Plantas Medicinais e Tóxicas:
|
|
|
- Ruy Cordeiro di Castro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Plantas Medicinais e Tóxicas: fármacos, aplicações e bioprospecção Prof. Marcelo J. Pena Ferreira Plantas medicinais Quando seu uso é iniciado? Da antiguidade até cem anos atrás, as plantas foram o principal recurso terapêutico. E atualmente? Fitoterapia: no riente e cidente Indústria Cosmética 1
2 04/05/2018 que são plantas medicinais? Segundo a MS (1998) todo e qualquer vegetal que possui, em um ou mais órgãos, substâncias que podem ser utilizadas com fins terapêuticos ou que sejam precursores de fármacos semissintéticos. Por quê espécies vegetais são tão prolíficas produtoras de componentes bioativos? 2
3 H H Como são formados?...em organismos fotossintetizantes Fotossíntese: 6 C H 2 C 6 H Energia luminosa Energia química (ATP, NADP+, NADPH, carboidratos) nde ocorre? Cloroplastos Reações: ocorrem nos tilacóides, cujas membranas possuem fotossistemas Fotossistemas: pigmentos que captam energia luminosa Pigmentos: clorofilas, carotenóides, ficobilinas 3
4 ...em organismos fotossintetizantes Fotossíntese (CICL DE KREBS) Conjunto das transformações bioquímicas para geração de substâncias que participam diretamente dos processos de formação de protoplasto e geração de energia: Carboidratos Aminoácidos Proteínas Ácidos Nucléicos Lipídeos Metabólitos Secundários ou Especiais Fotossíntese MEP (CICL DE KREBS) Mevalonato Malonato Chiquimato 4
5 /05/2018 Como são obtidos (extraídos)? extrato bruto Como são identificados? H H H ppm Peak #1 100% at min 60,0 % % at min: % at min: Intens. x , , nm -10,
6 Como são utilizados? Fármaco substância pura, quimicamente definida. Exemplo: escopolamina Boehringer Ingelheim - desde 1952 Princípio ativo conjunto de substâncias das plantas, responsáveis por seus efeitos ou de seus extratos. Qual o n fármacos oriundos de origem natural? 6
7 FÁRMACS ANTITUMRAIS Período: B: biomolécula, geralmente um peptídeo ou proteína; N: produto natural; ND: derivado de um produto natural tendo sofrido uma modificação semi-sintética; S: substância totalmente sintética obtida por triagem aleatória ou modificação de um agente existente; S*: substância obtida por síntese total, mas com o grupo farmacofórico oriundo de um produto natural; V: vacina; NM: substância que imita a ação de um produto natural Glc H H H H RENISUS Salicina; Aspirina: inibe a atividade da CX, por transferência de um grupo acetil para o grupo hidroxílico do aa. serina da enzima. A aspirina reduz o processo inflamatório e inibe a síntese de prostaglandinas. CH 3 C - C Aspirina + HCH 2 Ciclooxigenase (enzima ativa) H CH 3 C CH C Ciclooxigenase (enzima inativa) 7
8 Aspirina: Vendas em Bayer ASCARIDL Chenopodium ambrosioides Erva de Santa Maria Presente no óleo volátil de sps. de Chenopodium (Amaranthaceae). Utilizado como vermífugo; Uma das 71 espécies presentes na RENISUS Relação Nacional de plantas medicinais de interesse ao SUS. (2009 PNPMF) MNTERPENS C 10 8
9 Cordia verbenacea Boraginaceae Erva-baleeira ou maria-milagrosa Espécie nativa brasileira RENISUS Humuleno: componente majoritário e responsável pela ação anti-inflamatória Tão eficaz quanto diclofenaco de dietilamônio e não causa reações adversas H H Matricaria chamomilla Asteraceae RENISUS Bisabolol: componente majoritário das flores de camomila e responsável pela ação anti-inflamatória e espasmolítica Creme Kamillosan - dermatite SESQUITERPENS C 15 9
10 Artemisinina Componente de Artemisia annua (Asteraceae). Possui atividade contra Plasmodium falciparum, causador da malária. SESQUITERPENS C 15 Cultivo de Artemisia annua em estufa, para pesquisa H N H H Taxus brevifolia Taxaceae Gymnospermae Paclitaxel (Taxol) isolado das cascas de Taxus brevifolia e usado na quimioterapia do câncer. DITERPENS C 20 10
11 Desacetilbacatina isolado das folhas de Taxus baccata e usado para a síntese de taxol (utilizado na quimioterapia do câncer de mama, ovário, pulmão, cabeça e pescoço). Taxus baccata Taxaceae Gymnospermae Patente do Lab. Bristol-Myers Squibb DITERPENS C 20 FUNGS ENDFÍTICS: CAS D TAXL Taxol Taxus brevifolia 1993 Taxomyces andreanae Pestalotiopsis versicolor (478µg.L -1 ) 11
