Painel: Meio Ambiente
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- Débora Vieira Bonilha
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1 Painel: Meio Ambiente Tratamento de Efluentes Lineu José Bassoi Diretoria de Engenharia, Tecnologia e Qualidade Ambiental
2 Distribuição da Indústria Elétrica e Eletrônica - Estado de São Paulo Mantiqueira Litoral Norte Rib. de Iguape/Litoral Sul São José dos Dourados Baixo Pardo/Grande Baixo Tietê Sapucaí/Grande Alto Paranapanema Tietê/Batalha Médio Paranapanema Peixe Pontal do Paranapanema Baixada Santista Aguapeí Turvo/Grande Pardo Tietê/Jacaré Mogi Guaçu Paraíba do Sul Sorocaba/Médio Tietê Piracicaba/Capivari/Jundiaí Alto Tietê Estado de São Paulo Fonte: Cadastro CETESB - 25 (SIPOL)
3 Principais Poluentes da Indústria Elétrica e Eletrônica Variáveis de qualidade utilizadas no controle dos efluentes líquidos gerados pela indústria elétrica e eletrônica: Metais (Arsênio, Cádmio, Chumbo, Cobre, Cromo Hexavalente, Cromo Total, Estanho, Ferro Solúvel), Fluoreto, ÓleoseGraxas, ph, Resíduose Solventes Aromáticos e Halogenados.
4 Significado Sanitário e Ambiental dos Metais Pesados Em concentrações extremamente baixas na água de rios e lagos, são prejudiciais para a saúde pública e para o meio ambiente Causam a contaminação química da água para o abastecimento público, ecossistemas aquáticos, bem como em estações de tratamento biológicas Os metais Chumbo, Mercúrio e Cádmio são bioacumulativos na cadeia alimentar
5 Técnicas de Tratamento dos Efluentes Líquidos A) Tanque de remoção de óleos B) Precipitação dos metais em solução alcalina (na forma de hidróxidos) Utilizam-se como reagentes, soluções de hidróxido de sódio, hidróxido de cálcio, carbonato de sódio, ou até uma mistura desses reagentes Utilizam-se testes de jarros para acertar a faixa de ph, na qual ocorre a precipitação Faz-se a precipitação em tanques dotados de agitação rápida O efluente é submetido a uma unidade de decantação, com o auxílio de polieletrólito O efluente decantado é enviado para filtros de areia e, se necessário, para um tanque final de acerto de ph (normalmente utiliza-se ácido clorídrico ou sulfúrico) O efluente final, após medição de vazão, é encaminhado a um sistema público de esgoto ou a um corpo hídrico receptor
6 Aspectos Legais : Padrões de Emissão Definição: os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados, direta ou indiretamente, nos corpos de água desde que obedeçam a condições pré-estabelecidas. A) Para lançamento de efluentes em sistemas públicos de esgoto: Atender ao Artigo 19 do Regulamento da Lei Estadual 997 de 31/5/76, aprovado pelo Decreto Estadual de 8/9/76 e alterado pelo Decreto Estadual de 23/7/8. B) Para lançamento em corpos hídricos receptores: Atenderao Artigo 18 do Regulamento da Lei Estadual 997 de 31/5/76, aprovado pelo Decreto Estadual de 8/9/76 e alterado pelo Decreto Estadual de 23/7/8 Atender ao Artigo 34 da Resolução Federal CONAMA nº 357 de 17/3/25 No caso de concentrações diferentes para um mesmo poluente, o controle será realizado pelo valor mais restritivo
7 Aspectos Legais : Padrões de Qualidade Definição: são os limites máximos de concentração a que cada substância deve respeitar após o seu lançamento no corpo receptor. Esses padrões dependem da classificação das Águas Interiores, que é estabelecida segundo seus usos preponderantes, por legislação específica, variando da Classe Especial, a mais nobre, até a Classe 4, a menos nobre. Correlação entre as classes do Decreto Estadual e a Resolução Federal Decreto 8468/76 CONAMA 2/86 1 Especial
8 RESOLUÇÃO CONAMA N 357 de 17/3/5 Padrões (mg/l) Qualidade (Águas Doces) Parâmetros Emissão Classe 1 Classe 2 Classe 3 Arsênio total,5,1,1,33 Cádmio total,2,1,1,1 Cobre dissolvido 1,,9,9,13 Crômio total,5,5,5,5
9 Monitoramento da Qualidade dos Recursos Hídricos 1) Objetivos Gerais reunir, dar consistência e divulgar os dados e informações sobre a situação qualitativa dos recursos hídricos no Estado São Paulo fornecer subsídios para a elaboração dos Planos de Recursos Hídricos 2) Objetivos Específicos avaliar a evolução da qualidade das águas dos rios e lagos levantar as áreas prioritárias para o controle da poluição das águas identificar trechos de rios com qualidade degradada, possibilitando ações preventivas e de controle da CETESB, como a construção de ETEs pelos municípios ou a adequação de lançamentos industriais subsidiar o diagnóstico da qualidade das águas utilizadas para o abastecimento público
10 Tipos de monitoramento - CETESB Atualmente, a CETESB monitora 33 pontos de amostragem de 14 Monitoramento qualidade das águas dos rios e lagos 31 Balneabilidade de Lagos 21 Rede de Sedimento Automático 158 Rede Básica 16 Monitoramento Regional Densidade Média: 1,27 pontos / 1.Km 2
11 Freqüência de amostragem Rede de sedimento - anual Rede básica e monitoramentos regionais - bimestral Programa de balneabilidade de lagos - semanal Rede automática (Alto e Médio Tietê, Piracicaba e Paraíba do Sul) - horária
12 Variáveis de Qualidade Avaliadas Variáveis Físicas: cor real, série de sólidos, temperatura da água e do ar, granulometria (sedimento) e turbidez. Variáveis Químicas: ph, condutividade, oxigênio dissolvido, matéria orgânica biodegradável, nutrientes, metais pesados, fenóis, surfactantes, fluoreto, óleos e graxas, microcistinas, solventes halogenados, pesticidas clorados (sedimento), PCBs (sedimento) e potencial de formação de THMs Variáveis Biológicas: coliformes termotolerantes, clorofila, feofitina, fitoplâncton, bentos e ensaios de toxicidade e de genotoxicidade.
