Lucro histórico ou simples ilusão contábil?

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1 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil Aloisio Campelo Jr. Coordenador de Pesquisas Empresariais da DGD/IBRE/FGV Lucro histórico ou simples ilusão contábil? Num ano em que a economia não cresceu, os resultados das 500 maiores sociedades anônimas do Brasil terminaram sendo muito bons em Parte significativa dos indicadores favoráveis pode ser atribuída ao impacto da valorização cambial e da redução dos juros sobre o estoque de dívidas das empresas brasileiras, um ajuste contábil que guarda pouca relação com questões operacionais, como crescimento de vendas ou aumento de margens, os motivos comumente citados nos períodos de melhora efetiva do desempenho empresarial. Mas há também o que ser comemorado, como o desempenho dos segmentos exportadores e a sensível melhora do ambiente econômico no segundo semestre. A receita das 500 maiores cresceu 20,3% em termos nominais, na comparação com 2002, ou uma retração de 2,1%, quando corrigida pelo IGP-DI. O lucro agregado alcançou R$ 61,2 bilhões, o maior desde Quase um terço deste resultado deve-se à Petrobras, mas a rentabilidade mediana de 11,3% do conjunto das 500 maiores confirma o bom resultado da maioria das empresas, sendo a maior desde 1989, quando havia alcançado 11,7%. A contribuição aos resultados das empresas dos ajustes feitos para adequar os balanços à valorização cambial e redução dos juros pode ser apresentada de duas formas. Primeiramente, ao subtrairse do lucro operacional contábil das 500 maiores o seu resultado financeiro, que é a diferença entre as receitas advindas de depósitos bancários remunerados e os gastos com encargos financeiros e amortização de dívidas, incluindo-se aí as variações monetárias e cambiais da dívida, um procedimento contábil que não implica necessariamente dispêndio ou geração de caixa no ano. Expurgos financeiros Em 2002, a dedução do gigantesco prejuízo financeiro de R$ 106 bilhões inflado pela desvalorização cambial ocorrida naquele ano elevaria o lucro operacional contábil das 500 maiores a R$ 99,6 bilhões (a preços de 2003). Já no ano passado, o expurgo do déficit financeiro, bem mais modesto, de R$ 13 bilhões, faria com que o lucro operacional contábil das 500 maiores subisse a R$ 97,5 bilhões. Os dois resultados ficam, portanto, muito parecidos. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 2 2

2 Outra conta simples corrobora a linha de raciocínio. De uma amostra de 100 das maiores empresas do país retiramos apenas a componente denominada atualização monetária ou cambial nos dois últimos exercícios. Com este ajuste, a rentabilidade mediana líquida deste grupo de empresas teria sido de 20,1% em 2002 e 18,5% em Novamente, uma diferença pequena. Então, os lucros de 2003 foram ilusão contábil, assim como o prejuízo de 2002 também havia sido exagerado? Em parte, sim. Os resultados desses dois exercícios ficariam melhor representados por números de rentabilidade girando entre 5% e 6% ao ano, assim como os resultados de 2000 e Mas há boas notícias associadas ao ano passado, que não podem passar despercebidas. Uma delas é a diminuição do endividamento. Com o afrouxamento da política monetária e o crescimento da economia no segundo semestre, pela primeira vez desde o início do Plano Real, o grau de endividamento das 500 maiores caiu, passando de 146% para 134% do patrimônio das empresas, em termos medianos. Esta redução ocorreu de forma ainda mais acentuada no curto prazo, indicando que a oxigenação propiciada pelos juros mais baixos beneficiou o lado correto do corpo empresarial. Outro número favorável diz respeito ao lucro estritamente operacional 1 das empresas brasileiras, uma boa medida de como as empresas estão se saindo, independentemente de fatores determinados pelo ambiente macroeconômico, como juros e tributação. Em 2003, essa medida de lucro operacional alcançou R$ 88 bilhões, cerca de 2,7% a mais do que em 2002, em termos reais, e quase o dobro dos R$ 47 bilhões auferidos há seis anos, em A citação ao ano de 1998 tem sua razão. É que a mudança de regime cambial em 1999 provocou um salto gradual na lucratividade operacional das empresas nacionais, para um patamar que vem se mantendo relativamente estável desde 2001, a despeito das idas e vindas da economia. Uma demonstração de força das empresas nacionais que, em muitos aspectos e setores, são tão ou mais eficientes que a concorrência internacional, embora ressintam a perda de competitividade e lucratividade em decorrência da instabilidade do ambiente econômico interno. O peso das exportações Uma característica marcante da economia empresarial brasileira nos últimos anos tem sido a superioridade de desempenho dos segmentos produtores de bens comercializáveis ou tradables, aqueles que podem ser vendidos no exterior ou competem com produtos que podem ser importados sobre o dos produtores de não-comercializáveis (ou non-tradables), atividades econômicas que não podem ser exportadas ou importadas, tipicamente serviços ou comércio. Em 2003, a receita de 271 empresas que produzem bens comercializáveis cresceu 2% em termos reais, enquanto o faturamento de 229 empresas que produzem bens ou serviços não-comercializáveis reduziu-se em 5,8%. Analogamente, a rentabilidade dos segmentos de bens comercializáveis, que já havia alcançado 9% em 2002, atingiu 15,6% no ano passado. Já para os produtores de serviços e o comércio a rentabilidade foi de 7,3% em 2003, após um resultado negativo de 1,5% no ano anterior. Com toda a turbulência cambial e monetária dos últimos anos, em 2004 a economia brasileira despertou bem mais estável, com indicadores fiscais, externos e de inflação, equilibrados como há muito não se via. Isso já se Petróleo, a estrela do ano No ano passado, os preços do petróleo subiram durante a guerra EUA versus Iraque e, mesmo depois de superado o período crítico do conflito, não retornaram ao patamar anterior. Com isso, a indústria petrolífera tornou-se a estrela do ranking das 500 maiores empresas do mundo na edição de 2004 da revista americana Fortune. Em 2003, o faturamento agregado das 32 empresas do setor petrolífero presentes no ranking cresceu 22,1% e a rentabilidade sobre o ativo alcançou 6,8%, sendo ultrapassada apenas pela do setor de produtos farmacêuticos. A Petrobras consta no ranking com uma rentabilidade sobre o ativo de 12%, uma das maiores, superada apenas pela da Yukos, do magnata russo que hoje tem problemas com a justiça em seu país. Assim como ocorreu no Brasil, outros setores que foram bem a nível mundial foram as indústrias de mineração e metalúrgica. No primeiro caso, o crescimento das vendas, em dólares, das quatro empresas presentes no ranking foi de 20,6%. Já as empresas metalúrgicas tiveram um crescimento de 18,9% no faturamento e foram as que registraram o maior crescimento de lucro sobre o ano anterior: 94,3%. Apesar disso, a rentabilidade sobre o ativo das nove gigantes mundiais foi de 2,6%, bem inferior ao das parceiras brasileiras, cuja rentabilidade mediana sobre ativos foi de 13,9%. 2 3 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

3 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil refletiu nos balanços das empresas não-financeiras relativos ao primeiro semestre do ano, que apresentam fortes crescimentos de receita e rentabilidade mediana comparável à do ano passado. E, desta vez, contando apenas com a evolução do lado operacional, sem depender de motivações de segunda ordem. Desempenho dos setores Os setores que mais se destacaram em 2003 foram novamente os voltados para a exportação ou com potencial para substituir importações. Apesar da valorização da taxa cambial no ano, estes segmentos de comercializáveis, principalmente os exportadores, contaram com a recuperação da economia mundial e os preços favoráveis de commodities importantes de nossa pauta agrícola e industrial. Um dos beneficiados pela combinação de preço e demanda externa foi o setor metalúrgico que, segundo o IBGE, cresceu 6% em Na pesquisa das 500 maiores, o faturamento das empresas do setor cresceu 2,3% em termos reais e auferiu uma rentabilidade de 26,4%, uma das maiores do Brasil e bem superior à média internacional. Das 35 empresas presentes no ranking, apenas duas fecharam o ano no vermelho, menos de 6% do total. No conjunto das 500 maiores, as 109 empresas com prejuízo correspondem a 22% do total e este é o menor número desde O setor de petróleo, vencedor no mundo todo em 2003 (ver boxe), também merece destaque especial. A Petrobras, sozinha, foi responsável por 12% das receitas e 29% dos lucros das 500 maiores no ano passado. No setor, o faturamento cresceu 37,1% e a rentabilidade mediana foi de 32,6%. Outros segmentos com histórias parecidas, principalmente de bens intermediários, que registraram forte expansão para o mercado externo associada a preços em alta no mercado internacional, foram os de celulose e papel e mineração. O primeiro, com rentabilidade de 14% e crescimento de receitas da ordem de 26,9%; o segundo, com rentabilidade de 35,5% e crescimento de vendas de 22,3%. No caso da indústria química, destacam-se os fertilizantes, que já vêm acompanhando o boom do agronegócio há alguns anos. Em 2003, as vendas de oito empresas deste segmento cresceram 41,5% e a rentabilidade alcançou 40,4%. O segmento petroquímico não ficou atrás, conseguindo compensar o aumento dos custos de insumos com aumento de vendas, principalmente para o exterior. O faturamento de 19 empresas que estiveram nos dois últimos rankings das 500 maiores Setores mais rentáveis nos últimos cinco anos Número de Rentab. empresas mediana no ranking nos últimos deste ano cinco anos Rentab. em 2003 Cresc. % da receita em 2003 Petróleo 6 26,56 32,61 37,10 Produtos de metal 10 15,98 10,08 12,79 Couros e calçados 3 15,46 16,61 7,60 Metalurgia 35 14,85 26,37 25,49 Material de transporte e montadoras 8 13,56 22,20 9,73 Açúcar e álcool 8 13,46 4,01 12,75 Extração mineral 12 13,46 35,50 22,33 Indústrias diversas 4 11,92 10,79 19,39 Comércio por atacado 27 11,49 18,57 28,75 Produtos de minerais não-metálicos 20 11,06 22,47 15, Maiores 500 5,74 11,26 20,30 O petróleo tem sido o carro-chefe da economia brasileira não-financeira nos últimos anos. Outros setores que vêm se destacando são os ligados à metalurgia, mineração e comércio por atacado, este alavancado pelo resultado das tradings, ligadas ao comércio internacional. O setor de fabricação e montagem de partes e peças é composto, neste ranking, principalmente pelas empresas de material de transporte, uma vez que as montadoras são quase todas empresas limitadas, que não divulgam balanços. O setor açúcar e álcool, fortemente dependente das cotações de commodities, foi muito bem entre 2000 e 2002 mas no ano passado teve forte redução de rentabilidade. Setores menos rentáveis nos últimos cinco anos Número de empresas Mediana de no ranking cinco anos deste ano Rentab. em 2003 Cresc. % da receita em 2003 Edição e impressão 3-68,51 1,03 7,13 Serviços de transporte 20-11,45-6,43 14,87 Atividades anexas e auxiliares do transporte 8-8,84 22,49 16,29 Material eletrônico e equipamentos de comunicações 9-5,83-4,87 9,83 Produtos de madeira 5-1,39 0,75 42,35 Saneamento 20-0,85 2,67 13,11 Eletricidade 63 1,32 6,55 4,70 Telecomunicações 33 1,45 6,34 15,35 Vestuário 3 2,81 14,22 0,67 Atividades imobiliárias 3 2,86 11,97 12, Maiores 500 5,74 11,26 20,30 O setor de edição e impressão vem mal há alguns anos. Em parte, o resultado não exprime o conjunto completo das empresas deste segmento, dentre as quais muitas são limitadas. No caso do setor de serviços de transporte, o péssimo resultado dos últimos anos tem sido influenciado pela crise das empresas de aviação. O setor de material eletrônico, apesar de produtor de bens comercializáveis, é muito voltado ao mercado interno e penou nos últimos anos de crescimento econômico reduzido e com o racionamento energético de Os três segmentos de serviços de utilidade pública, energia, telecomunicações e saneamento, sofreram com o enfraquecimento do mercado interno, mas também com o impacto da desvalorização cambial sobre suas dívidas. Em 2003, eles já apresentaram evolução bem mais favorável. No setor de telecomunicações, as operadoras de telefonia celular da banda A vêm registrando bons resultados desde S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 2 4

4 subiu 54,2%, e a rentabilidade foi de 14,4%. Quem andou mal das pernas Entre os piores desempenhos estão os dos setores mais voltados ao mercado interno que, por depender do crescimento de renda do emprego no país, não avançaram no ano passado. O setor de eletroeletrônicos e equipamentos de comunicações registrou expansão nominal de 10% das vendas, inferior ao das 500 maiores, e rentabilidade negativa de 4,9%. No de construção, estes números foram, respectivamente, de menos 20% e 7,4% (14,3% em 2002). O comércio varejista até alcançou uma rentabilidade razoável, de 7,2%, mas os supermercados, que comparecem com seis representantes no ranking deste ano, ainda ficaram no vermelho, com queda de 0,2%. Para os setores de serviços, o ano de 2003 não foi bom em termos operacionais, mas as empresas muito endividadas ganharam fôlego extra para aguardar pela recuperação de emprego e renda e pela definição de marcos regulatórios. O destaque entre esses setores continuou sendo as empresas de telefonia da banda A, aquelas que herdaram as antigas concessionárias estatais na privatização de Em 2003, o faturamento delas cresceu em linha com a média das empresas não-financeiras do país e a rentabilidade passou de 11%, em 2002, para 16,2%. Com isso, o próprio setor de telecomunicações viu sua rentabilidade saltar para 6,3%, ainda que os segmentos de telefonia fixa e banda B de telefonia celular não tenham ido bem. Fechando o capital 1 Medido pela receita líquida de vendas menos custos de produtos/serviços diretamente relacionados à produção, despesas com vendas e administrativas e resultado de outras receitas/despesas operacionais. Um aspecto negativo do conjunto empresarial brasileiro nos últimos anos tem sido o fechamento de capital de sociedades anônimas. No caso do ranking das maiores sociedades do Brasil da FGV/IBRE/DGD, nota-se dois movimentos distintos. Um de sociedades anônimas que decidem se transformar em sociedades limitadas. Em 2003, cinco empresas que estavam presentes no ranking passado deixaram de publicar balanços por terem se transformado em empresas limitadas. Na edição anterior das 500 maiores, o ranking havia sido desfalcado por 11 empresas, indicando ao menos um arrefecimento da velocidade de conversão de sociedades anônimas em limitadas. O outro movimento é o de fechamento de capital das sociedades anônimas abertas, aquelas que possuem papéis negociados em bolsa. A evolução neste sentido tem sido rápida e até acelerou-se este ano, ampliando o número de sociedades anônimas fechadas entre as 500 maiores. Há quatro anos, no ranking de 2000, 210 das 500 maiores eram de capital aberto, ou 42% do total. No ranking deste ano, este número caiu a 165, aproximadamente um terço do total. Dentre os principais motivos para o fechamento de capital incluem-se os elevados custos de manutenção das companhias nas bolsas, a instabilidade macroeconômica do país, o esvaziamento do mercado acionário e as elevadas taxas de juros. Somente um ciclo de crescimento da economia, com redução gradual de juros, de tributação sobre investimentos em bolsa e de custos para emissões farão as empresas brasileiras voltarem a ver o mercado de capitais como um importante veículo para captação de recursos, seja por ações ou debêntures. As medidas que já vêm sendo tomadas para estímulo ao investimento de pessoas físicas nas bolsas são válidas e devem ser ampliadas. 2 5 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

5 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** 1 1 Petrobras Petróleo RJ A E Telemar Telecomunicações RJ A P Vale do Rio Doce Extração mineral RJ A P Telefônica Telecomunicações SP A P Eletrobrás Energia elétrica DF A E CSN Metalurgia RJ A P Brasil Telecom Telecomunicações DF A P Ambev / CBB Bebidas SP F P Braskem Produtos químicos BA A P Pão de Açúcar Comércio varejista SP A P Embratel Telecomunicações RJ F P Eletropaulo Metropolitana Energia elétrica SP A P Embraer Construção, montagem ou reparação de aeronaves SP A P Furnas Energia elétrica RJ F E Cemig Energia elétrica MG A E Petrobras Distribuidora Comércio por atacado RJ F E Bunge Alimentos Produtos alimentícios SC F P Sabesp Saneamento SP A E Usiminas Metalurgia MG A P Chesf Energia elétrica PE A E Light Energia elétrica RJ A P Cargill Produtos alimentícios SP F P CST Metalurgia ES A P Sadia Produtos alimentícios SC A P Eletronorte Energia elétrica DF F E CPFL Energia elétrica SP A P Telesp Celular Telecomunicações SP F P Cosipa Metalurgia SP A P Gerdau Metalurgia RJ A P Aracruz Celulose e papel ES A P Gerdau Açominas Metalurgia MG F P Fiat Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças MG F P Cesp Energia elétrica SP A E VCP Celulose e papel SP A P Bunge Fertilizantes Produtos químicos SP F P Klabin Celulose e papel SP A P Norberto Odebrecht Construção RJ F P C. R. Almeida Construção RJ F P Copesul Produtos químicos RS A P Alberto Pasqualini Petróleo RS F P Copel Distribuição Energia elétrica PR F E Petróleo Ipiranga Comércio por atacado RJ A P Varig Serviços de transporte RS A P Acesita Metalurgia MG A P Tractebel Energia elétrica SC A P Cimento Rio Branco Produtos de minerais não-metálicos SP F P Perdigão Agroindustrial Produtos alimentícios SP F P TAM Serviços de transporte SP F P Basf Produtos químicos SP F P Souza Cruz Produtos do fumo RJ A P 1 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 2 6