12 Ginkgo biloba Ginkgoaceae Gymnospermae Ginkgolídeos: isolados das folhas de G. biloba e usados na melhora da circulação periférica e cerebrovascular. DITERPENS C 20 As folhas fornecem glicosídeos cardioativos Digitoxina Núcleo esteroidal tetracíclico e três resíduos de açúcar. Digitalis purpurea Plantaginaceae Dedaleira Digitalis lanata Digoxina ESTERÓIDES C
13 Dioscoreaceae, Agavaceae, Smilacaceae saponinas esteroidais cortisona diosgenina progesterona cortisona ESTERÓIDES C Syzygium aromaticum Myrtaceae cravo Botões florais de cravo, fonte de óleo volátil. C 6 C 3 Eugenol: principal componente do óleo de cravo. Atua: anestésico bucal. FENILPRPANÓIDES C 6 C 3 13
14 Podofilotoxina: isolado das raízes de Podophyllum hexandrum e P. peltatum e usado na quimioterapia do câncer de pulmão, entre outros. A substância e os derivados (etoposídeo e teniposídeo) possuem efeito antimitótico. LIGNÓIDES Dímeros C 6 C 3 Glycine max Fabaceae soja Genisteína e Daidzeína: isoflavonas da soja, reduzem a incidência de tumores de mama e próstata; proteção cardiovascular e Alzheimer extrato de G. max é prescrito para os sintomas da menopausa e como opção para a TRH com estrogênio. FLAVNÓIDES C 6 C 3 C 6 RENISUS 14
15 Hypericum perforatum Hypericaceae Erva de São João: Antidepressivo Inibidor seletivo da recaptação da serotonina Hipericina Hiperforina Hipericina: Antiviral: HIV e Hepatite C Hiperforina: mutações no gene TRPC6: autismo ANTRAQUINNAS RENISUS Stryphnodendron adstringens Fabaceae Barbatimão-verdadeiro 60mg do extrato seco de S. adstringens à 50%: correspondem a 30 mg de fenóis totais e 27 mg de taninos totais. Pomada cicatrizante para feridas e lesões RENISUS 15
16 Pilocarpina: usada mundialmente no tratamento do glaucoma. Pilocarpus pennatifolius Rutaceae Jaborandi Espécie nativa as folhas são fonte comercial de pilocarpina. ALCALÓIDES Atropa belladona Solanaceae Atropina e Escopolamina: relaxante musculatura lisa, alívio cólicas intestinais e menstruais, anti-espasmódico. ALCALÓIDES 16
17 Papaver somniferum Papaveraceae papoula Codeína: analgésico e antitússico. Morfina: usada mundialmente como analgésico. ALCALÓIDES H N Me N Cinchona sp. Rubiaceae Quinina: usada como antimalárico. Derivado: cloroquina ALCALÓIDES 17
18 Vimblastina: doença de Hodgkin Vincristina: antitumoral variado Catharanthus roseus Apocynaceae ALCALÓIDES Quais estratégias usar para obtê-los ou buscá-los? ATALHS NA BIPRSPECÇÃ DE SUBSTÂNCIAS 1. Etnobotânica e Etnofarmacologia Estuda o conhecimento acumulado por povos aborígenes, nativos, tradicionais ou indígenas sobre agentes bioativos naturais (de origem mineral, vegetal ou animal) para aplicações medicinais. 18
19 ATALHS NA BIPRSPECÇÃ DE SUBSTÂNCIAS ATALHS NA BIPRSPECÇÃ DE SUBSTÂNCIAS 2. Taxonomia vegetal e distribuição de metabólitos secundários Quimiotaxonomia Plantas filogeneticamente relacionadas a outras conhecidas e produtoras de substâncias bioativas são coletadas. Explosão da abordagem na década de
20 APG-IV (2016) Alcalóides Indolo-terpênicos + de metabólitos em Apocynaceae, Loganiaceae e Rubiaceae 2006 Menispermaceae nativa de Madagascar, Strychnopsis thouarsii H 3 C H H H H 3 C H H H H H H NH H CH 3 H H H H N H CH 3 H TAZPSINA NCP-TAZPSINA ativa contra P. falciparum e P. vivax na fase de desenvolvimento que ocorre no fígado 20
21 ATALHS NA BIPRSPECÇÃ DE SUBSTÂNCIAS 3. Fracionamento guiado por bioensaios Busca racional de substâncias Início em 1980 e grande difusão nos anos 1990 Bioensaios em larga escala 4. Análises por High-throughput screening (HTS) DIFICULDADES NA UTILIZAÇÃ DE PLANTAS MEDICINAIS 1. Cultivo 2. Modo preparo/forma de uso a. Chás: infusão, decocção, maceração b. Inalação c. Xaropes 3. Concentração / Dosagem 4. Identificação: Nome popular x Nome científico 5. Variação sazonal FITTERÁPICS (dados de 2016) Mundo: US$ 22 bilhões/ano; Brasil: US$ 400 milhões/ano Brasil: 7% do mercado farmacêutico nacional 21
22 Por quê apesar da elevada biodiversidade do Brasil apenas dois fármacos são oriundos da flora do país? Prioridades nacionais: somente em 2009 foi instituída a RENISUS Multinacionais farmacêuticas pesquisa na matriz Alto valor testes farmacológicos em humanos Lei de acesso a biodiversidade Burocracia e custo Brasil 22
