OBJETIVOS ESPECÍFICOS
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- Norma Carmona Vasques
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA, IMUNOLOGIA, PARASITOLOGIA E PATOLOGIA Tel (062) FAX Curso: Farmácia Ano letivo: 2011 Nome da Disciplina: PARASITOLOGIA CLÍNICA Data de início/término da Disciplina: 21/02/2011 a 21/06/2011 Aulas teóricas e Praticas: Sala 1 e labs.5,6 e 7/IPTSP Horário, dia da semana e local: Segunda-feira: l3:20-15:50 hs 2,5hs Terça-feira:s 1,5hs Turma: Carga horária total: 80 horas Carga horária teórica: 16 horas 4hs/semana x 20semanas Carga horária prática: 64 horas Professor coordenador ( ): [email protected] Professores colaboradores: A. Herzog Soares, Isac, Alverne Passos Barbosa EMENTA Preparar o aluno para realizar o diagnóstico etiológico das principais protozooses e helmintoses humanas presentes no país. Aprofundar o estudo da interação parasito/hospedeiro no sentido de promover a compreensão dos resultados laboratoriais e sua correlação com os achados clínicos e epidemiológicos. Ao final desenvolver o raciocínio para o estabelecimento de ações profiláticas e fortalecer o sentido de integração do aluno à comunidade. OBJETIVO GERAL Conhecer helmintos, protozoários e seus vetores que atuam na integridade da saúde do homem. Formar atitudes favoráveis ao fortalecimento do sentido de responsabilidade com a saúde humana. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar os Parasitas (protozoários e helmintos) que infectam o homem pela observação Macro/microscópica dos organismos e os principais vetores transmissores de doenças parasitárias. lisar, compreender e os ciclos evolutivos e os mecanismos de transmissão das principais parsasitoses humanas. Definir os métodos mais usuais empregados no laboratório para o diagnóstico parasitológico das doenças endêmicas. Ter noção das principais medidas profiláticas aplicáveis ao controle de endoparasitos no contexto político social do País. METODOLOGIA São os procedimentos e regras utilizados para se chegar aos objetivos. Envolve os métodos de ensino: estratégias de ensino e recursos de ensino. Método de exposição pelo professor (apresenta, explica, demonstra, ilustra, exemplifica). Método de trabalho independente (os alunos desenvolvem tarefas dirigidas e orientadas pelo professor ex: estudo dirigido ou leitura orientada, investigação e solução de problemas, sínteses preparatórias ou de elaboração posterior à aula). Método de elaboração conjunta (aula dialogada ou conversação didática sobre o tema, perguntas instigadoras de discussão e de buscas de novos olhares para a questão em estudo). Método de trabalho em grupo (os alunos em cooperação desenvolvem tarefas propostas pelo professor,
2 comunicam os resultados à classe e se estabelece uma conversação didática dirigida pelo o professor). Método de projetos ( investigação de um tema previamente selecionado. Exige planejamento, execução, coleta e organização de dados, sistematização e apresentação dos resultados). AVALIAÇÃO 1ª Nota = Média aritmética das 3 avaliações Teóricas (P10) 2ª Nota = Média aritmética da participação nos relatos de caso e apresentação de seminários (P10) 3ª Nota = Média aritmética da participação na realização dos EPF (P 7) +Trabalho de Morfomicrometria (P 3) BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. S. Paulo: Ed. Atheneu, 11ª edição, REY, Luís. Bases de Parasitologia Médica. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2 a edição, CIMERMAN, Benjamin & CIMENMAN Sergio. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. S. Paulo: Ed. Atheneu, 1ª edição, CIMERMAN, B & FRANCO, M A. Atlas de Parasitologia. S. Paulo: Ed. Atheneu, 1ª edição, DE CARLI, Geraldo Atílio. Parasitologia Clínica. Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico das Parasitoses Humanas. S. Paulo: Ed. Atheneu, 1ª edição, VERONESI, Ricardo e FOCACCIA, Roberto. Tratado de Infectologia. S. Paulo: Ed. Atheneu, 1ª edição, BIBLIOGRAFIA ADICIONAL COURA, JOSÉ RODRIGUES. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, Procedimentos laboratoriais em parasitologia médica. OMS, Liv. Santos, 1ªed., S.Paulo, Brasil, FERREIRA, WALTER & ÁVILA, SANDRA L. M. Diagnóstico laboratorial. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Revista do Instituto de Medicina Tropical Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Revista de Patologia Tropical Sociedade brasileira de parasitologia. Portal: Revista de Patologia Tropical CRONOGRAMA E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Data aula Assunto Docente 21/02 2ªfeira 22/02 3ªfeira s (T) Apresentação da disciplina, discussão do plano do curso, formação de grupo e métodos de avaliação Introdução Parasitologia Clínica. Principais protozoários e helmintos humanos. Posição sistemática, Classificação por grupos segundo o habitat e tópicos gerais relacionados à biologia (mecanismos de transmissão e ciclos evolutivos) Protozoários Entéricos. Protozoários entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Subfilo Sarcodina. Entamoeba histolytica/entamoeba dispar. Amebas não patogênicas: Entamoeba hartmanni, Entamoeba coli, Endolimax nana e Iodamoeba butschlii.
3 28/02 2ªfeira 01/03 3ªfeira Filo Sarcomastigophora. Amebas de Vida Livre. Naegleria fowleri, Acanthamoeba sp e Balamuthia mandrillaris. Revisão de laminas fixadas e a fresco protozoários entéricos Entamoeba histolytica/entamoeba dispar. Amebas não patogênicas: Entamoeba hartmanni, Entamoeba coli, Endolimax nana e Iodamoeba butschlii. 07/03 e 08/03 Feriado Carnaval 14/03 2ªfeira 15/03 3ªfeira 21/03 2ªfeira 22/03 3ªfeira 28/03 2ªfeira 29/03 3ªfeira 04/04 2ªfeira 05/04 3ªfeira 11/04 2ªfeira Protozoários Flagelados entéricos e do trato genito-urinário. Protozoários Flagelados entéricos e do trato genito-urinário com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Giardia lamblia; Chilosmatix mesnili; Dientamoeba fragilis, Trichomonas vaginalis. Revisão de laminas fixadas e a fresco de protozoários. Flagelados entéricos e do trato genito-urinário Giardia lamblia; Chilosmatix mesnili; Dientamoeba fragilis, Trichomonas vaginalis. Protozoários do sangue e outros tecidos. Revisão de protozoários entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Filo Sarcomastigophora. Família Tripanosomatidae. Gênero Leishmania. Leishmaniose tegumentar e visceral. Protozoários do sangue e outros tecidos. Protozoários entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Filo Sarcomastigophora. Família Tripanosomatidae. Gênero Trypanosoma. Protozoários do sangue e outros tecidos Identificação morfológica de tripanossomatídeos (amastigotas, epimastigotas, tripomastigota e promastigotas, em esfregaços corados). Estudo experimental: manutenção de cepa de Leishmania e T. cruzi em meio de cultura. Estudo dos hemípteros transmissores da doença de Chagas. Avaliação teórica/pratica 4 Seminários Grupo I, II, III e IV Protozoários do sangue e outros tecidos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Filo Apicomplexa. Família Plasmodidae. Gênero Plasmodium e a Malária humana. Estudo da morfologia de formas evolutivas P. vivax (trofozoítos jovens, trofozoítos amebóides, esquizontes jovens, esquizontes maduros [merócitos] e gametócitos). -