6 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,33 0,90 34, , , ,34 0,66 7, , , ,03 0,76 30, , , ,63 0,68 12, , , ,32 1,70 0, , , ,27 1,21 14, , , ,25 1,00-0, , , ,99 1,02 37, , , ,51 0,56 9, , , ,36 1,04 5, , , ,55 0,96 4, , , ,80 0,47 3, , , ,31 1,11 16, , , ,50 1,32 9, , , ,26 0,71 18, , , ,62 1,16 22, , , ,26 1,01 39, , , ,18 0,67 11, , , ,32 1,25 32, , , ,82 0,81 7, , , ,03 0,45-94, , , ,61 0,82 74, , , ,72 0,87 16, , , ,41 1,59 30, , , ,77 0,38-3, , , ,58 0,89-1, , , ,74 0,82 14, , , ,53 0,66 19, , , ,15 2,18 27, , , ,81 0,81 31, , , ,50 0,83 28, , , ,51 1,26-18, , , ,78 0,18 8, , , ,33 1,44 25, , , ,93 0,93 33, , , ,26 1,35 55, , , ,95 1,52 11, , , ,06 14,04 16, , , ,91 1,23 15, , , ,12 1,70 31, , , ,14 1,10-6, , , ,35 1,95 15, , , PL<0 0,34 PL< , , ,70 0,86 22, , , ,92 0,94 19, , , ,09 1,42 24, , , ,52 1,20 16, , , ,02 0,78 346, , , ,97 1,61 4, , , ,98 0,76 50,03 50 Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

7 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Coelba Energia elétrica BA A P Oi 7 Telecomunicações RJ F P Credicard Serviços creditícios e conexos SP F P Celesc Energia elétrica SC A E Elektro Energia elétrica SP A P Belgo-Mineira Metalurgia MG A P Cedae Saneamento RJ A E CBA Metalurgia SP F P Cerj Energia elétrica RJ A P Suzano Celulose e papel SP A P Alcoa Metalurgia MG F P TIM Celular 7 Telecomunicações SP F P CEEE Energia elétrica RS A E Comgás Gás SP A P Dow Brasil Produtos químicos SP F P Multibrás Máquinas e equipamentos SP A P Transpetro Serviços de transporte RJ F E Bandeirante Energia Energia elétrica SP A P Albras Metalurgia PA F P Telerj Celular Telecomunicações RJ F P Pirelli Pneus Artigos de borracha e plástico SP F P Bompreço Comércio varejista PE F P MBR Extração mineral RJ F P Vasp Serviços de transporte SP A P Agip Brasil Comércio por atacado SP F P Celg Energia elétrica GO A E Alunorte Metalurgia PA F P Celpe Energia elétrica PE A E Renault Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças PR F P Bahia Sul Celulose e papel BA A P Manaus Energia Energia elétrica AM F E AES Sul Energia elétrica RS A P Petroquímica União Produtos químicos SP A P Copasa MG Saneamento MG F E Rio Grande Energia Energia elétrica RS A P CTEEP Energia elétrica SP A E Ripasa Celulose e papel SP A P Samarco Extração mineral MG F P Cien Energia elétrica RJ F P BMP 9 Metalurgia MG F P Ponto Frio Comércio varejista RJ A P Americanas Comércio varejista RJ A P CPFL Piratininga Energia elétrica SP A P Sanepar Saneamento PR A E Copel Geração Energia elétrica PR F E Gasoduto Bolívia-Brasil TBG Gás RJ F E Kraft Foods Produtos alimentícios PR F P Eletronuclear Energia elétrica RJ F E Seara Produtos alimentícios SC A P Editora Abril Edição e impressão SP A P 1 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 2 8

8 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,46 0,48 9, ,17 1,57-17, , , ,04 1,15 95, , , ,84 1,30 21, , , ,06 1,22 360, , , ,46 1,35 20, , , ,57 1,67-57, , , ,48 2,04 14, , , ,71 0,70-21, , , ,85 1,03 24, , , ,02 1,48 27, ,26 0,64-34, , , ,01 0,59-51, , , ,46 0,96 11, , , ,67 0,52 0, , , ,62 0,99 3, , , ,80 1,68 29, , , ,36 0,70 14, , , ,31 1,05 59, , , ,49 1,31 7, , , ,62 1,12 23, , , ,05 0,78-28, , , ,12 1,47 61, , , ,32 1,07-3, , , ,41 3,87 39, , , ,04 0,97 733, , , ,77 0,55 35, , , ,39 0,61 8, , , ,62 0, , , , ,77 1,13 20, , , ,30 0,82-5, , , PL<0 0,30 PL< , , ,59 0,53 14, , , ,93 0,77 6, , , ,35 0,58-2, , , ,27 2,02 6, , , ,21 1,40 12, , , ,85 0,70 42, , , ,24 0,27 60, ,43 0,33 165, , , ,35 1,13 0, , , ,39 1,04 54, , , ,84 0,81 47, , , ,99 1,00 15, , , ,64 1,13 9, , , PL<0 0,41 PL< , , ,66 1,89 10, , , ,72 1,16-7, , , ,50 1,14 21, , , PL<0 0,19 PL<0 100 Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

9 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Coelce Energia elétrica CE A P Metrô SP Serviços de transporte SP F E Escelsa Energia elétrica ES A P Ipiranga Petroquímica Produtos químicos RS A P Vicunha Produtos têxteis CE A P Coteminas Produtos têxteis MG A P MRS Logística Serviços de transporte RJ A P CPTM Serviços de transporte SP F E Camargo Corrêa Construção SP F P Andrade Gutierrez Construção MG F P Celpa Energia elétrica PA A P Cenibra Celulose e papel MG F P Caraíba Metalurgia BA A P Celular CRT Telecomunicações RS F P Sendas Comércio varejista RJ A P Duke Energy Energia elétrica SP A P Maxitel Telecomunicações MG F P Polibrasil Produtos químicos SP F P Avipal Produtos alimentícios RS A P Telemig Celular Telecomunicações MG A P AES Tietê Energia elétrica SP A P Ultrafertil Produtos químicos SP F P Holcim Produtos de minerais não-metálicos SP F P Cemat Energia elétrica MT A P Weg Máquinas, aparelhos e materiais elétricos SC F P Duratex Produtos de madeira SP A P Makro Comércio por atacado SP F P Ultragaz Comércio varejista SP F P Du Pont Produtos químicos SP F P Distribuidora Ipiranga Comércio por atacado RS A P Tim Sul Telecomunicações PR A P Global Telecom Telecomunicações PR F P Embasa Saneamento BA F E Rio do Norte Extração mineral PA F P Aços Villares Metalurgia SP A P Marlim Petróleo RJ A P Fosfertil Produtos químicos MG A P Frangosul Produtos alimentícios SP F P Embraco Máquinas e equipamentos SC A P Casas Pernambucanas Comércio varejista SP F P Saint-Gobain Vidros Produtos de minerais não-metálicos SP F P Corsan Saneamento RS A E Vallourec & Mannesmann Metalurgia MG F P Cimento Itaú Produtos de minerais não-metálicos MG A P Ericsson Material eletrônico e equipamentos de comunicações SP F P Itautec Philco Máquinas para escritório e equipamentos de informática AM A P Rexam Produtos de metal RJ A P Billiton 1 Metalurgia RJ F P Confab Metalurgia SP A P Petroflex Produtos químicos RJ A P 12 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 3 0

10 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,15 1,09 8, , , ,28 0,31-6, , , ,43 1,05 49, , , PL<0 0,41 PL< , , ,76 1,15 4, , , ,38 3,08 12, , , ,26 0,85 125, , , ,16 0,31-6, , , ,13 3,86 3, , , ,35 2,15 9, , , ,51 0,86 6, , , ,25 0,82 44, , , ,48 1,26 10, , , ,84 1,78 20, , , ,30 0,37-292, , , ,68 0,73 3, , , PL<0 1,22 PL< , , ,62 1,05 14, , , ,78 1,03 4, , , ,10 1,78 27, , , ,04 2,02 44, , , ,40 1,27 37, , , ,18 0,38 85, , , ,32 0,75-11, , , ,00 2,07 54, , , ,69 1,84 6, , , ,48 0,97 27, , , ,06 1,49 10, , , PL<0 1,61 PL< , , ,44 1,59 18, , , ,46 1,85 14, , , ,15 1,09-44, , , ,71 0,88 7, , , ,03 0,26 40, , , ,74 0,94 67, , , ,86 1,36 57, , , ,81 1,98 41, , , ,63 0,94 8, , , ,29 2,01 8, , , ,48 1,19 11, , , ,40 2,17 15, , , ,65 0,54 7, , , ,18 0,90 45, , , ,24 2,37 24, , , ,61 0,94 20, , , ,34 1,41 2, , , ,92 1,25 4, , , ,30 2,37 45, , , ,37 1,24 4, , , ,44 1,34 29, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

11 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** CBMM Metalurgia MG F P Queiroz Galvão Construção RJ F P Mahle Metal Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças SP A P Bayer Produtos químicos SP F P Electrolux Máquinas e equipamentos PR A P CEB Energia elétrica DF A E Bompreço Bahia Comércio varejista BA A P Cargill Fertilizantes Produtos químicos SP F P Semp Toshiba AM Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM F P Lafarge Produtos de minerais não-metálicos RJ F P Natura Produtos químicos SP F P Marcopolo Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças RS A P Enersul Energia elétrica MS A P Camargo Corrêa Cimentos Produtos de minerais não-metálicos SP F P Oxiteno NE Produtos químicos BA F P Belgo Bekaert Metalurgia MG F P Atlas Schindler Máquinas e equipamentos SP F P Telet Telecomunicações RS A P Saneago Saneamento GO A E Eletrosul Energia elétrica SC F E Ceg Gás RJ A P CTBC Telecom Telecomunicações MG F P Cimpor Brasil Produtos de minerais não-metálicos SP A P Americel Telecomunicações DF A P Martins Comércio por atacado MG F P Tigre Artigos de borracha e plástico SC F P Spal Bebidas SP F P Mineira de Metais Metalurgia MG F P Santista Têxtil Produtos têxteis SP A P CBTU Serviços de transporte RJ F E Coinbra-Frutesp 1 Bebidas SP F P Monsanto NE Produtos químicos BA F P Cosern Energia elétrica RN A P Gol Transp. Aéreos Serviços de transporte SP F P Novartis Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Anhangüera-Bandeirantes Atividades anexas e auxiliares do transporte SP F P Usina Coruripe Açúcar e álcool AL F P Belgo-Mineira Participação Metalurgia MG F P São Paulo Alpagartas Couros e calçados SP A P Jari Celulose Celulose e papel PA A P Schincariol Bebidas SP F P Cimento Poty Produtos de minerais não-metálicos PB F P América Latina Logística Serviços de transporte PR A P Grendene 11 Couros e calçados CE F P Usina Caeté Açúcar e álcool AL F P Siderúrgica Barra Mansa Metalurgia SP F P Ferronorte Serviços de transporte MT A P Clariant Produtos químicos SP F P Aché Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Lojas Renner Comércio varejista RS A P 9 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 3 2

12 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,40 1,27 36, , , ,20 11,43 11, , , ,51 1,96 31, , , ,26 1,25-0, , , ,30 1,66-12, , , ,02 1,26-7, , , ,57 1,06-6, , , ,61 1,27 91, , , ,24 4,03 18, , , ,40 1,31 26, , , ,26 0,83 53, , , ,24 1,44 20, , , ,87 1,11 3, , , ,44 2,46 40, , , ,84 1,85 33, , , ,43 1,67 28, , , ,38 0,61-133, , , ,25 0,88-2, , , ,46 0,65 2, , , ,45 2,08 8, , , ,60 0,46 27, , , ,38 0,41 5, , , ,00 1,09 20, , , ,02 0,71-5, , , ,07 1,02 32, , , ,11 1,67 11, , , ,25 0,79-7, , , ,71 0,77 30, , , ,78 1,50 8, , , ,26 0, , , , ,43 1,25 23, , , ,24 2,36 11, , , ,46 0,57 11, , , ,46 1,43 51, , , ,42 1,57 1, , , ,42 0,99 35, , , ,19 1,72 7, , , ,41 0,08-4, , , ,61 3,11 16, , , PL<0 0,99 PL< , , ,26 2,09 3, , , ,20 0,98 17, , , ,67 1,08 42, ,32 6,67 29, , , ,68 1,59 16, , , ,88 1,46 26, , , ,53 0,36-269, , , ,66 2,50 29, , , ,66 0,62 1, , , ,69 1,43 58, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

13 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Milenia Produtos químicos PR F P Adubos Trevo Produtos químicos RS A P Alcatel Material eletrônico e equipamentos de comunicações SP F P Roche Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Magnesita Produtos de minerais não-metálicos MG A P Lojas Colombo Comércio varejista RS F P Cotia Trading Comércio por atacado ES F P Videolar Indústrias diversas AM F P Politeno Produtos químicos BA A P Coimex Comércio por atacado ES F P Weg Exportadora Comércio por atacado SC F P Lojas Riachuelo Comércio varejista SP F P Itá Energética Energia elétrica SP A P Repsol YPF Distribuidora Comércio por atacado RJ F P Sotreq Comércio por atacado SP F P Níquel Tocantins Metalurgia SP F P Oxiteno Produtos químicos SP F P Arcom Comércio por atacado MG F P Cemar Energia elétrica MA A E Compesa Saneamento PE F E Rio Doce Manganês Metalurgia BA F P Telefônica Empresas Telecomunicações SP F P Ferrovia Centro-Atlântica Serviços de transporte MG A P Star One Telecomunicações RJ F P Docas SP Atividades anexas e auxiliares do transporte SP F E CCE AM Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM F P Casan Saneamento SC A E Caesb Saneamento DF F E Telegoiás Celular Telecomunicações GO F P Moinhos Cruzeiro do Sul Produtos alimentícios RS F P Energipe Energia elétrica SE A P Santher Celulose e papel SP A P Amazônia Celular Telecomunicações PA A P Eucatex Produtos de madeira SP A P AES Uruguaiana Energia elétrica RS F P Atento Serviços prestados às empresas SP F P Terra Networks Serviços de informática e conexos RS F P Varig Engenharia Construção, montagem ou reparação de aeronaves RJ F P Gradiente Eletrônica Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM A P Dersa Atividades anexas e auxiliares do transporte SP A E Lojas Cem Comércio varejista SP F P Esteve Comércio por atacado ES F P Cimento Tocantins Produtos de minerais não-metálicos DF F P Ecovias Imigrantes Atividades anexas e auxiliares do transporte SP F P O Estado de São Paulo Edição e impressão SP F P Maesa Energia elétrica SC A P TVSBT Atividades recreativas, culturais e desportivas SP F P Riocell 7 Celulose e papel RS F P Orsa Celulose e papel SP F P Bombril Produtos de metal SP A P 2 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 3 4

14 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,76 1,36 40, , , ,22 1,49 39, , , ,47 1,22-55, , , ,71 1,69-1, , , ,53 1,91 16, , , ,73 1,37 14, , , ,16 1,01 56, , , ,59 2,05 0, , , ,23 3,26 15, , , ,31 1,12 10, , , ,71 0,91 2, , , ,89 1,70 0, , , ,56 0,78 2, , , ,62 0,78-6, , , ,80 1,21 18, , , ,71 2,14 46, , , ,26 1,96 23, , , ,34 2,08 28, , , PL<0 0,48 PL< , , ,27 2,25-0, , , ,47 1,08 38, , , ,21 0,41-13, , , ,04 0,81-133, , , ,31 3,39 25, , , ,96 0,24 0, , , ,34 2,53-85, , , ,84 0,40 2, , , ,74 1,42 2, , , ,48 2,99 30, , , ,77 0,81 7, , , ,85 0,72 2, , , ,42 0,90-76, , , ,54 0,60 3, , , ,53 0,43-21, , , PL<0 0,60 PL< , , ,95 0,42-22, , , ,45 0,61 1, , , ,37 2,52-2, , , ,01 1,09-197, , , ,46 0,51-8, , , ,36 3,34 4, , , ,47 1,11 6, , , ,37 1,92 35, , , ,95 1,40 35, , , ,80 0,85 1, , , ,58 1,68 25, , , ,38 1,02-26, ,11 2,39 7, , , ,09 1,50 15, , , PL<0 0,59 PL<0 250 Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

15 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Telebahia Celular Telecomunicações BA F P Serveng-Civilsan Construção SP F P Vonpar Bebidas RS F P Supergasbras Comércio varejista RJ F P Azaléia Couros e calçados RS A P Termomecânica Metalurgia SP F P Saelpa Energia elétrica PB F P Brascan Atividades imobiliárias RJ F P Garoto Produtos alimentícios ES F P Copel Transmissão Energia elétrica PR F E Magazine Luiza Comércio varejista SP F P Cobra Serviços de informática e conexos RJ F E Fertibrás Produtos químicos SP A P Elegê Produtos alimentícios RS F P Refinaria de Manguinhos Petróleo RJ A P Refinaria Ipiranga Petróleo RS A P Localiza Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos MG F P Bianchini Produtos alimentícios RS F P Elekeiroz Produtos químicos BA A P Innova Produtos químicos RS F P Vipal Artigos de borracha e plástico RS F P Cagece Saneamento CE A E Valesul Metalurgia RJ F P Norsul Serviços de transporte MA F P Deten Química Produtos químicos BA F P NovaDutra Atividades anexas e auxiliares do transporte SP F P Norte Brasil Telecom Telecomunicações PA F P Usiminas Mecânica Produtos de metal MG F P Spaipa Bebidas PR F P Hering Vestuário SC A P Josapar Produtos alimentícios RS A P Itapemirim Serviços de transporte ES F P Investco Energia elétrica TO A P Schincariol NE Bebidas BA F P Vigor Produtos alimentícios SP A P Emae Energia elétrica SP A E Jamyr Vasconcellos Comércio por atacado RJ F P Caiuá Energia elétrica SP A P Cecrisa Produtos de minerais não-metálicos SC A P Viaoeste Atividades anexas e auxiliares do transporte SP F P Telpe Celular Telecomunicações PE A P Laginha Agro Industrial Açúcar e álcool AL F P Nitro Química Produtos químicos SP F P Polialden Produtos químicos BA A P Cisper Produtos de minerais não-metálicos SP F P Gafisa Atividades imobiliárias SP A P Cimento Mauá Produtos de minerais não-metálicos RJ F P Solvay Produtos químicos SP F P Siemens 3 Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM F P Amanco Artigos de borracha e plástico SC F P 4 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 3 6