23 GRUP DE FITQUÍMICA N DB IB USP Prof. Antonio Salatino Profª Cláudia M. Furlan Profª Maria Luiza F. Salatino Profª Déborah Y.A.C. dos Santos e Prof. Marcelo J. P. Ferreira DISCIPLINAS: BIB 0315 Metabólitos Vegetais: rigem, Diversidade e Aplicações ptativa Eletiva BIB 0448 Análise de Extratos de Espécies Medicinais ptativa Livre PLANTAS TÓXICAS Dieffenbachia picta, Caladium bicolor e Zantedeschia aethiopica (Araceae) comigo-ninguém-pode, tinhorão e copo-de-leite Todas as partes da planta contém feixes de rafídeos, cristais de oxalato de cálcio. s cristais ferem as mucosas da boca e faringe, cujas células lesadas liberam histamina. Pode ser desencadeado um processo alérgico, com edema de glote e consequente asfixia. 23
24 Manihot esculenta Euphorbiaceae Mandioca-brava linamarina acetona Cianidreto Contém linamarina, um glicosídeo cianogênico, que sob ação da linamarase, libera cianidreto, que causa interrupção do processo de transporte de elétrons da cadeia respiratória das mitocôndrias. Ricicuns communis Euphorbiaceae Mamona A planta é perigosa porque suas sementes são atrativas, apresentado tegumento com vistosa variegação. As sementes de mamona contêm uma proteína capaz de aglutinar hemácias, chamada ricina, que age nos ribossomos e inibe a síntese proteica por ingestão. A intoxicação causa intensa diarréia, com perda acentuada de água e eletrólitos. 24
25 Euphorbia milii E. pulcherrima E. tirucalli Coroa-de-cristo Bico-de-papagaio Avelós Todas as partes da planta produzem um látex irritante. Causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarreia. Urtica dioica Urticaceae Urtiga Contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira. 25
26 Symphytum officinale Boraginaceae Confrei Medicina popular: Folhas utilizadas na preparação de chás para o tratamento caseiro de doenças gastrintestinais, disenterias, inflamações, reumatismos, tosses e várias outras enfermidades. Problema: Hepatotóxico, pode levar ao aparecimento de tumores malignos no fígado, nos brônquios e na bexiga, não sendo recomendado o seu uso por via oral. Thevetia neriifolia Glicosídeos cardioativos Nerium oleander H R- H H tevetiosídeo H H 3 C H oleandrina 26
27 Sistema Nacional de Informações Tóxico-farmacológicas - 27
28 Região Sudeste 45,9% 157 casos SP 28,9% Sudeste 13,2% Brasil 28
29 CENTRS DE ATENDIMENT 1. Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo Endereço: Hospital Municipal Dr. Artur Ribeiro de Saboya Av. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, 860 Jabaquara São Paulo, SP. Telefone: (11) / / Nacional - Fax: (11) [email protected] 2. Centro de Assistência Toxicológica - Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Endereço: Hospital das Clínicas / Faculdade de Medicina Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 647 Instituto da Criança Pacaembu São Paulo, SP. Telefone: (11) / Nacional - Fax: (11) Site: [email protected] 3. Hospital Vital Brazil Endereço: Instituto Butantan Av. Vital Brasil, São Paulo, SP. Telefone: (11) / Ramais 2000, 2002 e 2188 Fax: (11) Site: [email protected] 29
Plantas Tóxicas. Medidas Preventivas. 2 - Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.
Plantas Tóxicas Segundo dados do Ministério da Saúde, ocorrem cerca de 2.000 casos de intoxicações por plantas no Brasil. Destes, cerca de 70% ocorrem com crianças. As crianças com idades entre 0 e cinco
Via do Ácido Chiquímico. (Chiquimato)
Via do Ácido Chiquímico (Chiquimato) Prof. Marcelo J. Pena Ferreira Metabólitos Secundários Fotossíntese MEP (CICLO DE KREBS) Mevalonato Malonato Chiquimato 1 FORMAÇÃO DO PRECURSOR DA VIA DERIVADOS C 6
INFORMAÇÕES SOBRE AS PLANTAS TÓXICAS OCORRENTES NA CIDADE DE MACHADOS - PE
INFORMAÇÕES SOBRE AS PLANTAS TÓXICAS OCORRENTES NA CIDADE DE MACHADOS - PE LIRA, A, E (1) ; BRAZ, M.S.S. (1) [email protected] (1) Universidade de Pernambuco UPE. RESUMO Essa pesquisa teve
Introdução a Química de Produtos Naturais Aula 1
Farmacognosia I Introdução a Química de Produtos Naturais Aula 1 Prof Douglas Siqueira Chaves Introdução a Química de Produtos Naturais Prof Douglas Siqueira Chaves SUMÁRI A importância de Plantas Medicinais
Nome científico: Nomes populares: Come-se: Precauções: Medicinal: Propriedades: Nome científico: Nomes populares: Come-se: Precauções:
Tanchagem Nome científico: Plantago major Família Plantaginaceae Nomes populares: Transagem, Plantagem, Sete-nervos Come-se: folhas e sementes cruas ou cozidas Precauções: contra-indicado para gestantes.
