobre ou sob vias férreas da América Latina Logística - ALL. 2 - SUPORTE LEGAL O presente Manual está consolidado nas seguintes condições legais: - Normas e Instruções Gerais - ALL. - NBR's 5422, 5433, 5434 da ABNT. - Decreto Federal N de 16 de janeiro de (ANEXO III). - Decreto Federal N de 19 de janeiro de (ANEXO III). Detalhes técnicos, eventualmente omissos neste, deverão ser complementados mediante consulta às Normas Técnicas da ABNT. 3 - CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS Quando se tratar de travessia de redes elétricas de distribuição sobre ou sob linha férrea de responsabilidade da ALL, deverão ser observados os seguintes requisitos: CLASSIFICAÇÃO A travessia elétrica é classificada em: NATUREZA a) de alta tensão: quando a tensão de serviço for superior a 600 Volts; b) de baixa tensão: quando a tensão de serviço for inferior a 600 Volts Quanto à natureza, a travessia de via férrea é classificada em: a) Aérea: quando atravessa sobre a via férrea; b) Subterrânea: quando atravessa sob a via férrea.
4 Travessia Aérea a) O ângulo da travessia em relação ao eixo da via deve ser de, no mínimo 60º graus. Excepcionalmente, as travessias de AT e BT, a critério da ALL, podem ser feitas com ângulo menor que 60º, caso as condições topográficas da região e a estabilidade do suporte no vão da travessia assim o exijam. Neste caso deverá ser feito pela COPEL DIS (DEND/GEO), um estudo sobre as interferências no sistema de comunicação e sinalização da ALL. b) A travessia deve ser num vão só, e o vão máximo para travessia de baixa tensão deve ser de 70 metros; NOTA: Em casos especiais pode-se admitir vãos maiores que 70 metros, desde que sejam observados os padrões de construção, idênticos aos das linhas de alta tensão, conforme a NBR c) Quando a travessia for feita com condutor de cobre a seção mínima deverá ser: c1) Baixa Tensão...8 mm 2 c2) Alta Tensão...21 mm 2 NOTA: No caso de outro material, a seção mínima deve ser aquela que apresenta resistência à ruptura por esforço de tração, igual ou maior que a seção mínima para o cobre Travessia subterrânea a) O ângulo da travessia subterrânea deve ser de 90º; NOTA: Em condições excepcionais e mediante entendimento com a ALL a travessia pode ser entre 60º e 90º graus. b) A caixa de passagem será localizada fora da faixa de domínio da ferrovia. As características das caixas de passagem serão indicadas no projeto de travessia (materiais, dimensão, identificação, etc.) PÁTIO
5 Não é permitida travessia sobre PÁTIO FERROVIÁRIO ESTRUTURAS As estruturas ou caixas de inspeção devem situar-se fora da faixa de domínio ferroviário, observando o afastamento mínimo de 1,50 metros da mesma As estruturas devem ser colocadas em posição tal, que a menor distância medida sobre a superfície do terreno, do suporte à fiada de trilho mais próxima seja maior que a altura do suporte No caso de travessias urbanas, quando as condições do item não puderem ser satisfeitas devido a obrigatoriedade do suporte se situar sobre o passeio da via pública, deverá ser colocado poste com resistência que dispense estai e estudar uma nova flecha para o cabo, correspondente a uma tensão de tração horizontal inicial menor Onde o transporte é realizado por locomotiva a vapor, e o suporte for de madeira, a distância prevista no item deve ser no mínimo 15,0 (quinze) metros FIXAÇÃO DO CONDUTOR Preferencialmente as duas extremidades do vão da travessia deverão ser ancoradas Quando as duas extremidades do vão da travessia não forem ancoradas, a altura mínima do condutor deve ser mantida, mesmo no caso de rompimento no vão adjacente a uma estrutura normal com amarração Na impossibilidade de estaiamento do poste da rede de distribuição, poderá ser usado engastamento concretado ou reforçado Não é permitida a emenda dos condutores no vão da travessia ESPAÇAMENTO - TRAVESSIA SUBTERRÂNEA A distância vertical mínima admissível entre a face superior da linha de dutos e o boleto do trilho mais baixo deve ser de 1,40 metros A distância horizontal mínima admissível, entre a caixa de passagem e a fiada de trilhos mais próxima deve ser de 3,0 (três) metros Em desvio, a distância mínima passará de 3,0 (três) para 5,0 (cinco) metros.