16 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,00 0,75-11, , , ,54 2,98 7, , , ,38 2,33 10, , , ,27 1,01 6, , , ,46 1,72 2, , , ,21 8,30 19, , , ,52 0,84 22, , , ,34 1,98 11, , , ,07 1,95 20, , , ,50 0,92 15, , , ,24 0,90 15, , , ,73 1,07 25, , , ,08 1,35 46, , , ,73 1,45 8, , , ,82 1,39 8, , , ,04 1,58 95, , , ,37 2,01 32, , , ,05 1,49 20, , , ,88 1,94 13, , , PL<0 2,21 PL< , , ,78 1,53 12, , , ,54 1,37 0, , , ,49 2,95 20, , , ,17 1,36 31, , , ,11 3,37 18, , , ,63 0,19 22, , , ,56 1,38 20, , , ,81 1,57 5, , , ,77 1,29 31, , , ,74 0,97 61, , , ,77 1,84 12, , , ,35 0,53-1, , , ,26 0,27-1, , , ,50 2,25 8, , , ,74 0,82 1, , , ,28 1,66-2, , , ,05 1,77 23, , , ,67 0,30-46, , , ,75 1,00-17, , , ,56 0,37 44, , , ,55 1,58 14, , , ,31 1,31 9, , , ,29 0,69 33, , , ,48 2,66 16, , , ,95 2,02 2, , , ,29 1,42 31, , , ,65 1,27 28, , , ,11 1,41 79, , , ,11 1,59 11, , , ,89 1,36-5, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

17 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Pirelli Energia Máquinas, aparelhos e materiais elétricos SP F P Ceal Energia elétrica AL F E Paulista de Ferro-Ligas Metalurgia BA F P Varig Logística Serviços de transporte SP F P RFFSA Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos RJ F E Ferbasa Metalurgia BA A P CPM Serviços de informática e conexos SP F P Paraibuna Metais Metalurgia MG F P Magneti Marelli Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças SP F P Açúcar Guarani 5, 10 Açúcar e álcool SP F P Placas do Paraná Produtos de madeira PR F P Ceron Energia elétrica RO F E Ticket Serviços creditícios e conexos SP F P Kobrasco Extração mineral ES F P Guararapes Vestuário RN A P TNL Contax Telecomunicações SP F P Cisa Comércio por atacado ES F P Millennium Produtos químicos BA A P Semesa Energia elétrica SP F P Veracel Celulose e papel BA F P Cimento Tupi Produtos de minerais não-metálicos RJ F P Cesan Saneamento ES F E Rima Metalurgia MG F P Leroy Merlin Comércio varejista SP F P CEM 7 Energia elétrica SC A P Nibrasco Extração mineral ES F P Dana-Albarus Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças RS A P Cataguazes-Leopoldina Energia elétrica MG A P Inal Produtos de metal PR F P Brasympe Energia elétrica RJ F P Camil Alimentos Produtos alimentícios SP F P Copertrading Comércio por atacado AL F P Diagnósticos América Saúde e serviços sociais SP F P Dixie Toga Artigos de borracha e plástico SP A P Azulejos Eliane Produtos de minerais não-metálicos SC F P CGTEE Energia elétrica RS F E Docenave Serviços de transporte RJ F P Providência Artigos de borracha e plástico PR F P Cimesa Produtos de minerais não-metálicos PE F P Carbocloro Produtos químicos SP F P Imerys Extração mineral PA F P Thyssenkrupp 3 Máquinas e equipamentos SP F P ALE Comércio por atacado MG F P Teleceará Celular Telecomunicações CE A P Mundial Máquinas e equipamentos RS A P Unipar Produtos químicos RJ A P EMS Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Telest Celular Telecomunicações ES F P Tafisa Produtos de madeira PR F P Romi Máquinas e equipamentos SP A P 7 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 3 8

18 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) 504 3, , ,89 1,20 9, , , ,75 0,98-23, , , ,41 1,24 41, , , ,41 1,03-199, , , ,18 0,14-21, , , ,18 5,16 22, , , ,70 0,73-28, , , ,82 1,06 62, , , ,62 1,20-18, ,49 2,25-7, , , ,35 1,10 0, , , ,73 0,96-39, , , ,98 1,03 7, , , ,04 0, , , , ,11 2,97 6, , , ,32 1,16-0, , , ,29 1,22 69, , , ,27 2,05 12, , , ,58 0,23 76, , , ,32 1,54 4, , , ,06 0,54 5, , , ,96 2,08 4, , , ,67 1,14 1, , , ,75 1,00 3, ,62 0,54 41, , , ,46 0,96 17, , , ,23 2,21 23, , , ,83 0,73 4, ,26 4,78 13, , , ,69 0,21 102, , , ,83 1,10-13, , , ,34 1,94 16, , , ,60 1,49-6, , , ,93 0,80 16, , , ,71 1,18 44, , , ,08 6,93 1, , , ,71 3,65 6, , , ,17 4,04 18, , , ,21 0,81 18, , , ,65 1,23 56, , , ,21 0,64 82, , , ,96 1,18-15, , , ,44 1,22 4, , , ,24 2,99 23, , , ,84 0,73-69, , , ,21 2,02 12, , , ,98 1,81 15, , , ,51 1,67 16, , , ,54 0,45-37, , , ,26 4,19 16, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

19 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Nec Material eletrônico e equipamentos de comunicações SP F P Soeicom Produtos de minerais não-metálicos MG F P Schering-Plough Produtos farmacêuticos e veterinários RJ F P Constran Construção SP F P Nortox Produtos químicos PR F P Arno Máquinas e equipamentos SP F P Itasa Produtos alimentícios MG F P Bahiagás Gás BA F E Zillo Lorenzetti Açúcar e álcool SP F P Telemat Celular Telecomunicações MT F P Ita Produtos Farmacêuticos Comércio por atacado RJ F P Braswey Produtos alimentícios SP F P Repsol YPF Petróleo RJ F P Procter & Gamble Indústrias diversas SP F P Panasonic Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM F P Eldorado Comércio varejista SP F P Tangará Comércio por atacado ES F P Rio Sul Serviços de transporte RJ F P Renner Sayerlack Produtos químicos RS F P Aga Produtos químicos RJ F P Teka Produtos têxteis SC A P Net Rio Telecomunicações RJ F P Sab Trading Comércio por atacado RJ F P Cepisa Energia elétrica PI F E Cachoeira Dourada Energia elétrica GO F P White Martins NE Produtos químicos PE F P Y. Yamada Comércio varejista PA F P Ge-Dako Máquinas e equipamentos SP F P Portobello Produtos de minerais não-metálicos RJ A P TSN 6 Energia elétrica RJ F P Vega Engenharia Saneamento SP F P Breitener 7 Energia elétrica CE F P Zamprogna Metalurgia RS F P Philip Morris Produtos do fumo PR F P Cadam Extração mineral PA F P DuPont Performance Produtos químicos SP F P Agripec Produtos químicos CE F P Saint-Gobain Canalização Metalurgia RJ F P Setal Construção SP F P Eluma Metalurgia SP A P Cagepa Saneamento PB F E Metalúrgica Prada Produtos de metal SP F P Farmácias Pague Menos Comércio varejista CE F P São Paulo Transporte Serviços de transporte SP F E C.R. Almeida - Obras 10 Construção PR F P Fluxo Comércio por atacado PE F P Compagas Gás PR F E Tramontina Produtos de metal RS F P Itapebi Geração 6 Energia elétrica BA A P Brastemp AM Máquinas e equipamentos AM F P 10 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 4 0

20 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,62 2,05-265, , , ,66 0,61 19, , , ,34 1,48 54, , , ,53 3,41 4, , , ,34 3,62 46, , , ,34 3,11 8, , , ,13 1,72 15, , , ,60 1,55 32, , , ,70 2,35 0, , , ,30 3,11 31, , , ,32 1,37 25, , , ,87 0,66 735, , , ,86 0,21 0, , , ,26 1,80 2, , , ,41 2,96-2, , , ,68 1,13 15, , , ,50 1,83 33, , , PL<0 0,27 PL< , , ,55 1,25 7, , , ,45 1,69 11, , , ,84 0,34-580, , , ,80 0,69 6, , , ,15 2,31 55, , , PL<0 1,24 PL< , , ,25 3,36 8, , , ,13 1,06 13, , , ,37 1,01 9, , , ,12 0,89 8, , , ,86 1,07 1, ,27 2,02 6, , , ,32 2,24 8, ,78 0,56 55, , , ,42 1,84 18, , , ,27 0,48 34, , , ,20 1,81 2, , , PL<0 0,41 PL< , , ,65 1,53 69, , , ,58 1,84 16, , , ,27 1,17 16, , , ,88 1,21 23, , , ,34 1,87 0, , , ,21 0,59-21, , , ,16 1,03 0, , , PL<0 0,29 PL< ,20 5,48-8, , , ,25 2,08 20, , , ,69 0,85 49, , , ,34 3,56 14, ,55 0,35 9, , , ,44 2,06 8, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

21 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Petróleo Sabbá Comércio por atacado AM F P ABC Inco Produtos alimentícios MG F P Serasa Serviços prestados às empresas SP F P Continental Tobaccos Produtos do fumo RS F P Caema Saneamento MA F E Evadin Material eletrônico e equipamentos de comunicações AM F P Usina Barra Grande Açúcar e álcool SP F P Eate 6 Energia elétrica SP F P Polietilenos União Produtos químicos SP F P Petroquímica Triunfo Produtos químicos RS F P H. Stern Comércio varejista RJ F P Celtins Energia elétrica TO F P GDK Construção BA F P Cosanpa Saneamento PA F E Energética Petrolina 7 Energia elétrica PE F P Cacique Produtos alimentícios PR A P Protege Vigilância e segurança SP F P Invista Nylon Produtos têxteis SP F P INB Elaboração de combustíveis nucleares DF F E Dimed Comércio por atacado RS A P VCP Florestal Exploração florestal SP F P Santos-Brasil Atividades anexas e auxiliares do transporte RJ A P Maeda Produtos alimentícios SP F P Telems Celular Telecomunicações MS F P Döhler Produtos têxteis SC A P Schincariol RJ Bebidas RJ F P Primesys Telecomunicações SP F P Sanasa Saneamento SP A E Rio Negro Produtos de metal SP F P Faber-Castell 4 Indústrias diversas SP F P Karsten Produtos têxteis SC A P Zero Hora Edição e impressão RS F P Montecitrus Comércio por atacado SP F P Cohab SP Atividades imobiliárias SP F E Caern Saneamento RN F E Barry Callebaut 2 Produtos alimentícios BA F P Ipiranga / Coca-Cola Bebidas SP F P Galvão Engenharia Construção SP F P CEG Rio Gás RJ F P Fels Setal Máquinas e equipamentos RJ F P Armazém Paraíba Comércio varejista PI F P Merck Produtos farmacêuticos e veterinários RJ F P Usina Colombo Açúcar e álcool SP F P Hispanobrás Extração mineral ES F P Metrô Rio Serviços de transporte RJ A P EIT Construção RN F P Bahia Pulp Celulose e papel BA F P Ferramentas Gerais Comércio varejista RS F P Farmasa Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Gevisa Máquinas, aparelhos e materiais elétricos SP F P 3 no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 4 2

22 Receita Endividamento corrente sobre o PL Liquidez Rentab. Ativo Cresc. Cresc. Patrimônio Lucro operacional Ebtida total (%) (%) 2003 líquida (em pontos) (em pontos) (em %) , , ,53 1,86 13, , , ,45 1,70 15, , , ,47 1,53 34, , , ,78 1,40 37, , , ,23 1,86-3, , , ,72 0,98-4, , , ,93 1,62-9, ,80 1,91 22, , , ,46 1,62-1, , , ,29 7,12 16, , , ,97 6,04 11, , , ,81 1,39-3, , , ,57 1,46 22, , , ,19 1,11-7, ,98 1,03 62, , , ,53 1,62 14, , , ,56 1,04 5, , , ,61 0,48-562, , , ,97 0,78-16, , , ,83 1,93 10, , , ,41 0,14-0, , , ,29 2,49 22, , , ,43 1,00 10, , , ,39 2,64 29, , , ,37 2,70 6, , , ,31 2,70 1, , , ,24 1,22-3, , , ,25 1,23 18, , , ,84 1,39 36, , , ,73 2,31 19, , , ,18 1,89 10, , , ,75 1,03 39, , , ,96 0,84-2, ,0 81 7, PL<0 0,90 PL< , , ,75 0,70 2, , , ,58 1,38 37, , , ,64 2,76-5, , , ,12 14,88 6, , , ,64 0,60 52, , , ,38 0,31 28, , , ,23 4,08 4, , , ,88 2,21 9, , , ,78 2,87 36, , , ,97 1,61 18, , , ,30 1,18-26, , , ,25 3,47 7, , , ,08 3,64 5, , , ,37 3,42 14, , , ,72 0,80-1, , , ,59 3,32 18, Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

23 As 500 maiores Sociedades Anônimas do Brasil As 500 Maiores (em R$ milhões) Empresa Setor Estado * socie- Tipo de dade ** Origem do capital *** Rodonorte Atividades anexas e auxiliares do transporte PR A P Piraquê Produtos alimentícios RJ F P Santa Maria Celulose e papel PR F P Sifco Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças SP A P Fras-Le Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças RS A P Sorvane Produtos alimentícios PE F P Mendes Júnior Construção SP F P Libra Navegação Serviços de transporte RJ F P Rossi Residencial Construção SP A P Ficap Máquinas, aparelhos e materiais elétricos RJ F P GR Alojamento e Alimentação SP F P Marisol Vestuário SC A P Arteb Máquinas, aparelhos e materiais elétricos SP A P Leco Produtos alimentícios SP A P Deso Saneamento SE F E Cetesb Saneamento SP F E Prosegur Vigilância e segurança MG F P Batávia Produtos alimentícios PR F P Equipav Açúcar e álcool SP F P Itabrasco Extração mineral ES F P Carioca Engenharia Construção RJ F P Pegasus Telecomunicações SP F P Cimento Itambé Produtos de minerais não-metálicos PR F P Drogasil Comércio varejista SP A P Anaconda Produtos alimentícios SP F P Yakult Produtos alimentícios SP F P Crown Produtos de metal SP F P H. Carlos Schneider Produtos de metal SC F P Müller Bebidas SP F P Rio Paracatu Extração mineral MG F P TVA Telecomunicações SP F P Medley Produtos farmacêuticos e veterinários SP F P Datamec Serviços de informática e conexos RJ F P Zona Sul Comércio varejista RJ F P Berneck Produtos de madeira PR F P Fleury Saúde e serviços sociais SP F P Satélite Comércio por atacado RN F P Adami Celulose e papel SC F P EEVP Energia elétrica SP F P Duratex Exportadora Comércio por atacado SP F P Cinemark Atividades recreativas, culturais e desportivas SP F P Unicafé Comércio por atacado ES F P Vega do Sul 8 Metalurgia SC F P Sandvik Produtos de metal SP F P Cedro e Cachoeira Produtos têxteis MG A P Bic AM Indústrias diversas AM F P Cimepar Produtos de minerais não-metálicos PB F P Irani Celulose e papel RS A P Vésper Telecomunicações RJ F P Pará Pigmentos Extração mineral PA F P 12 Foram incluídas nesta pesquisa as empresas brasileiras que divulgaram balanços em órgãos oficiais de imprensa e jornais de grande circulação até o dia 16 de junho de Os balanços referem-se ao exercício de 2003 de sociedades anônimas não-financeiras. *Em caso de múltiplos estabelecimentos, a Unidade da Federação da empresa foi determinada pelo domicílio fiscal para fins da declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. **Aberta ou fechada, situação em dezembro de ***Privada ou estatal, situação em dezembro de Das 500 maiores empresas do Brasil, 493 publicaram balanços relativos aos seus desempenhos entre janeiro e dezembro de Os valores das demonstrações contábeis das sete empresas que publicaram balanços relativos a períodos diferentes foram ajustados, para efeito de comparação, segundo a variação do IGP-DI da FGV, de modo a refletir o poder de compra da moeda em dezembro de no setor S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 4 4

24 Ativo total Cresc. (%) Receita operacional líquida Cresc. (%) Patrimônio Ebtida Lucro Endividamento (em pontos) Liquidez corrente (em pontos) Rentab. sobre o PL , , ,78 0,25-2, , , ,16 7,73 12, , , ,65 0,77 5, , , ,11 0,60 41, , , ,38 1,68 35, , , ,08 1,16 10, , , ,57 2,70-16, , , ,00 1,19-16, , , ,20 1,95-2, , , ,47 1,17-0, , , ,15 1,09 3, , , ,80 2,63 14, , , PL<0 0,28 PL< , , ,17 1,29 11, , , ,09 3,42 1, , , ,93 0,36 33, , , ,59 1,01-18, , , ,97 0,98-74, , , ,86 1,05-2, , , ,65 1,38 23, , , ,36 12,14 10, , , ,14 2,09 26, , , ,38 6,81 36, , , ,72 1,58 7, , , ,28 3,55 12, , , ,17 4,73-5, , , ,62 1,63 32, , , ,08 5,29 54, , , ,53 1,02-49, , , ,26 0,72 4, , , ,55 0,47-144, , , ,75 1,10 2, , , ,65 1,50 38, , , ,18 1,61 12, , , ,28 3,47 20, , , ,04 2,31 35, , , ,67 0,97 15, , , ,80 0,97 3, , , ,18 0,35-96, , , ,46 0,89 25, , , ,10 0,61 34, , , ,49 1,25 0, ,37 1,33-5, , , ,47 1,21 7, , , ,61 1,08 7, , , ,55 1,89 18, , , ,56 1,08 54, , , ,18 1,03 15, , , ,60 0, , , , ,16 0,36 75, Exercício findo em 30 de junho de Exercício findo em 31 de agosto de Exercício findo em 30 de setembro de Exercício findo em 31 de março de Exercício findo em 30 de abril de Iniciou operações em Os números do balanço referentes ao exercício de 2002 refletiam operações realizadas em período diferente de 12 meses, impossibilitando a comparação. 8 Balanço referente a cinco meses de operações. 9 Balanço referente a nove meses de operações. 10 Balanço referente a 16 meses de operações. 11 Holding em PL<0: patrimônio menor que zero. Fonte: Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/DGD), da Fundação Getulio Vargas. (em %) 2003 Classificação Geral S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