4 12/04 3ªfeira 18/04 2ªfeira 19/04 3ªfeira 25/04 2ªfeira 26/04 3ªfeira 02/05 2ªfeira 13:20-15:50 h 03/05 3ªfeira 09/10 2ªfeira 10/05 3ªfeira Sala 1 16/05 2ªfeira 17/05 3ªfeira 23/05 2ªfeira 13:30-15:50 hs Formas evolutivas de P. falciparum (trofozoítos jovens e gametócitos) encontradas no sangue periférico. Protozoários do sangue e outros tecidos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Família Toxoplasmatidae. Gênero Toxoplasma. T. gondii. Protozoários do sangue e outros tecidos Estudo experimental. Manutenção do T. gondii em camundongos: repique; confecção de esfregaços com exsudato peritoneal de camundongos infectados, fixação e coloração pelo Giensa. 3 Seminários Grupo V, VI e VII Coccídios entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Cryptosporidium sp, Isospora belli e Cyclospora cayetanensi, Sarcocystis hominis e Sarcocystis suihominis. Revisão de Coccídios entéricos. Cryptosporidium sp, Isospora belli e Cyclospora cayetanensi, Sarcocystis hominis e Sarcocystis suihominis. Avaliação teórica pratica Helmintos entéricos. Helmintos entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Taenia saginata, T. Solium - Cisticercose, Hymenolepis nana, Trichuris trichiura Helmintos entéricos com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Enterobius vermicularis, Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale e Necator americanus. Ascaris lumbricoides. Helmintos extra-intestinais. Revisão de helmintos extra-intestinais com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Schistosoma mansoni (Esquistossomose mansonica), Fasciola hepatica (Fasciolose), Revisão de helmintos entéricos. Identificação àfresco dos principais protozoários (trofozoíto e cisto) e helmintos (verme adulto e ovos) encontrados nos EPF. TRABALHO DE MORFOMETRIA explicações Helmintos extra-intestinais. Revisão de helmintos extra-intestinais com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Wuchereria bancrofti (Filaríose linfática). - Joana 24/05 3ªfeira Revisão helmintos extra-intestinais. Identificação a fresco dos
5 30/05 2ªfeira 31/05 3ªfeira s 06/06 2ªfeira 13:30-15:50 hs 07/06 3ªfeira s 13/06 2ªfeira 14/06 3ªfeira 20/06 2ªfeira principais helmintos (verme adulto e ovos) encontrados nos EPF Helmintos extra-intestinais com ênfase na biologia e diagnóstico laboratorial. Principais nematódeos humanos extra-intestinais Lagochilascaris minor (Lagoquilascaríase), Toxocara sp (Larva migrans visceral) e Ancylostoma caninum, A. braziliense.. Noções de micrometria. Determinação de fatores de calibração de oculares micrométricas e mensuração de parasitos. 3 Seminários Grupo VIII, IX, X Exame Parasitológico de fezes (EPF) métodos de Faust, Hoffman, Rugai. Barmenn-Moraes.Técnicas empregadas no Exame Parasitológico de fezes (EPF) Considerações gerais sobre coleta, conservação de fezes e o Exame Parasitológico de Fezes (EPF). Exame direto a fresco. Procedimentos de orientação ao paciente para coleta da amostra; métodos de conservação; exames macroscópicos e microscópicos. Joana - Exame Parasitológico de fezes (EPF) Exame Parasitológico de fezes (EPF) Exame Parasitológico de fezes (EPF) 21/06 3ªfeira Avaliação teórica pratica
Curso de Farmácia EMENTA DE DISCIPLINA
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EMENTA Preparar o aluno para realizar o diagnóstico etiológico das principais protozooses e helmintoses
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA, IMUNOLOGIA, PARASITOLOGIA E PATOLOGIA Tel (062) 3209 6106 FAX 3209 6363 Curso: Farmácia Ano
Método de trabalho independente: elaboração de relatórios posteriormente às aulas práticas.
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA, IMUNOLOGIA, PARASITOLOGIA E PATOLOGIA Tel (062) 3209 6106 FAX 3521 1839 Curso: Farmácia Ano
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