13 ÍNDICES DE QUALIDADE DAS ÁGUAS - IAP - IVA - IB 1) O que são? São números utilizados para classificar os corpos d água em faixas de qualidade, indo da pior categoria, denominada Péssima, até a melhor, denominada Ótima. 2) Para que servem? IAP - avalia a qualidade da água bruta com vistas ao abastecimento público, focando as variáveis sanitárias, as que afetam as propriedades organolépticas e as tóxicas IVA - avalia a qualidade das águas dos rios e reservatórios para fins de proteção da vida aquática, considerando as substâncias tóxicas e a eutrofização do ambiente. IB - avalia a condição de qualidade da água para o banho.
14 Evolução do IVA no Estado de São Paulo 1% % % 4% % % Ó tim a B o a Regular R u im P é s s im a Melhoria de 2% em relação a 23
15 Evolução do IAP no Estado de São Paulo 1% % % % 2% 4 32 % Ó tim a Boa Regular Ruim Péssima Manutenção do estado de qualidade em relação a 23
16 Variáveis de Qualidade que Influenciaram a Piora do IAP e IVA IAP ST - Substâncias Tóxicas 9% SO - Substâncias Organolépticas 21% IQA - Variáveis Sanitárias 7% Substâncias Quím icas 7,2% IE T 47,9% Toxicidade 13,1% ph 3,9% Oxigênio dissolvido 27,9% IVA
17 Variáveis de Qualidade de Água em Desacordo com os Padrões de Qualidade da Resolução CONAMA 2/86 Urânio Bário 1,2 Dicloroetano Tetracloreto de Carbono Nitrito Nitrato Mercúrio Resíduo Filtrável ph Turbidez Zinco 7 7 Níquel Cobre Surfactantes DBO 5, Oxigênio Dissolvido 37 Manganês 44 Coliformes Termotolerantes 62 Fósforo Total 83 Alumínio Porcentagem
18 Variáveis Específicas da Indústria Elétrica e Eletrônica em Desacordo com os Padrões de Qualidade da CONAMA 2/86 Cádmio: Porcentagem de valores superiores ao padrão de qualidade Classe 2 (,1 mg/l) ao longo dos últimos cinco anos - 2 a Estado de São Paulo Paraíba do Sul Piracicaba/Capivari/Jundiaí Alto Tietê Sorocaba/Médio Tietê
19 Variáveis Específicas da Indústria Elétrica e Eletrônica em Desacordo com os Padrões de Qualidade da CONAMA 2/86 Cromo Total: Porcentagem de valores superiores ao padrão de qualidade Classe 2 (,5 mg/l) ao longo dos últimos cinco anos - 2 a Estado de São Paulo Paraíba do Sul Piracicaba/Capivari/Jundiaí Alto Tietê Sorocaba/Médio Tietê
20 Variáveis Específicas da Indústria Elétrica e Eletrônica em Desacordo com os Padrões de Qualidade da CONAMA 2/86 Chumbo: Porcentagem de valores superiores ao padrão de qualidade Classe 2 (,3 mg/l) ao longo dos últimos cinco anos - 2 a Estado de São Paulo Paraíba do Sul Piracicaba/Capivari/Jundiaí Alto Tietê Sorocaba/Médio Tietê
21 Variáveis Específicas da Indústria Elétrica e Eletrônica em Desacordo com os Padrões de Qualidade da CONAMA 2/86 Cobre: Porcentagem de valores superiores ao padrão de qualidade Classe 2 (,2 mg/l) ao longo dos últimos cinco anos - 2 a Estado de São Paulo Paraíba do Sul Piracicaba/Capivari/Jundiaí Alto Tietê Sorocaba/Médio Tietê
22 LINEU JOSÉ BASSOI CETESB Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental
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