25 Os destaques do ano Forte concentração Petróleo, metalurgia e energia elétrica foram os setores que acumularam os maiores lucros s ao longo do ano passado. As 104 empresas desses setores colocadas entre as 500 maiores S.A. do país tiveram um lucro de R$ milhões, 58% dos R$ milhões amealhados pelas 500 maiores. Esse resultado foi fortemente influenciado pela Petrobras que, sozinha, contribuiu com quase 28% dos ganhos das maiores sociedades anônimas. As 35 empresas de metalurgia que fazem parte do ranking das 500 maiores, com um lucro consolidado de R$ milhões, participaram com 17,3% do total da amostra, enquanto as 63 empresas de energia elétrica ficaram com os outros 11,2%, com um lucro de R$ milhões. O setor de extração mineral também teve grande peso na formação dos lucros, com uma participação de 10,1%, influenciado pelo lucro de R$ milhões da Vale do Rio Doce. Com forte peso na balança devido ao excepcional desempenho da Petrobras, o setor de petróleo, com apenas seis empresas na amostra, foi o que mais receitas gerou, com R$ milhões, ou 13,2% do total. Em seguida ficaram as 63 empresas de energia elétrica, com receitas de R$ milhões, praticamente igual à da Petrobras a que foi de R$ milhões. O terceiro setor que mais influência teve na receita final das 500 maiores foi o de comércio atacadista, com uma participação de 10,4% nos R$ milhões faturados pelas maiores sociedades anônimas do país. Em ativo total, o setor com mais bens foi o de energia elétrica, com 27,7% dos R$ milhões somados das 500 maiores. Em segundo lugar, com 11,3%, ou R$ milhões, vieram as empresas de petróleo. Só a Petrobras, com um ativo total de R$ milhões, foi responsável por 93,6% do ativo total do seu setor de atividade e 10,6% do ranking das 500. O setor metalúrgico, com 35 empresas na amostra, ficou em terceiro lugar com 9%, equivalente a R$ milhões. Dos 45 setores incluídos no ranking das 500 maiores, apenas 11 encerram o ano passado com prejuízo. O maior deles, de R$ milhões (4,1% do total), ficou com as empresas de serviços de transporte (em grande parte devido ao prejuízo da Rede Ferroviária Federal), seguidas das de aluguel de veículos, máquinas e equipamentos com R$ 2 bilhões (3,3%). O terceiro com maior prejuízo acumulado, com R$ milhões, foi o de produtos de metal (2,4%). Os outros setores que fecharam o ano passado no vermelho foram: imobiliárias; atividades recreativas culturais e desportivas; elaboração de combustíveis nucleares; veículos e autopeças; máquinas e equipamentos; material eletrônico e de comunicações; e vigilância e segurança. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 4 6

26 Os maiores lucros A maior empresa do país, a Petrobras, também foi a que acumulou o maior lucro no ano passado. Nada menos do que R$ milhões. Foi o maior resultado alcançado pela empresa desde a sua criação. Sozinho, o lucro da estatal é maior do que a soma do lucro das outras nove empresas que mais lucraram no ano passado: ele representa 54,6% do lucro de R$ das dez empresas mais lucrativas em Também ficou com a Petrobras o primeiro lugar entre as 500 sociedades anônimas que tiveram o maior crescimento do lucro, em reais. Os R$ milhões de aumento do lucro de 2002 para 2003 foi igual à soma do aumento do lucro das outras nove empresas que conseguiram os maiores ganhos, em reais, entre as 500 maiores. O lucro que a estatal teve no ano passado foi quase quatro vezes superior ao da segunda colocada, a Vale do Rio Doce, com R$ milhões. Nos seis primeiros meses deste ano, a Petrobras não repetiu o mesmo desempenho de igual período de Embora elevado R$ milhões, o lucro ficou 17% abaixo do primeiro semestre do ano Class. Empresa Setor passado, de R$ milhões. O aumento dos gastos com importações e o das despesas com variação cambial sobre financiamentos o real foi depreciado em 6,8% no segundo trimestre de 2004 ante uma valorização de 14,3% no mesmo período do ano passado, foram apontados como responsáveis pela redução do lucro da estatal no semestre. Lucro (R$ milhões) Class. geral 1 Petrobras Petróleo Vale do Rio Doce Extração mineral Ambev / CBB Bebidas Telefônica Telecomunicações C. R. Almeida Construção Gasoduto Bolívia-Brasil TBG Gás Usiminas Metalurgia Cemig Energia elétrica Gerdau Metalurgia Furnas Energia elétrica Os maiores prejuízos A Rede Ferroviária Federal S.A (RFFSA), em processo de liquidação, deve seu prejuízo de R$ 2,063 milhões, em 2003, ao registro contábil de perdas previstas com processos judiciais (trabalhistas e cíveis) e às despesas financeiras decorrentes de atualizações de dívidas. Segundo a coordenadora de Comunicação Institucional, Marluce Prado, o fim da liquidação está previsto para novembro. Mas enquanto isso, a Rede se desfaz de ativos (imóveis e terrenos), usando os recursos arrecadados na sua sustentação financeira e no pagamento de passivos. Parte da receita da Rede, 305º maior S.A. do país em 2003 foi de R$ 131 milhões, com crescimento de 62,3% sobre o ano anterior, tem sido bloqueada também em decorrência de ações judiciais relacionadas ao processo de liquidação e ao arrendamento de bens vinculados ao serviço de transporte, a cargo de empresas privadas arrendatárias de malhas ferroviárias: América Latina Logística, Novoeste, MRS Logística, Class. Empresa Setor Ferrovia Bandeirantes (Ferroban), Ferrovia Centro Atlântica, Companhia Ferroviária do Nordeste e Ferrovia Tereza Cristina. As receitas das concessões, corrigidas anualmente pelo IGP-DI, atingiram R$ 55,8 milhões, em 2003, contra R$ 46,6 milhões, em (S. S.) Lucro (R$ milhões) Class. geral 1 RFFSA Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos Bombril Produtos de metal Varig Serviços de transporte TIM Celular Telecomunicações Vésper Telecomunicações Oi Telecomunicações Renault Veículos automotores Cedae Saneamento CBTU Serviços de transporte Light Energia elétrica S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

27 Os destaques do ano As mais rentáveis Impulsionada pela forte demanda externa, a Kobrasco (Companhia Coreano-Brasileira de Pelotização) bateu, em 2003, recordes de produção e vendas, graças aos esforços de melhorias operacionais. O volume total comercializado somou 4,39 milhões de toneladas, chegando perto da capacidade instalada de produção de 4,4 milhões de toneladas. Para este ano, as perspectivas são igualmente promissoras. A Kobrasco, controlada pela Vale do Rio Doce e pela Pohang, vai manter a média de investimentos anuais em torno de US$ 1,7 milhão em pesquisa, desenvolvimento, controle ambiental e manutenção. A empresa, segundo o gerente geral de produção da Vale, Maurício Max, está debruçada sobre planos de expansão de sua capacidade para 5 milhões de toneladas até A Kobrasco vende pelotas de minério de ferro para seus clientes cativos: suas controladoras. O forte crescimento econômico da Ásia, notadamente da China, a recuperação da economia japonesa e a estabilidade da economia européia vêm proporcionando um Class. Empresa Setor constante crescimento da indústria siderúrgica e, como conseqüência, maior demanda por minério de ferro e pelotas, diz Max. A planta de pelotização da Kobrasco, instalada no Complexo de Tubarão, em Vitória, Espírito Santo, iniciou suas operações em Atua em sinergia com outras seis unidades da Vale. (S. S.) Rentab. do PL (em %) Class. geral 1 Kobrasco Extração mineral 1.866, Braswey Produtos alimentícios 735, Celg Energia elétrica 733, Elektro Energia elétrica 360, TAM Serviços de transporte 346, BMP Metalurgia 166, MRS Logística Serviços de transporte 125, Brasympe Energia elétrica 102, Credicard Serviços creditícios e conexos 95, Refinaria Ipiranga Petróleo 95,9 266 As menos rentáveis No ano passado, a Vésper, empresa de telefonia móvel, perdeu muito terreno. Seu ativo total de R$ 177 milhões encolheu 85,8% em relação a Ela, que ocupava a 242ª posição entre as 500 maiores S.A. naquele ano, despencou para a penúltima colocação em 2003: ficou na 499ª colocação. O prejuízo de R$ 894 milhões e o patrimônio de, apenas, R$ 11 milhões, levaram a Vésper a liderar o ranking das empresas menos rentáveis no ano que passou: fechou com uma rentabilidade negativa de 8.379,5%, quase quatro vezes superior à da segunda colocada, a Renault, recentemente instalada no Brasil. A parada nos investimentos no setor de telecomunicações, depois do boom advindo com as privatizações, colocou na lista das dez menos rentáveis duas empresas fornecedoras de material e equipamentos para o setor de telecomunicações: a NEC e a Gradiente Eletrônica. Mas, no conjunto, foi o setor de serviços de transportes que mais empresas teve entre as menos rentáveis: três, ou 30% do total. Duas do setor ferroviário Class. Empresa* Setor e uma do de aviação. Também foram afetadas duas empresas do setor têxtil, com fortes quedas de rentabilidade: a Teka e a Invista Nylon. No geral, as dez empresas menos rentáveis tiveram índices bastante elevados. A menos rentável fechou o ano com um percentual negativo de 197,3%. Rentab. do PL (em %) Class. geral 1 Vésper Telecomunicações , Renault Veículos automotores , CBTU Serviços de transporte , Teka Produtos têxteis -580, Invista Nylon Produtos têxteis -562, Sendas Comércio varejista -292, Ferronorte Serviços de transporte -269, NEC Material eletrônico e equipamentos de comunicações -266, Varig Logística Serviços de transporte -199, Gradiente Eletrônica Material eletrônico e equipamentos de comunicações -197,3 239 *Não foram consideradas as 18 empresas que estavam com patrimônio negativo ao final de S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 4 8

28 As maiores rentabilidades sobre o ativo Duas empresas de extração mineral, duas de produtos químicos e duas de energia elétrica figuram na lista das dez empresas que tiveram as maiores rentabilidades sobre o ativo total no ano que passou. Ou seja: esses três setores ficaram com 60% da lista das dez mais rentáveis. Mas a liderança ficou com uma empresa do setor de produtos de metal, a H. Carlos Schneider, de Santa Catarina, 478ª colocada na lista das 500 maiores sociedades anônimas do país (em 2002 ela nem constava da lista). Com uma rentabilidade de 50,4%, a empresa aumentou o seu ativo total em 2003 para R$ 377 milhões, um avanço de 95% sobre o do ano anterior. A receita operacional líquida também deu um grande salto, chegando a Class. Empresa Setor R$ 147 milhões, 35,4% a mais do que em Teve, também, uma excepcional rentabilidade sobre o patrimônio, de 54,61%, gerada por um lucro de R$ 190 milhões. A H. Schneider é a 9ª empresa em seu setor de atividade. Outro destaque entre as mais rentáveis sobre o ativo foi o Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), 96ª maior S.A. do país. Com uma rentabilidade de 42,8%, o TBG, construído para trazer o gás da Bolívia, foi o segundo mais rentável entre as 500 maiores. A empresa também teve o 6º maior lucro entre as 500 maiores, com R$ milhões (ver As empresas com os maiores lucros). Rentab. sobre o ativo (em %) Class. geral 1 H. Carlos Schneider Produtos de metal 50, Gasoduto Bolívia-Brasil - TBG Gás 42, Imerys Extração mineral 37, Billiton Metalurgia 34, Nortox Produtos químicos 34, Carbocloro Produtos químicos 34, Kobrasco Extração mineral 32, Refinaria Ipiranga Petróleo 31, Energética Petrolina Energia elétrica 31, Breitener Energia elétrica 31,3 382 As maiores reduções de vendas A falta de investimentos em infra-estrutura nos últimos anos pegou em cheio grande parte das grandes construtoras de obras públicas. Com isso, as vendas despencaram e as empresas amargaram perdas de posições entre as 500 maiores sociedades anônimas. No ano passado, a líder em queda real de vendas foi a Constran, de São Paulo, fundada em 1957, com uma redução de 86,1% em relação ao ano anterior. Colocada em 118º lugar entre as maiores empresas do país em 2002, caiu para a 354ª posição em Seu ativo total também encolheu 4,9%, batendo nos R$ milhões. Apesar de tudo, fechou o ano com um lucro de R$ 44 milhões e uma rentabilidade sobre o patrimônio de 4,59%. Outra empresa do setor que também sofreu com a paralisação de obras foi a Mendes Junior, com queda real de vendas de 56,8%, prejuízo e perda de posições: passou do 352º lugar, em 2002, para o 457º este ano. Sem investimentos em infra-estrutura, há o risco de comprometer o crescimento econômico. E isso só poderá ser feito se houver Class. Empresa Setor um aumento na taxa de investimentos, hoje na casa dos 18,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Estima-se que essa taxa deveria ser superior a 20% ao ano. Sem isso, as grandes construtoras continuarão a ter uma minguada carteira de pedidos, com reflexos negativos sobre seu desempenho econômico-financeiro. Cresc. real das vendas* (em %) 1 Constran Construção -86, Eletrosul Energia elétrica -81, Rio Sul Serviços de transporte -78, Cisa Comércio por atacado -72, Nec Material eletrônico e equipamentos de comunicações -68, Marlim Petróleo -65, Furnas Energia elétrica -62, Belgo-Mineira Participação Metalurgia -59, Duratex Exportadora Comércio por atacado -58, Mendes Júnior Construção -56,8 457 * Valores de 2002 corrigidos pelo IGP-DI médio. Class. geral 49 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

29 Os destaques do ano Os maiores Ebtidas O excepcional lucro que a Petrobras teve no ano passado (ver As empresas com os maiores lucros) colocou-a em primeiro lugar entre as 500 maiores S.A. com maior geração de caixa (Ebtida). Só a Petrobras gerou um Ebtida de R$ milhões, quase cinco vezes maior do que o da segunda colocada, a Telemar, segunda maior empresa do país, por ativo total. A soma da geração de caixa das dez primeiras colocadas foi de R$ milhões em Desse total, a Petrobras contribuiu com nada menos do que 46,9%. Além da Telemar, que teve uma geração de caixa de R$ milhões, duas outras empresas de telefonia destacaram-se pelos altos Ebtidas.: a Telefônica e a Brasil Telecom. Somado, a geração de caixa dessas três empresas de telefonia bateu a casa dos R$ milhões, 25,9% do total do Ebtida das dez primeiras colocadas. Também houve forte geração de caixa na Vale (terceira maior empresa do país em 2002 era a 4ª), segundo maior lucro entre as 500 maiores; na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN); na Ambev, a quinta maior cervejaria do mundo; e na Sabesp, a empresa de saneamento de São Paulo. E em duas empresas do setor de energia elétrica que, juntas, tiveram uma geração de caixa de R$ milhões no ano passado. Class. Empresa Setor Ebtidas Class. (R$ milhões) geral 1 Petrobras Petróleo Telemar Telecomunicações Telefônica Telecomunicações Vale do Rio Doce Extração mineral Brasil Telecom Telecomunicações CSN Metalurgia Ambev / CBB Bebidas Chesf Energia elétrica Furnas Energia elétrica Sabesp Saneamento Os menores Ebtidas A Varig teve aumento e não queda em sua geração operacional de caixa em A afirmação é do seu presidente, Carlos Luiz Martins. Para isso lança mão do conceito americano de Ebtida, que parte do resultado da atividade e agrega a depreciação e amortização incorridas no período. Segundo Martins, a empresa obteve, graças a um programa de reestruturação, uma evolução do Ebtida de R$ 73 milhões, em 2002, para R$ 350 milhões, em 2003, correspondendo a uma margem de 5,3%. A reestruturação, em andamento desde o final de 2002, incluiu redução de rotas domésticas, devolução de aviões, integração das operações com a Rio Sul e a Nordeste e, no começo de 2003, o compartilhamento de vôos com a TAM. Mas, considerando outro conceito para o Ebtida, que de acordo com Martins tem pouca representatividade no setor o conceito é utilizado em todas as análises de balanço, a Varig obteve geração de caixa negativa em 2003, fortemente influenciada pela transformação de passivos tributários e fiscais em dívidas e do incremento das multas e juros por conta da adesão ao PAES (antigo Refis). A empresa, cujo patrimônio negativo é de R$ 6 bilhões, aguarda definição do governo federal para um plano de ajuda financeira. Há ainda expectativas em relação a direitos reclamados na Justiça, no valor total de R$ 6,8 bilhões. (S. S.) Class. Empresa Setor Ebtidas Class. (R$ milhões) geral 1 Varig Serviços de transporte Bombril Produtos de metal RFFSA Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos TIM Celular Telecomunicações Eletrobrás Energia elétrica CBTU Serviços de transporte Renault Veículos automotores Nec Material eletrônico e equipamentos de comunicações Ferrovia Centro-Atlântica Serviços de transporte Repsol YPF Petróleo S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 5 0