6 Em desvio para carregamento, a distância deve ser suficiente para permitir a passagem de veículo rodoviário Para fins de escoamento de água, a vala deve ter no mínimo 1% de declive para uma das caixas, ou para ambas, de acordo com a topografia do terreno TRAÇÃO Nas condições mais desfavoráveis a tração atuante num condutor de travessia de alta tensão deve ser no máximo 33% da sua tração de ruptura para cabo de alumínio (CA), cabos de alumínio com alma de aço (CAA) ou aço, e 45% para cabo de cobre ALTURA A altura mínima do condutor (de AT ou BT), no vão da travessia, medida sobre a superfície de rolamento, na condição de flecha máxima, de qualquer fiada de trilhos deverá ser: Se DU >87 kv D = a + 0,01 (DU / 3-50) Se DU 87 kv D = a Onde: D = Distância vertical de segurança em metros. a = Valor básico normalizado em metros. DU = Tensão da linha considerada em kv. a = 9 metros para ferrovias não eletrificadas. NOTA: Nas travessias em BT em que a altura mínima exigida pela ALL não puder ser obedecida, em condições normais, a COPEL DIS poderá adotar a disposição horizontal em cruzeta Sobre linhas de telecomunicação ou de energia da ferrovia, a distância vertical mínima deverá ser: D = 1,80 metros. Onde:
7 SUSTENTAÇÃO D = Distância vertical de segurança, entre a rede e a linha de telecomunicação ou de energia da ferrovia, em metros Para vãos até 100 (cem) metros, poderá ser utilizado poste de madeira ou concreto armado de acordo com as Normas Técnicas Brasileiras Para vãos maiores que 100 (cem) metros, deve ser aplicado suporte de concreto ou metálico ATERRAMENTO A estrutura metálica, quando existir, deverá ser aterrada. 4 - CONSIDERAÇÕES GERAIS FORMA DE APRESENTAÇÃO A COPEL DIS, para formalizar o pedido, deverá encaminhar correspondência (ANEXO I), ao setor de Patrimônio da América Latina Logística, localizada à Rua Sete de Setembro 2.645, CEP Curitiba - Pr., devendo na referida solicitação constar: Projeto O projeto deverá ser elaborado e entregue no formato A1 ou A2, em planta e em perfil (ANEXO II), em 2 (duas) vias, observadas as Normas Técnicas Brasileiras, contendo: a) caracterização do solicitante; b) local, através da posição quilométrica exata e designação da via a atravessar; c) faixa de domínio ferroviário; d) características técnicas: - tensão nominal; - número de fases; - número de circuitos; - número de condutores por fase; - corrente máxima; - ângulo da travessia; - locais adjacentes de paradas de trens, se houver;
8 material, seção, diâmetro, código, tração e ruptura, tração máxima de trabalho e coeficiente de segurança dos condutores; - distância do poste ou estrutura de sustentação à fiada de trilho mais próxima; - distância do condutor ao plano de rolamento e a qualquer obstáculo; - faixa de segurança da rede ferroviária, de acordo com a NBR-5422; - detalhes da fixação dos condutores e da estrutura da travessia com a indicação das principais características dos isoladores, na escala mínima de 1:20. e) constar o nome e assinatura do Engenheiro Responsável Técnico; f) as escalas mínimas para planta e perfil serão: vertical...1:200 horizontal...1:2.000 Excepcionalmente poderão ser utilizadas escalas menores, adequadas ao formato A1 ou A AUTORIZAÇÃO PARA EXECUÇÃO Após análise do projeto encaminhado pela COPEL DIS a ALL, a mesma deverá encaminhar à COPEL DIS a comunicação de aprovação e/ou reprovação do mesmo, neste caso com a indicação de eventuais correções, juntamente com as duas vias do Acordo de Serviço e outros Pactos (ANEXO III). A COPEL DIS deverá devolver as duas vias do Acordo, assinadas à ALL, que deverá no máximo em 3 (três) dias devolver à cópia do Acordo assinada, juntamente com a autorização para execução da obra EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO A construção deverá seguir rigorosamente o projeto aprovado com as modificações ou observações feitas no mesmo A execução da travessia bem como a sua manutenção deverá ser efetuada o mais rápido possível e sem prejuízo ao tráfego ferroviário, exceto em casos previamente autorizados pela ALL; 5 - CONDIÇÕES ESPECÍFICAS As verificações dimensionais serão procedidas nas condições mais desfavoráveis
9 de aproximação das partes sob tensão elétrica ou entre estas e o solo, à via, às edificações e outros obstáculos As condições específicas da travessia serão fixadas no projeto pela ALL, naquilo que não contrariem as Normas Técnicas Brasileiras No caso do projeto aprovado pela ALL, sofrer alteração por motivos técnicos, antes ou depois de executados, a COPEL DIS deverá encaminhar à ALL um novo projeto com as modificações pertinentes Toda alteração nas travessias existentes é considerada como nova instalação, e deverá satisfazer os requisitos desta Norma; Destacando-se no projeto: a- existente a permanecer; b- existente a ser eliminada; c- existente a ser substituída; d- nova a acrescentar. 