QBQ 0230 Bioquímica. Carlos Hotta. Metabolismo secundário das plantas 24/11/17
QBQ 0230 Bioquímica Carlos Hotta Metabolismo secundário das plantas 24/11/17 O que é o metabolismo primário? Vias metabólicas genéricas que modificam ou sintetizam carboidratos, proteínas, lipídeos e
PRINCIPAIS VIAS DO METABOLISMO PRIMÁRIO. Substâncias precursoras do Metabolismo Secundário
PRINCIPAIS VIAS DO METABOLISMO PRIMÁRIO Substâncias precursoras do Metabolismo Secundário METABÓLITOS VEGETAIS: ORIGEM, DIVERSIDADE E APLICAÇÕES Maria Luiza Faria Salatino 2016 Todos os organismos vivos
PIROXICAM. Anti-Inflamatório, Analgésico e Antipirético. Descrição
PIROXICAM Anti-Inflamatório, Analgésico e Antipirético Descrição Piroxicam é um anti-inflamatório não esteroide (AINE), indicado para uma variedade de condições que requeiram atividade anti-inflamatória
As plantas são seres. O Perigo Ronda o Jardim: Plantas Tóxicas
O Perigo Ronda o Jardim: Plantas Tóxicas As plantas são seres vivos complexos, que produzem uma enormidade de substâncias químicas. As chamadas plantas tóxicas são aquelas que provocam danos à saúde de
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO comprimidos revestidos
BULA RDC 47/09 BULA DO PACIENTE IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO comprimidos revestidos Nomenclatura botânica oficial: Glycine max (L.) Merr. Nome popular: Soja Família: Leguminosae Parte da planta utilizada:
Nomenclatura botânica oficial: Glycine max (L.) Merr. Nome popular: Soja Família: Leguminosae Parte da planta utilizada: Semente
BULA DO PACIENTE IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO comprimidos revestidos Nomenclatura botânica oficial: Glycine max (L.) Merr. Nome popular: Soja Família: Leguminosae Parte da planta utilizada: Semente APRESENTAÇÕES
Alimentos funcionais. Vanessa Rosse de Souza Nutricionista - UFF Rio de Janeiro
Alimentos funcionais Vanessa Rosse de Souza Nutricionista - UFF Rio de Janeiro A nutrição funcional é um campo da ciência da nutrição, que estuda a interação dos nutrientes e fitoquímicos com os processos
FOTOSSÍNTESE MÓDULO 2 CITOLOGIA
MÓDULO 2 CITOLOGIA Jovem, se você ainda não viu a aula de Respiração eu sugiro que você pare e vá dar uma olhada. Isso, pode ir agora mesmo, sem problemas. Eu espero. Isso porque a fotossíntese fica muito
LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS PLANTAS TÓXICAS UTILIZADAS NO PAISAGISMO DO CÂMPUS MACHADO DO INSTITUTO FEDERAL DO SUL DE MINAS GERAIS RESUMO
LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS PLANTAS TÓXICAS UTILIZADAS NO PAISAGISMO DO CÂMPUS MACHADO DO INSTITUTO FEDERAL DO SUL DE MINAS GERAIS Marco A. CHIMINAZZO 1 ; Renon S. ANDRADE 2 ; Walnir G. FERREIRA-JÚNIOR
Métodos de Preparação em Fitoterapia Chinesa. Elaborado por: Luciano de Freitas Pereira
em Fitoterapia Chinesa Elaborado por: Luciano de Freitas Pereira A Química, Farmácia, Fitoterapia, Bioquímica, Nutrição e a Fisicoquímica são áreas do conhecimentos intimamente relacionadas. Vamos ver
Professor Antônio Ruas
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção
Metabolismo Celular: Nutrição. Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto
Metabolismo Celular: Respiração e Fotossíntese Nutrição Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto MAR/2011 Aspectos Gerais da Fotossíntese Fotossíntese ntese: do grego, photos, luz, e syntithenai,
NIMESULIDA 20MG/G CREME DERMATOLÓGICO EMS S/A
NIMESULIDA 20MG/G CREME DERMATOLÓGICO EMS S/A I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nimesulida medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Gel dermatológico 20mg/g. Embalagens com 20g, 30g, 40g,
INTRODUÇÃO CITOLOGIA IA VEGETAL