30 Aumento de vendas por reestruturação Uma mudança no estatuto da Eletrobrás, em dezembro de 2002, para adequá-la à nova lei das S.A., permitiu à holding vender a energia de Itaipu, antes feita pelas controladas Furnas e Eletrosul arrecadou, em 2003, R$ 6,8 bilhões. Isso não influiu no resultado final, pois era apenas transferência do faturamento das duas empresas. Ainda assim, ano passado, a receita operacional no balanço consolidado do grupo chegou a R$ 19,56 bilhões, dos quais R$ 17,27 bilhões com a venda de energia. Isoladamente, a receita operacional líquida da Eletrobrás no ano passado foi de R$ milhões. O lucro de R$ 323 milhões, em 2003, inferior ao ano anterior, R$ 1,1 bilhão, deveu-se à valorização do real ante o dólar e à perda do valor da carteira de empréstimos. Mas, no primeiro semestre de 2004, o lucro consolidado do grupo atingiu R$ 2,075 bilhões, graças à receita operacional de R$ 9,81 bilhões e à desvalorização do real em relação ao dólar, em decorrência Class. Empresa* Setor do grande volume de ativos, representados por financiamentos a receber, principalmente de Itaipu, indexados à moeda americana. Já nas controladas, com passivos indexados ao dólar, a elevação da moeda contribuiu de maneira negativa no resultado da holding. (S. S.) Cresc. real das vendas** (em %) Class. geral 1 Eletrobrás Energia elétrica 8.867,5 5 2 Gradiente Eletrônica Material eletrônico e equipamentos de comunicações 341, Inal Produtos de metal 261, Amazônia Celular Telecomunicações 115, Agip Brasil Comércio por atacado 83, Braskem Produtos químicos 73,5 9 7 Gerdau Açominas Metalurgia 60, Tim Sul Telecomunicações 38, Elekeiroz Produtos químicos 36, Adubos Trevo Produtos químicos 31,9 202 * Empresas que passaram por eventos de caráter societário em 2003 que tiveram grande impacto nas vendas. ** Valores de 2002 corrigidos pelo IGP-DI médio. Aumento de vendas por operação da empresa Depois do esforço para não repassar aos clientes a desvalorização do real em 2002, a Companhia Paranaense de Gás S.A (Compagas) conseguiu, em 2003, recompor parte das margens perdidas no ano anterior, graças à estabilidade da economia e à redução da taxa de câmbio. Obteve, também, um aumento de 15% no volume de vendas para os setores industrial, comercial, residencial e de gás veicular. A soma desses fatores levou aos bons resultados do ano passado, afirma Rubens de Camargo Penteado, diretor-presidente da empresa. As perspectivas para 2004, segundo ele, são positivas, especialmente pela recuperação da economia brasileira e por conta da maturação de alguns investimentos, como a rede de distribuição urbana em Curitiba. A Compagas deverá investir cerca de R$ 20 milhões na conclusão da rede residencial, nas adaptações de edifícios residenciais e conversões de equipamentos domésticos, na ampliação de sua rede básica e na rede para o suprimento do bairro gastronômico de Santa Felicidade, diz Penteado. Class. Empresa* Setor A expectativa de Camargo Penteado é acelerar a captação dos clientes residenciais, ampliar o mercado industrial e veicular e passar a fornecer o gás natural como matéria-prima em uma grande empresa química. Com o crescimento da base de clientes, a intenção da Compagas é atender outros municípios, além dos sete onde já atua. (S. S.) Cresc. real das vendas** (em %) 1 Compagas Gás 131, Siemens Material eletrônico e equipamentos de comunicações 104, Agripec Produtos químicos 94, Farmasa Produtos farmacêuticos e veterinários 85, Maesa Energia elétrica 77, Refinaria Ipiranga Petróleo 68, Gol Transp. Aéreos Serviços de transporte 68, Schincariol RJ Bebidas 68, Nortox Produtos químicos 56, Refinaria de Manguinhos Petróleo 48,9 265 *Crescimento motivado principalmente pelas operações da empresa. **Valores de 2002 corrigidos pelo IGP-DI médio. Class. geral 5 1 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

31 Destaques dos últimos cinco anos Quem ganhou e quem perdeu A compra de ativos no Brasil pelo grupo português Cimpor, um dos maiores da Europa no setor de cimento, levou sua subsidiária brasileira a liderar o ranking das empresas que mais ganharam posições em ativo total no período compreendido entre 1998 e 2003: foram exatas 269 posições. Também um outro grupo de cimento multinacional, o francês Lafarge, aparece entre as 500 maiores sociedades anônimas como um dos que mais avançaram nesses últimos cinco anos. As empresas desse setor foram responsáveis por um lucro consolidado de R$ milhões em 2003, equivalente a 5,2% do lucro de R$ milhões das 500 maiores que obtiveram, no ano passado, uma rentabilidade média de 11,27%, a mais alta dos últimos 14 anos. O patrimônio consolidado das 20 empresas do setor classificadas entre as 500 maiores fechou em R$ milhões no ano passado, equivalente a 2,57% do total geral. Mas foi o setor de produtos químicos que concentrou o maior número de empresas com ampliações de ativos: quatro. Já entre as que mais perderam posições, com reduções de seus ativos, a indústria de alimentos foi a mais afetada com 4 empresas entre as 20 que mais caíram no ranking geral. Mesmo assim, no conjunto, o setor lucrou R$ milhões em 2003, numa amostra de 27 empresas listadas entre as maiores sociedades anônimas do país: o que representou 3,58% do total. No entanto, a falta de encomendas, depois do boom das privatizações do setor de telefonia, levou a NEC do Brasil a liderar esse ranking, perdendo, entre 1998 e 2003, 308 posições: de 43ª maior sociedade anônima do país em 1998, caiu para a 351ª posição no ano passado. A NEC, por alguns anos, foi a líder de mercado no fornecimento de equipamentos para o setor de telecomunicações no país. Apesar da estagnação das encomendas, as empresas desse setor acumularam um lucro de R$ milhões no ano passado, 2,1% do total das 500 maiores. Também ficou com o setor químico o maior número de empresas entre as 20 mais rentáveis no período. Foram cinco, com a liderança da Carbocloro que teve, entre 1998 e 2003, uma rentabilidade média de 51,8%, muito acima da média geral. O lucro consolidado do setor, de R$ milhões, representou 5,9% das 500 maiores. Com uma empresa a menos (quatro), o setor de produtos minerais não-metálicos foi o segundo setor que mais empresas rentáveis colocou entre as 500 maiores, seguindo a tendência do que ocorreu com os grupos Cimpor e Lafarge. Três empresas de gás e três de produtos químicos figuram na relação das empresas que tiveram o maior crescimento percentual médio real de vendas nos últimos cinco anos. As empresas de gás também conseguiram bons lucros no ano passado: R$ milhões, 2,6% das 500 maiores, embora tenham fechado o ano com um patrimônio negativo de R$ 131 milhões. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 5 2

32 Empresas que mais ganharam posições Com uma capacidade instalada de produção de cimento superior a 5,5 milhões de toneladas por ano, processadas por seis fábricas e duas moagens, a Cimpor Brasil detém hoje uma fatia de mercado de 9,8% e ocupa o terceiro lugar no ranking cimenteiro do país. Nos últimos cinco anos, foi a empresa que mais ganhou posições entre as 500 maiores sociedades anônimas, conquistando 269 posições passou do 442º lugar, em 1998, para a 173ª posição no ano passado. Na relação das que mais cresceram em vendas nesse mesmo período, o grupo ficou em 16 lugar entre as 500 maiores: o crescimento médio das vendas foi de 30,9%. A Cimpor começou a operar por aqui em 1997 quando a Cimentos de Portugal, um dos maiores grupos europeus, com forte presença na África, adquiriu uma fábrica em Campo Formoso (BA) e duas outras do grupo Serrana, uma em Cajati (SP) e a outra em Candiota (RS). Passou, então, a ter uma capacidade anual de produção de 2,5 milhões de toneladas de cimento, argamassa e clínquer, duplicada em 1999 com a aquisição de ativos do grupo Brennand, que ocupava, na época, a sexta posição entre os maiores fabricantes de cimento do país. Em 2002, uma nova ampliação para 5,45 milhões de toneladas com a incorporação da moagem de clínquer de Brumado (BA) ao seu patrimônio. Outro fato de destaque foi a viabilização, em 2003, de uma nova linha de produção de clínquer na unidade de Campo Formoso, com um investimento de US$ 45 milhões para abastecer a capital baiana. No ano passado, as vendas da Cimpor Brasil foram de 3,2 milhões de toneladas, com uma redução de 13,1% em relação a Mesmo assim, a receita operacional líquida subiu 22,2%, chegando aos R$ 582 milhões Nos últimos cinco anos o peso relativo do setor de cimento no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu de 10,1% para 7%. O consumo aparente do produto não passou de 33,8 milhões de toneladas/ano, o que representou uma queda de 11% em relação a 2002 e de 16% sobre Em termos per capita, isso significou uma redução de 246 kg/habitante em 1998 para 191 kg/habitante no consumo de cimento em 2003, segundo o último relatório da Cimentos de Portugal aos seus acionistas. Ainda assim, a subsidiária brasileira conseguiu mais que dobrar a sua margem de lucro em três anos: saltou de R$ 55,7 milhões em 2001 para R$ 122 milhões no ano passado, com uma expansão nominal de 119%. A rentabilidade do patrimônio em 2003 foi de 20,9%, enquanto a geração de caixa (Ebtida) foi de R$ 281 milhões. A Cimpor tem, hoje, seis fábricas de cimento, duas moagens, 19 centrais de betão (mistura de cascalho, areia ou saibro) e duas unidades que produzem argamassa em Cajati e Nova Santa Rita (RS). Seu raio de ação abrange todo o país, de forma mais acentuada nas regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste, e com uma penetração menor no Sudeste. O grupo tem empregados. Número de no ranking Class. Empresa Setor posições conquistadas 1 Cimpor Brasil Produtos de minerais não-metálicos Klabin Celulose e papel Telegoiás Celular Telecomunicações Cargill Fertilizantes Produtos químicos Níquel Tocantins Metalurgia Fertibrás Produtos químicos Moinhos Cruzeiro do Sul Produtos alimentícios Paulista de Ferro-Ligas Metalurgia Lafarge Produtos de minerais não-metálicos TAM Serviços de transporte Usina Caeté Açúcar e álcool Refinaria de Manguinhos Petróleo Lojas Renner Comércio varejista Mahle Metal Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças Açúcar Guarani Açúcar e álcool Nitro Química Produtos químicos Esteve Comércio por atacado Teleceará Celular Telecomunicações Comgás Gás Bunge Fertilizantes Produtos químicos Foram consideradas apenas as empresas que participaram dos cinco rankings analisados. 5 3 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

33 Destaques dos últimos cinco anos Empresas que mais perderam posições Instalada em São Paulo, capital, desde 1968, a NEC participou do desenvolvimento das telecomunicações no país. Hoje, estima-se que 50% das chamadas telefônicas no Brasil passem por algum equipamento instalado pela empresa. A primeira incursão no Brasil data de 1965, quando foi criada a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel). A NEC Corporation, com sede em Tóquio, Japão, venceu a primeira concorrência internacional para o fornecimento e instalação de equipamentos de transmissão por microondas, ligando São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, numa extensão de, aproximadamente, mil quilômetros. Daí em diante, durante as décadas de 70 e 80, a empresa esteve entre as primeiras no ranking das telecomunicações. Com o processo de privatizações nas telecomunicações a partir de 1999, começou a haver pesados investimentos em infra-estrutura para que fossem cumpridas as metas de universalização previstas. Nos dois anos que se seguiram, o país dobrou a sua capacidade de linhas, que passou a ser da ordem de 20 milhões. A demanda em nossa fábrica era de 1 milhão de linhas de centrais de comutação por ano, recorda Herberto Yamamuro, diretor da Unidade de Negócios NEC de Soluções para Operadoras. Em 2001, somente a NEC entregava ao mercado cerca de 700 mil linhas por mês. Era muita receita, a fábrica trabalhava em três turnos, conta. Em 2002 a demanda caiu a zero. A infraestrutura para o cumprimento das metas de universalização ditadas pelo Ministério das Comunicações já estava consolidada no país. A evolução da receita operacional líquida da NEC é espelho desse quadro. Em 1999 a empresa gerou R$ 1,11 bilhão de receitas líquidas. No ano seguinte, a receita subiu para R$ 1,38 bilhão, avançando para R$ 1,69 bilhão em A partir daí, quedas: R$ 620 milhões em 2002 e R$ 243 milhões no ano passado 60,8% a menos. A caminho da recuperação, a NEC espera faturar este ano R$ 290 milhões, 19,3% a mais do que em Para 2005, a meta é de uma receita de R$ 330 milhões. A saída para tentar inverter essa situação foi mudar o foco da operação no Brasil. A partir de 2002, com os negócios de telecomunicações em stand by, a empresa decidiu dedicar-se a áreas com alta concentração de valor agregado em serviços, como redes em banda larga, plataformas para voz e dados, soluções para redes corporativas e tecnologia da informação (IT). Os números da evolução da força de trabalho do negócio NEC no Brasil dão conta da mudança. Dos empregados na companhia em 2000 permanecem apenas cerca de 500. A partir deste segundo semestre, a atividade de comunicação de dados e telecomunicações deve ter, na avaliação de Yamamuro, um crescimento em torno de 10%. A empresa continuará concentrando esforços em negócios, como internet em banda larga por telefonia móvel, automação bancária, tecnologias de segurança corporativa e sistemas de automação postal. Número de no ranking Class. Empresa Setor posições perdidas 1 NEC Material eletrônico e equipamentos de comunicações RFFSA Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos Constran Construção Philip Morris Produtos do fumo Cacique Produtos alimentícios Yakult Produtos alimentícios Ticket Serviços creditícios e conexos Ficap Máquinas, aparelhos e materiais elétricos EIT Construção Pirelli Energia Máquinas, aparelhos e materiais elétricos Batávia Produtos alimentícios Braswey Produtos alimentícios Carioca Engenharia Construção Dersa Atividades anexas e auxiliares do transporte Teka Produtos têxteis Cotia Trading Comércio por atacado Cisa Comércio por atacado Cachoeira Dourada Energia elétrica Invista Nylon Produtos têxteis Emae Energia elétrica Foram consideradas apenas as empresas que participaram dos cinco rankings analisados. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 5 4

34 Empresas com maior rentabilidade Colocada em 340º lugar entre as 500 maiores sociedades anônimas do país, a Carbocloro, instalada no pólo petroquímico de Cubatão, em São Paulo, uma joint-venture entre a União das Indústrias Petroquímicas (Unipar) e a Occidental Chemical Corporation (OxyChem), foi a empresa que exibiu a maior rentabilidade média entre 1998 e 2003: 51,8%. Nos últimos cinco anos, a Carbocloro sempre conseguiu resultados excepcionais: em 1999, a rentabilidade sobre o patrimônio foi de 21,4%, subindo para 33,2% no ano seguinte. Em 2001 bateu o recorde, com 63%, mantendo-se em 54,3% em 2002 e 56,5% no ano passado. Para o gerente de planejamento da empresa, Nívio Machado Rigos, os números são reflexo do processo de reestruturação realizado a partir de 2000, que privilegiou a organização por processos em detrimento do organograma tradicional. Foram eliminados dois níveis hierárquicos que baixaram os custos fixos, e o processo de produção passou a seguir o modelo de monoplanta, em que escritório e fábrica operam em um mesmo lugar. O quadro de funcionários, de 650 em 1989, foi enxugado para 380. Além disso, avaliações periódicas anuais envolvem toda a organização, do chão de fábrica aos acionistas, que validam as diretrizes estratégicas a seguir. O faturamento nesses cinco anos teve um crescimento de 112%, segundo números fornecidos pela empresa. Dos R$ 259 milhões apurados em 1999, chegou-se a uma receita operacional bruta, em 2003, de R$ 550 milhões (a líquida foi de R$ 443 milhões). As estimativas para este ano são de um faturamento bruto da ordem de R$ 630 milhões. Nos planos estratégicos da Carbocloro estão previstos investimentos de US$ 300 milhões para a construção de uma nova planta, além de estudos para ampliar em mais 100 mil toneladas por ano a produção da fábrica, a partir de A Carbocloro concentra sua atividade na produção de ácido clorídrico, hipoclorito de sódio, soda cáustica líquida e em escamas, cloro e dicloroetano (EDC), os dois últimos largamente utilizados na fabricação de PVC. No ano passado, a empresa produziu 260 mil toneladas de soda cáustica líquida contra 249 mil em 2002, com um crescimento de 4,4%, num mercado de 1,21 milhão de toneladas. O consumo aparente do produto no país ficou aquém do total produzido: 1,67 milhão de toneladas. Para este ano, a empresa quer chegar a 267 mil toneladas, respondendo por 19,3% da produção nacional. No início de 2003 havia uma expectativa de que a oferta de cloro e soda regredisse aos níveis de 2000 por conta do racionamento de energia elétrica em 2001 e Mas a Carbocloro produziu no ano passado 232 mil toneladas de cloro contra 222 mil em 2002, um aumento de 4,5%, num mercado de 1,1 milhão de toneladas. Para 2004, a previsão é produzir 238 mil toneladas, 19,6% da produção nacional. Class. Empresa Setor Rentab. média em % ( ) 1 Carbocloro Produtos químicos 51, Bahiagás Gás 44, Cimento Itambé Produtos de minerais não-metálicos 41, Rio do Norte Extração mineral 38, CBMM Metalurgia 34, Petrobras Petróleo 33,9 1 7 Fosfertil Produtos químicos 33, Deten Química Produtos químicos 31, Mahle Metal Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças 30, Cimento Mauá Produtos de minerais não-metálicos 30, Cimepar Produtos de minerais não-metálicos 29, Dana-Albarus Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças 28, Natura Produtos químicos 27, Bianchini Produtos alimentícios 26, CEG Gás 26, Cimento Itaú Produtos de minerais não-metálicos 25, Ultrafertil Produtos químicos 25, Jamyr Vasconcellos Comércio por atacado 25, Providência Artigos de borracha e plástico 24, Telemat Celular Telecomunicações 24,4 360 Foram consideradas apenas as empresas que auferiram rentabilidades superiores a 10% em todos os cinco exercícios e que não perderam posição no ranking 2004 na comparação com o do ano passado. Class. geral 5 5 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