6 - CONDIÇÕES DE PAGAMENTO Quando para atendimento a solicitação do interessado, a COPEL DIS deverá fazer o recolhimento de uma taxa referenciada a uma Unidade Tarifária no valor de R$ 47,04 (quarenta e sete reais e quatro centavos), estando este valor, sujeito a reajuste a cada 12 (doze) meses tendo o IGPM da Fundação Getúlio Vargas, como índice, ou na sua ausência, por outro índice fixado pelo Governo Federal. - Será feito o recolhimento de 20 (vinte) Unidades Tarifárias vigente na época da solicitação da aprovação do projeto, a título de fiscalização e acompanhamento das obras, estando este valor sujeito a um desconto de 65% (sessenta e cinco por cento) quando for para carga residencial de pessoa física, devidamente comprovada. - Para atendimento de solicitação de carga residencial de pessoa física, o valor a ser recolhido pela COPEL DIS à ALL para análise de projeto será de 3,5 (três vírgula cinco) Unidades Tarifárias vigentes na época da solicitação da aprovação do projeto. - Para qualquer outro tipo de atendimento o valor a ser recolhido pela COPEL DIS à ALL para análise de projeto será de 10 (dez) Unidades Tarifárias vigente na época da solicitação da aprovação do projeto.
10 Os valores deverão ser recolhidos através de depósito bancário, em nome da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, no BANCO DO BRASIL S/A, conta corrente - n o , Agência , sob o código A ALL deverá encaminhar à COPEL DIS, tão logo receba desta o recibo de pagamento efetuado, uma Guia de Recolhimento. Caso ocorra alteração no valor da Unidade Tarifária, definido pela ALL, a DEND/GEO encaminhará às áreas o novo valor. 7 - ANEXOS I - Carta de Solicitação de Travessia II - Projeto Planialtimétrico III - Acordo de Serviços e outros pactos IV - Decretos Federais N s e
11 ANEXO I Local,...de ( cabeçalho ) Assunto: Solicitação de Travessia sobre (sob) Linha Férrea. Prezado(s) Senhor(es): Pela presente, vimos solicitar a V.Sª, autorização para construção de (quantidade). travessia(s) da Rede de Distribuição (rural ou urbana, município ou região), sobre (sob) a linha férrea na localidade de (...). Estamos enviando em anexo, para análise e aprovação, 2 (duas) cópias do(s) projeto(s) da(s) travessia(s) acima citada(s) que estão de acordo com as especificações estabelecidas pelas NBR's 5422, 5433 e 5434, da ABNT. No aguardo de seu pronunciamento, reiteramos as expressões de apreço e consideração. Atenciosamente Nome do solicitante: Cargo: CPF: RG: Endereço:
12 ANEXO II DESENHO DO PROJETO
13 ANEXO III ACORDO DE SERVIÇOS E OUTROS PACTOS Nº Nº ACORDOAUTORIZAÇÃO PRIMEIRO ACORDANTE: AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA., inscrita no CGC/MF sob nº, com sede à Rua Sete de Setembro, 2.645, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, neste ato representada por, RG, CIC/MF E RG, CIC/MF, doravante denominada AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA. SEGUNDO ACORDANTE: EMPRESA, inscrita no CGC/MF sob o nº CGC, com sede à ENDEREÇO na cidade de MUNICÍPIO - END, neste ato representada por NOME_1, PROFISSÃO_1, RG RG_1, CIC_MF CICMF_1 e NOME_2 PROFISSÃO_2, RG RG_2, CIC_MF CICMF_2, doravante denominada ACORDANTE. OBJETO DO ACORDO: Estabelecimento de DESCRIÇÃO. CLÁUSULA PRIMEIRA - DA CONSTRUÇÃO A obra objeto do presente acordo, será construída às exclusivas custas do ACORDANTE e sob a fiscalização da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA quanto a fidelidade ao projeto O início das obras somente poderá ocorrer após a emissão pela AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, da AUTORIZAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DA OBRA, conforme determina o Procedimento Operacional para Solicitação, Análise e Autorização de Passagem, Travessia, Paralelismo e Apoio em áreas da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA. CLÁUSULA SEGUNDA - DA MANUTENÇÃO Os trabalhos de manutenção, conservação e reparos de que vier necessitar o objeto deste acordo, na forma que dispõem os Decretos de 16/01/1980 e de 19/01/82, correrão por conta da ACORDANTE e sob a fiscalização da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, mediante informação prévia, salvo os casos de justificada urgência que deverão ser informados até 48 (quarenta e oito) horas após a sua realização. CLÁUSULA TERCEIRA - DA OBSTRUÇÃO À OPERAÇÃO FERROVIÁRIA 3.1. Se, em qualquer tempo for verificado que as instalações possam constituir impedimentos aos serviços que a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, no seu próprio interesse, venha a ter necessidade de ali realizar, a ACORDANTE obriga-se a mudá-las, as suas custas, para outro local, com prévia anuência da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA Sempre que a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA necessite alterar o traçado de suas vias ou introduzir modificações em suas obras no lugar que estiver instalada a obra autorizada, a ACORDANTE obriga-se, na forma que dispõe os decretos de 16/01/1980 e de 19/01/1982, a seu exclusivo custo e sem direito a indenização de qualquer espécie, a efetuar as modificações que a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA indicar.