MORFOLOGIA VEGETAL INTRODUÇÃO As Fanerógamas são consideradas plantas superiores altamente evoluídas e capazes de produzir sementes, cuja especialização estrutural e funcional revela um corpo diferenciado
Nizuil Gel. (nimesulida) Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda. Gel dermatológico. 20 mg/g
Nizuil Gel (nimesulida) Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda. Gel dermatológico 20 mg/g Nizuil Gel nimesulida FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Gel dermatológico 20 mg/g Embalagem
nimesulida Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda. Gel dermatológico 20 mg/g Bula do Paciente REV.A Page 1
nimesulida Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda. Gel dermatológico 20 mg/g Bula do Paciente REV.A Page 1 nimesulida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 FORMA FARMACÊUTICA
IV Seminário de Fitoterapia. Interações e Reações Adversas em Fitoterapia
IV Seminário de Fitoterapia Interações e Reações Adversas em Fitoterapia Gingko biloba L. - 24% de flavonóides - antioxidante - 6% de terpenos - Inibição do PAF Ginko Interações: - com anticoagulantes
Nomenclatura botânica oficial: Hedera helix - Hera Família: Araliaceae Parte da planta utilizada: Folha FORMA FARMACÊUTICA
ARLIVRY Extrato seco de folhas de Hedera helix - Araliaceae - Hera MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Hedera helix - Hera Família: Araliaceae Parte da planta utilizada: Folha FORMA
Diclofenaco Sódico EMS S/A. Gel. 10 mg/ g
Diclofenaco Sódico EMS S/A Gel 10 mg/ g IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Diclofenaco sódico medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 10 mg/ g FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Gel. Embalagem contendo 1 bisnaga
PLANTAS ORNAMENTAIS TÓXICAS: PREVENÇÃO DE ACIDENTES
PLANTAS ORNAMENTAIS TÓXICAS: PREVENÇÃO DE ACIDENTES João Batista Picinini Teixeira¹ Alexandre Almeida Lima ² ¹Professor Doutor da Universidade Federal de Juiz de Fora e Orientador do PROPLAMED/TNC UFJF
Prefeitura de Londrina Pr. Secretaria Municipal de Saúde PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES. Diretoria de Planejamento e Gestão em Saúde
Prefeitura de Londrina Pr. Secretaria Municipal de Saúde PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Diretoria de Planejamento e Gestão em Saúde REGIÃO METROPOLITANA Zona Urbana de Londrina 53 UBS s; 502.000
Química da Vida. Compostos Orgânicos
Química da Vida Compostos Orgânicos Carboidratos Classificação dos Carboidratos Monossacarídeos 3 a 7 átomos de C Classificação dos Carboidratos Dissacarídeos Monossacarídeos unidos por uma ligação glicosídica
Cronograma das Atividades Didáticas FCFRP/USP - 1 semestre de 2019 Integral
Cronograma das Atividades Didáticas FCFRP/USP - 1 semestre de 2019 Integral ome da Disciplina ou Módulo: Farmacognosia Código da Disciplina ou Módulo: 6022009 CARGA HORÁRIA TOTAL DE CADA PROFESSOR: iege
MOMENT. capsaicina. APRESENTAÇÕES Creme tópico 0,025% e 0,075%. Caixa com bisnaga de 50 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 (DOIS) ANOS USO TÓPICO
MOMENT capsaicina APRESENTAÇÕES Creme tópico 0,025% e 0,075%. Caixa com bisnaga de 50 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 (DOIS) ANOS USO TÓPICO COMPOSIÇÃO Cada grama do creme contém: 0,025% 0,075% capsaicina...
REFERÊNCIAS ABREU MATOS, F. J., LORENZI, H., SANTOS, L., et al. Plantas Tóxicas. Estudo de fitotoxicologia química de plantas brasileiras.
REFERÊNCIAS ABREU MATOS, F. J., LORENZI, H., SANTOS, L., et al. Plantas Tóxicas. Estudo de fitotoxicologia química de plantas brasileiras. Instituto plantarum, 2011. ANVISA. Resolução da Diretoria Colegiada
CITOPLASMA. ESTRUTURA - Citossol (matriz citoplasmática); - Organelas (órgãos - na maior parte membranosos); - Núcleo; e - Citoesqueleto.