35 Destaques dos últimos cinco anos Empresas que mais cresceram em vendas A Tim Maxitel começou a operar a banda B de telefonia móvel em abril de 1998 nos estados da Bahia e de Sergipe. Em 1999, a incorporação do estado de Minas Gerais à área de cobertura potencializou sua atuação no mercado. O padrão tecnológico utilizado pela operadora era o TDMA (Time Division Multiple Access) com uma capacidade de tráfego três vezes maior do que o sistema analógico até então utilizado. Para o diretor superintendente do grupo, Catello de Iudicibus, obter a concessão para operar em Minas foi decisivo para galgar posições em vendas. Os mineiros têm uma renda média maior do que a dos dois outros estados e nós inovamos ao lançar ali um prépago com uma tecnologia 100% digital, explica. Nos últimos cinco anos, a Tim Maxitel conseguiu um crescimento médio anual em vendas da ordem de 85,6%, o maior entre as 500 maiores sociedades anônimas do país. A receita líquida evoluiu de R$ 199 milhões em 1999 para R$ 845 milhões em ,4% a mais do que em 2002, com pouca variação absoluta na força de trabalho: em 1999 eram empregados ante em Em 2000, a Telecom Italia Móbile (TIM), empresa italiana de telecomunicações, ganhou o controle da operadora brasileira ao adquirir 37,96% das ações ordinárias com direito a voto. Os resultados da incorporação logo se fizeram notar: o número de linhas cresceu de 506 mil em 1999 para 953 mil, cobrindo 33% do mercado. No período, o lucro bruto, segundo informações da companhia aos acionistas, caiu de R$ 196 milhões, em 1999 para R$ 83 milhões, em 2000, por conta da contabilização de R$ 209 milhões como despesas financeiras. A estratégia da Tim Maxitel em 2001 foi fortalecer a fidelização da clientela e reorganizar sua rede de distribuição, fechando revendas de baixa produtividade e implantando um novo sistema de seleção de clientes. A operadora fechou aquele ano com 1,2 milhão de linhas telefônicas habilitadas. A receita líquida foi de R$ 537 milhões e o lucro bruto registrado, segundo a companhia, de R$ 181 milhões, um aumento de 118,1% sobre o exercício anterior. O crescimento das vendas derivou-se de um significativo crescimento do tráfego telefônico com a entrada em operação da concorrente Oi em Minas Gerais e da revisão das taxas de interconexão. O ano de 2003 foi marcado pela comercialização de linhas de telefonia móvel com a tecnologia GSM (Global System for Mobile Comunications). O sucesso comercial do novo produto combinado a uma dinâmica de controle de custos levou a um incremento de 7,8% no lucro bruto, que segundo a operadora passou dos R$ 293 milhões em 2002 para R$ 316 milhões no ano passado. A Tim Maxitel tem atualmente 10,5 milhões de linhas telefônicas habilitadas nas bandas TDMA e GSM. Segundo De Iudicibus, os investimentos previstos do grupo Tim Brasil para os próximos três anos são de 2 bilhões, cerca de R$ 7,4 bilhões. Class. Empresa Setor Cresc. médio anual* em % ( ) 1 Maxitel Telecomunicações 85, Leroy Merlin Comércio varejista 68, Belgo Bekaert Metalurgia 54, Siemens Material eletrônico e equipamentos de comunicações 51, Innova Produtos químicos 49, Amazônia Celular Telecomunicações 43, ALE Comércio por atacado 43, CEG Rio Gás 38, Gafisa Atividades imobiliárias 37, Repsol YPF Petróleo 37, Tafisa Produtos de madeira 36, Bunge Fertilizantes Produtos químicos 36, Cisper Produtos de minerais não-metálicos 36, Agip Brasil Comércio por atacado 35, Bahiagás Gás 32, Cimpor Brasil Produtos de minerais não-metálicos 30, Orsa Celulose e papel 30, Níquel Tocantins Metalurgia 29, Comgás Gás 29, Cargill Fertilizantes Produtos químicos 27,7 158 *Em termos reais, dados corrigidos pelo IGP-DI médio. Foram consideradas apenas as empresas que registraram crescimento em pelo menos três dos cinco exercícios observados e, particularmente no exercício 2003, cresceram acima da variação dos preços ao consumidor medida pela FGV. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 5 6 Class. geral

36 Metodologia para chegar às 500 Maiores Sociedades Anônimas do Brasil Criada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas em 1970, o ranking das 500 Maiores Sociedades Anônimas do Brasil é a pesquisa de publicação periódica mais antiga no gênero feita no Brasil. Na sua 35ª edição, elaborada a partir de uma base de dados contendo cerca de balanços de sociedades anônimas brasileiras, mantém a tradição de avaliar o perfil das maiores empresas do país e o comportamento de seus principais indicadores ao longo do tempo. A ordenação do ranking é dada pelo tamanho das empresas, medido por duas rubricas extraídas das demonstrações contábeis: o ativo total, representando o patrimônio total; e a receita operacional líquida (vendas brutas menos impostos incidentes sobre vendas, devoluções e descontos), indicando o poder de mercado. O ranking final é elaborado em três etapas: na primeira, as empresas são classificadas em ordem decrescente, segundo o valor de seus ativos; a seguir, é feito um ranking com a ordenação determinada pelas receitas operacionais líquidas; e, por fim, a soma da posição da empresa nos rankings por ativos e por receitas determina a colocação da empresa no ranking final. O primeiro lugar, por exemplo, é ocupado pela empresa cuja soma da posição no ranking por ativos e no ranking por receitas resultou no menor número. No caso de empate por este critério, a empresa com a maior receita operacional líquida é considerada como a de maior porte. Glossário Ativo total Todos os bens e direitos da empresa. Equivalente ao seu patrimônio total. Assim como as outras rubricas de balanço apresentadas neste ranking, o valor do ativo é apresentado exatamente conforme publicado pela empresa em seu balanço anual auditado. Classificação da empresa no ranking entre as maiores do ano. Classificação no setor da empresa entre as maiores de seu setor de atuação. Crescimento do ativo (%) Crescimento percentual do ativo total em relação ao exercício anterior. Crescimento da receita (%) Crescimento percentual da receita operacional líquida em relação ao exercício anterior. EBITDA É o lucro gerado pela empresa na sua própria operação. Calculado a partir do lucro operacional legal, do qual são excluídos o resultado financeiro, a equivalência patrimonial (repasse de lucros ou prejuízos de coligadas ou controladas) e os valores descontados a título de depreciação e amortização. A sigla em inglês significa earnings before interest, taxes, depreciation and amortization, cuja tradução literal é lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Endividamento (em pontos) Endividamento total da empresa. Tudo o que a empresa deve a terceiros como proporção de seu capital próprio, medido pelo patrimônio. Nos casos em que o patrimônio da empresa for negativo, encontra-se a sigla PL<0. A fórmula utilizada para cálculo é Exigível total/patrimônio. Estado Unidade da Federação (UF) onde opera a empresa. Em caso de múltiplos estabelecimentos, a UF foi determinada pelo domicílio fiscal para fins da declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Liquidez corrente (em pontos) Tudo o que a empresa tem a receber sobre o que ela tem a pagar no curto prazo (o próximo exercício contábil). Ativo circulante/ passivo circulante. Lucro O resultado final da empresa após pagamento de impostos, resultado não-operacional, participação dos empregados e outros itens. É o lucro que cabe ao acionista. Nome Designação de fantasia da empresa. A razão social está na relação das empresas por ordem alfabética. Origem de capital Distinção entre empresas de capital privado (P) e estatal (E), segundo a situação em dezembro de Patrimônio O capital próprio da empresa. Composto pelos recursos aportados pelos acionistas e pelos lucros que foram gerados pela operação ao longo dos anos e não foram distribuídos sob a forma de dividendos. Receita operacional líquida Vendas brutas menos devoluções, descontos e impostos incidentes sobre vendas. Representa o poder de mercado da empresa. Rentabilidade sobre o PL (em %) Medida de rentabilidade, que mostra quanto de lucro foi gerado em relação ao montante de recursos próprios da empresa. Expressa em termos percentuais (Lucro /Patrimônio ) X 100. Setor Área de atuação da empresa. Tipo de sociedade Distinção entre as sociedades anônimas de capital aberto (assinaladas com a letra A, geralmente negociadas em bolsas de valores) e as de capital fechado (F), de acordo com a situação em dezembro de S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

37 Classificação por setor Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Açúcar e álcool ,02 Usina Coruripe ,42 Usina Caeté ,03 Laginha Agro Industrial ,29 Açúcar Guarani ,35 Zillo Lorenzetti ,61 Usina Barra Grande ,19 Usina Colombo ,95 Equipav ,28 Alojamento e Alimentação ,71 GR ,71 Aluguel de veículos, máquinas e equipamentos ,66 Localiza ,32 RFFSA ,00 Artigos de borracha e plástico ,71 Pirelli Pneus ,47 Tigre ,96 Vipal ,65 Amanco ,99 Dixie Toga ,76 Providência ,77 Atividades anexas e auxiliares do transporte ,50 Anhangüera-Bandeirantes ,90 Docas SP ,88 Dersa ,43 Ecovias Imigrantes ,45 NovaDutra ,97 Viaoeste ,25 Santos-Brasil ,02 Rodonorte ,95 Atividades imobiliárias ,97 Brascan ,97 Gafisa ,83 Cohab SP PL<0 Atividades recreativas, culturais e desportivas ,06 TVSBT ,74 Cinemark ,85 Bebidas ,77 Ambev / CBB ,04 Spal ,97 Coinbra-Frutesp ,37 Schincariol ,14 Vonpar ,01 Spaipa ,41 Schincariol NE ,39 Schincariol RJ ,99 Ipiranga / Coca Cola ,51 Müller ,22 Celulose e papel ,97 Aracruz ,24 VCP ,35 Klabin ,06 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Celulose e papel (cont.) Suzano ,41 Bahia Sul ,43 Ripasa ,29 Cenibra ,66 Jari Celulose PL<0 Santher ,68 Riocell ,45 Orsa ,65 Veracel ,59 Bahia Pulp ,48 Santa Maria ,45 Adami ,20 Irani ,86 Comércio por atacado ,57 Petrobras Distribuidora ,71 Petróleo Ipiranga ,63 Agip Brasil ,22 Makro ,42 Distribuidora Ipiranga ,57 Martins ,76 Cotia Trading ,20 Coimex ,57 Weg Exportadora ,67 Repsol YPF Distribuidora ,05 Sotreq ,13 Arcom ,18 Esteve ,76 Jamyr Vasconcellos ,74 Cisa ,93 Copertrading ,72 ALE ,89 Ita Produtos Farmacêuticos ,53 Tangará ,12 Sab Trading ,26 Fluxo ,91 Petróleo Sabbá ,26 Dimed ,71 Montecitrus ,60 Satélite ,67 Duratex Exportadora ,13 Unicafé ,89 Comércio varejista ,18 Pão de Açúcar ,99 Bompreço ,13 Ponto Frio ,59 Americanas ,94 Sendas ,47 Ultragaz ,40 Casas Pernambucanas ,22 Bompreço Bahia ,47 Lojas Renner ,96 Lojas Colombo ,07 Lojas Riachuelo ,88 Lojas Cem ,76 Supergasbras ,62 Magazine Luiza ,23 Leroy Merlin ,18 Eldorado ,88 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 5 8

38 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Comércio varejista (cont.) Y. Yamada ,41 Farmácias Pague Menos ,43 H. Stern ,99 Armazém Paraíba ,41 Ferramentas Gerais ,19 Drogasil ,18 Zona Sul ,13 Construção ,49 Norberto Odebrecht ,42 C. R. Almeida ,71 Camargo Corrêa ,89 Andrade Gutierrez ,30 Queiroz Galvão ,11 Serveng-Civilsan ,24 Constran ,59 Setal ,91 C.R. Almeida - Obras ,60 GDK ,26 Galvão Engenharia ,84 EIT ,49 Mendes Júnior ,30 Rossi Residencial ,31 Carioca Engenharia ,08 Construção, montagem ou reparação de aeronaves ,09 Embraer ,60 Varig Engenharia ,42 Couros e calçados ,61 São Paulo Alpagartas ,61 Grendene ,32 Azaléia ,79 Edição e impressão ,03 Editora Abril PL<0 O Estado de São Paulo ,03 Zero Hora ,36 Elaboração de combustíveis nucleares ,96 INB ,96 Energia elétrica ,55 Eletrobrás ,48 Eletropaulo Metropolitana ,93 Furnas ,64 Cemig ,26 Chesf ,97 Light ,01 Eletronorte ,05 CPFL ,32 Cesp ,83 Copel Distribuição ,51 Tractebel ,88 Coelba ,84 Celesc ,62 Elektro ,28 Cerj ,39 CEEE ,20 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Energia elétrica (cont.) Bandeirante Energia ,24 Celg ,47 Celpe ,93 Manaus Energia ,95 AES Sul PL<0 Rio Grande Energia ,41 CTEEP ,50 Cien ,13 CPFL - Piratininga ,21 Copel Geração ,21 Eletronuclear ,44 Coelce ,04 Escelsa ,43 Celpa ,55 Duke Energy ,79 AES Tietê ,03 Cemat ,16 CEB ,22 Enersul ,14 Eletrosul ,94 Cosern ,54 Itá Energética ,96 Cemar PL<0 Energipe ,38 AES Uruguaiana PL<0 Maesa ,55 Saelpa ,23 Copel Transmissão ,72 Investco ,38 Emae ,88 Caiuá ,68 Ceal ,24 Ceron ,19 Semesa ,91 CEM ,69 Cataguazes-Leopoldina ,46 Brasympe ,65 CGTEE ,57 Cepisa PL<0 Cachoeira Dourada ,23 TSN ,91 Breitener ,67 Itapebi Geração ,61 Eate ,26 Celtins ,34 Energética Petrolina ,30 EEVP ,17 Exploração florestal ,06 VCP Florestal ,06 Extração mineral ,50 Vale do Rio Doce ,18 MBR ,56 Samarco ,55 Rio do Norte ,82 Kobrasco ,79 Nibrasco ,91 Imerys ,08 59 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

39 Classificação por setor Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Extração mineral (cont.) Cadam ,70 Hispanobrás ,27 Itabrasco ,16 Rio Paracatu ,47 Pará Pigmentos ,54 Fabricação e montagem de veículos automotores, partes e peças ,20 Fiat ,21 Renault ,43 Mahle Metal ,31 Marcopolo ,83 Magneti Marelli ,62 Dana-Albarus ,56 Sifco ,78 Fras-Le ,57 Gás ,00 Comgás ,35 Gasoduto Bolívia-Brasil - TBG PL<0 CEG ,47 Bahiagás ,52 Compagas ,73 CEG Rio ,85 Indústrias diversas ,80 Videolar ,25 Procter & Gamble ,64 Faber-Castell ,02 Bic AM ,95 Máquinas e equipamentos ,36 Multibrás ,61 Embraco ,76 Electrolux ,11 Atlas Schindler ,84 Thyssenkrupp ,83 Mundial ,17 Romi ,90 Arno ,36 Ge-Dako ,42 Brastemp AM ,99 Fels Setal ,12 Máquinas para escritório e equipamentos de informática ,98 Itautec Philco ,98 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos ,48 Weg ,92 Pirelli Energia ,48 Gevisa ,36 Ficap ,30 Arteb PL<0 Material eletrônico e equipamentos de comunicações ,87 Ericsson ,86 Semp Toshiba AM ,18 Alcatel ,81 CCE AM ,54 Gradiente Eletrônica ,28 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Material eletrônico e equipamentos de comunicações (cont.) Siemens ,63 Nec ,97 Panasonic ,03 Evadin ,87 Metalurgia ,37 CSN ,23 Usiminas ,61 CST ,12 Cosipa ,89 Gerdau ,55 Gerdau Açominas ,04 Acesita ,77 Belgo-Mineira ,35 CBA ,47 Alcoa ,00 Albras ,10 Alunorte ,86 BMP ,99 Caraíba ,47 Aços Villares ,67 Vallourec & Mannesmann ,04 Billiton ,35 Confab ,76 CBMM ,19 Belgo Bekaert ,89 Mineira de Metais ,06 Belgo-Mineira Participação ,74 Siderúrgica Barra Mansa ,37 Níquel Tocantins ,40 Rio Doce Manganês ,76 Termomecânica ,09 Valesul ,90 Paulista de Ferro-Ligas ,80 Ferbasa ,75 Paraibuna Metais ,11 Rima ,62 Zamprogna ,41 Saint-Gobain Canalização ,45 Eluma ,85 Vega do Sul ,79 Petróleo ,62 Petrobras ,02 Alberto Pasqualini ,21 Marlim ,25 Refinaria de Manguinhos ,41 Refinaria Ipiranga ,91 Repsol YPF ,26 Produtos alimentícios ,54 Bunge Alimentos ,97 Cargill ,48 Sadia ,26 Perdigão Agroindustrial ,86 Kraft Foods ,14 Seara ,16 Avipal ,59 Frangosul ,32 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 6 0