14 CLÁUSULA QUARTA - DA REMOÇÃO DAS INSTALAÇÕES Em qualquer circunstância em que a ACORDANTE resolva retirar as instalações do local permitido, somente poderá realizá-lo com prévia autorização, por escrito, da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA. CLÁUSULA QUINTA - DAS DISPOSIÇÕES REGULAMENTARES A ACORDANTE se compromete a respeitar todas as disposições, referentes ao assunto, constantes no Regulamento dos Transportes Ferroviários anexo ao Decreto nº 1832 de 04/03/1996, dos Decretos de 16/01/1980 e de 19/01/1982, as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e Procedimento Operacional para Solicitação, Análise e Autorização de Passagem, Travessia, Paralelismo e Apoio da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA. CLÁUSULA SEXTA - DO DIREITO DE USO A presente autorização não poderá ser transferida a terceiros, mesmo parcialmente, sem prévia concordância, por escrito, da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA. CLÁUSULA SÉTIMA - DAS RESPONSABILIDADES E ISENÇÃO 7.1. A ACORDANTE responderá civilmente por todos os prejuízos, perdas e danos que, decorrentes da obra, possam vir a ser causadas à AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, ou a terceiros, obrigando-se a introduzir nas suas instalações todas aquelas alterações que por motivo de ordem técnica venham a tornar-se indispensáveis a segurança, aperfeiçoamento ou expansão do sistema ferroviário, o que fará sem qualquer ônus para a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA No caso da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA sofrer qualquer demanda judicial por terceiros, que tenha como fundamento a obra da qual aqui se trata, a ACORDANTE obriga-se a intervir no feito voluntariamente, com o fim de que a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA seja excluída do processo, ou, se necessário for na qualidade de denunciada a lide pela AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, assumindo a exclusiva responsabilidade pelo cumprimento integral da decisão judicial que for proferida, bem como pelo pagamento de todos os valores que decorrerem desta demanda A AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA isenta-se de qualquer responsabilidade quanto a possíveis danos que possam ocorrrer nas instalações da ACORDANTE em decorrência de eventos, sejam eles ferroviários, rodoviários ou de qualquer natureza. CLÁUSULA OITAVA - DA RESCISÃO O presente acordo é firmado e reciprocamente aceito a título precário, podendo assim ser denunciado e livremente rescindido por qualquer das partes, a todo o tempo, mediante simples comunicação escrita, com a antecedência mínima de 30 (trinta) dias ou independente de interpelação judicial ou extrajudicial, nas seguinte hipóteses. a) dissolução, falência ou concordata da ACORDANTE, se pessoa jurídica ou morte ou desaparecimento em se tratando de pessoa física; b) interesse da AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA, conforme cláusula terceira;
15 c) utilização diversa daquela pactuada no Preâmbulo deste Acordo; d) inadimplemento de qualquer das obrigações pactuadas deste Acordo. CLÁUSULA NONA - DO FORO As partes obrigam-se pela fiel observância das condições aqui pactuadas e, de comum acordo elegem o foro da cidade de Curitiba - Paraná, para quaisquer questões porventura oriundas da celebração deste acordo. E, por assim estarem acordes, firmam o presente instrumento em 02 (duas) vias de igual teor, na presença das testemunhas instrumentárias adiante especificadas. Curitiba, DATA AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA ACORDANTE NOME_1 profissão_1 NOME_2 profissão_2 TESTEMUNHAS
16 ANEXO IV DECRETOS FEDERAIS
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