CITOPLASMA CITOPLASMA ESTRUTURA - Citossol (matriz citoplasmática); - Organelas (órgãos - na maior parte membranosos); - Núcleo; e - Citoesqueleto. CITOSSOL (matriz citoplasmática) matriz proteica, onde
DELTAFLAN GEL. Instituto Terapêutico Delta Ltda Gel 20 mg/g
DELTAFLAN GEL Instituto Terapêutico Delta Ltda Gel 20 mg/g Deltaflan Gel nimesulida FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO Gel dermatológico 20 mg/g: embalagem contendo bisnaga com 40
SUCUPIRA BRANCA. Controla as Inflamações das Articulações. Introdução
SUCUPIRA BRANCA Controla as Inflamações das Articulações Introdução A Sucupira (Pterodon emarginatus) é uma árvore rústica com floração azulada, ocorre no cerrado e na faixa de transição para a Mata Atlântica,
Cloridrato de tramadol serve para dores de garganta
Cloridrato de tramadol serve para dores de garganta The Borg System is 100 % Cloridrato de tramadol serve para dores de garganta Tramadol é um opiáceo que é usado principalmente como analgésico de ação
Taninos. Profa. Wânia Vianna 1S/2014
Taninos Profa. Wânia Vianna 1S/2014 Estudo Metabólitos Secundário Aspectos Importantes Identificar aspectos característicos da estrutura química; Caracterizar a polaridade da molécula: escolha do solvente
PLANTAS ORNAMENTAIS TÓXICAS OCORRENTES NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CAMBORIÚ
PLANTAS ORNAMENTAIS TÓXICAS OCORRENTES NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CAMBORIÚ Leonardo Teston Rodriguez 1 ; Lucas André de Mello²; Mario Gasparetto³; Wilson José Morandi Filho 4 INTRODUÇÃO Plantas
CITOLOGIA IV (UECE/ENEM) Profa Eduarda de Souza
CITOLOGIA IV (UECE/ENEM) Profa Eduarda de Souza Alimentos e Energia Ligações químicas Metabolismo Metabolismo capacidade de transformar substâncias de acordo com o interesse Anabolismo: produção de novas
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg. Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL Composição Cada comprimido revestido contém: clonixinato
AGRICULTURA GERAL. O ambiente e a planta POMBAL PB
AGRICULTURA GERAL O ambiente e a planta POMBAL PB O AMBIENTE E A PLANTA A PLANTA Grande diversidade de tamanhos e formas vegetais Tamanho: 1,0 cm até 100m de altura Formas: herbácea (melancia) até arbóreas
1 colher de azeite. 1 colher de arroz. São macronutrientes as proteínas, os carboidratos e os lipídeos.
Distúrbios alimentares EXERCÍCIOS 1. (Fuvest) Uma dieta de emagrecimento atribui a cada alimento um certo número de pontos, que equivale ao valor calórico do alimento ao ser ingerido. Assim, por exemplo,
ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO
ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO Introdução Atualmente, a aterotrombose e suas complicações correspondem à principal causa de mortalidade mundial e sua incidência encontra-se em expansão. Os glóbulos vermelhos
Plantas medicinais em dermatologia
Plantas medicinais em dermatologia 1 2 Diagnósticos mais frequentes Diagnósticos mais frequentes Calvície e outras alopecias Psoríase Eczema / dermatite seborreica Eczema / dermatite atópica Urticárias
Questão 5. Questão 2. Questão 3. Questão 6. Questão 7. Questão 4. 1 ª série Ensino Médio Tarefão BIOLOGIA 2º bimestre. Aluno(a):
1 ª série Ensino Médio Tarefão BIOLOGIA 2º bimestre Aluno(a): Questão - 1 Observe a equação geral da fotossíntese para responder as questões de 01 a 04. Questão 5 Sobre o processo de fotossíntese, observe
Plantas Medicinais e Tóxicas: fármacos, aplicações e bioprospecção
Instituto de Biociências USP Departamento de Botânica Recursos Econômicos Vegetais Plantas Medicinais e Tóxicas: fármacos, aplicações e bioprospecção Comigo-ninguém-pode Catharanthusroseus -2019- Abrusprecatorius
Citoplasma organelas energéticas
Citoplasma organelas energéticas luz cloroplasto CO2 + H2O C6H12O6 + O2 mitocôndria ENERGIA (ATP) ATP a moeda energética das células Respiração Dicas... A primeira etapa da respiração (glicólise) é anaeróbica
Organelas e suas funções. A energética celular:
Organelas e suas funções Capitulo 15- Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição A energética celular: Capitulo 13 (p 427 a 444) e Capitulo 14 Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição
A energética celular:
A energética celular: o papel das mitocôndrias e cloroplastos Capitulo 13 (p 427 a 444) e Capitulo 14 Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição A energética celular Como já vimos anteriormente
Prof. Francisco Hevilásio F. Pereira Cultivos em ambiente protegido
A planta: características morfológicas, anatômicas e fisiológicas POMBAL PB A PLANTA Grande diversidade de tamanhos e formas vegetais Tamanho: 1,0 cm até 100m de altura Formas: herbácea (melancia) até
PLANTAS TÓXICAS. Exemplos de plantas com potencial venenoso.
PLANTAS TÓXICAS Exemplos de plantas com potencial venenoso. AVELÓS Família: Euphorbiaceae. Nome científico: Euphorbia tirucalli L. Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado,
Opióides 09/06/2016 AAS. Aguda e crônica. Periférica e Visceral. Vias Inibitórias Descendentes. Opióides. Neurônio de transmissão DOR.