40 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Produtos alimentícios (cont.) Moinhos Cruzeiro do Sul ,71 Garoto ,28 Elegê ,02 Bianchini ,16 Josapar ,54 Vigor ,90 Camil Alimentos ,56 Itasa ,29 Braswey ,76 ABC Inco ,59 Cacique ,08 Maeda ,81 Barry Callebaut ,07 Piraquê ,40 Sorvane ,72 Leco ,53 Batávia ,62 Anaconda ,96 Yakult ,70 Produtos de madeira ,75 Duratex ,65 Eucatex ,27 Placas do Paraná ,75 Tafisa ,27 Berneck ,27 Produtos de metal ,08 Rexam ,01 Bombril PL<0 Usiminas Mecânica ,68 Inal ,02 Metalúrgica Prada ,43 Tramontina ,83 Rio Negro ,91 Crown ,10 H. Carlos Schneider ,61 Sandvik ,13 Produtos de minerais não-metálicos ,47 Cimento Rio Branco ,35 Holcim ,96 Saint-Gobain Vidros ,90 Cimento Itaú ,04 Lafarge ,16 Camargo Corrêa Cimentos ,60 Cimpor Brasil ,90 Cimento Poty ,84 Magnesita ,88 Cimento Tocantins ,01 Cecrisa ,89 Cisper ,27 Cimento Mauá ,43 Cimento Tupi ,44 Azulejos Eliane ,90 Cimesa ,94 Soeicom ,42 Portobello ,83 Cimento Itambé ,47 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Produtos de minerais não-metálicos (cont.) Cimepar ,80 Produtos do fumo ,88 Souza Cruz ,03 Philip Morris ,05 Continental Tobaccos ,88 Produtos farmacêuticos e veterinários ,19 Novartis ,37 Aché ,48 Roche ,60 EMS ,97 Schering-Plough ,95 Merck ,15 Farmasa ,64 Medley ,90 Produtos químicos ,20 Braskem ,78 Bunge Fertilizantes ,95 Copesul ,57 Basf ,39 Dow Brasil ,57 Petroquímica União ,43 Ipiranga Petroquímica PL<0 Polibrasil ,14 Ultrafertil ,86 Du Pont PL<0 Fosfertil ,34 Petroflex ,44 Bayer ,79 Cargill Fertilizantes ,79 Natura ,14 Oxiteno NE ,42 Monsanto NE ,42 Clariant ,81 Milenia ,90 Adubos Trevo ,96 Politeno ,25 Oxiteno ,42 Fertibrás ,85 Elekeiroz ,01 Innova PL<0 Deten Química ,76 Nitro Química ,29 Polialden ,82 Solvay ,40 Millennium ,60 Carbocloro ,54 Unipar ,56 Nortox ,38 Renner Sayerlack ,48 Aga ,31 White Martins NE ,24 DuPont Performance PL<0 Agripec ,18 Polietilenos União ,95 Petroquímica Triunfo ,94 61 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

41 Classificação por ordem alfabética Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Produtos têxteis ,02 Vicunha ,05 Coteminas ,11 Santista Têxtil ,29 Teka ,39 Invista Nylon ,53 Döhler ,89 Karsten ,20 Cedro e Cachoeira ,14 Saneamento ,67 Sabesp ,00 Cedae ,25 Copasa MG ,84 Sanepar ,58 Embasa ,84 Corsan ,94 Saneago ,46 Compesa ,34 Casan ,88 Caesb ,17 Cagece ,17 Cesan ,77 Vega Engenharia ,17 Cagepa ,51 Caema ,91 Cosanpa ,83 Sanasa ,83 Caern ,34 Deso ,00 Cetesb ,14 Saúde e serviços sociais ,71 Diagnósticos América ,30 Fleury ,71 Serviços creditícios e conexos ,64 Credicard ,92 Ticket ,36 Serviços de informática e conexos ,68 Terra Networks ,80 Cobra ,56 CPM ,83 Datamec ,35 Serviços de transporte ,43 Varig PL<0 TAM ,42 Transpetro ,40 Vasp ,84 Metrô SP ,37 MRS Logística ,39 CPTM ,48 CBTU ,63 Gol Transp. Aéreos ,04 América Latina Logística ,81 Ferronorte ,34 Ferrovia Centro-Atlântica ,54 Setor Nome fantasia no setor geral Ativo total Receita operacional líquida Lucro Rentab. sobre o PL (em %) (em R$ milhões) Serviços de transporte (cont.) Norsul ,31 Itapemirim ,29 Varig Logística ,81 Docenave ,06 Rio Sul PL<0 São Paulo Transporte PL<0 Metrô Rio ,06 Libra Navegação ,20 Serviços prestados às empresas ,82 Atento ,82 Serasa ,45 Telecomunicações ,34 Telemar ,25 Telefônica ,94 Brasil Telecom ,38 Embratel ,75 Telesp Celular ,49 Oi ,69 TIM Celular ,39 Telerj Celular ,26 Celular CRT ,33 Maxitel PL<0 Telemig Celular ,63 TIM Sul ,50 Global Telecom ,10 Telet ,36 CTBC Telecom ,63 Americel ,68 Telefônica Empresas ,84 Star One ,06 Telegoiás Celular ,72 Amazônia Celular ,28 Telebahia Celular ,59 Norte Brasil Telecom ,17 Telpe Celular ,78 TNL Contax ,14 Teleceará Celular ,72 Telest Celular ,21 Telemat Celular ,56 Net Rio ,34 Telems Celular ,71 Primesys ,16 Pegasus ,87 TVA ,56 Vésper ,45 Vestuário ,22 Hering ,70 Guararapes ,75 Marisol ,22 Vigilância e segurança ,82 Protege ,30 Prosegur ,94 Os números de ativo, receita e lucro por setor referem-se ao somatório do resultado de cada empresa. A rentabilidade de cada setor (em %) refere-se à mediana das rentabilidades individuais de cada empresa. Quando a empresa possui patrimônio negativo, o cálculo da rentabilidade do PL não é possível. Nestes casos, considerou-se, para efeito de cálculo da mediana do setor, um valor inferior ao de todas as outras rentabilidades registradas no mesmo setor. S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 62

42 Nome Razão social ABC Inco ABC Indústria e Comércio S.A. ABC Inco 402 Acesita Acesita S.A. 44 Aché Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. 199 Aços Villares Aços Villares S.A. 135 Açúcar Guarani Açúcar Guarani S.A. 310 Adami Adami S.A. Madeiras 488 Adubos Trevo Adubos Trevo S.A. 202 AES Sul AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.A. 82 AES Tietê AES Tietê S.A. 121 AES Uruguaiana AES Uruguaiana Empreendimentos S.A. 235 Aga Aga S.A. 370 Agip Brasil Agip do Brasil S.A. 75 Agripec Agripec Química e Farmacêutica S.A. 387 Alberto Pasqualini Alberto Pasqualini Refap S.A. 40 Albras Albras Alumínio Brasileiro S.A. 69 Alcatel Alcatel Telecomunicações S.A. 203 Alcoa Alcoa Alumínio S.A. 61 ALE ALE Combustíveis S.A. 343 Alunorte Alunorte Alumina do Norte do Brasil S.A. 77 Amanco Amanco Brasil S.A. 300 Amazônia Celular Amazônia Celular S.A. 233 Ambev / CBB Companhia Brasileira de Bebidas 8 América Latina Logística ALL América Latina Logística do Brasil S.A. 193 Americanas Lojas Americanas S.A. 92 Americel Americel S.A. 174 Anaconda Anaconda Industrial e Agrícola de Cereais S.A. 475 Andrade Gutierrez Construtora Andrade Gutierrez S.A. 110 Anhangüera-Bandeirantes Concessionária do Sistema Anhangüera-Bandeirantes S.A. 186 Aracruz Aracruz Celulose S.A. 30 Arcom Arcom S.A. 218 Armazém Paraíba Claudino S.A. Lojas de Departamentos 441 Arno Arno S.A. 356 Arteb Indústrias Arteb S.A. 463 Atento Atento Brasil S.A. 236 Atlas Schindler Elevadores Atlas Schindler S.A. 167 Avipal Avipal S.A. Avicultura e Agropecuária 119 Azaléia Calçados Azaléia S.A. 255 Azulejos Eliane Maximiliano Gaidzinski S.A. Indústria de Azulejos Eliane 335 Bahia Pulp Bahia Pulp S.A. 447 Bahia Sul Bahia Sul Celulose S.A. 80 Bahiagás Cia. de Gás da Bahia Bahiagás 358 Bandeirante Energia Bandeirante Energia S.A. 68 Barry Callebaut Barry Callebaut Brasil S.A. 436 Basf Basf S.A. 49 Batávia Batávia S.A. Indústria de Alimentos 468 Bayer Bayer S.A. 154 Belgo Bekaert Belgo Bekaert Arames S.A. 166 Belgo-Mineira Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira 56 Belgo-Mineira Participação Belgo-Mineira Participação, Indústria e Comércio S.A. 188 Berneck Berneck Aglomerados S.A. 485 Nome Razão social Bianchini Bianchini S.A. Indústria, Comércio e Agricultura 268 Bic AM Bic Amazônia S.A. 496 Billiton Billiton Metais S.A. 148 BMP BMP Siderurgia S.A. 90 Bombril Bombril S.A. 250 Bompreço Bompreço S.A. Supermercados do Nordeste 72 Bompreço Bahia Bompreço Bahia S.A. 157 Brascan Brascan Imobiliária Incorporações S.A. 258 Brasil Telecom Brasil Telecom S.A. 7 Braskem Braskem S.A. 9 Brastemp AM Brastemp da Amazônia S.A. 400 Braswey Braswey S.A. Indústria e Comércio 362 Brasympe Brasympe Energia S.A. 330 Breitener Breitener Energética S.A. 382 Bunge Alimentos Bunge Alimentos S.A. 17 Bunge Fertilizantes Bunge Fertilizantes S.A. 35 C. R. Almeida C.R. Almeida S.A. Engenharia e Construções 38 C.R. Almeida Obras C.R. Almeida S.A. Engenharia de Obras 395 Cachoeira Dourada Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S.A. CDSA 375 Cacique Cia. Cacique de Café Solúvel 416 Cadam Cadam S.A. 385 Caema Cia. de Águas e Esgotos do Maranhão Caema 405 Caern Cia. de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte Caern 435 Caesb Cia. de Saneamento do Distrito Federal Caesb 228 Cagece Cia. de Água e Esgoto do Ceará Cagece 272 Cagepa Cia. de Água e Esgotos da Paraíba Cagepa 391 Caiuá Caiuá Serviços de Eletricidade S.A. 288 Camargo Corrêa Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. 109 Camargo Corrêa Cimentos Camargo Corrêa Cimentos S.A. 164 Camil Alimentos Camil Alimentos S.A. 331 Caraíba Caraíba Metais S.A. 113 Carbocloro Carbocloro S.A. Indústrias Químicas 340 Cargill Cargill Agrícola S.A. 22 Cargill Fertilizantes Cargill Fertilizantes S.A. 158 Carioca Engenharia Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S.A. 471 Casan Cia. Catarinense de Águas e Saneamento Casan 227 Casas Pernambucanas Arthur Lundgren Tecidos S.A. Casas Pernambucanas 140 Cataguazes-Leopoldina Cia. Força e Luz Cataguazes-Leopoldina 328 CBA Cia. Brasileira de Alumínio CBA 58 CBMM Cia. Brasileira de Metalurgia e Mineração 151 CBTU Cia. Brasileira de Trens Urbanos CBTU 180 CCE AM CCE da Amazônia S.A. 226 Ceal Cia. Energética de Alagoas Ceal 302 CEB Cia. Energética de Brasília CEB 156 Cecrisa Cecrisa Revestimentos Cerâmicos S.A. 289 Cedae Cia. Estadual de Águas e Esgotos Cedae 57 Cedro e Cachoeira Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira 495 CEEE CEEE Cia. Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul 63 CEG Cia. Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro CEG 171 CEG Rio CEG Rio S.A S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

43 Classificação por ordem alfabética Nome Razão social Celesc Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. Celesc 54 Celg Cia. Energética de Goiás Celg 76 Celpa Centrais Elétricas do Pará S.A. Celpa 111 Celpe Cia. Energética de Pernambuco Celpe 78 Celtins Cia. de Energia Elétrica do Estado de Tocantins Celtins 412 Celular CRT Celular CRT S.A. 114 CEM Companhia Energética Meridional CEM 325 Cemar Cia. Energética do Maranhão Cemar 219 Cemat Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. Cemat 124 Cemig Cia. Energética de Minas Gerais S.A. Cemig 15 Cenibra Celulose Nipo-Brasileira S.A. Cenibra 112 Cepisa Cia. Energética do Piauí Cepisa 374 Cerj Cia. de Eletricidade do Rio de Janeiro Cerj 59 Ceron Centrais Elétricas de Rondônia S.A. Ceron 312 Cesan Cia. Espírito Santense de Saneamento Cesan 322 Cesp Cia. Energética de São Paulo Cesp 33 Cetesb Cetesb Cia. de Tecnologia de Saneamento Ambiental 466 CGTEE Cia. de Geração Térmica de Energia Elétrica CGTEE 336 Chesf Cia. Hidro Elétrica do São Francisco Chesf 20 Cien Cien Cia. de Interconexão Energética 89 Cimento Itambé Cia. de Cimento Itambé 473 Cimento Itaú Cia. Cimento Portland Itaú 144 Cimento Mauá Cimento Mauá S.A. 297 Cimento Poty Cimento Poty S.A. 192 Cimento Rio Branco Cimento Rio Branco S.A. 46 Cimento Tocantins Cimento Tocantins S.A. 243 Cimento Tupi Cimento Tupi S.A. 321 Cimepar Cia. Paraíba de Cimento Portland Cimepar 497 Cimesa Cimento Sergipe S.A. Cimesa 339 Cimpor Brasil Cia. de Cimentos do Brasil 173 Cinemark Cinemark Brasil S.A. 491 Cisa Cisa Trading S.A. 317 Cisper Cisper S.A. 295 Clariant Clariant S.A. 198 Cobra Cobra Tecnologia S.A. 262 Coelba Cia. de Eletricidade do Estado da Bahia Coelba 51 Coelce Cia. Energética do Ceará Coelce 101 Cohab SP Cia. Metropolitana de Habitação de São Paulo Cohab SP 434 Coimex Cia. Importadora e Exportadora Coimex 210 Coinbra-Frutesp Coinbra-Frutesp S.A. 181 Comgás Cia. de Gás de São Paulo Comgás 64 Compagas Cia. Paranaense de Gás Compagas 397 Compesa Cia. Pernambucana de Saneamento Compesa 220 Confab Confab Industrial S.A. 149 Constran Constran S.A. Construções e Comércio 354 Continental Tobaccos CTA Continental Tobaccos Alliance S.A. 404 Copasa MG Cia. de Saneamento de Minas Gerais Copasa MG 84 Copel Distribuição Copel Distribuição S.A. 41 Copel Geração Copel Geração S.A. 95 Copel Transmissão Copel Transmissão S.A. 260 Nome Razão social Copertrading Copertrading Comércio, Exportação e Importação S.A. 332 Copesul Copesul Cia. Petroquímica do Sul 39 Corsan Cia. Riograndense de Saneamento Corsan 142 Cosanpa Companhia de Saneamento do Pará Cosanpa 414 Cosern Cia. Energética do Rio Grande do Norte Cosern 183 Cosipa Cia. Siderúrgica Paulista Cosipa 28 Coteminas Cia. de Tecidos Norte de Minas Coteminas 106 Cotia Trading Cotia Trading S.A. 207 CPFL Cia. Paulista de Força e Luz CPFL 26 CPFL Piratininga Cia. Piratininga de Força e Luz 93 CPM CPM S.A. 307 CPTM Cia. Paulista de Trens Metropolitanos CPTM 108 Credicard Credicard S.A. Administradora de Cartões de Crédito 53 Crown Crown Embalagens S.A. 477 CSN Cia. Siderúrgica Nacional CSN 6 CST Cia. Siderúrgica de Tubarão CST 23 CTBC Telecom Cia. de Telecomunicações do Brasil Central CTBC Telecom 172 CTEEP CTEEP Cia. de Transmissão de Energia Elétrica Paulista 86 Dana-Albarus Dana-Albarus S.A. Indústria e Comércio 327 Datamec Datamec S.A. Sistemas e Processamento de Dados 483 Dersa Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. 240 Deso Cia. de Saneamento de Sergipe Deso 465 Deten Química Deten Química S.A. 275 Diagnósticos América Diagnósticos da América S.A. 333 Dimed Dimed S.A. Distribuidora de Medicamentos 420 Distribuidora Ipiranga Distribuidora de Produtos de Petróleo Ipiranga S.A. 130 Dixie Toga Dixie Toga S.A. 334 Docas SP Cia. Docas do Estado de São Paulo Codesp 225 Docenave Navegação Vale do Rio Doce S.A. Docenave 337 Döhler Döhler S.A. 425 Dow Brasil Dow Brasil S.A. 65 Drogasil Drogasil S.A. 474 Du Pont Du Pont do Brasil S.A. 129 Duke Energy Duke Energy International, Geração Paranapanema S.A. 116 DuPont Performance DuPont Performance Coatings S.A. 386 Duratex Duratex S.A. 126 Duratex Exportadora Duratex Comercial Exportadora S.A. 490 EATE Empresa Amazonense de Transmissão de Energia S.A. EATE 408 Ecovias Imigrantes Concessionárias Ecovias dos Imigrantes S.A. 244 Editora Abril Editora Abril S.A. 100 EEVP Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. EEVP 489 EIT EIT Empresa Industrial Técnica S.A. 446 Eldorado Eldorado S.A. 366 Electrolux Electrolux do Brasil S.A. 155 Elegê Elegê Alimentos S.A. 264 Elekeiroz Elekeiroz S.A. 269 Elektro Elektro Eletricidade e Serviços S.A. 55 Eletrobrás Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobrás 5 Eletronorte Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. Eletronorte 25 Eletronuclear Eletrobrás Termonuclear S.A. Eletronuclear 98 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 6 4

44 Nome Razão social Eletropaulo Metropolitana Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A. 12 Eletrosul Emp. Transm. de Energia Elét. do Sul do Brasil S.A. Eletrosul 170 Eluma Eluma S.A. Indústria e Comércio 390 Emae Emae Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. 286 Embasa Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A. Embasa 133 Embraco Empresa Brasileira de Compressores S.A. Embraco 139 Embraer Embraer Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. 13 Embratel Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. Embratel 11 EMS EMS S.A. 347 Energética Petrolina Cia. Energética de Petrolina S.A. 415 Energipe Empresa Energética de Sergipe S.A. Energipe 231 Enersul Empresa Energética do Mato Grosso do Sul S.A. Enersul 163 Equipav Equipav S.A. Açúcar e Álcool 469 Ericsson Ericsson Telecomunicações S.A. 145 Escelsa Espírito Santo Centrais Elétricas S.A. Escelsa 103 Esteve Esteve S.A. 242 Eucatex Eucatex S.A. Indústria e Comércio 234 Evadin Evadin Indústrias Amazônia S.A. 406 Faber-Castell A. W. Faber-Castell S.A. 430 Farmácias Pague Menos Empreendimentos Pague Menos S.A. 393 Farmasa Laboratório Americano de Farmacoterapia S.A. 449 Fels Setal Fels Setal S.A. 440 Ferbasa Cia. de Ferro Ligas da Bahia S.A. Ferbasa 306 Ferramentas Gerais Ferramentas Gerais Comércio e Importação S.A. 448 Ferronorte Ferronorte S.A. Ferrovias Norte Brasil 197 Ferrovia Centro-Atlântica Ferrovia Centro-Atlântica S.A. 223 Fertibrás Fertibrás S.A. 263 Fiat Fiat Automóveis S.A. 32 Ficap Ficap S.A. 460 Fleury Fleury S.A. 486 Fluxo S.A. Fluxo Comércio e Assessoria Internacional 396 Fosfertil Fertilizantes Fosfatados S.A. Fosfertil 137 Frangosul Frangosul S.A. Agro Avícola Industrial 138 Fras-Le Fras-Le S.A. 455 Furnas Furnas Centrais Elétricas S.A. 14 Gafisa Gafisa S.A. 296 Galvão Engenharia Galvão Engenharia S.A. 438 Garoto Chocolates Garoto S.A. 259 Gasoduto Bolívia-Brasil TBG Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. TBG 96 GDK GDK Engenharia S.A. 413 Ge-Dako Ge-Dako S.A. 378 Gerdau Gerdau S.A. 29 Gerdau Açominas Gerdau Açominas S.A. 31 Gevisa Gevisa S.A. 450 Global Telecom Global Telecom S.A. 132 Gol Transp. Aéreos Gol Transportes Aéreos S.A. 184 GR GR S.A. 461 Gradiente Eletrônica Gradiente Eletrônica S.A. 239 Grendene Grendene S.A. 194 Guararapes Guararapes Confeccções S.A. 315 Nome Razão social H. Carlos Schneider Cia. Industrial H. Carlos Schneider 478 H. Stern H. Stern Comércio e Indústria S.A. 411 Hering Cia. Hering 280 Hispanobrás Cia. Hispano-Brasileira de Pelotização Hispanobrás 444 Holcim Holcim (Brasil) S.A. 123 Imerys Imerys Rio Capim Caulim S.A. 341 Inal Indústria Nacional de Aços Laminados Inal S.A. 329 INB Indústrias Nucleares do Brasil S.A. INB 419 Innova Innova S.A. 270 Investco Investco S.A. 283 Invista Nylon Invista Nylon Sul Americana S.A. 418 Ipiranga / Coca Cola Cia. de Bebidas Ipiranga 437 Ipiranga Petroquímica Ipiranga Petroquímica S.A. 104 Irani Celulose Irani S.A. 498 Itá Energética Itá Energética S.A. Itasa 213 Ita Produtos Farmacêuticos Ita Representações de Produtos Farmacêuticos S.A. 361 Itabrasco Cia. Ítalo-Brasileira de Pelotização Itabrasco 470 Itapebi Geração Itapebi Geração de Energia S.A. 399 Itapemirim Viação Itapemirim S.A. 282 Itasa Indústrias Alimentícias Itacolomy S.A. Itasa 357 Itautec Philco Itautec Philco S.A. Grupo Itautec Philco 146 Jamyr Vasconcellos Jamyr Vasconcellos S.A. 287 Jari Celulose Jari Celulose S.A. 190 Josapar Josapar Joaquim Oliveira S.A. Participações 281 Karsten Karsten S.A. 431 Klabin Klabin S.A. 36 Kobrasco Cia. Coreano-Brasileira de Pelotização Kobrasco 314 Kraft Foods Kraft Foods Brasil S.A. 97 Lafarge Lafarge Brasil S.A. 160 Laginha Agro Industrial Laginha Agro Industrial S.A. 292 Leco Cia. Leco de Produtos Alimentícios 464 Leroy Merlin Leroy Merlin Cia. Brasileira de Bricolagem 324 Libra Navegação Cia. Libra de Navegação 458 Light Light Serviços de Eletricidade S.A. 21 Localiza Localiza Rent a Car S.A. 267 Lojas Cem Lojas Cem S.A. 241 Lojas Colombo Lojas Colombo S.A. Comércio de Utilidades Domésticas 206 Lojas Renner Lojas Renner S.A. 200 Lojas Riachuelo Lojas Riachuelo S.A. 212 Maeda Maeda S.A. Agroindustrial 423 Maesa Machadinho Energética S.A. Maesa 246 Magazine Luiza Magazine Luiza S.A. 261 Magnesita Magnesita S.A. 205 Magneti Marelli Magneti Marelli Cofap Cia. Fabricadora de Peças 309 Mahle Metal Mahle Metal Leve S.A. 153 Makro Makro Atacadista S.A. 127 Manaus Energia Manaus Energia S.A. 81 Marcopolo Marcopolo S.A. 162 Marisol Marisol S.A. 462 Marlim Cia. Petrolífera Marlim S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

45 Classificação por ordem alfabética Nome Razão social Martins Martins Comércio e Serviços de Distribuição S.A. 175 Maxitel Maxitel S.A. 117 MBR Minerações Brasileiras Reunidas S.A. MBR 73 Medley Medley S.A. Indústria Farmacêutica 482 Mendes Júnior Mendes Júnior Trading e Engenharia S.A. 457 Merck Merck S.A. 442 Metalúrgica Prada Cia. Metalúrgica Prada 392 Metrô SP Cia. do Metropolitano de São Paulo Metrô 102 Metrô Rio Opportrans Concessão Metroviária S.A. 445 Milenia Milenia Agro Ciências S.A. 201 Millennium Millennium Inorganic Chemicals do Brasil S.A. 318 Mineira de Metais Cia. Mineira de Metais 178 Moinhos Cruzeiro do Sul Moinhos Cruzeiro do Sul S.A. 230 Monsanto NE Monsanto Nordeste S.A. 182 Montecitrus Montecitrus Trading S.A. 433 MRS Logística MRS Logística S.A. 107 Müller Cia. Müller de Bebidas 479 Multibrás Multibrás S.A. Eletrodomésticos 66 Mundial Mundial S.A. Produtos de Consumo 345 Natura Natura Cosméticos S.A. 161 Nec Nec do Brasil S.A. 351 Net Rio Net Rio S.A. 372 Nibrasco Cia. Nipo-Brasileira de Pelotização Nibrasco 326 Níquel Tocantins Cia. Níquel Tocantins 216 Nitro Química Cia. Nitro Química Brasileira 293 Norberto Odebrecht Construtora Norberto Odebrecht S.A. 37 Norsul Cia. de Navegação Norsul 274 Norte Brasil Telecom Norte Brasil Telecom S.A. NBT 277 Nortox Nortox S.A. 355 NovaDutra Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. 276 Novartis Novartis Biociências S.A. 185 O Estado de São Paulo S.A. O Estado de São Paulo 245 Oi TNL PCS S.A. ( OI ) 52 Orsa Orsa Celulose, Papel e Embalagens S.A. 249 Oxiteno Oxiteno S.A. Indústria e Comércio 217 Oxiteno NE Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio 165 Panasonic Panasonic da Amazônia S.A. 365 Pão de Açúcar Cia. Brasileira de Distribuição CBD 10 Pará Pigmentos Pará Pigmentos S.A. 500 Paraibuna Metais Cia. Paraibuna de Metais 308 Paulista de Ferro-Ligas Cia. Paulista de Ferro-Ligas 303 Pegasus Pegasus Telecom S.A. 472 Perdigão Agroindustrial Perdigão Agroindustrial S.A. 47 Petrobras Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras 1 Petrobras Distribuidora Petrobras Distribuidora S.A. 16 Petroflex Petroflex Indústria e Comércio S.A. 150 Petróleo Ipiranga Cia. Brasileira de Petróleo Ipiranga 42 Petróleo Sabbá Petróleo Sabbá S.A. 401 Petroquímica Triunfo Petroquímica Triunfo S.A. 410 Petroquímica União Petroquímica União S.A. 83 Nome Razão social Philip Morris Philip Morris Brasil S.A. 384 Piraquê Indústria de Produtos Alimentícios Piraquê S.A. 452 Pirelli Energia Pirelli Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. 301 Pirelli Pneus Pirelli Pneus S.A. 71 Placas do Paraná Placas do Paraná S.A. 311 Polialden Polialden Petroquímica S.A. 294 Polibrasil Polibrasil Resinas S.A. 118 Polietilenos União Polietilenos União S.A. 409 Politeno Politeno Indústria e Comércio S.A. 209 Ponto Frio Globex Utilidades S.A. 91 Portobello Portobello S.A. 379 Primesys Primesys Soluções Empresariais S.A. 427 Procter & Gamble Procter & Gamble do Brasil S.A. 364 Prosegur Prosegur Brasil S.A. Transportadora de Valores e Segurança 467 Protege Protege S.A. Proteção e Transporte de Valores 417 Providência Cia. Providência Indústria e Comércio 338 Queiroz Galvão Construtora Queiroz Galvão S.A. 152 Refinaria de Manguinhos Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. 265 Refinaria Ipiranga Refinaria de Petróleo Ipiranga S.A. 266 Renault Renault do Brasil S.A. 79 Renner Sayerlack Renner Sayerlack S.A. 369 Repsol YPF Repsol YPF Brasil S.A. 363 Repsol YPF Distribuidora Repsol YPF Distribuidora S.A. 214 Rexam Rexam Beverage Can South America S.A. 147 RFFSA Rede Ferroviária Federal S.A. RFFSA 305 Rima Rima Industrial S.A. 323 Rio do Norte Mineração Rio do Norte S.A. 134 Rio Doce Manganês Rio Doce Manganês S.A. 221 Rio Grande Energia Rio Grande Energia S.A. 85 Rio Negro Rio Negro Comércio e Indústria de Aço S.A. 429 Rio Paracatu Rio Paracatu Mineração S.A. 480 Rio Sul Rio Sul Linhas Aéreas S.A. 368 Riocell Riocell S.A. 248 Ripasa Ripasa S.A. Celulose e Papel 87 Roche Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. 204 Rodonorte Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas S.A. 451 Romi Indústrias Romi SA 350 Rossi Residencial Rossi Residencial S.A. 459 Sab Trading Sab Trading Comercial Exportadora S.A. 373 Sabesp Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp 18 Sadia Sadia S.A. 24 Saelpa Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba Saelpa 257 Saint-Gobain Canalização Saint-Gobain Canalização S.A. 388 Saint-Gobain Vidros Saint-Gobain Vidros S.A. 141 Samarco Samarco Mineração S.A. 88 Sanasa Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A. Sanasa 428 Sandvik Sandvik do Brasil S.A. Indústria e Comércio 494 Saneago Saneamento de Goiás S.A. Saneago 169 Sanepar Cia. de Saneamento do Paraná Sanepar 94 Santa Maria Santa Maria Cia. de Papel e Celulose 453 S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A 6 6

46 Nome Razão social Santher Santher Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. 232 Santista Têxtil Santista Têxtil S.A. 179 Santos-Brasil Santos-Brasil S.A. 422 São Paulo Alpagartas São Paulo Alpargatas S.A. 189 São Paulo Transporte São Paulo Transporte S.A. 394 Satélite Satélite Distribuidora de Petróleo S.A. 487 Schering-Plough Indústria Química e Farmacêutica Schering-Plough S.A. 353 Schincariol Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes S.A. 191 Schincariol NE Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes do Nordeste S.A. 284 Schincariol RJ Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes do Rio de Janeiro S.A. 426 Seara Seara Alimentos S.A. 99 Semesa Semesa S.A. 319 Semp Toshiba AM Semp Toshiba Amazonas S.A. 159 Sendas Sendas S.A. 115 Serasa Serasa S.A. 403 Serveng-Civilsan Serveng-Civilsan S.A. Empresas Associadas de Engenharia 252 Setal Setal Engenharia Construções e Perfurações S.A. 389 Siderúrgica Barra Mansa Siderúrgica Barra Mansa S.A. 196 Siemens Siemens Eletroeletrônica S.A. 299 Sifco Sifco S.A. 454 Soeicom Soeicom S.A. Soc. de Empreend. Industriais, Com. e Mineração 352 Solvay Solvay Indupa do Brasil S.A. 298 Sorvane Sorvane S.A. 456 Sotreq Sotreq S.A. 215 Souza Cruz Souza Cruz S.A. 50 Spaipa Spaipa S.A. Indústria Brasileira de Bebidas 279 Spal Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A. 177 Star One Star One S.A. 224 Supergasbras Supergasbras Distribuidora de Gás S.A. 254 Suzano Cia. Suzano de Papel e Celulose 60 Tafisa Tafisa Brasil S.A. 349 TAM TAM Linhas Aéreas S.A. 48 Tangará Tangará Importadora e Exportadora S.A. 367 Teka Teka Tecelagem Kuehnrich S.A. 371 Telebahia Celular Telebahia Celular S.A. 251 Teleceará Celular Teleceará Celular S.A. 344 Telefônica Telecomunicações de São Paulo S.A. Telesp 4 Telefônica Empresas Telefônica Empresas S.A. 222 Telegoiás Celular Telegoiás Celular S.A. 229 Telemar Telemar Norte Leste S.A. 2 Telemat Celular Telemat Celular S.A. 360 Telemig Celular Telemig Celular S.A. 120 Telems Celular Telems Celular S.A. 424 Telerj Celular Telerj Celular S.A. 70 Telesp Celular Telesp Celular S.A. 27 Telest Celular Telest Celular S.A. 348 Telet Telet S.A. 168 Telpe Celular Telpe Celular S.A. 291 Termomecânica Termomecânica São Paulo S.A. 256 Terra Networks Terra Networks Brasil S.A. 237 Nome Razão social Thyssenkrupp Thyssenkrupp Elevadores S.A. 342 Ticket Ticket Serviços S.A. 313 Tigre Tigre S.A. Tubos e Conexões 176 TIM Celular TIM Celular S.A. 62 Tim Sul Tim Sul S.A. 131 TNL Contax TNL Contax S.A. 316 Tractebel Tractebel Energia S.A. 45 Tramontina Tramontina S.A. Cutelaria 398 Transpetro Petrobras Transporte S.A. Transpetro 67 TSN TSN Transmissora Sudeste Nordeste S.A. 380 TVA TVA Sistema de Televisão S.A. 481 TVSBT TVSBT Canal 4 de São Paulo S.A. 247 Ultrafertil Ultrafertil S.A. 122 Ultragaz Cia. Ultragaz S.A. 128 Unicafé Unicafé Cia. de Comércio Exterior 492 Unipar Unipar União de Indústrias Petroquímicas S.A. 346 Usiminas Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. Usiminas 19 Usiminas Mecânica Usiminas Mecânica S.A. 278 Usina Barra Grande Usina Barra Grande de Lençóis S.A. 407 Usina Caeté Usina Caeté S.A. 195 Usina Colombo Usina Colombo S.A. Açúcar e Álcool 443 Usina Coruripe S.A. Usina Coruripe Açúcar e Álcool 187 Vale do Rio Doce Cia. Vale do Rio Doce 3 Valesul Valesul Alumínio S.A. 273 Vallourec & Mannesmann V & M do Brasil S.A. 143 Varig Varig S.A. Viação Aérea Riograndense 43 Varig Engenharia VEM Varig Engenharia e Manutenção S.A. 238 Varig Logística Varig Logística S.A. 304 Vasp Viação Aérea São Paulo S.A. Vasp 74 VCP Votorantim Celulose e Papel S.A. VCP 34 VCP Florestal VCP Florestal S.A. 421 Vega do Sul Vega do Sul S.A. 493 Vega Engenharia Vega Engenharia Ambiental S.A. 381 Veracel Veracel Celulose S.A. 320 Vésper Vésper S.A. 499 Viaoeste Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo Viaoeste S.A. 290 Vicunha Vicunha Têxtil S.A. 105 Videolar Videolar S.A. 208 Vigor S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor 285 Vipal Borrachas Vipal S.A. 271 Vonpar Vonpar Refrescos S.A. 253 Weg Weg Indústrias S.A. 125 Weg Exportadora Weg Exportadora S.A. 211 White Martins NE White Martins Gases Industriais do Nordeste S.A. 376 Y. Yamada Y. Yamada S.A. Comércio e Indústria 377 Yakult Yakult S.A. Indústria e Comércio 476 Zamprogna Zamprogna S.A. Importação, Comércio e Indústria 383 Zero Hora Zero Hora Editora Jornalística S.A. 432 Zillo Lorenzetti Açucareira Zillo Lorenzetti S.A. 359 Zona Sul Super Mercado Zona Sul S.A S e t e m b r o d e C O N J U N T U R A E C O N Ô M I C A

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