Dor Aguda e crônica Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Periférica e Visceral Analgésicos Vias Inibitórias Descendentes Opióides Analgésicos Antipiréticos Anti-inflamatórios (AINES)
Glicolive. Aché Laboratórios Farmacêuticos Pó para solução oral 1500 mg
Glicolive Aché Laboratórios Farmacêuticos Pó para solução oral 1500 mg MODELO DE BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Glicolive sulfato de glicosamina
EPALIV MEDICAMENTO FITOTERÁPICO
EPALIV MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Peumus boldus Molina Nomenclatura popular: Boldo, Boldo do Chile Família: Monimiaceae Parte da planta utilizada: folhas FORMA FARMACÊUTICA
ADAPEL. (adapaleno) Medley Farmacêutica Ltda. Gel dermatológico 1 mg/g
ADAPEL (adapaleno) Medley Farmacêutica Ltda. Gel dermatológico 1 mg/g ADAPEL adapaleno SIMILAR EQUIVALENTE AO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÃO Gel dermatológico de 1 mg/g: embalagem com 20 g. USO TÓPICO USO
A ORGANIZAÇÃO DO SER VIVO
A ORGANIZAÇÃO DO SER VIVO PRINCIPAIS ELEMENTOS QUE CONSTITUEM OS SERES VIVOS Carbono CHONPS Compõe as principais cadeias das moléculas orgânicas (lipídios, carboidratos e proteínas) presentes em nosso
Transpulmin. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Bálsamo
Transpulmin Bálsamo BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO TRANSPULMIN cânfora eucaliptol mentol guaiacol APRESENTAÇÕES Bálsamo 25 mg/g + 100 mg/g
Opióides 27/05/2017 AAS. Aguda e crônica. Periférica e Visceral. Vias Inibitórias Descendentes. Opióides. Neurônio de transmissão DOR.
Analgésicos Analgésicos Antipiréticos Anti-inflamatórios (AINES) Ácido Acetil Salicílico AAS -Aspirina Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Isolada do ópio em 1806 Aguda e crônica
adapaleno Medley Farmacêutica Ltda. gel dermatológico 1 mg/g
adapaleno Medley Farmacêutica Ltda. gel dermatológico 1 mg/g adapaleno Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÃO Gel dermatológico de 1 mg/g: embalagem com 30 g. USO TÓPICO USO ADULTO E
A energética celular: o papel das mitocôndrias e cloroplastos
A energética celular: o papel das mitocôndrias e cloroplastos A energética celular ATP: captura e transfere energia livre nos sistemas biológicos Hidrólise do ATP: libera energia para suprir processos
HEDERA CIMED Extrato hidroetanólico seco das folhas de Hedera Helix L.
HEDERA CIMED Extrato hidroetanólico seco das folhas de Hedera Helix L. MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Família: Araliaceae Parte da planta utilizada: Folhas Nomenclatura Popular: Hera sempre-verde APRESENTAÇÃO:
cloridrato de ambroxol NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA. xarope adulto 30 mg/5 ml xarope pediátrico 15 mg/5 ml
cloridrato de ambroxol NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA. xarope adulto 30 mg/5 ml xarope pediátrico 15 mg/5 ml I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de
Fotossíntese e Quimiossíntese. Natália Paludetto
Fotossíntese e Quimiossíntese Natália Paludetto [email protected] Fotossíntese Os seres que a realizam são conhecidos como autotróficos. É processo pelo qual os seres clorofilados sintetizam
APRESENTAÇÕES Xarope adulto de 30 mg/5 ml: frascos com 100 ml acompanhados de copo-medida graduado. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS
Fluibron cloridrato de ambroxol CHIESI FARMACÊUTICA APRESENTAÇÕES Xarope adulto de 30 mg/5 ml: frascos com 100 ml acompanhados de copo-medida graduado. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS Xarope pediátrico
Curso de Fitoterapia Médica Farmácia da Natureza e Centro Médico de Ribeirão Preto. Capítulo 2 Preparações fitoterápicas
Curso de Fitoterapia Médica e Centro Médico de Ribeirão Preto Capítulo 2 Preparações fitoterápicas Introdução Tanto os medicamentos fitoterápicos (MF) quanto os produtos tradicionais fitoterápicos (PTF)
Prof. Luiz F. Silva Jr - IQ-USP
Leitura Recomendada: Organic Chemistry, J. Clayden, N. Greeves, S. Warren, P. Wothers, Oxford, Oxford, 2001, cap. 1 e 2. 1.1. Definição e Importância da Química Orgânica Química Orgânica é a química dos
Via das pentoses fosfato Liberar energia
Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais A glicose além de ser metabolizada pelas reações da glicólise
Constituintes químicos dos seres vivos
REVISÃO Bioquímica Constituintes químicos dos seres vivos S A I S I N O R G Â N I C O S CARBOIDRATOS São denominados: açúcares, hidratos de carbono, glicídios ou glicosídeos Energia para o trabalho celular
Adapel (adapaleno) Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Gel dermatológico 1 mg/g
Adapel (adapaleno) Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Gel dermatológico 1 mg/g ADAPEL adapaleno APRESENTAÇÃO Gel dermatológico de 1 mg/g: embalagem com 20 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Abcd. Cardizem cloridrato de diltiazem
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Abcd Cardizem cloridrato de diltiazem FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Comprimido de 30 mg: embalagem com 20 e 50 comprimidos. Comprimido de 60 mg: embalagem com 20 e 50
ANEXO I. Via de administração. Indicação Terapêutica. Dose Diária. Formas de uso. Nome popular Nome científico Parte usada. - Folhas secas: Infusão
ANEXO I Nome popular Nome científico Parte usada ALCA- Cynara scolymus CHOFRA L. Asteraceae Allium sativum L. ALHO Liliaceae Bulbo Aloe vera Gel mucila BABOSA (L.) Burn fi. ginoso das Liliaceae folhas
cloridrato de ambroxol Xarope Pediátrico 15mg/5mL Xarope Adulto 30mg/5mL
cloridrato de ambroxol Xarope Pediátrico 15mg/5mL Xarope Adulto 30mg/5mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cloridrato de ambroxol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES Xarope
Professor Antônio Ruas
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção
Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de Prova de Conhecimentos Gerais em Química
Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de 2014 Prova de Conhecimentos Gerais em Química Nome do candidato: Instruções: Escreva seu nome de forma legível no espaço acima.
UERJ 2016 e Hormônios Vegetais
UERJ 2016 e Hormônios Vegetais Material de Apoio para Monitoria 1. O ciclo de Krebs, que ocorre no interior das mitocôndrias, é um conjunto de reações químicas aeróbias fundamental no processo de produção
Curso Técnico em Zootecnia
Curso Técnico em Zootecnia Aula: 01/01 SUB TEMA: INTRODUÇÃO À Professor: Vitor Hugo SUB TEMA: HISTÓRIA DA HÁ MUITO TEMPO MAIS DE 5 MIL ANOS PROCURAM-SE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS COM O OBJETIVO DE CURAR AS MAIS
adapaleno Medley Farmacêutica Ltda. gel dermatológico 1 mg/g
adapaleno Medley Farmacêutica Ltda. gel dermatológico 1 mg/g adapaleno Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÃO Gel dermatológico de 1 mg/g: embalagem com 30 g. USO TÓPICO USO ADULTO E
Alcalóides. Disciplina: Farmacognosia Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 3 o Período de Farmácia
Faculdade de Imperatriz FACIMP Alcalóides Disciplina: Farmacognosia Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 3 o Período de Farmácia Prof. Dr. Paulo Roberto 1 O que são Alcalóides? Compostos nitrogenados
Aulas Biologia 1 Professor João METABOLISMO ENERGÉTICO
Professor João METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR Processo aeróbico de produção de energia (ATP) a partir da quebra de moléculas orgânicas (ex.: glicose); A molécula de ATP (adenosina trifosfato)
Faculdade de Imperatriz FACIMP
Faculdade de Imperatriz FACIMP Disciplina: Farmacognosia da Silva Ribeiro 3 o Período de Farmácia 1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UTILIZADAS NA DISCIPLINA SIMÕES, C.M.O.;.; SCENKEL, E.P.;.; GOSMANN,G.; DE
ADAPALENO EMS S/A. creme. 1 mg/g
ADAPALENO EMS S/A creme 1 mg/g adapaleno medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Creme dermatológico. Embalagens contendo 10g e 30g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS USO TÓPICO
cloridrato de ambroxol EMS S/A xarope adulto 30 mg/5 ml xarope pediátrico 15 mg/5 ml
cloridrato de ambroxol EMS S/A xarope adulto 30 mg/5 ml xarope pediátrico 15 mg/5 ml I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Xarope
Processo pelo qual a energia luminosa é captada e convertida em energia química;
Processo pelo qual a energia luminosa é captada e convertida em energia química; Presente em procariotos e eucariotos; Mais de metade de toda a fotossíntese do planeta ocorre nas algas unicelulares. O
anastrozol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Embalagem com 30 comprimidos revestidos contendo 1 mg de anastrozol.
anastrozol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Revestido FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Embalagem com 30 comprimidos s contendo de anastrozol. USO ORAL USO ADULTO Composição: Cada comprimido
BIOEXPECTO. Mikania glomerata
Bioexpecto BIOEXPECTO Mikania glomerata Leia com atenção antes de usar o produto. AGITE ANTES DE USAR FITOTERÁPICO NOME CIENTÍFICO: Mikania glomerata Sprengel NOME DA FAMÍLIA: Asteraceae NOME POPULAR:
Introdução à Bioquímica. Lipídeos. Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP. www.
Introdução à Bioquímica Lipídeos Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP São José do Rio Preto - SP. Tópicos! Classificação dos lipídeos! Ácidos graxos!
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
EPAPHYTO MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Peumus boldus Molina Nomenclatura popular: Boldo, Boldo do Chile Família: Monimiaceae Parte da planta utilizada: folhas FORMA FARMACÊUTICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ REITORIA DE ENSINO DIRETORIA DE REGISTRO ESCOLAR
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária
Metabolismo Energético das Células. Fotossíntese Quimiossíntese Respiração Celular Fermentação
Metabolismo Energético das Células Fotossíntese Quimiossíntese Respiração Celular Fermentação 1. Introdução Reações endotérmicas - Característica: Precisam receber energia - Ex.:Fotossíntese e quimiossíntese
